sábado, maio 23, 2026

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confira a previsão para junho


A previsão do tempo para o mês de junho indica chuva acima da média nas porções norte e leste da Região Nordeste, no Rio Grande do Sul e norte da Região Norte (tom em azul no mapa da Figura 1a, abaixo).

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

O balanço é no Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que volumes de precipitação entre a média e abaixo para as regiões Centro-Oeste e Sudeste, além do interior do Nordeste, sul da Amazônia, do Paraná e de Santa Catarina. Confira os detalhes:

Sul

A previsão é de chuvas próximas e abaixo da climatologia nos estados do Paraná e de Santa Catarina (tons em cinza e amarelo no mapa da Figura 1a), com volumes inferiores a 180 mm.

Já no Rio Grande do Sul, são previstos acumulados de chuva próximos e acima da média histórica (tons em cinza e azul no mapa da Figura 1a), podendo ultrapassar os 140 mm ao longo do mês.

Sudeste e Centro-Oeste

Previsão de chuva e temperaturas para junho - INMETPrevisão de chuva e temperaturas para junho - INMET
Foto: Divulgação Inmet

A previsão indica chuvas próximas à média histórica (tons em cinza no mapa da Figura 1a), com volumes inferiores a 100 mm no mês. É possível que em algumas localidades ocorram dias consecutivos sem chuva. Nos estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo, as precipitações variam entre 30 mm e 80 mm no mês. A tendência é de chuvas ligeiramente abaixo desta faixa (tons em amarelo no mapa da Figura 1a).

Nordeste

São previstas chuvas acima da média no norte do Maranhão, no Piauí e Ceará, assim como na faixa leste da Paraíba até Sergipe (tom em azul no mapa da esquerda), com volumes que podem ultrapassar os 80 mm.

No interior da região, normalmente tem-se redução das chuvas. No mês, a previsão indica volumes abaixo de 60 mm, principalmente no oeste da Bahia, sul do Maranhão e do Piauí, onde podem haver dias consecutivos sem chuva (tom em amarelo no mapa).

Temperaturas mínimas e máximas

Quanto às temperaturas, a previsão indica que devem ficar acima da média em grande parte do país (tom em laranja no mapa da Figura 1b). Por outro lado, em áreas das regiões Norte e Nordeste, as temperaturas médias devem se manter próximas à climatologia, variando entre 25°C e 28°C.

Apesar da tendência de temperaturas acima da média no centro-sul do Brasil, os valores devem permanecer abaixo dos 20°C em áreas do centro-sul de Minas Gerais, leste de São Paulo e sul de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Além disso, em localidades de maior altitude das regiões Sul e Sudeste, a incursão de massas de ar frio poderá provocar quedas acentuadas nas temperaturas, com valores que podem ficar abaixo dos 15°C.

Impactos nas lavouras

O prognóstico climático do Inmet para junho também considera os possíveis impactos nas principais culturas agrpicolas. Assim, a previsão de chuvas acima da média na parte leste do Nordeste poderá beneficiar os cultivos de feijão e milho terceiras safras na região do Sealba (que abrange os estados de Sergipe, Alagoas e Bahia).

Entretanto, no Matopiba (áreas dos estadosd o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), há uma tendência de redução das chuvas, o que pode provocar restrição hídrica em parte das lavouras de milho segunda safra, especialmente durante a fase de floração, período em que a cultura demanda maior disponibilidade hídrica.

Para as regiões Centro-Oeste e Sudeste, a previsão do Inmet para junho indica volumes de chuva próximos e inferiores à média. Neste cenário, os acumulados previstos devem ser suficientes para favorecer a maturação e a colheita da canade-açúcar e do café.

“Em Mato Grosso do Sul e em Mato Grosso, as condições climáticas previstas não devem impactar negativamente as culturas de trigo e milho segunda safra”, diz o órgão.

Na Região Sul, o Instituto acrescenta que as condições de chuvas próximas e abaixo da média no Paraná e Santa Catarina serão favoráveis para finalização da colheita dos cultivos de primeira safra, bem como do feijão segunda safra.



