quarta-feira, maio 20, 2026

Agro

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Confira o que acontece no mercado de milho


O mercado de milho segue lateralizado no Rio Grande do Sul, com negócios pontuais, de acordo com informações da TF Agroeconômica. “A referência permanece em R$ 66,00 em Santa Rosa e Ijuí, R$ 67,00 em Não-Me-Toque, R$ 68,00 em Marau e Gaurama, R$ 69,00 em Seberi e R$ 70,00 em Arroio do Meio, Lajeado e Montenegro. As indicações para o interior em junho oscilam entre R$ 66,00 e R$ 68,00, mas os vendedores continuam firmes nas pedidas e evitam fechar negócio nos níveis atuais. O preço de pedra em Panambi segue em R$ 61,00 por saca”, comenta.

Safra recorde em Santa Catarina contrasta com mercado ainda travado. “No Planalto Norte, os produtores insistem em R$ 82,00 por saca, enquanto as ofertas não passam de R$ 79,00. Em Campos Novos, o cenário é ainda mais discrepante: os pedidos variam entre R$ 83,00 e R$ 85,00, mas os compradores não ultrapassam R$ 80,00 CIF, mantendo o mercado totalmente desalinhado. A comercialização segue emperrada apesar do excelente desempenho das lavouras”, completa.

A colheita travada no Paraná mantém o mercado lento. “Nos Campos Gerais, o milho disponível é ofertado a R$ 76,00 por saca FOB, com registros pontuais de pedidos a R$ 80,00, mas as ofertas CIF para junho seguem em R$ 73,00, voltadas especialmente à indústria de rações. No campo, a colheita da segunda safra continua praticamente paralisada”, indica.

Liquidez baixa persiste em Mato Grosso do Sul, mesmo com recuperação em algumas regiões. “As cotações mais recentes confirmam esse cenário: R$ 50,60 em Dourados, R$ 53,00 em Campo Grande, R$ 54,00 em Sidrolândia, R$ 53,00 em Maracaju e R$ 46,59 em Chapadão do Sul, que se recupera após sofrer forte queda na semana anterior. Com a colheita da segunda safra ainda em ritmo lento, a oferta segue restrita, impedindo avanço significativo nas comercializações”, conclui.

 





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Mercado de trigo enfrenta desafios


Segundo a TF Agroeconômica, o mercado de trigo no Sul do Brasil enfrenta desafios significativos para a safra de 2025, especialmente no Rio Grande do Sul. Embora a Emater projete uma área de 1,19 milhão de hectares, cooperativas, cerealistas e produtores estimam um máximo de 1 milhão de hectares. A baixa adubação de base e as chuvas excessivas que atrasaram o plantio indicam uma produção entre 3,0 e 3,3 milhões de toneladas, o que pode reduzir a projeção nacional da Conab em até 1 milhão de toneladas. Além disso, houve descarte de sementes, sinalizando uma redução de 65% no uso planejado.

No mercado disponível, a comercialização está praticamente paralisada, sem negócios futuros ou novas demandas. Os moinhos consideram o preço de referência futuro de R$ 1.330,00 em Rio Grande elevado, enquanto a farinha não apresenta reação no mercado. O volume disponível no estado para negociação gira entre 320.000 e 370.000 toneladas. Na exportação, o valor para dezembro recuou para R$ 1.280,00, refletindo a pouca presença dos moinhos. O preço da pedra em Panambi se manteve em R$ 70,00 a saca.

Em Santa Catarina, o mercado continua lento, dependendo do escoamento da farinha. Os moinhos indicam preços entre R$ 1.420,00 e R$ 1.430,00 CIF, enquanto sobra de semente é negociada a R$ 1.500,00 FOB. O trigo gaúcho chega ao estado entre R$ 1.480,00 e R$ 1.500,00 CIF. A Conab já apontou redução de 6,3% na produção local, apesar de ligeiro aumento de área. Os preços da pedra mantiveram estabilidade, variando entre R$ 75,00 e R$ 80,00 a saca, conforme a região.

