terça-feira, agosto 11, 2026

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Exportações do agronegócio chegam a US$ 153 bilhões no acumulado de 2024



As exportações do agronegócio brasileiro totalizaram US$ 152,63 bilhões, entre janeiro e novembro. Este foi o segundo melhor desempenho já registrado na série histórica. Algumas commodities foram destaques por esse desempenho, como a soja (US$ 52,19 bilhões), carnes (US$ 23,93 bilhões) e o complexo sucroalcooleiro (US$ 18,27 bilhões), que juntos responderam por mais de 60% do total exportado. No período, o agronegócio brasileiro representou 48,9% do total das exportações brasileiras.

Apesar de uma redução de 18,7%, o complexo soja manteve sua posição de destaque, enquanto carnes e açúcar registraram crescimentos significativos, impulsionados por recordes de embarques e diversificação de mercados. A redução de 5,2% no índice de preços internacionais foi parcialmente compensada pelo aumento de 5,2% no volume exportado.

Mais destaques

O café solúvel obteve um acumulado de US$ 792 milhões no período. Outro produto que chamou a atenção foi o óleo essencial de laranja, com mais de US$ 365 milhões em exportações até novembro de 2024.

O secretário de Comércio e Relações Internacionais, Luís Rua, disse que os resultados da diversificação de mercados e produtos começam a aparecer de forma concreta na balança comercial. “Com as boas perspectivas de safra para 2025, a continuidade das aberturas de novos mercados, a maturação comercial das aberturas já realizadas e a intensificação das ações de promoção comercial com uma série de novos instrumentos, esperamos ainda mais avanços qualitativos e quantitativos nas exportações do agronegócio”, destacou.

Resultados de novembro

Em novembro, as exportações do agronegócio somaram US$ 12,66 bilhões, o que equivale a 45,2% do total exportado pelo Brasil no mês. Apesar de uma retração de 5,8% em relação a novembro de 2023, setores como carnes, café e produtos florestais tiveram resultados significativos, compensando parcialmente a queda nas vendas de grãos.

O setor de carnes foi o principal destaque do mês, com um recorde histórico de exportações para novembro, atingindo US$ 2,45 bilhões (+30,2%). A carne bovina foi o principal produto, com US$ 1,23 bilhão (+29,9%), seguida pela carne de frango (US$ 876,92 milhões, +31,8%) e pela carne suína (US$ 289,40 milhões, +30,8%). Esse crescimento foi impulsionado por maiores volumes exportados e preços médios mais altos.

As exportações de café também alcançaram um recorde histórico para novembro, com US$ 1,47 bilhão (+84,4%), impulsionadas por um aumento de 21,8% no volume exportado e de 51,4% nos preços internacionais. A União Europeia, Estados Unidos e México foram os principais destinos do café verde brasileiro. Já os produtos florestais cresceram 29,1%, totalizando US$ 1,51 bilhão, liderados pela celulose, com US$ 877,34 milhões em receitas.

Por outro lado, o complexo soja sofreu uma retração de 50,3%, com exportações de US$ 1,86 bilhão, devido à quebra de safra e redução nos estoques. O milho também apresentou queda, totalizando US$ 967,89 milhões (-41,7%) devido à redução de 36,2% na quantidade embarcada.

Alta nas importações

As importações de produtos agropecuários totalizaram US$ 1,54 bilhão em novembro de 2024, um aumento de 14,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Entre os principais itens importados estão trigo (US$ 102,16 milhões; +21,2%) e salmões (US$ 76,05 milhões; +14,1%).



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Alerta de temporais! Frente fria provoca chuva forte nesta terça-feira em boa parte do Brasil



A terça-feira (17) será de tempo instável na região Sudeste do Brasil, resultado do lento deslocamento de uma frente fria que permanece atuando sobre a área. Esse sistema meteorológico intensifica as condições de chuva em várias localidades, além de provocar ventos fortes, especialmente no Espírito Santo e no Rio de Janeiro.

