domingo, maio 24, 2026

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BNDES aprova R$ 40 bi para o RS após enchentes



Assolado por uma tragédia climática iniciada em 29 de abril de 2024 e que se estendeu ao longo do mês seguinte, o Rio Grande do Sul recebeu no ano passado R$ 39,3 bilhões em financiamentos aprovados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Na avaliação do presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o apoio do Banco, que incluiu também medidas emergenciais para a reconstrução do estado, contribuiu para o crescimento de 4,9% do PIB gaúcho em 2024.

“A atuação do Banco, juntamente com outras ações do governo do presidente Lula, foi decisiva para a expansão da economia do estado”, avaliou Mercadante. “Esse resultado ficou bem acima do crescimento do PIB nacional, que também foi expressivo, de 3,4%, superando todas as previsões dos analistas, do mercado, do boletim Focus [ publicação do Banco Central ], e do FMI”.

De junho de 2024 até 24 de abril deste ano, as medidas emergenciais do BNDES já destinaram R$ 32,4 bilhões à recuperação econômica do Rio Grande do Sul. O valor corresponde a 29% do total destinado pelo governo federal às medidas emergenciais (R$ 111,6 bilhões).

Foram R$ 22,8 bilhões em financiamentos, R$ 4,3 bi milhões em crédito alavancado pela concessão de garantias e R$ 5,3 bilhões em suspensão de pagamentos. Ao todo foram 89.581 operações, sendo 9.992 de crédito, 5.720 de garantias e 73.869 que tiveram os pagamentos suspensos.

A maior parte dos financiamentos atendeu micro, pequenas e médias empresas: R$ 14,2 bilhões aprovados em 9.443 operações, com R$ 10,5 bilhões já desembolsados. Nas 549 operações com grandes empresas, as aprovações somam R$ 8,6 bilhões e os desembolsos chegam a R$ 5,6 bilhões.

Do total de crédito aprovado, R$ 17,5 bilhões foram destinados a capital de giro, R$ 2 bilhões a investimento e reconstrução e R$ 3,2 bilhões à aquisição de máquinas e equipamentos, em 7.077, 127 e 2.788 operações, respectivamente.

Em concessão de garantias, foram consumidos R$ 350,8 milhões, o que representa 68,51% do limite global, de R$ 512 milhões. Já a suspensão de pagamentos beneficiou principalmente os clientes de operações indiretas, em 71.286 operações com juros equalizados, cujas parcelas suspensas somam R$ 4,1 bilhões, e 2.516 sem equalização, no valor total de R$ 353,3 milhões. Também tiveram o pagamento suspenso 67 operações diretas, totalizando R$ 801,8 milhões.

“Aumentamos seis vezes a velocidade de aprovação de crédito para o Rio Grande do Sul”, ressaltou Mercadante. “Os financiamentos do BNDES também viabilizaram a recuperação do Aeroporto Salgado Filho e evitaram que a concessionária de energia repassasse aumentos para toda a economia gaúcha”.

Tragédia O primeiro alerta das enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul foi disparado no dia 29 de abril do ano passado. No dia seguinte, já foram registradas as primeiras cinco mortes provocadas pelas chuvas. Até hoje, foram contabilizadas 184 mortes e 25 pessoas permanecem desaparecidas.

Para enfrentar o desastre, que atingiu 96% do território do estado, foram mobilizadas equipes de resgate. Alguns dos 478 municípios afetados ainda sofrem as consequências da catástrofe.

Desde o início, o BNDES integrou os esforços empreendidos pelo governo federal para apoiar a reconstrução do estado. Por meio do programa BNDES Emergencial para o Rio Grande do Sul, o Banco disponibilizou recursos do Fundo Social (FS), vinculado à Presidência da República, para financiamento direto e indireto a clientes em áreas atingidas, com taxas de até 0,8% ao mês para MPMEs e de 1% para grandes empresas, na modalidade capital de giro, e de até 0,6% nas modalidades de investimento e reconstrução e de máquinas e equipamentos para.

