sexta-feira, maio 8, 2026

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Clima passa a ditar ritmo do mercado de soja no Brasil; USDA reduz números da oleaginosa



O mercado internacional de soja registrou forte valorização na última semana, em meio a oscilações intensas na Bolsa de Chicago. As cotações acumularam ganhos expressivos, com exceção da última quinta-feira (14), quando investidores realizaram lucros após as altas iniciais.

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Segundo dados da plataforma Grão Direto, o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) reduziu em 1,16 milhão de toneladas a estimativa de produção de soja no país. A notícia, somada ao aceno diplomático vindo do cenário político norte-americano, impulsionou os preços no mercado futuro.

Câmbio

No Brasil, o câmbio atuou como fator limitador. O dólar encerrou a semana anterior em queda de 0,74%, cotado a R$5,40, muito abaixo da média do último ano, reflexo de pressões internas e externas.

Em Chicago, o contrato de setembro de 2025 fechou a US$ 10,23 por bushel, alta semanal de 5,79%. Já o contrato para março de 2026 terminou a US$ 10,76 por bushel, valorização de 5,28%. No mercado físico, predominou movimento de alta nas cotações.

Estoques apertados e esmagamento recorde

O mercado segue atento à oferta de derivados nos Estados Unidos. Os estoques de óleo de soja caíram ao menor nível em 21 anos, puxados pelo aumento da demanda para biocombustíveis, especialmente biodiesel e diesel renovável. Em julho, o volume de soja esmagada atingiu recorde, o que reforça o quadro de escassez.

Esse cenário deu sustentação ao movimento altista em Chicago e deve manter influência nas negociações desta semana.

Início do plantio de soja no Brasil

No Brasil, o vazio sanitário chega ao fim em setembro, o que permitirá o início do plantio no Centro-Oeste. No entanto, a largada depende de chuvas consistentes. As previsões meteorológicas indicam precipitações no horizonte, mas ainda em volumes insuficientes.

Qualquer atraso pode trazer nova rodada de volatilidade às cotações, considerando o peso da safra brasileira no abastecimento global.

Câmbio ainda no radar

O real continua valorizado frente ao dólar, sustentado pelas taxas de juros elevadas no país. Contudo, os ganhos recentes podem estar perdendo força. No curto prazo, há espaço para nova desvalorização da moeda norte-americana frente ao real, mas a continuidade desse movimento dependerá de fatores políticos domésticos e externos.

O que vem por aí no mercado de soja?

O quadro atual aponta para fundamentos positivos nos Estados Unidos, com estoques reduzidos e demanda aquecida. Porém, no Brasil, o clima será determinante nos próximos dias: atrasos no início do plantio podem ampliar a volatilidade no mercado global de soja.



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Leilões da ExpoGenética movimentam mais de R$ 56 milhões



Com sete leilões oficializados já realizados, a 18ª ExpoGenética atingiu R$ 56,7 milhões até a noite deste domingo (17). O Leilão Matinha ExpoGenética alcançou R$ 5 milhões em negócios, com média de R$ 46,8 mil pela venda de 100 animais da raça Nelore e sete embriões de genética apurada. Já o Leilão Fazenda Araras e Convidados Especiais registrou a comercialização de 32 animais, movimentando R$ 771 mil, com média de R$ 24 mil.

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Para esta segunda-feira (18), dois eventos oficiais seguem a programação: o Leilão Só Elas – Tulipa Agropecuária e Amigos – Edição ExpoGenética, às 13h, e o Leilão Touros Premium Katispera, às 20h30, ambos no Tatersal Rubico Carvalho, no Parque Fernando Costa, em Uberaba (MG) e com transmissão pelo Canal Rural.

Confira a agenda completa de leilões e shoppings da 18ª ExpoGenética: expogenetica.com.br/agenda-de-leiloes



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Mandioca: oferta avança com lentidão



A oferta de mandioca continua avançando lentamente nas principais regiões produtoras, restringindo-se basicamente a raízes de 1º ciclo (com até 12 meses). É isso o que apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Com menor necessidade de se capitalizar e/ou liberar áreas, parte dos produtores têm diminuído as quantidades comercializadas. Reduzindo, assim, o ritmo de crescimento da oferta, conforme explicam pesquisadores. 

Por outro lado, a demanda enfraquecida mantém os preços em queda. Levantamentos do Cepea mostram que a média nominal a prazo da tonelada de mandioca posta fecularia foi de R$ 451,72 (R$ 0,7856/grama de amido) na última semana. O valor representa um recuo de 1,4% sobre a semana anterior. 

No comparativo com o mesmo período de 2024, a desvalorização é de 13,2%, em termos reais (deflacionamento pelo IGP-DI).

