terça-feira, maio 19, 2026

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maior feira mundial de máquinas agrícolas tem lotação de expositores esgotada



Considerada a maior feira mundial de máquinas agrícolas, a Agritechnica 2025 está com lotação completa, com mais de 2.700 expositores ocupando 23 pavilhões. Com expectativa de receber 430 mil visitantes internacionais, o evento será realizado de 9 a 15 de novembro em Hanover, Alemanha, e estreará o formato “7 Dias, 7 Temas”, com cada dia voltado para um público específico.

Todos os principais fabricantes globais de equipamentos agrícolas já confirmaram presença no evento, ao lado de uma ampla gama de empresas especializadas, fornecedores e uma forte presença de startups. Juntos, esses expositores de mais de 50 países apresentarão soluções para todas as etapas do processo agrícola – desde tratores, preparo do solo e distribuidores até pulverizadores e colheitadeiras.

Sistemas autônomos, robôs de campo e tecnologias digitais avançadas – principais motores da inovação na agricultura de grãos – também estarão em destaque. De acordo com a organização da feira, 65% dos expositores vêm de fora da Alemanha. Ainda assim, o país representa o maior grupo nacional de expositores, seguido por Itália, China, Turquia, Holanda, França e Índia.

O Brasil, como um dos líderes na produção de alimentos no mundo, também estará no evento com uma delegação de mais de 400 visitantes profissionais. Opaís ainda terá dois pavilhões nacionais com apoio da ApexBrasil – do (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças) e da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) – com aproximadamente 30 empresas exportadoras participantes.

“Os números falam por si, e o retorno confirma isso. A indústria continua alinhando o lançamento de suas inovações com a Agritechnica. Diversas empresas manifestaram forte apoio ao nosso novo conceito ‘7 dias, 7 temas’, que alinha tecnologias e temas específicos a públicos-alvo definidos em cada dia. Isso garante um engajamento mais focado e maior eficiência para todos os envolvidos”, afirma Timo Zipf, gerente de projeto da Agritechnica.  

Agritechnica premia novidades mundiais do setor 

A Agritechnica 2025 apresenta três prêmios com o objetivo de destacar as inovações pioneiras na tecnologia agrícola internacional: o Prêmio de Inovação Agritechnica em ouro e prata; o Troféu Systems & Components – Engineers’ Choice; e o prêmio DLG Agrifuture Concept Winner.

“Os prêmios de Inovação da DLG ressaltam o potencial de visões técnicas e inovações para conciliar produtividade com conservação dos recursos. Todos os anos a competição é bastante acirrada e estar entre os vencedores é realmente um reconhecimento enorme”, ressalta Brena Bäumle, diretora da Bäumle Organização de Feiras, representante oficial da DLG para o Brasil.

Quem deseja concorrer pode se inscrever até o dia 18 de julho pelo site da Agritechnica. Todos os vencedores são escolhidos por um júri independente, divulgados no final de setembro e homenageados durante a Agritechnica 2025.

O “Prêmio de Inovação Agritechnica” da DLG é um dos principais da indústria internacional de máquinas agrícolas. Ele reconhece inovações que transformam fundamentalmente a função de um produto, possibilitam processos totalmente novos ou melhoram significativamente os processos existentes. Assim, o prêmio destaca a importância das máquinas agrícolas modernas para a agricultura e premia um inscrito com a medalha de ouro e outros com medalhas de prata.

Em 2023, a New Holland foi a vencedora da medalha de ouro com a inovadora colheitadeira CR de rotor axial duplo, que promete inaugurar uma era de desempenho superior em colheitadeiras com sistema de fluxo longitudinal.

Já na medalha de prata, em 2023, houve inovações como: o trator Hybrid CVT, da Steyr, que com uma propulsão diesel-elétrica conseguiu incorporar uma série de funções adicionais à tecnologia de tratores; os novos carregadores frontais da Stoll que com a extensão da função telescópica trouxe grandes benefícios para o uso prático; e ainda o sistema 3A da AgXeed que representa um avanço importante na digitalização da agricultura rumo à utilização de robôs de campo autônomos.

Outro prêmio da Agritechnica é o “DLG-Agrifuture Concept Winner”, que traz destaque para conceitos pioneiros e visões para o futuro da tecnologia agrícola.