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AgroNewsPolítica & Agro

Chuva segura colheita inicial do milho em Mato Grosso



Colheita do milho começa com atraso em Mato Grosso




Foto: Canva

A colheita do milho foi oficialmente iniciada em Mato Grosso no dia 16 de maio, segundo informou o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), em boletim divulgado na segunda-feira (27). Até o dia 23, o avanço das máquinas no campo atingiu 0,31% da área estimada para a safra atual.

Esse percentual representa um atraso de 1,63 ponto percentual em comparação com o mesmo período do ano passado e de 0,66 ponto em relação à média dos últimos cinco anos. Apesar do início mais lento, o Imea considera que esse volume ainda não compromete o potencial da colheita do estado.

“O percentual colhido ainda é pequeno e não interfere nas projeções de produção. A expectativa permanece positiva”, afirmou o instituto. De acordo com os analistas, o desenvolvimento das lavouras segue dentro do previsto, favorecido pela manutenção dos volumes de chuva em boa parte das regiões produtoras até meados de maio.

O Imea também observa que, nas próximas semanas, os modelos meteorológicos já apontam para uma redução nas chuvas, comportamento considerado típico para o período em Mato Grosso. A tendência de tempo mais seco deve acelerar o ritmo da colheita à medida que as lavouras avancem para a maturação e a umidade do solo diminua.

Ainda segundo o instituto, as atenções do setor se voltam agora para o desempenho das lavouras. “A expectativa é de que a produção supere a registrada no ciclo anterior”, informou o Imea, ao destacar que os rendimentos serão monitorados de perto nas próximas semanas.





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Tem episódio novo do Soja Brasil no ar; gripe aviária, prêmios e irrigação estão entre os destaques



O novo episódio do Soja Brasil já está no ar com os principais destaques que impactam a cadeia produtiva da commodity. Um dos temas do programa é a gripe aviária, que segue sendo investigada em diversas regiões do país e acendeu um sinal de alerta no mercado de soja. Como o farelo de soja é base da alimentação de aves, um eventual recuo na produção de frango pode gerar excedente e pressionar os preços para baixo.

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A análise do especialista Carlos Cogo reforça esse ponto, apontando que o impacto tende a ser pontual, caso o embargo às exportações brasileiras de carne de frango seja curto. Com o Brasil respondendo por 40% do mercado mundial e sem alternativa de fornecimento no curto prazo, o cenário ainda é de atenção. Ao mesmo tempo, o programa aborda o cenário internacional, incluindo a possibilidade de um novo acordo entre Estados Unidos e China, que pode afetar diretamente os prêmios da soja brasileira no próximo ano.

Outro destaque do programa é a Expedição Soja Brasil em São Paulo, onde a irrigação tem se mostrado essencial para alcançar altas produtividades, mesmo em áreas com menor extensão plantada. Em municípios como Capão Bonito, os rendimentos chegam a até 100 sacas por hectare, resultado do uso eficiente da água e da adoção de tecnologias sustentáveis. A reportagem também destaca a importância de programas que oferecem linhas de crédito com juros reduzidos para incentivar a irrigação no estado.

Além disso, o episódio traz também informações sobre o mercado de biodiesel, com impactos positivos esperados para a demanda de óleo de soja com a chegada do B15 no Brasil.



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‘Connection Terroirs do Brasil’ valoriza saberes, sabores e negócios regionais



Aroma do café, o sabor único dos queijos e a tradição dos vinhos e cachaças fazem parte da 8ª edição do Connection Terroirs do Brasil, que acontece até sábado (31), em Gramado, na Serra Gaúcha.

A equipe do programa Porteira Aberta Empreender acompanha de perto cada detalhe do evento.

Para micro e pequenos empreendedores, essa é uma oportunidade de firmar parcerias e conhecer produtos diferenciados, onde o terroir brasileiro é celebrado e valorizado.

E por falar em valorização, o Sebrae, correalizador do evento, convidou produtores que já receberam a Indicação Geográfica (IG) — selo que certifica produtos únicos, representativos de suas regiões, com sabores impossíveis de serem reproduzidos em qualquer outro lugar.

Eles participam do evento para mostrar a força e a identidade de seus produtos.

