segunda-feira, março 23, 2026

Agro

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Be8 anuncia aquisição de usina de biodiesel em Mato Grosso



A Be8, do setor de biodiesel, com sede em Passo Fundo (RS), anunciou, na quinta-feira (27), a assinatura do contrato de aquisição da unidade de produção de biodiesel da União Agroindustrial, localizada em Alto Araguaia (MT), antiga Fênix Biodiesel, posicionada estrategicamente para atender as principais regiões consumidoras do Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste.

O valor do negócio não foi informado. Segundo comunicado da companhia, a aquisição amplia a liderança da Be8 no mercado de biodiesel, com crescimento de 16,7% na capacidade instalada, que passa a ser de 1,71 bilhão de litros por ano.

Com aquisição, a empresa reforça a posição nacional, atingindo cerca de 15% de market share e expandindo significativamente presença estratégica como fornecedor de energia renovável no Brasil. A assinatura do contrato ocorreu em Mato Grosso e, agora, aguarda análise do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para confirmação.

Com a efetivação da operação em Alto Araguaia, a Be8 passará a contar com seis unidades produtivas no Brasil sendo as demais localizadas em Passo Fundo (RS), Marialva (PR), Nova Marilândia (MT), Floriano (PI) e Santo Antônio do Tauá (PA). No exterior, a empresa tem produção em La Paloma (Paraguai) e Domdidier (Suíça).

A unidade Alto Araguaia foi fundada em 2008 como Agrenco, passou por algumas reestruturações até ser adquirida em 2024 pelo grupo atual, com capacidade produtiva de 245 milhões de litros de biodiesel por ano.

“Anunciamos mais um investimento que implementa uma parte importante da estratégia da Be8 de ampliar a área de atuação na produção de biodiesel, expandindo nossa capacidade de atendimento nacional para novos mercados com foco em atender melhor nossos clientes, sempre entregando alta qualidade, pontualidade e atendimento diferenciado, e, desta forma, seguimos expandindo nossa liderança no setor”, disse na nota o presidente da Be8, Erasmo Carlos Battistella, durante a assinatura do compromisso.



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AgroNewsPolítica & Agro

Mercado do boi fecha semana com alta na novilha



MS e BA mantêm estabilidade



Foto: Divulgação

O informativo “Tem Boi na Linha”, divulgado pela Scot Consultoria na sexta-feira (28), apontou movimento de alta no mercado do boi gordo em São Paulo. Segundo a análise, “o mercado encerrou a semana com alta de R$ 2,00/@ na cotação da novilha”, enquanto os preços das demais categorias resultaram na comparação diária.

A consultoria divulgou que o quadro de firmeza foi sustentado “pela boa demanda por carne bovina no mercado interno e pelo bom desempenho de exportação”. Apesar disso, o avanço das cotações encontrou limite na oferta de boiadas, considerado maior que o previsto para o período. As escalas de abate atenderam, em média, a sete dias, e “todos os preços foram brutos e com prazo”, informou o boletim.

No Mato Grosso do Sul, a oferta mais confortável em parte das praças levou a indústria a reduzir o valor oferecido pela arroba, embora a análise tenha classificado o cenário geral como de firmeza nos preços. Em Dourados, “a cotação do boi gordo caiu R$ 1,00/@, e a da vaca e da novilha se manteve estável”. Em Campo Grande, não houve alterações na comparação diária, e em Três Lagoas todas as categorias encontradas foram encontradas. O informativo registrou ainda que “a arroba do boi China caiu R$ 2,00”, mantendo a observação de que todos os preços foram divulgados de forma bruta e com prazo.

Na Bahia, o levantamento específico de estabilidade, sem mudanças nas cotações no comparativo dia

um dia.





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Últimas ararinhas-azuis que viviam na natureza são infectadas por vírus letal e sem cura


O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio/MMA) divulgou os resultados dos exames realizados nas 11 ararinhas-azuis (Cyanopsitta spixii) que foram recapturadas no início de novembro por suspeita de infecção por circovírus, todas testaram positivo. 

Oriundo da Austrália, o circovírus é o principal causador da doença do bico e das penas em psitacídeos (grupo de aves que inclui araras, papagaios e periquitos). A doença não tem cura e mata a ave na maior parte dos casos. Considerada uma das aves mais raras do planeta, a espécie está extinta na natureza desde 2020.

