segunda-feira, maio 18, 2026

Agro

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Frio e pouca chuva marcam o dia; confira a previsão de hoje



As temperaturas se mantém baixas no Sul e Sudeste do país. Em quase todo o país, não chove. A exceção é o Nordeste, onde alguns estados receberão pancadas.

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Sul

O tempo segue predominantemente firme em toda a região. A atuação da massa de ar polar associada à área de alta pressão mantém o predomínio de sol, mas as temperaturas se mantém baixas nos três estados. Excepcionalmente no litoral paranaense, a entrada de ventos úmidos do oceano deve estimular a formação de nuvens de chuva.

Sudeste

A entrada de ventos úmidos do oceano mantém as instabilidades atuando sobre São Paulo e Rio de Janeiro, na medida em que o ar frio também mantém as temperaturas mais baixas durante o dia. Condição para pancadas isoladas de chuva também no litoral do Espírito Santo. Já em Minas Gerais, o predomínio segue sendo de sol entre nebulosidade variável ao longo do dia.

Centro-Oeste

Ainda não chove em nenhum dos estados da região, e o sol vai predominar entre algumas nuvens durante o dia. Temperaturas seguem mais amenas em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, e o calor continua sobre Goiás e o Distrito Federal.

Nordeste

A chuva segue concentrada no litoral da Bahia, em Sergipe e Alagoas. Condições para pancadas irregulares no litoral do Maranhão. Sertão e agreste continuam ainda com tempo firme, bastante sol e alerta de baixa umidade do ar.

Norte

Tempo ainda bastante abafado e instável no Amazonas, em Roraima e no Amapá. No Tocatins, segue o alerta de baixa umidade, com dia ainda bastante quente e sem chuva. A circulação de ventos ainda mantém as temperaturas mais amenas sobre parte de Rondônia e do Acre.



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AgroNewsPolítica & Agro

Diesel tem menor preço do ano em junho


O diesel encerrou o primeiro semestre de 2025 com os menores preços médios do ano, de acordo com o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). Em junho, o tipo comum foi comercializado a R$ 6,14 em média, com queda de 1,29% ante maio. Já o diesel S-10 caiu 1,44% e fechou o mês a R$ 6,18. A retração é reflexo do repasse tardio das reduções promovidas pela Petrobras em maio, que ainda impactaram a cadeia de abastecimento em junho.

O levantamento também revelou reduções em todas as regiões do País. O Centro-Oeste apresentou os maiores recuos: o diesel comum caiu 1,92%, a R$ 6,14, e o S-10 recuou 1,58%, a R$ 6,24. No Sul, foram registrados os menores preços médios: R$ 5,94 para o comum e R$ 5,97 para o S-10. Já o Norte teve os maiores valores, mesmo com queda: R$ 6,83 e R$ 6,61, respectivamente.

Entre os estados, o Acre segue com os preços mais altos para ambos os tipos: R$ 7,72 para o diesel comum e R$ 7,63 para o S-10. No Paraná, o diesel comum foi o mais barato, a R$ 5,85, e Pernambuco teve o menor valor para o S-10, a R$ 5,88. O destaque em queda foi o Tocantins, com redução de 3,04% no preço do diesel comum. Já o Amapá foi o único estado a registrar alta nos dois tipos de diesel em junho.

“A queda no preço do diesel em junho ilustra bem o efeito tardio dos reajustes da Petrobras realizados em maio, que continuou a afetar a cadeia de abastecimento, repassando as reduções, o que permitiu que o combustível atingisse seu menor preço de 2025 justamente no fechamento do semestre. Essa dinâmica mostra um mercado competitivo e resulta em um cenário mais favorável para os custos de frete e logística no País”, analisa Renato Mascarenhas, Diretor de Operações e Transformação de Negócios da Edenred Mobilidade.

 





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Juros elevados no Plano Safra preocupam setor de proteínas animais e podem…


Especialistas apontam risco de retração em tecnologias, infraestrutura e investimentos no confinamento devido ao crédito mais elevado.

