domingo, maio 17, 2026

Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Cenário do trigo exige cautela e estratégia


O mercado de trigo brasileiro vive um momento de indefinições, marcado por expectativa de safra menor, estoques apertados no Sul e pressão do mercado externo. Segundo a TF Agroeconômica, apesar da leve redução nas estimativas dos estoques globais pelo USDA, de 141,83 para 138,16 milhões de toneladas, os níveis ainda são superiores ao do ano passado, o que indica preços internacionais mais baixos nesta temporada, influenciando negativamente o Brasil, especialmente via importações da Argentina.

Para o produtor, o destaque está na possível oportunidade oferecida pelos contratos futuros: a cotação de julho de 2026 na CBOT está 10,46% acima da de julho de 2025. Isso, mesmo sem garantia de valorização, pode ser explorado como oportunidade de venda antecipada. No Brasil, espera-se uma produção de trigo de 7,30 milhões de toneladas em 2026, inferior às 7,88 milhões previstas para 2025, o que deve elevar as importações entre fevereiro e agosto de 2026, puxando os preços internos para mais próximo da paridade de importação.

Os fatores de alta incluem o bom desempenho das exportações dos EUA, aumento da área em seca nas Grandes Planícies, desvalorização do dólar e preços internos já 18,34% maiores que no mesmo período do ano passado. Além disso, a previsão de uma nova quebra de safra nacional pode manter o mercado aquecido, especialmente se a qualidade do grão continuar baixa, pressionando os preços das farinhas.

Por outro lado, fatores de baixa ainda pesam. O avanço da colheita no Hemisfério Norte, os estoques elevados no RS (360 mil t em junho, com projeção de 130 mil t em outubro), a concorrência do trigo argentino no PR e margens apertadas para os moinhos reduzem o fôlego dos preços no curto prazo. Assim, a TF recomenda que produtores e cooperativas esperem para vender após fevereiro de 2026, enquanto compradores com capital e estrutura devem adquirir entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, usando o mercado futuro como proteção em caso de alta.

 





Source link

News

Trump diz que acordos tarifários dos Estados Unidos serão divulgados nesta segunda



O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na noite deste domingo (6) que os acordos tarifários feitos pelos EUA com diversos países serão divulgados a partir das 13h (pelo horário de Brasília) desta segunda-feira (7).

Trump disse ainda que países alinhados às “políticas antiamericanas do Brics” vão pagar uma tarifa adicional de 10%.

De acordo com o republicano, “não haverá exceções a esta regra”. Trump deu as declarações por meio da rede Truth Social.



Source link

News

Imea eleva produção de Mato Grosso em 2024/25



A produção de milho da safra 2024/25 em Mato Grosso foi revisada para 54,02 milhões de toneladas pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

O volume representa aumento de 14,52% em relação ao ciclo anterior e supera o recorde da safra 2022/23, de 52,50 milhões de toneladas. A produtividade média subiu para 126,25 sacas por hectare, ante 117,74 sacas na estimativa anterior. A área plantada foi mantida em 7,13 milhões de hectares, com crescimento de 4,85% sobre a safra passada.

A revisão foi feita com base no levantamento de campo conduzido entre maio e junho pelo projeto Imea em Campo, que percorreu 82 municípios e avaliou 538 lavouras.

O sudeste do estado apresentou a maior variação positiva na produtividade, com alta de 15,64 sacas por hectare. No oeste e no médio-norte, os incrementos foram de 13,60 e 11,89 sacas, respectivamente. A única região com queda foi o nordeste, com recuo de 1,66 saca por hectare.

Segundo o Imea, 77% das lavouras estavam próximas da colheita no momento das visitas.

As regiões com maior população de espigas por hectare foram o médio-norte e o oeste. O maior peso de grãos foi observado no sudeste, enquanto o oeste teve o maior número de grãos por espiga. O nordeste apresentou os menores indicadores agronômicos entre as sete regiões.



Source link

News

Agroextrativista do Tocantins transforma saberes em sabores do Cerrado


Agricultora familiar de quarta geração e agroextrativista, Fátima Dias carrega o compromisso com a preservação ambiental do Jalapão, Tocantins (TO). Por meio de seu trabalho, transforma frutos do Cerrado em alimentos que equilibram tradição e inovação.

“Tudo começou da minha ancestralidade, dos familiares que moram na região do Jalapão. A gente colhia no mato ou plantava, e transformava em comida”, relembra a produtora. 

Nas panelas da família, buriti, baru, jatobá, pequi e caju eram ingredientes de receitas ancestrais. Essa cultura alimentar, antes restrita ao lar, hoje encanta especialistas e consumidores. 

