quarta-feira, março 11, 2026

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Boi gordo recua no início na semana em São Paulo


A análise divulgada na segunda-feira (5) pelo informativo “Tem Boi na Linha”, da Scot Consultoria, indica recuo na cotação do boi gordo em São Paulo no início da semana. Segundo o levantamento, os negócios foram limitados, mas os frigoríficos que iniciaram as compras observaram aumento da oferta em relação ao fim do ano, o que abriu espaço para ofertas abaixo da referência. Com esse movimento, a cotação do boi gordo registrou queda de R$ 2,00 por arroba. A Scot Consultoria informa que a escala média de abate estava em oito dias.

Em Alagoas, o cenário foi de estabilidade, com manutenção das cotações em todas as categorias, de acordo com a consultoria.

No mercado atacadista de carne com osso, a última semana do ano apresentou bom volume de vendas no varejo, ainda influenciado pelas confraternizações de fim de ano, que se estenderam até o último fim de semana. Mesmo com parte dos frigoríficos em recesso, houve valorização das carcaças casadas. A cotação da carcaça casada do boi capão avançou 0,7%, o equivalente a R$ 0,15 por quilo, enquanto a do boi inteiro subiu 1,7%, ou R$ 0,35 por quilo. A carcaça da vaca teve alta de 1,3%, com acréscimo de R$ 0,25 por quilo, e a da novilha registrou aumento de 0,7%, correspondente a R$ 0,15 por quilo.

Entre as proteínas concorrentes, o informativo aponta que a cotação do frango médio subiu 1,1%, com acréscimo de R$ 0,08 por quilo, enquanto o suíno especial apresentou recuo de 0,7%, com queda de R$ 0,10 por quilo.

O relatório também destaca o vencimento do contrato futuro do boi gordo na B3 em dezembro de 2025. No último dia útil do mês, 30 de dezembro, ocorreu a liquidação do contrato BGIZ25. De acordo com o indicador da B3, a arroba foi cotada a R$ 319,61. O indicador do Cepea encerrou em R$ 318,81 por arroba, enquanto o indicador do boi gordo da Scot Consultoria ficou em R$ 320,57 por arroba.





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Frente fria no Sudeste deve agravar cenário de temporais no campo


O Brasil começou 2026 sob a influência da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), sistema responsável por episódios severos de chuva. Segundo o Inmet, as regiões Sudeste, Centro-Oeste e parte do Norte e Nordeste devem enfrentar acumulados intensos, com riscos para produtores e infraestrutura rural.

A virada do ano trouxe consigo o primeiro episódio confirmado da ZCAS em 2026 — o sétimo da temporada primavera/verão 2025/2026 —, com potencial para chuvas persistentes e tempestades severas entre os dias 3 e 9 de janeiro. O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que aponta acumulados superiores a 250 mm ao longo da atuação do sistema.

As chuvas mais intensas se concentram em áreas estratégicas para o agro: Sudeste, Goiás, Distrito Federal e oeste da Bahia. Nessas regiões, o transporte de umidade da Amazônia, associado à umidade em médios níveis da atmosfera, favorece a formação de tempestades localizadas, com risco de granizo e rajadas de até 100 km/h.

De acordo com os modelos meteorológicos do Inmet, regiões como o Vale do Paraíba (SP), a Serra Fluminense, o sul e a Zona da Mata de Minas Gerais e o sul do Espírito Santo devem registrar os maiores volumes: até 100 mm em apenas 24 horas. A previsão inclui riscos para áreas de encostas, rodovias e lavouras em colheita.

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A chegada de uma frente fria ao litoral paulista nesta sexta-feira (2/01) tende a potencializar os temporais. O sistema se acopla ao corredor de umidade proveniente da Amazônia, intensificando as chuvas sobre o Centro-Oeste e Sudeste. A persistência dessa configuração mantém elevado o risco de inundações e prejuízos na zona rural.

Além das áreas sob influência direta da ZCAS, o Sul e o Norte do país também devem registrar instabilidades. No Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, os volumes podem se aproximar dos 100 mm em um único dia, com ventos de até 100 km/h. No Norte, estados como Amazonas, Rondônia e sul do Tocantins entram na rota da chuva contínua.

