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O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo – Foto: Divulgação
No dia 1º de junho, quando se comemorou o Dia Mundial do leite, a empresa Campo Forte aproveitou a data para reforçar um alerta importante aos produtores e à cadeia leiteira: a qualidade do leite começa no solo.
O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo, presentes diariamente na mesa de bilhões de pessoas. No entanto, poucos se dão conta de que, para garantir a qualidade do produto que chega à garrafa, é fundamental olhar para a base da produção: a pastagem.
De acordo com a Campo Forte, a saúde do rebanho leiteiro está diretamente ligada à qualidade do solo. Isso porque nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio são essenciais para o desenvolvimento das pastagens, que, por sua vez, impactam diretamente na nutrição dos animais e, consequentemente, na qualidade e na quantidade de leite produzido.
“Você sabia que o leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo? Mas, para garantir qualidade lá na garrafa, é preciso cuidar da base: a pastagem. Se o solo estiver pobre em nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio, a saúde do rebanho é afetada — e isso impacta direto na produção de leite e carne”, ressalta a empresa em publicação nas redes sociais.
A Campo Forte defende a premissa de que solo bem nutrido é sinônimo de leite de alta qualidade. Com foco em soluções para o fortalecimento da fertilidade dos solos, a empresa busca contribuir para uma pecuária mais produtiva, sustentável e eficiente.
No último dia Mundial do Leite, a mensagem da Campo Forte foi clara: cuidar do solo é garantir qualidade na produção, sustentabilidade no processo e alimentos mais saudáveis para toda a população.
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As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral – Foto: Canva
A Bayer anunciou o lançamento de novas variedades de tomate que oferecem resistência reforçada contra o Tomato Brown Rugose Fruit Virus (ToBRFV), uma das maiores ameaças à produção mundial de tomates. As novas cultivares estarão disponíveis ainda este ano e são especialmente indicadas para o cultivo em estufas, prometendo uma proteção mais duradoura contra as mutações desse vírus que tem causado prejuízos significativos aos produtores.
O ToBRFV é um vírus de RNA altamente contagioso que provoca manchas marrons, deformações e perda de qualidade nos frutos, comprometendo a produção. Sua capacidade de mutação rápida permite que ele supere resistências genéticas existentes em muitas variedades, tornando a doença um desafio constante para a cadeia produtiva do tomate.
Para enfrentar esse problema, a Bayer desenvolveu tomates com múltiplos genes de resistência, chamados de “multi-stacked”, que garantem uma defesa mais robusta e duradoura mesmo contra variantes do vírus que quebram resistências tradicionais. Segundo Javier Quintero, líder global de Pesquisa e Desenvolvimento em tomate da divisão Crop Science da Bayer, o ToBRFV que rompe resistências representa uma ameaça constante à rentabilidade dos produtores, que precisam de soluções duradouras sem comprometer a qualidade e o desempenho das plantas.
As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral. Enquanto plantas sem resistência apresentaram sintomas graves do vírus em menos de três semanas, os tomates com múltiplos genes de resistência permaneceram saudáveis mesmo diante da cepa padrão e de variantes mais agressivas do ToBRFV. Entre os primeiros híbridos lançados estão os tomates do tipo red beef “Ferreira” e pink beef “Futumaru”, já disponíveis no mercado. A Bayer também anunciou que, ainda em 2025, lançará novas variedades resistentes para os segmentos Large Truss, Medium Truss, Cocktail, Cherry Plum Truss e Beef.
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Foto: Canva
O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) revisou para cima as estimativas da safra 2024/25 de algodão em Mato Grosso. De acordo com o relatório divulgado na segunda-feira (2), a produtividade projetada alcançou 297,04 arrobas por hectare, o que representa alta de 2,73% em relação à estimativa anterior e de 1,83% frente ao desempenho da safra 2023/24.
