sábado, maio 23, 2026

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Do império mongol ao delivery, conheça a história do lanche mais famoso do mundo



É praticamente impossível encontrar alguém que não goste de hambúrguer. O disco de carne foi apresentado oficialmente ao mundo no dia 28 de maio de 1904, na cidade de Saint Louis, no estado norte-americano de Missouri. 

Apesar disso, a forma de consumir a proteína bovina é muito mais antiga e data da época das batalhas de Genghis Khan (1162 – 1227). Os soldados do exército mongol armazenavam a carne entre a sela e o lombo do cavalo, transformando-a em uma pasta que, moldada em formato de disco, facilitava o consumo.

Nas incursões do exército pela Europa, mais precisamente na região de Hamburgo, na Alemanha, a tradição foi passada para frente. Dessa forma, surgiu um nome para a invenção: hambúrguer.

Do outro lado do mundo

Passando agora para os Estados Unidos, o hambúrguer chegou por meio de imigrantes. Por lá a carne ganharia espaço entre duas fatias de pão, se tornando um dos maiores símbolos do país.

Ao longo dos anos, o lanche deu origem a diversas franquias e ganhou notoriedade no mundo inteiro. A novidade chegou ao Brasil no ano de 1952, com a abertura da primeira loja da franquia Bob’s, em Copacabana. 

Contudo, o hambúrguer não para de evoluir, ganhando variedades para atender diferentes gostos. Com o aumento de pessoas que não comem carne, surge, por exemplo, o disco feito à base de plantas e fungos comestíveis.

Descoberto quase que por acaso, a facilidade de fazer um hambúrguer originou também uma busca por opções mais requintadas, levando ao advento das hamburguerias artesanais, espalhadas praticamente em cada esquina das grandes metrópoles brasileiras.

Isso sem falar no smash burger, que consiste em um disco mais fino, feito de forma rápida, mas que não perde em sabor e suculência. 

Vale destacar, porém, que o hambúrguer vai muito além do fast food. É um dos principais alimentos a nível mundial e está presente em diversos momentos do dia a dia, tanto nos restaurantes quanto em casa por meio do delivery. Bateu a fome?

*Sob supervisão de Victor Faverin



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Impacto milionário e sojicultores limitados pela Moratória da Soja; assista ao vídeo


A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT) intensificou o embate jurídico contra as tradings signatárias da Moratória da Soja com uma nova ação. Por meio de uma ação judicial protocolada na Vara Especializada em Ações Coletivas de Cuiabá, a entidade exige R$ 1,1 bilhão em indenizações por danos morais coletivos. Para o presidente da Aprosoja-MT, Lucas Beber, a Moratória da Soja representa uma interferência indevida na atividade econômica e na liberdade de escolha dos sojicultores.

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Beber argumenta que, ao longo de quase duas décadas, empresas impuseram restrições à atuação dos agricultores, o que limita o direito de cultivo, mesmo em propriedades legalmente estabelecidas ou em processo de regularização fundiária. Segundo ele, a política de bloqueio, que visa impedir a comercialização de soja de áreas desmatadas após 2008, tem gerado sérios impactos na economia e competitividade do estado de Mato Grosso.

“Ao longo desses anos, empresas privadas impuseram restrições à atuação dos sojicultores e agricultores, com limite direito de cultivo, mesmo em propriedades legalmente estabelecidas ou em processo de regularização”, comenta o presidente. Ele reforça que a ação judicial visa reparar os prejuízos econômicos e os danos morais e sociais causados às famílias que dependem da produção agrícola.

O valor de R$ 1,1 bilhão solicitado refere-se aos danos morais e é baseado em uma estimativa das perdas econômicas acumuladas ao longo de quase duas décadas, período em que o acordo tem impactado na comercialização da soja em Mato Grosso. Além disso, outras ações estão sendo preparadas para reivindicar as perdas materiais sofridas pelos produtores ao longo dos anos. A ação destaca que a moratória afeta diretamente 2,7 milhões de hectares e 85 municípios no estado e bloqueia a comercialização da soja em áreas legalizadas.

Lucas Beber acrescenta que a entidade também protocolou duas denúncias no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e que, caso o parecer seja favorável, a Moratória da Soja poderá ser encerrada, com a aplicação de multas aos responsáveis. ”É a ação que busca efetivamente a reparação das perdas acumuladas pelos produtores ao longo dos anos”, conclui.



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Antes e pós-porteira das fazendas crescem no primeiro trimestre do ano


Março deste ano marcou crescimento do antes das porteiras, o setor de insumos crescendo 39,6%, segundo a FGV-Agro. É o aumento pelas compras de adubo. Também tivemos aumento significativo nos preços dos fertilizantes. As máquinas iniciaram recuperação das vendas, assim como os bioinsumos.

