quinta-feira, agosto 20, 2026

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saiba como esse alimento poderoso pode transformar sua saúde



Nesta sexta-feira (11), o Instituto Ovos Brasil comemora o Dia Mundial do Ovo, uma data dedicada a destacar os benefícios nutricionais e a versatilidade do ovo na alimentação. Celebrado mundialmente na segunda sexta-feira de outubro, o evento é uma oportunidade para promover os valores nutricionais desse alimento que faz parte da mesa de milhões de pessoas ao redor do mundo.

Importância do ovo na alimentação

O ovo é um alimento reconhecido por seus altos níveis de nutrientes essenciais, como proteínas de qualidade, vitaminas e minerais. “O ovo é um dos alimentos mais completos que temos, sendo rico em nutrientes essenciais para todas as fases da vida”, explica Lucia Endriukaite, nutricionista do Instituto Ovos Brasil. Além disso, ela ressalta que o ovo é uma excelente fonte de vitamina D, importante para a saúde óssea, e contém antioxidantes que protegem a visão.

Edival Veras, presidente do Instituto Ovos Brasil, destaca que o Dia Mundial do Ovo é uma oportunidade para conscientizar a população sobre a importância desse alimento para a saúde e o bem-estar. “O ovo está presente na mesa dos brasileiros e nosso objetivo é promover seus benefícios não só em um único dia, mas durante todo o mês de outubro, por meio de campanhas educativas e eventos”.

Ações especiais no mês de outubro

Este ano, o Instituto Ovos Brasil está promovendo uma série de atividades ao longo de outubro, com o intuito de ampliar o conhecimento sobre os benefícios do consumo regular de ovos. As principais ações incluem:

  • Campanhas digitais: Parcerias com influenciadores e especialistas para compartilhar informações sobre nutrição.
  • Eventos educacionais: Palestras em escolas, cursos técnicos e faculdades para conscientizar sobre o consumo saudável de ovos.
  • Receitas saudáveis: Divulgação de receitas criativas que mostram a versatilidade do ovo na culinária.
  • Lives com nutricionistas: Sessões ao vivo com especialistas debatendo o papel do ovo em uma alimentação equilibrada.

Comemorações internacionais

O Dia Mundial do Ovo não se restringe ao Brasil. Países como Austrália, França e Canadá também participam das celebrações, promovendo o consumo do ovo como parte de uma dieta saudável e sustentável. Iniciativas globais reforçam como o ovo é fundamental para a nutrição e a saúde, além de ser um símbolo de sustentabilidade em diferentes culturas.



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Santuário Nacional de Aparecida prepara programação especial com missas e procissões


O Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo, está pronto para receber milhares de fiéis neste sábado (12), Dia de Nossa Senhora Aparecida, a Padroeira do Brasil. A programação inclui missas, procissões e momentos de devoção, proporcionando diversas oportunidades para celebração da data.

Programação religiosa

As celebrações começam à meia-noite com a Vigília Mariana, que se estenderá até 04h30. Em seguida, às 05h45, será realizada a tradicional Alvorada, marcando o início do dia festivo. Ao longo do dia, seis missas estão programadas, sendo a primeira às 6h e a Missa Solene às 9h. A missa das 12h será especialmente dedicada às crianças, enquanto outras celebrações ocorrerão às 14h e às 16h, culminando com a missa final às 18h no Altar Central.

Às 15h, ocorrerá a Consagração Solene na Basílica Histórica. Não haverá missas no local ao longo do dia, mas os fiéis poderão receber bênçãos de um Missionário Redentorista nos períodos das 8h às 11h e das 14h às 17h.

O dia será encerrado com a Procissão Solene e um Show Pirotécnico, fechando as comemorações com grande entusiasmo. Todas as atividades serão transmitidas pela Rede Aparecida de Comunicação (TV, Rádio e Portal A12), garantindo que devotos de todo o país possam acompanhar as celebrações, mesmo à distância.

Programação musical

Na noite de ontem (10), o Festival da Padroeira trouxe momentos de fé e música ao Pátio das Palmeiras, no Santuário Nacional. O cantor Daniel, devoto de Nossa Senhora, foi o anfitrião do evento, acompanhado de sua filha Lara Camillo, além de convidados como Padre Antônio Maria, Maurício Manieri, Frank Aguiar e Kell Smith.

A Orquestra Pemsa (Projeto de Educação Musical do Santuário de Aparecida) também participou da apresentação, emocionando o público presente.



