sábado, maio 23, 2026

Agro

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veja como os preços encerraram a semana



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com predominante acomodação em seus preços, com uma ou outra negociação realizada acima da referência média.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos se deparam com escalas de abate posicionadas entre sete e nove dias úteis na média nacional.

“O mercado ainda acompanha com proximidade as consequências do foco de gripe aviária no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul, e seus desdobramentos para a avicultura de corte. O principal ponto de suporte neste momento ainda é o acelerado ritmo de exportação, com números espetaculares durante o primeiro semestre”, assinalou.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 306,50
  • Goiás: R$ 289,29
  • Minas Gerais: R$ 288,82
  • Mato Grosso do Sul: R$ 303,98
  • Mato Grosso: R$ 299,68

Mercado atacadista

O mercado atacadista encerra a semana apresentando acomodação em seus preços. Segundo Iglesias, a expectativa é de melhora da reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

“Vale destacar que importante parcela da população prioriza o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, apontou Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,00, por quilo, o dianteiro segue a R$ 18,50 por quilo e a ponta de agulha é precificada a R$ 18,00, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,93%, sendo negociado a R$ 5,7201 para venda e a R$ 5,7181 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6599 e a máxima de R$ 5,7409. Na semana, a moeda acumulou valorização 1,3%. Em maio, a alta foi de 0,8%.



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AgroNewsPolítica & Agro

Safra de arroz encerra com pressão sobre orizicultor



Preço do arroz cai 1,01% no RS, aponta Emater




Foto: Pixabay

A colheita da safra de arroz 2023/2024 no Rio Grande do Sul está tecnicamente encerrada, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (29). As poucas áreas remanescentes, segundo o órgão, não possuem representatividade estatística suficiente para alterar os números consolidados da produção estadual.

O tempo seco registrado no início do período favoreceu a drenagem das lavouras e a incorporação da palhada. Com menos de um mês para o início do inverno e cerca de 100 dias para a próxima janela de plantio, os produtores das regiões Sul e Campanha acompanham com cautela o nível das barragens. Apesar das chuvas recentes, os volumes acumulados ainda são insuficientes para uma recuperação completa dos reservatórios nessas regiões.

Na Fronteira Oeste e Centro-Oeste, o cenário é mais favorável, com maior volume de precipitações contribuindo para a recuperação hídrica. A área cultivada para a safra 2024/2025 foi estimada em 970.194 hectares, com produtividade média prevista de 8.558 quilos por hectare, conforme os dados técnicos da Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa de Bagé, a colheita foi finalizada em todos os municípios da Campanha e da Fronteira Oeste, exceto em Itaqui. No município, restam cerca de 150 hectares semeados tardiamente, atualmente em fase de maturação. A Emater alerta que as fortes chuvas recentes podem comprometer ainda mais a produtividade nessas áreas.

A colheita também foi encerrada nas regiões de Pelotas, Soledade e Santa Maria. No mercado, o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar aponta que o preço médio da saca de 50 quilos de arroz recuou 1,01% em relação à semana anterior, passando de R$ 74,40 para R$ 73,65. Lotes com qualidade inferior, especialmente aqueles com percentual de grãos inteiros abaixo de 58%, não alcançam esse valor, o que tem gerado insatisfação entre os orizicultores.





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Comissão de Valores Mobiliários também aprova dupla listagem da JBS



A JBS obteve nesta sexta-feira (30) aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) dos registros de emissor estrangeiro da JBS N.V. e do BDRs (Programa de Brazilian Depositary Receipts) Nível II.

Também foi aprovada a admissão à negociação dos BDRs pela B3. Trata-se de mais um passo para a implementação da Dupla Listagem das ações da companhia no Brasil e nos Estados Unidos. No mês passado a JBS obteve a conclusão do registro junto a Securities and Exchange Commission (SEC).

Dessa forma, as ações da companhia serão ofertadas na Bolsa de Valores brasileira até 6 de junho. Já o primeiro dia de negociação dos BDRs da JBS N.V. na B3 será 09 de junho. A expectativa é que as ações da JBS comecem a ser negociadas na NYSE, a Bolsa de Valores de Nova York, em 12 de junho.