No Paraná, o mercado segue travado, com vendedores buscando valores acima de R$ 1.550,00/t FOB, mas compradores ofertando R$ 1.500,00 CIF para julho e outubro. A forte presença de trigo importado, especialmente argentino, pressiona os preços, com oferta de US$ 275-278/t em Paranaguá. A média da pedra recuou 0,70% na semana, para R$ 78,70, ainda garantindo um lucro médio de 7,03% ao produtor, segundo o Deral.

 





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Semeadura avança, mas preços do trigo seguem em queda no Brasil



Com oferta e câmbio desfavoráveis, mercado desacelera




Foto: Pixabay

Os preços do trigo continuam em trajetória de queda no mercado brasileiro. A combinação entre a baixa demanda interna, o avanço da semeadura e os efeitos do câmbio pressionam as cotações, dificultando a recuperação dos valores pagos ao produtor.

Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a desvalorização do dólar frente ao real e o recuo das cotações internacionais intensificam o movimento de baixa. A retração na demanda interna também tem peso importante, já que muitas indústrias moageiras permanecem abastecidas ou operando com trigo importado, o que reduz o interesse pelas compras no mercado doméstico.

Do lado da produção, os agricultores estão com foco total nas atividades de campo, o que contribui para uma liquidez reduzida. O Cepea aponta que o volume de negócios no mercado interno segue limitado, refletindo o atual descompasso entre oferta e demanda.

No campo, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que, até o dia 7 de junho, cerca de 42% da área total prevista para o trigo no Brasil já havia sido semeada. A tendência é de avanço nas próximas semanas, especialmente nas regiões Sul e Centro-Oeste, que concentram a maior parte da produção nacional.

A mais recente estimativa da Conab projeta uma área cultivada de 2,67 milhões de hectares, número 1% menor do que o previsto em maio e 12,6% inferior à área da safra passada. Apesar disso, a produção estimada é de 8,192 milhões de toneladas, o que representa uma leve queda de 0,8% em relação à previsão anterior, mas ainda 3,8% superior ao volume colhido na safra de 2024.

Com esse cenário de preços pressionados e ritmo lento nos negócios, os agentes do setor seguem atentos ao clima e ao câmbio, dois fatores que ainda podem influenciar diretamente a rentabilidade da nova safra e os rumos do mercado interno nas próximas semanas.





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Alerta severo para cheia no Rio Taquari é emitido pela Defesa Civil



A Defesa Civil do Rio Grande do Sul emitiu um alerta na tarde desta quarta-feira (18) de risco muito alto de inundação nas cidades de Lajeado e Estrela, em razão da elevação do Rio Taquari, que atingiu a cota de inundação. O alerta tem validade até às 10h de quinta-feira (19).

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O alerta vermelho (risco muito alto) indica que a população deve evitar as áreas inundáveis e não retornar a locais que já foram evacuados.

A prefeitura de Lajeado informou que iniciou o plano de contingência na madrugada desta quarta-feira com a retirada de moradores que residem próximo ao rio.

De acordo com o governo municipal, na manhã desta quarta-feira a medição do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) registrou a marca de 18,92 metros. O nível normal do rio em Lajeado é de 13m, e a cota de inundação é de 19m.

A retirada inclui famílias residentes em áreas que ficam até a cota dos 21 metros. A previsão atual da CPRM indica que o nível do Rio Taquari pode chegar a 20,25m.

Entre setembro de 2023 e maio de 2024, três enchentes históricas arruinaram cidades inteiras da região do Vale do Taquari, destruindo casas, indústrias, estradas e pontes.

Em caso de emergência, a população pode entrar em contato com a Defesa Civil do município pelo telefone (51) 3982-1150 ou pelo WhatsApp (51) 99828-4971.

As fortes chuvas que atingem o estado já deixaram duas pessoas mortas e uma desaparecida. Segundo a Defesa Civil estadual, até a manhã desta quarta-feira (18), o número de desalojados (pessoas que tiveram que deixar suas residências e se alojar na casa de parentes, amigos ou hotéis) chegava a 1.336. Outras 1.197 pessoas estão temporariamente em abrigos públicos ou de entidades assistenciais.



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chuva de 100 mm ainda está por vir



Os temporais continuam no Rio Grande do Sul com a frente fria estacionada sobre o estado. O cenário traz risco de alagamentos, deslizamentos de terra e também enchentes, principalmente em áreas centrais do território gaúcho e da Encruzilhada do Sul.

