sexta-feira, maio 22, 2026

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Festas juninas ao vivo: BRIN TV exibe shows direto de Caruaru e Aracaju


O canal BRIN TV anuncia uma cobertura especial das festas de São João, com transmissão ao vivo de dois dos maiores eventos juninos do país: o São João de Caruaru, em Pernambuco, e a Ajufest, em Aracaju, Sergipe.

A transmissão estará disponível em TVs conectadas das marcas Samsung, LG e TCL. A proposta é ampliar o acesso às tradições culturais nordestinas, levando as celebrações para o público em todo o Brasil por meio de uma programação ao vivo.

O São João de Caruaru será transmitido em duas etapas: de 6 a 15 de junho e de 23 a 28 de junho, sempre às 20h. Já a Ajufest será exibida entre os dias 17 e 22 de junho, também a partir das 20h.

A programação inclui shows de artistas como Wesley Safadão (dia 7), Leo Santana (13) e Daniel (23), entre outras atrações.

A iniciativa é parte da proposta do BRIN TV de mostrar a diversidade cultural brasileira, com foco em turismo, gastronomia, história e artes. O canal é resultado de uma parceria com fabricantes de televisores e tem curadoria do Canal Rural.

A cobertura ao vivo será dividida em blocos e intervalos estratégicos, com o objetivo de proporcionar uma experiência completa e acessível, mantendo o público conectado com as festas juninas, independentemente da localização geográfica.




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AgroNewsPolítica & Agro

O agro brasileiro está envelhecendo?



“Envelhecer com dignidade e propósito deve ser uma conquista coletiva”



“No agro, convivemos com uma geração de profissionais com mais de 50 anos"
“No agro, convivemos com uma geração de profissionais com mais de 50 anos” – Foto: Pixabay

Segundo Antonio Prado G. B. Neto, professor, colunista e CEO da Pirecal Calcário, o Censo Demográfico de 2022 do IBGE evidencia uma realidade inegável: o Brasil está envelhecendo. A idade mediana da população subiu de 29 para 35 anos, a expectativa de vida alcança 76,8 anos e mais de 22 milhões de brasileiros têm 65 anos ou mais. No agronegócio, esse cenário também é visível: convivemos com profissionais com mais de 50 anos, agrônomos, técnicos, gestores e consultores que acumulam mais de 30 safras de experiência e que foram fundamentais na transformação do setor nas últimas décadas.

“No agro, convivemos com uma geração de profissionais com mais de 50 anos — agrônomos, técnicos, gestores e consultores com mais de 30 safras de experiência. Eles foram protagonistas da transformação do setor e ainda têm muito a contribuir”, comenta.

Mesmo com essa bagagem, muitos desses profissionais enfrentam o etarismo — preconceito silencioso que limita oportunidades com base na idade. Antonio Prado alerta que, embora as pautas de diversidade no meio corporativo tenham avançado em aspectos como gênero, raça e inclusão de pessoas com deficiência, a inclusão etária ainda é um tabu pouco debatido. E isso acontece justamente em um setor que atrai cada vez mais jovens, interessados em inovação, tecnologia e sustentabilidade.

A complementaridade entre gerações, destaca Prado, é uma vantagem estratégica. A valorização dos profissionais 50+ não significa excluir os mais jovens, mas promover um ambiente onde o intercâmbio de saberes, técnicas e visões de mundo fortalece o agro brasileiro. Essa convivência entre experiência e inovação é chave para o crescimento sustentável, resiliente e mais humano do setor. “Envelhecer com dignidade e propósito deve ser uma conquista coletiva. O respeito que construirmos hoje será o que colheremos amanhã”, conclui.

 





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Estimativa de produção de trigo é reduzida em 2,7% por consultoria



A estimativa para a safra de trigo brasileira 2025/26 foi indicada pela StoneX em 7,69 milhões de toneladas, recuo de 2,7% em relação ao que a empresa esperava no último mês.

De acordo com o consultor em Gerenciamento de Riscos da companhia, Jonathan Pinheiro, o cenário recente indica menor propensão dos agricultores a investir no cereal como cultura de inverno nesta temporada, especialmente nos principais estados produtores, como Paraná e Rio Grande do Sul.

