sexta-feira, maio 8, 2026

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Brasileiros têm 70,5% da renda comprometida com contas a pagar, aponta estudo da Serasa



Estudo feito pela Serasa Experian mostra que 70,5% da renda dos brasileiros está comprometida com contas a pagar, que vão desde dívidas com bancos a faturas de cartão de crédito, energia elétrica e internet, entre outros gastos contratados. Com isso, sobram, na média, R$ 968 a novas despesas no mês.

Quanto menor a renda, maior é, em geral, o comprometimento. Consumidores que ganham até um salário mínimo têm 90,1% dos rendimentos comprometidos por compromissos financeiros assumidos. Já no caso dos brasileiros com rendas superiores a dez salários mínimos, o porcentual comprometido cai para 58,2%, o menor entre todas as faixas analisadas.

Apesar de alto, o comprometimento de renda vem ano a ano se reduzindo. Conforme o estudo da Serasa, em 2022, a parcela da renda comprometida dos consumidores brasileiros era de 72,3%. Essa fatia caiu para 72%, em 2023, e 70,9%, em 2024, até chegar a este ano em 70,5%.

“Isso pode ser reflexo de alguns fatores como o mercado de trabalho aquecido e políticas de estímulo à renda. No entanto, temos observado, atualmente, que esse aumento na renda não está contribuindo para conter a elevação da inadimplência no país”, comenta Eduardo Mônaco, vice-presidente de crédito e plataformas da Serasa Experian.



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produtores afetados por geadas terão R$ 31,3 milhões em crédito



Cafeicultores que tiveram suas lavouras atingidas por geadas terão à disposição, na safra 2025/26, um total de R$ 31,3 milhões em crédito para recuperação das plantações danificadas. Os recursos são provenientes do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), conforme nota do Conselho Nacional do Café (CNC).

O total de recursos disponíveis no âmbito do Funcafé para a safra 2025/26 é de R$ 7,187 bilhões, aumento de 4,37% ante o valor contratado na safra passada, de R$ 6,68 bilhões, informa ainda o CNC.

Para o presidente do CNC, Silas Brasileiro, a liberação desses recursos “mostra a
importância do Funcafé como instrumento de segurança para o produtor”.

A linha de crédito, acrescenta, “é fundamental para garantir a recuperação das lavouras, a estabilidade da renda e a continuidade da produção cafeeira no país”.



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Países árabes aguardam aproximação brasileira para aumentar compras de café e carne



A Câmara de Comércio Árabe-Brasileira apresentou ao governo federal um plano para redirecionar aos países árabes parte das exportações brasileiras atingidas pelo tarifaço dos Estados Unidos.

Atualmente, o Brasil exporta para 22 países árabes e, em 2024, a receita dessas vendas foi recorde, com US$ 23,6 bilhões.

O estudo da entidade identificou 13 produtos da pauta com o mercado norte-americano que têm potencial de inserção nos países árabes, como o café e a carne bovina.

A proposta é que parte do grão possa ser absorvido por Arábia Saudita, Egito e Argélia, que em 2024 compraram juntos um total de US$ 905 milhões da commodity. No entanto, o Brasil só forneceu 13,4% desse volume.

Segundo o secretário-geral da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, Mohamad Mourad, a intenção é sensibilizar novos mercados árabes a respeito do potencial de produção e exportação brasileira. “O agro brasileiro chega a esses mercados com boa qualidade, bom preço e competitividade”, ressalta.

No entanto, para que a ideia avance, Mourad acredita que o Brasil deve focar em estar mais próximo a esses mercados. “O árabe preza muito relacionamento. Nós temos um ótimo relacionamento com os países árabes, mas isso pode ser melhorado”, considera.

Segundo ele, os 22 países do mundo árabe importam de café quase a mesma quantidade que os Estados Unidos – o maior mercado consumidor da bebida – compram do Brasil, ou seja, aproximadamente 8 milhões de sacas.

Mourad ressalta que o Brasil vende pouco mais de US$ 500 milhões de café aos árabes, mas tem potencial para ir muito além. “Não preencher a sua totalidade [da demanda total árabe] porque isso seria uma utopia, mas podemos aumentar e bem esse número.”

Além do café, a carne

A carne bovina congelada também poderia ter mais espaço, na avaliação da Câmara de Comércio. Em 2024, países como Egito, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita compraram US$ 2,26 bilhões da proteína, sendo que 43% desse volume veio do Brasil. Contudo, a entidade acredita que é possível aumentar esse mercado, visto que se tratam de nações altamente consumidoras e reexportadoras da proteína animal brasileira.