Áreas sob alerta para temporais

As regiões que mais preocupam são as faixas norte de Minas Gerais, norte do estado do Rio de Janeiro e oeste do Espírito Santo. Nessas áreas, o alerta é para temporais que podem causar transtornos. Já no sul de Minas Gerais e em grande parte do Rio de Janeiro, a previsão é de chuva moderada a forte, que pode vir acompanhada de trovoadas. No estado de São Paulo, o tempo permanece firme ao longo do dia.

Além da precipitação, os ventos também se intensificam. Rajadas entre 40 km/h e 50 km/h estão previstas no Espírito Santo e no Rio de Janeiro.

Risco de alagamentos

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) classificou algumas regiões com risco moderado de alagamentos para hoje. Entre os destaques estão a região metropolitana de Belo Horizonte, o leste de Minas Gerais e todo o estado do Espírito Santo.

Com o solo já saturado em muitas áreas, a continuidade das chuvas pode agravar a situação, tornando o cenário mais propício ao surgimento de transtornos urbanos e danos à infraestrutura local.

Acumulados significativos

As condições de instabilidade não devem cessar nos próximos dias. A frente fria, que avança lentamente pelo Sudeste, continuará canalizando umidade da faixa norte do Brasil, o que contribuirá para volumes expressivos de chuva até sexta-feira.

Os maiores acumulados estão previstos para o Espírito Santo e o nordeste de Minas Gerais. Nessas localidades, a precipitação acumulada pode chegar a 80 mm em amplas áreas, com registros pontuais que podem ultrapassar 100 mm.

Outras regiões da faixa Sudeste também terão chuvas constantes, mas com volumes menos expressivos. Ainda assim, a combinação de precipitação persistente e ventos intensos pode resultar em transtornos pontuais.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho volta a cair na Bolsa de São Paulo


Com mercado físico paralisado e dólar apresentando baixa, os contratos de milho voltam a cair na Bolsa de Mercadorias de São Paulo (B3), segundo informações da TF Agroeconômica. “Os principais contratos de milho encerraram o dia com preços em baixa nesta segunda-feira. Dia de realização de lucros na B3, visto que Chicago e o dólar fecharam em alta”, comenta.

“Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam variações em baixa no dia: o vencimento de janeiro/25 foi de R$ 74,00 apresentando baixa de R$ -0,43 no dia, baixa de R$ -0,89 na semana; março/25 fechou a R$ 73,16, baixa de R$ -0,49 no dia, baixa de R$ -0,05 na semana; o vencimento maio/25 fechou a R$ 72,53, baixa de R$ -0,18 no dia e alta de R$ 0,32 na semana”, completa a consultoria agroeconômica.

Na Bolsa de Chicago, as informações da TF dão conta de que o milho fechou em alta com aparente interesse do investidor. “A cotação de março, referência para a nossa safra de verão,fechou  de 0,68 % ou $ 3,00 cents/bushel a $ 445,00. A cotação para maio, fechou em alta de 0,56 % ou $ 2,50 cents/bushel a $ 451,75”, indica.

“O cereal se recuperou após as quedas da semana anterior, impulsionado pelo interesse dos investidores, que parecem ter voltado a “acreditar” no milho, e diante da queda projetada nos estoques finais dos EUA em decorrência do bom desempenho das exportações e aumento da demanda da indústria do etanol. Os embarques para exportação foram 6,79% acima da semana anterior, sendo o México novamente o principal destino do milho norte-americano”, conclui a consultoria agroeconômica, no início da semana.

 





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Trump critica tarifas do Brasil e ameaça impor taxas iguais sobre produtos brasileiros



O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o Brasil impõe tarifas altas sobre produtos importados dos EUA e que seu governo adotará medidas semelhantes. A afirmação foi feita durante uma entrevista coletiva em Mar-a-Lago, na Flórida. Esta foi a primeira vez que Trump mencionou diretamente o Brasil em seu plano de taxação. Ele destacou a importância da reciprocidade nas relações comerciais, mencionando também a Índia como exemplo de países que cobram tarifas elevadas.