Os sintomas incluem a alteração na coloração das penas, falhas no empenamento e deformidades no bico. No entanto, este vírus não infecta humanos nem aves de produção. 

As aves haviam sido repatriadas da Europa e mantidas no Criadouro para Fins Conservacionistas do Programa de Reintrodução da Ararinha-Azul, em Curaçá, Bahia, sendo posteriormente soltas na região em 2022. A espécie é considerada uma das mais raras do mundo e está extinta na natureza desde 2020.

Ararinha-azul
Foto: Miguel Monteiro/Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade

No momento, investigações vêm sendo realizadas para identificar a origem do vírus nas ararinhas. O próximo passo é a separação segura entre animais positivos e negativos, para garantir que as medidas de biossegurança sejam incorporadas à rotina de manejo dessas aves.  

Autos de infração 

Em maio, após a detecção de circovírus em uma ararinha-azul, o ICMBio acionou o Sistema de Comando de Incidente para tentar impedir a disseminação do vírus entre as ararinhas e outras aves da região.

Em vistorias conjuntas com o Inema e a Polícia Federal, o órgão identificou que o Criadouro para Fins Científicos do Programa de Reintrodução da Ararinha-Azul descumpria protocolos básicos de biossegurança. As equipes encontraram comedouros sujos, com fezes ressecadas, e funcionários sem equipamentos de proteção, usando chinelos, bermuda e camiseta durante o manejo.

Diante das irregularidades, o ICMBio emitiu uma notificação e, após novo descumprimento, aplicou um auto de infração de cerca de R$ 1,8 milhão ao Criadouro Ararinha Azul e ao seu diretor. O local, antes chamado Blue Sky, também foi autuado pelo Inema em aproximadamente R$ 300 mil. O criadouro é parceiro da ACTP, organização alemã que detém 75% das ararinhas registradas no mundo.

“Se as medidas de biossegurança tivessem sido atendidas com o rigor necessário e implementadas da forma correta, talvez a gente não tivesse saído de apenas um animal positivo para 11 indivíduos positivos para circovírus”, relata a coordenadora da Coordenação de Emergências Climáticas e Epizootias do ICMBio, Cláudia Sacramento.



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AgroNewsPolítica & AgroSafra

Diesel comum fica mais caro em outubro na comparação com setembro, segundo…


Combustível teve média de R$ 6,19, enquanto tipo S-10 custou, em média, R$ 6,21

De acordo com a mais nova análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantamento que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, o diesel comum ficou mais caro em outubro na comparação com setembro, atingindo preço médio de R$ 6,19, uma alta de 0,32%. Já o diesel S-10 teve média de R$ 6,21, mesmo valor registrado em setembro.

“O preço do diesel comum teve uma leve alta em outubro, enquanto o S-10 manteve estabilidade. Apesar da leve alta, o mercado mostra sinais de acomodação, depois de um primeiro semestre marcado por variações mais bruscas. O diesel continua sendo o combustível de maior peso nos custos do transporte, o que faz com que qualquer movimento de preço tenha impacto direto em toda a cadeia logística”, analisa Renato Mascarenhas, Diretor de Rede Abastecimento da Edenred Mobilidade.

Na análise individual de cada região do País em outubro, o Sul se destacou como a única região a registrar queda para o diesel comum, de 0,17% (R$ 5,98), além da maior queda entre regiões para o diesel S-10, de 0,33% (R$ 6,02). Os preços médios da região foram os menores do País no período para os dois tipos do diesel.

Os preços de diesel comum e S-10 mais altos do País em outubro foram registrados no Norte, onde custaram, em média, R$ 6,76 (+0,75%), e R$ 6,57 (-0,30%), respectivamente. 

O Norte apresentou a maior alta para o diesel comum, de 0,75% (R$ 6,76), enquanto o Centro-oeste foi a única região onde o S-10 ficou mais caro no período, com custo médio de R$ 6,34 (+0,16%).

No levantamento por estados, o IPTL constatou que a maior média para o diesel comum em outubro foi registrada no Acre, de R$ 7,54 (-0,66%). O Paraná aparece como o estado onde os motoristas encontraram o diesel comum mais em conta em outubro: a R$ 5,94, em média (-0,67%). Roraima, por sua vez, apresentou a alta mais significativa do País para o diesel comum, de 4,33%, comercializando o combustível por R$ 7,47, em média. O combustível teve sua maior queda no mês registrada em Santa Catarina, de 1,15%, sendo comercializado, em média, por R$ 6,01.