No pós-porteira das fazendas, a indústria de alimentos e bebidas, mais a agroindústria não alimentícia, apresentaram crescimento em março de 3,6%, conforme mostra o índice de produção agroindustrial feito pelo Centro de Estudos do Agronegócio da FGV-Agro. Então foram três meses de crescimento da agroindústria.

O setor da proteína animal teve a melhor performance: carne bovina, suína, frangos, o peixe e os lácteos. E na parte vegetal o desempenho foi positivo para conservas, óleos e gorduras, sucos e café. As bebidas alcoólicas não acompanharam o crescimento e estão em baixa deste o último trimestre de 2024.

O Brasil já notificou a Organização Mundial de Saúde Animal sobre a erradicação da gripe aviária no país, e há uma expectativa da reabertura dos mercados para exportação, onde podemos deixar de vender mais de US$ 1 bilhão por mês, se não ocorrer a abertura principalmente do mercado chinês, o maior cliente brasileiro.

Particularmente, eu creio na reabertura dos mercados, pois como conversei com o ex-ministro Francisco Turra e como vimos na entrevista de Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) nesta segunda-feira (26) no Roda Viva da TV Cultura, por termos tomado todas os procedimentos dos protocolos exigidos nessas circunstâncias.

A estratégia dos alimentos no mundo obrigatoriamente irá passar por diminuir dependências tanto de poucos fornecedores, como por outro lado de poucos destinos, clientes. Alimentos significa segurança da vida, das populações. Razão maior para diversificarmos ao máximo nossos produtos com agregação de valor e cobertura mais homogênea dos cerca de 200 países clientes do Brasil.

Oportunidades ótimas também para os “terroirs nacionais” com denominação de origem e indicação geográfica, onde já temos exemplos nos vinhos, queijos, cafés, doces e gastronomia local e familiar.

Iremos vender cada vez mais para o mundo as especialidades dos nossos terroirs brasileiros tropicais.

Portanto primeiro trimestre agroindústria cresceu e agora nos preparamos para a entrada na nova safra brasileira 2025/26, com perspectivas de crescimento sobre a safra anterior.

*José Luiz Tejon é jornalista e publicitário, doutor em Educação pela Universidad de La Empresa/Uruguai e mestre em Educação Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.



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AgroNewsPolítica & Agro

Santa Catarina descarta suspeitas de Influenza Aviária



SC mantém status sanitário em defesa animal




Foto: Pixabay

Análises laboratoriais realizadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) descartaram a presença de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) nos casos investigados nos municípios de Tigrinhos e Concórdia, em Santa Catarina. Os episódios envolviam aves de subsistência mantidas em fundos de quintal.

De acordo com a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), também foi divulgado o laudo final referente à granja comercial localizada em Ipumirim. Segundo o documento, não foram identificadas doenças associadas à Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves. O resultado confirma os exames anteriores, que já haviam descartado a presença de IAAP. “Os laudos mostraram que a mortalidade observada não teve relação com nenhuma síndrome respiratória ou nervosa, tampouco com a influenza aviária”, afirmou a SAR em nota.

As atividades de vigilância sanitária seguem em andamento em todo o estado como parte das ações rotineiras do Serviço Veterinário Oficial. A Cidasc é a responsável pela execução dessas atividades em território catarinense.

O governo estadual enfatizou que, diante do atual alerta máximo para prevenção de doenças aviárias, é esperado um aumento no número de notificações, o que, segundo a SAR, “reflete a atenção da população e o comprometimento com a preservação do status sanitário de Santa Catarina”.

Atualmente, não há registros de casos suspeitos de IAAP em Santa Catarina. A orientação é que qualquer suspeita seja comunicada por meio do sistema e-Sisbravet ou diretamente a um dos escritórios da Cidasc. Os canais oficiais de notificação permanecem abertos para garantir resposta rápida das equipes de defesa sanitária animal.





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Algodão: entressafra sustenta valores mas liquidez segue em baixa



Os preços do algodão em pluma seguem operando dentro de um estreito intervalo verificado desde meados de abril.

Segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a oferta atual é restrita devido à entressafra no país, e sustenta os valores. Já a liquidez segue baixa, em decorrência da disparidade entre os preços pedidos e ofertados por agentes para lotes remanescentes da temporada 2023/24. 

Dessa forma, o indicador Cepea/Esalq, com pagamento em 8 dias, vem operando entre R$ 4,30/libra-peso e R$ 4,40/lp. 

De acordo com o instituto, do lado vendedor, boa parte dos produtores continuam firmes em suas ofertas, fundamentados na reação dos valores internacionais e estoques limitados. Comerciantes, por sua vez, buscam por novos negócios “casados” e/ou por aquisições de pluma para atender a programações realizadas anteriormente.