“Nesse sentido, a área destinada à cultura no Paraná é estimada agora em 905 mil hectares, enquanto no Rio Grande do Sul está em torno de 1,1 milhão de hectares. Devido ao corte na área semeada, a expectativa é de que a produção paranaense caia 2,2% e a gaúcha seja 4,3% menor, no comparativo mensal”, detalha Pinheiro.

Apesar desta nova revisão, há uma perspectiva de crescimento para a produção em comparação ao ciclo produtivo 2024/25.

Oferta e demanda de trigo

No recorte de oferta e demanda, a StoneX observa uma diminuição da disponibilidade de trigo no mercado interno, devido ao corte nas estimativas de produção, ainda sem uma contrapartida do lado das importações.

Por outro lado, conforme o plantio avança, não tem sido observado um progresso na comercialização de sementes no mesmo ritmo.

“Acredita-se que, em grande parte, a demanda de sementes esteja sendo suprida por estoques salvos previamente para esta finalidade. No entanto, não é descartada a possibilidade de desistência do plantio por uma parte dos produtores, o que justificaria os números inferiores para a área e produção de trigo nesta safra”, salienta.

Diante desse cenário, espera-se uma retração significativa nos estoques finais do trigo no país e, consequentemente, na relação estoque/uso.

Em números, os estoques finais são agora estimados em 255 mil toneladas, uma redução de 44,3% em relação ao que se esperava na última edição deste relatório, e de 38,1% em relação à safra 2024/25.



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AgroNewsPolítica & Agro

Preço da soja é contido por câmbio em queda


O mercado internacional da soja segue estável, com cotações praticamente inalteradas nas últimas semanas em Chicago. Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), divulgada nesta quinta-feira (5), o contrato com vencimento mais próximo encerrou o pregão cotado a US$ 10,51 por bushel, repetindo o valor da semana anterior. A média de maio também foi de US$ 10,51, o que representa alta de 2,2% em relação à média de abril.

De acordo com o Ceema, “as atenções do mercado estão voltadas ao clima nos EUA, em função da proximidade do encerramento do plantio da oleaginosa por lá, e do conflito comercial entre China e EUA”. Enquanto isso, no Brasil, a valorização do real, que fez o câmbio recuar para R$ 5,59 por dólar no dia 5 de junho, limitou a evolução dos preços da oleaginosa no mercado interno. As cotações oscilaram entre R$ 106,00 e R$ 123,00 por saca nas principais regiões produtoras. No Rio Grande do Sul, a média semanal foi de R$ 121,12, mas em diversas praças locais os preços recuaram para R$ 119,00.

Nos Estados Unidos, o Departamento de Agricultura (USDA) informou que, até 1º de junho, 84% da área prevista para o cultivo da soja já havia sido plantada. Em 2023, esse percentual era de 77%, enquanto a média histórica é de 80%. Também foi registrada uma taxa de germinação de 63%, ante 57% da média histórica. Além disso, 67% das lavouras apresentavam boas ou excelentes condições.

No que se refere às exportações norte-americanas, os embarques da semana encerrada em 29 de maio somaram 268.343 toneladas, volume que ficou dentro das expectativas do mercado. Com esse desempenho, os EUA já acumularam 44,6 milhões de toneladas exportadas no atual ano comercial, 11% acima do registrado no mesmo período do ano anterior.

O Ceema também destaca a expectativa do mercado em relação ao próximo relatório de oferta e demanda do USDA, previsto para o dia 12 de junho. Outra variável que influencia o comportamento das cotações é a crescente competitividade da soja norte-americana em destinos alternativos à China. “Parte dessa competitividade maior da soja estadunidense passa pelos prêmios mais altos no Brasil, já que os produtores têm segurado o produto esperando preços melhores e não haveria mais soja disponível da safra velha”, aponta a entidade. Com isso, há expectativa de recuperação dos preços nos próximos meses no mercado brasileiro.

No cenário interno, a Aprosoja do Mato Grosso do Sul informou que a área de cultivo da soja para a safra 2024/2025 atingiu 4,5 milhões de hectares, com produtividade média estimada em 51,8 sacas por hectare e produção total de 14,06 milhões de toneladas.