Atualmente, no portfólio da agroextrativista, há várias outras opções como bombom de baru — que ela chama de ‘Viagra brasileiro’ —, chips de frutas típicas do Cerrado, temperos, cúrcuma, açafrão-da-terra e o óleo de buriti.

“Tem mais vitamina C que a acerola e combate até veneno de cobra e queimaduras”, garante Dias.

A convite do Sebrae, ela apresentou seus produtos no Inova Amazônia Summit 2025 – maior evento de bioeconomia da região Norte -, que aconteceu em Macapá (AP).

“Estive com investidores nacionais e internacionais nas rodadas de negócio. Vamos ver se  a gente fecha negócio.” 

Com tantas novidades, Dias foi premiada no Inova Cerrado 2025 com a ‘Granoloca do Cerrado’.

O mix de castanhas de baru e caju, chips de mandioca e buriti, gergelim, coco e banana-passa conquistou o júri e colocou sua produção em evidência.

Imagem do troféu Inova CerradoImagem do troféu Inova Cerrado
Fátima Dias foi premiada no Inova Cerrado 2025 com a ‘Granoloca do Cerrado’. Foto: Arquivo pessoal

Inova Cerrado é um prêmio criado pelo Sebrae, que tem como objetivo auxiliar e estimular à bioeconomia local e preservação do bioma.

“O Sebrae, ele chancela o sucesso. Ele não vai te dar um prêmio se você não tem aquela capacidade”, conta a agricultora feliz com o resultado.

  • Participe do Porteira Aberta Empreender: envie perguntas, sugestões e conte sua história de empreendedorismo pelo WhatsApp

A agroextrativista conta que retira apenas o necessário da mata e, além disso, cultiva as mesmas espécies que extrai.

“Olha, a sustentabilidade é vida. Eu falo que, nos sabores do Jalapão, nós temos o melhor sabor do Cerrado. Sou agroextrativista: retiro do mato, mas planto o mato. Eu preservo. Afinal, sem o Cerrado, eu não tenho baru, buriti, pequi. E sem eles, eu não tenho alimento de altíssima qualidade.”

Para Fátima Dias, preservar é um ato de sobrevivência e também de respeito ancestral. É a prova de que saber, sabor e empreendedorismo podem, sim, caminhar juntos.

Seu trabalho não é apenas sobre alimentos — pelo contrário, trata-se de manter vivo um modo de vida que respeita os ciclos da natureza e, ao mesmo tempo, valoriza os frutos do Brasil.



Source link

News

Brasil avança com inflação ainda pressionada; ouça análise do Diário Econômico


No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o avanço das bolsas globais e das commodities, impulsionado por dados fortes nos EUA e enfraquecimento do dólar. O real se valorizou e os juros futuros longos recuaram, refletindo melhora no risco país.

No Brasil, a produção industrial decepcionou, mas o mercado de trabalho segue robusto. A Selic deve permanecer em 15% por período prolongado.

Na agenda, destaque para ata do FOMC, IPCA e dados de varejo e serviços.

Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Produtores reduzem pastejo para preservar forragem


A oferta de forragem no Rio Grande do Sul tem sido prejudicada pelas condições climáticas das últimas semanas, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (3). O excesso de umidade e a limitação de radiação solar atrasaram o desenvolvimento das forrageiras e agravaram a escassez de alimento para os rebanhos.

“As pastagens estão sofrendo com alagamentos, erosão e perdas de nutrientes por lixiviação”, informou a Emater. Mesmo onde o pastejo tem sido possível, os danos são acima do esperado. Em diversas regiões, a qualidade das áreas de campo nativo e das forrageiras cultivadas está comprometida.

Na região de Bagé, enchentes dos rios Uruguai, Ibicuí, Cambaí e Itu inundaram extensas áreas de pastagem. Em Caxias do Sul, a umidade excessiva prejudicou cultivos de aveia em sistemas integrados com lavoura e pecuária, além de inviabilizar áreas de trigo forrageiro. Em Erechim, as geadas comprometeram a vegetação nativa e os restos culturais de verão, enquanto o crescimento das pastagens cultivadas permanece lento.

Na região de Frederico Westphalen, o solo encharcado continua dificultando o pastejo. Situação semelhante é observada em Ijuí, onde a umidade elevada tem causado danos físicos às forrageiras. Em Passo Fundo, o rebrote é baixo, o que levou os produtores a restringirem o acesso dos animais para evitar o desgaste das áreas.