Diariamente, agentes realizam contratos envolvendo a pluma das próximas safras (2024/25 e 2025/26).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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colheita ganha ritmo e preços entram em queda



De acordo com os dados do Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea), os preços do café estão em queda no mercado doméstico, sobretudo para o robusta.

Enquanto a colheita de arábica da safra 2025/26 começa a ganhar ritmo em algumas regiões produtoras, as atividades envolvendo o robusta estão mais avançadas. No Espírito Santo, a estimativa é de que a colheita já tenha atingido aproximadamente 20% da área.

Assim, o indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, considerando a capital paulista, acumula expressivo recuo de 7,3% na parcial de maio. Para o robusta, o indicador Cepea/Esalq do tipo 6, peneira 13 acima, a retirar no Espírito Santo, registra forte baixa de 13%.

Um relatório divulgado neste mês pelo USDA aponta a safra brasileira 2025/26 de arábica em 40,9 milhões de sacas de 60 kg. O que representa queda de 6,4% em relação às 43,7 milhões de sacas da temporada anterior. A diminuição se deve ao clima até 2024, que prejudicou a florada. Já para o robusta, o USDA estima produção brasileira de 2025/26 em 24,1 milhões de sacas. Um aumento significativo de 15% em relação às 21 milhões de sacas colhidas em 2024/25.

Em síntese, esse crescimento se dá frente às condições climáticas favoráveis, que resultaram em uma floração eficaz e abundante formação de cerejas, especialmente no Espírito Santo e na Bahia.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Safra de arroz pode ser afetada pela baixa rentabilidade



Sem encontrar um parâmetro de sustentação, como esperado há algumas semanas, os preços do arroz em casca seguem em queda. É isso que apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

De acordo com o instituto, em meio à “queda de braço” entre vendedores e compradores, prevalece a ampla oferta. Outros fatores também são os baixos embarques e o recuo da taxa de câmbio, que pressiona as paridades de exportação e importação.

Dessa forma, os pesquisadores do Cepea explicam que as margens de produtores seguem limitadas, o que deve complicar a rentabilidade da atual temporada, assim como impactar a atratividade da cultura para a próxima temporada. 

O anúncio da Conab sobre uma possível aquisição de novos lotes do cereal contribuiu para a baixa liquidez no mercado de arroz nos últimos dias. A movimentação, que tem como intuito repor os estoques públicos, gera expectativa de preços mais atrativos por meio de contratos futuros, conforme indica o Cepea.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Coreia do Sul tende a regionalizar restrições ao frango brasileiro, diz ministro



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, voltou a afirmar que a Coreia do Sul tende a flexibilizar as suspensões sobre a importação de frango brasileiro, proibindo apenas a importação de carne de aves e derivados provenientes do Rio Grande do Sul. Hoje estão suspensas as exportações de frango de todo o país para a Coreia do Sul.

“A vistoria pela Coreia no Brasil já foi feita. Estamos na expectativa de que eles vão regionalizar também”, disse Fávaro a jornalistas, na terça-feira (27), após audiência pública da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado.

O embargo ocorre em virtude da confirmação de um caso de gripe aviária em plantel comercial em Montenegro (RS), há uma semana. O protocolo acordado entre Brasil e Coreia do Sul no certificado sanitário internacional previa a suspensão das compras de frango brasileiro de todo o território nacional em caso de gripe aviária, mas as autoridades sul-coreanas optaram pela redução das restrições após as medidas de contenção da doença adotadas pelo Brasil.

Ao todo, as exportações de carne de frango de todo o território brasileiro estão suspensas para 24 destinos. Há ainda 13 mercados para os quais estão impedidas as exportações de frango proveniente do Rio Grande do Sul. Apesar dos embargos temporários, o ministro afirmou que o prejuízo econômico da gripe aviária será pequeno, pelo fato de que o Brasil exporta 30% de tudo que produz, enquanto 70% são destinados ao mercado doméstico.

“É óbvio que uma crise sanitária como essa gera prejuízo econômico, mas para 128 países o comércio está completamente normal, sem restrições. O prejuízo também não é tão grande porque as granjas podem redirecionar o destino”, afirmou o ministro. Ele destacou que o objetivo da pasta é em 28 dias restabelecer o status de normalidade.

Montenegro

O ministro Carlos Fávaro assegurou que a partir de Montenegro (RS), onde foi detectado um foco de gripe aviária em granja comercial, não haverá novos casos da doença.

“Não estamos livres de novos casos por outras evidências, mas podemos dizer com certeza que, a partir de Montenegro, não teremos outros casos. Passados 15 dias, se o vírus tivesse escapado do foco, já teríamos animais morrendo em outras cidades”, afirmou. “Se não teve até agora, não terá nos próximos 20 dias”, acrescentou o ministro.

Em relação às suspeitas da doença em granjas comerciais que estão sendo investigadas pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO), uma em Anta Gorda (RS) e outra em Aguiarnópolis (TO), o ministro explicou que a análise em granjas comerciais é mais “cautelosa”.