Nessas regiões, o BNDES também suspendeu a amortização dos financiamentos contratados por 12 meses, contados a partir de maio de 2024, prorrogou o prazo dos contratos vigentes por até 12 meses, sem necessidade de elevar a taxa de risco de crédito.

Por meio do programa FGI Peac Crédito Emergencial RS, o Banco ofereceu garantias de até 80% do valor do crédito, que é limitado a R$ 10 milhões por operação. Para facilitar a concessão de financiamentos do BNDES, a Receita Federal prorrogou a validade das certidões fiscais dos contribuintes nas áreas com estado de calamidade pública decretado pelo governo gaúcho.

No dia 4 de junho, o BNDES montou um posto avançado na sede do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul (CRC-RS). Cerca de 30 funcionários se deslocaram do Rio de Janeiro para Porto Alegre com o objetivo de oferecer uma base local para difusão de informações, abordando as condições financeiras, modalidades operacionais e condições para acesso. “A equipe foi ao estado voluntariamente, de carro, porque o aeroporto estava fechado”, lembrou Mercadante. O posto permaneceu em funcionamento até 28



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Cigarrinha atinge lavouras de milho em Ijuí


A colheita de milho no Rio Grande do Sul segue em ritmo mais lento e escalonado em comparação com outras culturas de verão, atingindo 89% da área cultivada. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (25) pela Emater/RS-Ascar, o maior avanço foi em lavouras de maior escala no Nordeste do estado. Nas regiões de agricultura familiar, a colheita evoluiu pouco, condicionada ao uso do cereal para consumo interno.

O levantamento da Emater/RS-Ascar destaca que “as lavouras tardias (4%) apresentam bom potencial produtivo, favorecido pela ocorrência de chuvas nos estádios críticos de desenvolvimento e por temperaturas amenas, que têm permitido maior acúmulo de fotoassimilados”.

Paralelamente à colheita, os produtores já se organizam para o plantio da Safra 2025/2026, “realizando a semeadura de cobertura vegetal, especialmente nabo forrageiro, visando à posterior dessecação”. Na aquisição de sementes, observa-se “preferência por cultivares precoces e com tolerância à cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), estratégia alinhada a condições de mercado mais favoráveis e ao manejo fitossanitário preventivo”.

Na região administrativa de Bagé, “as condições de tempo seco têm favorecido a perda gradual de umidade dos grãos nas lavouras em fase de maturação fisiológica, possibilitando o início das operações de colheita”. Em Caçapava do Sul, a colheita foi iniciada principalmente em pequenas propriedades com baixo nível tecnológico, que “sofreram severos impactos da estiagem, ocorrida nos meses de janeiro e março”, resultando em uma “produtividade média estimada nessas áreas de apenas 1.200 kg/ha, reflexo das limitações hídricas durante os estágios críticos de florescimento e enchimento de grãos”. Em Alegrete, estão sendo colhidas as lavouras de semeadura tardia.

Na região de Caxias do Sul, “a colheita está próxima da finalização nos principais polos produtores, como em Muitos Capões e Vacaria”. Nas regiões da Serra e Hortênsias, onde predominam áreas menores, “os trabalhos seguem em ritmo mais lento e escalonado, e a finalização deve ocorrer em julho, conforme o padrão histórico da região”.

Em Ijuí, “a colheita está praticamente concluída”. As lavouras remanescentes (1%) correspondem principalmente ao segundo cultivo, caracterizado por plantas menores, “porém com bom enchimento de grãos, indicando adequada translocação de fotoassimilados durante o período reprodutivo”. Em relação à sanidade, observa-se “incidência de cigarrinha-do-milho, cujos danos incluem sintomas de enfezamento, além de casos pontuais de acamamento de plantas”.

