sexta-feira, maio 22, 2026

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Algodão tem baixa oscilação no preço e lentidão nos negós



O mercado de algodão em pluma iniciou o mês de junho com os preços ainda oscilando dentro de um pequeno intervalo em meio à lentidão dos negócios. É isso que mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o Centro de Pesquisas, alguns vendedores têm optado por liquidar lotes da safra 2023/24, enquanto compradores com menor estoque ficam ativos pontualmente no spot. O foco dos agentes, contudo, têm sido o fechamento de contratos a termo, para recebimento do produto nos próximos meses ou mesmo em 2026. 

O instituto aponta que, faltando pouco mais de dois meses para encerrar a temporada 2024/25, o Brasil exportou 2,61 milhões de toneladas de algodão em pluma. de agosto/24 até a primeira semana de junho/25. Valor este que representa queda de 3% em relação ao total escoado em toda a safra anterior. 

Em maio, especificamente, foram embarcadas 192,2 mil toneladas. O que é 19,6% abaixo do volume de abril de 2025. O volume ainda é 16,2% menor no comparativo com maio de 2024, também conforme números da Secex.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

Exportação brasileira de algodão reduz em maio



Brasil exporta 192 mil toneladas de algodão




Foto: Canva

As exportações brasileiras de pluma de algodão totalizaram 192,20 mil toneladas em maio de 2025, o que representa uma redução de 19,63% em relação ao volume escoado em abril. Apesar dessa retração mensal, a quantidade de fibra embarcada ainda se configura como a segunda maior da série histórica para um mês de maio. As informações foram divulgadas pela análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta segunda-feira (9).

O Imea destaca que “é sazonalmente comum o ritmo dos embarques desacelerar à medida que o fim do ciclo comercial se aproxima”. Mato Grosso foi responsável por 67,55% dos embarques nacionais em maio, enviando ao exterior 129,84 mil toneladas de fibra.

No acumulado do ciclo (agosto de 2024 a maio de 2025), o estado já exportou 1,65 milhão de toneladas, volume que se configura como o maior já registrado para o período analisado. O Imea conclui que, apesar do enfraquecimento dos envios em maio, “os embarques seguem em níveis historicamente elevados, sustentando a expectativa de um novo recorde de exportação na temporada”.





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Café tem colheita limitada pela chuva



As chuvas e as temperaturas mais baixas em praticamente todas as regiões produtoras de café arábica no Brasil reduziram o ritmo de colheita da safra 2025/26 nos últimos dias. É isso o que apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

As precipitações limitam as atividades no campo e o clima frio desacelera a maturação do fruto. Quanto à qualidade, colaboradores do Cepea não relatam comprometimento do grão da temporada 2025/26 por conta do clima. 

O Centro de Pesquisas destaca que a colheita da atual safra contrasta bastante com a da mesma época da temporada anterior. A última colheita foi marcada pelo calor, que adiantou a maturação dos grãos e antecipou, assim, os trabalhos no campo. 

Como mostra o Cepea, nos primeiros dias de junho, a colheita de café no Sul de Minas Gerais se aproximava dos 20% da produção esperada. No Noroeste do Paraná, as atividades somavam entre 25% e 30%. Por fim, na Alta Mogiana Paulista e no Cerrado Mineiro, totalizam de 7% a 10%, respectivamente.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Maçã/Cepea: Colheita da safra 2024/25 está em reta final


Rapas de colheita estão sendo ofertadas no mercado

colheita da maçã fuji está chegando ao fim nas regiões produtoras do Sul do País. Agentes consultados pelo Hortifrúti/Cepea relataram que, até o fim do mês, as atividades se encerram, dando início ao processo de “limpeza” dos pomares antes da dormência. Com isso, frutas “rapa de colheita” estão sendo ofertadas no mercado, visto que não possuem qualidade suficiente para serem estocadas – o que está “bagunçando” um pouco o comércio da fuji.

Nesta semana (12 a 16/05), o mercado de maçãs seguiu parecido com a semana anterior. Na Ceagesp, a fuji 110 Cat 1 fechou a semana com uma média de R$ 158,33/cx de 18 kg, leve queda de 1%; e a gala de mesmo perfil foi comercializada por R$ 163,33/cx de 18 kg, pequeno aumento de 1%. Cabe destacar que a gala já foi totalmente processada e armazenada e, por isso, seus preços conseguem se sustentar mais. A fuji, por sua vez, terá um controle maior oferta apenas ao fim da colheita da safra 2024/25.