O Imea atribui o avanço ao “bom desenvolvimento das lavouras no estado”, destacando a influência positiva das chuvas tardias sobre os talhões semeados fora da janela ideal. “Essas precipitações auxiliaram no desempenho das lavouras mais atrasadas”, informou o instituto no boletim.
A área de cultivo permanece estimada em 1,51 milhão de hectares, o que corresponde a um aumento de 2,97% em relação à safra anterior. Combinando área maior e melhor produtividade, a produção de algodão em caroço foi ajustada para 6,71 milhões de toneladas, avanço de 2,73% sobre a projeção de maio e crescimento de 4,85% frente à safra passada.
A produção de algodão em pluma também foi revisada e agora está estimada em 2,76 milhões de toneladas. Se confirmada, será o maior volume registrado na série histórica de acompanhamento do instituto.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) invadiu uma propriedade rural em Umuarama, município da região noroeste do Paraná, informa o Sistema Faep.
A entidade repudia a ação e informa que, até o momento, 100 famílias já estão instaladas na área, com a expectativa que outras 250 cheguem ao acampamento nos próximos dias.
Em nota, o Sistema Faep informa que já procurou as autoridades responsáveis para solicitar que os invasores sejam retirados.
“Já fizemos contato com o comando da Polícia Militar pedindo reforço da segurança na região, principalmente para a garantia da integridade física dos nossos produtores rurais”, destaca o presidente interino da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Ágide Eduardo Meneguette.
“Esse caso de invasão é mais um exemplo do descaso do governo federal, que participa de eventos do MST, corroborando para os atos de invasão no Paraná e em outros estados. Isso precisa acabar”, complementa.
Na esteira da invasão e de conflitos indígenas em propriedades rurais, o Sistema Faep reforça a necessidade de cumprimento do marco temporal para conferir segurança jurídica aos produtores rurais.
“O Sistema FAEP e o Sindicato Rural de Umuarama estão prestando atendimento ao proprietário da área rural e vão continuar acompanhando a situação na região”, disse a entidade, em nota.
Uma tropa com mais de 100 cavaleiros desfilou nas ruas da maior metrópole da América Latina. Foi com esse ato simbólico e que estreita de uma vez por todas a relação entre campo e cidade que a segunda edição do Global Agribusiness Festival (GAFFFF), em São Paulo, foi oificialmente aberta.
Os equinos, comandados por produtores e produtoras rurais, marcharam do Parque da Água Branca até o Allianz Parque, estádio de futebol do Palmeiras, onde o evento acontece até esta sexta-feira (6) e tem como objetivo levar a cultura agro à cidade.
A ocasião é representada por quatro “Fs”, que simbolizam conteúdo, feira de negócios, gastronomia e entretenimento (forum, fair, food, fun, em inglês). para iniciar palcos de palestras com temas centrais ao setor, além de muita comida da fazenda e cultura agro.
“O sentimento da cavalgada é único. Quando vimos aquela centena de homens e mulheres do campo aqui na capital de São Paulo, na selva de concreto, mostrando o que é o agronegócio, orgulho dos produtores rurais, orgulho de quem planta, de quem colhe, de quem trabalha na roça e tem a mão calejada, a pele marcada pelo sol, foi um sentimento único”, ressaltou o secretario de Agricultura do Estado de São Paulo, Guilherme Piai.
Para ele, a iniciativa deve crescer em 2026. “Queremos que tenha, no mínimo, 300 cavalos no ano que vem para a gente que tudo o que a cidade tem, come e veste vem do produtor rural.”
Um dos pontos mais visitados pelo público foi a Arena de Fogo, que conta com chefes e assadores profissionais. O espaço promove aulas para que o visitante leve para casa os ensinamentos dos mestres churrasqueiros, além de fornecer ao público opções de comida.
A programação completa conta com mais de 90 horas de conteúdo e mais de 200 palestrantes. A diretora-executiva do Canal Rural, Jaqueline Silva, comandou uma das atrações do primeiro dia do evento.
