sexta-feira, maio 22, 2026

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Ferramenta gratuita pode ajudar produtores rurais a evitar endividamento


A falta de planejamento financeiro ainda é um dos principais desafios para pequenos empreendedores e produtores rurais. Por isso, muitos tomam decisões sem avaliar o impacto no fluxo de caixa – movimento de entrada e saída de dinheiro ao longo do tempo. Como resultado, enfrentam dificuldades para pagar fornecedores ou expandir o negócio.

Um exemplo de como planejamento e capacitação devem caminhar juntos é Rute Gontijo, produtora rural em Brasília.

“Sempre que preciso implementar ou produzir algo novo, procuro o Sebrae”, afirma a produtora, que mantém essa parceria há 23 anos. Um dos planejamentos essenciais foi a instalação de placas de energia solar na propriedade.

“O Sebrae nos ajudou a desenvolver o projeto conforme nossa demanda, analisando o consumo atual de energia e projetando como ficaria após a instalação das placas. Além disso, tudo foi ajustado para que pudéssemos solicitar crédito para a implementação do sistema solar”, conta Gontijo. Ela decidiu investir na solução sustentável, garantindo maior eficiência e redução de despesas operacionais.

Além do apoio presencial, o Sebrae oferece uma ferramenta digital gratuita para auxiliar pequenos negócios na gestão financeira e no acesso a crédito. Assim, de forma simples e intuitiva, proporciona mais autonomia ao empreendedor.

Weniston Abreu, gerente adjunto da unidade de capitalização e serviços financeiros do Sebrae, explica como usar a plataforma e adotar estratégias eficazes de controle financeiro.

“Muitos empreendedores assumem dívidas sem fazer uma análise criteriosa dos recursos que entram e saem do negócio e, por isso, acabam ficando inadimplentes. Por meio da Planejadora Sebrae, de maneira intuitiva, é possível inserir os principais dados financeiros do negócio, fazer simulações de cenários e avaliar os impactos de algumas decisões.”

Weniston Abreu, gerente adjunto da unidade de capitalização e serviços financeiros do SebraeWeniston Abreu, gerente adjunto da unidade de capitalização e serviços financeiros do Sebrae
Weniston Abreu, gerente adjunto da unidade de capitalização e serviços financeiros do Sebrae. Foto: Arquivo Pessoal

Saiba como usar a ‘Planejadora Sebrae’

A plataforma permite inserir dados financeiros para analisar indicadores antes de contratar crédito. Podem utilizar a ferramenta gratuitamente os Microempreendedores individuais (MEIs), microempresas (MEs) e produtores rurais com CNPJ.

“Embora a ‘Planejadora Sebrae’ não substitua um sistema de gestão financeira, ela apoia a tomada de decisões. Entre suas funcionalidades estão projeção de fluxo de caixa, análise de necessidade de capital de giro e indicadores de rentabilidade e lucratividade.”

Acesse aqui a Planejadora Sebrae!

Depois de fazer o cadastro e inserir os dados solicitados (vendas mensais, custos, despesas e movimentações financeiras), a planejadora poderá realizar cálculos e projeções de cenários indicando o valor ideal da parcela para o contexto financeiro da empresa.

“A planejadora é uma ferramenta de apoio para análise e tomada de decisão a partir dos dados informados pelo usuário”, afirma Abreu.

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O Sebrae é uma das instituições que atuam no Programa Acredita do Governo Federal e a atuação é na orientação e no acesso a recursos por meio das instituições financeiras que operam o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe).

De acordo com Abreu, desde o lançamento do Programa Acredita, o Sebrae já viabilizou cerca de R$ 3 bilhões de crédito por meio do Fampe.

“Qualquer microempreendedor individual (MEI), microempresa (ME), empresa de pequeno porte ou produtor rural com CNPJ e faturamento anual de até R$ 4,8 milhões pode acessar à garantia do Fampe”, finaliza o gerente adjunto de capitalização e serviços financeiros do Sebrae.



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Produtor de cana lucrando mais com irrigação


Com a publicação do Decreto nº 12.437/25 no Diário Oficial da União, os produtores de cana-de-açúcar passam a ter direito a uma parcela das receitas obtidas com a venda dos Créditos de Descarbonização (CBIOs) gerados pelas usinas e importadoras de combustíveis. Segundo a Agência Senado, a regra garante ao produtor, no mínimo, 60% dessas receitas, podendo chegar a 85% caso ele forneça os dados primários necessários para o cálculo da Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA), já descontados os custos de emissão.