“A tecnologia agrícola visionária desempenha um papel fundamental para garantir o futuro da produção agrícola no mundo todo. No entanto, nem todas as ideias e conceitos se transformam em um produto finalizado. Condições técnicas ou legais podem limitar seu desenvolvimento até a maturidade de mercado. Mesmo assim, muitos desses conceitos têm potencial para inspirar e incentivar agricultores, engenheiros e pesquisadores a pensar de novas formas. O prêmio ressalta a relevância desse trabalho pioneiro na engenharia agrícola para o futuro da agricultura em cinco a dez anos”, afirma Brena.

Por fim, com o Troféu Systems & Components – Engineers’ Choice, engenheiros de desenvolvimento do setor fornecedor de máquinas agrícolas e tecnologia premiam sistemas e componentes inovadores com conceitos novos ou significativamente melhorados, que podem contribuir de forma relevante para o desenvolvimento e a realização de produtos ou processos novos ou aprimorados.

Agritechnica Hanover 2025 

Data: 9 a 15 de novembro de 2025  

Local: Pavilhão de exposições de Hanover, Messegelände (Alemanha)  

Informações: https://www.agritechnica.com/en/



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AgroNewsPolítica & Agro

Minas Gerais projeta colheita de 238 mil toneladas de ponkan


A safra de tangerina ponkan em Minas Gerais deve atingir 238,6 mil toneladas, segundo estimativa da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado (Emater-MG). A previsão representa um aumento de 3,1% em relação à safra do ano anterior. O pico da colheita ocorre entre os meses de maio e julho.

Minas Gerais é o segundo maior produtor da fruta no país, ficando atrás apenas de São Paulo. A variedade ponkan, a mais cultivada no estado, ocupa uma área de 12,4 mil hectares e é produzida, em sua maioria, por agricultores familiares. Conforme dados da Emater-MG, 6.175 pequenos produtores estão envolvidos na cultura da fruta.

Os municípios de Belo Vale, Campanha e Brumadinho lideram a produção da variedade no estado. Em Belo Vale, principal polo produtor, a expectativa é colher 34,6 mil toneladas em uma área de 2,1 mil hectares. As condições climáticas da região, com temperaturas médias entre 20 °C e 30 °C, favorecem o desenvolvimento da cultura.

Apesar do cenário positivo, a Emater-MG tem reforçado orientações aos produtores sobre a necessidade de prevenção contra o greening, considerada a doença mais severa da citricultura. Causada por uma bactéria, a enfermidade compromete o formato dos frutos, provoca maturação irregular, reduz a produtividade e pode levar à morte das plantas.

“O recomendado é a eliminação imediata dos pés de tangerina diagnosticados com a doença”, alerta a Emater. A contaminação ocorre por meio do psilídeo, inseto vetor que transmite a bactéria ao se alimentar da seiva das plantas. Entre as ações preventivas estão o uso de mudas sadias, viveiros certificados e o controle do inseto transmissor. Também é indicada a erradicação de pomares antigos, que já não produzem, mas podem servir como focos da doença.

Nas áreas onde o greening é identificado, a legislação determina a erradicação das plantas infectadas. O procedimento deve ser acompanhado por técnicos do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), órgão estadual responsável pela defesa vegetal.





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PagCorp integra tecnologia à gestão financeira de empresas do agro


Com a crescente demanda por ferramentas que unam agilidade, segurança, transparência e controle, a fintech ACG | PagCorp se destaca como referência ao transformar a maneira como empresas lidam com despesas corporativas, benefícios para colaboradores e campanhas de incentivos. E faz isso tanto na cidade quanto no campo, para negócios de todos os portes.

O PagCorp leva às empresas o controle centralizado das despesas, o monitoramento instantâneo de transações e análise com base nas políticas da empresa, além de eficiência nos processos administrativos e financeiros. Para os colaboradores, elimina a necessidade de uso de dinheiro próprio, oferece agilidade na prestação de contas via aplicativo e WhatsApp, maior autonomia para realizar despesas e a eliminação de burocracias, como elaboração de relatórios de prestação de contas ou armazenamento físico de recibos/notas fiscais.

