sábado, maio 23, 2026

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confira como deve ficar o mercado para o grão hoje



O mercado brasileiro de soja deve ter mais um dia de negócios escassos nesta quarta-feira (28), carente de novidades e com os dois principais formadores de preços sem grandes oscilações.

A Bolsa de Mercadorias de Chicago tem leves perdas nesta manhã, enquanto o dólar abriu próximo à estabilidade frente o real. Nesse contexto, a comercialização tende a ser pontual.

Nesta terça-feira, o mercado brasileiro de soja registrou poucos negócios, com preços mistos. Segundo o consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, não houve grandes alterações, pois tanto a bolsa quanto o dólar oscilaram pouco.

O dia foi de poucas ofertas. Nem tradings nem produtores estiveram muito presentes, indicou o consultor. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 128 a saca. Em Santa Rosa (RS), a cotação ficou estável em R$ 129. No Porto de Rio Grande, o preço seguiu em R$ 135 por saca. Em Cascavel (PR), a saca passou de R$ 129,50 para R$ 128. No porto de Paranaguá (PR), o preço seguiu em R$ 135. Em Rondonópolis (MT), o valor da saca subiu de R$ 115 para R$ 1160. Em Dourados (MS), o preço avançou de R$ 119 para R$ 119,50 por saca. Já em Rio Verde (GO), a saca recuou de R$ 118 para R$ 117,50.

Soja em Chicago agora

A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com baixa de 0,35% para o contrato julho de 2025, cotado a 10,58 centavos de dólar por bushel.

O mercado volta a ser pressionado pela perspectiva de grande safra no Brasil, que compete com o produto norte-americano no cenário exportador.

A alta do dólar frente a outras moedas também influencia negativamente. O bom andamento do plantio nos Estados Unidos completa o quadro baixista aos preços.



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Exportações de carne de frango de todo o país estão suspensas para 24 mercados, diz Fávaro



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, afirmou que as exportações de carne de frango de todo o Brasil estão suspensas para 24 destinos, enquanto outros 13 suspenderam as importações de frango proveniente do Rio Grande do Sul e outros restringiram as compras de um raio de 10 km do foco onde a gripe aviária foi detectada.

“As medidas de embargos são fruto de protocolos estabelecidos nas aberturas de mercados. De 160 países que o Brasil tem relação comercial, 128 mercados continuam plenamente abertos e sem restrições nem para o Rio Grande do Sul”, disse Fávaro, nesta terça-feira (27), durante audiência pública da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado.

“A imensa maioria dos países não se manifestou contrária às exportações do frango brasileiro e reconheceu a força do sistema brasileiro”, acrescentou o ministro.

As suspensões das importações de frango brasileiro ocorrem após a confirmação de um caso de gripe aviária em granja comercial em Montenegro (RS), em 15 de maio. As suspensões temporárias e cautelares de compras de frango brasileiro de todo o território brasileiro, do estado do Rio Grande do Sul, do município de Montenegro ou do raio de 10 km de onde o foco foi detectado estão previstas no protocolo sanitário acordado com o Brasil e os países importadores.

O ministro afirmou que a pasta está buscando a revisão dos protocolos para regionalização das restrições dos embarques em caso de doenças sanitárias, citando o acordo firmado com o Japão para regionalização do protocolo.

“Estamos prestando informações a todos os países. Agora temos de ter a paciência de passar pelos 22 dias finais do vazio sanitário para que possamos anunciar o Brasil livre de gripe aviária e avançar na repactuação com todos os países que restringiram”, disse o ministro. “Até lá não é recomendável que fiquemos pedindo a regionalização aos países”, afirmou Fávaro.

Entre os países importadores, o Brasil negocia a regionalização dos embarques com a Coreia do Sul. As tratativas estão em andamento. “É uma livre iniciativa da Coreia do Sul”, pontuou.

Sobre os impactos comerciais das suspensões às exportações, o ministro afirmou que não são “alarmantes”, já que o país exporta cerca de 30% do que produz e 70% é destinado ao mercado doméstico. “Haverá um direcionamento para o mercado interno, mas não é alarmante”, observou o ministro.



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Kuwait suspende importação de carne de frango de todo o Brasil



O Kuwait suspendeu a importação de carne de frango do Brasil, após a confirmação de um caso de gripe aviária em granja comercial em Montenegro (RS) há dez dias, segundo informações do Ministério da Agricultura.

Ao todo, as exportações de carne de frango de todo o território brasileiro estão suspensas para 24 destinos, segundo levantamento mais recente do ministério.