Na assembleia geral extraordinária realizada em 23 de maio, os acionistas minoritários da JBS aprovaram a proposta de dupla listagem, um marco histórico para a companhia criada há 72 anos no interior do Brasil.

De acordo com a empresa, o objetivo é destravar valor, adequar a estrutura de capital ao perfil global e diversificado da JBS e ampliar a capacidade de investimento, mantendo disciplina financeira.

“A dupla listagem se mostra o caminho para que a companhia atinja seu potencial dentro do mercado global de alimentos. Isso deve potencializar a nossa estratégia em diversificação de proteínas e geográfica, baseada em marcas fortes e produtos de valor agregado”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.

JBS no mundo

A JBS figura entre as maiores empresas de alimentos do mundo, com uma plataforma diversificada de proteínas e geografias. Com mais de 250 fábricas, a empresa conta com produção em 17 países, atende a mais de 300 mil clientes e seus produtos alcançam mais de 180 países. Nascida no Brasil em 1953, emprega atualmente 280 mil pessoas globalmente.

“A dupla listagem é a estrutura que mais se adequa aos negócios da JBS e deve destravar ainda mais o valor da Companhia, com maior acesso a investidores e a juros mais competitivos, para ampliar a capacidade de financiar o crescimento a um menor custo, acelerando a estratégia de diversificação”, conta o CFO da JBS, Guilherme Cavalcanti.



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Chuvas intensas ameaçam lavouras na próxima semana; onde o tempo exige atenção dos produtores?



Depois de dias de frio intenso e registro de geadas em áreas do Paraná, Santa Catarina e sul do Mato Grosso do Sul, o ciclone que causou instabilidade começa a se afastar para o oceano. Com isso, a chuva se desloca em direção ao Espírito Santo, o que exige atenção dos produtores de soja da região, enquanto o ar frio perde força nos próximos cinco dias.

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As temperaturas devem subir gradualmente. No Sul, ainda há previsão de frio abaixo dos 10 °C em algumas regiões, mas em estados como São Paulo e Mato Grosso do Sul, os termômetros devem se manter acima dos dois dígitos, afastando o risco de novas geadas.

Esse cenário é especialmente importante para os produtores rurais, que devem aproveitar a trégua climática para avançar com a colheita do milho da segunda safra no Paraná.

Produtores de soja devem ficar atentos ao ‘cavado’

Na próxima semana, uma nova área de baixa pressão atmosférica, o chamado cavado, deve se formar sobre o Paraná, provocando fortes chuvas, rajadas de vento e risco elevado de temporais, inclusive com granizo, a partir de quarta-feira.

Os volumes de chuva devem ser elevados e se espalhar também por Santa Catarina, São Paulo e Mato Grosso do Sul. A situação pode causar alagamentos, queda de energia e paralisação dos trabalhos no campo. Rajadas de vento podem ultrapassar os 100 km/h em pontos isolados.

Enquanto isso, o tempo segue firme em grande parte do Mato Grosso, Goiás e interior da região conhecida como Matopiba.

Além disso, a previsão para a semana seguinte indica o avanço de temporais sobre o Brasil Central, com risco de chuvas volumosas e transtornos também nessas áreas.



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Agro puxa crescimento e PIB responde com alta de 1,4% no 1º trimestre



Com o crescimento de 1,4% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior, a economia brasileira tem crescido a níveis recordes desde o quarto primeiro período de 2021.

Nos primeiros três meses deste ano, também atingiram os maiores patamares da história os setores da agropecuária e dos serviços. Sob a ótica da demanda, o consumo das famílias, do governo e as exportações representaram as maiores marcas já registradas para o início do ano.

Por outro lado, indústria e investimentos estão longe de seus patamares recordes, ambos atingidos em 2013. A formação bruta de capital fixo, ou seja, os investimentos, por exemplo, está 6,7% abaixo do nível do segundo trimestre de 2013, enquanto a indústria está 4,7% abaixo do nível do terceiro trimestre daquele ano.

“A indústria é a única das grandes três atividades econômicas que ainda está no patamar abaixo do pico”, ressalta a pesquisadora do IBGE, Rebeca Palis.

Agropecuária: motor da economia

O crescimento do PIB do quarto trimestre de 2024 para o primeiro trimestre deste ano foi puxado principalmente pelo desempenho da agropecuária, que teve crescimento de 12,2%.