“Quando se trata de granja comercial, somos mais prudentes na análise e fazemos um processo laboratorial mais aprofundado, porque esse é o caso que gera restrição”, disse Favaro.

O ministro voltou a afirmar que há indícios de que a suspeita no Tocantins dê negativa para gripe aviária. “Por precaução e segurança, estamos fazendo todos os testes em laboratório, mas é praticamente certo que ele vai dar negativo”, afirmou.

Sobre o caso confirmado de gripe aviária em aves silvestres em Mateus Leme (MG), Fávaro destacou que o foco não causa restrição às exportações, por não ser no plantel comercial. “É um caso como os outros 164 silvestres que foram detectados nesses dois anos aqui no Brasil, assim como o de animais silvestres no zoológico de Sapucaia do Sul, no Rio Grande do Sul”, observou o ministro.

Segundo Fávaro, a ocorrência em Minas Gerais comprova que não houve mutação do vírus e que ele é carregado por aves silvestres que usam o país como rota migratória, sendo algumas contaminadas. O ministro também destacou na audiência que o vírus circula há 30 anos no mundo, e há 19 anos em plantel comercial.

“No Brasil, o vírus da gripe aviária está presente há dois anos em aves migratórias, enquanto nos Estados Unidos em 30 dias já havia chegado ao plantel comercial. Nos Estados Unidos, 1,95 milhão de aves já foram sacrificadas, enquanto aqui foram 17 mil animais”, comparou o ministro.



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AgroNewsPolítica & Agro

Goiás entrega R$ 2,3 milhões em crédito a agricultores familiares



Crédito Social beneficia 465 agricultores em Jussara




Foto: Pixabay

Nos dias 27 e 28 de maio, o Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), realiza em Jussara a entrega de cartões do programa Crédito Social a 465 agricultores familiares da Regional Caiapó. A ação integra o programa Goiás Social e representa um investimento total de R$ 2,3 milhões.

Segundo a Seapa, os beneficiados são alunos que concluíram cursos profissionalizantes oferecidos em março, em parceria com a Emater Goiás. As capacitações abrangeram temas como avicultura, bovinocultura, olericultura orgânica, panificação, doces artesanais e produção de salgados, com participação de 515 pessoas.

“O objetivo do Crédito Social é permitir que essas famílias transformem o conhecimento adquirido em atividade produtiva, promovendo geração de renda e desenvolvimento local”, afirmou a secretaria em nota.

A entrega em Jussara marca a segunda rodada da iniciativa em 2025. O programa é voltado à inclusão produtiva de famílias do meio rural que buscam autonomia econômica por meio do empreendedorismo.

As cerimônias de entrega ocorrem na Avenida Marechal Rondon, QD. 01 A, Vila Rebouças, com programação nos dias 27, das 8h30 às 17h, e 28, das 8h30 às 12h.





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confira como deve ficar o mercado para o grão hoje



O mercado brasileiro de soja deve ter mais um dia de negócios escassos nesta quarta-feira (28), carente de novidades e com os dois principais formadores de preços sem grandes oscilações.

A Bolsa de Mercadorias de Chicago tem leves perdas nesta manhã, enquanto o dólar abriu próximo à estabilidade frente o real. Nesse contexto, a comercialização tende a ser pontual.

Nesta terça-feira, o mercado brasileiro de soja registrou poucos negócios, com preços mistos. Segundo o consultor de Safras & Mercado Rafael Silveira, não houve grandes alterações, pois tanto a bolsa quanto o dólar oscilaram pouco.

O dia foi de poucas ofertas. Nem tradings nem produtores estiveram muito presentes, indicou o consultor. Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos permaneceu em R$ 128 a saca. Em Santa Rosa (RS), a cotação ficou estável em R$ 129. No Porto de Rio Grande, o preço seguiu em R$ 135 por saca. Em Cascavel (PR), a saca passou de R$ 129,50 para R$ 128. No porto de Paranaguá (PR), o preço seguiu em R$ 135. Em Rondonópolis (MT), o valor da saca subiu de R$ 115 para R$ 1160. Em Dourados (MS), o preço avançou de R$ 119 para R$ 119,50 por saca. Já em Rio Verde (GO), a saca recuou de R$ 118 para R$ 117,50.

Soja em Chicago agora

A Bolsa de Mercadorias de Chicago opera com baixa de 0,35% para o contrato julho de 2025, cotado a 10,58 centavos de dólar por bushel.

O mercado volta a ser pressionado pela perspectiva de grande safra no Brasil, que compete com o produto norte-americano no cenário exportador.

A alta do dólar frente a outras moedas também influencia negativamente. O bom andamento do plantio nos Estados Unidos completa o quadro baixista aos preços.



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