sexta-feira, maio 22, 2026

Agro

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uma oportunidade de cooperação, não de confronto


Em tempos de tensões comerciais e incertezas geopolíticas, a ratificação do acordo entre a União Europeia e o Mercosul surge como uma rara oportunidade de avanço mútuo. Estive recentemente em meio a produtores rurais europeus, sobretudo franceses, que expressaram preocupações legítimas quanto à abertura de seus mercados aos produtos sul-americanos.

Quero, portanto, apresentar uma reflexão serena, técnica e prospectiva: não há confronto inevitável entre nossos sistemas produtivos — há, sim, uma complementaridade estratégica.

O que o Mercosul tem a oferecer ao mercado europeu são, em sua maioria, commodities agrícolas com baixo valor agregado, como grãos, carnes in natura e açúcar. Esses produtos não competem diretamente com os alimentos industrializados e de alto valor agregado produzidos na Europa, muitos deles com identidade geográfica protegida, tradição cultural e nichos de consumo consolidados. Pelo contrário: as commodities sul-americanas podem ser insumos para a sofisticada indústria agroalimentar europeia, permitindo que produtores franceses, italianos, espanhóis e alemães transformem soja, milho ou carnes em alimentos processados, ração animal, cosméticos e bioprodutos com alto valor agregado e grande margem de comercialização.

Enquanto isso, a indústria europeia, altamente desenvolvida em tecnologia, máquinas, farmacêuticos, produtos químicos e serviços especializados, encontrará no Mercosul um mercado gigantesco, ávido por inovação e com baixa competitividade industrial. Ao contrário do que muitos temem, a Europa encontrará no bloco sul-americano um parceiro comercial complementar e não concorrente direto.

Vale lembrar que o acordo trará avanços concretos em termos de previsibilidade regulatória, proteção à propriedade intelectual, cooperação ambiental e acesso a mercados públicos — áreas em que a União Europeia detém clara vantagem competitiva.

Portanto, resistir ao acordo sob o argumento do protecionismo agrícola é perder de vista o ganho sistêmico da integração comercial, tanto para a economia europeia quanto para a sul-americana.

O Mercosul precisa da Europa, sim. Mas, sejamos francos: a Europa também precisa do Mercosul, especialmente diante de um mundo cada vez mais polarizado, com riscos crescentes de guerras comerciais e rupturas nas cadeias globais de suprimentos.

É hora de transformar desconfiança em parceria e competição em colaboração. O acordo UE-Mercosul é, acima de tudo, um instrumento de estabilidade, segurança e prosperidade mútua — e não um jogo de soma zero.

Miguel DaoudMiguel Daoud

Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Livre da aftosa, Brasil busca acordo com Japão e Coreia do Sul, diz Fávaro em Paris



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse nesta sexta-feiraa (6) em Paris que o certificado de país livre de aftosa – concedido ao Brasil pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) – vai facilitar a abertura de mercados para a carne bovina brasileira. “Livre da aftosa, buscamos acordos com importantes mercados, como a Coreia do Sul e o Japão“, citou o ministro, acrescentando que os demais protocolos para ingressar nesses mercados já haviam sido cumpridos pelo país.

O ministro destacou o trabalho do governo na abertura de mercados, o que contribuiu para o agronegócio colaborar de forma significativa para o crescimento econômico obtido nos últimos anos.

Sobre o acordo entre União Europeia e Mercosul, Fávaro lembrou que o bloco europeu sempre fez exigências duríssimas em termos sociais, econômicos e ambientais ao Brasil.

“Superamos tudo isso e causamos até medo pelo nosso potencial produtivo. Entendo, de certa forma, a posição do presidente francês, Emmanuel Macron, de proteger o mercado local. Mas a França sozinha não vai conseguir barrar o acordo Mercosul-UE”.

Fávaro disse ainda que o presidente Lula fez deu um passo significativo em busca desse acordo. “O Brasil não tem restrição a produtos agropecuários de nenhum lugar do mundo. O que queremos é reciprocidade”, disse o ministro.

