terça-feira, maio 19, 2026

Agro

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Laranja: proximidade da nova safra pressiona cotações



Os preços da laranja seguem em queda no mercado de mesa, refletindo a proximidade da nova safra e verificando-se também a maior oferta de frutas precoces. É isso o que  mostram os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Nesta semana, a laranja pera in natura atingiu à média de R$ 60,47 a caixa de 40,8 kg. Este valor está 4,1% abaixo do registrado no período anterior. Já para as variedades precoces, a hamlin foi comercializada a R$ 57,00/cx, queda de 12,3%. 

Segundo pesquisadores do Cepea, o frio intenso chegou a atingir pomares de algumas regiões, mas os impactos foram pontuais. 

Agentes consultados pelo centro de pesquisas relatam que as maiores preocupações estão relacionadas à lima ácida tahiti. Isso porque o tempo frio pode prejudicar a coloração da fruta justamente neste momento em que a oferta da tahiti está restrita

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Ovos atingem menor patamar diário de junho



As cotações dos ovos caíram nos últimos dias para o menor patamar diário desta parcial de junho em diversas regiões. É isso que mostram os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo agentes do setor consultados pelo centro de pesquisas, a diminuição no ritmo de vendas se deu frente ao  feriado de Corpus Christi, e ao período de fim de mês, quando a população tende a estar menos capitalizada.

No último dia 18, Ministério da Agricultura e Pecuária indicou que o estado de emergência zoossanitária no município de Montenegro (RS), chegou ao fim. 

Dessa forma, o Brasil recupera novamente o status de livre da doença. Pesquisadores do Cepea ressaltam que, até o momento, a retomada das importações dos produtos avícolas, incluindo ovos, não foi totalmente reestabelecida.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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com clima favorável nos EUA, Chicago chega ao intervalo com perdas



A sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o complexo soja chega ao intervalo destra sexta-feira (27) com preços mais altos para grão e cotações mais baixas para farelo e óleo.

  • Os contratos com vencimento em agosto de 2025 tinham preço de US$ 10,28 1/2 por bushel, alta de 0,75 centavo de dólar por bushel ou 0,07%.
  • A posição novembro de 2025 era cotada a US$ 10,19 por bushel, elevação de 2,50 centavos de dólar por bushel ou 0,24%.
  • No farelo, dezembro de 2025 tinha preço de US$ 286,50 por tonelada, desvalorização de US$ 0,60 por tonelada ou 0,20%.
  • A posição dezembro de 2025 do óleo era cotada a 52,61 centavos de dólar por libra-peso, perda de 0,24 centavo de dólar por libra-peso ou 0,55%.

Em sessão volátil, o mercado oscila entre os territórios positivo e negativo, dentro de pequenas margens. Um movimento de correção técnica é observado frente às perdas acumuladas na semana. De qualquer forma, o quadro de ampla oferta e o clima favorável às lavouras norte-americanas limitam o ímpeto comprador.

Além disso, os investidores se posicionam entre os relatórios de área plantada e estoques trimestrais, que saem na segunda-feira (30).

Os estoques trimestrais norte-americanos de soja na posição 1° de junho deverão ficar levemente acima do número indicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em igual período do ano anterior. A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências internacionais, que indicam estoques trimestrais de 971 milhões de bushels.

Em igual período do ano anterior, o número era de 970 milhões de bushels. Em 1° de março, data do relatório anterior, os estoques de soja estavam em 1,910 bilhão de bushels.

Os contratos com vencimento em agosto de 2025 tinham preço de US$ 10,28 1/2 por bushel, alta de 0,75 centavo de dólar por bushel ou 0,07%. A posição novembro de 2025 era cotada a US$ 10,19 por bushel, elevação de 2,50 centavos de dólar por bushel ou 0,24%. No farelo, dezembro de 2025 tinha preço de US$ 286,50 por tonelada, desvalorização de US$ 0,60 por tonelada ou 0,20%. Já a posição dezembro de 2025 do óleo era cotada a 52,61 centavos de dólar por libra-peso, perda de 0,24 centavo de dólar por libra-peso ou 0,55%.



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cotações melhoram com retorno das exportações



Uma leve alta nas cotações da carne de frango e no animal vivo interrompeu o movimento de queda observado desde a última semana de maio. É isso o que apontam os dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esta queda acentuada se deu por conta das restrições às exportações impostas pelos parceiros comerciais do Brasil devido à gripe aviária.