“A agropecuária tem dois efeitos principais este ano: um é a questão climática que está favorável e a outra é que as colheitas que estão crescendo muito, como a soja, que é a nossa principal lavoura, está concentrada no primeiro semestre. A gente também tem o milho crescendo, o fumo, o arroz, várias colheitas que estão crescendo esse ano. Tem muita safra no primeiro semestre”, contextualiza Rebeca.

Os serviços, que correspondem a 70% do PIB, também tiveram desempenho positivo, crescendo 0,3% no trimestre em relação ao trimestre anterior, com destaque para as atividades de informação e comunicação (3%).

Já a indústria apresentou taxa negativa (-0,1%), devido a resultados da construção (com queda de 0,8%) e da indústria da transformação (-1%).

Segundo a pesquisadora, esses são setores que estão sentindo os efeitos da alta taxa básica de juros (Selic).

Sob a ótica da demanda, houve altas em todos os componentes no primeiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior: consumo das famílias (1%), formação bruta de capital fixo (3,1%), exportações (2,9%) e consumo do governo (0,1%).

“Em relação ao consumo das famílias, a gente ainda tem fatores que prejudicam, como a inflação bem resiliente e a política monetária restritiva. Mas a gente continua tendo melhora no mercado de trabalho, continua tendo programas de transferência de renda do governo para as famílias e o crédito continua crescendo, apesar de estar mais caro, então são várias coisas contribuindo positivamente”, disse Rebecca. “Mas o consumo das famílias poderia ser mais alto se a gente não tivesse uma política monetária restritiva”.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Sinais de maior oferta de café pesam sobre os preços e NY fecha com baixas…


Entrada das novas safras da Indonésia e do Brasil contribuiu para o recuo dos futuros em Londres

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Os preços do café encerram a sessão desta sexta-feira (16) registrando baixas de mais de 2% nas bolsas internacionais. 

Segundo informações da Reuters, os negociantes disseram que o mercado foi prejudicado pela ampla oferta, já que as safras de robusta estão sendo colhidas na Indonésia e no Brasil. “Os estoques de robusta monitorados pela ICE testemunharam uma recuperação, pressionando os preços”, disse um trader do Vietnã. 

De acordo com o Barchart, os estoques de robusta monitorados pela ICE atingiram o maior nível em 7 meses e meio nesta sexta-feira, com 4.890 lotes, e os estoques de arábica atingiram o maior nível em 3 meses, com 851.169 sacas. 

Boletim do Escritório Carvalhaes aponta que mesmo com as projeções mais otimistas sobre a produção brasileira de café em 2025, seguimos com um cenário tão apertado como o atual no novo ano-safra, que começará em julho. “Nossos estoques de passagem serão historicamente baixos, e os maiores números de produção lançados no mercado apontam para uma safra 2025 com tamanho próximo ao da atual. O equilíbrio precário entre produção e consumo global vai continuar no ano-safra 2025/2026”, destaca ainda o documento.

Leia mais:

Em Londres, o robusta fecha o dia registrando baixa de US$ 106 nos contratos de maio/25 e julho/25 negociado por US$ 4,816/tonelada e US$ 4,865/tonelada, um recuo de US$ 100 no valor de US$ 4,860/tonelada no de setembro/25, e uma queda de US$ 88 no valor de US$ 4,830/tonelada no de novembro/25.

O arábica encerra com baixa de 870 pontos no valor de 376,25 centa/lbp no vencimento de maio/25, uma perda de 935 pontos cotado por 365,65 cents/lbp no de julho/25, um recuo de 885 pontos no valor de 362,50 cents/lbp no de setembro/25, e uma queda de 805 pontos negociado por 357,50 cents/lbp no de dezembro/25.

Mercado Interno

Dados divulgados pela Safras & Mercado apontam que as vendas da safra 2024/25 alcançaram 97% da produção, ante 94% há um ano, conforme o fluxo dos negócios no mercado físico migra cada vez mais em direção à safra nova. As vendas de café da safra 2025/26 do Brasil seguem lentas, após um atraso na colheita, alcançando apenas 16% da produção prevista. 