Em relação às exigências impostas em termos de desmatamento, Fávaro afirmou que o país não tem nenhum problema em debater e combater o desmatamento. Acrescentou que o código ambiental do país é um dos mais restritivos do mundo.

“Mas não aceitaremos que um parlamento de fora imponha restrições ao Brasil. Estamos abertos para atestar as boas regras ambientais, mas não aceitaremos interferência na soberania nacional”, disse.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Manga/Cepea: Mais do mesmo: preços avançam no Semiárido nordestino e oferta…


Ao menos até o final do semestre cotações deverão ser atrativas

Por mais uma semana, as cotações da manga nas praças do Seminário nordestino registraram novos aumentos, consequência da permanência de baixa oferta na região. De fato, nesta semana (12 a 16/05), no Vale do São Francisco (PE/BA), a palmer foi comercializada a R$ 3,27/kg, leve alta de 3%, indicando o sétimo aumento consecutivo.  Do mesmo modo, a tommy registrou o sexto avanço no Vale, sendo cotada a R$ 4,20/kg, incremento de 16%.  Em Livramento de Nossa Senhora (BA), a palmer, variedade predominante na região, seguiu a mesma tendência, sendo vendida a cerca de R$ 3,36/kg, 12% maior. 

O cenário de restrição de oferta já era esperado para o período, uma vez que as floradas referentes às colheitas atuais foram impactadas por ondas de calor que atingem o Semiárido desde o final de 2024, o que tem limitado a produtividade ao longo desse ano. Apesar disso, já há sinais de reversão desse quadro à medida que o segundo semestre se aproxima e as condições climáticas se tornam mais favoráveis à produção. Até lá, ainda é esperada uma oferta reduzida em todas as principais regiões produtoras, o que poderá manter a tendência de alta nos preços, tanto no mercado interno quanto nas exportações.

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SP subsidia juros para impulsionar venda de tratores



O governo do estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Agricultura e Abastecimento, está subsidiando 50% da taxa Selic em financiamentos para tratores. A medida tem como objetivo modernizar a frota agrícola do estado. 

O programa Pró-Trator define o teto de 8% para as transações e R$ 50 mil por produtor rural. Assim, são elegíveis tratores novos, de fabricação nacional, com potência máxima de motor de até 125 cv. 

Para ampliar a oferta da linha de crédito, foi aberto um chamamento público para credenciar bancos cooperativos como operadores financeiros do Projeto Feap SP – Pró Trator e Implementos. 

A data limite para os bancos cooperativos interessados enviarem os documentos necessários e se habilitarem junto ao governo do estado é o dia 9 de junho.

O agro paulista é um dos principais mercados que impulsionam o crescimento do setor de máquinas agrícolas do Brasil. Em 2024, o estado manteve sua posição de líder em vendas de tratores no país, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

De acordo com a associação, o comércio de maquinas agrícolas ultrapassou 7 mil unidades em 2024. Dessa forma, o estado de São Paulo, garantiu uma participação de 21% no mercado nacional. 

O Paraná e Rio Grande do Sul ocupam a segunda e a terceira colocações, com 4,9 mil e 4,3 mil máquinas, respectivamente.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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exportações caem quase 13% em maio com impacto da gripe aviária



As exportações brasileiras de carne de frango — incluindo cortes in natura e produtos processados — alcançaram 393,4 mil toneladas em maio, conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). O volume representa uma queda de 12,9% em relação ao mesmo mês de 2023, quando foram embarcadas 451,6 mil toneladas.

Em termos de receita, o país registrou US$ 741,1 milhões em maio, valor 9,5% menor que o total de US$ 818,7 milhões obtido no mesmo período do ano anterior.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o recuo é consequência direta das suspensões aplicadas por cerca de 20 mercados internacionais, entre eles importantes destinos da proteína brasileira. “Mesmo com essas barreiras, os embarques se mantiveram próximos das 400 mil toneladas, indicando que o setor tem conseguido redirecionar a produção para outros mercados, garantindo fluxo no comércio exterior”, avalia Santin.