Em relação ao diesel S-10, o maior preço médio registrado em outubro também foi o do Acre: R$ 7,48 (estável). No Paraná, foi identificado o menor preço médio do mês: R$ 5,96, após recuo de 0,83% no valor do combustível no estado. Em Pernambuco foi registrada a maior alta para o diesel S-10, de 1,01% (R$ 5,98). O estado do Amazonas, por sua vez, teve a maior queda no preço médio do S-10 em outubro, de 1,50% (R$ 6,56).

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log, com uma robusta estrutura de data science que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários. 





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Prefeitura de São Paulo lança edital para aquisição de alimentos de agricultura familiar



A prefeitura da cidade de São Paulo abriu um edital público para agricultores interessados em contribuir para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do município.

O objetivo é direcionar os alimentos dos produtores a famílias em situação de insegurança alimentar e vulnerabilidade social. O valor destinado a este chamamento é de R$ 500 mil, e cada agricultor poderá comercializar até R$ 15 mil em produtos.

As inscrições vão até 3 de dezembro e podem ser feitas de forma presencial (Rua Líbero Badaró, 293 – Centro – São Paulo/SP – Conjunto B, 25º andar) ou online através do e-mail [email protected].

De acordo com a prefeitura do município, o PAA garante que os produtores tenham uma compra direta e segura da produção, ampliando a renda de quem produz.

O edital prevê que serão adquiridos, por exemplo, 500 kg de abacaxi a R$ 8,00 o quilo, bem como mil quilos de repolho roxo a R$ 7,00 o quilo, entre diversos outros produtos.

A iniciativa foi aderida pela cidade de São Paulo em 2013 e, desde então, os alimentos oriundos do programa são distribuídos pelo Banco de Alimentos do município. Assim, os produtos produzidos pelos agricultores serão recebidos no banco e direcionados para entidades e organizações cadastradas que atendem pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional.

O envio da proposta, de forma digital, pode ser feito até às 23h59 do dia 3 de dezembro. Em caso de entrega presencial, pode ser feito até às 17h do dia 3 dezembro.



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Brasil deve ter aumento de 3,5% na safra de soja, aponta consultoria



O Brasil deverá colher 178,1 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26, um aumento de 6 milhões de toneladas, ou 3,5%, em relação às 172,1 milhões de toneladas da temporada anterior. A projeção foi da Agroconsult foi exibida durante evento da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), realizado ontem (27) em São Paulo. A área plantada deve chegar a 48,8 milhões de hectares, avanço de 2,1% ante os 47,8 milhões de hectares de 2024/25.

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Do incremento total previsto na produção, 3,6 milhões de toneladas deverão vir da expansão de área e 2,3 milhões de toneladas da melhora na produtividade. Segundo Pessôa, parte importante do ganho de rendimento está ligada à recuperação do Rio Grande do Sul, que sofreu perdas na safra passada.

“Em vários Estados, especialmente no miolo do Centro-Oeste, vamos voltar a produtividades mais próximas da normalidade e não nos níveis que alcançamos em 2025”, afirmou. Em Mato Grosso, por exemplo, a expectativa é de produtividade entre 62 e 62,5 sacas por hectare, abaixo das quase 67 sacas registradas na temporada anterior.

O plantio da safra 2025/26 atingiu 85% da área estimada até 26 de novembro, ritmo alinhado à média dos últimos cinco anos e praticamente igual ao observado em 2024/25. “Está muito bom do ponto de vista da implantação da lavoura este ano, apesar do comecinho um pouco preocupante”, disse Pessôa, citando o atraso inicial em Mato Grosso devido à falta de chuvas em setembro.

O crescimento de área, embora represente cerca de 1 milhão de hectares, é considerado expressivo diante das condições adversas do setor. “Pela situação atual da agricultura, é significativo crescer cerca de 1 milhão de hectares com a combinação de três fatores que temos enfrentado: alavancagem ainda relativamente alta, margens comprimidas e custo de capital muito alto”, explicou.