Estão pausados temporariamente os embarques de produtos avícolas brasileiros para China, União Europeia, México, Iraque, Kuwait, Coreia do Sul, Chile, Filipinas, África do Sul, Jordânia, Peru, Albânia, Canadá, República Dominicana, Uruguai, Malásia, Argentina, Timor-Leste, Marrocos, Bolívia, Macedônia, Índia, Sri Lanka e Paquistão, conforme o levantamento da pasta.

A lista inclui as nações que suspenderam as importações de produtos avícolas do Brasil e para os quais o Brasil interrompeu a certificação das exportações conforme prevê o acordo sanitário estabelecido com cada país.

As suspensões temporárias e cautelares de compras de frango brasileiro de todo o território brasileiro, do estado do Rio Grande do Sul, do município de Montenegro ou do raio de 10 km de onde o foco foi detectado estão previstas no protocolo sanitário acordado com o Brasil e os países importadores.

Há ainda 13 mercados para os quais estão impedidas as exportações de frango proveniente do Rio Grande do Sul. É o caso da Arábia Saudita, Reino Unido, União Euroasiática (Rússia, Belarus, Armênia e Quirguistão), Angola, Turquia, Bahrein, Cuba, Montenegro, Namíbia, Casaquistão, Bósnia e Herzegovina, Tajiquistão e Ucrânia.

A restrição mais recente à carne de aves do Rio Grande do Sul veio da Namíbia, que limitou o embargo apenas ao frango gaúcho.

O Japão e os Emirados Árabes Unidos suspenderam as compras de carne de frango e derivados do município de Montenegro, onde o foco da doença foi detectado, conforme prevê o protocolo acordado pelos países com o Brasil.

Já os protocolos acordados entre Brasil e Cingapura, Hong Kong, Argélia, Índia, Lesoto, Mianmar, Paraguai, São Cristóvão e Nevis, Suriname, Usbequistão, Vanuatu e Vietnã preveem a regionalização dos embarques para um raio de 10 quilômetros do foco de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP).

O governo brasileiro já está negociando com países importadores de produtos avícolas a flexibilização das suspensões das compras de carne de frango e derivados do Brasil. As conversas já estão em andamento a fim de minimizar os impactos do primeiro foco de gripe aviária em plantel comercial no país sobre a balança comercial do agronegócio brasileiro.



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AgroNewsPolítica & Agro

Falta de mão de obra afeta colheita de erva-mate


A colheita de erva-mate segue em ritmo variável nas diferentes regiões produtoras do Rio Grande do Sul, conforme aponta o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (22) pela Emater/RS-Ascar. O levantamento mostra que, apesar do avanço das atividades no campo, os preços pagos ao produtor e a dificuldade na contratação de mão de obra têm impactado o setor.

Na região administrativa de Erechim, onde a área cultivada com erva-mate é de 7 mil hectares, alguns produtores têm optado por remover os ervais. A justificativa, segundo a Emater, está nos preços considerados pouco atrativos e na escassez de trabalhadores para a colheita. A abertura oficial da colheita estadual está marcada para 28 de maio, no município de Viadutos.

Em Soledade, o período é de maior volume de folhas maduras, o que favorece a qualidade do produto destinado ao chimarrão. Além da colheita, produtores realizam tratos culturais, como roçadas e o plantio de espécies para cobertura de solo durante o inverno. A expectativa, no entanto, é de redução nas novas plantações ao longo do ano, devido ao cenário comercial desfavorável. Os preços na região de Itapuca e Mato Leitão variam entre R$ 14,00 e R$ 16,00 por arroba.

Na regional de Passo Fundo, o ritmo da colheita é considerado normal para esta época. Os valores praticados no Polo Ervateiro do Nordeste Gaúcho giram entre R$ 17,00 e R$ 18,00 por arroba. Em Machadinho, a erva-mate comum é negociada a R$ 18,00 e a variedade Cambona 4, a R$ 19,00. Já em Mato Castelhano, o produto destinado à industrialização pelo sistema barbaquá chega a R$ 20,00 por arroba.

A Associação dos Produtores de Erva-Mate de Machadinho (Apromate) iniciou o processo de organização setorial da cadeia produtiva local. Segundo a Emater, os ajustes ocorrem após o reconhecimento da Indicação Geográfica (IG) da erva-mate da “Região de Machadinho”.