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Tocantins reforça combate a queimadas no Pantanal e Amazonas


O Governo do Tocantins, por meio do Corpo de Bombeiros Militar (CBMTO), está empenhado em diversas operações de combate a incêndios florestais, tanto no estado quanto em outras regiões do país. Equipes tocantinenses estão em ação no Amazonas e no Mato Grosso do Sul (Pantanal), além de atuarem intensamente nos Parques Estaduais do Jalapão e do Cantão, na Ilha do Bananal e no município de Lagoa da Confusão, locais que enfrentam queimadas frequentes.

Nos parques estaduais, dezenas de bombeiros militares participam de operações contínuas, com reforço em setembro, período mais crítico devido à seca, ventos fortes e baixa umidade. Em outubro, com o início das chuvas, o número de focos de incêndio reduziu, mas as equipes permanecem de prontidão, conforme as informações divulgadas pelo Governo do Tocantins.

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No Pantanal, a equipe tocantinense, composta por seis bombeiros, está em Corumbá (MS) há 56 dias, atuando dentro da Operação Pantanal. A missão foi designada pelo governador Wanderlei Barbosa, em resposta à gravidade dos incêndios que afetam a região. Em paralelo, no Amazonas, o CBMTO está há 91 dias no combate às queimadas, com bombeiros atuando em diversas localidades, incluindo Manaus, Humaitá, Lábrea, Boca do Acre e Apuí.

Além do CBMTO, 15 outras corporações participam da operação no Pantanal, com um contingente de 89 combatentes, utilizando 11 aeronaves, 24 viaturas e embarcações. O comandante-geral do CBMTO, coronel Peterson Queiroz de Ornelas, destacou a importância da cooperação entre os estados no enfrentamento das queimadas, ressaltando a capacidade e o preparo dos bombeiros tocantinenses para lidar com a situação, bem como a confiança de que poderão contar com apoio semelhante em futuras crises.

As operações no Tocantins, Pantanal e Amazonas são essenciais para conter o avanço dos incêndios florestais que devastam ecossistemas inteiros, demonstrando a importância do trabalho conjunto das forças de segurança.





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São Paulo lidera exportação agropecuária do Brasil em 2024 e supera Mato Grosso



São Paulo assumiu a liderança das exportações agropecuárias do Brasil em 2024, alcançando 18% do total nacional nos primeiros nove meses do ano e superando o tradicional líder, Mato Grosso. O agronegócio paulista registrou um aumento de 9,2% nas exportações, somando US$ 22,69 bilhões de janeiro a setembro, segundo dados do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta).

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Com esse desempenho, São Paulo ficou à frente de Mato Grosso, que obteve 17,3% de participação, seguido por Paraná (11,5%), Minas Gerais (10,1%), Rio Grande do Sul (8,7%) e Goiás (6,6%).

“A cada mês verificamos a potência do agro paulista na balança comercial. Os números demonstram nosso esforço, com uma produção agrícola de alta qualidade e preços competitivos. Apesar da forte estiagem, São Paulo mostrou sua força mais uma vez”, afirmou Guilherme Piai, secretário de Agricultura e Abastecimento do estado.

Balança comercial do agro paulista

No acumulado do ano, o saldo da balança comercial do agronegócio paulista registrou um superávit de US$ 18,45 bilhões, um crescimento de 8,9% em comparação ao mesmo período de 2023. As exportações representaram 43,5% do total do estado, enquanto as importações corresponderam a 7,5%.

Destaques por produtos

O levantamento destacou o crescimento nas exportações de diversos produtos, com destaque para:

  • Café verde: aumento de 121,6%;
  • Produtos de celulose: crescimento de 15%;
  • Carne bovina: aumento de 39%;
  • Suco de laranja: aumento de 27,5%.

Os principais grupos de exportação foram:

  1. Complexo sucroalcooleiro: US$ 9,15 bilhões (açúcar 93% e etanol 7%);
  2. Carnes: US$ 2,49 bilhões (carne bovina 83,9%);
  3. Produtos florestais: US$ 2,35 bilhões (celulose 54,3% e papel 38%);
  4. Complexo soja: US$ 2,10 bilhões (soja em grão 78,8%);
  5. Sucos: US$ 2,00 bilhões (sucos de laranja 98%).

Esses cinco grupos representaram 79,7% das exportações do agronegócio paulista. O café, com vendas de US$ 944,21 milhões, ocupou a sexta posição, sendo 71,4% referentes ao café verde.



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Exportações baianas recuam 9,5% em setembro



As exportações baianas mostraram resultado 9,5% menor do que o registrado em setembro do ano anterior, o que somou US$ 994,9 milhões.