A atuação prolongada da ZCAS é uma preocupação adicional. Segundo o Inmet, o sistema deve manter uma extensa faixa de instabilidade até pelo menos 9 de janeiro, exigindo atenção redobrada de produtores rurais quanto ao planejamento de colheita, aplicação de insumos e escoamento da produção. O alerta inclui também cuidados com infraestrutura agrícola e segurança em áreas alagáveis.





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Indenizações do Proagro terão ‘teto de gastos’, define Banco Central


Proagro, financiamento
Foto: CNA/Wenderson Araujo/Trilux

O Banco Central mudou as regras do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). De acordo com a instituição, o objetivo é conter os gastos da União e dar mais previsibilidade ao orçamento do seguro rural voltado aos pequenos produtores.

Assim, a partir deste ano, o programa passa a operar com um teto de despesas que poderá bloquear, de forma automática e temporária, novas contratações a municípios considerados de maior risco caso o orçamento previsto seja comprometido.

A medida foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e surge após sucessivos aumentos nos gastos do Proagro, impulsionados principalmente por perdas causadas por eventos climáticos extremos.

Em 2023, por exemplo, o orçamento inicial era de pouco menos de R$ 3 bilhões, mas as despesas saltaram para mais de R$ 9 bilhões, obrigando o governo a remanejar recursos de outras áreas.

Novas regras do Proagro

Com as novas regras estipuladas pelo Banco Central, quando 80% do orçamento anual estiver comprometido, o acesso ao Proagro será suspenso para produtores de municípios que concentram parte relevante do risco do programa.

Já se 90% do valor estiver compromissado, o bloqueio será ampliado e caso o limite total seja atingido, todas as novas contratações serão interrompidas até que haja reequilíbrio das contas.

Além disso, o Banco Central vai passar a monitorar a execução do orçamento com mais frequência e os dados serão compartilhados com outros ministérios que poderão avaliar a necessidade de aportes adicionais antes que os bloqueios sejam efetivados.

De acordo com o governo, o objetivo é evitar surpresas nas despesas e aproximar o funcionamento do Proagro ao modelo já adotado no mercado privado de seguros.

Porém, mesmo com os bloqueios temporários, os produtores poderão acessar o crédito rural sem a cobertura do Proagro, a critério dos agentes financeiros. Segundo o governo, a verba prevista para 2026 é de R$ 6,6 bilhões.

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Produtores investem em kiwi com cultivares tolerantes



Kiwi busca recuperação após perdas por fungo



Foto: Divulgação

O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (1) aponta que a produção de kiwi enfrenta dificuldades na região administrativa de Caxias do Sul, especialmente no município de Farroupilha. Segundo o levantamento, o principal fator limitante tem sido a incidência do fungo Ceratocystis fimbriata, que “dizimou uma área considerável da cultura”.

Apesar do impacto, o informativo registra avanços no enfrentamento do problema. De acordo com a Emater/RS-Ascar, “tem sido possível cultivar com manejo sanitário adequado e com cultivares mais tolerantes para se obter frutos de qualidade”. O documento destaca que esforços conjuntos de órgãos de pesquisa, instituições públicas e privadas e da própria Emater/RS-Ascar têm incentivado a retomada da cultura na região.

Ainda conforme o informativo, a produção de kiwi é vista como alternativa de diversificação e geração de renda nas propriedades, motivo pelo qual as instituições seguem estimulando os produtores a investir na atividade, com foco em práticas sanitárias e materiais genéticos mais adaptados às condições locais.





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Polícia faz operação em adega suspeita de vender bebida adulterada


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Foto: Pablo Jacob/ Governo do Estado de SP

A Polícia Civil de São Paulo fez uma operação nesta segunda-feira (5) em uma adega em Cidade Tiradentes, na zona leste da capital paulista, após a morte de uma adolescente de 15 anos que teria ingerido bebida alcoólica comprada no local com suspeita de ter sido adulterada por metanol.