Na região de Pelotas, a colheita atinge 51%, com produtividades variando entre 3.500 e 6.000 kg/ha, com média regional de 4.200 kg/ha. Em Santa Rosa, 92% da área foi colhida. Na região de Soledade, a colheita das lavouras de semeadura tardia está em andamento.





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Fruticultores intensificam manejo do morango e monitoram citros


Os produtores de morango na região administrativa de Ijuí estão intensificando os trabalhos na cultura, conforme o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (25) pela Emater/RS-Ascar. Nos cultivos de segundo ano, realizam o manejo das plantas, com a retirada de folhas velhas e brotos, enquanto nos novos cultivos, o transplantio de mudas ocorre conforme a entrega pelos viveiristas.

Na mesma região, a Emater/RS-Ascar observa uma “rápida mudança de coloração dos frutos” na cultura da laranja Bahia, que, “contudo, não estão atingindo o grau Brix ideal para comercialização”. Pessegueiros e videiras entram em estádio de dormência, embora as cultivares precoces de pêssego tenham emitido algumas flores.

Na região de Santa Rosa, “as condições climáticas seguem favoráveis ao desenvolvimento das frutíferas e à realização dos tratos culturais”. No entanto, a Emater/RS-Ascar aponta que os citros apresentam “carga pequena de frutos em função da estiagem, além de alguns distúrbios fisiológicos, como rachadura de frutos, causando perdas”. Há também registro de “incidência de ácaros e pulgões”. O abacate está em fase de maturação, sendo destinado ao autoconsumo.

Muitas frutíferas na região de Santa Rosa estão em entressafra, como pessegueiro, ameixeira, macieira e videira, que se encontram em fase de senescência das folhas. Os produtores realizam “adubação de reposição devido à extração de nutrientes no período de produção”. As chuvas recentes, “associadas à redução de temperatura, possibilitaram a retomada dos tratamentos fitossanitários nas culturas”. Roçadas estão sendo efetuadas nos pomares. O figo está em fase final de colheita, mas com “frutos menores em razão da restrição hídrica”. Nos cultivos de banana, há pouca produção, e as plantas estão emitindo novos clones. Na cultura do melão, ainda há colheita em produtores comerciais que cultivam em sistema mulching com irrigação por gotejamento, com destaque para as variedades Pampa, Hy-mark, Rangers e Sunrise.

Na região de Soledade, a Emater/RS-Ascar informa que está sendo realizada a “semeadura de plantas de cobertura em pomares, como aveia preta, nabo forrageiro, entre outras”. Nas áreas de implantação de pomares, estão em andamento práticas como “preparo de solo, incorporação de calcário e de corretivos, sistematização do terreno e semeadura de plantas de cobertura”.





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Capim-elefante da Embrapa ganha espaço na geração de energia renovável


A cultivar de capim-elefante BRS Capiaçu, desenvolvida pela Embrapa para a pecuária leiteira, expande sua aplicação e se consolida como uma alternativa promissora para a geração de energia renovável. Dez anos após seu lançamento, o capim mostra potencial técnico e econômico para uso em indústrias, como cimenteiras, além de outras aplicações em bioenergia.

A planta é capaz de produzir cerca de 50 toneladas de matéria seca por hectare ao ano, um volume 30% superior ao de outras cultivares disponíveis no mercado. Essa produtividade chamou a atenção da indústria e motivou a parceria entre a Embrapa e a Ciplan/AS para desenvolver um protótipo teórico de uso da biomassa do capim em altos-fornos. Segundo o pesquisador Juarez Campolina Machado, o poder calorífico da BRS Capiaçu é competitivo frente a combustíveis fósseis, como o coque de petróleo.

capim-elefante BRS Capiaçu, da Embrapacapim-elefante BRS Capiaçu, da Embrapa
Foto: Rubens Neiva/Embrapa

Samuel Oliveira, também da Embrapa, destaca que os testes iniciais indicam viabilidade técnica e econômica do capim para o setor cimenteiro. Além disso, novos estudos estão em andamento para avaliar o uso da BRS Capiaçu na produção de biogás, biometano e etanol de segunda geração.