Em Pelotas, o frio e as geadas afetaram negativamente a disponibilidade de forragem, principalmente nas pastagens nativas. As pastagens cultivadas de inverno ainda não estão prontas para o pastejo. Em Porto Alegre, com áreas cultivadas alagadas, os campos nativos estão sendo sobrepastejados. Em Santa Rosa, os produtores intensificaram o uso de silagem diante da escassez de pastagem e relataram perdas por pisoteio em solos saturados.

Apesar do cenário adverso, a Emater/RS-Ascar observa que as geadas recentes favoreceram, em algumas regiões, o desenvolvimento de pastagens anuais implantadas em sobressemeadura.





Source link

News

Semana começa com frio menor e chuvas fortes; veja a previsão da Climatempo



Nesta segunda-feira (7), enquanto o Sul inicia a semana sem previsão de chuva e com temperaturas em elevação, o Sudeste terá instabilidades no litoral. O Centro-Oeste segue com tempo firme e seco, o Nordeste enfrenta chuvas fortes em parte do litoral, e o Norte tem alerta para temporais, principalmente no Amazonas, Roraima e Amapá.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Confira como ficam as condições do tempo em cada região do Brasil, de acordo com a previsão da Climatempo.

Previsão do tempo para a região Sul hoje

A semana começa sem chuva nos três estados da região e com temperaturas em elevação à tarde no interior e oeste do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina e no norte do Paraná.

A tarde fica menos fria em Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, com a presença do sol e pouca nebulosidade.

Previsão do tempo para a região Sudeste hoje

A chuva pode acontecer com fraca até moderada intensidade no sul e litoral do Rio de Janeiro, devido à presença de bastante umidade. Há também chuva fraca e um começo de semana com mais variação de nuvens no litoral de São Paulo.

O período da tarde mais quente e seco no norte paulista e no Triângulo e noroeste de Minas Gerais, com umidade abaixo de 30%.

Previsão do tempo para a região Centro-Oeste hoje

A semana começa com padrão de tempo firme e seco sobre a maior parte da região. O destaque fica para a umidade abaixo de 30% em Goiás, Mato Grosso e Distrito Federal.

O amanhecer será menos frio em Mato Grosso do Sul, com temperatura mais alta à tarde, principalmente no norte e nordeste do estado.

Previsão do tempo para a região Nordeste hoje

A chuva continua no litoral da Bahia, com alerta para temporais em Salvador. Chove a qualquer momento com forte intensidade em Alagoas e Sergipe.

Há pancadas mais isoladas, porém com muito vento, no litoral de Pernambuco e do Rio Grande do Norte. O ar fica mais seco no interior da região.

Previsão do tempo para a região Norte hoje

A faixa sul da região continua mais seca neste começo de semana, com umidade baixa no Tocantins.

Chove a qualquer momento do dia no norte do Amazonas, em Roraima e no Amapá. A chuva pode vir forte, com raios e trovoadas.



Source link

News

Arroba do boi gordo estreou julho melhor do que iniciou junho; e agora, o que esperar?



O mercado físico do boi gordo teve um mês de junho marcado por recuperação nos preços da arroba na maioria das regiões de produção e comercialização do país.

Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, o movimento foi mais contundente na primeira quinzena do mês, quando as escalas de abate dos frigoríficos estavam mais apertadas.

“Já na segunda metade do mês o movimento perdeu intensidade e os frigoríficos passaram a exercer pressão sobre os pecuaristas”, assinalou Iglesias.

Variação de preço da arroba do boi

Veja como os preços da arroba do boi gordo iniciaram o mês de julho e como estavam em 1 de junho nas principais praças de comercialização do país:

  • São Paulo (Capital): R$ 315 em julho — R$ 306,50 em junho (+2,7%)
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 299,71  — R$ 288,82 (+3,7%)
  • Goiânia (Goiás): R$ 294,64 — R$ 289,29 (+1,8%)
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 313,52 — R$ 304 (+3,1%)
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 318,11 — R$ 300 (+6%)

O que esperar de julho?

Para Iglesias, a expectativa é de boa disponibilidade de animais terminados em regime intensivo no decorrer de julho, com positiva incidência de animais de parceria (contratos a termo), além da utilização de confinamentos próprios.

“Por outro lado, as exportações pujantes de carne bovina são a grande variável sob o prisma da demanda, reduzindo a intensidade do movimento de queda nos preços da arroba do boi”, completou o analista.

