segunda-feira, março 23, 2026

Agro

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Black Friday no agro ainda é oportunidade desperdiçada, aponta estudo



A Black Friday segue como uma das principais do varejo digital brasileiro, mas ainda passa quase despercebida pelas plataformas do agronegócio. A constatação aparece no estudo “Black Friday no agro: os marketplaces do setor aproveitam a data?”, conduzido pela Macfor.

A agência mapeou tendências de busca, desempenho das principais empresas do segmento e estratégias de comunicação adotadas no período promocional. A análise indica um cenário claro: enquanto o interesse do consumidor rural por compras online aumenta, o mercado ainda não converte essa demanda em experiência, competitividade e vendas.

Segundo o sócio e VP de Atendimento e Operações da companhia, Diogo Luchiari Fructuoso, os números evidenciam uma distância crescente entre o comportamento digital do cliente e a maturidade dos canais agrícolas. Ele destaca que o público busca mais, pesquisa mais, mas não encontra, nesses ambientes, a mesma eficiência observada no comércio tradicional.

Busca por produtos agrícolas cresce

O estudo revela que as buscas por produtos agrícolas continuam crescendo de forma consistente. Itens como ureia, tratores, glifosato, sementes e colheitadeiras lideram o ranking, com a ureia superando 74 mil pesquisas e os tratores ultrapassando 60 mil.

Na comparação entre 2024 e 2025, o aumento é robusto: cocho para gado avança 16,67%, tratores crescem 12,5% e glifosato sobe 10,61%. Fructuoso aponta que o comprador do campo está cada vez mais digital, e essa mudança de comportamento exige respostas rápidas das plataformas, que ainda operam com estruturas inferiores às do varejo tradicional.

O levantamento também aponta desafios críticos na experiência do usuário. Muitos sites exigem login para visualizar preços, escondem produtos logo no início da navegação e apresentam layouts pouco intuitivos.

As consequências aparecem nas taxas de rejeição, que superam 80% em canais como a Agroline e passam dos 90% na Grão Direto, conforme o levantamento. Em contraste, páginas que exibem preços e informações de forma clara registram rejeições bem menores, chegando a 24% no caso da Agrosolo, por exemplo.

Outro ponto destacado é o baixo investimento em tráfego pago durante o período promocional. Mesmo marcas consolidadas reduziram os aportes em pesquisa paga em 2024 e novamente em 2025, enquanto empresas menores apenas começam a testar campanhas digitais.

“Essa retração é um sinal de imaturidade estratégica, já que datas de alto volume são historicamente impulsionadas por investimento publicitário intenso. Ainda falta ao agro uma cultura mais consistente de ações segmentadas, conteúdo relevante e presença digital contínua”, reforça Fructuoso.

Apesar disso, algumas categorias tiveram iniciativas pontuais na ocasião, sobretudo em rações, controle biológico, veículos, maquinário pesado e fertilizantes. Houve exemplos de promoções com até 80% de desconto, frete grátis e condições facilitadas, mas de forma isolada e sem campanhas estruturadas.

A agência observa que boa parte dos sites não aproveita o tráfego natural do período e perde a chance de construir relacionamento, fidelizar e aumentar o ticket médio. “A pesquisa confirma que o produtor já está pronto para uma jornada digital semelhante à do varejo, mas o agro ainda precisa acelerar. A Black Friday deveria funcionar como um catalisador de inovação no comércio agrícola, e não como uma data tratada de maneira periférica”, atesta o especialista.

O relatório conclui que a ocasião é uma oportunidade subaproveitada pelo agronegócio brasileiro. E, com o crescimento contínuo das buscas e o avanço da digitalização no campo, o momento é decisivo para as marcas do setor se reposicionarem.



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Associação do Mangalarga Marchador elege nova diretoria



A Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM) elegeu uma nova diretoria para a gestão 2026-2029 na última quarta-feira (26). A entidade será presidida por Dario Colares de Araújo Moreira, candidato pela chapa Juntos pelo Marchador.

