quinta-feira, maio 21, 2026

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Bioestímulo e controle de pragas e doenças em maçã e uva são temas do Seminário Nacional de Fruticultura


Um dos principais encontros técnicos e científicos do setor frutícola, o Seminário Nacional de Fruticultura (Senafrut) terá sua 16ª edição entre os dias 10 e 12 de junho, na catarinense São Joaquim. O evento reúne produtores, consultores, pesquisadores e fornecedores de tecnologias. Na ocasião, a companhia Sipcam Nichino Brasil, com histórico de forte presença no mercado brasileiro de agroquímicos para HF, apresenta um portfólio robusto voltado à nutrição e ao controle de pragas e doenças das culturas de maçã e uva.

Recentemente, a Sipcam Nichino introduziu no país uma plataforma de bioestimulantes, formada pelas soluções Abyss®, Blackjak®, Nutex® Premium e Stilo® Verde. Para a companhia, o ‘bioestímulo’ entrega aumento significativo em produtividade e sanidade da maçã e da uva.

“Comprovamos a potencialização do desenvolvimento das culturas, resultante de alterações em processos fisiológicos, como por exemplo maior capacidade fotossintética”, resume José de Freitas, engenheiro agrônomo, da área de desenvolvimento de mercado. “O uso correto dessas tecnologias de última geração traz melhor desenvolvimento vegetativo e reprodutivo às culturas de maçã e uva, com plantas e frutos mais sadios e produtivos, mesmo diante de entraves climáticos aos sistemas de produção.”

O controle de pragas e doenças também terá espaço destacado pela Sipcam Nichino no Senafrut. A companhia difundirá informações sobre resultados entregues aos produtores pelos fungicidas Academic®, Dodex®, Metiltiofan® e Zetanil® e o inseticida Trebon®.

De acordo com Freitas, as culturas de maçã e uva são estratégicas para o negócio da Sipcam Nichino Brasil. “A fruticultura da região Sul do país tem sido alvo de investimentos da companhia em pesquisa e desenvolvimento de soluções tecnológicas. O objetivo é auxiliar o produtor a enfrentar desafios fitossanitários e climáticos, assim produzir mais e melhor”, conclui José de Freitas.

Criada em 1979, a Sipcam Nichino resulta da união entre a italiana Sipcam, fundada em 1946, especialista em agroquímicos pós-patentes e a japonesa Nihon Nohyaku (Nichino). A Nichino tornou-se a primeira companhia de agroquímicos do Japão, em 1928, e desde sua chegada ao mercado atua centrada na inovação e no desenvolvimento de novas moléculas para proteção de cultivos.





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Produção brasileira de carnes deve alcançar 31,5 milhões de toneladas


A produção brasileira de carnes bovina, suína e de frango deve alcançar 31,57 milhões de toneladas em 2025, mantendo-se no mesmo nível recorde de 2024, de acordo com a atualização do quadro de suprimentos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgada nesta sexta-feira (13).

O desempenho é puxado, principalmente, pelos avanços nas produções da proteína suína e de frango. No caso da proveniente do porco, a expectativa é de novo recorde: 5,56 milhões de toneladas, alta de 4,4% em relação ao ano anterior.

De acordo com o gerente de Fibras e Alimentos Básicos da entidade, Gabriel Rabello, o crescimento está ligado à diversificação de cortes para o mercado interno e à abertura de novas oportunidades no exterior. Com isso, as exportações do setor devem atingir 1,45 milhão de toneladas, um avanço de 9,7%.

Menor dependência da China

A participação da China nos embarques de proteínas animais brasileiras, que representava 51% das vendas internacionais em 2020, caiu para 16% em 2025.

Já as Filipinas ganharam destaque e hoje absorvem cerca de 20% das vendas externas. Mesmo com o aumento das exportações, a oferta interna deve crescer 2,6%, chegando a 4,13 milhões de toneladas.

De acordo com o documento da Conab, a produção de carne de frango também deve bater recorde neste ano, com 15,48 milhões de toneladas, crescimento de 1,5%.

A disponibilidade no mercado interno deve subir 2,2%, somando 10,33 milhões de toneladas. As exportações, no entanto, tendem a se manter estáveis, em 5,13 milhões de toneladas.

Rabello destaca que o ritmo de embarques foi afetado recentemente pelo caso de gripe aviária registrado em uma granja comercial no Rio Grande do Sul. Em resposta, o Ministério da Agricultura acionou o Plano de Contingência para conter e erradicar o foco da doença, preservando a capacidade produtiva do setor e a segurança alimentar.