No dia 18 de junho, após cumprir todos os protocolos internacionais, o Brasil recebeu novamente o certificado de livre da doença. Assim, pesquisadores apontam que o setor nacional está mais otimista. O Cepea já verifica leves reações nos valores da carne e do frango vivo em algumas praças e estabilidade em outras. 

Mesmo com o enfraquecimento das vendas no final do mês, o avanço nos preços a maior competitividade da carne de frango frente às concorrentes sustentou os preços. Além disso, a retomada das exportações para 16 países que haviam suspendido temporariamente as compras da proteína brasileira também contribuiu positivamente para as cotações.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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IAC celebra 138 anos com novas cultivares


O Instituto Agronômico de Campinas (IAC) completa 138 anos nesta sexta-feira (27), com muitos resultados inéditos. Nos últimos 12 meses, 20 novas cultivares de diversas espécies foram liberadas aos produtores rurais. Entre elas estão feijão, citros, cana-de-açúcar, batata, batata-doce, laranja, milho e painço, informa o IAC em comunicado.

“Esses materiais inéditos – somados aos pacotes tecnológicos com recomendações de cultivo que os acompanham, reafirmam o protagonismo do IAC como gerador de ciência e tecnologia e o mantém como um dos maiores centros de pesquisa agrícola da América Latina e um pilar estratégico para a agricultura brasileira”, diz o instituto.

“A atuação do Instituto Agronômico segue alinhada com as necessidades dos agricultores de diversos segmentos e as demandas dos mercados. Nossa excelência científica nos conecta com parceiros que reconhecem o IAC como gerador de soluções tecnológicas eficientes para o enfrentamento dos desafios atuais, com a experiência de quem conhece o panorama da agricultura nacional por tê-lo vivenciado ao longo de muitas décadas”, declara na nota o pesquisador e diretor-geral do IAC, Marcos Landell.

Entre os lançamentos estão duas novas cultivares copa de laranjas kawatta e majorca, que são produtivas, precoces e têm alta qualidade de suco. De acordo com a pesquisadora do IAC Marinês Bastianel, essas laranjas têm excelente qualidade físico-química, podendo ser destinadas para industrialização de suco e também para consumo in natura.

Novas cultivares copa de laranja do IAC. Foto: IAC/divulgação

As novas variedades copa de citros resultam de parceria entre o Centro de Citricultura “Sylvio Moreira” do IAC com a Embrapa e a Fundação Coopercitrus Credicitrus. Esses parceiros fizeram a avaliação das novas variedades em diversas condições paulistas, além das realizadas inicialmente pelo IAC nas coleções de campo.

Introduzidas pelo instituto, as duas variedades de copa citros estão presentes há cerca de 50 anos no Banco de Germoplasma do Centro de Citricultura do IAC, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

Programa Cana IAC

O Programa Cana IAC apresenta duas novas variedades de cana-de-açúcar que serão liberadas em novembro de 2025. Com características de alta produtividade agroindustrial e fechamento rápido de entrelinhas, os dois novos materiais ampliam o portfólio de variedades IAC.

A IAC07-2361, selecionada na região de Ribeirão Preto, apresenta alto TCH e perfil de maturação de julho a outubro. A IAC09-6166 tem porte ereto, perfil de maturação de maio a outubro, ATR médio-alto e diâmetro dos colmos médio.

Feijão-carioca

Responsável pelo desenvolvimento do feijão-carioca – o tipo mais consumido no Brasil -, o Instituto Agronômico lançou este ano a 60ª nova cultivar do tipo carioca: a IAC 2560 Nelore, que tem alta tolerância à antracnose e ao escurecimento dos grãos. Essa característica agrada ao consumidor que não quer um feijão escuro, e favorece a cadeia produtiva, que pode armazená-lo por cerca de 12 meses, sem perder venda.

O novo material tem potencial produtivo de 70 sacas, por hectare. Testado e aprovado pela indústria, tem caldo espesso de alta qualidade, característica que resulta em excelente aceitação no mercado.