A redução se dá devido à menor demanda global, de acordo com a Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), a partir da base de dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

A agropecuária, mesmo com previsão de safra menor e cotações em queda no mercado internacional, liderou a pauta de exportação no mês, com aumento de 2% frente a setembro de 2023, totalizando 502 milhões de dólares.

No acumulado do ano, as exportações baianas alcançaram US$ 8,62 bilhões, um aumento de 6,3% no comparativo com o mesmo período do ano passado. As importações foram a US$ 8,33 bilhões, com elevação de 23%.

No mesmo período, as exportações da indústria de transformação tiveram queda de 26,1%, a US$ 364,6 milhões, puxado principalmente pelo desempenho ruim do setor de refino (-69,7% frente a setembro do ano passado), enquanto a indústria extrativa, embora com peso menor na pauta, apontou ganho de 3%, atingindo vendas de US$ 146,8 milhões.

As exportações brasileiras para China, principal destino dos produtos baianos, subiram 4% em setembro, em relação ao mesmo mês do ano anterior. Já as vendas totais para a Ásia cederam 3,7%, mas com uma participação de 54,7% do total das vendas externas baianas no mês.

As importações, por outro lado, continuaram em alta em setembro, quando cresceram 45%, totalizando US$ 1,03 bilhão. As compras externas permanecem em aceleração acima do esperado, encabeçada principalmente pelo aumento expressivo de combustíveis (gás, petróleo cru e nafta).


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Alta nos preços do alho e tomate em Minas Gerais


O levantamento semanal de preços das hortaliças, divulgado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (SEAPA), aponta que o monitoramento dos principais produtos comercializados no CeasaMinas, entreposto de Contagem, revela oscilações nos preços entre o final de setembro e o início de outubro de 2024. A análise, que utiliza os preços praticados no período de 23 de setembro a 4 de outubro de 2024, tem como objetivo avaliar a oferta, demanda e os possíveis impactos no abastecimento de alimentos no estado.

Entre os produtos analisados, destacam-se abóbora moranga, abobrinha italiana, alho, batata, cebola, cenoura, chuchu, pimentão, quiabo e tomate, que apresentaram variações tanto para cima quanto para baixo, refletindo as dinâmicas do mercado no período. Produtos como abobrinha, alho, chuchu, pimentão, quiabo e tomate registraram aumento nas cotações, enquanto abóbora, batata, cebola e cenoura tiveram queda nos preços.

O preço da abóbora moranga, por exemplo, apresentou um aumento de 20,1% na primeira semana analisada, seguido por uma queda de 8,5%, fechando o período em R$ 3,33/kg. Já a abobrinha italiana teve um aumento expressivo de 27% na primeira semana e, após variações, terminou o período a R$ 1,66/kg, o que representa uma alta de 13,8% em relação à semana anterior.

O alho brasileiro, que vinha apresentando estabilidade, registrou um aumento de 4,3% na segunda semana da análise, com o preço subindo para R$ 24,00/kg. No caso da batata, o preço caiu 16,7%, fechando o período a R$ 3,33/kg, reflexo do pico da safra de inverno e do aumento das temperaturas, que acelerou a colheita.

A cebola, por sua vez, viu seu preço cair 20% na primeira semana, mantendo-se em R$ 2,00/kg até o final do período analisado, devido ao alto volume de oferta e à menor qualidade dos produtos, impactados pelas altas temperaturas que afetam a qualidade dos bulbos. A cenoura, que começou o período a R$ 1,50/kg, chegou a R$ 1,75/kg no final da segunda semana, com uma variação negativa de 15,5%.

Chuchu e quiabo, produtos básicos da alimentação, sofreram elevações significativas nos preços. O chuchu subiu 40,2% no período analisado, fechando a R$ 3,42/kg, enquanto o quiabo apresentou um aumento de 66,7%, encerrando o período a R$ 9,16/kg. O tomate, por sua vez, registrou uma alta de 23,1%, refletindo a redução de áreas plantadas e o término da safra em Minas Gerais e no Rio de Janeiro, finalizando a análise a R$ 2,67/kg.

A variação nos preços é resultado de diversos fatores, como a sazonalidade das safras, condições climáticas e a demanda por determinados produtos. Com o monitoramento contínuo, a SEAPA busca fornecer dados atualizados sobre o comportamento dos preços e garantir que o abastecimento alimentar do estado seja adequadamente acompanhado.