“Com o controle da doença e a garantia da sanidade animal, os embarques devem se normalizar”, afirma o gerente.

Carne bovina

A produção de carne bovina deve apresentar leve recuo, chegando a 10,52 milhões de toneladas, reflexo da inversão do ciclo pecuário, com retenção de matrizes e menor abate de fêmeas.

De acordo com Rabello, ainda assim, será a segunda maior produção já registrada na série histórica da Conab. Enquanto isso, a oferta interna deve recuar para 6,58 milhões de toneladas, enquanto as exportações seguem em alta, podendo atingir 4 milhões de toneladas.

A China continua sendo o principal destino da carne bovina brasileira, com 41% de participação. Os Estados Unidos também ampliaram sua presença, passando de 8% em 2024 para 13% neste ano. De janeiro a abril de 2025, o volume exportado para os EUA cresceu 56% na comparação anual.

Produção de ovos

Ovos
Granja de ovos em Cascavel.

A produção de ovos para consumo também deve atingir um novo recorde em 2025, estimada em 48,5 bilhões de unidades, segundo a Conab.

O volume representa alta de 5,4% frente ao ano anterior e reforça o abastecimento do mercado interno.



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Brasil vive dia de ‘euforia’ com preços de soja em alta e registros de negociações com o grão



A sexta-feira (13) foi marcada por avanço nas cotações de soja no Brasil, impulsionado pela disparada do óleo na Bolsa de Chicago. O mercado doméstico registrou um volume expressivo de comercializações, com destaque para a alta nos preços em diversas praças do país.

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De acordo com o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o movimento foi intenso ao longo do dia. Pelos relatos de mercado, o volume negociado pode ter chegado a 500 mil toneladas só nesta sexta. Ao longo da semana, estima-se que entre 700 e 900 mil toneladas tenham sido movimentadas.

Confira os preços da soja no Brasil:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 131,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 130,00 para R$ 132,00
  • Porto de Rio Grande (RS): subiu de R$ 133,50 para R$ 136,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 133,00 para R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 116,00 para R$ 118,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 118,00 para R$ 120,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 117,00 para R$ 120,00

Em Chicago, os contratos futuros da soja encerraram o dia em alta, apoiados na valorização do petróleo e nas propostas de elevação dos mandatos de biocombustíveis nos Estados Unidos. A Agência de Proteção Ambiental (EPA) sugeriu aumentos significativos na mistura obrigatória de diesel à base de biomassa até 2027, o que disparou os contratos do óleo de soja e arrastou os do grão junto.

O analista Gabriel Viana, também da Safras & Mercado, explica que mesmo sem mudanças previstas para os mandatos de 2025, o salto nas metas futuras é expressivo e deve seguir dando sustentação às cotações nos próximos dias.

Na Bolsa de Chicago, os contratos da soja em grão com entrega em julho subiram 27,50 centavos de dólar, ou 2,63%, fechando a US$ 10,69 ¾ por bushel. A posição novembro avançou para US$ 10,54 ¾, alta de 2,67%.

No mercado de subprodutos, o farelo para julho recuou 0,88%, a US$ 291,90 por tonelada. Já o óleo fechou com valorização de 6,30%, cotado a 50,61 centavos de dólar por libra-peso.

O dólar comercial terminou o dia praticamente estável, com leve queda de 0,03%, vendido a R$ 5,5408. Na semana, a moeda acumulou desvalorização de 0,51%.



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veja como os preços da arroba encerraram a semana



O mercado físico do boi gordo volta a apresentar elevação dos preços no decorrer da sexta-feira (13).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o ambiente de negócios volta a sugerir por novos reajustes no curto prazo, em linha com o atual posicionamento das escalas de abate (entre cinco e sete dias úteis na média nacional).

“A oferta de animais apresenta diminuição após as boas chuvas no Centro-Norte do país durante a primeira quinzena de junho, melhorando as condições das pastagens. Outro aspecto a ser mencionado é que as exportações permanecem em ótimo nível no decorrer do ano, sendo o grande fator de demanda”, disse.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 322,25 — ontem: R$ 319,92
  • Goiás: R$ 304,29 — na quinta: R$ 303,39
  • Minas Gerais: R$ 311,76 — anteriormente: R$ 310,29
  • Mato Grosso do Sul: R$ 318,64 — ontem: R$ 318,18
  • Mato Grosso: R$ 316,96 — na quinta: R$ 315,47

Mercado atacadista

O mercado atacadista encerra a semana apresentando acomodação em seus preços. Segundo Iglesias, a expectativa é de menor propensão a reajustes durante a segunda quinzena do mês, período pautado por menor apelo ao consumo.