Sediado no norte de Minas Gerais, ele é titular do tradicional prefixo Catuni e representa a quarta geração de criadores da raça na família.

O novo presidente participou de duas gestões da ABCCMM, nos conselhos deliberativo superior e fiscal, além de fundar e presidir o Núcleo Norte de Minas.

O início do mandato da nova diretoria está previsto para janeiro de 2026.

Confira os números da eleição

Chapa Juntos pelo Marchador: 2.861 votos — 53,31% dos votos válidos
Chapa Avante Marchador: 1.654 votos — 30,82% dos votos válidos
Chapa Marchador para Todos: 852 votos — 15,87% dos votos válidos

De acordo com a ABCCMM, a votação eletrônica permitiu a participação de associados de todo o Brasil. No total, 5.385 pessoas indicaram sua preferência, número 50,88% superior ao total de votantes no pleito de 2021, no qual Cristiana Gutierrez foi eleita presidente da entidade.

Confira os nomes da chapa vencedora

Diretoria executiva:

Presidente
Dario Colares de Araújo Moreira

Vice-presidente
Gustavo Tavares de Barros Monteiro

Diretor financeiro
Flavio Gutierrez Souza Carmo

Diretor administrativo
Carlos Augusto Karam

Diretor de eventos
Sergio Gutfreund

Diretor de comunicação e marketing
Fred Muniz Barreto Andrade

Diretor social
Claudio Sobral de Caiado Castro Junior

Diretora de esportes e provas funcionais
Maria Janete Campos

Conselho superior:

Sudeste
José Henrique de Carvalho Veloso
José Lauro Afonso Megale
Flavio Cheim Jorge
Yuri Semansky Engler
Otávio Henrique Alcantara da Fonseca

Centro-Oeste
Saulo Ribeiro Lopes
Thyago Dileno Rodrigues

Sul
Carlos Augusto Amorim da Motta

Norte/Nordeste
Francisco Lucchese Júnior
Fábio de Oliveira Santos
Antônio Amarante de Oliveira Filho

Membros titulares
Elisson Martins de Assis
Renato Vieira Ribeiro de Souza
Arthur Marcelo Guimarães Carvalho

Suplentes
Antônio Lima Reis Júnior
Cleverson de Lima Neves



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AgroNewsPolítica & Agro

Aiba apresentará Bahia Farm Show 2026 durante a Fenagro



Começaram os preparativos para a Bahia Farm Show 2026


Foto: Divulgação

Começaram os preparativos para a Bahia Farm Show 2026, e a Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba), entidade responsável pela realização da feira, fará a apresentação da 20ª edição no próximo domingo (30), às 15 horas, durante a abertura oficial da Fenagro, na Tribuna de Honra do Parque de Exposições de Salvador.

Além de representantes das entidades do agronegócio e da imprensa da capital baiana, lideranças políticas também participarão do evento, como o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, o secretário de Agricultura, Pablo Barrozo, e demais secretários do governo.

Sobre a Bahia Farm Show:

Consolidada como um dos principais eventos do calendário do agronegócio no Brasil, a Bahia Farm Show é uma das mais importantes feiras agrícolas do país e desempenha papel fundamental na economia baiana. A 20ª edição já tem data marcada e acontecerá de 8 a 13 de junho, no município de Luís Eduardo Magalhães.

A maior feira de tecnologia agrícola e negócios do Norte e Nordeste contará, em 2026, com a participação de mais de mil marcas expositoras e deverá atrair milhares de visitantes, reforçando sua relevância para o desenvolvimento socioeconômico da Bahia.

SERVIÇO:

Apresentação da Bahia Farm Show 2026

Data: 30/11/2026 (Domingo)

Horário: 15 horas

Local: Tribuna de honra do Parque de Exposições

 





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Como ficaram as cotações de soja na última sexta-feira de novembro?