“A gente tem 16 Indicações Geográficas, são 16 territórios diferentes, e conseguimos apresentar essa potência para uma cidade turística como Gramado”, afirma Maíra Santana, gestora de IG do Sebrae Nacional.

Para quem gosta de explorar novos sabores, a Alameda Terroir, montada na Rua Coberta, no centro de Gramado, é parada obrigatória.

O público pode experimentar e comprar cafés, queijos, vinhos, mel, cachaças e outros produtos únicos, conhecendo de perto a história e o cuidado por trás de cada item.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

IGs: tradição que impulsiona o agro

As Indicações Geográficas são reconhecidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e garantem que produtos típicos de certas regiões tenham sua origem protegida. Além de manter vivas as tradições, elas ajudam os produtores a ganhar competitividade, agregar valor ao que produzem e fortalecer a economia local.

Serviço

  • Connection Terroirs do Brasil
  • Dias 28 a 31 de maio
  • Gramado (RS)
  • Saiba mais



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Evento em Gramado destaca IGs e impulsiona produtores



Aroma do café, o sabor único dos queijos e a tradição dos vinhos e cachaças fazem parte da 8ª edição do Connection Terroirs do Brasil, que acontece até sábado (31), em Gramado, na Serra Gaúcha.

A equipe do programa Porteira Aberta Empreender acompanha de perto cada detalhe do evento.

Para micro e pequenos empreendedores, essa é uma oportunidade de firmar parcerias e conhecer produtos diferenciados, onde o terroir brasileiro é celebrado e valorizado.

E por falar em valorização, o Sebrae, correalizador do evento, convidou produtores que já receberam a Indicação Geográfica (IG) — selo que certifica produtos únicos, representativos de suas regiões, com sabores impossíveis de serem reproduzidos em qualquer outro lugar.

Eles participam do evento para mostrar a força e a identidade de seus produtos.

“A gente tem 16 Indicações Geográficas, são 16 territórios diferentes, e conseguimos apresentar essa potência para uma cidade turística como Gramado”, afirma Maíra Santana, gestora de IG do Sebrae Nacional.

Para quem gosta de explorar novos sabores, a Alameda Terroir, montada na Rua Coberta, no centro de Gramado, é parada obrigatória.

O público pode experimentar e comprar cafés, queijos, vinhos, mel, cachaças e outros produtos únicos, conhecendo de perto a história e o cuidado por trás de cada item.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

IGs: tradição que impulsiona o agro

As Indicações Geográficas são reconhecidas pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e garantem que produtos típicos de certas regiões tenham sua origem protegida. Além de manter vivas as tradições, elas ajudam os produtores a ganhar competitividade, agregar valor ao que produzem e fortalecer a economia local.

Serviço

  • Connection Terroirs do Brasil
  • Dias 28 a 31 de maio
  • Gramado (RS)
  • Saiba mais



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Queda no crédito reduz área de trigo


A ampliação das regiões aptas ao cultivo do trigo no Rio Grande do Sul, autorizada pelo Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) a partir de 21 de maio, impulsionou a semeadura no estado, conforme informou a Emater/RS-Ascar em boletim divulgado nesta quinta-feira (29). A medida resultou no aumento do número de propriedades envolvidas e na intensificação das atividades de plantio até o dia 24, quando as chuvas interromperam temporariamente os trabalhos no campo.

Segundo o boletim, os produtores devem retomar a semeadura assim que as condições de umidade do solo permitirem a operação mecanizada. Antes da paralisação, houve maior movimentação na dessecação das áreas destinadas à cultura, com aplicação de herbicidas sistêmicos voltados ao controle de plantas daninhas e resíduos da safra anterior. As lavouras já implantadas estão em fase de emergência, com germinação e vigor inicial considerados adequados.

Apesar do avanço inicial, a definição da área total a ser cultivada segue incerta. De acordo com a Emater, fatores como os prejuízos registrados na última safra de soja e a consequente descapitalização dos produtores têm influenciado na decisão sobre o plantio. “Os custos de financiamento e do seguro agrícola seguem elevados, o que limita o acesso ao crédito”, informou a entidade.