É importante destacar que proteínas mais acessíveis ainda contam com a preferência da população no decorrer do ano, consequência do baixo poder de compra.”

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 24,50 por quilo, o dianteiro ainda é cotado a R$ 19,50 por quilo e a ponta de agulha permanece no patamar de R$ 18,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,03%, sendo negociado a R$ 5,5408 para venda e a R$ 5,5388 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,5302 e a máxima de R$ 5,5937. Na semana, a moeda teve desvalorização de 0,51%.



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JBS estreia na Bolsa de New York com alta de 1,61%



Logo na estreia da JBS na Bolsa de Valores dos Estados Unidos, nesta sexta-feira (13), as ações da companhia fecharam em alta de 1,61%, cotadas a US$ 13,87 (R$ 76,84).

A empresa passou a ser negociada na New York Stock Exchange (NYSE) sob o código JBS. A companhia fará o pagamento dos dividendos em 17 de junho.

“Estar na NYSE nos posiciona mais próximos dos grandes centros de investimento globais, fortalecendo nossa capacidade de executar nossa estratégia de crescimento, inovação e de entrega de valor aos nossos acionistas, colaboradores e comunidades”, afirmou em comunicado o CEO Global da JBS, Gilberto Tomazoni.

Agora, com a listagem em Nova York, o frigorífico da família Batista, que iniciou as atividades em 1953, quando seu fundador, José Batista Sobrinho, iniciou as operações em uma pequena planta com capacidade de processamento de cinco cabeças de gado por dia, visa aumentar a captação de capital, acessando a maior Bolsa de Valores do mundo.

Além disso, os Estados Unidos seguem como um importante mercado para a empresa. Vale lembrar que no final de maio deste ano, foi anunciado o plano de investimento de US$ 135 milhões para a construção de uma moderna fábrica de produção de salsichas na cidade de Perry, no estado norte-americano de Iowa.

O conglomerado JBS conta, atualmente, com mais de 250 fábricas, produção em 17 países, empregando 280 mil pessoas (no Brasil, são 158 mil). Seus produtos são comercializados em mais de 180 países.



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Protestos no RS completam um mês em busca de prorrogação de dívidas



Há exatamente um mês, máquinas agrícolas posicionadas na beira de importantes rodovias do Rio Grande do Sul estampam cartezas pedindo apoio ao setor, vítima de estiagens e enchentes que trouxeram sucessivas quebras de safra.

Os cartazes, em sua maioria, pedem o andamento do Projeto de Lei 320/25, o PL da Securitização, que prorroga as dívidas dos produtores rurais por um prazo de 20 anos e oferece melhores condições de pagamento.

O agricultor Renato Birai da Silva conta que, por conta das dificuldades enfrentadas, já não tem mais esperanças em ter “sangue novo” na área. “A gente não tem incentivo nenhum de trabalhar hoje na agricultura com a dificuldade que a gente tem. Quando eu e o meu guri começamos, ele estava incentivado a trabalhar na agricultura, mas hoje ele quer vir embora para a cidade. Ele está me incentivando a vender as máquinas para a gente parar de trabalhar.”

Sem as prorrogações das dívidas, muitos produtores estão sem poder de investimento. Assim, com o CPF bloqueado nos bancos, não conseguem ter acesso a novos créditos para plantar a safra de inverno e a de verão que vem na sequência.

No fim de maio, a Resolução 5220, do Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou o adiamento das dívidas vencidas em 2025 por até três anos, mas a medida não agradou o setor.

“O banco poderia renegociar dívidas dos agricultores respeitando o limite de 8% da sua carteira agrícola, ou seja, a cada R$ 100.000 emprestados, apenas R$ 8 mil poderiam ser renegociados. Esses limites foram aumentados especificamente para esse ano e para o estado do Rio Grande do Sul, chegando até 23% da carteira agrícola da instituição. Esse apontamento, portanto, é o único item específico para a agricultura gaúcha”, destaca o advogado especialista em agronegócio Francisco Torma.

Diante disso, tratoraços continuam sendo feitos em diversas regiões do estado na intenção de explicar para a população urbana a importância do agro seguir plantando e gerando renda. Afinal, grande parte das cidades gaúchas tem o setor primário como base da economia.