Recentemente, a fintech passou a oferecer uma ferramenta inteligência artificial (IA) batizada de “Bob”. E com o lançamento de produtos como Benefícios e Premiações, ampliou sua atuação e entrega soluções inovadoras para o agro, um setor exigente, dinâmico e tecnológico.

Inteligência artificial aplicada à governança no agronegócio

Um dos grandes diferenciais da ACG | PagCorp está na aplicação de IA ao sistema. O nome foi escolhido em homenagem ao fundador da empresa, Roberto Josua, e a ferramenta realiza análises detalhadas dos comprovantes de despesas com alto grau de precisão. Consegue interpretar o conteúdo das notas fiscais, identificar itens adquiridos, classificar os gastos por categoria e alertar sobre violações das políticas internas, como a compra de bebidas alcoólicas com o cartão corporativo.

Liliane Josua Czarny (esq.) e Adriana Katalan, da ACG / PagCorp. Foto: divulgação 

Esse recurso representa um salto em governança e eficiência inclusive em empresas do agro, nas quais há grande circulação de valores para o custeio de insumos, transporte, viagens, eventos e operações diversas.

Segundo Liliane Josua Czarny, sócia e co-CEO da ACG | PagCorp, empresas que antes levavam dias para analisar comprovantes hoje concluem o processo em minutos, o que libera os times financeiros para focar em atividades mais estratégicas.

O sistema também evolui com os dados processados e, em breve, trará novos insights automatizados, como indicar oportunidades de economia entre fazendas ou unidades produtivas que adquirem os mesmos insumos com preços diferentes. “Queremos transformar dados brutos em inteligência de negócios”, afirma Dan Josua, diretor de Inovação da empresa.

O cartão corporativo, aliado ao sistema de gestão e app, oferece uma alternativa moderna e de baixo custo para organizar as finanças da operação agropecuária. Permite controlar despesas em tempo real, definir limites por colaborador, aumentar a transparência e identificar oportunidades de economia. Ao eliminar o uso de planilhas, recibos soltos e adiantamentos em dinheiro vivo, o PagCorp reduz o risco de fraudes e traz mais segurança aos produtores rurais, agricultores, pecuaristas, indústrias e empresas do setor agro.

Um bom exemplo vem da ICL, líder global em soluções e produtos inovadores para a agricultura, que utiliza o PagCorp tanto para despesas rotineiras quanto para ações de marketing e eventos, com 600 cartões em operação.

“Com o uso da inteligência artificial Bob, aceleramos a análise das despesas, reforçamos a governança e tornamos a prestação de contas mais ágil e eficiente. Sem o PagCorp, seria necessário um time oito vezes maior para acompanhar o volume de ações e eventos realizados”, afirma Mario Silva Oshiro, gerente de Marketing para a América do Sul.

Uma das funcionalidades do PagCorp mais valorizada pela ICL é a capacidade de personalizar os limites dos cartões com base em um planejamento de ações de marketing. Cada profissional recebe valores provisionados conforme as atividades previstas para seu mês de atuação. A configuração dos cartões é realizada pelo próprio time da ICL dentro do sistema.

Benefícios flexíveis para atrair e reter talentos no agro

Em abril de 2025, a ACG | PagCorp lançou o seu produto de benefícios flexíveis, um cartão com até 12 categorias de uso – como alimentação, mobilidade, cultura, saúde e educação – totalmente em conformidade com o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).

A solução atende empresas que operam no campo e precisam oferecer pacotes de benefícios competitivos, inclusive em regiões mais afastadas. O cartão funciona em mais de 18 milhões de estabelecimentos Mastercard e pode ser usado fisicamente ou online, com total autonomia para os RHs definirem saldos e categorias.

“As empresas do agro se preocupam em contratar profissionais qualificados e oferecer bons benefícios é uma importante maneira de atração e retenção de talentos. O PagCorp Benefícios atende muito bem a essa demanda”, afirma Liliane Josua.

Premiações para equipes e parceiros

O PagCorp Premiações, outra novidade da ACG | PagCorp, facilita campanhas de incentivo, premiações e gratificações. É um cartão-presente virtual, que pode ser personalizado com a marca da empresa, para premiar o empenho de colaboradores, reconhecer o trabalho eficiente de fornecedores e presentear parceiros. Pode ser enviado por e-mail e usado em qualquer loja, física ou digital.