De acordo com Daniel Pedroso, Especialista Agronômico da Netafim, esse decreto é um marco para o setor, reconhecendo o papel do produtor na redução das emissões. E a irrigação tem um papel fundamental nesse processo. Estudo conduzido pela Netafim, em parceria com a Fundação ECO+ e o PECEGE, comprovou que a irrigação por gotejamento reduz em até 52% as emissões de CO2 na produção de cana. Enquanto a produção em sequeiro emite 0,161 kg de CO2 por kg de cana, nas áreas irrigadas esse valor cai para 0,077 kg.

Ao inserir esses dados na plataforma RenovaCalc, a NEEA do etanol produzido com cana irrigada atingiu 61,48 (etanol anidro) e 61,13 (etanol hidratado), com redução de até 70% nas emissões. Já a produção em sequeiro ficou com NEEA de 35,28 e 34,93, respectivamente.

Na prática, um produtor com 500 hectares irrigados, considerando o CBIO a R$ 70, pode alcançar até R$ 1,6 milhão em receita. Na mesma área sem irrigação, o valor ficaria em torno de R$ 900 mil. Além de segurança produtiva, a irrigação alia rentabilidade e sustentabilidade, contribuindo diretamente para os compromissos ambientais do Brasil.

“Com base nesses dados, é possível simular a rentabilidade de um produtor. Considerando uma área de 500 hectares irrigados por gotejamento e a participação de 60% nas receitas dos CBIOs, com o crédito comercializado na B3 ao valor de R$ 70,00 por CBIO, o produtor poderia alcançar cerca de R$ 1,6 milhão em receita. Já para a mesma área em sequeiro, a receita ficaria em torno de R$ 900 mil”, afirma.





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Impacto dos juros globais e a inflação ao produtor são os destaques econômicos do dia


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a expectativa em torno do payroll nos EUA e o impacto nos juros globais. No Brasil, o mercado passou a precificar alta da Selic em junho, diante de sinais de atividade aquecida e ruído fiscal.

A curva de juros avançou, o dólar recuou 1,08% (R$ 5,58) e o Ibovespa caiu 0,56%. No exterior, BCE cortou juros, mas adotou tom cauteloso, e o Nasdaq foi pressionado pela queda da Tesla. Hoje, atenção aos dados de emprego americanos, inflação ao produtor no Brasil e falas do BC.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Chuva invade os estados de toda uma região, mas sol predomina na maior parte do país



No Sul do país, chove em quase todas as áreas. Já no Sudeste, o predomínio é de sol. Contudo, a previsão guarda surpresas para as demais regiões. Veja a previsão para todo o país:

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

A chuva continua presente em boa parte da Região Sul. Destaque para o centro-norte do Rio Grande do Sul, todo o estado de Santa Catarina e o Paraná, onde haverá muita nebulosidade e chuva ao longo do dia. A faixa sul gaúcha será a única área com predomínio de sol ao longo do dia, porém, a sexta deve começar gelada, com geada pontual na Campanha.

Sudeste

O sol predomina na maior parte dao Sudeste. Destaque para Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, que seguem sem previsão de chuva. No estado de São Paulo, o sol predomina, mas há pancadas de chuva na faixa sul e no litoral, causadas pela atuação de um cavado e pela forte circulação de ventos do mar para o continente.

Centro-Oeste

O tempo segue firme na maior parte da região. O sol predomina de forma efetiva em toda a faixa central e leste de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de Goiás e Distrito Federal. Já no oeste de Mato Grosso e no oeste e sul do território sul-mato-grossense, podem ocorrer pancadas isoladas de chuva ao longo do dia.

Nordeste

A chuva persiste na faixa litorânea entre a Bahia e o Rio Grande do Norte, com pancadas de moderada a forte intensidade. Nas demais áreas, o tempo segue firme. Destaque para o oeste baiano, sul do Piauí e sul do Maranhão, onde a umidade relativa do ar fica baixa nos horários mais quentes do dia.

Norte

A chuva continua na forma de pancadas sobre o Acre, Amazonas, Roraima, centro-norte do Pará e Amapá. Alerta para temporais no norte do Amazonas, Roraima e Amapá. Nas demais áreas, o sol predomina sem previsão de chuva.



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Nova plataforma para o tratamento de sementes é lançada



Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24



Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24
Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24 – Foto: Divulgação

A Sipcam Nichino, multinacional referência em defensivos agrícolas, oficializou sua entrada no mercado brasileiro de tratamento de sementes com o lançamento da plataforma Seed Pro. O anúncio ocorreu em eventos realizados em Gramado, no Rio Grande do Sul, e em Goiânia, reunindo empresas sementeiras, cooperativas, revendas e produtores, além de especialistas do setor.

A plataforma Seed Pro é composta pelos fungicidas Tiofanil FS e Torino, pelo bioestimulante Abyss, além do polímero Blue 2005 e do pó secante Dry Shine. A proposta combina tecnologia em produtos e serviços especializados, com foco na proteção e no desenvolvimento inicial das sementes de culturas como soja, amendoim, feijão e trigo.