Atualmente, o projeto de securitização está nas comissões do Senado. Se não houver andamento, entidades do agro apontam para uma diminuição severa na área plantada no estado na safra 2025/26.



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Inmet prevê chuvas intensas no Norte e frio extremo no Sul


A previsão do tempo para a semana de 9 a 16 de junho indica um cenário climático contrastante no Brasil, com destaque para chuvas volumosas na Região Norte e queda acentuada nas temperaturas no centro-sul do país. Segundo informações divulgadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os acumulados de chuva podem ultrapassar os 60 mm em estados como Amazonas, Roraima, Amapá e noroeste do Pará.

O boletim meteorológico aponta que, além do Norte, há previsão de chuvas entre 20 e 40 mm em áreas do leste do Nordeste, na divisa entre São Paulo e Minas Gerais, no sudoeste do Paraná, oeste de Santa Catarina e também no Rio Grande do Sul. Essas chuvas, no entanto, devem ser mais isoladas, com destaque para áreas específicas, segundo o Inmet.

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Na Região Nordeste, o tempo deve permanecer predominantemente seco no interior. As exceções ficam para áreas litorâneas da Bahia, Sergipe e Alagoas, onde os volumes podem ultrapassar os 20 mm. Já no interior nordestino, a tendência é de tempo aberto, com poucas chances de precipitação significativa.

As regiões Sudeste e Centro-Oeste também terão influência de instabilidades pontuais. A previsão indica chuvas em áreas do sul de Goiás, leste e sul de Mato Grosso do Sul, norte e leste de São Paulo, sul de Minas Gerais e no estado do Rio de Janeiro. Nesses locais, os volumes podem superar os 20 mm, especialmente no início da semana.

O destaque na Região Sul será a queda nas temperaturas. A chegada de uma massa de ar frio provocará declínio acentuado nos termômetros. Conforme o Inmet, as mínimas devem se aproximar de 0°C em áreas do Sul, com possibilidade de formação de geadas, especialmente em regiões serranas e de maior altitude.

O restante da Região Sul terá tempo mais estável até o fim da semana, com chuvas isoladas apenas no leste de Santa Catarina e do Paraná. A combinação de frio intenso e baixa umidade aumenta o risco de impactos na agricultura, o que exige atenção redobrada dos produtores rurais quanto às condições meteorológicas e medidas de proteção às lavouras sensíveis ao frio.





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confirmado primeiro caso em Goiás



A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa) confirmou nesta sexta-feira (13) a detecção do primeiro foco de influenza aviária de alta patogenicidade (gripe asiática) em Goiás. O caso foi registrado em aves de subsistência no município de Santo Antônio da Barra, região sudoeste de Goiás.

O resultado foi divulgado após análises realizadas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA) do Ministério de Agricultura e Pecuária (Mapa).

A notificação da suspeita foi feita à agência na última segunda-feira (9), com relatos de morte de cerca de 100 galinhas que apresentaram sinais como asas caídas, secreção nasal, dificuldade respiratória, apatia, diarreia e edema de face.

“Mesmo sendo um caso isolado, sem impacto no comércio de produtos avícolas, a confirmação reforça a necessidade de intensificarmos as medidas de contenção e de vigilância. Já mobilizamos nossas equipes para atuarem na área afetada, com ações de controle sanitário, investigação epidemiológica e reforço das orientações à população. A Agrodefesa segue atenta e comprometida com a proteção da avicultura goiana”, afirma o presidente da Agrodefesa, José Ricardo Caixeta Ramos.

Ele acrescenta que é importante ressaltar que a influenza aviária não representa risco à saúde humana, quando não há contato direto com aves doentes, e que o consumo de carne de aves e de ovos continua seguro para a população.

Medidas de contenção e controle

Como parte do Plano Estadual de Contingência para a Influenza Aviária, a Agrodefesa já colocou em operação um Grupo Especial de Emergência Zoossanitária, com apoio de setores como segurança pública, Defesa Civil e prefeitura do município afetado. Uma equipe técnica da agência estará no local para as atividades de vigilância e monitoramento. O foco do trabalho, segundo a Agrodefesa, está concentrado em ações imediatas e coordenadas para conter a disseminação do vírus, proteger a saúde animal e humana e preservar a produção avícola goiana.