“Foi um prazer poder mediar esse painel, mostrando um pouco do que o agro tem para o público final, porque estar dentro do Allianz é exatamente isso: fazer essa conexão do campo com a cidade e trazer o tema pastagens degradadas, que é tão distante do nosso público final, é muito importante. Então, foi uma honra poder representar o Canal Rural e falar desse agro sustentável que já acontece para que a Faria Lima [centro financeiro de São Paulo], conheça mais o nosso setor”, ressaltou.
Você já ouviu falar dos remineralizadores? Esses insumos agrícolas, também chamados de pós de rocha, vêm ganhando espaço nas lavouras brasileiras por promoverem melhorias no solo e reduzirem a necessidade de fertilizantes solúveis. No contexto da agricultura regenerativa, seu uso é estratégico — com crescimento potencial.
Segundo o pesquisador, Éder de Souza Martins, especialista da Embrapa Cerrados, entre 2019 e 2024, o Brasil aplicou 10 milhões de toneladas de remineralizadores nas lavouras.
A agricultura brasileira sempre enfrentou desafios, principalmente em solos degradados. Mas novas práticas estão mudando essa realidade.
O produtor e agrônomo Rogério Vian, que atua em Caiapônia, no interior de Goiás, começou a usar remineralizadores em sua propriedade em 2020, numa área de pastagem degradada, um dos desafios da agricultura brasileira:
“Começamos com 5 toneladas por hectare, após corrigir a área com calcário. Desde então, os resultados têm sido positivos”, explica.
Os benefícios vão além da nutrição do solo. Thadeu Carlos, consultor técnico da Agrobizão, destaca o impacto direto sobre o controle de pragas, principalmente nas que ocorrem pós colheita, no armazenamento.
“No sorgo que não recebeu aplicação do pó de rocha, observamos muito mais danos causados pelo gorgulho dos cereais. Já na área com cinco toneladas por hectare de remineralizador, o ataque de pragas foi quase inexistente.”, explica.
Aplicacação de remineralizador | Imagem: Divulgação/Vulcano
O que são os remineralizadores?
De acordo com Éder de Souza Martins, especialista da Embrapa Cerrados, os remineralizadores são fontes minerais reguladas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), derivadas de rochas silicáticas ricas em cálcio, magnésio e potássio. Eles atuam melhorando as características físicas, químicas e biológicas do solo.
Segundo Martins, o Brasil foi o primeiro país do mundo a regulamentar oficialmente o uso desses insumos, que integram uma política pública que busca reduzir a dependência nacional de insumos importados, como prevê o Plano Nacional de Fertilizantes 2050.
“Ele está dentro de uma política pública que é exatamente a de diminuição da nossa dependência de insumos importados. E isso está dentro do Plano Nacional de Fertilizantes 2050, que a finalidade é diminuir pela metade a nossa dependência desses insumos importados.“, explica.
Cerrado baiano: tecnologia transforma a paisagem
O uso de tecnologias como agora, os remineralizadores, tornou possível o aproveitamento de solos anteriormente pouco produtivos. A região de Oeste da Bahia, por exemplo, atualmente é é uma das mais produtivas do país, mas nem sempre foi assim.
Mescmo com todo potencial agrícola, a produção de alimentos no Cerrado possui demanda para esse tipo e recente insumo agrícola.
Stéfano Lima, gestor comercial da Vulcano, mineradora de Salvador (BA), que fornece o insumo aos produtores do Oeste da Bahia, explica como a empresa passou a investir no segmento.
“Estudamos nossa jazida por mais de oito anos, fizemos todos os testes necessários e conseguimos o registro do produto junto ao Ministério da Agricultura em 2020. No ano seguinte, obtivemos certificação para uso na agricultura orgânica.”
Para o engenheiro agrícola agrícola, André Dias, os remineralizadores têm papel-chave na agricultura regenerativa:
“Eles funcionam em sinergia com produtos biológicos, servindo como substrato para a atividade microbiana no solo.”, conta.