Segundo ele, produtores típicos do Cerrado estão atualmente com dívidas superiores a 2,5 vezes o seu lucro operacional (lucro antes de juros, impostos e depreciação), considerando apenas empréstimos formais em bancos, sem contar dívidas fora do sistema financeiro tradicional.

As exportações brasileiras de soja em 2026 devem chegar a 112 milhões de toneladas, aumento de 2,7% em relação às 109,1 milhões projetadas para 2025. A quantidade processada no mercado interno deve atingir 60 milhões de toneladas, alta de 2,5% sobre as 58,5 milhões estimadas para 2025. A safra também deve ter entrega antecipada, com cerca de 11 milhões de toneladas disponíveis já na primeira quinzena de janeiro de 2026.



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Países tropicais irão se unir na pesquisa agropecuária: Tropicultura


Roberto Rodrigues na COP30 conversou com lideranças de países situados no cinturão tropical do planeta, faixa entre os trópicos de Câncer e Capricórnio, incluindo áreas subtropicais, para a criação de um intercâmbio de tecnologia e pesquisa entre essas nações. E também com Sílvia Massruhá, presidente da Embrapa.

Roberto Rodrigues relembrou a criação do grupo Cairns, formado em 1986, para buscar a liberação do comércio agrícola mundial contra barreiras e protecionismos de blocos como a política agrícola comum europeia.

O Brasil e os países tropicais precisam união na ciência e tecnologia nas condições dos trópicos, pois relembrando Alysson Paolinelli, que afirmava que em cada bioma brasileiro existem dezenas de novas descobertas da ciência a serem realizadas para a segurança agropecuária.

“Durante a COP30 em um determinado dia eu fui convidado para ter uma conversa com a delegação da Austrália e eles fizeram uma referência elogiosa ao trabalho da ciência e tecnologia tropical desenvolvida no Brasil e gostariam de conhecer um pouco melhor. Então eu fiz uma proposta a eles. Vocês se lembram que há 25 anos havia o Cairns Group – Cairns é uma cidade na Austrália onde foi feito um grande acordo com os países exportadores agrícolas e tinha por objetivo civilizar ou reduzir o protecionismo dos países desenvolvidos. Funcionou muito bem e nós, inclusive, mais tarde criamos o G- 20 da agricultura também, quando eu era ministro da Agricultura, e participamos com frequência no Cairns Group. Então agora, conversando com os australianos, eu diria a eles para fazer um Technological Tropical Research Group, um grupo de pesquisa tropical e tecnologia juntando as entidades de pesquisa agronômica, veterinária, zootécnica, florestal, enfim tudo que fosse ligado ao agronegócio dos países tropicais onde entrariam Brasil, Austrália, Nova Zelândia, China, provavelmente Argentina, outros países da América Latina, México, e teria um intercâmbio de figuras tropicais na região Sul do planeta. Eles gostaram muito da ideia, disseram que iam conversar sobre o assunto e logo em seguida eu tive um encontro com a presidente da Embrapa, a Silvia Massruhá e passei também a mesma ideia, a mesma tese. Ela gostou muito do assunto e ficou de pensar e arredondar essa ideia e quem sabe montar um grupo de instituições de pesquisa e tecnologia agropecuária tropical, onde possamos trocar cientistas, estudos, estagiários, estudantes para podermos cada vez acrescentar mais informações tecnológicas aos países do sul do planeta”.

“Tropicultura”, expressão criada pelo economista Paulo Rabello de Castro, e iniciativa de uma Technological Tropical Research Group de Roberto Rodrigues, podem significar a extraordinária contribuição desta COP30 para o Brasil, as nações tropicais e para a segurança alimentar, energética, ambiental, climática e social do mundo. E com certeza terá impactos positivos na economia e renda de todos esses países também.

Parabéns Prof. Emérito da FGV, Dr. Roberto Rodrigues. Extraordinária visão e convocação!

José Tejon

*José Luiz Tejon é jornalista e publicitário, doutor em Educação pela Universidad de La Empresa/Uruguai e mestre em Educação Arte e História da Cultura pela Universidade Mackenzie.


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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saiba os riscos legais da atividade



A pulverização agrícola com drones representa uma solução eficiente e econômica para o uso de insumos, mas exige rigorosos cuidados e uma segurança jurídica adequada para evitar autuações e condenações.

Segundo Pedro Puttini Mendes, advogado e professor de direito ambiental, essa atividade pode ser classificada como potencialmente poluidora, e uma má condução pode resultar em deriva química, afetando áreas vizinhas, lavouras e criações.