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O governo federal anunciou nesta terça-feira (1º) o Plano Safra 2024/25, mas o setor produtivo segue em alerta com a elevação das taxas de juros para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). A preocupação é que o crédito mais caro desestimule investimentos essenciais para o agro, especialmente nas cadeias de proteínas animais, como suinocultura e confinamento de bovinos, que dependem de financiamento para ampliar infraestrutura e garantir produtividade.

O aumento previsto de até 2 pontos percentuais nas taxas de juros do Plano Safra para programas como o Pronaf e o Pronamp acende um alerta para o setor de proteínas animais. Segundo Valdecir Folador, presidente da Acsurs, o cenário de juros elevados deve inibir ainda mais os investimentos, sobretudo na suinocultura, que já enfrenta dificuldades para financiar melhorias estruturais.

“Com a Selic em 15%, fica praticamente inviável investir em infraestrutura. A rentabilidade atual da suinocultura não é suficiente para arcar com os custos desses financiamentos”, afirmou. Embora o setor esteja atravessando um ano positivo do ponto de vista econômico, com margens dentro da normalidade, o ambiente de crédito mais caro impede avanços significativos. “Não estamos enriquecendo, mas estamos conseguindo pagar as contas. Mesmo assim, com juros altos, não conseguimos sustentar novos investimentos”, completou Folador.

Segundo o analista de mercado da Safra & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os juros elevados do plano safra vão acabar engessando os investimentos dos pecuaristas e também dos produtores. “Isso pode gerar dificuldades para um pecuarista e produtor rural que pretendia fazer investimentos na propriedade e pode ter uma redução no uso de tecnologia”, destacou ao Notícias Agrícolas. 

O analista ainda reportou que como os juros estão altos para muitos produtores rurais, tomar uma linha de crédito  vai ser um risco muito grande, considerando os riscos de mercado. “É uma conta que todos estão fazendo, pois compensa mais colocar o dinheiro em uma renda fixa com risco baixo ou correr riscos com as condições climáticas e de mercado e alocar o capital dentro da propriedade”, comenta.  

A terceirização da engorda por meio de boitel tem ganhado espaço na pecuária brasileira, mas os investimentos do setor privado nesse modelo têm sido afetados pelo encarecimento do crédito. Segundo dados da DSM-Firmenich, atualmente 19,1% dos animais confinados em boitel pertencem a terceiros — um reflexo de um período de expansão puxado por condições financeiras mais favoráveis no passado recente.

“Em 2021, com juros bastante reduzidos, houve um forte impulso nos investimentos em boitel. Muitos investidores viram oportunidade nesse modelo e entraram com força no mercado”, afirmou Walter, da DSM-Firmenich.

Por outro lado, o governo trouxe como uma das novidades o Programa de Transferência de Embriões, uma iniciativa que visa financiar a melhoria genética e a produtividade na cadeia leiteira. O presidente da Associação de Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) e da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), Marcos Tang, considera positivo o interesse em ajudar o produtor a ter uma melhor genética para seus animais, “desde que sejam recursos com juros acessíveis e sem muita burocracia”.

O presidente da Gadolando e da Febrac enfatiza, ainda, que é um trabalho que precisa ser feito com muita parcimônia, com muito cuidado, para que haja um bom uso do dinheiro. “Temos que ver como vai ser o programa, quem tem direito, e aí entra a responsabilidade de todas as associações envolvidas com a cadeia leiteira em dar esse suporte e ajudar na escolha dessas matrizes que serão replicadas”, adianta.





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julho terá clima mais seco e ameno


A onda de frio mais intensa do ano está com os dias contados no Brasil. De acordo com o meteorologista Gabriel Rodrigues, do Portal Agrolink, o pico das baixas temperaturas já foi registrado, e a tendência agora é de elevação gradual nos termômetros em boa parte do país. A partir desta sexta-feira, 4 de julho, a massa de ar polar que causou a queda brusca nas temperaturas começa a se deslocar para o Oceano Atlântico, perdendo força sobre o continente.

Segundo dados do Agrolink, este episódio foi o quarto e mais severo do ano até agora, com registros de até 5 °C abaixo da média climatológica em diversas regiões do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. Tecnicamente, esse comportamento configura o fenômeno como uma “onda de frio”, com noites e madrugadas especialmente geladas e risco de geadas nas serras do Sul nos próximos dias.