De acordo com o meteorologista do canal Rural, Arthur Müller, a região de Rio Pardo recebeu mais de 250 mm de chuva nas últimas 48 horas, com expectativa de continuidade de altos volumes até o início de sexta-feira (20).

“Associada à chuva, também tem a condição de queda de granizo e rajadas de vento que podem ultrapassar os 100 km/h. A chuva só começa a avançar para Santa Catarina e para o Paraná no decorrer desta quinta-feira (19), porém, não chega com tanta intensidade no oeste paranaense”, conta.

Segundo Müller, de forma geral, o Rio Grande do Sul deve conviver com volumes de chuva superiores a 100 mm, o que deixa o estado sob atenção.

“Na segunda e terça-feira, a temperatura despenca na Região Sul. Em áreas de baixada, os termômetros podem zerar, ou seja, expectativa de geada entre segunda (23) e terça-feira (24) no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná.” Além de essa condição afetar o milho segunda safra no estado paranaense pode atingir os cafezais no norte do Paraná.”

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Copom eleva juros básicos da economia para 15% ao ano


Apesar do recuo recente da inflação, as incertezas em relação à economia fizeram o Banco Central (BC) elevar os juros. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou a Taxa Selic, juros básicos da economia, em 0,25 ponto percentual, para 15% ao ano.

Embora houvesse divisões, a decisão surpreendeu parte do mercado financeiro, que esperava a manutenção em 14,75% ao ano.

Essa foi a sétima elevação seguida dos juros básicos. A Selic está no maior nível desde julho de 2006, quando estava em 15,25% ao ano. Esse deve ser o último aperto monetário, antes da interrupção no ciclo de alta, no segundo semestre.

De setembro do ano passado a maio deste ano, a Selic foi elevada seis vezes. Após chegar a 10,5% ao ano de junho a agosto do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro do ano passado, com uma alta de 0,25 ponto, uma de 0,5 ponto, três de 1 ponto percentual e uma de 0,5 ponto.

Alta acumulada da inflação

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, que mede a inflação oficial, recuou para 0,26%, mesmo com a pressão de alguns alimentos e da conta de energia. Com o resultado, o indicador acumula alta de 5,32% em 12 meses, acima do teto da meta contínua de inflação.

Pelo novo sistema de meta contínua em vigor desde janeiro, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.

No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em junho de 2025, a inflação desde julho de 2024 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em julho, o procedimento se repete, com apuração a partir de agosto de 2024. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.

No último Relatório de Inflação, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou para 5,1% a previsão do IPCA para 2025, mas a estimativa pode ser revista, dependendo do comportamento do dólar e da inflação. O próximo relatório será divulgado no fim de junho.

As previsões do mercado estão mais pessimistas. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo BC, a inflação oficial deverá fechar o ano em 5,25%, quase 1 ponto acima do teto da meta. Há um mês, as estimativas do mercado estavam em 5,5%.

Juros altos e crédito mais caro

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Foto produzida com IA

O aumento da taxa Selic ajuda a conter a inflação. Isso porque juros mais altos encarecem o crédito e desestimulam a produção e o consumo. Por outro lado, taxas maiores dificultam o crescimento econômico. No último Relatório de Inflação, o Banco Central reduziu para 1,9% a projeção de crescimento para a economia em 2025.

O mercado projeta crescimento melhor. Segundo a última edição do boletim Focus, os analistas econômicos preveem expansão de 2,2% do PIB em 2025.

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o Banco Central segura o excesso de demanda que pressiona os preços, porque juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Ao reduzir os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas enfraquece o controle da inflação. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de subir.



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confira as cotações nesta véspera de feriado



O mercado físico do boi gordo registrou preços predominantemente acomodados ao longo desta quarta-feira (18).

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, os frigoríficos tentam cadenciar o movimento de alta, aguardando a entrada mais representativa de animais confinados no mercado (contratos a termo).

“O que se percebe é um mercado com um perfil mais lateralizado neste momento. Sob o prisma da demanda, o mercado ainda centra suas atenções nas exportações, com um desempenho bastante favorável, enquanto o mercado doméstico conta com suas fragilidades.”

