terça-feira, março 24, 2026

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Anvisa proíbe venda de vinagre de maçã Castelo; saiba o que motivou a decisão



A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (26), o recolhimento do vinagre de maçã da marca Castelo, lote 12M2, produzido pela Castelo Alimentos S/A, além de suspender de imediato a comercialização, distribuição e consumo do produto.

A decisão foi tomada após o Laudo de Análise Fiscal Definitivo, emitido pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen) do Distrito Federal, reprovar o lote analisado no teste de pesquisa quantitativa de dióxido de enxofre. O exame identificou a presença da substância em quantidade que não está informada no rótulo.

Segundo a Anvisa, a presença de dióxido de enxofre em alimentos, principalmente se não estiver identificada, pode provocar reações alérgicas em pessoas sensíveis a esse composto químico, o que representa risco à saúde do consumidor.



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AgroNewsPolítica & Agro

Comissão debate crise do setor leiteiro e prática de concorrência desleal



A reunião será realizada no plenário 6, às 14 horas.


Foto: Divulgação

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados realiza nesta quarta-feira (26) audiência pública para discutir a crise enfrentada pelo setor leiteiro e a possível prática de dumping nas importações de leite em pó.

O dumping consiste na venda de produtos a preços abaixo do valor de mercado com o objetivo de eliminar a concorrência.

A reunião será realizada no plenário 6, às 14 horas.

O debate atende a pedido do deputado Domingos Sávio (PL-MG). Ele afirma que o objetivo é ouvir autoridades e representantes do setor para avaliar os impactos econômicos e sociais da queda nos preços pagos ao produtor, do aumento dos custos de produção e do crescimento das importações de leite em pó, especialmente de países do Mercosul.

Domingos Sávio aponta que produtos estrangeiros têm chegado ao mercado nacional com preços inferiores aos praticados internamente, o que pode caracterizar dumping e gerar concorrência desleal contra a produção brasileira.

“A queda acentuada nos preços pagos ao produtor, aliada ao aumento dos custos de produção, tem comprometido a sustentabilidade econômica do setor”, afirma.

O parlamentar observa ainda que o indeferimento, pelo governo federal, do pedido da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) para abertura de investigação sobre dumping tem sido criticado por representantes do setor, que defendem medidas de defesa comercial.





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Setores de café e carne divergem sobre modelo de licitação de terminal do Porto de Santos



O novo modelo de licitação do terminal de contêineres Tecon Santos 10, no Porto de Santos, segue em análise no Tribunal de Contas da União (TCU) após divergências entre os ministros votantes.

Enquanto uns seguem o texto da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que limita a participação de empresas que já operam terminais no porto na primeira fase do leilão com o objetivo de estimular a entrada de novos players, outros seguem o entendimento da Subsecretaria de Acompanhamento Econômico e Regulação (Seae), do Ministério da Fazenda, que defende o processo em fase única com cláusula de desinvestimento caso uma das que já atuam no cais vença, proposta que, em teoria, favoreceria Maersk, MSC, CMA CGM e DP World.

Em nota, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) lastimou a divergência aberta e afirmou que o adiamento da votação retarda uma solução logística ao maior porto da América Latina.

Para o diretor técnico da entidade, Eduardo Heron, restringir às incumbentes o acesso à primeira etapa do certame “causa fragilidade ao processo e uma iminente judicialização do leilão, o que, infelizmente, aumentará os desafios e os prejuízos que o comércio exterior brasileiro vem acumulando nos últimos anos.”

Segundo ele, os gargalos logísticos e o aumento do “custo Brasil” se devem a diversos fatores e não à concentração de empresas no terminal, mas em especial à falta de infraestrutura adequada no país.

“Além disso, disseram [os ministros] ter conversado com diversos especialistas e que ‘dezenas’ de instituições apoiavam a proposição da Antaq. Alguém conversou com os representantes da carga, que são os que arcam os milionários prejuízos? O café, por exemplo, não foi ouvido! Pior: o café foi ouvido pela Antaq, quando destacamos a urgente necessidade de oferta de capacidade de pátio/berço e manifestamos a defesa da realização do leilão amplo e irrestrito, em uma única fase, cenário que é desconsiderado nos moldes atuais, visando evitar judicializações. Não basta ouvir apenas os especialistas, precisam ouvir aqueles que estão pagando a conta”, crítica.