O mercado brasileiro de soja teve um dia de baixa movimentação nesta sexta-feira (28). Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ritmo de negócios seguiu lento, com poucos lotes aparecendo nos portos e praticamente nenhuma atividade no interior. O produtor mantém o foco no avanço do plantio, em algumas regiões já próximo da conclusão, o que reduz ainda mais a presença de players no mercado spot.

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Silveira destaca que a leve alta em Chicago, combinada com a queda do dólar e prêmios ainda negativos, resultou em poucas mudanças nos preços internos. Com isso, o mercado físico manteve o padrão de estabilidade observado nos últimos dias.

Preços no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 136,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 137,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 135,00 para R$ 136,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 124,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 126,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 128,00 para R$ 127,00
  • Paranaguá (PR): valor de R$ 142,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 143,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja encerraram a sessão em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago, em um pregão mais curto e de baixa liquidez por conta do feriado de Ação de Graças. A sustentação veio de sinais de demanda aquecida, com fortes números semanais de exportação e novas vendas reportadas para a China, consolidando ganhos tanto semanais quanto mensais.

As exportações líquidas de soja dos Estados Unidos para a temporada 2025/26 totalizaram 1,108 milhão de toneladas na semana encerrada em 16 de outubro, conforme dados do USDA. O órgão também confirmou a venda de 312 mil toneladas de soja para a China, além de outras 274 mil toneladas destinadas a compradores não revelados.

Contratos futuros de soja

O contrato de janeiro fechou com alta de 5,75 centavos, a US$ 11,37 1/4 por bushel, enquanto março encerrou a US$ 11,45 1/4 por bushel, avanço de 4,50 centavos. No farelo, janeiro caiu US$ 2,20, encerrando em US$ 314,90 por tonelada. No óleo, janeiro avançou 1,05 centavo, atingindo 52,08 centavos de dólar.

Câmbio

O dólar comercial encerrou em queda de 0,31%, cotado a R$ 5,3346 na venda e R$ 5,3326 na compra. A moeda oscilou entre R$ 5,3232 e R$ 5,3572 ao longo do dia e acumulou valorização de 0,08% na semana.



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Escritórios Verdes auxiliam fazendas na regularização e retorno ao mercado formal



A Fazenda Grotão, localizada em São Félix do Xingu, Pará, é um dos novos casos de sucesso em regularização ambiental apoiados pelos Escritórios Verdes da JBS. Após quase três anos impedido de comercializar seus animais por estar vinculado ao desmatamento ilegal, o produtor Gilberto conseguiu adequar a propriedade às exigências legais e voltar ao mercado formal.

Segundo a analista de sustentabilidade dos Escritórios Verdes no Pará, Vitória Pereira, quando o proprietário identificou o bloqueio comercial, procurou a unidade da JBS em Tucumã e deu início a um processo completo de adequação ambiental.

“Foram 2 anos e 10 meses de trabalho. Ele iniciou no fim de 2022 e, agora em 2024, aderiu a Declaração de Legalidade Comercial. No dia 5 de outubro assinou o termo de compromisso, concluindo a regularização”, destaca Vitória Pereira.

Processo e desafios

A analista explica que o maior desafio enfrentado pela Fazenda Grotão foi a própria complexidade das etapas necessárias para a regularização, especialmente a compensação de reserva legal, um processo considerado burocrático e que exige validação contínua de documentos.

“O próprio Gilberto sempre diz que, sem o apoio técnico da nossa equipe, não teria conseguido avançar sozinho”, relata.

Acompanhamento técnico e apoio ao produtor

Durante todo o processo, os Escritórios Verdes ofereceram acompanhamento próximo e especializado. Além da validação de documentos e elaboração de estratégias ambientais, a equipe também prestou assistência técnica direta no campo.

“Todo esse trabalho integrado dá uma segurança jurídica e uma possibilidade que esse produtor, no caso, o seu Gilberto, retornasse ao mercado formal”, explica a analista.

Ano histórico e perspectivas para 2026

De acordo com a analista, o ano de 2025 foi considerado histórico para os Escritórios Verdes do Pará, mais de 3 mil fazendas foram beneficiadas diretamente, houve avanços expressivos na compensação florestal e o programa recebeu reconhecimento internacional durante a COP 30.

