quinta-feira, março 19, 2026

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Canal Rural lança plataforma gratuita de Cotações do mercado físico e futuro


O Canal Rural acaba de lançar mais uma ferramenta especialmente pensada em conferir praticidade e informação de qualidade ao produtor: uma nova plataforma de cotações.

Trata-se de uma nova guia do site que traz informações em tempo real do mercado físico e futuro das principais commodities agropecuárias do país.

Assim, o produtor consegue saber os preços atualizados da saca de soja, milho, café, arroz, feijão, algodão, trigo, além das cotações de etanol e açúcar, boi gordo, frango e suíno, bem como comparar esses valores ao longo dos últimos dias.

No mercado físico, com dados fornecidos pela consultoria Safras & Mercado em parceria com o Canal Rural, a plataforma traz os preços aferidos nas principais praças de comercialização brasileiras.

Exemplo disso é em relação à soja. O produtor consegue ter acesso aos preços médios praticados em Balsas, no Maranhão; em Barreiras, na Bahia; em Campos Novos, em Santa Catarina; Cascavel e Paranaguá, no Paraná; Jataí, em Goiás; Primavera do Leste e Sorriso, em Mato Grosso; além do BRPort IDX, o Índice Safras dos Portos Brasileiros.

preços futuros do milho - plataforma Cotações Canal Rural
Foto: Reprodução

Já no mercado futuro, o Canal Rural, em parceria com a TradinView, oferece as cotações do dólar, da soja em grão e do óleo de soja, do arroz, milho, trigo, suco de laranja, açúcar, café robusta, algodão, cacau, boi gordo e petróleo.

Além disso, a página de cotações congrega as últimas notícias produzidas pela equipe de jornalismo do Canal Rural sobre as commodities apresentadas. Assim, além de um detalhamento sobre os preços, o produtor fica sabendo questões de manejo, política, pesquisa, mercado e curiosidades, tudo no mesmo lugar.

Então, não perca tempo e acesse a nova página de Cotações para ter uma sólida base para a comercialização de seus produtos.



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Comercialização lenta expõe sojicultor a risco de queda nos preços, alerta analista



No último Soja Brasil, a comercialização da soja foi um dos destaques do episódio. Com o plantio praticamente no fim em todo o país, além do acompanhamento do desenvolvimento das lavouras, cresce a preocupação com a venda da safra. Para analisar esse cenário, o Soja Brasil convidou Rafael Silveira, analista da Safras & Mercado, que participou do debate sobre o tema.

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Silveira iniciou explicando que novembro foi marcado por alta volatilidade, principalmente na Bolsa de Chicago. “Nós tínhamos ali uma tensão do mercado sobre China e Estados Unidos, mas tivemos a China, a princípio, fechando um acordo com os EUA para buscar a soja americana, com uma expectativa de 12 milhões de toneladas até o final do ano”, afirmou.

Ele destacou que esse cenário acabou elevando bastante as oscilações dos contratos em Chicago, que saíram dos níveis de US$ 11 por bushel e chegaram a testar patamares de US$ 11,50.

Segundo o analista, esse movimento trouxe pressão sobre o mercado. Paralelamente, os prêmios no Brasil também se ajustaram bastante para baixo, corrigindo parte da alta externa. ”No mercado doméstico, até tivemos picos de preço, mas logo após já começou a corrigir, mantendo certa estabilidade sem altas muito agressivas até o momento”, explicou.

Silveira reforçou que esses movimentos estão ligados ao câmbio, ao clima e às relações entre China e Estados Unidos, especialmente às variações políticas. Outro fator que trouxe incertezas foi a falta temporária dos relatórios semanais de vendas dos EUA, em razão do shutdown no país. “Tava meio que todo mundo às cegas”, observou.

Com a retomada da divulgação e após o relatório do USDA de novembro, ajustes importantes foram incorporados às projeções de safra americana. Daqui para frente, segundo o analista, ainda devem influenciar o mercado os movimentos cambiais, o comportamento da Bolsa de Chicago, a demanda chinesa, os prêmios nos portos e as expectativas para a produção no Brasil e na Argentina, que já avança com seus trabalhos de plantio.

Replantio ocorre em regiões, mas safra deve ser boa

Questionado sobre o que se pode esperar para dezembro, Silveira comentou que o replantio observado em algumas áreas do país está diretamente ligado ao clima. “Nós tivemos algum atraso para chuvas, principalmente na região Nordeste. Demorou para normalizar o retorno das chuvas”, explicou. Ele citou também atrasos de plantio em Minas Gerais, recuperação mais recente em Goiás e problemas climáticos pontuais no Paraná.