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Feijão: cotações caem com o avanço da colheita do feijão-carioca



A colheita do feijão-carioca está avançando nas principais regiões produtoras, abastecendo a demanda do mercado com grãos de colorações mais claras. Diante disso, os preços do grão estão em queda na maioria das praças acompanhadas pelo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o instituto, o armazenamento em câmaras frias ainda possibilita que estes lotes sejam negociados conforme necessidade financeira dos produtores. Esses agentes estão atentos ao balanço entre os custos de produção e os preços do spot nacional. 

No campo, a estimativa de produção da terceira safra 2024/25 de feijão cores pela Conab chega a 604,2 mil toneladas. Volume que representa uma diminuição de 18,1% frente ao ciclo anterior (2023/24). Esse cenário se deve sobretudo ao recuo de 19,2% na área. 

A Companhia indica também que a produção total da temporada 2024/25 deve ser de 3,09 milhões de toneladas, queda de 3,5% em relação à safra anterior.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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Milho: produção recorde limita cotações internas



Os preços do milho seguiram em queda na última semana. É o que apontam os levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). 

Segundo o instituto, além da pressão externa, refletindo estimativas de produção global recorde, com destaques para os Estados Unidos e Brasil, a postura retraída de compradores também influenciou as baixas domésticas. 

Esses demandantes apostam em desvalorizações mais expressivas. Os fundamentos para tal perspectiva são o avanço da colheita, as dificuldades de armazenamento da safra recorde e a necessidade de venda para o pagamento das dívidas de agosto e setembro. 

O USDA estima a safra norte-americana de milho 2025/26 em volume recorde, de 425,25 milhões de toneladas. Para o Brasil, estão previstas 131 milhões de toneladas.

No agregado, a produção mundial será de 1,28 bilhão de toneladas, acima das 1,22 bilhão de toneladas da temporada 2024/25. Especificamente para o Brasil, a Conab apontou nessa quinta-feira, 14, que, em 2024/25, serão produzidas 137 milhões de toneladas, 18% superior à temporada 2023/24 e também um recorde.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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AgroNewsPolítica & Agro

O feijão precisa imitar o futebol



Mesmo produtores sem marca própria podem participar dessa transformação



Mesmo produtores sem marca própria podem participar dessa transformação
Mesmo produtores sem marca própria podem participar dessa transformação – Foto: Canva

Ontem, o mercado de feijão-carioca apresentou-se mais calmo, mas firme: em Minas Gerais, os preços seguiram entre R$ 200 e R$ 215 por saca, mostrando que, mesmo com negócios mais lentos, o produtor mantém sua posição. Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (IBRAFE), a dinâmica do setor pode se inspirar no exemplo de outro campo, o do futebol, para explorar melhor as oportunidades no mundo digital. Em julho, o Santos liderou o crescimento de seguidores no Brasil, somando 822 mil novos fãs, quase metade no TikTok.

O paralelo é claro: se clubes de futebol transformam presença online em valor e parcerias, o Feijão e outros alimentos básicos também podem avançar nesse sentido. A conexão direta com o consumidor, a construção de imagem e a contação de histórias são recursos pouco explorados no agronegócio, mas que podem gerar diferenciação e novos mercados. Hoje, porém, o setor ainda não utiliza o digital em seu potencial máximo, e quem se antecipar nesse jogo tende a conquistar espaço antes dos concorrentes.

Mesmo produtores sem marca própria podem participar dessa transformação. Marketplaces como o E-Barn permitem anunciar lotes diretamente, com um simples cadastro. Não é preciso ter embalagens personalizadas — basta cuidar da qualidade, descrever bem o produto, incluir fotos e oferecer rastreabilidade. Nesse ambiente, preço competitivo e confiança na negociação valem muito. Cooperativas e grupos digitais também funcionam como atalhos, oferecendo estrutura pronta para acelerar negócios.

A digitalização democratiza o acesso ao mercado e dá protagonismo aos pequenos. Ao investir em relacionamento direto com compradores, responder rápido, mostrar diferenciais e buscar parcerias, o produtor rural transforma o que antes era barreira em oportunidade. Assim como no futebol, o segredo está em jogar bem, conquistar torcida e aproveitar cada chance de marcar gol no mercado.

 





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Novo colágeno da JBS promove mais firmeza e elasticidade da pele, segundo pesquisa



Um estudo conduzido por pesquisadores brasileiros, publicado no Journal of Medicinal Food, confirma que a suplementação oral com colágeno oligopeptídico promove melhorias significativas na firmeza e elasticidade da pele em poucas semanas de uso. A pesquisa, realizada com 85 mulheres entre 45 e 60 anos, utilizou um modelo duplo-cego, randomizado e controlado por placebo. Os resultados indicam que o suplemento estimula a produção de componentes essenciais para a saúde da pele, como colágeno tipo I, decorina, biglicano e ácido hialurônico.