Por outro lado, seis instituições, como a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), defendem que o leilão do Tecon Santos 10 seja feito em duas fases.

De acordo com o presidente da ABPA, Ricardo Santin, a entidade acredita que tal modelo dê a oportunidade para que novos players entrem no mercado. “Trata-se de um mercado bastante concentrado e, no caso do Brasil, que é o maior exportador de aves, o quarto maior de suínos e também um importante vendedor de ovos e peixes, além de carne bovina e outras proteínas, entendemos que o modelo em duas etapas é muito positivo para oxigenar esse mercado e ter mais concorrentes novos para esse certame”, destaca.

Segundo ele, a Associação contratou um parecer da Malan & Associados que fez uma análise e confirmou a viabilidade, legitimidade e legalidade desse processo do leilão. “Assim apoiamos para que possamos ter novos concorrentes, novos players desse mercado que é muito importante para o futuro das proteínas brasileiras”, diz.

A proposta da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) prevê duas fases de concorrência e investimentos de R$ 6,45 bilhões ao longo de 25 anos.

O Tecon 10 deve ocupar área de 622 mil m², com quatro berços de atracação e capacidade estimada em 3,5 milhões de TEUs por ano. O governo trabalha para levar o leilão a mercado em 2026, mas as discussões no TCU definem o que será ou não permitido no edital.



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Relação EUA-China impulsiona soja em Chicago; confira os números no exterior e no Brasil



O mercado brasileiro de soja apresentou poucas alterações nesta quarta-feira (26). Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, foi um dia de poucas novidades, com ofertas pontuais em um mercado nominal.

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A CBOT registrou leve alta, mas a queda do dólar limitou grandes variações no mercado doméstico. Os prêmios seguem negativos para a safra nova, enquanto o produtor mantém o foco no plantio, restringindo a oferta disponível.

No mercado físico brasileiro, os preços ficaram praticamente estáveis:

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 136,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 137,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 134,00 para R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): caiu de R$ 124,50 para R$ 124,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 126,00 para R$ 126,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 126,00 para R$ 128,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 141,50 para R$ 142,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 141,00

Soja em Chicago

Em Chicago, os contratos futuros da soja fecharam em leve alta na Bolsa de Mercadorias (CBOT). Com o feriado de Ação de Graças se aproximando, investidores buscaram melhor posicionamento. A retomada das compras chinesas permaneceu no centro das atenções, com perspectiva de maior ritmo nos próximos dias.

A China adquiriu pelo menos 10 carregamentos de soja dos EUA, com embarques previstos para janeiro. O presidente Donald Trump destacou que as relações com a China estão “extremamente fortes” após conversa telefônica com Xi Jinping.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam a US$ 11,31 1/2 por bushel, alta de 6,75 centavos de dólar (0,60%), e março cotou-se a US$ 11,40 3/4 por bushel, com elevação de 6 centavos (0,52%).

O farelo manteve-se estável a US$ 320,40 por tonelada, e o óleo subiu 0,38 centavo (0,75%) a 51,03 centavos de dólar.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou em queda de 0,79%, sendo negociado a R$ 5,3330 para venda e R$ 5,3310 para compra, oscilando entre R$ 5,3320 e R$ 5,3893 durante o dia.



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Senado encerra debates e avança na regulamentação do mercado de carbono



A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado Federal encerrou, nesta terça-feira (25), o ciclo de debates sobre a regulamentação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa. As discussões ocorreram ao longo de 2024 e reuniram especialistas, representantes do governo e parlamentares para definir os próximos passos do mercado regulado de carbono no país.

O doutor em direito ambiental, Leonardo Munhoz, participou da audiência e destacou a importância do agronegócio na estruturação do sistema. Segundo ele, o encontro conduzido pelos senadores Luis Carlos Heinze e Zequinha Marinho, buscou fortalecer o diálogo entre o Congresso Nacional e o Executivo sobre a regulamentação infralegal do mercado.

Governo prepara ajustes na governança do sistema

Munhoz explicou que a governança do mercado de carbono é um dos pontos centrais da regulamentação. Durante participação, a secretária extraordinária do mercado de carbono, Cristina Reis, reforçou o compromisso do governo em dar continuidade ao cronograma previsto em lei.