Entre as iniciativas, está o projeto Biograss, realizado em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Bioköhler, que testa a codigestão de sorgo e capim-elefante com resíduos da produção animal em Toledo, Paraná.

A elevada produtividade da BRS Capiaçu também a torna atraente para o mercado de etanol de segunda geração, que utiliza biomassa fibrosa como matéria-prima. Segundo Machado, a cultivar oferece vantagens por seu ciclo curto e alta produção de biomassa.

Na pecuária leiteira, a BRS Capiaçu se destacou inicialmente pela capacidade de produção de silagem de qualidade a custos reduzidos. De acordo com Antônio Vander Pereira, o custo da silagem de milho ou sorgo é até três vezes maior do que a do capim. A planta chega a ultrapassar quatro metros de altura e possui alto valor nutricional, especialmente quando utilizada como capim verde.

Além disso, a cultivar apresenta tolerância ao estresse hídrico e à geada, características que a tornaram popular em todas as regiões do Brasil. No entanto, possui baixa tolerância a áreas alagadas, exigindo planejamento para o cultivo.

capim-elefante BRS Capiaçu, da Embrapacapim-elefante BRS Capiaçu, da Embrapa
Foto: Rubens Neiva/Embrapa

O produtor Victor Ventura, de Santo Antônio do Aventureiro, em Minas Gerais, relata que utiliza a BRS Capiaçu como base alimentar para 300 vacas leiteiras, obtendo alta produtividade e redução de custos. Para ele, a cultivar representou um “divisor de águas” no sistema de produção.

Fruto de 15 anos de pesquisa e melhoramento genético da Embrapa, a BRS Capiaçu é hoje cultivada de Norte a Sul do Brasil, e seu uso como fonte de energia renovável reforça a importância de soluções agrícolas sustentáveis para a geração de renda e a preservação ambiental.



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inovação e sustentabilidade para a cana-de-açúcar


Durante a 30ª edição da Agrishow, que ocorrerá de 28 de abril a 2 de maio de 2025 em Ribeirão Preto (SP), a Mosaic, uma das principais produtoras globais de fosfatos e Potássio combinados, destacará suas soluções inovadoras e sustentáveis para a cana-de-açúcar. A adubação correta e consciente não só garante o desenvolvimento vegetativo do canavial, mas também permite que as raízes se desenvolvam em camadas mais profundas, essencial para uma cultura semiperene. “Como não podemos controlar o clima, precisamos utilizar informações técnicas adequadas e fazer o manejo correto do solo e da cultura. Portanto, o produtor precisa investir na sinergia entre os nutrientes,” afirma Gabriel Gimeno, diretor Comercial da Mosaic.

O portfólio premium de nutrição de solos da empresa possui a Linha Performa, que incorpora as mais avançadas tecnologias desenvolvidas. Esses produtos, conhecidos pela versatilidade e facilidade de aplicação, possuem formulações multinutrientes que elevam a produtividade, qualidade e rentabilidade das lavouras. O Performa Plus e o Performa Bio são fertilizantes minerais que promovem a disponibilidade de nutrientes, otimizam o desenvolvimento das plantas e contribuem para a sustentabilidade do manejo nutricional. Adicionalmente, o portfólio da Mosaic contempla a solução Aspire: fertilizante de potássio com duas formas de boro em um único grânulo, proporcionando nutrição equilibrada e aumento de produtividade.

Na cana-de-açúcar, por exemplo, o Performa Plus pode aumentar a produtividade em até 18 toneladas por hectare, quando comparado ao manejo convencional com nitrato, conforme demonstrado em estudos realizados no Estado de São Paulo. Esses produtos reforçam o compromisso da Mosaic em oferecer soluções eficientes e sustentáveis para o agronegócio.