Além disso, foi observada a redução da atividade de enzimas que degradam essas estruturas. Ao mesmo tempo, houve um aumento dos níveis de uma proteína inibidora natural dessas enzimas, e um estímulo à produção de ácido hialurônico – molécula considerada essencial para a hidratação e o volume da pele. Esses efeitos combinados favorecem a renovação da matriz extracelular e o fortalecimento do tecido cutâneo, contribuindo para uma pele mais firme, elástica e resistente ao envelhecimento e ações do dia a dia, como exposição solar, poluição e os movimentos naturais do rosto.

Os efeitos do produto foram avaliados de forma progressiva no estudo, com análises realizadas após 4, 8 e 12 semanas de uso. Já nas primeiras 4 semanas, observou-se um aumento significativo na firmeza e na elasticidade da pele em comparação ao placebo. Após 8 semanas, a melhora ficou ainda mais notável com 9,7% de aumento na firmeza e 6,8% na elasticidade. Ao final de 12 semanas de suplementação contínua, os resultados foram ainda mais expressivos: todas as participantes apresentaram aumento da elasticidade e melhora na firmeza da pele, com um ganho médio de 12,2%. As medições foram realizadas por meio de equipamentos instrumentais padronizados.

Esses resultados embasam o lançamento do Genu-in® Life Skin, o primeiro colágeno padronizado do mercado com efeito 360° no corpo e ação potencializada sobre a pele. O produto foi desenvolvido pela Genu-in, empresa da JBS Novos Negócios, um grupo de unidades de negócio da JBS que promove a economia circular a partir da transformação de coprodutos em produtos de alto valor agregado, como colágeno e gelatina. Com tecnologia inédita, o Genu-in® Life Skin apresenta identificação e padronização de todas as sequências peptídicas que garantem a uniformidade da composição e da funcionalidade em cada lote, eliminando as variações comuns em produtos à base de colágeno e garantindo uma entrega consistente dos benefícios clínicos observados.

“O Genu-in® Life Skin representa um avanço no mercado de colágeno e nossa entrada no segmento de saúde e beleza. Com nossa tecnologia inédita, Peptide Profile Tailoring, conseguimos oferecer um ingrediente padronizado, o primeiro completamente caracterizado – não apenas em relação ao perfil de peso molecular, mas também com a identificação precisa de todos os peptídeos presentes na composição. Esta abordagem garante eficácia comprovada, atendendo à crescente demanda por soluções integradas de saúde e beleza”, afirma Vivian Zague, diretora de Pesquisa, Saúde e Nutrição da JBS.

Os peptídeos bioativos são pequenas partículas de colágeno, que são facilmente absorvidas pelo corpo. Esses peptídeos especiais atuam nas camadas mais profundas da pele, – como sinalizadores celulares ou mensageiros biológicos – incentivando a produção natural de colágeno e ajudando a reparar a estrutura da pele. Com o passar dos anos, a produção natural de colágeno diminui – processo que leva à perda de sustentação da pele, aparecimento de rugas e flacidez. O Genu-in® Life Skin chega ao mercado B2B como um ingrediente de alta performance, destinado a ser incorporado em produtos de marcas parceiras no varejo. A dose diária recomendada é de 10g de colágeno.

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A produção do Genu-in® Life Skin é realizada em uma fábrica 4.0 em Presidente Epitácio, no interior de São Paulo. Em operação desde agosto de 2022, a unidade é responsável por produzir anualmente 6 mil toneladas de peptídeos de colágeno, além de 6 mil toneladas de gelatina, para atender clientes em diferentes países. Com investimento de R$ 400 milhões, a planta é a mais moderna do setor no Brasil e a única 100% automatizada, utilizando como insumo a pele de bovinos proveniente da cadeia de produção da JBS, reforçando o compromisso da empresa com a economia circular.

“Na Genu-in, aplicamos ciência e tecnologia para transformar o que antes era um coproduto descartado em ingredientes de alto valor biológico. O Genu-in® Life Skin é um exemplo concreto de como a economia circular se materializa na JBS – utilizamos a subderme do couro bovino como matéria-prima principal para produzir colágeno, criando soluções inovadoras e sustentáveis para a saúde e o bem-estar das pessoas. É assim que transformamos subprodutos em produtos de alto valor agregado”, destaca Ricardo Gelain, diretor-executivo da Genu-in.



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Décio Lima destaca resiliência do Brasil diante do tarifaço



O presidente do Sebrae, Décio Lima, ressaltou a importância da resiliência do Brasil diante das adversidades econômicas e políticas que surgem no cenário atual. Em entrevista, ele destacou que o país não deve se deixar intimidar pelo chamado tarifaço, reforçando a confiança no potencial nacional.