Desafios logísticos ainda existem
Apesar dos benefícios, a logística ainda é um desafio. De acordo com Éder Martins, a viabilidade econômica está geralmente limitada a um raio de 300 km da fonte. No entanto, soluções como frete de retorno ou transporte ferroviário ampliam o potencial logístico.
De acordo com a Associação Brasileira dos Produtores de Remineralizadores de Solo e Fertilizantes Naturais (Abrefen), o Brasil conta atualmente com os seguintes produtos registrados no Mapa:
58 remineralizadores registrados;
8 fertilizantes minerais simples de composição silicática (FSi);
2 produtos secundários com autorização de comercialização.
Os principais estados produtores são Minas Gerais, Goiás e São Paulo, responsáveis por 77% do volume produzido nacionalmente.
Lavoura de sorgo do produtor rural Rogério Vian, em Caiapônia, no interior de Goiás | Foto: Arquivo pessoal
Para o produtor Rogério Vian, os resultados em campo são visíveis com o uso dos remineralizadores:
“Nós estamos aqui com uma cultura que está totalmente verde, foi usado muito pouco de adubação química, feito mais cobertura com produto foliar e biológicos. E olha a sanidade que está, usando do remanescente de remineralizadores que tinha aqui na área.”, conclui.
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Produtos foram lançados em feira importante – Foto: Canva
O combate ao psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri), vetor do greening, ganha reforços com as soluções da Sipcam Nichino. A empresa destaca o inseticida Fiera, que atua de forma inovadora na fase de ninfa, e o acaricida Fujimite, que apresenta eficácia de até 100% no controle do inseto, segundo testes realizados na Estação Experimental Sylvio Moreira, do IAC. O Fujimite também foi reconhecido pelo Fundecitrus no programa “Avalia Psilídeo”, que orienta os citricultores no manejo químico da doença.
Além disso, o fungicida Vitene se destaca no controle de doenças como pinta-preta, verrugose e podridão floral, problemas recorrentes na citricultura. A empresa também aposta na bioestimulação com os produtos Abyss, Blackjak, Nutex Premium e Stilo Verde, que favorecem o desenvolvimento vegetativo, melhoram a fotossíntese, a fixação de flores e frutos, além de contribuir para pomares mais produtivos e saudáveis.
Essas tecnologias são apontadas como fatores que ajudam a explicar a projeção otimista para a safra de laranja 2025/26, que deve atingir 314,6 milhões de caixas, o melhor resultado em dez anos, segundo o Fundecitrus. Todas essas soluções estão sendo apresentadas pela Sipcam Nichino na Expocitros 2025, que ocorre de 3 a 6 de junho, em Cordeirópolis (SP), maior feira citrícola da América Latina.
“A chegada de novas tecnologias está ajudando o produtor no manejo do inseto e resultando em maiores períodos de controle do ‘psilídeo’”, atesta o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, da área de desenvolvimento de mercado. “Com a integração dos produtos, obtiveram-se índices de 80% a 100% no controle da praga, nas avaliações a campo”, resume Palazim.
O mercado físico do boi gordo segue apresentando preços em alta nas principais praças de comercialização do país.
Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere pela continuidade deste movimento no curto prazo, considerando o posicionamento das escalas de abate.
“O quadro geral aponta para menor disponibilidade de animais jovens, em especial aqueles que cumprem os requisitos de exportação para a China. A oferta de fêmeas segue representativa no Centro-Norte brasileiro, aumentando a diferença de preços para fêmeas e machos”.
De acorodo com ele, as exportações são o grande elemento de demanda para a atual temporada, com o país caminhando a passos largos para um recorde histórico.
O mercado atacadista teve preços mais altos para a carne bovina nesta quinta-feira. O ambiente de negócios volta a sugerir para novos reajustes no curto prazo, em linha com a boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês.