Não é a primeira vez

Durante a campanha pela presidência dos EUA, Trump já havia defendido tarifas de importação. Segundo a Reuters, ele prometeu uma tarifa universal de 10% sobre importados e uma tarifa específica de 60% para a China, além de ameaçar taxas adicionais de 25% para México e Canadá. Além disso, ele afirmou que pretende “cobrar o mesmo valor” (taxas impostas pelo Brasil) como forma de proteger a indústria americana e gerar empregos. As informações foram publicadas pelo portal G1. Essas medidas, segundo Trump, têm como objetivo fortalecer a indústria dos EUA e conter problemas como a imigração ilegal e o tráfico de opioides.

Guerras

Na coletiva, Trump também abordou conflitos internacionais, elogiando a Turquia por sua “força militar significativa” e afirmando que o país deve assumir um papel central na Síria. Ele mencionou que Ancara teria derrubado o governo de Bashar al-Assad e destacou a importância de conter militantes do Estado Islâmico, embora tenha sido vago sobre a presença dos cerca de 900 soldados americanos na região.

Sobre o conflito na Ucrânia, Trump declarou que o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, deve estar preparado para negociar com o presidente russo, Vladimir Putin, a fim de encerrar a guerra. Apesar de evitar responder diretamente se a Ucrânia deveria ceder território à Rússia, Trump enfatizou a necessidade de encontrar uma solução e “acabar com a guerra”.



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Ferrugem na soja: RS intensifica monitoramento para proteger lavouras gaúchas



Com o intuito de monitorar a ocorrência de esporos do fungo causador da ferrugem asiática, permitindo que os agricultores acessem dados atualizados sobre as áreas com maior risco de infecção, a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi) em parceria com a Emater/RS-Ascar e instituições de ensino e pesquisa do estado colocaram em ação o programa Monitora Ferrugem. O monitoramento está completando dois meses e possui 77 coletores em 75 municípios gaúchos.

O Monitora Ferrugem RS disponibiliza semanalmente informações sobre a ocorrência de esporos do fungo Phakopsora pachyrhizi causador da ferrugem asiática, permitindo que os agricultores e pesquisadores identifiquem, com base em dados da semana anterior, os locais mais propensos à doença. Além disso, um mapa de risco, atualizado diariamente, oferece informações sobre as condições climáticas que favorecem a incidência da doença.

A praga é considerada a principal da cultura em todo o planeta. “Já nas primeiras semanas de monitoramento nós constatamos estruturas do fungo nos coletores, possivelmente vindos de outras regiões que plantam soja antes do Rio Grande do Sul, ou de países vizinhos, já que o fungo se dissemina pelas correntes do ar e muitas regiões do estado ainda não haviam iniciado o plantio da soja”, destaca a doutora em fitopalogia da Seapi, Andreia Mara Rotta de Oliveira.

Mas a pesquisadora destaca que nas últimas duas semanas a quantidade de partículas do fungo nos coletores diminuiu bastante. “E como estamos em ano com predominância do fenômeno La Niña, a tendência é de um verão com menos chuva e com isso a expectativa é de uma safra com menos focos de ferrugem em relação à safra anterior, sob influência do El Niño”, afirma Oliveira.

Dados

Dados do Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar apontam que 80% da área de soja já foi plantada até o momento. A projeção é de uma área de 6 milhões 811 mil hectares no Rio Grande do Sul. “A soja é a principal cultura de verão, o que reforça a importância do Programa Monitora Ferrugem como política pública para o setor”, afirma a pesquisadora. A ferrugem asiática é considerada a doença mais importante da cultura da soja, podendo causar perdas de até 90% das lavouras.