Na região de Lajeado, o avanço da cultura está mais lento devido ao outono. A brotação prossegue, mas em menor intensidade, o que limita a estocagem da matéria-prima. O mês de junho é apontado como mais adequado para essa prática. Os preços seguem estáveis: a erva-mate convencional é vendida entre R$ 15,00 e R$ 19,00 por arroba; a nativa a R$ 20,00; a nativa sombreada, a R$ 21,00; e a orgânica, a R$ 22,00. Segundo a Emater, a baixa remuneração e as dificuldades de venda têm desestimulado investimentos na cultura. A contratação de mão de obra também segue como obstáculo.

O polo Alto Taquari concentra cerca de 20 mil hectares cultivados e vem buscando o reconhecimento de Indicação Geográfica. As análises químicas necessárias para o processo foram finalizadas recentemente. A região conta atualmente com 72 indústrias ligadas à cadeia produtiva, responsáveis por uma expressiva geração de empregos.





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MEI abre portas no campo


Ser MEI no campo transformou a vida da produtora rural de bananas, Daiane de Oliveira Pastos. Natural da zona rural, ela percebeu que, embora a produção seguisse firme, a informalidade limitava o crescimento. Por isso, decidiu dar um passo importante: a formalização como Microempreendedora Individual (MEI).

“É porque abre mais portas, né? Eu fiz esse cadastro, virei empresária para poder entrar, arrumei as documentações pra poder me associar à cooperativa”, conta Daiane.

Com o CNPJ ativo, Daiane pôde se integrar a uma cooperativa agrícola, o que lhe trouxe novos canais de venda e melhores condições de negociação.

“Com a cooperativa, eu vi que só ia poder melhorar minha condição vendendo pra eles, me associando a eles”, explica.

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Além disso, a formalização permitiu o acesso a linhas de crédito fundamentais para o avanço da sua produção. Daiane conseguiu financiamento pelo Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), e os resultados vieram logo.

“Consegui várias linhas de crédito que me ajudaram muito para aumentar minha produção, para melhorar o meu sítio.”

Por meio do MEI, Daiane também passou a participar de cursos e palestras voltadas para pequenos produtores. Nessas ocasiões, ela faz questão de incentivar outras pessoas a também se formalizarem.

“Porque tem pessoas que não têm documentação nenhuma. E às vezes eu tentava fomentar isso aí, sabe? Mostrar como é importante”, concluiu a produtora rural.

O Sebrae oferece apoio essencial a micro e pequenos empreendedores, especialmente no processo de formalização como MEI. Nesta semana, acontece a Semana do MEI, um evento nacional com programações especiais em todos os estados.

Para conferir a agenda completa e participar das atividades no seu estado, o primeiro passo é acessar aqui e ficar por dentro dos principais destaques da programação.



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Inflação: prévia do IBGE mostra desaceleração em maio



A prévia da inflação oficial no país desacelerou em maio. Se por um lado houve pressão dos aumentos na conta de luz e nos medicamentos, por outro passagens aéreas e alimentos deram trégua ao orçamento das famílias.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) passou de uma alta de 0,43%, em abril, para uma elevação de 0,36% neste mês, menor resultado para esse período do ano desde 2020, informou nesta terça-feira (27), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou próximo às estimativas mais otimistas de analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que esperavam um avanço entre 0,35% e 0,53%, com mediana de 0,44%. Com o resultado de maio, o IPCA-15 arrefeceu a um aumento acumulado de 5,4% em 12 meses, após uma sequência de três meses de aceleração.

Mesmo com a desaceleração, o índice está longe da meta de inflação perseguida pelo Banco Central (BC), cujo teto é de 4,5%.

O recuo de 11,18% no custo das passagens aéreas em maio deu a principal contribuição para deter a prévia da inflação do país no mês de maio. O subitem impactou em -0,07 ponto percentual na taxa de 0,36% registrada pelo IPCA-15. O ônibus urbano recuou 1,24%, enquanto os combustíveis subiram 0,11%. Houve altas nos preços do etanol (0,54%) e da gasolina (0,14%), mas quedas nos do óleo diesel (-1,53%) e gás veicular (-0,96%).

O gasto das famílias brasileiras com alimentação e bebidas subiu em maio pelo nono mês consecutivo, mas as quedas nos preços de itens importantes na cesta de consumo, como o tomate (-7,28%), arroz (-4,31%) e frutas (-1,64%), ajudaram a deter a inflação no mês.