A estrutura atual prevê um órgão gestor responsável por credenciar metodologias e emitir créditos de carbono. No entanto, lacunas na lei motivaram a criação da secretaria especial até que um decreto detalhado seja publicado. De acordo com Cristina Reis, o cronograma, de 12 meses, prorrogáveis por mais 12, segue dentro do planejado.

Principais preocupações

Os senadores demonstraram maior interesse em três frentes centrais: a necessidade de ampliar a clareza na estrutura de governança do sistema, garantindo estabilidade e previsibilidade; o fortalecimento da liquidez dos créditos no mercado regulado, de modo a evitar a volatilidade típica do mercado voluntário; e o reforço da segurança jurídica, especialmente no que diz respeito às questões fundiárias, para prevenir irregularidades já observadas em projetos desenvolvidos sobre terras públicas.

Para Munhoz, uma governança fortalecida em lei, e não apenas por decretos, traria mais previsibilidade e saúde operacional ao mercado brasileiro.



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Brasil não pode entregar o maior porto da América Latina a um clube fechado


Um projeto bilionário parado por uma escolha simples. O Terminal de Contêineres STS10, no Porto de Santos, é o maior projeto de infraestrutura portuária do país desde os anos 1990. Não se trata apenas de licitar mais uma área: estamos falando de um terminal que pode aumentar em até 50% a capacidade de contêineres do porto, destravar gargalos que custam US$ 21 bilhões por ano ao Brasil e recolocar Santos na rota dos grandes hubs internacionais.

Mas o que deveria ser uma disputa global virou uma novela burocrática. O TCU, corretamente, pediu mais rigor nas análises. O problema não é a fiscalização; é a falta de clareza sobre uma pergunta fundamental:

O Brasil quer um leilão competitivo ou quer repetir o oligopólio que domina Santos há décadas?

Hoje, quatro grupos – MSC, Maersk, CMA CGM e DP World – controlam mais de 80% da movimentação de contêineres no porto. Se o leilão do STS10 permitir apenas esses incumbentes, teremos apenas um rearranjo de peças dentro do mesmo tabuleiro. O país ganhará pouco. O porto, menos ainda.

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) defendeu um modelo que prioriza novos entrantes na primeira fase, deixando os gigantes participarem apenas se ninguém aparecer. O TCU, porém, identificou inconsistências jurídicas e regulatórias, e apontou o caminho: um leilão aberto, mas com mecanismos de desinvestimento para evitar concentração.

É aí que entra a disputa real.

  • Os atuais operadores querem leilão aberto, sem restrições.
  • Os novos potenciais entrantes querem a fase exclusiva, para não disputarem com gigantes que dominam toda a cadeia.
  • O governo oscila entre modelos, influenciado por pressões políticas, disputas internas e alertas internacionais.

O TCU virou o árbitro de um jogo que não deveria existir: a lógica do mercado deveria resolver, se houvesse condições iguais.

O Porto de Roterdã, nos Países Baixos, já deixou claro: investidores globais não entrarão em leilões com regras obscuras. E se o Brasil quer ampliar acordos com a Europa, destravar o acordo Mercosul–UE e atrair capital asiático, precisa provar que sabe fazer licitações transparentes.

Aqui está o ponto central da minha opinião:

O STS10 não pode ser decidido para proteger incumbentes, muito menos para agradar governos anteriores ou atuais. O terminal deve ser usado como vitrine internacional da nossa capacidade de atrair novos players.

Se o terminal for entregue aos mesmos quatro gigantes que já estão em Santos, teremos:

  • Planos de investimento mais conservadores
  • Menor inovação tecnológica
  • Menor pressão por redução de custos logísticos
  • Menor disputa por grandes contratos de exportação

É a velha lógica do mercado concentrado: quem já domina não tem incentivo para correr.

Agora, imagine o contrário.

Se o país abre a porta para novos operadores globais:

  • O porto ganha novas tecnologias e novas rotas internacionais.
  • Exportadores — inclusive o agronegócio — ganham mais opções e fretes mais competitivos.
  • O Brasil reduz sua dependência logística justamente no momento em que cadeias globais estão sendo redesenhadas.