Diferente dos últimos anos, marcados por invernos amenos sob influência do El Niño, o inverno de 2025 se apresenta mais rigoroso. Com a neutralidade climática vigente, as condições atuais se aproximam mais do que é esperado para esta época do ano, permitindo incursões mais frequentes de ar polar — embora sem extremos fora do comum.

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As previsões indicam que, após a primeira semana de julho, o padrão climático mudará. Um bloqueio atmosférico dificultará a entrada de novas frentes frias com a mesma intensidade. Com isso, o tempo seco deve predominar e as temperaturas tendem a se manter mais amenas ou até mesmo acima da média em boa parte do centro-sul do país.

Apesar disso, não se descarta a possibilidade de uma ou duas novas massas de ar frio na segunda metade do mês. No entanto, Gabriel destaca que essas incursões devem ser menos intensas do que o evento atual, sinalizando um padrão de contrastes ao longo do mês: frio rigoroso no início e tempo mais estável e quente no final.

Com o avanço do inverno e a influência de padrões atmosféricos neutros, os produtores rurais devem permanecer atentos às variações bruscas no clima. A oscilação entre frio extremo e temperaturas elevadas pode impactar diretamente no desenvolvimento de culturas agrícolas e na produtividade do campo.





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recuo nos preços é impulsionado por dólar e pressão de compradores


Os preços do algodão em pluma registraram forte retração ao longo de junho, pressionados por fatores tanto externos quanto internos. A combinação entre a valorização do real frente ao dólar e a queda nos preços internacionais comprometeu a competitividade das exportações, refletindo diretamente na formação de preços no mercado brasileiro.

Segundo dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o Indicador CEPEA/ESALQ, com pagamento em 8 dias, acumulou queda de 6,16% entre os dias 30 de maio e 30 de junho. No último dia do mês, a cotação fechou em R$ 4,1456 por libra-peso, o menor valor nominal desde 17 de fevereiro de 2025, quando o indicador marcou R$ 4,1153/lp.

Além da paridade de exportação desfavorável, o mercado doméstico também contribuiu para o recuo nos preços. Os compradores demonstraram menor apetite e exerceram pressão por valores mais baixos. Ao mesmo tempo, vendedores se mostraram mais flexíveis nas negociações, o que aumentou a liquidez e acelerou a queda nas cotações.

A média mensal de junho foi de R$ 4,2901/lp, uma retração de 2,4% em relação à média de maio. Ainda assim, quando comparado ao mesmo período do ano passado, o valor ficou 9,1% acima, em termos nominais, evidenciando que o mercado ainda opera em patamar superior ao de 2024.

A conjuntura atual coloca o produtor de algodão diante de um cenário de cautela, especialmente no que diz respeito às vendas. A volatilidade cambial e as incertezas sobre a demanda global têm exigido maior atenção dos agentes quanto ao momento ideal para comercialização.

Com o avanço da colheita e a entrada de mais oferta no mercado interno nos próximos meses, o setor segue atento aos desdobramentos da economia internacional e à movimentação dos estoques. A manutenção ou reversão do atual movimento de baixa dependerá, sobretudo, da demanda externa e do comportamento do dólar.





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Farelo de soja tem queda em Mato Grosso com aumento da oferta



Farelo de soja caiu 1,51% no estado




Foto: Leonardo Gottems

Os preços do farelo e do óleo de soja registraram queda na última semana em Mato Grosso, refletindo o comportamento dos mercados internacional e interno. Segundo informações do boletim informativo do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), o recuo está diretamente ligado à maior oferta de derivados da soja e à pressão negativa do petróleo no cenário global.

De acordo com o Imea, o farelo de soja caiu 1,51% no estado, encerrando a semana com média de R$ 1.537,75 por tonelada. A retração acompanhou o aumento da oferta do proteico no mercado local, além da queda de 2,17% na cotação do produto na Bolsa de Chicago (CBOT), que fechou cotada em US$ 278,25 por tonelada.