  • São Paulo: R$ 321,75 — ontem: R$ 321
  • Goiás: R$ 305,36 — inalterado
  • Minas Gerais: R$ 302,35 — na terça: R$ 301,76
  • Mato Grosso do Sul: R$ 321,02 —  ontem: R$ 320,68
  • Mato Grosso: R$ 317,97 — anteriormente: R$ 316,55

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresenta firmeza eu suas cotações durante a quarta-feira. De acordo com Iglesias, o ambiente de negócios ainda sugere por alguma retração dos preços no curto prazo, em linha com a reposição mais lenta entre atacado e varejo durante a segunda quinzena do mês.

“Além disso, precisa ser mencionada a predileção por proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, dos ovos e dos embutidos em geral”, ressaltou.

O quarto traseiro segue no patamar de R$ 24,50 por quilo; o dianteiro ainda é cotado a R$
19,50 por quilo e a ponta de agulha continua no patamar de R$ 18,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,06%, sendo negociado a R$ 5,5000 para venda e a R$ 5,4980 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,4744 e a máxima de R$ 5,5106.



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AgroNewsPolítica & Agro

Tecnologia regenerativa para solo aumenta disponibilização de boro no milho e aumenta potencial produtivo


O milho, uma das principais culturas do agronegócio brasileiro, exige equilíbrio nutricional para expressar seu máximo potencial produtivo. Entre os micronutrientes fundamentais, o Boro tem papel decisivo, especialmente no processo de fecundação, formação e preenchimento dos grãos na espiga. A deficiência desse elemento compromete diretamente a produtividade, resultando em espigas falhadas, grãos malformados e perdas econômicas significativas.

Recentemente, estudos conduzidos pelo renomado especialista Dr. Ubirajara Fontoura, PhD em solos e cofundador da Embrapa Centro-Oeste, onde também foi Diretor Geral, demonstraram que o uso da Tecnologia do Consórcio Probiótico (TCP), quando aplicada no solo, aumenta significativamente os teores de fósforo (14%), potássio (13%) e boro nas plantas de milho, sendo esse último acima de 10%.

A descoberta reforça que a TCP não é apenas uma solução biológica voltada para o solo, mas também um agente promotor de equilíbrio nutricional para a planta. “O que observamos foi um aumento consistente dos teores de boro, o que impacta diretamente na fecundação das flores, no enchimento dos grãos e, consequentemente, na produtividade das lavouras”, afirma Dr. Ubirajara.

O boro é essencial para a formação dos tubos polínicos durante a fecundação, além de participar da divisão celular e do transporte de açúcares. Sua deficiência impede o desenvolvimento pleno das espigas, reduzindo o número de grãos e afetando diretamente o rendimento final da lavoura.

Este é mais um dos inúmeros benefícios observados com o uso da Tecnologia do Consórcio Probiótico (TCP), que atua restaurando o equilíbrio biológico do solo e proporcionando uma série de interações naturais fundamentais, como:

– Fixação biológica de nitrogênio,

– Maior disponibilização de macro e micronutrientes (como fósforo, potássio, manganês, cálcio e, agora comprovadamente, boro),

– Descompactação biológica do solo,

– Maior tolerância das plantas ao estresse hídrico,

– Melhor desenvolvimento radicular e vegetativo,

– Plantas mais saudáveis, vigorosas e produtivas.

A TCP não entrega apenas uma correção pontual, mas promove uma verdadeira regeneração da vida no solo, permitindo que ele volte a exercer suas funções naturais, que muitas vezes foram perdidas devido ao manejo convencional e ao uso excessivo de insumos químicos.

Com resultados científicos, dados de campo e o respaldo de especialistas como Dr. Ubirajara Fontoura, a Tecnologia do Consórcio Probiótico vem se consolidando como uma das mais promissoras ferramentas da agricultura regenerativa no Brasil.

 





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Véspera de feriado: preços de soja caíram ou aumentaram?