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Sebrae impulsiona pequenos negócios na Bio Brazil Fair e Naturaltech



Começa nesta quinta-feira (11), em São Paulo, a Bio Brazil Fair | Naturaltech 2025, a maior feira da América Latina voltada exclusivamente a produtos naturais, orgânicos e sustentáveis. Neste ano, o Sebrae leva sete marcas de pequenos negócios de seis estados brasileiros, com o objetivo de ampliar mercados, gerar vendas e fortalecer a imagem dos empreendedores que atuam com propósito.

Ao longo dos quatro dias de evento, o público encontrará produtos como café de açaí, chás especiais, cereais, cosméticos naturais e itens de panificação artesanal. Além disso, os visitantes terão acesso à plataforma “Do Brasil à Mesa”, criada para conectar produtores e compradores de alimentos brasileiros com identidade e origem.

Segundo Jane Blandina da Costa, analista de Competitividade do Sebrae, o evento é uma excelente oportunidade para estimular o consumo consciente e sustentável. “Com a participação na feira, queremos gerar novos negócios, fechar contratos e divulgar a produção regional com alto valor agregado”, explica.

Além da exposição, o Sebrae promove uma experiência gastronômica ao vivo com a Chef Negra Linda. Durante o evento, ela preparará receitas autorais utilizando os alimentos dos expositores. Com isso, o público poderá conhecer novas formas de consumo e experimentar sabores autênticos. “É uma forma de valorizar a origem dos alimentos e criar conexões entre quem produz e quem consome”, acrescenta Jane.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

A feira segue até o dia 14 de junho, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo. A entrada é gratuita, mediante credenciamento online.



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México reduz ao RS restrições à carne de frango brasileira



Nesta terça-feira (10), o México reduziu as restrições impostas à carne de frango brasileira, após a detecção de um foco de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP) no município de Montenegro (RS). Agora, as restrições mexicanas se limitam apenas ao Rio Grande do Sul.

Além disso, a Mauritânia anunciou a suspensão das importações de carne de frango de todo o território brasileiro. Já Omã passou a suspender as compras provenientes do estado.

Situação das exportações de carnes de ave do Brasil

Suspensão total

  • China,
  • União Europeia,
  • Iraque, Coreia do Sul,
  • Chile,
  • Filipinas,
  • África do Sul,
  • Peru,
  • Albânia,
  • Canadá,
  • República Dominicana,
  • Uruguai,
  • Malásia,
  • Mauritânia,
  • Argentina,
  • Timor-Leste,
  • Marrocos,
  • Índia,
  • Sri Lanka,
  • Macedônia do Norte e
  • Paquistão.

Suspensão restrita ao Rio Grande do Sul

  • Arábia Saudita,
  • México,
  • Kuwait,
  • Reino Unido,
  • Omã,
  • Rússia,
  • Bielorrússia,
  • Armênia,
  • Quirguistão,
  • Angola,
  • Turquia,
  • Bahrein,
  • Cuba,
  • Montenegro,
  • Namíbia,
  • Cazaquistão,
  • Bósnia e Herzegovina,
  • Tajiquistão e
  • Ucrânia.

Suspensão limitada ao município de Montenegro (RS)

  • Emirados Árabes Unidos,
  • Japão,
  • Catar e
  • Jordânia.

O Mapa afirma que permanece em articulação com as autoridades sanitárias dos países importadores, prestando as informações técnicas necessárias sobre o caso. As ações adotadas visam garantir a segurança sanitária e a retomada segura das exportações o mais breve possível, de acordo com a pasta

O ministério reitera que o consumo de carne de aves e de ovos não apresenta risco para a saúde.



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alta de 927% no volume exportado de leite em pó



Queijos e leite em pó puxam alta de lácteos




Foto: Pixabay

As exportações brasileiras de lácteos registraram um avanço em maio, com um aumento de 63,12% no comparativo mensal, alcançando 6,55 milhões de litros em equivalente leite. Este crescimento foi impulsionado pela maior disponibilidade de leite no mercado, mesmo em um período que, tipicamente, apresenta movimento contrário na maioria dos estados. Apesar de não ter sido o maior volume embarcado em 2025, o mês de maio gerou a maior receita do ano, totalizando US$ 7,81 milhões, conforme análise semanal do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) divulgada nesta segunda-feira (9).

Entre as categorias que mais contribuíram para o aumento do volume exportado em relação a abril, destacam-se Queijos, com alta de 30,28%, Iogurtes, Cremes e Manteiga, que subiram 27,11%, e Leite em pó, com um salto expressivo de 927,45%. Essas categorias representaram, respectivamente, 41,14%, 29,30% e 23,27% do total exportado no mês.