Mesmo assim, a expectativa geral é positiva, “No geral, ainda esperamos uma safra muito boa, um clima que pelos mapas está se desenhando favorável”, pontuou.

Comercialização está muito atrasada

O analista afirmou que a comercialização da safra está muito atrasada em comparação com anos anteriores, um ponto de preocupação dentro da Safras & Mercado. Para o ano que vem, a expectativa é de uma boa safra de soja e de melhor estoque de passagem, o que tende a trazer um viés negativo para os preços no primeiro semestre.

“Se o produtor não estiver bem comercializado, sem antecipação de fluxo de caixa e previsibilidade, pode acabar sofrendo bastante nas margens, porque os preços podem recuar bastante no primeiro semestre do ano que vem”, alertou.

Orientação ao produtor: avançar nas vendas

Sobre a postura dos agricultores neste fim de ano, Silveira reforçou que muitos produtores seguem esperando preços melhores. ”É importante o produtor avançar mais na comercialização, fixar sua soja, olhar as travas em Bolsa e pensar em previsibilidade, fluxo de caixa. Não ficar com soja disponível, pouco comercializada, para lá na frente encarar um cenário que deve não ser muito favorável para preços”, concluiu.



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AgroNewsPolítica & Agro

Milho se aproxima de R$ 70 e vendedores recuam à espera de mais altas



Preço do milho voltou a subir no mercado interno na última semana



Foto: Divulgação

O preço do milho voltou a subir no mercado interno na última semana, impulsionado por maior demanda e retração da oferta. De acordo com dados divulgados pelo Cepea, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) se aproximou dos R$ 70 por saca de 60 kg, valor nominal que não era registrado desde maio deste ano.

A valorização está associada ao avanço dos compradores na recomposição de estoques para o final de 2025 e início de 2026. No entanto, os negócios encontram resistência: vendedores estão menos dispostos a negociar no spot, aguardando novas altas diante das incertezas climáticas e do foco nas atividades de plantio.

Segundo o Cepea, os produtores mostram cautela ao liberar seus estoques. Em algumas regiões, o clima quente gera preocupações com o desenvolvimento das lavouras, enquanto em outras, ainda persistem os efeitos das chuvas intensas de novembro. Esse cenário leva os agricultores a limitar a oferta imediata, com expectativa de melhores preços adiante.

Por outro lado, os compradores enfrentam dificuldades para fechar negócios diante da elevação nas pedidas dos vendedores. Parte da demanda opta por adiar novas aquisições, apostando na pressão de baixa que pode vir com a colheita da safra de verão, que tende a liberar espaço nos armazéns e gerar necessidade de caixa para os produtores.

Apesar dessa expectativa, o Cepea destaca que o cenário ainda é de incerteza, especialmente considerando o ritmo abaixo do esperado nas exportações e os volumes internos ainda concentrados. O mercado segue atento à evolução do clima e à chegada da nova safra, fatores que devem influenciar o comportamento de preços nas próximas semanas.

Até que haja maior clareza sobre a disponibilidade e a qualidade da safra verão, a tendência é de continuidade na oscilação entre demanda contida e oferta limitada, mantendo o milho em patamares elevados no curto prazo.





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Senado pode votar marco temporal um dia antes de novo julgamento do STF



O Senado deve votar nesta terça-feira (9) a proposta de emenda à Constituição que institui o marco temporal para a demarcação de terras indígenas, um dia antes de o Supremo Tribunal Federal (STF) retomar a análise da constitucionalidade da tese. A PEC 48/2023, apresentada pelo senador Dr. Hiran (PP-RR) e relatada por Esperidião Amin (PP-SC) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), ainda não passou pelo colegiado, mas pode ir diretamente ao Plenário caso os senadores aprovem um requerimento de calendário especial.

A sessão está marcada para as 16h, com outros três itens na pauta. Se o pedido for aprovado, a PEC pode ser votada em dois turnos no mesmo dia, dispensando o intervalo de cinco dias úteis previsto no rito regimental.

STF retoma julgamento nesta quarta-feira

Enquanto o Senado acelera a tramitação da proposta, o STF volta a discutir o marco temporal nesta quarta-feira (10). Nesta fase do processo, não haverá votação: os ministros ouvirão as sustentações orais das partes envolvidas, e a data da deliberação será definida posteriormente.