Em outras palavras: concorrência no STS10 significa competitividade para o Brasil inteiro.

O tribunal sabe que o tema está contaminado por política: o projeto nasceu no governo Bolsonaro, foi reformulado no governo Lula, e hoje virou campo de batalha entre ministérios, Antaq e lobby portuário.

Mas há um ponto incontornável:

O interesse público exige um leilão aberto, competitivo e com regras claras de desinvestimento.

Qualquer modelo que limite a entrada de concorrentes, mesmo que com boa intenção, reforça o oligopólio atual.

E o Brasil já pagou caro demais por falta de competição: dragagens atrasadas, filas recordes, e perdas bilionárias em exportações.

Se o TCU der aval em dezembro, o leilão pode ocorrer ainda este ano. Se não der, corremos o risco de empurrar o STS10 para 2026 ou até 2027, um atraso devastador para quem depende de logística eficiente.

O país tem diante de si duas escolhas:

  • Abrir o jogo, atrair novos jogadores e transformar Santos em um hub global moderno.
  • Ou repetir o modelo de sempre, entregando um terminal bilionário a quem já domina tudo.

A primeira opção fortalece o Brasil. A segunda fortalece apenas meia dúzia.

O STS10 é mais do que um terminal: é um teste de maturidade institucional.

O Brasil tem a chance de provar que sabe fazer concorrência séria, atrair capital internacional e romper com um modelo portuário engessado. Mas isso exige coragem regulatória.

Se o TCU escolher o caminho da abertura, e não o da conveniência, Santos poderá ganhar o impulso que precisa. Se não, seguiremos no mesmo porto, com os mesmos donos, repetindo os mesmos problemas.

Miguel DaoudMiguel Daoud

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil é sancionada



O governo federal ampliou a faixa de isenção do Imposto de Renda para contribuintes que recebem até R$ 5 mil por mês. A nova regra foi sancionada nesta quarta-feira (26) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e começa a valer a partir de janeiro do próximo ano. A mudança deve alcançar mais de 15 milhões de pessoas.

O texto também estabelece descontos para quem ganha entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350, além de criar uma tributação adicional para contribuintes de alta renda. Segundo o governo, a medida busca ajustar a cobrança sem ampliar o impacto fiscal.

Mudanças na tabela e alcance da medida

A proposta não corrige integralmente a tabela do Imposto de Renda, mas cria novas faixas de isenção e abatimentos. Hoje, apenas quem recebe até dois salários mínimos está livre do imposto. Com a nova lei, cerca de 10 milhões de contribuintes deixarão de pagar o tributo, enquanto outros 5 milhões terão redução no valor devido.

A alteração influenciará a declaração do IR da Pessoa Física de 2027, referente ao ano-base 2026. Especialistas consultados pela Agência Brasil afirmam que a ampliação da isenção pode estimular o consumo das famílias e reduzir o endividamento no curto prazo, contribuindo para atividade econômica mais forte.

A defasagem da tabela permanece elevada. Segundo o Dieese, o acumulado entre 1996 e 2024 chega a 154,67%. A última correção parcial ocorreu em 2015.

Tributação para altas rendas e compensação fiscal

Para compensar a renúncia decorrente da nova isenção, o governo instituiu uma alíquota extra progressiva de até 10% para quem recebe mais de R$ 600 mil por ano. A estimativa é que cerca de 140 mil contribuintes se enquadrem nesse grupo. Para quem já recolhe alíquotas iguais ou superiores a esse percentual, não haverá alteração.

A lei também define limites para evitar que a soma do imposto pago pela empresa e pelo contribuinte ultrapasse percentuais específicos, garantindo restituição quando necessário. Outro ponto é a criação de uma alíquota de 10% sobre lucros e dividendos enviados ao exterior.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a proposta é “neutra do ponto de vista fiscal”, já que a compensação virá dos contribuintes de renda mais alta. Ele reforçou que, diferentemente de ajustes anteriores, a recomposição das contas foi direcionada ao topo da pirâmide de renda.