Na Agrishow, os visitantes também poderão conhecer a linha completa da Mosaic Biosciences. “Acreditamos muito no potencial produtivo da agricultura brasileira. Estamos lado a lado dos produtores rurais e certos de que vamos proporcionar acesso a inovações tecnológicas e soluções sustentáveis, que são o caminho para o sucesso da agricultura nacional. Durante a feira, os visitantes poderão conhecer as soluções de biológicos e conversar com nossa equipe, pronta para explicar as aplicações, características e benefícios dessas soluções para cada necessidade no campo,” destaca Alexandre Alves, diretor da Mosaic Biosciences Brasil.

A Agrishow é uma das maiores feiras agrícolas do mundo e uma das principais do Brasil, reunindo soluções para todos os tipos de culturas. É reconhecida como palco de lançamentos das principais tendências e inovações para o agronegócio. O estande da Mosaic na 30ª edição da Agrishow estará localizado no Shopping Rural Coopercitrus. Além de conhecer os benefícios dos produtos da empresa, os visitantes terão a oportunidade de se cadastrar no NutriVantagens, programa de relacionamento que já conta com mais de 17 mil usuários cadastrados.





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Empresa pioneira no desenvolvimento de máquinas para o plantio direto apresenta novidades na Agrishow


Uma empresa pioneira na produção de máquinas agrícolas, sendo referência nacional na criação de soluções inovadoras para o sistema de plantio direto, a Semeato vai marcar presença em mais uma edição da Agrishow. Com a expectativa de receber aproximadamente 195 mil visitantes nacionais e internacionais, a maior Feira de Tecnologia de toda a América Latina irá acontecer entre os dias 28 de abril e 2 de maio, no município de Ribeirão Preto, interior paulista. A 30ª edição da Agrishow promete ser o palco para as últimas tendências e tecnologias que moldam o setor e a Semeato estará participando em todos os dias do evento.

A Semeato Indústria e Comércio, que completa 60 anos em 2025, apresentará aos visitantes da Agrishow suas principais tecnologias e lançamentos voltados para aumentar a produtividade e rentabilidade do produtor.

Um dos destaques será a plantadeira articulada Sol Quarantatre, com 18 linhas e caixa central de distribuição de semente pneumática, rodado de transporte e reservatórios com grande capacidade em carga, que aumenta a autonomia no plantio.

Outro lançamento da Semeato durante a Agrishow será o rodado automático de transporte com acionamento hidráulico para o modelo SSM 41. Esse sistema permite que, por meio de um controle no trator, a máquina mude rapidamente da posição de trabalho para a de transporte, com uma largura de 3,75 metros, facilitando o deslocamento do equipamento. O modelo SSM 41, já reconhecido por sua qualidade e durabilidade, ganha assim uma nova funcionalidade que agrega praticidade ao produtor rural, com um transporte que leva 1,5 minutos para se colocar de posição de trabalho para a de transporte.

Durante a Agrishow, os produtores que visitarem o estande da Semeato – no lote E15A -também poderão conhecer outras tecnologias criadas e patenteadas pela empresa gaúcha, desenvolvidas para contribuir com o plantio de altíssima qualidade e o crescimento de uma agricultura cada vez mais produtiva e rentável. Dentre elas, o Smartflow®, um sistema de roscas dosadoras de alto desempenho. Com perfil inovador da rosca, aliado ao enclausuramento do fertilizante, resulta na continuidade de fluxo, independente das condições de relevo.

Outro lançamento da Semeato durante a Agrishow é o Semedrive®, um sistema de transmissão autocompensadora, que possibilita transmissão de forma contínua e proporciona uma distância homogênea entre as sementes distribuídas, mesmo quando a linha de plantio percorre topografias com aclive e declive de solo. Dispensa lubrificações periódicas e o uso de ferramentas para o seu acoplamento e desacoplamento, realizado por engates rápidos, aumentando assim a eficiência da plantadeira, mantendo por mais tempo em condição de plantio e reduzindo assim o tempo de manutenção.