O quarto traseiro foi precificado a R$ 24,50 por quilo, alta de R$ 1,50; o dianteiro foi cotado a R$ 19,50 por quilo, alta de R$ 1,00; e a ponta de agulha foi indicada a R$ 18,50 por quilo, alta de R$ 0,50.
Câmbio
O dólar comercial encerrou em queda de 1,03%, sendo negociado a R$ 5,5856 para venda e a R$ 5,5836 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5777 e a máxima de R$ 5,6372.
Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, vamos falar sobre a importância de ter um portfólio, um cartão de visitas e uma apresentação estratégica.
Ao combinar esses três elementos, você constrói uma identidade profissional forte, transmite confiança e aumenta suas chances de conquistar novos clientes. Quer saber mais?
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Como Feiras e Eventos podem impulsionar o seu negócio
#PROGRAMA #11
Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, vamos falar sobre a importância de participar de feiras e eventos, como a WTN e a Anuga, com exemplos de quem já esteve lá.
Vamos acompanhar dicas estratégicas de especialistas do Sebrae.
Entre os destaques estão:
Entenda como escolher o evento certo para o seu negócio
A importância de produtos bem apresentados (embalagens, rótulos, identidade visual)
Como construir uma apresentação que passe clareza e confiança
O papel das capacitações do Sebrae na preparação para esses momentos
Saiba como transformar sua propriedade rural em um negócio lucrativo
#PROGRAMA #10
Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, vamos explorar o tema gestão de negócios para os micro e pequenos produtores rurais.
Descubra estratégias para agregar valor à sua propriedade, otimizar suas finanças e aproveitar as melhores oportunidades do mercado com Victor Rodrigues Ferreira, analista de competitividade do Sebrae Nacional.
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#PROGRAMA #7
Gestão feminina oferece um novo olhar ao agro
Neste episódio do Porteira Aberta Empreender, você vai acompanhar histórias de produtoras rurais que conquistaram novos mercados, mostrando a força e a determinação feminina no agro.
Juliana Almeida, diretora de Administração e Finanças do Sebrae Alagoas, compartilha orientações essenciais sobre gestão de negócios rurais liderados por mulheres.
Além disso, oferece dicas valiosas que podem ajudar pequenas produtoras a prosperarem em seus empreendimentos.
Nesta edição, você vai conhecer histórias de mulheres que com muita disciplina, planejamento e qualificação conseguiram inovar o negócio no campo e o Sebrae foi um alicerce para as conquistas.
Um dos assuntos abordados no programa Porteira Aberta Empreender, foi sobre o Sebrae/Delas com a participação de Renata Malheiros, que é gestora nacional do Sebrae/Delas e especialista em empreendedorismo feminino. Você também vai conhecer a história de uma produtora de uva no Paraná, que conquistou o primeiro lugar no prêmio nacional do ‘Sebrae Mulheres de Negócios’
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Capacitação: o caminho para impulsionar seu negócio
#PROGRAMA #5
Que tal investir em conhecimento e expandir seu negócio no mercado? O nesta edição do Porteira Aberta Empreender, vamos falar sobre capacitação. A qualificação abre portas para novas oportunidades, melhora a gestão, ajuda no planejamento e, claro, na rentabilidade do seu empreendimento rural. No campo, isso se traduz em mais eficiência, inovação e produtividade. Então, aperte o play e descubra como dar o próximo passo rumo ao sucesso!
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#PROGRAMA #5 | Tema: Capacitação: o caminho para impulsionar seu negócio
Exportação para pequenos produtores
#PROGRAMA #4
Nesta edição do Porteira Aberta Empreender, você vai conhecer algumas formas de exportação para pequenos produtores rurais. A exemplo do Fairtrade (Comércio Justo, em português) e das Trading Companies (Empresas Comerciais Exportadoras, em português). Quer saber mais sobre como transformar o seu negócio? Então, aperte o play e descubra! ▶️✨
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#PROGRAMA #4 | Tema: Exportação para pequenos produtores
#PROGRAMA #3
Acesso ao Crédito: saiba as melhores formas de investimento
Nesta edição do Porteira Aberta Empreender, vamos mostrar como solicitar financiamento de forma simples e eficiente, de acordo com a sua necessidade.