Ainda de acordo de acordo com o acompanhamento semanal da Safras, até o último dia 13 de maio, a colheita da safra/25 no Brasil estava em 7%, o que representa um avanço de 5 pontos percentuais em relação à semana anterior, quando os trabalhos mal haviam começado. O ritmo está atrasado em comparação ao mesmo período do ano passado e também abaixo da média das últimas cinco safras, ambas com 10% da produção colhida até esta data.

“As chuvas têm prejudicado os trabalhos, especialmente nas áreas de conilon/robusta do Espírito Santo, Bahia e a Rondônia, assim como em parte da região de arábica das Matas de Minas. A decisão de alguns produtores de adiar o início da colheita, aguardando uma melhor maturação dos frutos ou a diminuição da umidade, também contribui para o andamento mais moroso das atividades”, destacou o consultor de Safras, Gil Barabach.

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Nas áreas monitoradas pelo Notícias Agrícolas as variações acompanharam as baixas da bolsa de NY, e o Café Arábica Tipo 6 registra recuo de 2,31% em Franca/SP no valor de R$ 2.540,00/saca, uma perda de 2,36% em Varginha/MG negociado por R$ 2.480,00/saca, e uma queda de 2,67% em Araguai/MG no valor de R$ 2.550,00/saca. Já o Cereja Descascado encerra com a desvalorização de 3,07% em Varginha/MG no valor de R$ 2.530,00/saca, e um recuo de 1,16% em Guaxupé/MG cotado por R$ 2.563,00/saca.

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AgroNewsPolítica & Agro

Damping-off exige controle desde o plantio do algodão



Manejo reduz risco de tombamento em lavouras de algodão


Foto: Canva

A doença conhecida como Damping-off, também chamada de mela ou tombamento, representa um desafio para a cotonicultura brasileira. Segundo a engenheira agrônoma Gressa Chinelato, em artigo publicado no Blog da Aegro, o problema afeta as plântulas do algodoeiro, provocando o tombamento das plantas ainda nas fases pré e pós-emergência. Esse processo leva à morte das mudas e compromete o estande final da lavoura.

A doença tem origem em diferentes patógenos, sendo os mais recorrentes Rhizoctonia solani e Colletotrichum gossypii, com ampla distribuição nas regiões produtoras do país. “Trata-se de um problema recorrente nas lavouras de algodão e que pode comprometer o desenvolvimento inicial das plantas”, explica Chinelato.

As condições ambientais desempenham papel decisivo no desenvolvimento do Damping-off. A combinação de alta umidade e temperaturas entre 18°C e 30°C favorece a proliferação dos fungos. “As sementes contaminadas funcionam como principal fonte de inóculo da doença, o que torna o manejo adequado essencial desde a semeadura”, destaca a agrônoma.

Para conter o avanço da doença, algumas práticas são recomendadas. Chinelato ressalta a importância de utilizar sementes sadias, quimicamente deslintadas e tratadas com fungicidas. Além disso, é fundamental garantir o espaçamento adequado entre as plantas e adotar a rotação de culturas como estratégia preventiva.

A presença do Damping-off nas lavouras pode resultar em prejuízos econômicos diretos, com a necessidade de replantio e redução no potencial produtivo. Por isso, medidas preventivas devem fazer parte do planejamento das áreas de algodão.





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BNDES aprova R$ 77 mi do Fundo Clima para projeto de silvicultura com espécies nativas



O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou R$ 77,6 milhões, por meio da linha Fundo Clima – modalidade Florestas Nativas e Recursos Hídricos, para a implantação de um projeto de silvicultura de espécies nativas em região de Mata Atlântica, no sul da Bahia.

A silvicultura de espécies nativas é uma atividade de longo prazo, onde as árvores de diferentes espécies têm tempos de crescimento entre 12 e 36 anos em média, até chegar no tamanho para o corte e extração da madeira. Objetivo é o de ampliar oferta de madeira tropical de origem sustentável, livre de desmatamento.

O projeto, primeiro financiado pelo banco no setor, será conduzido pela Symbiosis Florestal S.A., empresa voltada à produção de madeira tropical de alto valor. Prevê o plantio de 1.500 hectares de florestas produtivas com espécies nativas da Mata Atlântica, bioma historicamente ameaçado e hoje reduzido a 12,5% de sua cobertura original na região. A área total da operação será de 3 mil hectares, com o plantio intercalado de espécies nativas e exóticas, sendo exclusivamente o componente nativo financiado pelo BNDES.