“Fazem parte desse conceito os fungicidas Tiofanil® FS e Torino®, o bioestimulante Abyss®, o polímero Blue 2005 e o pó secante Dry Shine”, explica Monção. Ele antecipa que a Plataforma Seed Pro embute a prestação de serviços ao produtor atrelada a uma estratégia vitoriosa para proteção de sementes de soja e cultivos como amendoim, feijão e trigo

Entre os destaques, Tiofanil FS se apresenta como o primeiro fungicida multissítio à base de clorotalonil desenvolvido exclusivamente para tratamento de sementes. Já Torino possui ação sistêmica e de contato, oferecendo amplo espectro de controle contra doenças que afetam o estabelecimento das lavouras, contribuindo para maior vigor e potencial produtivo.

Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24, sob liderança da Embrapa Soja, com 80 testes realizados em parceria com diversas consultorias. A plataforma também inclui o bioestimulante Abyss, que favorece a germinação, o desenvolvimento radicular e a formação de plantas mais uniformes.

 





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Colheita e clima favorável pressionam os preços do café



As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano passado



 As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano anterior
As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano anterior – Foto: Pixabay

O avanço da colheita no Brasil, aliado ao clima favorável, vem pressionando para baixo os preços do café arábica e robusta no mercado interno e externo, segundo análise do Itaú BBA com dados do Cepea. Além disso, houve uma melhora nas estimativas da safra 2025/26, mesmo após os efeitos do veranico registrado em fevereiro.

Após uma recuperação dos preços em abril, puxada pela postergação do tarifaço americano, o mercado voltou a registrar quedas em maio. Em Nova York, o contrato do arábica recuou de pouco mais de USD 4/lp no fim de abril para USD 3,7/lp em 21 de maio, queda de 10,5%. O robusta em Londres seguiu a mesma tendência, negociado próximo de USD 4,9 mil por tonelada. No Brasil, com o câmbio relativamente estável em torno de R$ 5,65 por dólar, os preços no mercado spot acompanharam o movimento internacional: o arábica está na faixa de R$ 2.500 por saca e o conilon em R$ 1.500.

O início da colheita, aliado às revisões para cima nas projeções de safra — inclusive pela Conab — e às boas condições climáticas, contribui para uma perda de sustentação dos preços. As chuvas, que se estenderam até abril, contrastam com o cenário seco do ano anterior, favorecendo as lavouras e abrindo perspectiva positiva para a safra 2026/27, caso o clima continue colaborando.

No campo das exportações, os números seguem robustos. Segundo o Cecafé, foram embarcadas 3,09 milhões de sacas em abril. No acumulado de dez meses, o Brasil já soma 40 milhões de sacas exportadas, indicando que o total do ano-safra pode superar as 44 milhões estimadas pelo USDA. Esse desempenho levanta a possibilidade de que a safra anterior tenha sido maior do que se projetava inicialmente.

 





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Qualidade do leite depende do solo



O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo



O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo
O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo – Foto: Divulgação

No dia 1º de junho, quando se comemorou o Dia Mundial do leite, a empresa Campo Forte aproveitou a data para reforçar um alerta importante aos produtores e à cadeia leiteira: a qualidade do leite começa no solo.

O leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo, presentes diariamente na mesa de bilhões de pessoas. No entanto, poucos se dão conta de que, para garantir a qualidade do produto que chega à garrafa, é fundamental olhar para a base da produção: a pastagem.

De acordo com a Campo Forte, a saúde do rebanho leiteiro está diretamente ligada à qualidade do solo. Isso porque nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio são essenciais para o desenvolvimento das pastagens, que, por sua vez, impactam diretamente na nutrição dos animais e, consequentemente, na qualidade e na quantidade de leite produzido.

“Você sabia que o leite e seus derivados estão entre os alimentos mais consumidos no mundo? Mas, para garantir qualidade lá na garrafa, é preciso cuidar da base: a pastagem. Se o solo estiver pobre em nutrientes como nitrogênio, fósforo e potássio, a saúde do rebanho é afetada — e isso impacta direto na produção de leite e carne”, ressalta a empresa em publicação nas redes sociais.

A Campo Forte defende a premissa de que solo bem nutrido é sinônimo de leite de alta qualidade. Com foco em soluções para o fortalecimento da fertilidade dos solos, a empresa busca contribuir para uma pecuária mais produtiva, sustentável e eficiente.

No último dia Mundial do Leite, a mensagem da Campo Forte foi clara: cuidar do solo é garantir qualidade na produção, sustentabilidade no processo e alimentos mais saudáveis para toda a população.