O óleo de soja também apresentou recuo, com desvalorização de 0,25% no mercado mato-grossense. A média semanal ficou em R$ 5.757,33 por tonelada. A queda foi influenciada principalmente pelo recuo de 4,45% nas cotações da CME Group, que fecharam em US$ 52,34 por libra-peso, puxadas pela redução no preço do petróleo Brent.

Apesar das pressões recentes, o valor do óleo de soja ainda se mantém elevado em relação ao ano passado. Conforme dados do Imea, a cotação atual está 28,66% acima do registrado no mesmo período de 2024, evidenciando que o mercado ainda encontra sustentação em fundamentos como a demanda por biocombustíveis.

Nesse contexto, a aprovação da mistura B15 — que aumenta a proporção de biodiesel no diesel comercializado no país — deve estimular a demanda por óleo de soja nos próximos meses. Essa mudança pode se tornar um fator de suporte aos preços no estado, mesmo diante de oscilações externas. 





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Desempenho das cooperativas do Rio Grande do Sul tem novo recorde



O desempenho das cooperativas do Rio Grande do Sul foi positivo em 2024, com novo recorde de faturamento, informou o Sistema Ocergs em coletiva desta terça-feira (1).

O crescimento em comparação a 2023 foi de 8,4%, chegando a R$ 93,2 bilhões. Em sobras aos cooperados, foram distribuídos mais de R$ 5 bilhões no ano passado.

O levantamento leva em consideração dados como faturamento, sobras, patrimônio e ativos referentes a cada um dos ramos de atuação das mais de 370 cooperativas gaúchas.

“Nós ultrapassamos todas as nossas expectativas, mas foi fruto de um trabalho de muita resiliência, de muita profissionalização, de buscar share de mercado, de buscar outras alternativas econômicas quando o grão não deu mais viabilidade porque não tinha mais volume. Essas alternativas todas conseguiram fazer esse crescimento do cooperativismo”, declarou o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann.

No Rio Grande do Sul são mais de quatro milhões de pessoas associadas a cooperativas, quase 1/3 da população do estado. Juntas, geram mais de 78 mil empregos, sendo que a agropecuária, com 93 cooperativas, responde por importante fatia do total de receita e também de vagas geradas.

Em 2024, esse segmento ligado ao agro movimentou quase R$ 50 bilhões, alta de 2,4% ante o período anterior. Apesar de todas as dificuldades financeiras enfrentadas pelas perdas na safra de grãos, a produção de proteína animal e o arroz ajudaram a puxar a alta.



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Três capitais tiveram a tarde mais fria do ano nesta quarta-feira



A tarde de 2 de julho foi a mais fria de 2025 até agora em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Curitiba, no Paraná, de acordo com a Climatempo.

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As três capitais experimentaram uma combinação de condições meteorológicas que são ideais para causar tardes muito frias: céu nublado e a presença de muito ar frio de origem polar.

Em Curitiba, o recorde de menor temperatura máxima foi batido pelo segundo dia consecutivo. A máxima foi de apenas 7,2 graus pela medição do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Ontem foi de 8,9°C.

Já em São Paulo, o novo recorde de menor temperatura máxima foi batido pelo segundo dia consecutivo com a marca de 13°C. Até então, o menor número havia sido terça (1), com 16,1°C. Segundo a Climatempo, a população da capital paulista viveu a tarde mais fria desde 2013.

No Rio de Janeiro, a temperatura máxima nesta terça-feira foi de apenas 19,6°C, na região de Jacarepaguá, pela medição do Inmet. Para os padrões climáticos da capital fluminense, uma tarde com a máxima dos termômetros abaixo de 20°C é muito fora do comum. O recorde anterior havia sido em 12 de junho, com 20,1°C.



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Paraná desponta como novo polo de etanol de milho no Brasil



Outro diferencial do estado está na infraestrutura



Outro diferencial do estado está na infraestrutura
Outro diferencial do estado está na infraestrutura – Foto: Pixabay

O Paraná tem se consolidado como destaque na produção de etanol de milho, com potencial para alcançar 6,2 milhões de litros, quase o dobro da capacidade estimada em regiões tradicionais como Nova Mutum (MT). Segundo dados da EEmovel Agro, a área de abrangência de 120 km a partir de Campo Mourão concentra mais de 3,1 milhões de hectares de milho na segunda safra, resultando em cerca de 259 milhões de sacas do grão.