Em movimento similar, após dois meses em tendência baixista, as importações de lácteos também apresentaram um aumento de 8,39% em comparação com o mês anterior, atingindo 171,77 milhões de litros em equivalente leite. Este volume resultou em um valor de US$ 85,11 milhões.





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Reforma Tributária pode revelar bilhões em créditos



Fertilizantes, sementes, defensivos e até serviços de frete podem gerar créditos



Fertilizantes, sementes, defensivos e até serviços de frete podem gerar créditos
Fertilizantes, sementes, defensivos e até serviços de frete podem gerar créditos – Foto: Canva

A transição para o novo sistema tributário brasileiro, que começa em 2026, acendeu um alerta no agronegócio, especialmente no Paraná, estado onde o setor representa 35% do PIB. Com a extinção de tributos como PIS, Cofins, ICMS, IPI e ISS, e a criação da CBS e do IBS, o momento exige uma revisão imediata da governança fiscal. Um dos destaques da reforma é a possibilidade de recuperar créditos tributários retroativos dos últimos cinco anos, gerados por compras de insumos vinculados à atividade econômica.

Segundo o advogado Samuel Rangel de Miranda, presidente do INDE, a nova regra elimina as interpretações subjetivas que hoje dificultam a apuração de créditos. “É como encontrar dinheiro esquecido em uma conta”, explica. Estimativas do IBPT apontam que 95% das empresas pagam mais tributos do que deveriam, e no agro esse número pode ser ainda mais expressivo devido à complexidade do setor. 

Fertilizantes, sementes, defensivos e até serviços de frete podem gerar créditos, mas muitas vezes deixam de ser aproveitados por falhas de apuração. Com uma movimentação anual de R\$ 155 bilhões no Paraná, o potencial de recuperação pode chegar a dezenas de bilhões de reais. A recomendação é que as empresas iniciem ainda em 2025 auditorias para identificar e solicitar a restituição desses valores.

A recuperação pode ser feita pelas vias administrativa ou judicial, dependendo do caso. Como o prazo é de cinco anos, a cada mês sem revisão, perde-se capital. O momento é estratégico: quem se antecipar à reforma poderá atravessar a transição com mais equilíbrio e competitividade.

“A Reforma Tributária é inevitável. O que está em jogo é o preparo das empresas. Aquelas que iniciarem esse processo agora estarão mais bem posicionadas para atravessar a transição com equilíbrio. As que esperarem demais podem perder recursos que já são seus, mas precisam ser reivindicados”, conclui.

 





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ouça os destaques do dia


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, comenta a alta do Ibovespa, que avançou 0,54% com suporte de ações ligadas a commodities, após o IPCA de maio vir abaixo do esperado.

A inflação mais branda reforçou apostas de estabilidade na Selic, enquanto o dólar oscilou e fechou a R$ 5,57. Lá fora, negociações entre EUA e China trouxeram alívio, mas o mercado segue atento ao CPI americano, que pode influenciar a trajetória dos juros globais.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do boi registra alta em São Paulo e no Tocantins



Exportação de carne bovina cresce 33,5% em junho




Foto: Canva

Com menor oferta de animais e ritmo lento nos negócios, os preços do boi gordo e da vaca apresentaram alta nesta terça-feira (10), conforme relatório “Tem Boi na Linha”, divulgado pela Scot Consultoria. Em São Paulo, a valorização foi de R$2,00 por arroba. Já as cotações do “boi China” e da novilha não sofreram alterações.

No Tocantins, o cenário foi de elevação nos preços em diferentes regiões. Na parte Sul do estado, o boi gordo e a novilha subiram R$3,00 por arroba, enquanto a vaca teve aumento de R$4,00. Na região Norte, a vaca e a novilha registraram valorização de R$3,00 por arroba, enquanto o boi gordo manteve o mesmo valor.

No Oeste do Maranhão, o destaque foi o avanço na cotação da vaca, com aumento de R$5,00 por arroba. A novilha também teve alta de R$3,00, enquanto o boi gordo permaneceu estável.

No mercado externo, as exportações de carne bovina in natura seguem em ritmo acelerado. Na primeira semana de junho, foram embarcadas 64,2 mil toneladas, com média diária de 12,8 mil toneladas. O volume representa alta de 33,5% em relação ao mesmo período do ano passado. O preço médio da tonelada atingiu US$5,3 mil, aumento de 20,2% na comparação anual.





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