 





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Novo tomate combate vírus agressivo



As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral



As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral
As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral – Foto: Canva

A Bayer anunciou o lançamento de novas variedades de tomate que oferecem resistência reforçada contra o Tomato Brown Rugose Fruit Virus (ToBRFV), uma das maiores ameaças à produção mundial de tomates. As novas cultivares estarão disponíveis ainda este ano e são especialmente indicadas para o cultivo em estufas, prometendo uma proteção mais duradoura contra as mutações desse vírus que tem causado prejuízos significativos aos produtores.

O ToBRFV é um vírus de RNA altamente contagioso que provoca manchas marrons, deformações e perda de qualidade nos frutos, comprometendo a produção. Sua capacidade de mutação rápida permite que ele supere resistências genéticas existentes em muitas variedades, tornando a doença um desafio constante para a cadeia produtiva do tomate.

Para enfrentar esse problema, a Bayer desenvolveu tomates com múltiplos genes de resistência, chamados de “multi-stacked”, que garantem uma defesa mais robusta e duradoura mesmo contra variantes do vírus que quebram resistências tradicionais. Segundo Javier Quintero, líder global de Pesquisa e Desenvolvimento em tomate da divisão Crop Science da Bayer, o ToBRFV que rompe resistências representa uma ameaça constante à rentabilidade dos produtores, que precisam de soluções duradouras sem comprometer a qualidade e o desempenho das plantas.

As novas variedades passaram por testes rigorosos em estufas sob alta pressão viral. Enquanto plantas sem resistência apresentaram sintomas graves do vírus em menos de três semanas, os tomates com múltiplos genes de resistência permaneceram saudáveis mesmo diante da cepa padrão e de variantes mais agressivas do ToBRFV. Entre os primeiros híbridos lançados estão os tomates do tipo red beef “Ferreira” e pink beef “Futumaru”, já disponíveis no mercado. A Bayer também anunciou que, ainda em 2025, lançará novas variedades resistentes para os segmentos Large Truss, Medium Truss, Cocktail, Cherry Plum Truss e Beef.





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Estimativa do algodão cresce com chuvas tardias



Produção de pluma pode atingir 2,76 milhões de toneladas no Mato Grosso




Foto: Canva

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) revisou para cima as estimativas da safra 2024/25 de algodão em Mato Grosso. De acordo com o relatório divulgado na segunda-feira (2), a produtividade projetada alcançou 297,04 arrobas por hectare, o que representa alta de 2,73% em relação à estimativa anterior e de 1,83% frente ao desempenho da safra 2023/24.

O Imea atribui o avanço ao “bom desenvolvimento das lavouras no estado”, destacando a influência positiva das chuvas tardias sobre os talhões semeados fora da janela ideal. “Essas precipitações auxiliaram no desempenho das lavouras mais atrasadas”, informou o instituto no boletim.

A área de cultivo permanece estimada em 1,51 milhão de hectares, o que corresponde a um aumento de 2,97% em relação à safra anterior. Combinando área maior e melhor produtividade, a produção de algodão em caroço foi ajustada para 6,71 milhões de toneladas, avanço de 2,73% sobre a projeção de maio e crescimento de 4,85% frente à safra passada.

A produção de algodão em pluma também foi revisada e agora está estimada em 2,76 milhões de toneladas. Se confirmada, será o maior volume registrado na série histórica de acompanhamento do instituto.





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MST invade fazenda no Paraná e Sistema Faep aciona polícia



O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) invadiu uma propriedade rural em Umuarama, município da região noroeste do Paraná, informa o Sistema Faep.

A entidade repudia a ação e informa que, até o momento, 100 famílias já estão instaladas na área, com a expectativa que outras 250 cheguem ao acampamento nos próximos dias.

Em nota, o Sistema Faep informa que já procurou as autoridades responsáveis para solicitar que os invasores sejam retirados.

“Já fizemos contato com o comando da Polícia Militar pedindo reforço da segurança na região, principalmente para a garantia da integridade física dos nossos produtores rurais”, destaca o presidente interino da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), Ágide Eduardo Meneguette.

“Esse caso de invasão é mais um exemplo do descaso do governo federal, que participa de eventos do MST, corroborando para os atos de invasão no Paraná e em outros estados. Isso precisa acabar”, complementa.

Na esteira da invasão e de conflitos indígenas em propriedades rurais, o Sistema Faep reforça a necessidade de cumprimento do marco temporal para conferir segurança jurídica aos produtores rurais.

“O Sistema FAEP e o Sindicato Rural de Umuarama estão prestando atendimento ao proprietário da área rural e vão continuar acompanhando a situação na região”, disse a entidade, em nota.



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