Sessenta anos de inovação  

Fundada em 1965, em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, a Semeato se consolidou ao longo das últimas seis décadas como referência na fabricação de máquinas para o plantio direto. Com forte atuação no mercado nacional e internacional, a Semeato exporta suas máquinas para 25 países.

Criada com o objetivo de suprir a falta de peças de reposição no mercado, a empresa foi responsável pelos primeiros implementos agrícolas fabricados no Brasil, na década de 70.

E, em 1982, a Semeato inovou novamente ao lançar a TD 300, a primeira semeadora destinada ao plantio direto e que, ainda hoje, é utilizada por produtores.

Referência no ingresso de soluções inovadoras e na divulgação do plantio direto – sistema ecologicamente sustentável e economicamente viável que se propagou pelo mundo – a empresa tem hoje o objetivo de produzir máquinas que promovam um plantio regenerativo, produzindo alimentos em um sistema agrícola sustentável.

Serviço:

O que: lançamentos Semeato na 30ª Agrishow

Onde: Ribeirão Preto (SP)

Quando: 28 de abril a 2 de maio





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Empresa diversifica operações e movimenta mais de 100 milhões de toneladas no agronegócio


A Armac, referência nacional em locação de equipamentos, prestação de serviços especializados e venda de seminovos, participa pela primeira vez da Agrishow, de 28 de abril a 2 de maio, em Ribeirão Preto (SP), com soluções para diversas etapas e fases do agronegócio, apoiando com eficiência e segurança operações de diferentes complexidades. A companhia movimenta mais de 100 milhões de toneladas de produtos e materiais, anualmente, relacionados ao setor.

Com a maior frota multimarcas de equipamentos do Brasil, totalizando cerca de 11,2 mil ativos, a companhia diversificou ao longo dos 30 anos os segmentos atendidos no agronegócio. Atualmente, a empresa atua nas fazendas, usinas e agroindústrias por meio de equipamentos e profissionais em operações de cana-de-açúcar, milho, algodão, citros, grãos, proteína animal e na gestão de resíduos diversos.

São mais de 13 milhões de toneladas movimentadas, por ano, de biomassa, commodities agrícolas e resíduos, em serviços de carregamento e expedição. “São 10 anos de serviços prestados ao agronegócio. Esse tempo permitiu adquirir a experiência necessária para atender nichos diferentes do setor, entendendo as dificuldades e particularidades de cada um. A Linha Amarela é versátil o suficiente para oferecer soluções para diferentes operações, independentemente da cultura agrícola do cliente”, afirma Mairon Karr, gerente sênior de Agronegócios da Armac.

Um dos mais recentes nichos que passaram a ser atendidos pela companhia é o de proteína animal para fabricação de ração. O mercado está em crescimento no Brasil e vive a projeção de, até o final do ano, produzir 90 milhões de toneladas de rações e concentrados e 4 milhões de toneladas de suplementos, segundo o Sindirações (Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal). Em fevereiro, a Armac iniciou uma nova importante operação deste setor na região Oeste do Paraná.

Ampla cadeia de atuação

A participação da Armac em projetos de apoio ao agro vai além de fazendas e usinas. Nos portos, terminais ferroviários e plantas industriais, são movimentados mais de 85 milhões de toneladas de açúcar, grãos e fertilizantes.

O apoio ao agronegócio brasileiro para exportações importantes, como açúcar e soja, e importações essenciais para o segmento, como no caso dos fertilizantes, acontece em 16 grandes modais logísticos atendidos pela companhia, nos principais portos e terminais ferroviários do País.

Maior complexo de manutenção da América Latina

Para suportar às operações de agronegócio em todas as regiões do Brasil, a companhia conta com o maior complexo de manutenção da América Latina, com 300 mil m². São mais de 30 oficinas espalhadas por todo o País, com destaque para as estruturas de Vargem Grande Paulista (SP), com mais de 500 profissionais.