Em complemento à fala de Iglesias, o coordenador da equipe de inteligência de mercado da Scot Consultoria, Felipe Fabbri, chama a atenção para o fato de o Brasil ter alcançado o maior faturamento da história em um único mês: receita de US$ 1,313 bilhão em junho, com média diária de US$ 65,678 milhões, conforme a Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

“Nessa primeira quinzena de julho, temos um cenário em que o mercado interno deve ganhar um pouco de força. O escoamento aqui no Brasil e no mundo deve ser muito bom no período, o que é um fator de sustentação para a arroba, mas há pontos de atenção”, diz.

O primeiro deles seria o dólar, que atingiu o seu menor patamar nos últimos 12 meses. “Esse fator coloca certa pressão sobre a indústria exportadora de carne bovina, ou seja, configura um quadro baixista. Outro ponto de bastante cautela são as ondas de frio que o Brasil tem registrado nessas últimas semanas e que estão que tem aumentado a oferta da indústria frigorífica. Mesmo assim, não enxergamos que haverá um derretimento da arroba, então ela deverá continuar operando próxima aos R$ 300”, conclui o especialista da Scot.

Exportação de carne bovina

As exportações de carne bovina fresca, congelada ou refrigerada do Brasil renderam US$ 917,053 milhões em junho, com média diária de US$ 65,504 milhões, conforme os dados preliminares do governo apurados até o dia 22 de junho.

No período, a quantidade total exportada pelo país chegou a 168,838 mil toneladas, com média diária de 12,060 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.431,60.

Em relação a junho de 2024, houve alta de 52,4% no valor médio diário da exportação, ganho de 25,3% na quantidade média diária exportada e avanço de 21,6% no preço médio.

*Com informações da Safras News



Source link

News

Nova frente fria traz dia gelado, chuva e geada; veja previsão do tempo



A segunda-feira (7) será marcada por mudanças significativas no tempo Brasil afora, segundo análise dos meteorologistas da Climatempo. Confira como ficam as condições do tempo e a possibilidade de chuva em cada região do país.

Sul: dia gelado e muita chuva

Uma nova frente fria se aproxima do Rio Grande do Sul, elevando a umidade e estimulando a formação de nuvens de chuva, principalmente em áreas de fronteira com o Uruguai.

O sol ainda aparece pela manhã, mas há previsão de chuva moderada a forte no período da tarde em cidades como Uruguaiana e no extremo oeste gaúcho. Apesar da instabilidade, o dia começa gelado, com possibilidade de geada na Serra do Rio Grande do Sul e em trechos da Serra de Santa Catarina.

A combinação de umidade, tempo mais aberto e temperaturas baixas aumenta as chances de formação de nevoeiro no Sul, especialmente no sul gaúcho, Grande Porto Alegre, sul do Paraná e na capital Curitiba, reduzindo a visibilidade durante as primeiras horas do dia. No restante do Sul, incluindo as capitais, o tempo fica firme ao longo do dia.

Sudeste: frio pela manhã e tempo seco no interior

No Sudeste, o transporte de umidade do oceano mantém o céu com mais nuvens e chuva fraca no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro. O amanhecer continua frio, com possibilidade de geada fraca e pontual no Vale do Paraíba e na Serra da Mantiqueira.

Há previsão de nevoeiro na Grande São Paulo, Campinas, Sorocaba, capital fluminense e Zona da Mata mineira. Mesmo assim, grande parte da região começa a semana com sol entre nuvens e sem previsão de chuva.

À tarde, as temperaturas ficam amenas na capital paulista, enquanto o ar seco predomina no norte de São Paulo Triângulo Mineiro e noroeste de Minas Gerais.

Centro-Oeste: calor intenso e ar seco

No Centro-Oeste, a previsão indica calor intenso e tempo seco em todo o território.

A tarde será ensolarada e a umidade relativa do ar deve ficar abaixo de 30% desde o norte de Mato Grosso do Sul até o norte de Mato Grosso.

Em Cuiabá, Goiânia e Brasília, a qualidade do ar pode ficar prejudicada por causa da baixa umidade.

Norte e Nordeste: alerta para temporais e chuvas fortes

No Norte, o alerta é para temporais no Amazonas e em Roraima. Cidades como Manaus, Belém e Macapá começam a semana com tempo abafado e possibilidade de pancadas de chuva fortes.

No Nordeste, a infiltração marítima mantém o tempo nublado e com chuva a qualquer hora do dia entre o litoral norte da Bahia e Sergipe, incluindo Salvador, que pode registrar pancadas mais intensas. Entre Alagoas e Rio Grande do Norte, a chuva ocorre de forma mais isolada, mas pode ter intensidade moderada a forte.

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.