A solução atende desde cooperativas e fornecedores até grandes grupos agrícolas, que conseguem premiar times e parceiros, com poucos cliques. A personalização dos cartões digitais com a identidade visual da empresa fortalece a marca e profissionaliza a entrega dos prêmios.

Ecossistema digital para empresas do agro

Com essas inovações, a ACG | PagCorp amplia sua atuação no setor e está construindo um ecossistema completo de gestão financeira, com foco em inteligência de dados, segurança e flexibilidade. Com mais de 5 mil organizações na base de clientes, é um dos principais players de gestão de gastos corporativos do país. Atua nesse mercado há 10 anos e tem sua trajetória pautada no pioneirismo de levar ao mercado corporativo as melhores soluções para despesas, premiações e benefícios.

“O PagCorp entrega controle, reduz fraudes e aumenta a produtividade em todo o ciclo de gestão financeira”, finaliza Liliane Josua Czarny.



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Mercado do açúcar fecha com cotações mistas após queda do petróleo


Os contratos futuros de açúcar encerraram a terça-feira (24) com variações mistas nas bolsas internacionais, influenciados pela queda acentuada nos preços do petróleo e da gasolina. A informação é da Agência UDOP de Notícias, especializada no setor de bioenergia.

A retração nos valores do petróleo, que atingiram os menores patamares em uma semana e meia, reduziu a competitividade do etanol no mercado, elevando a expectativa de que mais cana-de-açúcar seja destinada à produção de açúcar. Esse cenário pode aumentar a oferta global do adoçante e intensificar a pressão sobre os preços internacionais.

A queda da commodity se intensificou após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar um cessar-fogo entre Israel e Irã, o que diminuiu os riscos de interrupções no fornecimento de petróleo no Oriente Médio. A redução das tensões geopolíticas contribuiu para o enfraquecimento dos preços do combustível.

Na bolsa ICE Futures, em Nova York, os contratos de açúcar bruto operaram majoritariamente em baixa. O vencimento para julho de 2025 caiu 27 pontos, sendo negociado a 15,77 centavos de dólar por libra-peso. Já o contrato de outubro de 2025 recuou 21 pontos, cotado a 16,36 centavos. Os demais contratos apresentaram valorização.

Na ICE Europe, em Londres, o movimento também foi misto. O contrato de agosto de 2025 subiu US$ 0,50, encerrando o dia em US$ 468,00 por tonelada. Em contrapartida, o contrato de outubro de 2025 teve queda de US$ 0,90, cotado a US$ 461,80 por tonelada.

No mercado interno, o açúcar cristal apresentou desvalorização. De acordo com o Indicador Cepea/Esalq, da Universidade de São Paulo, a saca de 50 quilos foi negociada a R$ 120,73, com queda de 2,80%.

Já o etanol hidratado teve leve valorização, segundo o Indicador Diário Paulínia, sendo cotado a R$ 2.704,50 por metro cúbico, o que representa alta de 0,07%.





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Cesb anuncia os vencedores do Desafio Nacional de Máxima Produtividade da Soja 24/25



Promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), o Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja teve sua cerimônia marcada por reconhecimento, muita emoção e troca de experiências técnicas.

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Durante a manhã desta quinta-feira (26), produtores e consultores de diferentes regiões do país foram premiados pelos altos índices de produtividade alcançados na safra 24/25. Conheça os campeões por região do Brasil:

Cesb premia a região Norte

O campeão da Região Norte no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja foi o Grupo Gorgen, da Fazenda São Gabriel, localizada no município de Mateiros, no Tocantins. Com uma produtividade de 112,85 sacas por hectare, o resultado contou com o apoio técnico do consultor Edinei Fugali.

Com 6.500 hectares, a Fazenda São Gabriel se destaca pelos investimentos constantes na construção de perfil de solo, no manejo da fertilidade e na escolha de cultivares adaptadas às condições específicas do cerrado tocantinense. S

O produtor João Antônio Gorgen celebrou a conquista e fez questão de destacar o trabalho em equipe. ”Quero agradecer sempre, em nome de todo o grupo. Sem os colaboradores, não teríamos chegado onde chegamos. Só temos a agradecer, com muita gratidão”, afirmou.

