sábado, maio 23, 2026

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casos suspeitos de H5N1 na Bahia são descartados



Casos em Ilhéus e Aurelino Leal foram descartados




Foto: Pixabay

A Bahia permanece sem registros de gripe aviária (H5N1), tanto em aves silvestres quanto em animais confinados, segundo informações divulgadas pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri), por meio da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Adab).

Os dois casos suspeitos que estavam sob investigação nos municípios de Ilhéus e Aurelino Leal foram descartados após análise do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). “As amostras encaminhadas foram analisadas e não apresentaram resultado positivo para H5N1”, informou a Adab.

Mesmo com a confirmação negativa, o órgão mantém as ações de vigilância ativa no território baiano. De acordo com o corpo técnico da Adab, a atenção está voltada principalmente para a identificação e atendimento de casos de Síndrome Respiratória e Nervosa (SRN) em aves. As equipes seguem orientando produtores e trabalhadores rurais sobre medidas de biossegurança na avicultura, destacando a importância de evitar contato com aves doentes, mortas ou com seus dejetos.

Para comunicar suspeitas, a Adab disponibiliza canais de atendimento no site adab.ba.gov.br, pelos telefones (71) 3194-2098/2099 ou presencialmente em um dos 383 escritórios do órgão distribuídos pelo estado.

Nos casos em que forem observadas aves silvestres com sintomas respiratórios ou nervosos, a orientação é entrar em contato com o Disque Fauna do INEMA, pelo número (71) 99661-3998. Se houver contato humano com aves potencialmente infectadas, o encaminhamento deve ser feito à Diretoria de Vigilância Epidemiológica (DIVEP), por meio do e-mail: [email protected].





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Vazio sanitário da soja começa neste domingo em São Paulo



Começa o vazio sanitário da soja na Região 1 de São Paulo




Foto: Pixabay

A Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo anunciou o início do período de vazio sanitário da soja na Região 1 do estado. A medida entra em vigor neste domingo, 1º de junho, e se estende até 31 de agosto, com o objetivo de conter o fungo Phakopsora pachyrhizi, responsável pela ferrugem asiática da soja.

Segundo a CDA, a medida segue o que determina a Portaria nº 1.271/2025 do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que estabeleceu os calendários nacionais do vazio sanitário e da semeadura da soja para a safra 2025/2026. A divisão do estado em três regiões altera os prazos de acordo com a área de cultivo.

“A restrição é necessária para reduzir a sobrevivência do fungo entre as safras e, assim, diminuir o risco de infecção nas lavouras seguintes”, informou a Coordenadoria por meio de nota. As regiões 2 e 3 terão início do vazio nos dias 12 e 15 de junho, respectivamente, encerrando-se em 12 e 15 de setembro.

Durante o período do vazio sanitário, é proibida a presença de plantas vivas de soja nas áreas de cultivo, incluindo as chamadas plantas voluntárias ou tigueras. A responsabilidade pela eliminação dessas plantas é dos produtores. Exceções à proibição só serão autorizadas pela Defesa Agropecuária em casos específicos, como produção de sementes, experimentações agrícolas ou demonstrações em eventos agropecuários.

Outra exigência prevista pela portaria é o cadastro das propriedades produtoras de soja em todo o país. Em São Paulo, os agricultores devem registrar os dados da semeadura no sistema GEDAVE, no prazo máximo de 15 dias após o fim do calendário regional de plantio. “A atualização cadastral é essencial para o controle sanitário e o planejamento das ações de fiscalização”, destacou a Secretaria.

Informações adicionais podem ser obtidas diretamente nas unidades da Defesa Agropecuária distribuídas pelo estado.





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Colheita de milho silagem depende do clima



Colheita de silagem quase finalizada no RS, diz Emater




Foto: Agrolink

A colheita do milho destinado à produção de silagem no Rio Grande do Sul está praticamente concluída. Segundo o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (29), cerca de 99% da área cultivada já foi colhida. As lavouras remanescentes estão em fase de maturação e a conclusão da colheita depende da melhoria das condições climáticas nos próximos dias.

Na região administrativa de Ijuí, a colheita se aproxima do fim e apresenta bons resultados em comparação com as duas últimas safras de segundo cultivo. De acordo com técnicos da Emater/RS-Ascar, “as espigas estão bem formadas, com grãos sadios e sem falhas, o que indica um bom potencial produtivo da forragem”.