Já no estado do Mato Grosso, inicia-se no próximo sábado, 8 de junho, o período do vazio sanitário da soja. A medida proíbe o cultivo e a presença de plantas vivas da oleaginosa até 6 de setembro, com o objetivo de prevenir a incidência do fungo causador da ferrugem asiática.





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Consultor orienta sobre a safra 25/26 de soja; clima, armazenagem e atenção à alta nos preços estão no radar



Junho e julho marcam o mercado climático nos Estados Unidos, período em que as condições do tempo influenciam diretamente as cotações das commodities agrícolas na Bolsa de Chicago. A instabilidade climática já provocou perdas em lavouras de trigo na China e na Rússia, e agora ameaça a safra norte-americana de milho e soja. Esse cenário global reforça a importância de atenção redobrada dos produtores brasileiros no planejamento da safra 2025/26.

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Segundo o consultor de agronegócio Vlamir Brandalizze, o momento exige preparo e agilidade. ”O produtor tem que se preparar, porque as chuvas vão entrar na hora certa, entre setembro e outubro. O clima será melhor, especialmente para o produtor gaúcho”, avalia. Com perspectivas climáticas mais favoráveis no Brasil e menor oferta global de grãos, a demanda por farelo de soja e milho deve crescer, aquecendo o mercado.

Comercialização e planejamento

Brandalizze destaca que o produtor deve ‘manter o radar ligado’ nas oportunidades de comercialização durante este período, aproveitando os momentos de alta nos preços. “O mercado está lento, e muita gente fez a safrinha de milho de 2026 já visando a compra antecipada de insumos para a soja. Esse tipo de planejamento é essencial”, aponta.

A projeção para a nova safra é de cerca de 50 milhões de hectares plantados com soja, com potencial de colheita acima de 180 milhões de toneladas. Se confirmada, será a maior safra da história do Brasil. No entanto, tamanha produção exigirá atenção especial à infraestrutura e logística. ”Vamos ter problemas de armazenagem em 2026 se não houver preparo. E isso inclui também o frete, que pode ter disparada de preços. O ideal é ir fechando contratos aos poucos, sem deixar tudo para a última hora.”

Produtividade de soja precisa acompanhar o ritmo

Com margens de lucro por saca cada vez mais apertadas, o aumento da produtividade é indispensável para manter a rentabilidade. ”Os tempos de 40 a 50 sacas por hectare ficaram para trás. Hoje, precisamos mirar entre 80 e 100 sacas, ou até mais, por hectare. Isso só vem com investimento, tecnologia e gestão”, ressalta o consultor.

A dependência de insumos importados, como fertilizantes e defensivos agrícolas, também segue como um ponto de atenção. “Vamos ter recorde de área plantada, o que aumenta a demanda por insumos e pode gerar gargalos logísticos. Quem deixar para comprar na última hora pode enfrentar problemas de entrega e de preço.”

O produtor não pode parar

Em um cenário desafiador e promissor ao mesmo tempo, o recado de Brandalizze é direto: o produtor precisa estar um passo à frente. ”O produtor é aquele que não pode parar. A produtividade é a chave, mas ela depende de preparo, investimento e decisão no tempo certo. Não dá mais para esperar o último momento. A safra começa muito antes do plantio.”



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Produtores do RS fazem novo tratoraço pedindo securitização das dívidas



Produtores do Rio Grande do Sul realizaram um novo tratoraço no norte do estado nesta sexta-feira (6). Os organizadores estimam que mais de 400 máquinas participaram da marcha pela rodovia ERS-153, entre os municípios de Tio Hugo e Passo Fundo, onde devem ficar concentradas ao longo do dia.

O movimento cobra a securitização das dívidas rurais dos agricultores gaúchos, acumuladas em função de sucessivos prejuízos provocados por eventos climáticos.

Os organizadores do movimento afirmam que atualmente há 85 pontos de mobilização em todo o Rio Grande do Sul. Levantamento da Polícia Rodoviária, atualizado na manhã desta sexta, indica 15 bloqueios em rodovias federais no estado, em função de protestos de produtores.

No fim de maio, em uma tentativa do governo federal de auxiliar os agricultores gaúchos, o Conselho Monetário Nacional (CMN) publicou uma resolução prorrogando por três anos as dívidas de custeio. Para as parcelas de investimento com vencimento neste ano, o prazo foi estendido por um ano.