Pedro Carmo, gerente de Marketing da Cultura da Soja da Syngenta Brasil, participou da cerimônia de premiação.

Região Sudeste

Na Região Sudeste, o produtor Hiroyuki Oi, da Estância Célia, em Itapetininga (SP), foi o vencedor com uma produtividade de 119 sacas por hectare. A lavoura teve acompanhamento técnico do consultor Humberto Dalcin.

Hiroyuki se disse honrado com a conquista e relembrou as edições anteriores, em que esteve perto do título. “É uma honra muito grande. Já tentamos outras vezes e quase chegamos lá. A gente precisa ter saúde e respeitar a terra”, destacou o produtor.

O consultor agradeceu ao Cesb e ao Canal Rural pelo apoio à difusão de tecnologias no campo. Rafael Vicentini, diretor de Marketing da Basf, também esteve presente na cerimônia e destacou a importância da participação de produtores de diferentes regiões do país.

Região Centro-Oeste

A Fazenda Japonesa, em Formosa (GO), do Grupo Fiorese, foi a reconhecida da Região Centro-Oeste, com uma produtividade de 124,80 sacas por hectare. A lavoura teve acompanhamento técnico do consultor Boleslau Júnior.

Segundo Kaio Fiorese, o prêmio é fruto do trabalho conjunto de toda a equipe da propriedade. “Tirar a maior produtividade na maior região produtora de soja do Brasil é uma grande conquista. Conto com cada um para seguirmos subindo essa régua, cada vez mais”, afirmou.

O consultor agradeceu ao Cesb pela parceria e ao grupo pela confiança no trabalho técnico.
Patricia Guerra, diretora de Marketing da Basf, celebrou o quarto ano consecutivo da empresa ao lado de campeões do desafio.

Região Nordeste

O Grupo Gorgen também foi o campeão da Região Nordeste, com a Fazenda Barcelona, localizada em Riachão das Neves (BA). A produtividade registrada foi de 130,71 sacas por hectare, novamente com consultoria técnica de Edinei Fugali.

O produtor João Antônio Gorgen incentivou outros agricultores a participarem do desafio, ressaltando os benefícios para a equipe e para a propriedade.
“Recomendo que outros produtores se inscrevam. Os aprendizados e o envolvimento da equipe fazem toda a diferença”, afirmou.

Rafael Mendes, diretor de Negócios da Intacta 2 Xtend (Bayer), destacou a importância da parceria com o produtor e a busca constante por inovação no campo.

Categoria Irrigado

Na categoria de produção irrigada, o título ficou com a Fazenda Santana, também localizada em Itapetininga (SP). O produtor Paulo Storti, com assistência do consultor Adriano Leite, alcançou produtividade de 126,71 sacas por hectare.

Storti agradeceu à família e aos funcionários. Adriano Leite dedicou o prêmio à equipe da fazenda. Wanerson Tosta, diretor de marketing da Jacto, avaliou o desafio como uma vitrine tecnológica que impulsiona o setor produtivo e promove a troca de conhecimento entre os agricultores.

Campeão Nacional

O grande campeão nacional foi o Grupo Agro Mallon, da Fazenda Santa Bárbara, em Canoinhas (SC), que alcançou uma produtividade recorde de 135,49 sacas por hectare. O consultor técnico responsável pela lavoura foi Leandro Barcellos. O produtor campeão nacional da Região Sul foi Charles Breda, que repetiu esse desempenho.

Breda agradeceu a conquista, ao Cesb, que promove desafios cada vez maiores, e aos companheiros produtores. Também agradeceu ao Canal Rural e ressaltou o empenho da equipe na aplicação das práticas de manejo no campo. ”O maior ativo do produtor hoje é o solo, nosso bem mais precioso, que devemos cuidar com zelo. Este título é nosso”, afirmou emocionado.

Leandro Barcellos agradeceu à família Mallon e relembrou sua trajetória pessoal, destacando seu passado como caminhoneiro, o que reforça sua conexão com o trabalho no campo.

Além disso, José Pavão, diretor comercial da ICL, também esteve presente na cerimônia, reforçando o apoio da empresa ao agronegócio brasileiro e à valorização do trabalho dos produtores.