Batata-doce

Entre as batatas-doces mais plantadas no Brasil, a cultivar IAC Dom Pedro II apresenta 65 vezes mais carotenoides, compostos que podem ser convertidos em vitamina A. Além dessa característica altamente benéfica para o consumidor, a cultivar tem alta produtividade comercial – de 68 toneladas, por hectare -, precocidade e bom cozimento, atributos que atendem às necessidades do agricultor e demais elos da cadeia de produção.

A nova cultivar de batata-doce de polpa alaranjada escuro e com sabor agradável desenvolvida pelo IAC é destinada ao uso culinário com o diferencial de tornar o alimento mais nutritivo, graças à biofortificação obtida no processo de melhoramento genético convencional.

IAC foi fundado por D. Pedro II

Fundado em 1887, por D. Pedro II, que este ano completaria 200 anos, o IAC se tornou referência nacional e internacional por suas inovações tecnológicas, desenvolvimento de cultivares e soluções sustentáveis que revolucionaram diferentes cadeias do agronegócio.

Seus resultados causam impacto direto nas lavouras, empresas, cooperativas e milhões de produtores rurais em todo o país.



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Milho retoma fôlego na Bolsa de Chicago mas queda semanal é de 3,7%



Os contratos do milho operam com preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta sexta-feria (27).

Impulsionado pelo bom desempenho do petróleo em Nova York e por um movimento de correção técnica, o mercado retoma o fôlego e opera em alta. Ainda assim, a posição setembro/25 acumula queda de 3,70% na semana até o momento.

Além disso, o mercado está em compasso de espera para os relatórios de área plantada e de estoques trimestrais na posição 1° de junho, que serão divulgados na segunda-feira (30) pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos.

Para a área plantada de milho, a expectativa do mercado é de que ela possa ocupar 95,242 milhões de acres na safra 2025/26, volume que fica abaixo dos 95,326 milhões de acres estimados em março. A área, entretanto, deve ficar acima dos 90,954 milhões de acres cultivados na temporada 2024/25.

Nos estoques trimestrais na posição 1° de junho, o mercado espera que eles sejam indicados em 4,648 bilhões de bushels de milho, volume que fica abaixo dos 4,997 bilhões de bushels indicados na posição 1 de junho de 2024. Na posição 1° de março de 2025, os estoques haviam sido indicados em 8,151 bilhões de bushels. Os contratos com entrega em dezembro estão cotados a US$ 4,09 3/4 por bushel, alta de 5,75 centavos de dólar, ou 1,42%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (26), o milho fechou com baixa nos preços. Em dia volátil, o mercado acabou sendo pressionado pelas condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, corroborando com a perspectiva de uma ampla oferta global do cereal. Na sessão, os contratos com entrega em julho de 2025 fecharam com baixa de 1 centavo, ou 0,24%, cotados a US$ 4,04 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com recuo de 1,50 centavo, ou 0,35%, cotados a US$ 4,21 por bushel.



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Chicago busca correção técnica e se firma em alta; semana é negativa



Os contratos da soja em grão registram preços mais altos nas negociações da sessão eletrônica na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) nesta sexta-feira (27).

O mercado busca um movimento de correção técnica, após acumular cinco pregões consecutivos de queda. A oleaginosa também encontra suporte no bom desempenho dos preços do petróleo em Nova York.

Até o momento, a posição novembro/25 acumula 3,70% de perdas na semana. Caso se confirme, será a segunda semana seguida de retração.

Os estoques trimestrais norte-americanos de soja na posição 1° de junho deverão ficar levemente acima do número indicado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) em igual período do ano anterior. A projeção é de analistas e corretores entrevistados pelas agências internacionais, que indicam estoques trimestrais de 971 milhões de bushels. O relatório trimestral será divulgado às 13hs, desta segunda (30).

Em igual período do ano anterior, o número era de 970 milhões de bushels. Em 1 de março, data do relatório anterior, os estoques de soja estavam em 1,910 bilhão de bushels. Os contratos com vencimento em novembro operam cotados a US$ 10,21 1/2 por bushel, alta de 5 centavos de dólar, ou 0,49%, em relação ao fechamento anterior.

Ontem (26), a soja fechou em baixa. O mercado foi pressionado pelo quadro de ampla oferta global do grão e o clima extremamente favorável ao desenvolvimento das lavouras dos Estados Unidos.