No entanto, o proprietário da adega acabou sendo preso por “ligação clandestina de energia elétrica e armazenamento irregular de fogos de artifício”, segundo a Polícia Civil. A polícia investiga se as bebidas que ele comercializava no local estavam adulteradas e poderiam ter provocado a morte da adolescente.

No local foram apreendidas bebidas destiladas e também 17 caixas contendo fogos de artifício.

A adolescente morreu neste final de semana, após ter consumido bebidas alcoólicas na virada do ano. A causa da morte ainda está sob investigação no Instituto Médico Legal (IML).

Além da morte dessa adolescente, outros quatro óbitos estão sendo investigados em todo o estado de São Paulo por suspeita de intoxicação por metanol, informou a Secretaria de Saúde.

Um dos casos é de um homem de 39 anos, da cidade de Guariba. Também estão sendo investigadas a morte de uma pessoa de 31 anos, de São José dos Campos, e de duas outras que viviam em Cajamar.

Até este momento já foram confirmados 51 casos de ingestão por metanol no estado de São Paulo, com 11 mortes. Quatro dessas mortes ocorreram na capital paulista. Também foram registrados dois óbitos em São Bernardo do Campo, três em Osasco, um em Jundiaí e outra em Sorocaba.

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Semana reserva chuva de 150 mm para três regiões do país


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Foto: Motion Array

Acumulados de chuva de 150 mm são esperados entre esta segunda (5) e a próxima (12) para áreas de três regiões brasileiras. Acompanhe a previsão do tempo do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet):

Você quer entender como usar o clima a seu favor? Preparamos um e-book exclusivo para ajudar produtores rurais a se antecipar às mudanças do tempo e planejar melhor suas ações. Com base em previsões meteorológicas confiáveis, ele oferece orientações práticas para proteger sua lavoura e otimizar seus resultados.

Sul

O Inmet destaca que o começo da semana no Sul é marcado por tempo estável e manhãs de frio. Com a aproximação de sistemas frontais durante a quarta-feira (7), a previsão é de tempestades no Rio Grande do Sul, e nos dias seguintes, em toda a Região. Os maiores acumulados previstos nessa região devem ser de até 150 mm ao longo da semana. Os menores valores de umidade relativa devem ficar inicialmente na faixa dos 40% em todos os estados e, a partir de quinta-feira (8), os valores devem ficar acima dos 50%.

Sudeste

A previsão indica fortes chuvas até a primeira metade da semana devido à atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS). A chuva prevista ocorrerá, primeiramente, nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Segundo o Inmet, a partir da terça-feira (6), uma convergência de umidade deve trazer acumulados em torno de 50 mm por dia no litoral do Rio de Janeiro, e a partir do dia seguinte, no litoral de São Paulo. No interior paulista também se espera ocorrência de tempestades na terça e quarta-feira. A partir da quinta-feira, o tempo começa a abrir nos demais estados do Sudeste, com menores índices de umidade relativa do ar, entre 40% e 50%. No fim de semana o tempo deve ser firme na maior parte da região, com exceção do sul e oeste de São Paulo.

Centro-Oeste

Devem ocorrer chuvas volumosas entre Goiás e Mato Grosso, principalmente no leste deste estado, onde os volumes acumulados podem ultrapassar os 150 mm. Essa área deve se orientar entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul a partir de sexta-feira (9), deixando o território goiano com tempo mais aberto durante o fim de semana. No Distrito Federal, a previsão é de acumulados abaixo dos 50 mm. O Inmet destaca, também, a previsão de umidade relativa mínima abaixo 30% no oeste de Mato Grosso do Sul ao longo de toda a semana, e abaixo de 40% em todo o estado de Goiás e no sul mato-grossense durante o fim de semana.