O mercado brasileiro de soja registrou uma quarta-feira marcada pela lentidão, reflexo da véspera de feriado e da falta de estímulos vindos da Bolsa de Chicago e da cotação do dólar, ambos operando de forma lateralizada. Segundo o consultor da Safras & Mercado, Rafael Silveira, apenas a região de Formosa, em Goiás, apresentou movimentação relevante, com alguns bons negócios. Nas demais praças, o ritmo foi moroso e as cotações pouco mudaram.

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Soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 131,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 132,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 136,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 135,50 para R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 118,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 119,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) encerraram a sessão com leves oscilações. O grão fechou próximo da estabilidade, enquanto o farelo recuou e o óleo teve valorização. A realização de lucros, após três sessões consecutivas de alta, gerou certa pressão, mas preocupações com o clima nos EUA atuaram como fator de sustentação.

Contratos futuros da soja

O contrato de soja em grão para julho/25 subiu 0,75 centavos de dólar por bushel (0,06%), encerrando a US$ 10,74 3/4 por bushel. A posição novembro/25 avançou 0,50 centavos (0,04%), cotada a US$ 10,68 1/4.

Nos subprodutos, o farelo para julho/24 caiu US$ 0,20 (0,07%), a US$ 284,90 por tonelada. O óleo para julho/25 subiu 0,02 centavos (0,03%), chegando a 54,77 centavos de dólar por libra-peso.

Dólar

O dólar comercial encerrou em leve alta de 0,06%, cotado a R$ 5,5000 para venda e R$ 5,4980 para compra. Ao longo do dia, a moeda variou entre R$ 5,4744 na mínima e R$ 5,5106 na máxima.



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El Niño e La Niña: fenômenos chegam às lavouras de soja?



Com o inverno se aproximando, a lavouras de soja do Brasil devem enfrentar um cenário marcado pela neutralidade climática no Pacífico Equatorial, fica o questionamento se o El Niño ou La Niña aparecerão nos próximos meses. A previsão especial é do meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, que destaca: o inverno será seco e quente, mas a chuva volta no momento certo para quem vai plantar soja.

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Julho e agosto: período seco e muito quente para a soja

Segundo Müller, os meses de julho e agosto terão pouquíssima chuva no Centro-Oeste e no Sudeste. A expectativa é de um período seco, sem volumes significativos. A boa notícia vem a partir de setembro, com o retorno das chuvas acima da média nas principais regiões produtoras de soja, especialmente no Centro-Oeste.

O problema é a anomalia de temperatura. Julho, agosto e setembro devem registrar temperaturas acima da média, com ondas de calor, focos de incêndio e até temperaturas do solo superiores a 50 °C em regiões do Centro-Oeste. O produtor precisa ficar atento à semeadura e aguardar as ondas de calor passarem e as chuvas se concretizarem para começar o plantio. Isso evita replantio e protege o desenvolvimento inicial da lavoura, já que solo acima de 41 °C já é ruim, e a 50 °C, pior ainda.

Neutralidade climática e retorno das chuvas

De acordo com a NOAA, agência climática dos Estados Unidos, as chances de formação de El Niño ou La Niña nos próximos meses são muito baixas. A condição de neutralidade deve permanecer ao longo do segundo semestre, favorecendo o retorno das chuvas na época ideal.

A umidade volta a atingir o Centro-Oeste em setembro. No início de outubro, já alcança o interior do Matopiba. O Sudeste também começa a registrar precipitações regulares a partir de setembro.

No decorrer do verão, a chance de La Niña continua baixa, e a tendência é que a neutralidade climática se mantenha até pelo menos a metade de 2025. A previsão é de chuvas dentro da média, o que é positivo para a safra.

Produtor de soja com irrigação pode ‘sair na frente’

Mesmo com o retorno das chuvas, o período será quente. A combinação entre calor e precipitação pode resultar em chuvas irregulares, o que exige atenção no manejo. Produtores que contam com sistemas de irrigação tendem a sair na frente, já que conseguem manter o ritmo da lavoura mesmo diante de irregularidades no volume ou na frequência das chuvas.

No geral, a próxima safra de soja tende a ser muito boa, com chuvas dentro da média. No entanto, a temperatura deve permanecer elevada durante todo o ciclo, exigindo estratégia e cuidado no momento da semeadura.

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