Para 2026, a expectativa é ampliar o alcance do trabalho. “Queremos fortalecer a rastreabilidade por meio do processo acelerador e expandir nosso apoio técnico gratuito. O Pará tem uma das maiores demandas do país, e estamos preparados para atender com ainda mais eficiência”, afirma.



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Investigação por maus-tratos a 8 mil bovinos gera multa milionária a pecuarista



A 2ª Promotoria de Justiça de Chapadão do Sul, em Mato Grosso do Sul, abriu um inquérito civil para investigar denúncias de maus-tratos a mais de 8.800 bovinos em propriedades rurais no município de Paraíso das Águas (MS).

A medida foi tomada após fiscalização da Polícia Militar Ambiental e da Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), que constatou um cenário alarmante de abandono.

De acordo com o relatório, os bovinos apresentavam sinais evidentes de fraqueza e desnutrição, resultado da ausência de alimento adequado.

As pastagens estavam completamente degradadas, com áreas extensas de solo exposto e pouca vegetação para atender às necessidades nutricionais do rebanho.

Durante a vistoria, a polícia encontrou 27 carcaças em diferentes estágios de decomposição, indicando que a mortalidade vinha ocorrendo há semanas.

Além disso, verificou-se que a suplementação oferecida – seis rolos de feno e pequenas quantidades de sal mineral – era insuficiente para a quantidade de animais.

Autuação e cumprimento

De acordo com o Promotor de Justiça Thiago Barile Galvão de França, o proprietário das fazendas foi autuado pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e pela Iagro.

As sanções incluem multa de 177.200 Uferms (cerca de R$ 9,3 milhões – Novembro 2025), apreensão do rebanho e designação do autuado como fiel depositário dos animais, conforme termos lavrados pelos órgãos ambientais.

A fiscalização também notificou o produtor para providenciar, em até cinco dias, insumos suficientes para alimentar todo o rebanho, considerando a degradação total da propriedade rural.

Em caso de descumprimento, o infrator está sujeito a responder por novas penalidades previstas no Decreto Federal nº 6.514/2008, a qual consiste em pagar multa entre R$ 1 mil a R$ 1 milhão, norma estabelecida para quem desconsidera exigências legais criadas pela autoridade ambiental.

Ainda, a conduta pode configurar crime ambiental previsto no artigo 32 da Lei Federal nº 9.605/1998, que classifica como ilegal praticar atos de abuso ou maus-tratos contra animais.

Por isso, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) requisitou à Polícia Civil a instauração de inquérito policial para apurar a responsabilidade penal do investigado.

*Sob supervisão de Victor Faverin



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feira em Salvador projeta R$ 50 mi em negócios e novo recorde de público


A 7ª edição da e-Agro, uma das principais feiras da agropecuária da Bahia, abriu as portas nesta quinta-feira (27), no Centro de Convenções Salvador, e segue com entrada gratuita até sábado (29). O evento promove uma imersão completa nas diversas vertentes do agronegócio, com foco em cultura, inovação e, claro, sabor.

A feira oferece diversas ferramentas para educar o público sobre o funcionamento do setor. Em um dos estandes, a realidade virtual é usada para mapear o caminho do algodão, um segmento de peso, já que a cotonicultura baiana é a segunda maior do Brasil.

Entrada principal da e-Agro 2025Entrada principal da e-Agro 2025
Imagem: Vinicius Ramos/Canal Rural Bahia

Para o representante comercial Jonatha de Lacerda, a tecnologia transformou a visita:

“A realidade virtual coloca você dentro do processo. Isso dá uma imersão no processo produtivo, desde a colheita até o beneficiamento na fábrica. Dá para perceber que há filmagens com drone; é uma sensação muito boa de você estar vivendo a experiência da fábrica mesmo. Achei muito bom.”

Néctar dos Deuses e café premiado

Os melhores produtos da agroindústria baiana chamam a atenção de visitantes e produtores. Um dos mais curiosos é o mel de cacau, servido diretamente em um copo feito com a casca da própria fruta.