Ainda assim, o acumulado do ano aponta crescimento. De janeiro a maio, o Brasil exportou 2,256 milhões de toneladas de carne de frango, alta de 4,8% frente ao mesmo período de 2023. Em valores, o setor faturou US$ 4,234 bilhões, aumento de 10,18% na comparação com os cinco primeiros meses do ano passado.

Principais destinos e variações

Entre os países que mais influenciaram o desempenho negativo de maio estão:

  • China: 35,8 mil toneladas (-28%)
  • África do Sul: 25,5 mil toneladas (-20,5%)
  • México: 16,6 mil toneladas (-18,8%)

Por outro lado, as exportações para a União Europeia cresceram 46,2%, com embarques de 24,8 mil toneladas no mês.

“A queda já era projetada, especialmente após a autossuspensão de exportações devido ao foco de influenza aviária. Apesar disso, a rápida resposta do setor e o redirecionamento das cargas demonstram a resiliência e a flexibilidade da cadeia produtiva brasileira”, conclui Santin.



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Ferramenta gratuita pode ajudar produtores rurais a evitar endividamento


A falta de planejamento financeiro ainda é um dos principais desafios para pequenos empreendedores e produtores rurais. Por isso, muitos tomam decisões sem avaliar o impacto no fluxo de caixa – movimento de entrada e saída de dinheiro ao longo do tempo. Como resultado, enfrentam dificuldades para pagar fornecedores ou expandir o negócio.

Um exemplo de como planejamento e capacitação devem caminhar juntos é Rute Gontijo, produtora rural em Brasília.

“Sempre que preciso implementar ou produzir algo novo, procuro o Sebrae”, afirma a produtora, que mantém essa parceria há 23 anos. Um dos planejamentos essenciais foi a instalação de placas de energia solar na propriedade.

“O Sebrae nos ajudou a desenvolver o projeto conforme nossa demanda, analisando o consumo atual de energia e projetando como ficaria após a instalação das placas. Além disso, tudo foi ajustado para que pudéssemos solicitar crédito para a implementação do sistema solar”, conta Gontijo. Ela decidiu investir na solução sustentável, garantindo maior eficiência e redução de despesas operacionais.

Além do apoio presencial, o Sebrae oferece uma ferramenta digital gratuita para auxiliar pequenos negócios na gestão financeira e no acesso a crédito. Assim, de forma simples e intuitiva, proporciona mais autonomia ao empreendedor.

Weniston Abreu, gerente adjunto da unidade de capitalização e serviços financeiros do Sebrae, explica como usar a plataforma e adotar estratégias eficazes de controle financeiro.

“Muitos empreendedores assumem dívidas sem fazer uma análise criteriosa dos recursos que entram e saem do negócio e, por isso, acabam ficando inadimplentes. Por meio da Planejadora Sebrae, de maneira intuitiva, é possível inserir os principais dados financeiros do negócio, fazer simulações de cenários e avaliar os impactos de algumas decisões.”

Weniston Abreu, gerente adjunto da unidade de capitalização e serviços financeiros do SebraeWeniston Abreu, gerente adjunto da unidade de capitalização e serviços financeiros do Sebrae
Weniston Abreu, gerente adjunto da unidade de capitalização e serviços financeiros do Sebrae. Foto: Arquivo Pessoal

Saiba como usar a ‘Planejadora Sebrae’

A plataforma permite inserir dados financeiros para analisar indicadores antes de contratar crédito. Podem utilizar a ferramenta gratuitamente os Microempreendedores individuais (MEIs), microempresas (MEs) e produtores rurais com CNPJ.

“Embora a ‘Planejadora Sebrae’ não substitua um sistema de gestão financeira, ela apoia a tomada de decisões. Entre suas funcionalidades estão projeção de fluxo de caixa, análise de necessidade de capital de giro e indicadores de rentabilidade e lucratividade.”