“Olha, eu sou um otimista. Eu não posso imaginar que o povo brasileiro pense pequeno, num momento evidente de adversidades. O Brasil não é uma coloniazinha, o Brasil não é um país de terceiro mundo, o Brasil é uma expressão gigante da economia que alcança, inclusive, até o final do ano, sermos o oitavo, provavelmente, PIB do mundo”, afirmou Décio Lima.

De acordo com o presidente do Sebrae, a economia brasileira tem condições sólidas para enfrentar pressões externas e manter seu ritmo de crescimento.

“Portanto, não serão ameaças dessa natureza, sem qualquer justificativa, inclusive, de mercado econômico, que vai assustar o Brasil. Eu acredito que o ministro Fávaro também tem esse pensamento, junto com o presidente Lula, com o Geraldo Alckmin, que nós vamos tranquilamente superar com a grandeza dos valores econômicos e, principalmente, com a resiliência histórica do povo brasileiro.”

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Décio Lima reforçou ainda que a soberania nacional está diretamente ligada à defesa dos interesses da população.

“Nós somos uma nação soberana e nós vamos estar defendendo a pátria, porque defender a pátria é defender o povo brasileiro”, concluiu o presidente do Sebrae..



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Fenasucro encerra com expectativa de superar R$ 10 bilhões em negócios



A 31º edição da Fenasucro & Agrocana chegou ao fim na sexta-feira (15) consolidando-se como um marco para o setor bioenergético. A maior feira mundial da bioenergia superou as expectativas de público e de geração de negócios, além de entregar mais de 100 horas de conteúdos com a participação de especialistas, lideranças e empresas de referência no setor.

Realizado no Centro de Eventos Zanini, em Sertãozinho (SP), o evento reuniu mais de 600 marcas expositoras e visitantes de mais de 60 países. Segundo Paulo Montabone, diretor da Fenasucro & Agrocana, os resultados da edição 2025 demonstram a força e a relevância da feira para o setor de bioenergia no Brasil e no mundo.

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“A Fenasucro & Agrocana registrou um público altamente qualificado, crescimento na visitação e um volume expressivo de intenções de compra. Com esses resultados, estamos confiantes de que vamos superar os R$ 10,7 bilhões, reforçando a feira como o principal ponto de encontro e geração de negócios para o setor”, afirmou Zanini.

Rosana Amadeu, presidente do Centro Nacional das Indústrias do Setor Sucroenergético e Biocombustíveis (Ceise Br), destacou que a FenaBio trouxe uma grade de conteúdos extremamente rica e estratégica, abordando tendências, inovação e sustentabilidade. Esse novo espaço também abre caminhos para diversificar e ampliar o perfil dos expositores.

“Estamos muito otimistas e já trabalhando para que a próxima edição seja ainda mais representativa, fortalecendo o papel da indústria de base na transição energética e no futuro da bioeconomia brasileira”, disse Rosana.

Energia renovável

Novidade no evento, a FenaBio contou com marcas focadas em alternativas energéticas renováveis e se firmou como palco de discussões estratégicas e apresentação de soluções para a transição energética, mobilidade sustentável e descarbonização.

A programação com curadoria de Adhemar Altieri, da Media Link Brasil, recebeu representantes de importantes players do setor e autoridades no assunto como André Nassar (Abiove), Henry Joseph Jr. (Anfavea), Newton Duarte (Cogen), Paulo Sousa (Cargill), o professor Marcos Fava Neto (Harven Agribusiness School) e os ex-ministros Roberto Rodrigues (FGV) e Joaquim Levy (Banco Safra).

“O nível qualificado do público e a intensidade das conexões feitas na FenaBio reforçam a
relevância do evento para o setor. As discussões e conteúdos apresentados mostraram, de forma muito clara, que a bioenergia permanece no centro da agenda global”, avaliou Daniel Pereira, gerente de produto da FenaBio.



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alto estoque de passagem limita cotações



Mesmo com o recorde previsto nas exportações brasileiras de soja, o estoque de passagem da safra 2024/25 é estimado pela Conab em 3,9 milhões de toneladas. Este valor é mais do que quatro vezes acima do volume final da temporada anterior.

Esse cenário limitou o movimento de alta no preço nacional na última semana, apontam levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea)

Os embarques brasileiros (de outubro/24 a setembro/25) seguem previstos pelo USDA em 102,1 milhões de toneladas e o esmagamento, em 57 milhões de toneladas. 

A Conab, por sua vez, projeta as exportações nacionais em 106,3 milhões de toneladas. O esmagamento, está previsto para 57,09 milhões de toneladas, nesta safra (de janeiro a dezembro/25), ambos recordes, ainda de acordo com a companhia.

Além dos embarques, o Brasil segue liderando a produção de soja no mundo, com quase 170 milhões de toneladas colhidas nesta temporada (2024/25), sendo 169 milhões de toneladas estimadas pelo USDA e 169,66 milhões de toneladas projetadas pela Conab.

*Sob supervisão de Luis Roberto Toledo



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