O tema chegou novamente ao Supremo após uma série de idas e vindas. Em 2023, a Corte considerou inconstitucional a tese de que os povos indígenas só teriam direito às terras que ocupavam em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição, ou que estavam em disputa judicial à época. No mesmo ano, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou o projeto aprovado pelo Congresso que buscava validar o marco temporal, veto que acabou derrubado pelos parlamentares.

Com o restabelecimento da regra pelo Legislativo, partidos como PL, PP e Republicanos acionaram o STF para manter a validade da lei. Em contrapartida, entidades indígenas e siglas governistas também recorreram à Corte para contestar novamente a constitucionalidade da tese.

O resultado do julgamento poderá impactar diretamente a tramitação da PEC no Congresso e o futuro das políticas de demarcação no país.



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O que é comida regenerativa e o que tem a ver com prato feito


Tem uma briga rolando no mundo da alimentação, mesmo que muita gente nem tenha notado ainda. No mundo de um lado, as grandes empresas fazem barulho: metas de “agricultura regenerativa”, selos verdes cheios de design, relatórios ESG brilhando, celebridades na campanha. Do outro, o produtor brasileiro levanta cedo, cuida do solo, protege a nascente, zela pela reserva ambiental, mistura lavoura com criação de animais e floresta, diversifica o que planta… e, na real, nem sabe que esse jeito de trabalhar agora chama “regenerativo”.

O que é alimento regenerativo e quem vai conquistar o consumidor e puxar essa agenda, de verdade?

Se a gente aceitar os selos criados lá fora, nos países ricos, como regra, o Brasil seguirá o papel que já conhece: exportar matéria-prima barata. O pessoal lá compra nosso produto, coloca numa embalagem bonita, cola um selo verde, inventa uma história bacana e leva a maior fatia do valor na prateleira dos mercados chiques. Só que dá para fazer diferente, e com muito mais inteligência: começando por valorizar o verdadeiro herói do Brasil, o prato feito com Feijão, arroz, proteína e verdura e regenerativo, ou seja produzido, com biológicos, tanto quanto possível.

Esse é o prato que move o país. É o almoço do pedreiro, da moça do caixa, do caminhoneiro na estrada, do jogador de futebol, do estudante na escola, da família no fim de semana. Se esse prato vier de sistemas produtivos regenerativos, com preço justo e sabor de verdade, a transformação pega corpo. Ninguém acorda querendo “alimento com melhor pegada de carbono”. Na hora do almoço ninguém pensa em ESG, o que o povo quer é o PF de sempre, só que vindo de solo vivo, água limpa e gente respeitada no campo.

Por que essa visão tem que ir além da gourmet? Porque ela se apoia em três pilares fortes. O primeiro é escala. A maior parte do que o brasileiro come é básico: arroz, Feijão, raízes, verduras, frutas. Se a lógica regenerativa chegar de verdade na merenda da escola, no PF do restaurante de bairro, no buffet por quilo e na comida de casa, o impacto se multiplica por milhões de refeições diárias. Isso vale muito mais do que restringir regenerativo a meia dúzia de prateleiras gourmet em bairros de elite. A mudança de verdade acontece na panela, não só na etiqueta.

Segundo: saúde pública. O Brasil tá enfrentando uma enxurrada de obesidade, diabetes, doença do coração, tudo empurrado por ultraprocessados baratos e em todo lugar. O SUS sente o baque. E a ciência já mostrou: Feijão, grãos integrais e comida de verdade protegem o corpo, ajudam a manter o peso, melhoram o intestino e reduzem o risco de um monte de doenças. Quando a gente conecta produção regenerativa com comida de verdade que faz bem, não é modinha — é estratégia nacional. Faz diferença para família e paro sistema de saúde.

Terceiro: identidade. O PF faz parte da nossa história coletiva. Feijão tá nas expressões populares, nas lembranças da casa da avó, nas reuniões em volta da mesa, na feijoada do final de semana. Um movimento que respeita essa memória tem tudo pra se espalhar sozinho, porque fala com o que o brasileiro já conhece e gosta. Não precisa forçar cardápio exótico nem inventar comida de laboratório. É o PF nosso de cada dia, com Feijão, só que feito com responsabilidade ambiental e social.

Tudo isso só anda com comunicação bem feita. E comunicar, nesse caso, não é enfeite, é infraestrutura. A gente precisa trocar o papo técnico por linguagem que qualquer pessoa entende. Em vez de falar em “sequestro de carbono em sistemas ILPF”, é mais direto: “Esse Feijão veio de solo vivo, que segura melhor a chuva e tem minhoca protege os rios e garante colheita hoje e amanhã.” Ao invés de gráfico, mostrar gente: o produtor na lavoura, a família rural, a nascente protegida, o caminhão chegando no restaurante popular.