Apesar dos bons indicadores regionais, a estimativa de produtividade estadual sofreu uma redução. “A produção média está estimada em 35.934 quilos por hectare, uma queda de 6,52% em relação aos 38.440 quilos por hectare projetados no momento do plantio”, informou a Emater/RS-Ascar. A área total plantada com milho para silagem no estado é de 339.555 hectares.

A entidade segue monitorando o avanço da colheita e os impactos das variações climáticas nas lavouras que ainda não foram colhidas.





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Cotações do boi seguem estáveis em São Paulo



Queda na oferta pressiona preço do boi no Maranhão




Foto: Sheila Flores

As cotações da arroba do boi gordo se mantiveram estáveis na sexta-feira (30) nas principais praças pecuárias de São Paulo, de acordo com o informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria. A estabilidade ocorre mesmo diante de sinais de redução na oferta de animais para abate, o que, segundo a consultoria, pode estar relacionado à expectativa de produtores por preços mais altos.

“Apesar da oferta ainda satisfatória, há indícios de retração, já que alguns vendedores esperam valorização, o que pode não se concretizar devido à entressafra de capim”, apontou a Scot. Ainda assim, a demanda pela carne bovina apresentou melhora, fator que contribuiu para sustentar as cotações. As escalas de abate nas indústrias paulistas estão, em média, programadas para sete dias.

No Oeste do Maranhão, a situação foi distinta. A maior oferta de bois prontos para o abate pressionou os preços para baixo. A cotação do boi e da novilha gordos caiu R$ 3,00 por arroba, enquanto os valores pagos pela vaca permaneceram estáveis. “Com o fim das chuvas, cresceu a necessidade de venda dos animais, o que impactou negativamente as cotações”, informou a consultoria. Na região, as escalas de abate atendem, em média, a seis dias.

Em Goiânia (GO), a oferta de bovinos também deu sinais de retração. No entanto, as negociações seguem em ritmo lento, o que contribuiu para a manutenção das cotações em todas as categorias. As escalas de abate estão, em média, ajustadas para nove dias.





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Colheita do algodão começa em três estados



Produtores monitoram umidade em lavouras de MT




Foto: Canva

Os estados da Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul já iniciaram a colheita da safra 2024/25 de algodão, segundo dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A informação consta na análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), publicada na segunda-feira (26).

Segundo o Imea, as lavouras apresentam bom desenvolvimento em nível nacional, com condições climáticas favoráveis na maior parte das regiões produtoras. Em Mato Grosso, principal produtor da fibra no país, a colheita deve começar na segunda quinzena de junho.

“O clima contribuiu para o bom desempenho das lavouras, sobretudo nas áreas de segunda safra, semeadas mais tardiamente”, informou o instituto.

Apesar do cenário positivo, produtores demonstram preocupação com as chuvas isoladas registradas nas últimas semanas em algumas regiões. A alta umidade no solo tem afetado o baixeiro das plantas e favorecido o surgimento de doenças em parte das lavouras.

Ainda segundo o Imea, os tratos culturais seguem de forma intensiva como medida para conter os impactos. A previsão do NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos) indica ausência de chuvas em grande parte das áreas produtoras nos próximos dias, o que, se confirmado, pode beneficiar o rendimento final da safra.





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Produção de folhosas avança com apoio do clima



Chuvas favorecem produção de folhosas no Rio Grande do Sul




Foto: Seane Lennon

A produção de hortaliças folhosas no Rio Grande do Sul segue beneficiada pelas condições climáticas, segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (29) pela Emater/RS-Ascar. Em diversas regiões do estado, produtores relataram bom desempenho das lavouras, embora os preços de comercialização estejam pressionados pela oferta.

Na região de Erechim, o cultivo de alface tem ocorrido sem registro de pragas ou doenças. “As condições do tempo têm favorecido o desenvolvimento das folhosas, com relatos de qualidade e peso satisfatórios”, informou a Emater.

Em Bom Princípio, na região de Lajeado, a produção também apresenta bom desempenho, mas os produtores enfrentam dificuldades no escoamento. “Apesar da oferta estar positiva, o preço da dúzia de alface caiu para R$ 10,00, o que tem dificultado a comercialização”, destacou o boletim.

Na região de Frederico Westphalen, a produção de alface, rúcula, chicória, temperos e outras folhosas começa a se recuperar após um período de escassez no mercado. Os preços, segundo o informativo, giram em torno de R$ 2,50 por unidade.