O expositor da feira Fernando Amaral, aproveitou também para conhecer os produtos expostos no evento e descreve a bebida como “indescritível”:

“Eu digo que sou um privilegiado por ter a oportunidade de consumir um produto que, para gerar um litro de mel de cacau, você precisa de 100 frutos desse aqui.”

Alessandra Moura, proprietária da empresa produtora, detalha o processo: “A bebida é feita a partir da polpa que envolve as amêndoas. A gente coloca numa prensa e se extrai um líquido que é conhecido como ‘Néctar dos Deuses’, e realmente muita gente não conhece.”

e-Agro 2025 em Salvador; feira agropecuária; negóciose-Agro 2025 em Salvador; feira agropecuária; negócios
Bebiba “Mel de Cacau” | Imagem: Vinicius Ramos/Canal Rural Bahia

Em outro estande, o premiado Café Vidigal celebra a qualidade da produção regional. A artista plástica e cafeicultora Valéria Vidigal demonstrou surpresa com a recepção na capital:

“Estou surpresa que Salvador tem muita gente que ama cafés especiais. É muito legal trazer nosso café para a capital, uma cidade quente e de verão, e ver que as pessoas são apreciadoras. Essa oportunidade de sair da fazenda e vir para um evento grande como a E-Agro é fantástica.”

Projeção de R$ 50 milhões em negócios

O evento não é só vitrine, mas também um grande motor de negócios. Em 2024, a E-Agro gerou R$ 30 milhões em transações. O principal objetivo é aproximar a sociedade da diversidade da agropecuária baiana.

Além dos mais de 120 expositores, a programação inclui:

  • Rodadas de Negócios
  • Palestras
  • Painéis Técnicos

Um dos debates importantes tratou da comunicação no segmento. A jornalista Patricia Abreu, que mediou o painel, ressalta a importância de contar histórias:

“São produtos que têm história, e acho que tudo que tem história agrega mais valor, faz mais sentido, toca no seu coração. Esses agricultores precisam ser comunicadores e contar suas histórias, porque a história encanta e, quando encanta, ganha o mundo.”

Expectativa de novo recorde

Autoridades e lideranças do agro participaram da cerimônia de abertura na noite desta quinta-feira (27). A organização está otimista com as projeções de público e vendas.

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Cerimônia de abertura da e-Agro 2025 | Imagem: Vinicius Ramos/Canal Rural Bahia

Guilherme Moura, diretor da Federação de Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb), reforça o otimismo com os primeiros resultados:

“Terminamos o primeiro dia com um crescimento de aproximadamente 10% em relação ao ano passado. Com mais de 120 expositores, a expectativa é que a gente gere aqui em torno de R$ 50 milhões em negócios diretos. Tudo indica que teremos o melhor resultado, tanto em público quanto em vendas, comparado com os anos anteriores.”

O evento é realizado pelo Sistema Faeb/Senar e pelo Sebrae Bahia.


Você também pode participar deixando uma sugestão de pauta. Siga o Canal Rural Bahia no Instagram e nos envie uma mensagem.





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Ciclone extratropical deve trazer 250 mm de chuva; veja onde e quando



A previsão do tempo entre sábado (29) e a próxima quarta-feira (3 de dezembro) indica significativo volume de chuva para alguns estados brasileiros, como em áreas de Mato Grosso do Sul, Amazonas e Pará, com até 80 mm no período.

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Contudo, de acordo com o meteorologista do Canal Rural, Arthur Müller, é a partir da próxima quinta-feira (4) que um ciclone extratropical se forma sobre a região Sudeste e intensifica as precipitações.

Assim, o norte de Minas Gerais deve receber cerca de 250 mm entre os dias 4 e 8 de dezembro. Chuva volumosa, entre 100 mm e 125 mm, também se espalha no período, atingindo áreas do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), além do norte de Goiás, noroeste de Mato Grosso, sul do Pará e áreas centrais do Amazonas.