Um caso recente julgado pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul resultou na condenação de uma empresa agrícola ao pagamento de mais de R$ 230 mil em danos materiais, morais e ambientais, após a pulverização aérea atingir um apiário vizinho, causando a morte de centenas de abelhas por paralisia neurotransmissora. Essa decisão reforça a responsabilidade objetiva nas relações ambientais.

Saiba mais:

Para quem atua com a pulverização de drones ou contrata o serviço, ignorar as regras estabelecidas pelo Ministério da Agricultura e órgãos ambientais pode resultar em altos custos. As diretrizes essenciais visam proteger áreas sensíveis e evitar a deriva.

A gestão responsável do uso de drones é uma forma de proteção patrimonial, e tanto o produtor quanto o prestador de serviços devem focar em operar dentro das normas.

A tecnologia deve ser uma aliada da sustentabilidade, evitando novos conflitos e prejuízos. O uso consciente de drones na pulverização pode garantir uma produção agrícola mais eficiente e segura, desde que respeitadas as legislações pertinentes.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.



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AgroNewsPolítica & Agro

Cotação do boi tem movimentos distintos nos estados



São Paulo tem 14 dias de estabilidade no boi gordo



Foto: Sheila Flores

De acordo com a análise divulgada na quarta-feira (26) pelo informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, “a cotação do boi gordo está estável em São Paulo”. Segundo o boletim, todas as categorias abriram o dia sem variações, após 14 dias consecutivos de estabilidade nos preços para machos e novilhas e oito dias para vacas. As escalas de abate estavam, em média, previstas para seis dias.

Em Alagoas, o informativo registrou que “todas as categorias tiveram alta de R$ 2,00 por arroba”, movimento que, segundo a consultoria, marcou o comportamento do mercado no estado.

Para Roraima, a Scot Consultoria informou que “a cotação não mudou na comparação dia a dia”, indicando manutenção dos preços no mercado regional.

No Rio de Janeiro, o levantamento apontou que “a oferta de bovinos estava enxuta”, o que, segundo a consultoria, sustentou as cotações no estado.

No Maranhão, a análise registrou que “a cotação da vaca e da novilha subiu R$ 2,00 por arroba”, enquanto o preço do boi gordo permaneceu estável, sem alteração em relação ao dia anterior.





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Presidente da Aprosoja-TO faz convite: ‘Esperamos todos para a Abertura da Colheita 25/26!’



A safra de soja 2025 terá seu início simbólico celebrado no dia 30 de janeiro, às 9h, durante a Abertura Nacional da Colheita da Soja 2025/26, realizada na Fazenda Alto da Serra, em Porto Nacional (TO). O evento marca o início oficial da colheita da principal cultura agrícola do país e reforça o papel estratégico do Tocantins como uma das regiões mais promissoras para o avanço da produção nacional de grãos.

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Segundo a presidente da Aprosoja Tocantins, Caroline Schneider, receber a abertura nacional representa um marco para o estado e para o setor produtivo. “Tocantins é hoje um exemplo de produtividade, sustentabilidade e integração entre campo e cidade.” Segundo ela, sediar o evento “é reconhecer o trabalho de cada produtor que impulsiona o desenvolvimento do país e reafirmar o potencial do estado como protagonista do agro brasileiro.”

O presidente da Aprosoja Brasil, Maurício Buffon, também destaca a importância da escolha do Tocantins para sediar a cerimônia. “A cada safra, o Tocantins consolida sua importância na produção de soja e milho, com tecnologia, gestão e sustentabilidade.” Ele afirma ainda que “este evento é uma celebração ao esforço do produtor brasileiro e uma oportunidade de mostrar ao Brasil e ao mundo a força do nosso agro.”

A cerimônia será transmitida ao vivo pelo Canal Rural e pelas redes sociais, permitindo que produtores e o público de todas as regiões acompanhem o início simbólico da colheita. A realização é do Canal Rural e da Aprosoja Brasil, com apoio da Aprosoja Tocantins e do Grupo Wink.

Com o tema “Onde a soja cresce, a transformação acontece”, a abertura nacional reforça a relevância econômica e social da soja para o Brasil e celebra o início da colheita de uma das culturas mais importantes do agronegócio brasileiro.



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