No delivery ou na lanchonete da esquina, a mensagem tem que ser simples: “Feijão vindo de fazendas que recuperam a terra e fortalecem comunidades.” Assim, o regenerativo deixa de ser coisa distante e vira o novo normal — e, de quebra, o produtor pode receber um prêmio justo pelo esforço extra.

E olha, o potencial econômico é gigante.

No mercado interno, dá pra criar programas que paguem melhor para quem prova que faz regenerativo; contratos longos com prefeituras e governos para abastecer escolas e hospitais; parcerias com restaurantes e empresas de alimentação coletiva. Ainda dá para juntar agroturismo, dias de campo, feijoadas e receitas inéditas que aproximam quem mora na cidade da origem do Feijão que está no prato.

Lá fora, pulses brasileiros — tipo feijão e gergelim — podem ganhar novo status: ingredientes regenerativos pra bowls, saladas, sopas, curries e pratos veganos no mundo inteiro. A busca por comida com origem clara e impacto positivo só cresce.

*Marcelo Lüders é presidente do Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe), e atua na promoção do feijão brasileiro no mercado interno e internacional


Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.



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Etanol é mais competitivo em relação à gasolina em quatro estados



O etanol mostrou-se mais competitivo em relação à gasolina em quatro estados na semana encerrada no sábado (6). Na média dos postos pesquisados no país, o etanol tinha paridade de 70,66% ante a gasolina no período, portanto desfavorável em comparação com o derivado do petróleo, conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas.

Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.

O etanol é mais competitivo em relação à gasolina nos seguintes estados: Mato Grosso (69,94%); Mato Grosso do Sul (66,68%); Paraná (68,73%) e São Paulo (69,09%).



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Etanol sobe em boa parte do Brasil; saiba onde o combustível ficou mais barato



Os preços médios do etanol hidratado subiram em 14 estados, caíram em outros 7 e no Distrito Federal (DF) e ficaram estáveis em 5 na semana encerrada no sábado (6). Os dados são da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas.

Nos postos pesquisados pela ANP em todo o país, o preço médio do etanol subiu 0,69% na comparação com a semana anterior, a R$ 4,36 o litro. Em São Paulo, principal estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, o preço subiu 0,72% na comparação semanal, a R$ 4,18 o litro.

A maior alta porcentual na semana, de 5,16%, foi registrada em Pernambuco, a R$ 4,48 o litro. A maior queda, de 2,34%, ocorreu na Bahia, para R$ 4,59 o litro.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,49 o litro, em São Paulo. O maior preço, de R$ 6,49, foi observado em Pernambuco. Já o menor preço médio estadual, de R$ 4,02, foi registrado em Mato Grosso do Sul, enquanto o maior preço médio foi verificado no Amapá, de R$ 5,54 o litro.



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plantio da safra de soja 25/26 no Brasil alcança 94%



O plantio da safra brasileira de soja 2025/26 alcançou 94% da área prevista até a última quinta-feira (4), segundo a AgRural. O avanço supera os 89% registrados na semana anterior, mas fica ligeiramente abaixo dos 95% do mesmo período de 2023.

                                      Fique por dentro das notícias mais recentes sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil! 

Em Mato Grosso, onde a semeadura já foi concluída, as chuvas mais regulares da última semana contribuíram para melhorar as condições das lavouras. As precipitações também aceleraram o ritmo de plantio no Matopiba, que apresentava atraso em algumas regiões. Já no estado do Rio Grande do Sul, a baixa umidade mantém os produtores em alerta.

Na revisão mensal da safra 2025/26, a AgRural manteve a projeção de produção brasileira de soja em 178,5 milhões de toneladas. A estimativa considera um aumento de 3,7% na área plantada, que deve atingir 49,1 milhões de hectares, além de linhas de tendência ajustadas para produtividade. A consultoria informou que, na segunda quinzena de dezembro, essas projeções passarão a incorporar avaliações diretas das condições das lavouras.

Milho

Para o milho verão (primeira safra) 2025/26, a área estimada estava praticamente toda plantada no Centro-Sul até quinta-feira passada, restando apenas alguns poucos talhões em Goiás. Com o plantio encerrado, a atenção se volta ao clima mais seco e quente no Rio Grande do Sul, onde produtores já temem perdas de produtividade em lavouras em fase reprodutiva.