Entre as ações emergenciais estão a implantação de vigilância no raio de dez quilômetros ao redor do foco, com monitoramento intensivo do trânsito de aves, ovos e materiais avícolas, restrição de movimentações e reforço nas barreiras sanitárias e suspensão temporária de feiras e exposições com aves vivas nas regiões afetadas.

O trabalho de educação sanitária também faz parte, por meio da conscientização de produtores, profissionais, imprensa e população local sobre os riscos e medidas de prevenção, além da necessidade de notificação em caso de suspeitas da doença.



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chuva anima produtores e seca abre caminho para a colheita



Segundo a previsão do tempo, chuvas entre 40 e 60 milímetros são esperadas em Roraima nos próximos dias. Os volumes são considerados ideais para a região, que enfrenta calor intenso, e devem favorecer diretamente o desenvolvimento das lavouras, um alívio para os produtores locais, já que o estado é o único do país em plena safra de soja neste momento.

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Nas demais regiões brasileiras, o cenário climático apresenta características bem distintas. Estados do Centro-Oeste, por exemplo, estão no período de entressafra ou focados na colheita da segunda safra de milho, o chamado safrinha. O tempo seco previsto para os próximos dias deve favorecer o andamento dessas atividades, permitindo que os produtores trabalhem com mais tranquilidade e sem grandes interrupções.

O contraste fica ainda mais evidente no Sul do país, especialmente no Rio Grande do Sul, onde as chuvas persistem com volumes elevados. Os acumulados têm deixado o solo encharcado, o que já causa preocupação entre os agricultores e levanta alertas sobre possíveis prejuízos em diversas culturas, especialmente as que são mais sensíveis ao excesso de água.

No Norte do Brasil, a presença contínua da Zona de Convergência Intertropical mantém os índices de umidade elevados, contribuindo para um clima mais instável. Já na faixa leste do Nordeste, a previsão para os próximos 10 dias indica volumes de chuva entre 60 e 70 milímetros, mantendo as extremidades do país mais úmidas. Enquanto isso, a região central brasileira permanece sob condições de tempo seco, reforçando a divisão climática que caracteriza o país neste período.



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Vietnã é anunciado como país parceiro do Brics



O Vietnã é o mais novo país parceiro do Brics. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (13) pela presidência brasileira do Brics, que comanda o bloco este ano. Com a decisão, o Vietnã se torna o décimo país parceiro do Brics, juntamente com Belarus, Bolívia, Cazaquistão, Cuba, Malásia, Nigéria, Tailândia, Uganda e Uzbequistão. A categoria de país parceiro foi criada na 16ª Cúpula realizada em Kazan, na República do Tartaristão, em outubro de 2024.

O país asiático tem população de quase 100 milhões de habitantes, destacando-se como um ator relevante na região, em razão do dinamismo da sua economia fortemente integrada às cadeias globais de valor.

“O país compartilha com os membros e parceiros do Brics o compromisso com uma ordem internacional mais inclusiva e representativa. Sua atuação em prol da cooperação Sul-Sul e do desenvolvimento sustentável reforça a convergência com os interesses do agrupamento”, informou a presidência brasileira do bloco ao anunciar a parceria.

Na condição de país parceiro, o Vietnã tem convite garantido para a Cúpula do bloco, para a reunião de ministros das Relações Exteriores e pode integrar outros espaços de discussão do fórum dos Brics, após consulta aos países membros e decisão por consenso.

Os países parceiros podem ainda endossar às Declarações de Cúpula do Brics, Conjuntas dos ministros das Relações Exteriores do Brics, bem como a outros documentos finais.

Atualmente o bloco é composto por 11 países-membros: África do Sul, Arábia Saudita, Brasil, China, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia, Índia, Irã e Rússia. Em termos populacionais, ele representa aproximadamente 48,5% da população do planeta.

No comércio internacional, os países do Brics respondem por 24% do total das trocas mundiais. O Brics tem também aproximadamente 72% das reservas mundiais de minerais de terras raras, 43,6% da produção mundial de petróleo, 36% da produção mundial de gás natural e 78,2% da produção global de carvão minera.

No que diz respeito à corrente de comércio do Brasil com o Brics, ela totalizou USD 210 bilhões, representando 35% do total em 2024.

O bloco foi ainda o destino de USD 121 bilhões das exportações brasileiras, representando 36% do total exportado pelo Brasil em 2024 e foi a origem de USD 88 bilhões das importações brasileiras, representando 34% do total importado pelo Brasil no mesmo ano.



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