“Os árabes importam do mundo US$ 3,2 bilhões de dólares [de carne] e nós [o Brasil] exportamos US$ 1,2 bilhão [para eles], então também temos muito espaço para trabalhar”, considera.

O estudo da Câmara destaca o fato de os países árabes apresentarem alíquotas de importação de 0 a 30%, com a maioria dos produtos sendo taxada entre 5 e 6%. Na avaliação da entidade, essas tarifas poderiam ser reduzidas com novos acordos de livre comércio.

“Nós temos produto, fornecimento e qualidade. Tudo isso é refletido em preços competitivos. Então, acredito que o que falta para o exportador brasileiro é estar mais presente. E como nós fazemos isso? Através de missões comerciais, participações em feiras e eventos internacionais, principalmente nos países árabes, e trabalhar muito forte esses novos acordos comerciais, onde essas tarifas podem ser derrubadas”, conclui.



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AgroNewsPolítica & Agro

Manejo preventivo para controle de doenças fúngicas


Ayrton Berger Neto*

O sojicultor brasileiro é hoje um dos mais eficientes do mundo — e os números comprovam. Na última safra, o país produziu quase 170 milhões de toneladas, 15% acima da anterior, em mais de 47 milhões de hectares cultivados. Esse resultado não foi acaso: reflete clima favorável, tecnologia de ponta e, sobretudo, planejamento antecipado — ponto que merece destaque neste momento de preparação para a safra 2025/2026.

O manejo estratégico contra as doenças fúngicas é decisivo para garantir produtividade e rentabilidade. Por isso, os produtores precisam alinhar agora suas decisões preventivas, considerando as condições climáticas e patológicas de cada região.

O cenário atual traz novidades em relação às últimas safras. No Sul, o inverno mais rigoroso pode reduzir o inóculo da ferrugem asiática — doença de maior impacto, capaz de comprometer mais de 50% da produtividade em casos severos. Já no Cerrado, a ocorrência de chuvas prolongadas altera a dinâmica dos patógenos, exigindo atenção redobrada.

Não é apenas a ferrugem que preocupa. Outras doenças foliares, como mancha-alvo, cercospora e oídio, têm ganhado relevância e podem causar perdas superiores a 15%. Nesse contexto, a regionalização das estratégias se torna indispensável: práticas eficazes no Cerrado podem não resultar em bons resultados na Região Sul ou na Região de MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).

Outro desafio é a resistência dos patógenos a grupos químicos já amplamente utilizados. Por isso, ganham força os fungicidas multissítios — protetores, atualmente indispensáveis em programas de manejo de doenças foliares, pois atuam em diferentes processos metabólicos do fungo — e novas moléculas em desenvolvimento, peças-chave para o manejo integrado.

A colaboração entre a ciência e a indústria agrícola desempenha um papel cada vez mais central. Observa-se que empresas do setor, como a Sumitomo Chemical, têm direcionado investimentos para o desenvolvimento de soluções regionalizadas. Tais iniciativas visam otimizar a aplicação no campo e potencializar a produtividade. Essa abordagem frequentemente envolve a integração de novas técnicas e inovações em manejos estratégicos, com o propósito de fornecer informações e pesquisas aplicadas de maneira acessível aos produtores, sem adicionar complexidade excessiva às operações.

A soja é pilar do agronegócio brasileiro, fundamental para exportações e geração de empregos. Por isso, o controle eficiente das doenças fúngicas vai além do campo: trata-se de segurança alimentar e econômica. Com informação de qualidade e manejo preventivo bem estruturado, o produtor assegura a produtividade e protege o futuro sustentável da sojicultura no país.

*Ayrton Berger Neto é fitopatologista e pesquisador da BW Agro Serviços.





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Tarifaço não trava comercialização de soja, mas receita cambial cai em cinco anos


Dados do Comex Stat indicam que o chamado tarifaço aplicado pelos Estados Unidos ainda não impactou a comercialização da soja brasileira. No entanto, a análise da receita cambial do complexo soja nos últimos cinco anos mostra que o período apresentou uma desvalorização de cerca de 12,5%. Os números foram apresentados no Agroexport desta terça-feira (19).

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Agroexport/Canal Rural

A soja em grão passou de US$ 484 por tonelada em 2021 para US$ 415 em agosto de 2025, uma retração de 14%. O farelo de soja registrou queda ainda maior, de US$ 422 para US$ 353 por tonelada, equivalente a 15%, enquanto o óleo de soja sofreu menor impacto, caindo 9%, de US$ 1,22 para US$ 1,11 por tonelada.