Dados do Banco Central apontam uma redução nas operações de custeio da cultura. Em maio de 2024, foram financiados cerca de 770 mil hectares. Já em 2025, esse número caiu para aproximadamente 380 mil hectares, uma retração de 50%. Embora novas contratações ainda possam ocorrer, a Emater considera o volume atual representativo, uma vez que, no ano passado, cerca de 90% das operações já estavam efetivadas até o fim de maio.

Diante da restrição ao crédito, parte dos produtores deve recorrer à utilização de sementes salvas, combinadas com redução no uso de fertilizantes, especialmente NPK e fontes nitrogenadas. Essa estratégia, segundo a Emater, pode comprometer o desempenho das lavouras. “A adoção de insumos menos tecnológicos tende a impactar negativamente o potencial produtivo”, alertou o órgão técnico.

Na safra de 2024, o Rio Grande do Sul cultivou 1.331.013 hectares de trigo, com produtividade média de 2.781 kg/ha, conforme dados do IBGE. A Emater/RS-Ascar está finalizando o levantamento de intenção de plantio e as estimativas de produtividade para a safra 2025, que devem ser divulgados nas próximas semanas.





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Cotações do boi gordo e do “boi China” recuam em São Paulo


De acordo com dados do informativo “Tem Boi na Linha”, divulgado pela Scot Consultoria, o mercado físico do boi gordo registrou recuo nos preços em São Paulo, com a cotação da arroba caindo R$ 2,00. O valor pago pelo chamado “boi China” também apresentou queda, de R$ 1,00 por arroba. As informações são da consultoria Scot Consultoria, que apontou a manutenção da pressão vendedora e o ritmo lento de escoamento da carne como fatores que limitaram o fôlego da arroba.

“Os frigoríficos seguem evitando alongar as escalas de abate, já que o consumo está fraco”, informou a consultoria. Apesar disso, a oferta de animais prontos para o abate segue elevada, com escalas programadas, em média, para sete dias. Para as categorias vaca e novilha, os preços se mantiveram estáveis no estado paulista.

Em Santa Catarina, o avanço da entressafra de capim reduziu a disponibilidade de pastagens, o que elevou a oferta de bovinos. Ainda assim, o mercado permaneceu estável, sem alterações nas cotações em nenhuma das categorias monitoradas. Segundo a Scot Consultoria, a oferta tem sido suficiente para atender à demanda, sem gerar pressão nos preços.

No Rio Grande do Sul, a situação variou entre as regiões. No Oeste do estado, o preço do boi gordo permaneceu estável, enquanto a cotação da vaca caiu R$ 0,05 por quilo e a da novilha teve recuo de R$ 0,10 por quilo. Já na região de Pelotas, os preços do boi gordo e da vaca não apresentaram variação, com a novilha registrando queda de R$ 0,05 por quilo.

A consultoria avalia que, com o consumo interno contido e a oferta de animais relativamente firme, o mercado segue atento ao comportamento da demanda nos próximos dias para definir os rumos das cotações.





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Produtores do RS bloqueiam estradas em protesto pela renegociação de dívidas



Produtores do Rio Grande do Sul não ficaram satisfeitos com a publicação da resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN), nesta quinta-feira (29), autorizando as instituições financeiras a renegociar operações de crédito rural dos afetados por secas e enchentes nas últimas safras. Por conta disso, foram mantidas as manifestações e bloqueios em estradas programadas em diversas partes do estado nesta sexta-feira (30).

O relatório da Polícia Rodoviária Federal (PRF), atualizado por volta das 10h30 de hoje, mostra que há bloqueios parciais e totais em pelo menos dez trechos de estradas federais no Rio Grande do Sul, em razão de manifestações de produtores.

É o caso da BR-158, na altura de Cruz Alta; da BR-285, em Entre Ijuís; e da BR-293, em Hulha Negra, onde as pustas estão com bloqueio total. Já a BR-290 – em pontos de Vila Nova do Sul, São Gabriel, Rosário do Sul e Alegrete, -, por exemplo, assim como a BR-392, em Canguçu e São Sepé, contam com bloqueios parciais, com liberação de tráfego de tempos em tempos.