O modelo adotado pelo projeto financiado pelo BNDES combina o uso de espécies mistas com manejo florestal contínuo, garantindo não apenas a produção de madeira de alta qualidade – inclusive de espécies ameaçadas de extinção – como também a preservação da biodiversidade, com geração de créditos de carbono, promoção da biodiversidade e mitigação de riscos climáticos.

O financiamento de longo prazo do BNDES, através do Fundo Clima, se adequa ao perfil desse tipo de investimento, que apresenta um tempo de maturação muito mais longo que outros projetos de investimento.

Além do impacto ambiental positivo, o projeto deverá gerar 220 empregos diretos e indiretos ao longo da implantação e operação, contribuindo para o fortalecimento da economia verde no sul da Bahia.

“Esse projeto é um marco para a silvicultura de espécies nativas no Brasil e mostra como é possível aliar produção florestal, preservação da biodiversidade e geração de créditos de carbono. Ao financiar o cultivo de espécies nativas na Mata Atlântica, o Governo Federal por meio do BNDES fortalece a economia verde, estimula a restauração de um bioma crítico e cria empregos de qualidade no sul da Bahia, em linha com as diretrizes de desenvolvimento formuladas pelo Presidente Lula”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

“Com o apoio do BNDES, conseguiremos ampliar a escala e o impacto do nosso projeto, que é pioneiro em viabilizar economicamente a silvicultura de espécies nativas com inclusão social de comunidades locais. A produção de madeira é a forma mais eficiente de viabilizar o reflorestamento em larga escala que o mundo precisa para enfrentar as atuais crises climática e de biodiversidade”, afirmou Bruno Mariani, CEO da Symbiosis.

Fundo Clima

O Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, um dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima, é vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e tem como finalidade de garantir recursos para apoio a projetos ou estudos e financiamento de empreendimentos que tenham como objetivo a mitigação das mudanças climáticas.

O BNDES já aprovou R$ 262 milhões para projetos florestais com a linha de crédito modalidade Florestas Nativas e Recursos Hídricos do Novo Fundo Clima.



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Workshop ABRASS debate sobre gestão financeira, longevidade e qualidade das sementes de soja



A Associação Brasileira dos Produtores de Sementes de Soja (ABRASS) realizou, nesta quinta-feira (29), o Workshop ABRASS, no Brasília Palace Hotel, reunindo associados, especialistas e autoridades para discutir os rumos da multiplicação de sementes de soja no Brasil.

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O evento destacou análises políticas, cenários de mercado e os principais desafios do setor, como a necessidade de atualização da Lei de Proteção de Cultivares, o combate à pirataria de sementes e os impactos da Reforma Tributária. A programação incluiu ainda debates sobre gestão financeira, longevidade e qualidade das sementes, além de projeções para a safra 2025/26, que pode ultrapassar 50 milhões de sacas certificadas, segundo o CEO da Céleres, Anderson Galvão.

Entre os destaques, o painel político contou com participação do deputado Pedro Lupion (FPA) e representantes do IPA e Aprosoja, além de uma análise aprofundada do consultor João Henrique Hummel sobre o atual cenário político nacional e seus reflexos no agronegócio.

A programação abordou temas estratégicos como a atualização da Lei de Proteção de Cultivares, os impactos da Reforma Tributária, gestão financeira dos negócios de sementes e projeções para a safra 2025/26, que pode ultrapassar 50 milhões de sacas certificadas.

Outro ponto de destaque foi o combate à pirataria de sementes, que ainda representa 11% do mercado nacional, com índices elevados em estados como Rio Grande do Sul e Minas Gerais. O debate também enfatizou a importância de preservar a longevidade e a qualidade das sementes, com base em práticas de manejo e controle de danos, além da necessidade de um posicionamento estratégico de marcas e gestão de riscos na cadeia produtiva.