Source link

News

o herói criado no campo e os valores do agro na formação de Clark Kent



Nesta semana, os fãs de quadrinhos e cinema celebram a aguardada estreia do novo filme do super-homem, intitulado Superman: O Legado, dirigido por James Gunn e estrelado por David Corenswet como o “Homem de Aço”. A produção marca uma nova fase no universo cinematográfico da DC e traz não apenas cenas de ação e heroísmo, mas também uma revisitação às origens do personagem, que se cruzam diretamente com a vida no campo.

Para o público do agronegócio, a trajetória de Clark Kent — o Superman — tem um significado especial. Afinal, o maior super-herói da cultura pop foi criado em uma fazenda, por pais adotivos agricultores, na fictícia cidade de Smallville, Kansas. Essa origem rural moldou profundamente o caráter, os valores e a visão de mundo do herói que se tornaria o símbolo da justiça.

Superman: O Legado — o filme que resgata a humanidade do herói

O longa “Superman: O Legado” é o primeiro filme do novo universo DC liderado por James Gunn, que também assina o roteiro. Com lançamento mundial nesta semana, o filme promete resgatar elementos clássicos da mitologia do Superman, incluindo sua criação no meio rural. A produção conta com:

  • David Corenswet (conhecido por Pearl) como Clark Kent/Superman.
  • Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel) no papel de Lois Lane
  • Nicholas Hoult como Lex Luthor (Nosferatu e Mad Max)
  • Direção e roteiro de James Gunn, criador de sucessos como Guardiões da Galáxia e O Esquadrão Suicida

Gunn já declarou em entrevistas que sua abordagem ao Superman busca trazer um herói “esperançoso, gentil e profundamente humano” — exatamente os traços que ele absorveu durante sua infância no campo. A fazenda dos Kent não é apenas um cenário de fundo: ela é a semente de todo o idealismo e senso de dever que o herói carrega.

A origem agrícola de Clark Kent: o agro como escola de valores

Muito antes de voar pelos céus de Metrópolis, Clark Kent aprendia a cuidar da terra, alimentar os animais e respeitar os ciclos da natureza ao lado de seus pais adotivos, Jonathan e Martha Kent. Para quem vive no campo, essas tarefas são rotina. Para o Superman, foram a base de sua moral.

Jonathan Kent, um produtor rural íntegro e trabalhador, ensinou ao filho a importância de plantar com responsabilidade, colher com sabedoria e cuidar das pessoas e da terra com respeito. Esses ensinamentos serviram como norte ético para o Superman ao longo de sua trajetória.

Essa origem agrícola é parte essencial da identidade do personagem e pode ser vista como um espelho dos valores que norteiam o agronegócio brasileiro: resiliência, trabalho duro, respeito à natureza, ética e responsabilidade social.

O campo na formação de caráter

É comum vermos na literatura e na vida real que muitos líderes — inclusive políticos, empresários e figuras públicas — tiveram passagens marcantes pela vida rural. O campo, com seus desafios diários e a constante convivência com os ritmos da natureza, oferece um ambiente único de aprendizado.

Clark Kent representa esse arquétipo. Ao contrário de outros super-heróis com origens urbanas ou tecnológicas, o Superman foi moldado por uma realidade simples, mas profundamente significativa. Isso faz com que ele se destaque como um herói com os pés no chão — literalmente.

No Brasil, milhões de jovens são criados em propriedades rurais, aprendendo desde cedo sobre responsabilidade, trabalho em equipe, respeito às tradições e ao meio ambiente. Esses jovens têm muito em comum com o jovem Clark Kent que cresceu cuidando da fazenda dos pais adotivos no coração dos Estados Unidos.

Agro na cultura pop: de Smallville ao mundo real

A representação do campo como um espaço de valores nobres tem se fortalecido na cultura pop, e a nova produção do Superman é mais um exemplo disso. Em diversas mídias, vemos cada vez mais personagens com vínculos rurais sendo retratados como íntegros, resilientes e conectados com o que há de mais essencial: a terra, a família e a verdade.

Essa valorização do campo também contribui para mudar a percepção do grande público sobre o agronegócio. O produtor rural deixa de ser apenas um coadjuvante e passa a ser visto como um agente essencial na construção de um futuro melhor — não só economicamente, mas também socialmente.

A estreia de Superman: O Legado é mais do que um evento do cinema. É uma oportunidade de reconhecer que os valores que sustentam os maiores heróis da ficção são os mesmos que movem os homens e mulheres do campo todos os dias.

Nunca vamos esquecer, o maior dos super-heróis é o mais justo e tem os valores mais humanos entre todos por ter sido criado por Jonathan e Martha Kent em uma fazenda, bom nos lembrar e passar para nossos filhos.



Source link