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Embrapa e IDR-PR reforçam práticas de manejo que podem ‘turbinar’ safra de soja 25/26



Especialistas da Embrapa Soja e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) têm percorrido municípios do Paraná para mostrar, na prática, como técnicas no campo podem reduzir perdas e otimizar recursos. A expectativa é alcançar mais de mil participantes em 14 cidades, incluindo Chopinzinho, Nova Prata do Iguaçu, Palotina, Francisco Beltrão, Cascavel, Bandeirantes, Bela Vista do Paraíso, Floraí, Itambé, Peabiru, Rio Bom, Guarapuava, União da Vitória e Rio Azul.

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Segundo o pesquisador André Prando, da Embrapa Soja, “o uso de boas práticas agrícolas permite que a soja se desenvolva de forma vigorosa, competindo melhor com plantas invasoras e aumentando a eficácia de insumos como fertilizantes e defensivos”.

As atividades têm foco no manejo de pragas e doenças, uso eficiente do plantio direto, fixação biológica de nitrogênio, coinoculação e manejo de solos, com práticas em lavouras e estações temáticas. O objetivo é transformar conhecimento científico em resultados concretos, garantindo maior eficiência e sustentabilidade na produção de soja no Paraná.

Os interessados podem procurar o escritório local ou regional do IDR-Paraná para informações e inscrições.

Programação da Embrapa

O giro de atividades começou no dia 25/11 em Chopinzinho. Nesta quarta-feira (26), as ações foram realizadas em Nova Prata do Iguaçu e Palotina.

Nesta quinta-feira (27/11), as atividades seguem em Francisco Beltrão, à tarde, seguidas por Cascavel (City Farm) na sexta-feira (28/11), pela manhã.

No dia 01/12, o giro continua em Bandeirantes, à tarde, e em 02/12 em Bela Vista do Paraíso, à tarde. Na quarta-feira (03/12), será em Floraí, pela manhã, e Itambé, à tarde. As atividades seguem em Peabiru no dia 04/12, no período da tarde, e encerram em Rio Bom no dia 05/12, à tarde.



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Canal Rural pode ser nº 1 no iBest — vote e mostre a força do agro no digital!



O Canal Rural está entre os três maiores canais de agronegócio do prêmio iBest, pelo júri popular e também pelo voto academia. E agora você pode colocá-lo lá no alto, no topo dos preferidos da categoria. Acesse aqui para votar!

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AgroNewsPolítica & Agro

Clima úmido reduz oferta e EUA apontam queda no trigo



Com menor oferta, as exportações devem cair para 8,6 milhões de toneladas


Com menor oferta, as exportações devem cair para 8,6 milhões de toneladas
Com menor oferta, as exportações devem cair para 8,6 milhões de toneladas – Foto: Divulgação

A produção de trigo deve recuar na próxima temporada por causa de condições climáticas desfavoráveis e mudanças no perfil de cultivo no país da Ásia Central. Após meses de chuvas acima do normal e temperaturas mais baixas, agricultores reduziram a área dedicada ao cereal e priorizaram oleaginosas com maior retorno financeiro.

Segundo relatório do Serviço Agrícola Estrangeiro do departamento de agricultura dos Estados Unidos, a colheita de trigo está projetada em 15,5 milhões de toneladas, cerca de 1 milhão a menos que no ciclo anterior. O excesso de umidade elevou o risco de perdas e piorou a qualidade dos grãos, o que também atrasou a retirada das lavouras em algumas regiões. Técnicos do órgão observam que parte do volume afetado poderá ser destinada à formulação de ração animal.

Com menor oferta, as exportações devem cair para 8,6 milhões de toneladas, redução de 1,6 milhão em relação ao período anterior. Ainda assim, o país vem ampliando rotas alternativas. Entre maio e setembro, foram embarcadas 17 mil toneladas para o Vietnã por meio de um corredor contínuo de contêineres, modelo que tende a ganhar espaço graças a subsídios ao transporte.

A diversificação dos destinos inclui também o envio de farinha. Veículos locais registraram a primeira remessa do produto aos Estados Unidos, resultado de uma iniciativa apoiada por uma agência governamental de promoção comercial. O mercado chinês, porém, apresentou comportamento misto. As vendas de trigo em grão recuaram após mudanças no tratamento tributário das zonas econômicas, enquanto as exportações de farinhas de trigo e cevada avançaram com preços competitivos e isenções vigentes.





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