Ao longo do dia, a desvalorização do dólar frente a outras moedas e os sinais de uma demanda aquecida pelo produto norte-americano ensaiaram uma alta nas cotações, que não se concretizou. Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com baixa de 1,75 centavo, ou 0,16%, a US$ 10,26 3/4 por bushel. A posição novembro teve cotação de US$ 10,16 1/2 por bushel, perda de 2,00 centavos ou 0,19%.



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Guaraná de Maués movimenta a economia e preserva a floresta amazônica



O Guaraná de Maués, no Amazonas, é mais do que um produto típico da região. Ele representa uma fonte de renda sustentável para dezenas de produtores e mantém viva uma tradição centenária.

Hoje, uma agroindústria local compra sementes torradas de mais de 40 agricultores e duas cooperativas. “Transformamos o Guaraná em pó, cápsulas e até chocolate funcional”, conta o empreendedor Luca D’Ambros, que trocou a produção no campo pelo processamento.

Além de gerar renda, o cultivo protege a floresta. “O Guaraná é uma cultura de longo prazo. Diferente da mandioca, ele não exige desmatamento constante. Por isso, os produtores que apostam nele costumam preservar mais o ambiente”, explica D’Ambros.

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Em 2018, o Guaraná de Maués recebeu o selo de Indicação Geográfica (IG). Esse reconhecimento garante que o produto segue métodos tradicionais, usados há séculos pelos indígenas Sateré-Mawé. “O selo agrega valor, garante a autenticidade e protege quem segue a tradição.”

O Sebrae atua como parceiro estratégico nesse processo. “Apoia desde a organização das cooperativas até o design das embalagens. Além disso, nos ajuda a participar de feiras e contar nossa história pelo Brasil.” completa Luca.

Dessa forma, o Guaraná de Maués mostra que é possível gerar valor com a floresta em pé, unindo saber tradicional, inovação e mercado.



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Chuva limita plantio de trigo no Rio Grande do Sul



As chuvas prolongadas no Rio Grande do Sul atrasam os trabalhos de semeadura da safra de inverno. Conforme a Emater, em nota, no caso do trigo o plantio avançou apenas 2 pontos percentuais na semana, atingindo 39% da área projetada para o estado.

“O atraso do plantio das culturas de inverno se deve às precipitações frequentes e em volumes muito elevados – próximos a 300 mm em grande extensão da região produtora do estado”, diz a Emater.

Em lavouras já implantadas “houve perdas por erosão, encharcamento e compactação superficial, especialmente durante as fases de germinação e emergência”.

De acordo com a Emater, na região de Bagé, haverá necessidade de replantio em diversas áreas, em decorrência de alagamentos e erosões severas, que arrastaram sementes, plântulas e fertilizantes. As chuvas também seguram os trabalhos com aveia e cevada no estado.



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AgroNewsPolítica & Agro

Brasil lança Congresso da Aviação Agrícola em Cuiabá



Congresso acontecerá em agosto no Aeroporto Executivo de Santo Antônio de Leverger




Foto: Arquivo

No próximo dia 15 de julho, Cuiabá será palco do lançamento oficial do Congresso da Aviação Agrícola do Brasil, um dos maiores eventos do setor em todo o mundo. O congresso acontecerá em agosto no Aeroporto Executivo de Santo Antônio de Leverger, localizado a 30 quilômetros da capital mato-grossense.

Segundo os organizadores, o evento reflete a força do Brasil na aviação agrícola. O país possui a segunda maior frota de aeronaves agrícolas do mundo, com mais de 2,7 mil aviões em operação, além de 7,8 mil drones agrícolas registrados junto à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A expectativa é reunir os principais nomes da cadeia produtiva, com a presença de fabricantes internacionais de aeronaves, como companhias norte-americanas e a brasileira Embraer, além de empresas fornecedoras de tecnologias de aplicação, instrumentos de precisão e equipamentos de combate a incêndios.

Em 2024, os aviões agrícolas brasileiros lançaram mais de 40 milhões de litros de água no combate a incêndios florestais em diversas regiões do país, o que reforça a importância estratégica do setor não apenas para a produção agrícola, mas também para a preservação ambiental.

Além da mostra tecnológica, o evento também incluirá o Congresso Científico da Aviação Agrícola, reunindo pesquisadores, técnicos e profissionais de todo o Brasil e do exterior. Representantes da Anac, do Ministério da Agricultura e de outros órgãos governamentais também devem participar das discussões técnicas e regulatórias.





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