Müller também destaca que nos próximos dias, as temperaturas se elevam em grande parte do país, com máximas de 35°C em São Paulo e Mato Grosso do Sul, 36°C nos estados do Nordeste e 34°C em Mato Grosso.



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como fica o tempo em dezembro?



A previsão do tempo para as principais regiões produtoras de soja indica um cenário de contrastes pelo Brasil. Os mapas de umidade do solo mostram boas condições na Bahia e no Tocantins, porém áreas da tríplice divisa do Centro-Oeste, além do Rio Grande do Sul e boa parte do Piauí, já registram déficit hídrico preocupante.

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Próximos cinco dias

Nos próximos cinco dias, a notícia mais positiva é para Mato Grosso do Sul, interior de São Paulo e oeste do Paraná, onde os acumulados devem superar 50 milímetros no período. Em algumas áreas do norte de Mato Grosso do Sul, a chuva pode ultrapassar 100 milímetros, trazendo alívio para o solo e favorecendo o desenvolvimento das lavouras.

Aparição de ciclone

A partir da semana que vem, a atuação de um ciclone extratropical na região Sudeste deve impulsionar áreas de instabilidade, levando volumes significativos de chuva para Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais e toda a região conhecida como Matopiba. Os acumulados podem novamente superar 100 milímetros, ampliando a reposição de umidade e garantindo melhores condições para o avanço do plantio e estabelecimento das plantas.

Já nas áreas da tríplice divisa do Centro-Oeste, as precipitações devem ficar entre 30 e 40 milímetros, suficientes para atenuar, mas não eliminar, o cenário de atenção.

Primeira quinzena de dezembro

A primeira quinzena de dezembro deve fechar com chuvas bem distribuídas em Minas Gerais, Centro-Oeste e oeste do Paraná. No entanto, o Rio Grande do Sul continua em sinal de alerta: o estado já sofre restrição hídrica e, com pouca chuva prevista para os próximos 15 dias, o solo segue sob forte déficit de umidade, elevando o risco para a safra.

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Governo tem pressa nas negociações com os Estados Unidos, diz Alckmin



O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, disse nesta sexta-feira (28) que o governo tem pressa nas negociações com o governo americano para reverter as alíquotas mais altas, de até 50%, sobre produtos brasileiros vendidos aos Estados Unidos. O tarifaço norte-americano ainda atinge 22% das exportações brasileiras ao país, em especial produtos da indústria, como máquinas e equipamentos.

“Vamos nos empenhar e reduzir essa alíquota, porque não tem sentido uma alíquota de 40% ou 50% quando dos dez produtos que os Estados Unidos mais vendem para nós, em oito a alíquota é zero, e a tarifa média é 2,7%”, comentou Alckmin, em entrevista concedida à imprensa na saída da cerimônia de inauguração da delegacia cibernética do Inmetro.

“Então, vamos acelerar esse trabalho para excluir mais produtos e aproveitar novas oportunidades de complementaridade econômica entre o Brasil e os Estados Unidos. Podemos fazer um ganha-ganha: mais investimento recíproco, mais comércio exterior”, acrescentou.

Mais uma vez, Alckmin ressaltou que a orientação dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva é de manter o diálogo com os norte-americanos. “Temos pressa, porque quanto mais rápido for resolvendo, mais exportamos. E comércio exterior é emprego e renda”, afirmou o vice-presidente.

Balança comercial e desemprego

A boa notícia é que, mesmo com o tarifaço, as exportações brasileiras cresceram 9,1%, observou Alckmin, citando dados da balança comercial de outubro. Ressaltando também a importância de abertura de mercados no exterior, ele reiterou a expectativa de assinatura no dia 20 de dezembro do acordo entre Mercosul e União Europeia.

Alckmin também destacou a divulgação feita nesta sexta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) da taxa de desemprego na mínima histórica: 5,4% no trimestre encerrado em outubro. “Então, é um bom momento. E pode melhorar ainda mais”, disse o vice-presidente.



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