Evento de reconhecimento

O presidente do Comitê Estratégico Soja Brasil (Cesb), Daniel Glat, encerrou a cerimônia destacando a importância do trabalho realizado pela entidade e pelas equipes envolvidas. Ele parabenizou os produtores vencedores, os consultores e todos os participantes do desafio

”Percebemos um grande orgulho por parte dos produtores, assim como uma significativa evolução técnica dos consultores. É evidente o quanto o desafio contribui para o desenvolvimento profissional de todos”, concluiu.



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com clima favorável nos EUA, Chicago reabre em baixa



Os contratos do milho operam com preços mais baixos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta quinta-feira (26), pressionados pelas condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos.

A combinação de chuvas e temperaturas amenas no Meio-Oeste norte-americano deve melhorar a umidade do solo nos próximos dias.

Os contratos com entrega em setembro estão cotados a US$ 4,05 3/4 por bushel, avanço de 0,75 centavo de dólar, ou 0,18%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em dezembro operam com baixa de 0,25 centavo de dólar, ou 0,05% cotados a US$ 4,22 3/4.

Os investidores mantêm atenção voltada para os relatórios trimestrais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) sobre estoques e área plantada, que serão divulgados na próxima segunda-feira. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2024/25, que tem início no dia 1º de setembro, ficaram em 741.200 toneladas na semana encerrada em 19 de junho.

A Colômbia liderou as compras, com 191.000 toneladas. Para a temporada 2025/26, ficaram em 305.500 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 650 mil e 1,4 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas.



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Chicago reabre em alta com suporte de exportações



Os contratos da soja operam com preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta quinta-feira (26), encontrando suporte na demanda externa e em um movimento de recuperação.

Os contratos com entrega em novembro estão cotados a US$ 10,21 1/4 por bushel, avanço de 2,75 centavos de dólar, ou 0,27%, em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em janeiro de 2026 operam com alta de 3 centavos de dólar, ou 0,29%, cotados a US$ 10,36 3/4 por bushels.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou nesta manhã a venda de 110 mil toneladas de soja para o Egito, com entrega prevista para a temporada 2024/25. Pela legislação norte-americana, operações iguais ou superiores a 100 mil toneladas para o mesmo destino devem ser reportadas oficialmente.

O mercado também reage de forma positiva aos dados semanais de exportação divulgados, que superaram as expectativas do mercado. As vendas líquidas somaram 559.100 toneladas nas duas temporadas, acima do estimado por analistas.

Apesar do impulso, o avanço das cotações ainda é limitado pelas previsões de clima favorável no Meio-Oeste dos Estados Unidos, com tempo quente e chuvas que favorecem o desenvolvimento das lavouras recém-plantadas.

Analistas destacam que o padrão atual cria um efeito estufa benéfico ao crescimento inicial das plantas. Operadores também monitoram a divulgação, na próxima segunda-feira, dos dados trimestrais de estoques e área plantada.



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dólar fraco e recuperação sustentam Chicago antes do intervalo



A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho chegou ao intervalo desta quinta-feira (26) com baixa nos preços. O cereal foi sustentado por um movimento de recuperação diante das perdas recentes.

A desvalorização do dólar frente a outras moedas e a alta do petróleo em Nova York complementaram o quadro positivo.

Além disso, o mercado avaliou os sinais de uma demanda ativa pelo produto dos Estados Unidos. As vendas líquidas norte-americanas de milho para a temporada comercial 2024/25, que tem início no dia 1º de setembro, ficaram em 741.200 toneladas na semana encerrada em 19 de junho. A Colômbia liderou as compras, com 191.000 toneladas. Para a temporada 2025/26, ficaram em 305.500 toneladas.

Analistas esperavam exportações entre 650 mil e 1,4 milhão de toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações são do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com vencimento em setembro de 2025 operaram cotados a US$ 4,06 1/4 por bushel, alta de 1,25 centavo, ou 0,30% em relação ao fechamento anterior. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 operaram com recuo de 1,00 centavo, ou 0,23% em relação ao fechamento do último pregão, cotados a US$ 4,23 1/2 por bushel.