Nordeste

A semana começa com Vórtice Ciclônico de Altos Níveis (VCAN) no leste da região, deslocando-se lentamente para o oeste da Bahia. A previsão é de precipitação no Maranhão, centro-sul do Piauí, oeste e sul baiano. Nessas áreas, a chuva deve ocorrer sob a forma de pancadas, ocasionalmente acompanhadas de trovoadas e altos índices de umidade relativa do ar nessa parte da região, pelo menos até a quarta-feira (7). Nas demais partes do Sertão, a umidade deve ficar abaixo dos 30%. No litoral, as condições serão de tempo firme na maior parte da semana, com umidade mínima acima dos 45%. De maneira geral, a partir da quinta-feira (8), à exceção do sul do Maranhão, todo o Nordeste deve ter tempo estável.

Norte

Áreas de instabilidade com maiores volumes de chuva deverão se concentrar no Amapá, Acre, Amazonas, em Rondônia, no sul do Pará e do Tocantins devido à disponibilidade de calor, umidade e favorecimento da circulação local, além da proximidade da ZCIT, com acumulados entre 80 e 150 mm em sete dias. As demais áreas encontram uma distribuição maior de chuvas de baixos volumes, com acumulados abaixo de 50 mm. No sul do Amapá, norte do Pará e na maior parte de Roraima, deve haver chuvas localizadas. Em linhas gerais, chove especialmente no Amazonas, Pará (sul), Acre e nordeste do Amapá. Já a umidade relativa do ar mínima, de maneira geral, seguirá com índices elevados na maior área da Região Norte (igual ou superior a 70%), à exceção do norte do Pará, sul do amapá e Roraima, onde pode atingir mínimos em torno dos 35% ao longo da semana.

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Preço do boi gordo inicia janeiro em alta: confira as cotações de hoje


touro boi gordo
Foto: Giro do Boi/ Reprodução

O mercado físico brasileiro do boi gordo inicia a primeira semana útil de janeiro de 2026 com preços maiores.

Segundo o consultor de Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos retomam as negociações com cotações mais altas por conta do encurtamento das escalas de abate.

“Esse movimento foi bastante perceptível em São Paulo. Vale destacar que a oferta de animais terminados a pasto é pouco representativa neste momento, o que pode dificultar na composição das escalas de abate”, avalia.

Para o especialista, o impacto das salvaguardas anunciadas pela China no último dia 31 de dezembro tende a ser diluído ao longo do ano, com o terceiro trimestre marcando o ponto em que a cota brasileira será totalmente preenchida.

Média da arroba do boi

  • São Paulo: R$ 321
  • Goiás: R$ 312,86
  • Minas Gerais: R$ 314,41
  • Mato Grosso do Sul: R$ 312,50
  • Mato Grosso: R$ 300,70

Mercado atacadista

O mercado atacadista abre a semana apresentando acomodação em seus preços. De acordo com Iglesias, o padrão de consumo traçado para o primeiro trimestre sinaliza para o consumo amplo de proteínas mais acessíveis, a exemplo da carne de frango, dos ovos e embutidos.

Esse movimento é compreensível diante de despesas tradicionais presentes neste período, como IPTU, IPVA, compra de material escolar, entre outros.”

  • Quarto dianteiro: ainda está precificado a R$ 17,85 por quilo;
  • Quarto traseiro: segue a R$ 25,40 por quilo;
  • Ponta de agulha: permanece no patamar de R$ 17,50 por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,28%, sendo negociado a R$ 5,4045 para venda e a R$ 5,4025 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3950 e a máxima de R$ 5,4525.

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Brasil lança selo que certifica origem e qualidade da pesca artesanal


pesca
Foto: Pixabay

O governo federal instituiu o selo da pesca artesanal no Brasil, uma identificação de origem criada para certificar produtos capturados por comunidades tradicionais e valorizar o trabalho de pescadores e pescadoras artesanais.

A iniciativa é uma parceria entre o Ministério da Pesca e Aquicultura e o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

Segundo o coordenador-geral de cadeias produtivas, fomento e inovação do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), Quêner Chaves, o selo é uma garantia que o consumidor está comprando um pescado de qualidade, que cumpre inspeções sanitárias e que respeita o conjunto de normas e regulamentos que tratam da pesca artesanal no país.