Parceria

Além da Seapi, Emater/RS-Ascar, participam do programa Monitora Ferrugem o Departamento de Defesa Vegetal (DDV) e três unidades do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária (DDPA): o laboratório de fitopatologia, que realiza as análises de lâminas de coletores de 16 municípios, e o laboratório de agrometeorologia e climatologia agrícola, vinculados ao Centro de Pesquisa Agronômica (Ceagro), em Porto Alegre, e os Centros de Pesquisa em Sementes de Júlio de Castilhos (Cesem) e de Agricultura Digital e Irrigação de Vacaria (Cepadi), com coletores para monitoramento.



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Adab prorroga prazo de declaração de rebanhos na Bahia


A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) prorrogou o prazo para que os produtores rurais baianos realizem a atualização cadastral dos seus rebanhos.

Ao entrar no site da instituição, um aviso preenche a tela da página facilitando o preenchimento dos dados.

O anuncio foi feito nesta segunda-feira (16), com a nova data final de cadastramento para o dia 17 de janeiro de 2025.

Até este domingo (15), cerca de 70% dos criadores de bovinos em todo o estado já haviam realizado a declaração.

De acordo com a Adab, a atualização substitui as etapas de vacinação contra Febre Aftosa e intensifica a vigilância direcionada aos rebanhos existentes na prevenção de doenças.

A declaração é obrigatória e o pecuarista que não realizar a atualização do cadastro terá a propriedade bloqueada e ficará impedido de transitar com os animais. 

“Por se tratar de algo novo, a primeira atualização cadastral desde a última campanha de vacinação, em abril, decidimos prorrogar por mais 30 dias o prazo”, explica o diretor-geral da Adab, Paulo Sérgio Luz. 

A Bahia é reconhecida nacionalmente como Estado Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação e busca o reconhecimento internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), o que possibilitará a comercialização dos seus produtos pecuários em outros países.

Atualização presencial

A nova portaria, já publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), garante tempo suficiente para os criadores cumprirem as exigências de controle sanitário.

Para isso, os produtores que ainda não realizaram a atualização cadastral devem procurar um dos 402 escritórios da Adab espalhados por todo o estado ou realizar a atualização via Sistema de Defesa Agropecuária da Bahia (Sidab), acessado através do site da Agência.

Além do formulário de declaração dos rebanhos preenchido, é necessária a apresentação dos documentos do criador como o RG, CPF ou CNPJ, comprovante de endereço e documento da propriedade agropecuária.


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Ibovespa em queda e dólar dispara; ouça análise no Diário Econômico


Ouça o Diário Econômico, o podcast do PicPay que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado financeiro.

No morning call de hoje, a economista-chefe do PicPay, Ariane Benedito, destaca o mau humor do mercado com a fala de Trump sobre tarifas, a alta do dólar em 1,03% e os juros acima de 15%. O foco do dia está na Ata do Copom e no avanço do pacote fiscal.

Para mais conteúdos de mercado financeiro, acesse: Bom Dia Mercado!

Ariane Benedito, apresentadora do podcast Diário Econômico
Foto: divulgação



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Brasil conquista mercado no Egito com exportação de carnes e miúdos de búfalo



O governo do Egito aceitou o novo modelo de certificado sanitário para carne bovina, e agora o Brasil está autorizado a exportar também carnes e miúdos de búfalo ao país africano. A notícia foi divulgada ontem pelo Ministério da Agricultura.

Em nota, publicada no site da pasta, o ministério afirmou que a abertura fortalece a relação comercial com o Egito – nono principal destino das exportações agrícolas do Brasil em 2024. Ainda segundo a pasta, nos primeiros dez meses deste ano, o Egito importou mais de US$ 2,59 bilhões em produtos agropecuários do Brasil.

Com esse acordo, o governo afirmou que o agronegócio brasileiro alcançou 208 aberturas de mercado em 2024, totalizando 286 novas oportunidades de negócio em 62 destinos desde o início de 2023.

Confira na palma da mão informações quentes sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no WhatsApp!