Você também vai conhecer o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (FAMP), uma solução que pode destravar o crédito para quem aposta na agroindústria e quer expandir seus negócios.
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#PROGRAMA #3 | Tema: Acesso ao Crédito
O programa Porteira Aberta Empreender é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.
#3
Indicação Geográfica: “protege ativos do território como história e saberes”
Neste programa do Porteira Aberta Empreender, descubra como as Indicações Geográficas (IGs) podem contribuir para a valorização dos produtos e serviços rurais, destacar qualidades e fortalecer as tradições regionais.
Hulda Giesbrecht, coordenadora de Tecnologias Portadoras do Futuro do Sebrae, explica: “A IG protege os ativos de um território, como sua história, saberes e fatores naturais.”
Acompanhe histórias inspiradoras, exemplos de sucesso e dicas práticas para compreender o impacto desse reconhecimento no mercado. Acesse, AQUI
PROGRAMA #2 | Tema: Indicação Geográfica
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O programa Porteira Aberta Empreender é uma produção do Canal Rural em parceria com o Sebrae, e é o lugar certo para você descobrir produtos, serviços e inovações que vão fortalecer seu o empreendedorismo no campo.
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Crédito consciente: a chave para crescer no campo!
No primeiro episódio do Porteira Aberta Empreender, descubra como acessar crédito de forma responsável e estratégica para transformar o seu negócio rural. Confira:
O mercado brasileiro de soja teve uma quinta-feira (5) de preços estáveis na maioria das praças, com variações pontuais e volume baixo de negociações. De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário seguiu com negócios da mão para a boca, e os produtores continuam pedindo spreads mais elevados.
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”Mesmo com Chicago e dólar fechando em direções opostas, ambos recuaram ao longo do dia. O produtor, capitalizado, resiste a vender e exige valores acima da paridade em várias regiões, o que limita os fechamentos”, explica Silveira.
Soja no Brasil
Passo Fundo (RS): manteve em R$ 130,00
Santa Rosa (RS): manteve em R$ 131,00
Porto de Rio Grande (RS): manteve em R$ 134,00
Cascavel (PR): manteve em R$ 126,00
Paranaguá (PR): caiu de R$ 134,00 pra R$ 132,00
Rondonópolis (MT): subiu de R$ 116,00 pra R$ 117,00
Dourados (MS): subiu de R$ 119,50 pra R$ 120,00
Rio Verde (GO): subiu de R$ 118,50 pra R$ 121,00
Chicago
Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam o dia em alta. A valorização veio após o anúncio de uma conversa entre os presidentes Donald Trump e Xi Jinping sobre as tarifas comerciais entre Estados Unidos e China, elevando as expectativas em torno de um possível avanço nas negociações.
Trump revelou em sua rede social que falou com Xi por cerca de 1h30 e sinalizou que novas reuniões entre as equipes estão previstas para breve. A possibilidade de entendimento reacendeu o otimismo com a demanda pela soja norte-americana.
Contrato futuros de soja
O contrato julho da soja em grão subiu 6,75 centavos, ou 0,64%, encerrando a US$ 10,51 3/4 por bushel. A posição novembro fechou em US$ 10,33 1/4, com alta de 8,25 centavos ou 0,80%.
Nos subprodutos, o farelo julho encerrou estável em US$ 297,10 por tonelada. Já o óleo caiu 0,16% e fechou a 46,65 centavos de dólar por libra-peso.
Dólar
O dólar comercial encerrou o dia com queda de 1,03%, cotado a R$ 5,5856 para venda e R$ 5,5836 para compra. A moeda oscilou entre a mínima de R$ 5,5777 e a máxima de R$ 5,6372 ao longo do pregão.