A Academia Bravos, principal programa educacional e de treinamento da Armac, capacita e qualifica operadores de equipamentos, mecânicos e encarregados para trabalhar com os diferentes tipos de escopo. Entre os principais serviços realizados no agronegócio estão movimentação de biomassa, alimentação de moegas e caldeiras, movimentação, empilhamento e expedição de produtos/commodities, sistematização de solo, abertura e manutenção de vias e acessos e gestão de resíduos.

“Temos mais de 1 mil mecânicos treinados e qualificados para trabalhar com todas as marcas, tipos e modelos de máquinas e equipamentos, em diferentes cenários e plantas, seja na fazenda, na usina ou em terminais. Nossa manutenção é capacitada para atuar com diferentes produtos e materiais, garantindo o melhor desempenho do equipamento, independentemente da movimentação ser de açúcar, milho, laranja, biomassa”, afirma Luciano Rocha, COO da Armac.

Contêiner inteligente

A Armac lançou no ano passado uma tecnologia que permite às operações disponibilidade imediata de insumos para manutenção à pronta-entrega. Trata-se de contêineres inteligentes de peças e produtos.

A principal vantagem para o cliente é a agilidade nos processos de manutenção. O contêiner possibilita que a equipe da oficina tenha em mãos as peças necessárias para que os equipamentos sigam rodando o maior tempo possível, garantindo a máxima produtividade para a operação.

A empresa brasileira que mais cresce nas Américas

A Armac é a empresa brasileira com crescimento mais rápido nas Américas e a segunda na América Latina, segundo o jornal Financial Times, uma das publicações de negócios mais importantes do mundo.  A companhia foi destacada pela publicação no ranking “The Americas’ Fastest-Growing Companies 2025”. 

“Nosso crescimento contínuo é resultado de uma cultura organizacional sólida e de uma estratégia que prioriza a eficiência operacional. Estamos orgulhosos em ver nossa trajetória reconhecida por uma publicação tão prestigiada como o Financial Times”, afirma Fernando Aragão, CEO da Armac.





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Arrecadação e volume de carne de frango exportada aumentaram em março/25


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De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, divulgadas nesta sexta-feira (4), as exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas até a última semana de março (19 dias úteis), cresceram em volume e arrecadação diante dos números de março de 2024.

A receita obtida com as exportações de carne de frango até o final do mês de março, US$ 786.957,115, representam 14,42% a mais que o total arrecadado em todo o mês de março de 2024, que foi de US$ 687.733,438. No caso do volume embarcado, as 438916,725 toneladas representam 12,32% sobre o volume registrado em março de 2024, quantidade de 390.744,951 toneladas.

No comparativo com o resultado das exportações de carne de frango no mês de fevereiro de 2025, a receita obtida com as exportações de carne de frango até o final de março, US$ 786.957,115, representa 0,90% a mais que o total arrecadado em todo o mês de fevereiro, que foi de US$ 779.934,393. No caso do volume embarcado, as 438.916,725 toneladas exportadas em março representam 0,49% a mais que o volume registrado em fevereiro, quantidade de 436.742,279 toneladas.

O faturamento por média diária até este momento do mês foi de US$ 41.418,795 quantia 14,4% a mais do que o registrado em março de 2024. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 6,54% quando comparado aos US$ 44.319,764  vistos na semana passada.

No caso das toneladas por média diária, foram 23.100,880, houve elevação de 12,3% no comparativo com o mesmo mês de 2024. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se redução de 7,25% em relação às 24.907,375 toneladas da semana anterior.

Já o preço pago por tonelada, US$ 1.792,953, é 1,9% superior ao praticado em março do ano passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa tímida alta de 0,76% no comparativo ao valor de US$ 1.779,383 visto na semana passada.

 





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AgroNewsPolítica & Agro

Banco oferece condições diferenciadas na Agrishow 2025


O Santander participará da 30ª edição da Agrishow, que acontece entre os dias 28 de abril e 2 de maio, em Ribeirão Preto (SP). Com uma equipe especializada em agronegócio, o Banco oferecerá suporte completo aos produtores rurais, atendendo desde as necessidades do negócio até soluções para o dia a dia.