Em Passo Fundo, as lavouras seguem com bom desenvolvimento e sanidade. O plantio de espécies típicas do outono já está em andamento. A unidade de alface ou rúcula tem sido comercializada a R$ 4,00, enquanto couve, agrião e condimentos têm preço médio de R$ 5,00 por molho.





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Produtores do RS rejeitam proposta do governo e protestos se espalham por 60 municípios



Quatro secas, uma enchente histórica e R$ 150 bilhões em prejuízos nos últimos anos. Esse é o passivo enfrentado por produtores rurais do Rio Grande do Sul. Resultado: débitos rurais impagáveis.

Na tentativa de resolver o problema, a Resolução 5.220 do Conselho Monetário Nacional (CMN), publicada nessa quinta-feira (29), prorroga por três anos as dívidas de custeio. Para as parcelas de investimento com vencimento neste ano, o prazo será estendido por um ano.

Os produtores com dívidas contraídas no Pronaf e no Pronamp poderão renegociar os débitos de até R$ 90 mil. Além disso, a instituição financeira só pode renegociar até 8% do saldo das parcelas de custeio com vencimento em 2025, contratadas com recursos equalizados pelo tesouro nacional.

Solução não agradou produtores

A proposta do governo federal não agradou os agricultores do estado. Prova disso é a continuidade dos protestos que bloqueiam rodovias importantes e que se seguiram nesta sexta-feira, um dia após a publicação do CMN. A estimativa é que as mobilizações estão espalhadas em mais de 60 municípios gaúchos.

Os agricultores que fazem parte do movimento pedem uma solução a longo prazo, como a securitização de R$ 60 bilhões para pagamento em 20 anos. O projeto do senador Luís Carlos Heinze já foi aprovado pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado e aguarda apreciação da Comissão de Assuntos Econômicos.

“Prometeram quatro anos [de prorrogação de dívidas], ofereceram três anos, tem problemas com o Pronamp, com o Pronaf, com o limite de 8% para os demais. Será um problema para o Sicredi, por exemplo, que não vai ter condição de contemplar todos os agricultores. Os outros bancos da mesma forma. Não saiu na resolução a questão específica dos bancos de fábrica, que muita gente tem problema. Então tem muito a consertar”, diz o senador Luiz Carlos Heinze.

Segundo ele, o grupo técnico da bancada do Congresso que analisa o tema, composto por bancos e entidades, como Fetag e Farsul, está trabalhando para corrigir as distorções que apontam na resolução.

Esta semana também foi entregue ao ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, uma proposta do deputado Alceu Moreira que não depende de orçamento do governo federal, mas sim dos fundos.

“Os modelos anteriores de pegar dinheiro do Orçamento [não servem mais], nós não temos folga orçamentária. A securitização precisa, na verdade, transformar a dívida do produtor, dívida líquida, contraída e certa com o credor e tamanho da dívida correta. Quando este modelo estiver pronto, se pega e se compra essa dívida com o Fundo e coloca esse título, uma CPR, um papel que representa esse compromisso para o produtor pagar em 15, 20 anos. Ao comprar essa dívida, se reabilita o produtor, ele fica sem débito nenhum e vai ter o compromisso de pagar a safra seguinte e 1/15 da safra que passou. […] o que estou dizendo não precisa de um centavo do Orçamento, os Fundos financiam por si só”, diz Moreira.



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Como ficaram as cotações de soja na última sexta-feira do mês?



O mercado de soja no Brasil registrou oscilações nesta sexta-feira, refletindo a combinação de queda nos contratos futuros em Chicago, valorização do dólar e leve alta nos prêmios de exportação. De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário criou algumas janelas de oportunidade, mas o volume total de negócios foi moderado, estimado entre 300 mil e 500 mil toneladas.

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Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 128,00 para R$ 130,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 131,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 128,00 para R$ 126,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 134,00 para R$ 134,50
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 115,00 para R$ 117,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 119,00 para R$ 120,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 116,00 para R$ 118,00

Soja em Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), os contratos futuros da soja encerraram o dia em queda, ampliando as perdas semanais e mensais. O ambiente negativo foi intensificado pela reativação das tensões comerciais entre China e Estados Unidos, com o ex-presidente Donald Trump acusando Pequim de violar acordo comercial firmado em 12 de maio.