Em tempos de tarifaço e margens apertadas, é fundamental que produtores e exportadores observem a relação entre preço, rentabilidade e custo. A queda nos valores reflete principalmente safras abundantes em diversas regiões do mundo e estoques globais elevados, fatores que pressionam o preço internacional da oleaginosa.



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Frente Parlamentar da Agropecuária e CNA se reúnem para discutir Plano Clima



A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reúnem nesta terça-feira (19) para discutir ajustes no Plano Clima, do governo federal, que traz uma radiografia do cenário ambiental do Brasil perante ao mundo a ser apresentado durante a COP 30, em Belém (PA).

Para essas entidades, que têm uma ampla representatividade do setor agropecuário brasileiro, o plano ele precisa ser melhorado. De acordo com a FPA, há cinco pontos que coloca o Brasil em uma situação confortável:

  • Base legal forte e histórica
  • Código florestal
  • Meta zero de desmatamento até 2030
  • Transparência e controle judicial
  • Rastreabilidade e provas de conformidade

Por parte e do governo, o Plano Clima está sendo reformulado em três eixos: mitigação, adaptação e estratégias na definição de ações de enfrentamento a mudança do clima no Brasil até 2035. O país também defende a viabilização de um financiamento de US$ 1,3 trilhão para os países em desenvolvimento até 2035.



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Abiove e Anec se pronunciam sobre suspensão da Moratória da Soja



O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aceitou, na noite de segunda-feira (18), uma medida cautelar que determina a suspensão imediata da Moratória da Soja, pacto que busca impedir que traders de soja comprem de produtores que tenham desmatado áreas na região amazônica após julho de 2008, data de publicação do Código Florestal.

O processo teve início a partir de representações feitas por quatro entidades: Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Câmara dos Deputados e Senado Federal.

Em nota técnica, a Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (SG/Cade) acusa 30 grandes empresas exportadoras de formação de cartel e a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e a Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec) de indução à conduta uniforme.

Respostas das acusadas

Em nota, a Associação Nacional de Exportadores de Cereais (Anec) disse que foi surpreendida com a decisão da SG do Cade e a recebe com extrema preocupação. “A Moratória da Soja é um pacto multissetorial firmado com a sociedade civil, o Ministério do Meio Ambiente e o Ibama, entre outros, e nos seus mais de 18 anos de vigencia trouxe grandes beneficios para todo o setor sojicultor”, destaca.

A entidade afirma que deverá adotar as medidas administrativas cabíveis para recorrer da decisão enquanto mantém o mesmo espírito de total colaboração com o Cade.

A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), por sua vez, também afirma que recebeu com surpresa a decisão do Cade de instaurar processo administrativo para investigar alegações relacionadas à Moratória da Soja. A Associação reafirma que a iniciativa é um pacto multisetorial e é reconhecido pela União, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), como uma política pública ambiental, que vige há mais de 20 anos.

“A entidade reitera seu compromisso com a legalidade e informa que tomará as medidas cabíveis de defesa, além de colaborar de forma plena e transparente com as autoridades competentes, prestando todos os esclarecimentos necessários para o devido andamento do processo”.



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Pecuária de cria: nutrição da vacada na seca é chave para alta prenhez


Pecuaristas, a nutrição da vacada é um dos pilares para uma pecuária de cria de sucesso. O baixo valor nutricional das pastagens na seca é um fator restritivo que impacta o ganho de peso e, principalmente, o desempenho das vacas de cria, que precisam de um bom escore corporal para a estação de monta na primavera. Assista ao vídeo abaixo e confira.

Nesta terça-feira (19), o programa Giro do Boi recebeu o pós-doutor em zootecnia Rodrigo Gomes, pesquisador da Embrapa Gado de Corte, para a semana especial “Suplementação na Seca”.

Ele trouxe dicas valiosas para manter os índices produtivos e reprodutivos em níveis satisfatórios.

Diferimento e suplementação: estratégias para a seca

Lote de novilhas para a estação de monta. Foto: Divulgacao

Cerca de 80% do rebanho de corte brasileiro é terminado em pastagem, o que torna a seca um período desafiador.