Exigências para obtenção do selo

Para solicitar o selo da pesca artesanal, o pescador ou a pescadora precisa ter o Registro Geral da Pesca (RGP) ativo e o Cadastro da Agricultura Familiar (CAF). Além disso, é necessário cumprir exigências sanitárias e regulatórias.

Cooperativas e associações também podem solicitar o selo, desde que tenham, em sua maioria, pescadores e pescadoras na composição da diretoria.

Garantia ao consumidor e abertura de mercados

O selo funciona como uma garantia de origem e qualidade para o consumidor final, assegurando que o pescado passou por inspeções sanitárias e respeita as normas da pesca artesanal.

Além disso, a certificação facilita o acesso a mercados institucionais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

Com o selo, pescadores, cooperativas e associações ganham vantagem em editais de compras públicas, ampliando as oportunidades de comercialização.

O selo também amplia o acesso a mercados institucionais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Pescadores, pescadoras, cooperativas e associações que conquistarem a certificação passam a ter uma garantia adicional para participar de editais e acessar esses mercados.

A solicitação do selo é feita por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário, em parceria com o Ministério da Pesca e Aquicultura, e funciona como um facilitador para a comercialização do pescado artesanal.

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Como ficaram as cotações de soja? Saiba os números no Brasil e em Chicago


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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja segue travado nesta segunda-feira (5), sem movimentação consistente de lotes e com preços majoritariamente nominais. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ambiente continua marcado por baixa liquidez e pouca disposição para novos negócios.

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De acordo com ele, o mercado atravessa um momento de transição nas cotações. Ainda há regiões com referências da safra velha, especialmente no Paraná e no Rio Grande do Sul, enquanto nos portos os preços começam a buscar paridade com a safra nova, que passa a ser tratada como safra atual. A expectativa é de que, com o avanço mais consistente da colheita e maior disponibilidade de produto, ocorra uma inversão completa das referências.

Apesar da alta registrada na Bolsa de Chicago e de momentos de valorização do dólar ao longo do dia, os preços internos seguem pressionados. O analista destaca que a queda recente das cotações tem afastado o produtor, que evita negociar diante de ofertas consideradas muito abaixo do esperado. Com isso, o mercado permanece fraco em volume de negócios e com baixa participação dos agentes.

Mercado físico de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 137,00 para R$ 136,00
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 135,00 para R$ 133,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 110,00 para R$ 113,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 125,00 para R$ 116,00
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 125,00 para R$ 116,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 128,00 para R$ 132,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 132,00 para R$ 135,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta segunda-feira (5) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Após cinco sessões consecutivas de perdas, o mercado apresentou recuperação técnica, impulsionada por compras de barganha e reposicionamento de carteiras por parte dos investidores.

O cenário fundamental, no entanto, segue negativo, diante da expectativa de ampla oferta global. A safra sul-americana se desenvolve de forma satisfatória, indicando produção cheia. Pelo lado da demanda, o mercado segue atento ao ritmo das compras chinesas de soja dos Estados Unidos, sem novidades relevantes no início da semana.

USDA

As inspeções de exportação norte-americanas de soja somaram 980.518 toneladas na semana encerrada em 1º de janeiro, conforme relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, o volume havia sido de 773.600 toneladas.

Já as exportações líquidas da temporada 2025/26 totalizaram 1,177 milhão de toneladas, enquanto para a safra 2026/27 ficaram em 66,4 mil toneladas.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com vencimento em março fecharam com alta de 16,25 centavos de dólar, ou 1,55%, a US$ 10,62 por bushel. A posição maio encerrou o dia cotada a US$ 10,74 1/4 por bushel, com valorização de 15,75 centavos, ou 1,48%.

Entre os subprodutos, o farelo de soja para março subiu US$ 3,90, ou 1,31%, a US$ 299,90 por tonelada. O óleo de soja, com vencimento em março, fechou a 49,87 centavos de dólar, com ganho de 0,57 centavo, ou 1,15%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em queda de 0,28%, cotado a R$ 5,4045 para venda e R$ 5,4025 para compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,3950 e a máxima de R$ 5,4525.

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