A medida não agradou os produtores do estado, que pedem uma solução a longo prazo, como a securitização de R$ 60 bilhões para pagamento em 20 anos. Há um projeto do senador Luís Carlos Heinze (PP-RS) nesse sentido, já aprovado pela Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado, que aguarda apreciação em outras comissões.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil se livra da aftosa sem vacinação



Com o novo status, o Brasil passa a ter acesso a mercados mais exigentes



Com o novo status, o Brasil passa a ter acesso a mercados mais exigentes
Com o novo status, o Brasil passa a ter acesso a mercados mais exigentes – Foto: Divulgação

Em maio de 2025, o Brasil foi oficialmente reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como país livre de febre aftosa sem vacinação. A conquista, resultado de décadas de trabalho, representa um marco para a pecuária nacional. Segundo Carlos Cogo, Sócio Diretor da Cogo Inteligência em Agronegócio, essa nova condição sanitária traz ganhos expressivos ao setor produtivo, ampliando oportunidades comerciais e elevando o patamar do país no cenário internacional.

Com o novo status, o Brasil passa a ter acesso a mercados mais exigentes — como Japão, Coreia do Sul, EUA e União Europeia — que até então restringiam a compra de carnes frescas e com osso. Isso permite ao país negociar produtos de maior valor agregado, resultando em maior competitividade e valorização da carne brasileira. “Aumento na Competitividade e Valorização da Carne Brasileira: possibilidade de cobrar preços mais altos pela carne, dada a maior confiança sanitária. Redução dos custos diretos associados à vacinação, logística de campanhas e manejo sanitário”, comenta.

A cadeia do agronegócio também é diretamente beneficiada. Cogo destaca que o fortalecimento da pecuária bovina gera impactos positivos em setores como genética, nutrição animal, logística e insumos veterinários, com geração de empregos e aumento na arrecadação fiscal, sobretudo em regiões com vocação pecuária. A conquista, segundo ele, “consolida o Brasil como referência mundial em vigilância e controle sanitário. Aumenta a confiança internacional na rastreabilidade e na segurança dos produtos agropecuários brasileiros”.

Contudo, o novo cenário exige vigilância redobrada. Há riscos em regiões de fronteira com países que ainda registram circulação do vírus, o que demanda investimentos contínuos em monitoramento, barreiras sanitárias e respostas rápidas. A responsabilidade aumentou, mas, como avalia Carlos Cogo, o país tem capacidade técnica e institucional para sustentar esse avanço histórico.

 





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uma oportunidade de cooperação, não de confronto


Em tempos de tensões comerciais e incertezas geopolíticas, a ratificação do acordo entre a União Europeia e o Mercosul surge como uma rara oportunidade de avanço mútuo. Estive recentemente em meio a produtores rurais europeus, sobretudo franceses, que expressaram preocupações legítimas quanto à abertura de seus mercados aos produtos sul-americanos.

Quero, portanto, apresentar uma reflexão serena, técnica e prospectiva: não há confronto inevitável entre nossos sistemas produtivos — há, sim, uma complementaridade estratégica.

O que o Mercosul tem a oferecer ao mercado europeu são, em sua maioria, commodities agrícolas com baixo valor agregado, como grãos, carnes in natura e açúcar. Esses produtos não competem diretamente com os alimentos industrializados e de alto valor agregado produzidos na Europa, muitos deles com identidade geográfica protegida, tradição cultural e nichos de consumo consolidados. Pelo contrário: as commodities sul-americanas podem ser insumos para a sofisticada indústria agroalimentar europeia, permitindo que produtores franceses, italianos, espanhóis e alemães transformem soja, milho ou carnes em alimentos processados, ração animal, cosméticos e bioprodutos com alto valor agregado e grande margem de comercialização.

Enquanto isso, a indústria europeia, altamente desenvolvida em tecnologia, máquinas, farmacêuticos, produtos químicos e serviços especializados, encontrará no Mercosul um mercado gigantesco, ávido por inovação e com baixa competitividade industrial. Ao contrário do que muitos temem, a Europa encontrará no bloco sul-americano um parceiro comercial complementar e não concorrente direto.