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com clima favorável nos EUA, Chicago chega ao intervalo com perdas



A sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja chega ao intervalo nesta quinta-feira (26) com preços mais altos para grão e óleo, e cotações mais baixas para farelo.

O mercado mostrou bastante volatilidade, oscilando entre os territórios positivo e negativo. A previsão de clima favorável às lavouras norte-americanas atua como fator de pressão, limitando uma reação mais expressiva.

Nos últimos negócios, porém, pesaram as exportações semanais norte-americanas, que ficaram acima do esperado.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2024/25, com início em 1º de setembro, ficaram em 402.900 toneladas na semana encerrada em 19 de junho. A Holanda liderou as importações, com 63.400 toneladas. Para a temporada 2025/26, ficaram em 156.200 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 400 mil toneladas, somando-se as duas temporadas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Os contratos com vencimento em agosto de 2025 tinham preço de US$ 10,33 1/4 por bushel, alta de 3,75 centavos de dólar por bushel ou 0,36%. A posição novembro de 2025 era cotada a US$ 10,21 1/4 por bushel, elevação de 2,75 centavos de dólar por bushel ou 0,27%.

No farelo, dezembro de 2025 tinha preço de US$ 289,70 por tonelada, desvalorização de US$ 1,00 por tonelada ou 0,34%. Já a posição dezembro de 2025 do óleo era cotada a 52,55 centavos de dólar por libra-peso, ganho de 0,23 centavo de dólar por libra-peso ou 0,43%.



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Produtores do Tocantins iniciam colheita do milho segunda safra



Os primeiros talhões colhidos da segunda safra de milho iniciada no Tocantins, confirmam o bom resultado produtivo das lavouras neste ano, de acordo com a Associação dos Produtores de Milho e Soja do estado. Segundo dados da Consultoria Pátria, que monitora os avanços da safra a pedido da Aprosoja-TO, até o dia 13 de junho, 2,1% da área cultivada havia sido colhida, volume compatível com o ritmo histórico registrado nos últimos anos.

Com um total de 440 mil hectares plantados nesta segunda safra, 7% a mais que na temporada anterior, a estimativa é que o Tocantins alcance uma produção de 2,390 milhões de toneladas de milho, com produtividade média esperada de 5.420 kg/ha, o equivalente a cerca de 90,3 sacas por hectare.

O desempenho segue a tendência nacional, que prevê recorde na produção agrícola do país, com 336,1 milhões de toneladas de grãos na safra 2024/2025, segundo dados divulgados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A segunda safra do milho representa a maior parte desse volume, com expectativa de 101 milhões de toneladas colhidas em todo o território brasileiro.

Para o produtor associado da Aprosoja Tocantins, Jeans Pansera, que produz milho nos municípios de Campos Lindos e Lizarda, a colheita já alcança 25% da área plantada em sua propriedade.

“As produtividades estão boas até aqui. Foi um ano bem regular em termos de clima, com ótimas chuvas. O maior desafio tem sido o controle de pragas como lagartas, já que as tecnologias empregadas nos híbridos nem sempre conseguem segurar os insetos. Mesmo assim, a segunda safra tem papel fundamental na sustentabilidade econômica da propriedade, ajudando no fluxo financeiro e deixando matéria orgânica no solo, o que é benéfico para a próxima safra de soja”, explica.

A presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Barcellos, afirma que o início da colheita representa o resultado do planejamento financeiro e técnico adotado pelos associados e a vocação do estado para produção de milho.

“O Tocantins vem mostrando sua capacidade de crescer. Esse aumento de área e produtividade reflete o esforço dos produtores, que investem em tecnologia e buscam eficiência do plantio à colheita. E nosso trabalho enquanto Associação segue sendo o de apoiar os associados com dados, informações e articulação institucional para fortalecer ainda mais o setor.”

Já o presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, destaca a importância da segunda safra para o abastecimento e a competitividade do país.

“A colheita da segunda safra de milho é estratégica para o Brasil, não só pelo seu peso na balança comercial, mas também pela sua função no abastecimento interno e na renda da propriedade. O trabalho dos produtores do Tocantins contribui diretamente para consolidar o Brasil como uma potência agrícola, e isso precisa ser reconhecido e valorizado por toda a sociedade.”


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