Na feira, o Santander apresentará um portfólio completo de produtos e serviços voltados aos empreendedores do campo, como a CPR (Cédula de Produto Rural), ideal para antecipar recursos e financiar atividades rurais. Já o Multiagro, principal linha de investimento do Banco, é voltado a produtores que desejam modernizar sua produção com equipamentos nacionais e importados.

Entre os destaques da participação na Agrishow, o Santander oferecerá condições especiais para quem aderir à tag Sem Parar e à Fit Energia – plataforma de abrangência nacional que conecta geradores e consumidores de energia, promovendo o consumo de energia limpa e mais barata, sem necessidade de obras ou investimentos. O ecossistema do Banco também estará presente, com atendimento especializado para produtores pessoa jurídica, clientes Corporate, Private, Santander Financiamentos, entre outros.

O Banco ainda apresentará soluções voltadas ao setor como um todo, incluindo cash management, cartões de crédito e uma ampla oferta de seguros – como seguro de vida para o produtor rural, residencial, de máquinas e equipamentos. Também estarão disponíveis opções de financiamento para energia solar e consórcios personalizados, tanto para imóveis quanto para veículos pesados. Durante a feira, será possível realizar simulações de consórcios com taxas de administração a partir de 12,90% para autos e pesados, e 15,90% para imóveis. De acordo com dados do Banco Central, o Santander lidera entre os grandes bancos no índice de contemplação de consórcios.

“A Agrishow é um dos eventos mais estratégicos do calendário do agronegócio brasileiro. É um ambiente em que o produtor vem com foco em fechar negócios e buscar soluções que impulsionem sua atividade. Estar presente com um portfólio robusto e uma equipe preparada é essencial para mostrar que o Santander é parceiro do agro em todas as etapas da produção”, afirma Carlos Aguiar, diretor de Agronegócio do Santander Brasil.





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será que teremos mais promessas repetidas e os velhos problemas?


Na Agrishow 2025, a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) propôs ao governo federal um Plano Safra 2025/26 de R$ 599 bilhões — um aumento de 25,7% em relação ao ciclo anterior. A proposta inclui R$ 25 bilhões para equalização de juros e R$ 6 bilhões para o seguro rural. No papel, números expressivos. Na prática, a dúvida persiste: o produtor rural será, enfim, atendido?

A experiência mostra que não. Historicamente, os anúncios do Plano Safra ficam distantes da realidade do campo. Recursos prometidos chegam com atraso, o crédito subsidiado é insuficiente e o seguro rural segue cronicamente subfinanciado.

Pequenos e médios produtores, que mais dependem do apoio oficial, continuam desprotegidos diante de eventos climáticos cada vez mais severos.

Enquanto isso, o setor agropecuário, responsável pelo superávit comercial do Brasil, é sistematicamente utilizado como “poupança anticrise”. Sempre que a inflação ameaça sair do controle, são os produtores que pagam a conta: enfrentam crédito estrangulado, custos em alta e nenhuma contrapartida sólida em infraestrutura ou apoio à renda.

O pedido da FPA de mais R$ 25 bilhões para juros visa, na verdade, corrigir o impacto da Selic, que pode chegar a 15% em 2025. Já os R$ 6 bilhões para o seguro rural, apesar do reforço, estão longe de cobrir as perdas que secas, geadas e enchentes causam a cada safra.

O governo, mais uma vez, acena com promessas de crédito e inovação. Mas sem mudanças estruturais — como liberação ágil de recursos, menos burocracia e seguro rural robusto —, o novo Plano Safra corre sério risco de ser apenas mais um show de cifras sem efeito prático.

O campo brasileiro não precisa apenas de anúncios grandiosos. Precisa de respeito, previsibilidade e reconhecimento real de sua importância estratégica para o Brasil.

Miguel DaoudMiguel Daoud

Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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