O evento contou ainda com uma análise aprofundada do cenário político nacional e seu reflexo direto sobre o agronegócio, destacando pautas como crédito rural, Plano Safra e regulamentações ambientais. A ABRASS reforça seu compromisso com o desenvolvimento do setor e coloca o material completo do workshop à disposição para divulgação.



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confira a previsão para junho


A previsão do tempo para o mês de junho indica chuva acima da média nas porções norte e leste da Região Nordeste, no Rio Grande do Sul e norte da Região Norte (tom em azul no mapa da Figura 1a, abaixo).

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

O balanço é no Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que volumes de precipitação entre a média e abaixo para as regiões Centro-Oeste e Sudeste, além do interior do Nordeste, sul da Amazônia, do Paraná e de Santa Catarina. Confira os detalhes:

Sul

A previsão é de chuvas próximas e abaixo da climatologia nos estados do Paraná e de Santa Catarina (tons em cinza e amarelo no mapa da Figura 1a), com volumes inferiores a 180 mm.

Já no Rio Grande do Sul, são previstos acumulados de chuva próximos e acima da média histórica (tons em cinza e azul no mapa da Figura 1a), podendo ultrapassar os 140 mm ao longo do mês.

Sudeste e Centro-Oeste

Previsão de chuva e temperaturas para junho - INMETPrevisão de chuva e temperaturas para junho - INMET
Foto: Divulgação Inmet

A previsão indica chuvas próximas à média histórica (tons em cinza no mapa da Figura 1a), com volumes inferiores a 100 mm no mês. É possível que em algumas localidades ocorram dias consecutivos sem chuva. Nos estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo, as precipitações variam entre 30 mm e 80 mm no mês. A tendência é de chuvas ligeiramente abaixo desta faixa (tons em amarelo no mapa da Figura 1a).

Nordeste

São previstas chuvas acima da média no norte do Maranhão, no Piauí e Ceará, assim como na faixa leste da Paraíba até Sergipe (tom em azul no mapa da esquerda), com volumes que podem ultrapassar os 80 mm.

No interior da região, normalmente tem-se redução das chuvas. No mês, a previsão indica volumes abaixo de 60 mm, principalmente no oeste da Bahia, sul do Maranhão e do Piauí, onde podem haver dias consecutivos sem chuva (tom em amarelo no mapa).

Temperaturas mínimas e máximas

Quanto às temperaturas, a previsão indica que devem ficar acima da média em grande parte do país (tom em laranja no mapa da Figura 1b). Por outro lado, em áreas das regiões Norte e Nordeste, as temperaturas médias devem se manter próximas à climatologia, variando entre 25°C e 28°C.

Apesar da tendência de temperaturas acima da média no centro-sul do Brasil, os valores devem permanecer abaixo dos 20°C em áreas do centro-sul de Minas Gerais, leste de São Paulo e sul de Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Além disso, em localidades de maior altitude das regiões Sul e Sudeste, a incursão de massas de ar frio poderá provocar quedas acentuadas nas temperaturas, com valores que podem ficar abaixo dos 15°C.

Impactos nas lavouras

O prognóstico climático do Inmet para junho também considera os possíveis impactos nas principais culturas agrpicolas. Assim, a previsão de chuvas acima da média na parte leste do Nordeste poderá beneficiar os cultivos de feijão e milho terceiras safras na região do Sealba (que abrange os estados de Sergipe, Alagoas e Bahia).

Entretanto, no Matopiba (áreas dos estadosd o Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), há uma tendência de redução das chuvas, o que pode provocar restrição hídrica em parte das lavouras de milho segunda safra, especialmente durante a fase de floração, período em que a cultura demanda maior disponibilidade hídrica.

Para as regiões Centro-Oeste e Sudeste, a previsão do Inmet para junho indica volumes de chuva próximos e inferiores à média. Neste cenário, os acumulados previstos devem ser suficientes para favorecer a maturação e a colheita da canade-açúcar e do café.

“Em Mato Grosso do Sul e em Mato Grosso, as condições climáticas previstas não devem impactar negativamente as culturas de trigo e milho segunda safra”, diz o órgão.

Na Região Sul, o Instituto acrescenta que as condições de chuvas próximas e abaixo da média no Paraná e Santa Catarina serão favoráveis para finalização da colheita dos cultivos de primeira safra, bem como do feijão segunda safra.



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