Acesse aqui a Planejadora Sebrae!

Depois de fazer o cadastro e inserir os dados solicitados (vendas mensais, custos, despesas e movimentações financeiras), a planejadora poderá realizar cálculos e projeções de cenários indicando o valor ideal da parcela para o contexto financeiro da empresa.

“A planejadora é uma ferramenta de apoio para análise e tomada de decisão a partir dos dados informados pelo usuário”, afirma Abreu.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

O Sebrae é uma das instituições que atuam no Programa Acredita do Governo Federal e a atuação é na orientação e no acesso a recursos por meio das instituições financeiras que operam o Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe).

De acordo com Abreu, desde o lançamento do Programa Acredita, o Sebrae já viabilizou cerca de R$ 3 bilhões de crédito por meio do Fampe.

“Qualquer microempreendedor individual (MEI), microempresa (ME), empresa de pequeno porte ou produtor rural com CNPJ e faturamento anual de até R$ 4,8 milhões pode acessar à garantia do Fampe”, finaliza o gerente adjunto de capitalização e serviços financeiros do Sebrae.



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AgroNewsPolítica & Agro

Produtor de cana lucrando mais com irrigação


Com a publicação do Decreto nº 12.437/25 no Diário Oficial da União, os produtores de cana-de-açúcar passam a ter direito a uma parcela das receitas obtidas com a venda dos Créditos de Descarbonização (CBIOs) gerados pelas usinas e importadoras de combustíveis. Segundo a Agência Senado, a regra garante ao produtor, no mínimo, 60% dessas receitas, podendo chegar a 85% caso ele forneça os dados primários necessários para o cálculo da Nota de Eficiência Energético-Ambiental (NEEA), já descontados os custos de emissão.

De acordo com Daniel Pedroso, Especialista Agronômico da Netafim, esse decreto é um marco para o setor, reconhecendo o papel do produtor na redução das emissões. E a irrigação tem um papel fundamental nesse processo. Estudo conduzido pela Netafim, em parceria com a Fundação ECO+ e o PECEGE, comprovou que a irrigação por gotejamento reduz em até 52% as emissões de CO2 na produção de cana. Enquanto a produção em sequeiro emite 0,161 kg de CO2 por kg de cana, nas áreas irrigadas esse valor cai para 0,077 kg.

Ao inserir esses dados na plataforma RenovaCalc, a NEEA do etanol produzido com cana irrigada atingiu 61,48 (etanol anidro) e 61,13 (etanol hidratado), com redução de até 70% nas emissões. Já a produção em sequeiro ficou com NEEA de 35,28 e 34,93, respectivamente.

Na prática, um produtor com 500 hectares irrigados, considerando o CBIO a R$ 70, pode alcançar até R$ 1,6 milhão em receita. Na mesma área sem irrigação, o valor ficaria em torno de R$ 900 mil. Além de segurança produtiva, a irrigação alia rentabilidade e sustentabilidade, contribuindo diretamente para os compromissos ambientais do Brasil.

“Com base nesses dados, é possível simular a rentabilidade de um produtor. Considerando uma área de 500 hectares irrigados por gotejamento e a participação de 60% nas receitas dos CBIOs, com o crédito comercializado na B3 ao valor de R$ 70,00 por CBIO, o produtor poderia alcançar cerca de R$ 1,6 milhão em receita. Já para a mesma área em sequeiro, a receita ficaria em torno de R$ 900 mil”, afirma.





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Impacto dos juros globais e a inflação ao produtor são os destaques econômicos do dia


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a expectativa em torno do payroll nos EUA e o impacto nos juros globais. No Brasil, o mercado passou a precificar alta da Selic em junho, diante de sinais de atividade aquecida e ruído fiscal.