Estimativa da AgRural

No fim de novembro, a AgRural também divulgou sua primeira estimativa completa para a área e a produção total de milho em 2025/26. A safra somada (primeira, segunda e terceira) é projetada em 135,3 milhões de toneladas, abaixo do recorde de 141,1 milhões obtido em 2024/25.



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Focus reduz inflação para 2025 e 2026 e melhora projeção do PIB



O mercado financeiro ajustou as projeções para 2025 e 2026, com revisões pontuais para inflação, crescimento econômico e juros. Os dados constam do Relatório Focus, divulgado nesta segunda-feira (8), pelo Banco Central, com base nas expectativas de instituições financeiras.

Inflação segue acima da meta em 2025

A estimativa para o IPCA em 2025 recuou para 4,40%, abaixo dos 4,43% registrados na semana anterior. Para 2026, a projeção também caiu e passou para 4,16%.

Para os anos seguintes, o mercado manteve estabilidade. A inflação esperada é de 3,80% em 2027 e de 3,50% em 2028.

PIB tem revisão positiva para 2025 e 2026

A expectativa para o crescimento da economia brasileira em 2025 subiu para 2,25%, ante 2,16% quatro semanas atrás.

Em 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto também avançou, passando para 1,80%. Para 2027, o crescimento esperado é de 1,84%, enquanto 2028 segue com previsão de 2,00%.

Câmbio segue estável nas projeções

A mediana do mercado mantém o dólar em R$ 5,40 ao fim de 2025. Para 2026, 2027 e 2028, a expectativa é de R$ 5,50 por dólar, sem alterações em relação às semanas anteriores.

Juros permanecem elevados no curto prazo

A taxa básica de juros deve encerrar 2025 em 15,00% ao ano, segundo o Focus. Para 2026, houve ajuste para cima na projeção, agora em 12,25%.

As estimativas indicam Selic de 10,50% em 2027 e de 9,50% em 2028.

Cenário fiscal mostra deterioração gradual

A dívida líquida do setor público está estimada em 65,95% do PIB em 2025. Para 2026, a projeção avançou para 70,27% do PIB.

O resultado primário deve registrar déficit de -0,50% do PIB em 2025 e de -0,60% em 2026. Já o resultado nominal segue negativo, com previsão de déficit de -8,40% do PIB em 2025 e de -8,68% no ano seguinte.

Setor externo mantém superávit comercial

A balança comercial brasileira deve registrar superávit de US$ 62,10 bilhões em 2025. Para 2026, a projeção subiu para US$ 66,00 bilhões.

Mesmo assim, a conta corrente segue deficitária. O mercado espera déficit de US$ 73,20 bilhões em 2025 e de US$ 67,00 bilhões em 2026.

Entrada de capital estrangeiro

O investimento direto no país foi revisado para US$ 75,00 bilhões em 2025. Para 2026, a expectativa é de US$ 72,15 bilhões, segundo o levantamento do Banco Central.



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Inmet emite alerta de chuva forte com ventos acima dos 100km/h



O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu aviso de tempestade, com grau de severidade classificado como de grande perigo, para boa parte da região Sul do país. O alerta começa a valer a partir das 12h desta segunda-feira (8) e segue até as 23h59 de terça-feira (9).

A previsão é chuva superior a 60 milímetros por hora (mm/h) ou maior que 100 milímetros por dia (mm/dia), além de ventos superiores a 100 quilômetros por hora (km/h) e queda de granizo.

Ainda de acordo com o aviso, há grande risco de danos em edificações, corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores, alagamentos e transtornos no transporte rodoviário.

As áreas afetadas incluem região serrana, oeste catarinense, sudoeste rio-grandense, Vale do Itajaí, noroeste rio-grandense, centro ocidental rio-grandense, centro ocidental paranaense, região metropolitana de Porto Alegre, noroeste paranaense, sudeste rio-grandense e sudoeste paranaense.

Também serão afetados o oeste paranaense, nordeste rio-grandense, sudeste paranaense, norte central paranaense, centro oriental rio-grandense, norte catarinense, centro-sul paranaense, centro oriental paranaense e a região metropolitana de Curitiba.

Dentre as instruções para a população, listadas pelo Inmet, estão:

  • desligar aparelhos elétricos e quadro geral de energia;
  • em caso de enxurrada ou situação similar, colocar documentos e objetos de valor em sacos plásticos;
  • em caso de situação de grande perigo confirmada, procurar abrigo e evitar permanecer ao ar livre.

Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

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