Para driblar a falta de forragem, o produtor precisa de planejamento. As estratégias de menor custo incluem:

  • Diferimento de pastagem: É a vedação de uma área no outono para acumular massa, que será utilizada em julho, agosto e setembro. A suplementação é usada para melhorar o aproveitamento desse volumoso.
  • Suplementação na seca: Para quem não fez o diferimento, a aquisição de volumosos (feno, silagem) ou o aumento do nível de suplementação são as alternativas. Em uma recria intensiva, a recomendação é 1% do peso vivo em ração. Para animais de abate, a TIP (Terminação Intensiva a Pasto) é uma excelente opção, com ração de 2% do peso vivo para machos inteiros.

O desafio da vacada de cria na seca

Gado em pastagem na seca. Foto: ReproduçãoGado em pastagem na seca. Foto: Reprodução
Gado em pastagem na seca. Foto: Reprodução

A vaca de cria enfrenta um grande desafio na seca, pois o pasto tem o menor teor de proteína bruta e a oferta é baixa.

Nesse período, ela está com um feto em desenvolvimento e precisa de nutrientes para o bezerro e para manter seu escore corporal.

Se a vaca estiver em escore ruim, ela não vai emprenhar na estação de monta, e o desenvolvimento do bezerro também será comprometido.

Para as vacas de cria, a recomendação de Rodrigo Gomes é:

  • Suplementação proteica energética: Cerca de 3 gramas por quilo de peso vivo, o que ajuda a segurar a condição corporal.
  • Desmama antecipada ou precoce: Em bezerros de cerca de 6 meses, a desmama antecipada alivia a carga sobre a vaca, dando a ela mais chances de emprenhar na próxima estação. O bezerro também pode ser suplementado com DDG, por exemplo, que se encaixa perfeitamente nesse processo.

A geada queima o pasto, mas o valor nutricional permanece. No entanto, o animal consome pouco essa forrageira. A suplementação proteica energética é uma boa recomendação para manter o desempenho do gado.

O segredo da recria e a geada

Bovino em fase de recria no pasto. Foto: ReproduçãoBovino em fase de recria no pasto. Foto: Reprodução
Bovino em fase de recria no pasto. Foto: Reprodução

A recria intensiva é o grande segredo do confinamento, mas muitas vezes é negligenciada. Pesquisas mostram que uma recria bem-feita resulta em abates precoces e uma carcaça com melhor acabamento.

Sem um bom trabalho na recria, não se consegue fazer o “boi-China”, o boi zero dentes.

Para os pecuaristas que tiveram o pasto queimado pela geada, a suplementação proteica energética é uma boa recomendação. Em caso de geada muito forte, uma roçada e o fornecimento de ração podem acelerar a rebrota da pastagem.



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Fundo disponibiliza R$ 31 milhões para produtores de café prejudicados por geadas



Os cafeicultores que tiveram suas lavouras impactadas por geadas têm à disposição o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), principal instrumento de financiamento do setor. Para a safra 2025/2026, estão disponíveis até R$ 31,3 milhões por meio da linha de crédito para recuperação de cafezais danificados, recurso que visa auxiliar na recomposição de áreas afetadas por adversidades climáticas.

O Funcafé é uma política consolidada, voltada para dar suporte aos produtores em todas as etapas da cadeia produtiva do café, desde a comercialização e a estocagem até o custeio e os investimentos. No caso específico da recuperação de cafezais, os recursos podem ser utilizados para tratos culturais, replantio e demais práticas necessárias à revitalização das lavouras atingidas, garantindo a sustentabilidade da atividade.

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Além de oferecer condições diferenciadas de financiamento, o fundo desempenha papel estratégico na preservação da renda do produtor e na manutenção da cafeicultura como atividade econômica fundamental para o Brasil, que segue como maior produtor e exportador mundial de café.

Segundo o presidente do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, o Funcafé reafirma seu papel essencial em momentos de adversidade: “A liberação desses recursos mostra a importância do Funcafé como instrumento de segurança para o produtor. Sabemos que eventos climáticos, como as geadas, podem comprometer anos de trabalho e investimento. Por isso, essa linha de crédito é fundamental para garantir a recuperação das lavouras, a estabilidade da renda e a continuidade da produção cafeeira no país.”

Com essa linha de crédito, os cafeicultores prejudicados pelas geadas têm à disposição um mecanismo concreto para retomar sua produção, proteger sua propriedade e assegurar o futuro de suas famílias.

Para a safra 2025/2026, o Funcafé contará com aproximadamente R$ 7 bilhões, um aumento de 4,37% em comparação com os valores contratados na safra passada, que foi de R$6,8 bilhões.



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