A alimentação no domicílio ainda avançou 0,3% em maio, puxada pelos aumentos na batata-inglesa (21,75%), cebola (6,14%) e café moído (4,82%). Já a alimentação fora de casa subiu 0,63% – com refeição fora de casa em alta de 0,49%, e o lanche, de 0,84%.

A energia elétrica residencial subiu 1,68% em maio, item de maior pressão individual sobre o IPCA-15 do mês, uma contribuição de 0,06 ponto porcentual, como consequência da entrada em vigor da bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kw/h consumidos nas contas de luz.

Já as despesas com saúde e cuidados pessoais tiveram uma elevação de 0,91% em maio, sob pressão dos aumentos nos produtos farmacêuticos, avanço de 1,93%, em decorrência da autorização de reajuste de até 5,09% nos preços dos medicamentos (que começou a valer em 31 de março). A alta no grupo foi influenciada também pelo aumento de 0,57% no plano de saúde

Cenário

Para o economista João Fernandes, da gestora de investimentos Quantitas, entre as boas notícias houve melhora na parte qualitativa do índice. “A inflação de serviços tem gradualmente desacelerado, há uma suavização”, afirmou Fernandes, que, porém, não vê muito espaço para que esse movimento ganhe mais tração à frente. “A tendência de desaceleração não deve ser tão duradoura. Os fundamentos que balizam a inflação de serviços, que são salário e emprego, continuam muito fortes.”

Segundo o economista Leonardo Costa, da gestora ASA, houve surpresas importantes tanto na inflação de serviços quanto na de bens. Em termos de política monetária, a desaceleração do IPCA-15 pode ser interpretada como um movimento em direção à meta de inflação, além de uma “surpresa bem-vinda” em um período de fim de ciclo de aumento de juros, disse Costa.

“Podemos dizer que o IPCA-15 deste mês veio com uma leitura qualitativa um pouco melhor. A gente acha que isso não deve ter grandes implicações para o Banco Central. Mas o ajuda no curto prazo, obviamente, com uma inflação mais comportada e a ter mais conforto para o encerramento do ciclo (dos juros)”, corroborou Rafael Cardoso, economista-chefe do Banco Daycoval.



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SC descarta suspeita em aves de subsistência em dois municípios



O governo de Santa Catarina informou, em nota, que a suspeita de gripe aviária nos casos investigados nos municípios de Tigrinhos e Concórdia foi descartada. A suspeita, conforme o governo catarinense, envolvia aves de subsistência, ou de “fundo de quintal”.

“Além disso, o Ministério da Agricultura emitiu o laudo final referente à granja comercial no município de Ipumirim”, lembrou o governo na nota.

“Os resultados não indicaram a presença de nenhuma doença relacionada a síndrome respiratória e nervosa das aves, reafirmando o laudo anterior, que já havia descartado a ocorrência de influenza aviária de alta patogenicidade”, comenta.

O governo de Santa Catarina disse, ainda, que as ações de vigilância sanitária “seguem de forma contínua em todo o território catarinense”. 



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AgroNewsPolítica & Agro

Esse é o principal desafio da avicultura no inverno



A especialista reforça que a rotação dos anticoccidianos é essencial



A especialista reforça que a rotação dos anticoccidianos é essencial para conter a coccidiose
A especialista reforça que a rotação dos anticoccidianos é essencial para conter a coccidiose – Foto: Pixabay

A coccidiose segue como uma das principais doenças que impactam a avicultura industrial, especialmente nos meses mais frios. Causada por protozoários do gênero Eimeria, a enfermidade compromete desempenho, saúde e pode elevar significativamente a mortalidade das aves. “Nas fases iniciais da vida dos frangos, o desafio da coccidiose pode comprometer severamente os resultados produtivos. Por isso, a prevenção é a melhor estratégia”, alerta Jessica Wammes, mestre em Ciência Animal e coordenadora técnica de avicultura da Phibro Saúde Animal.

Dados recentes mostram que Eimeria maxima foi a espécie mais prevalente no último ano, com 6,17% de ocorrência, seguida de E. acervulina (5,09%) e E. tenella (2,09%). No inverno, o aumento no índice TMLS, que mede a soma dos escores médios de lesões, evidencia o agravamento do quadro sanitário. “A combinação de condições ambientais favoráveis à esporulação dos oocistos na cama do aviário devido à falhas no manejo e ausência de rotação dos ionóforos tornam o controle da doença”, explica Jessica.