Adicionalmente, crescem as incertezas sobre as regras para o uso de biocombustíveis nos EUA, incluindo possíveis isenções para refinarias, o que pressionou o óleo de soja. A ampla oferta brasileira, a fraca demanda por soja americana e o avanço do plantio nos EUA também contribuíram para o recuo.

O contrato de julho da soja em grão fechou a US$ 10,41 3/4 por bushel, com baixa de 10,00 centavos (0,95%). A posição novembro caiu 10,50 centavos (1,01%) para US$ 10,26 3/4 por bushel.

No farelo, julho recuou US$ 0,10 (0,03%), para US$ 296,30 por tonelada. O óleo de soja para julho fechou a 46,89 centavos de dólar por libra-peso, com perda de 1,50 centavo (3,09%).

Dólar

O dólar comercial encerrou o dia em alta de 0,93%, cotado a R$ 5,7201 na venda e R$ 5,7181 na compra. A moeda norte-americana variou entre R$ 5,6599 e R$ 5,7409 ao longo da sessão. Na semana, o dólar acumulou valorização de 1,3%, enquanto em maio registrou alta de 0,8%.



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veja como os preços encerraram a semana



O mercado físico do boi gordo volta a se deparar com predominante acomodação em seus preços, com uma ou outra negociação realizada acima da referência média.

De acordo com o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos se deparam com escalas de abate posicionadas entre sete e nove dias úteis na média nacional.

“O mercado ainda acompanha com proximidade as consequências do foco de gripe aviária no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul, e seus desdobramentos para a avicultura de corte. O principal ponto de suporte neste momento ainda é o acelerado ritmo de exportação, com números espetaculares durante o primeiro semestre”, assinalou.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 306,50
  • Goiás: R$ 289,29
  • Minas Gerais: R$ 288,82
  • Mato Grosso do Sul: R$ 303,98
  • Mato Grosso: R$ 299,68

Mercado atacadista

O mercado atacadista encerra a semana apresentando acomodação em seus preços. Segundo Iglesias, a expectativa é de melhora da reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês, período pautado por maior apelo ao consumo.

“Vale destacar que importante parcela da população prioriza o consumo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, ovos e embutidos”, apontou Iglesias.

O quarto traseiro ainda é precificado a R$ 23,00, por quilo, o dianteiro segue a R$ 18,50 por quilo e a ponta de agulha é precificada a R$ 18,00, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,93%, sendo negociado a R$ 5,7201 para venda e a R$ 5,7181 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,6599 e a máxima de R$ 5,7409. Na semana, a moeda acumulou valorização 1,3%. Em maio, a alta foi de 0,8%.



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Safra de arroz encerra com pressão sobre orizicultor



Preço do arroz cai 1,01% no RS, aponta Emater




Foto: Pixabay

A colheita da safra de arroz 2023/2024 no Rio Grande do Sul está tecnicamente encerrada, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (29). As poucas áreas remanescentes, segundo o órgão, não possuem representatividade estatística suficiente para alterar os números consolidados da produção estadual.

O tempo seco registrado no início do período favoreceu a drenagem das lavouras e a incorporação da palhada. Com menos de um mês para o início do inverno e cerca de 100 dias para a próxima janela de plantio, os produtores das regiões Sul e Campanha acompanham com cautela o nível das barragens. Apesar das chuvas recentes, os volumes acumulados ainda são insuficientes para uma recuperação completa dos reservatórios nessas regiões.

Na Fronteira Oeste e Centro-Oeste, o cenário é mais favorável, com maior volume de precipitações contribuindo para a recuperação hídrica. A área cultivada para a safra 2024/2025 foi estimada em 970.194 hectares, com produtividade média prevista de 8.558 quilos por hectare, conforme os dados técnicos da Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa de Bagé, a colheita foi finalizada em todos os municípios da Campanha e da Fronteira Oeste, exceto em Itaqui. No município, restam cerca de 150 hectares semeados tardiamente, atualmente em fase de maturação. A Emater alerta que as fortes chuvas recentes podem comprometer ainda mais a produtividade nessas áreas.

A colheita também foi encerrada nas regiões de Pelotas, Soledade e Santa Maria. No mercado, o levantamento semanal da Emater/RS-Ascar aponta que o preço médio da saca de 50 quilos de arroz recuou 1,01% em relação à semana anterior, passando de R$ 74,40 para R$ 73,65. Lotes com qualidade inferior, especialmente aqueles com percentual de grãos inteiros abaixo de 58%, não alcançam esse valor, o que tem gerado insatisfação entre os orizicultores.





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