Vale lembrar que o acordo trará avanços concretos em termos de previsibilidade regulatória, proteção à propriedade intelectual, cooperação ambiental e acesso a mercados públicos — áreas em que a União Europeia detém clara vantagem competitiva.

Portanto, resistir ao acordo sob o argumento do protecionismo agrícola é perder de vista o ganho sistêmico da integração comercial, tanto para a economia europeia quanto para a sul-americana.

O Mercosul precisa da Europa, sim. Mas, sejamos francos: a Europa também precisa do Mercosul, especialmente diante de um mundo cada vez mais polarizado, com riscos crescentes de guerras comerciais e rupturas nas cadeias globais de suprimentos.

É hora de transformar desconfiança em parceria e competição em colaboração. O acordo UE-Mercosul é, acima de tudo, um instrumento de estabilidade, segurança e prosperidade mútua — e não um jogo de soma zero.

Miguel DaoudMiguel Daoud

Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Livre da aftosa, Brasil busca acordo com Japão e Coreia do Sul, diz Fávaro em Paris



O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, disse nesta sexta-feiraa (6) em Paris que o certificado de país livre de aftosa – concedido ao Brasil pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) – vai facilitar a abertura de mercados para a carne bovina brasileira. “Livre da aftosa, buscamos acordos com importantes mercados, como a Coreia do Sul e o Japão“, citou o ministro, acrescentando que os demais protocolos para ingressar nesses mercados já haviam sido cumpridos pelo país.

O ministro destacou o trabalho do governo na abertura de mercados, o que contribuiu para o agronegócio colaborar de forma significativa para o crescimento econômico obtido nos últimos anos.

Sobre o acordo entre União Europeia e Mercosul, Fávaro lembrou que o bloco europeu sempre fez exigências duríssimas em termos sociais, econômicos e ambientais ao Brasil.

“Superamos tudo isso e causamos até medo pelo nosso potencial produtivo. Entendo, de certa forma, a posição do presidente francês, Emmanuel Macron, de proteger o mercado local. Mas a França sozinha não vai conseguir barrar o acordo Mercosul-UE”.

Fávaro disse ainda que o presidente Lula fez deu um passo significativo em busca desse acordo. “O Brasil não tem restrição a produtos agropecuários de nenhum lugar do mundo. O que queremos é reciprocidade”, disse o ministro.

Em relação às exigências impostas em termos de desmatamento, Fávaro afirmou que o país não tem nenhum problema em debater e combater o desmatamento. Acrescentou que o código ambiental do país é um dos mais restritivos do mundo.

“Mas não aceitaremos que um parlamento de fora imponha restrições ao Brasil. Estamos abertos para atestar as boas regras ambientais, mas não aceitaremos interferência na soberania nacional”, disse.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Manga/Cepea: Mais do mesmo: preços avançam no Semiárido nordestino e oferta…


Ao menos até o final do semestre cotações deverão ser atrativas

Por mais uma semana, as cotações da manga nas praças do Seminário nordestino registraram novos aumentos, consequência da permanência de baixa oferta na região. De fato, nesta semana (12 a 16/05), no Vale do São Francisco (PE/BA), a palmer foi comercializada a R$ 3,27/kg, leve alta de 3%, indicando o sétimo aumento consecutivo.  Do mesmo modo, a tommy registrou o sexto avanço no Vale, sendo cotada a R$ 4,20/kg, incremento de 16%.  Em Livramento de Nossa Senhora (BA), a palmer, variedade predominante na região, seguiu a mesma tendência, sendo vendida a cerca de R$ 3,36/kg, 12% maior. 

O cenário de restrição de oferta já era esperado para o período, uma vez que as floradas referentes às colheitas atuais foram impactadas por ondas de calor que atingem o Semiárido desde o final de 2024, o que tem limitado a produtividade ao longo desse ano. Apesar disso, já há sinais de reversão desse quadro à medida que o segundo semestre se aproxima e as condições climáticas se tornam mais favoráveis à produção. Até lá, ainda é esperada uma oferta reduzida em todas as principais regiões produtoras, o que poderá manter a tendência de alta nos preços, tanto no mercado interno quanto nas exportações.

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