A especialista reforça que a rotação dos anticoccidianos é essencial para conter a coccidiose, especialmente nas condições desafiadoras do inverno. Além disso, o monitoramento constante se torna indispensável. Como solução, a Phibro oferece o AVIS — Assistência Veterinária e Integralidade Sanitária, sistema que permite a coleta e análise dos dados por meio de um aplicativo, com avaliações detalhadas do trato intestinal, sistemas imune, respiratório e locomotor, além de identificar lesões associadas a micotoxinas. A plataforma ainda gera relatórios personalizados, apoiando a tomada de decisão e contribuindo para o controle eficaz da coccidiose.

 





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Forte otimismo do mercado impulsiona bolsa e faz dólar cair; ouça análise de especialista


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o forte otimismo nos mercados, com alta de 1,02% do Ibovespa e dólar em queda de 0,53%, a R$ 5,64, impulsionados pela prévia do IPCA abaixo do esperado.

Nos EUA, bolsas dispararam e juros recuaram após dados de confiança do consumidor e trégua comercial com a União Europeia. Hoje, foco na ata do Fomc – órgão responsável pela definição da política monetária nos Estados Unidos -, reunião da Opep e dados do Caged no Brasil.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Ervas daninhas agravam perdas na colheita de soja


A colheita da soja está praticamente concluída em grande parte das regiões administrativas do Rio Grande do Sul. Segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (22) pela Emater/RS-Ascar, o avanço das operações, no entanto, ocorre sob forte impacto de perdas de produtividade e dificuldades econômicas enfrentadas por produtores rurais, especialmente na Fronteira Oeste e na Campanha.

Na regional de Bagé, que abrange a Fronteira Oeste, dos 697.310 hectares cultivados restam cerca de 23 mil hectares a serem colhidos, o equivalente a 3,3% da área. A colheita já foi finalizada em municípios como Barra do Quaraí, Maçambará, Rosário do Sul, Santa Margarida do Sul, São Gabriel e Uruguaiana. Em São Gabriel, a quebra de safra chegou a 50% em relação à estimativa inicial de 2.880 quilos por hectare.

Em Alegrete, o excesso de chuvas nas últimas duas semanas dificultou o avanço das máquinas, sendo possível o acesso apenas às áreas mais altas e com solo arenoso. Já em São Borja, restam apenas 2% da área total de 105 mil hectares. As produtividades na região variam significativamente, com médias de 1.080 kg/ha em lavouras de sequeiro e 3.000 kg/ha em áreas irrigadas.

Na Campanha, dos 374.500 hectares plantados, cerca de 11 mil ainda aguardam colheita. Segundo a Emater, a ausência de chuvas e as temperaturas amenas favoreceram as operações, mas o encurtamento dos dias e o acúmulo de orvalho têm limitado o tempo disponível para trabalho no campo. A colheita já foi encerrada em Caçapava do Sul e Candiota, enquanto áreas de semeadura tardia em Aceguá, Bagé, Dom Pedrito, Hulha Negra e Lavras do Sul devem ser finalizadas até o fim de maio.

Em Hulha Negra, a produtividade média gira em torno de 1.800 kg/ha. Segundo a Emater, esse desempenho, somado aos preços pouco atrativos, tem levado produtores a considerar medidas drásticas. “Há relatos de produtores avaliando a entrega de maquinários como forma de amortizar dívidas. Isso pode indicar uma retração na área plantada para a próxima safra”, informou a entidade.

Do ponto de vista técnico, o principal desafio da temporada foi o controle de plantas daninhas. Mesmo com elevado investimento em herbicidas, foram registradas perdas de até cinco sacas por hectare em áreas com alta infestação. Espécies como a vassourinha-de-botão (Spermacoce verticillata) foram identificadas pela primeira vez na região, ampliando os custos de manejo.

Apesar das dificuldades, algumas áreas obtiveram bom desempenho, principalmente no sul de Aceguá, com produtividades médias de 2.280 kg/ha e registros superiores a 2.700 kg/ha em 20 municípios da região atendida pela Emater.

A colheita já foi encerrada nas regiões de Caxias do Sul, Frederico Westphalen, Passo Fundo e Soledade. Em Erechim, Ijuí e Santa Maria, restam áreas residuais, sem impacto estatístico. Na regional de Pelotas, 95% da colheita está concluída e 5% das lavouras estão prontas para serem colhidas. Os municípios com mais áreas remanescentes são Jaguarão (25%), Rio Grande (20%) e Santa Vitória do Palmar (17%). Em Santa Rosa, 98% da soja já foi colhida, restando apenas lavouras semeadas em março.





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