A medida publicada pelo CMN se estende às contratações no amparo do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e aos demais agricultores para até 100% do saldo da operação de custeio devida no ano, com chance de prorrogação para até 36 meses.

“Esta renegociação fica limitada a 8% do saldo das parcelas das operações de custeio contratadas com equalização de encargos financeiros pelo TN em cada instituição financeira previstas para vencimento no ano”, informou órgão.

A Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag-RS) reconhece como positivas as medidas anunciadas ontem. Mas o presidente da entidade, Carlos Joel da Silva, afirma que elas ainda não atendem totalmente a necessidade dos agricultores e pecuaristas familiares.

“A possibilidade de prorrogar em até três anos o custeio do Pronaf e do Pronamp é importantíssima, assim como a questão dos investimentos para mais uma parcela no final do contrato. Isso dá o fôlego necessário para o agricultor e pecuarista familiar seguirem honrando seus compromissos e evitando o bloqueio do CPF. Mas a luta continua. Precisamos de soluções mais amplas e definitivas”, afirma em nota.

Já o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) afirma que a publicação das medidas frustrou os produtores do estado. “A tão esperada resolução do CMN foi publicada. Mas, em vez de alívio, trouxe frustração. Longe de oferecer esperança, a medida escancara o descaso de um governo que ainda não compreendeu a importância do campo para o Brasil”, disse, em nota.



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maior oferta no mercado interno por suspensão de exportações derruba preços, diz Cepea



Levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) mostra que os preços internos da carne de frango têm caído com força.

A pressão está atrelada sobretudo à maior oferta que vem sendo realocada ao mercado doméstico há duas semanas, com a confirmação de caso do vírus da influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP), a gripe aviária, em matrizeiro de aves comerciais no município de Montenegro (RS).

Atualmente, a União Europeia e mais outros 24 países embargaram a commodity de todo o território brasileiro, 16 outros países restringiram as compras de carne com origem do Rio Grande do Sul e dois países deixaram de comprar a proteína oriunda do município de Montenegro.

De fato, agentes consultados pelo Cepea observaram nestes últimos dias um fluxo mais intenso de produtos avícolas do Sul do país a preços mais competitivos, resultando em um desequilíbrio de oferta e demanda na região.

Vale lembrar que o Sul é a maior região produtora e exportadora de carne de frango do Brasil. Por sua vez, a demanda doméstica pela proteína está enfraquecida, principalmente neste período de encerramento de mês, quando o poder de compra da população é menor. Esse contexto reforça o movimento de retração nos valores de negociação da carne.

De acordo com levantamento do Cepea, o quilo do frango resfriado em São Paulo nesta quinta-feira (29) estava cotado a R$ 8,26, uma queda de 4,84% no mês até o momento. Com relação ao frango congelado, a variação em maio até aqui é de -4,55%, com o valor na mesma data de R$ 8,19 o quilo.



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RS determina restrição de acesso, higienização e vedação em granjas



A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) determinou o reforço imediato das medidas de biossegurança em todas as granjas avícolas comerciais do Rio Grande do Sul.

A nova diretriz prevê a restrição total do acesso de visitantes às propriedades, a exigência de troca de roupas e calçados para ingresso, bem como a desinfecção adequada de veículos que entram nas granjas. Além disso, as estruturas devem passar por revisão completa: telas antipássaros, passarinheiras, cumeeiras, portões e cercas precisam estar íntegras para evitar o contato das aves de produção com outros animais.

A manutenção de silos de ração e reservatórios de água limpos e bem vedados também é obrigatória, assim como a proibição do acesso das aves a piquetes sem telas na parte superior, conforme determina a portaria Mapa nº 782, de 26 de março de 2025.

As medidas constam na nota técnica DSA 003/2025, publicada nesta quinta-feira (29), e são uma resposta à detecção de um foco de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) em um estabelecimento comercial em Montenegro, município que teve estado de emergência zoossanitária decretado em 17 de maio.

“A Seapi está adotando os procedimentos previstos no Plano de Contingência de Influenza Aviária e realizando ações de vigilância agropecuária e educação sanitária na área do foco”, afirmou a coordenadora do Programa Estadual de Sanidade Avícola (Pesa), Ananda Kowalski, em nota.



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