A construção da usina da COAMO em Campo Mourão fortalece essa tendência. Com capacidade de processar 1,7 mil toneladas de milho por dia e produzir 765 mil litros de etanol diários, o projeto representa um investimento de R\$ 1,7 bilhão. Apesar da predominância da soja, o milho ganha cada vez mais espaço em municípios como Ubiratã, Mamborê e Campina da Lagoa, consolidando-se como a segunda cultura mais importante da região.

Outro diferencial do estado está na infraestrutura. O Paraná possui 5.182 silos com capacidade total de armazenamento de quase 39 milhões de toneladas, o que garante eficiência logística e maior atratividade para novos empreendimentos voltados ao biocombustível.

Para Luiz Almeida, Diretor de Operações Agro da EEmovel Agro, o estado reúne todas as condições para se tornar um polo nacional do etanol de milho. A combinação entre produção em larga escala, capacidade de armazenagem e investimentos em processamento fortalece a competitividade paranaense e impulsiona o desenvolvimento sustentável no setor.

“A capacidade produtiva da região, aliada à estrutura para armazenamento e processamento, coloca o estado em vantagem competitiva importante, comparado a outras regiões tradicionalmente produtoras, como o Mato Grosso. Isso deve atrair mais investimentos e gerar desenvolvimento econômico local”, explica.

 





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Rafa Kalimann erra animal e web reage: é bode ou carneiro?


O mundo das celebridades e do agro se cruzou em um momento inusitado: Rafa Kalimann recebeu um animal de presente do cantor Nattan após um show. Mas ao compartilhar o acontecimento em suas redes sociais, os fãs do casal levantaram uma questão que deixou a influenciadora sem respostas: será que é um bode ou um carneiro?

O vídeo viralizou nas redes sociais e gerou milhares de reações bem-humoradas. Mas, afinal, como saber a diferença?

A situação, além de divertida, abriu espaço para um debate importante: a maioria das pessoas que vive em áreas urbanas tem pouco ou nenhum contato com animais de produção e, por isso, confusões como essa são mais comuns do que se imagina.

Quais as diferenças entre bode e carneiro?

Apesar de visualmente semelhantes à primeira vista, bode e carneiro pertencem a espécies diferentes. O bode é o macho da cabra (espécie caprina), enquanto o carneiro é o macho da ovelha (espécie ovina).

A principal diferença está na anatomia do animal:

  • Bodes costumam ter barba, rabo para cima e corpo mais esguio.
  • Carneiros têm o corpo mais robusto, rabo para baixo e, em algumas raças, lã cobrindo boa parte do corpo.
  • Orelhas e chifres também variam de acordo com a raça, mas em geral os bodes têm orelhas mais eretas e os carneiros têm orelhas caídas.

A semelhança no porte físico, nas cores da pelagem e nos chifres pode enganar. Em vídeos curtos ou imagens, como no caso de Rafa Kalimann, a distinção fica ainda mais difícil.

Veja também: Cordeiro, borrego ou carneiro: qual é ideal para consumo?

Santa Inês em cena: o possível protagonista da confusão

Ao analisarmos as imagens divulgadas por Rafa Kalimann, identificamos que o animal presenteado parece ser um carneiro da raça Santa Inês, uma das mais criadas no Brasil para produção de carne.

Entre risadas e curiosidade, um final feliz no mundo agro

Independentemente de ser bode ou carneiro, caprino ou ovino, uma coisa é certa, o nome do novo integrante da fazenda já foi escolhido: Joquim. Rafa Kalimann contou que o animal será criado com carinho no campo. No fim das contas, a dúvida virou aprendizado, rendeu boas risadas e aproximou ainda mais o público urbano do universo rural. Porque no agro, até uma confusão pode virar oportunidade de ensinar.

Leia também: Você sabe a diferença entre tempestade, temporal e tempo severo?





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