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do milho encerra o ano com variações regionais


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul apresentou variações significativas, refletindo o ritmo de final de ano e a dinâmica regional. No Rio Grande do Sul, o mercado se manteve lento, com indicações de preços estáveis: Santa Rosa a R$ 73,00, Não-Me-Toque a R$ 70,00, Marau e Gaurama a R$ 70,00, Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 71,00, e Montenegro a R$ 74,00. Pedidas iniciaram em R$ 75,00 FOB, mas sem negócios registrados no dia.  

Em Santa Catarina, o mercado local mostrou produtores pedindo pelo menos R$ 2,00 acima das indicações dos compradores, que variaram entre R$ 72,00 e R$ 75,00 CIF. Negócios foram realizados a R$ 75,00/76,00 no CIF do meio-oeste, totalizando cerca de 2 mil toneladas. Entre as indicações, Chapecó registrou R$ 74,00, Campos Novos R$ 75,00, Rio do Sul R$ 76,00, e Videira R$ 73,00. No mercado portuário, os preços ficaram em R$ 67 para outubro e R$ 69 para novembro.  

No Paraná, o cenário foi marcado por poucos acordos, apesar do aumento no preço da saca, que chegou a R$ 55,58, segundo o Deral/PR. A alta do dólar, que valorizou 16% frente ao real, e a menor oferta interna devido às exportações, impulsionaram os preços. No mercado spot dos Campos Gerais, vendedores pediram entre R$ 72 e R$ 73 FOB, enquanto compradores ofereceram R$ 69 CIF para dezembro, com negócios isolados fechados a R$ 70 CIF.  

No Mato Grosso do Sul, o mercado apresentou baixa liquidez, mas com preços em alta devido à demanda interna e à expectativa positiva para a safra de soja. Em Dourados, o preço spot do milho iniciou a semana em queda, com compradores oferecendo entre R$ 62 e R$ 63 por saca FOB, e vendedores pedindo de R$ 65 a R$ 66, mas com poucas negociações.  





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Pancadas de chuva e tempo abafado: veja previsão para hoje



A terça-feira será marcada por pancadas de chuva em diversos estados brasileiros. Mesmo assim, o tempo permanece abafado, com o verão já dando as caras, ainda que inicie, oficialmente, apenas no próximo sábado (21). Confira a previsão de hoje:

Sul

Com o afastamento das instabilidades, as precipitações diminuem em grande parte da Região Sul. No entanto, ainda chove em áreas do leste, centro-leste e nordeste do Rio Grande do Sul, bem como no leste de Santa Catarina e no Paraná. Nas capitais Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba, o tempo será predominantemente estável, mas com possibilidade de chuva passageira e isolada no fim do dia. Não há previsão de temporais, e as temperaturas começam a subir, com máximas variando entre 28°C e 30°C.

Sudeste

Os ventos vindos do oceano em direção ao continente mantêm o céu carregado no leste de São Paulo e em parte do interior paulista. As chuvas mais intensas se concentram entre o norte do Rio de Janeiro, Espírito Santo e a metade norte de Minas Gerais.

Centro-Oeste

A terça-feira será marcada por pouca chuva no Centro-Oeste. Onde ocorre, será de forma isolada, especialmente entre Goiás e Mato Grosso. No extremo norte de Mato Grosso do Sul, a chuva será esporádica e sem registro de temporais. O tempo será abafado, com temperaturas máximas próximas dos 30°C.

Nordeste

Há previsão de chuvas pontuais e isoladas no Maranhão, Piauí e oeste da Bahia. Entre as capitais São Luís e Natal, as pancadas de chuva serão rápidas e o sol predomina na maior parte do dia. No sertão nordestino, o tempo será firme e ensolarado, com temperaturas que podem alcançar os 37°C.

Norte

A chuva permanece concentrada no Amazonas, Acre, em Rondônia, Roraima e no oeste do Pará. As precipitações podem ser fortes, mas de forma bastante pontual, podendo atingir algumas localidades, enquanto outras permanecem secas. As temperaturas máximas ficarão entre 29°C e 30°C, mantendo a sensação de tempo abafado. Além disso, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) segue provocando chuvas no norte e litoral do Amapá.



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