A curva de juros avançou, o dólar recuou 1,08% (R$ 5,58) e o Ibovespa caiu 0,56%. No exterior, BCE cortou juros, mas adotou tom cauteloso, e o Nasdaq foi pressionado pela queda da Tesla. Hoje, atenção aos dados de emprego americanos, inflação ao produtor no Brasil e falas do BC.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Chuva invade os estados de toda uma região, mas sol predomina na maior parte do país



No Sul do país, chove em quase todas as áreas. Já no Sudeste, o predomínio é de sol. Contudo, a previsão guarda surpresas para as demais regiões. Veja a previsão para todo o país:

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

A chuva continua presente em boa parte da Região Sul. Destaque para o centro-norte do Rio Grande do Sul, todo o estado de Santa Catarina e o Paraná, onde haverá muita nebulosidade e chuva ao longo do dia. A faixa sul gaúcha será a única área com predomínio de sol ao longo do dia, porém, a sexta deve começar gelada, com geada pontual na Campanha.

Sudeste

O sol predomina na maior parte dao Sudeste. Destaque para Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, que seguem sem previsão de chuva. No estado de São Paulo, o sol predomina, mas há pancadas de chuva na faixa sul e no litoral, causadas pela atuação de um cavado e pela forte circulação de ventos do mar para o continente.

Centro-Oeste

O tempo segue firme na maior parte da região. O sol predomina de forma efetiva em toda a faixa central e leste de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de Goiás e Distrito Federal. Já no oeste de Mato Grosso e no oeste e sul do território sul-mato-grossense, podem ocorrer pancadas isoladas de chuva ao longo do dia.

Nordeste

A chuva persiste na faixa litorânea entre a Bahia e o Rio Grande do Norte, com pancadas de moderada a forte intensidade. Nas demais áreas, o tempo segue firme. Destaque para o oeste baiano, sul do Piauí e sul do Maranhão, onde a umidade relativa do ar fica baixa nos horários mais quentes do dia.

Norte

A chuva continua na forma de pancadas sobre o Acre, Amazonas, Roraima, centro-norte do Pará e Amapá. Alerta para temporais no norte do Amazonas, Roraima e Amapá. Nas demais áreas, o sol predomina sem previsão de chuva.



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AgroNewsPolítica & Agro

Nova plataforma para o tratamento de sementes é lançada



Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24



Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24
Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24 – Foto: Divulgação

A Sipcam Nichino, multinacional referência em defensivos agrícolas, oficializou sua entrada no mercado brasileiro de tratamento de sementes com o lançamento da plataforma Seed Pro. O anúncio ocorreu em eventos realizados em Gramado, no Rio Grande do Sul, e em Goiânia, reunindo empresas sementeiras, cooperativas, revendas e produtores, além de especialistas do setor.

A plataforma Seed Pro é composta pelos fungicidas Tiofanil FS e Torino, pelo bioestimulante Abyss, além do polímero Blue 2005 e do pó secante Dry Shine. A proposta combina tecnologia em produtos e serviços especializados, com foco na proteção e no desenvolvimento inicial das sementes de culturas como soja, amendoim, feijão e trigo.

“Fazem parte desse conceito os fungicidas Tiofanil® FS e Torino®, o bioestimulante Abyss®, o polímero Blue 2005 e o pó secante Dry Shine”, explica Monção. Ele antecipa que a Plataforma Seed Pro embute a prestação de serviços ao produtor atrelada a uma estratégia vitoriosa para proteção de sementes de soja e cultivos como amendoim, feijão e trigo

Entre os destaques, Tiofanil FS se apresenta como o primeiro fungicida multissítio à base de clorotalonil desenvolvido exclusivamente para tratamento de sementes. Já Torino possui ação sistêmica e de contato, oferecendo amplo espectro de controle contra doenças que afetam o estabelecimento das lavouras, contribuindo para maior vigor e potencial produtivo.

Os produtos foram validados em ensaios conduzidos nas safras 2022/23 e 2023/24, sob liderança da Embrapa Soja, com 80 testes realizados em parceria com diversas consultorias. A plataforma também inclui o bioestimulante Abyss, que favorece a germinação, o desenvolvimento radicular e a formação de plantas mais uniformes.

 





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