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Alimentos da estação: Mais saúde e sabor


Estar atento aos períodos de safra é essencial tanto para o plantio quanto para as compras no supermercado ou feira. Isso ocorre porque hortaliças, frutas e legumes da estação estão em seu ápice nutricional e, consequentemente, possuem um sabor mais intenso. Consumir alimentos da época não só traz benefícios à saúde, mas também impacta positivamente o meio ambiente e a economia, já que alimentos fora de safra geralmente precisam ser transportados de longas distâncias, aumentando custos e emissões de poluentes. Assim, quanto mais próximo o local de produção do consumo, melhor para todos.

A Isla Sementes, referência no Brasil em variedades de sementes de hortaliças, flores, ervas e temperos, destaca uma seleção especial de produtos que podem ser plantados e encontrados facilmente em feiras e mercados. Esses produtos oferecem alternativas mais saudáveis e nutritivas para o dia a dia. Em outubro, com a chegada da primavera e temperaturas mais amenas, o plantio de diversas espécies é favorecido em todas as regiões do país.

Entre as hortaliças indicadas para o período estão abóbora, abobrinha, alface, cebolinha, cenoura, jiló, pimentão, quiabo, rúcula e tomate. Já as frutas da estação incluem caju, jabuticaba, melancia, melão, pitanga e romã. Para quem gosta de flores, outubro é um bom momento para plantar cravina, crisântemo, dália, dracena, jasmim, margarida e rosa.

Para uma alimentação mais balanceada, a berinjela é uma ótima escolha: rica em fibras e vitaminas, pode ser preparada de diversas formas, como assada, refogada ou em sopas. A beterraba, com seu sabor adocicado e vibrante cor vermelha, é versátil em saladas, sopas e até sucos. O espinafre, conhecido por ser baixo em calorias, pode ser consumido cru ou cozido, enquanto a ervilha, rica em proteínas e fibras, é ideal para caldos e refogados.
 





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saiba o que mexe com o mercado hoje



Ouça o Diário Econômico, o podcast que traz tudo que você precisa saber sobre economia para começar o seu dia, com base nas principais notícias que impactam o mercado do Brasil e do mundo, com a análise de economistas do Pic Pay.

No episódio de hoje, o economista do PicPay, Igor Cadilhac, destaca que, nos Estados Unidos, o índice de preços ao consumidor veio um pouco acima das expectativas em setembro. Sobre o Fed, as chances de uma manutenção dos juros em novembro têm ganhado cada vez mais espaço. Por aqui, olho nos dados de serviços.



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Flutuações nos preços das fruta em Minas Gerais


O Balanço Semanal de Preços das Frutas, divulgado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA), revela importantes flutuações nos preços das principais frutas comercializadas no CeasaMinas, localizado em Contagem, entre os dias 23 de setembro e 4 de outubro de 2024. O levantamento, realizado em conjunto com as instituições vinculadas Emater-MG, Epamig e IMA, tem como objetivo monitorar o abastecimento alimentar no estado de Minas Gerais.

A metodologia adotada considera a comparação dos preços médios praticados no Ceasa-MG, unidade Grande BH. O estudo abrangeu as dez frutas mais comercializadas em volume, incluindo abacaxi, banana, coco verde, laranja, limão, maçã, manga, mamão, melancia e uva.

Entre os destaques, o abacaxi apresentou um aumento inicial de 6,3%, seguido por uma queda de 5,9%, mantendo-se estável a R$ 80,00 a dúzia. A variação média da fruta foi de -2%, passando de R$ 81,67 para R$ 80,00. Por outro lado, o preço da banana prata permaneceu inalterado ao longo do período analisado.

O coco verde teve um aumento de 12% no final do período, enquanto o preço da laranja pera subiu 10% na segunda semana, alcançando R$ 5,50/kg. O limão tahiti extra também registrou altas significativas, com variações de 8,3% e 7,7%, fechando a R$ 7,00/kg.

A maçã gala, por sua vez, teve uma queda acumulada de 4,7%, chegando a R$ 9,53/kg. O mamão formosa caiu 15,4% no preço, encerrando o período a R$ 2,50/kg, enquanto a manga tommy viu seu preço cair 11,5%, atingindo R$ 2,86/kg. A melancia graúda teve uma queda de 3,6%, passando para R$ 1,80/kg.

No caso da uva itália, as variações foram mais complexas, com uma alta de 11,1% na primeira semana, seguida por uma queda de 5% e uma nova alta de 5,3%, mantendo-se em R$ 12,50/kg. Ao comparar os preços médios entre as semanas de 23 a 27 de setembro e de 30 de setembro a 4 de outubro, apenas a banana se destacou pela estabilidade.

A análise dos resultados aponta que o aumento dos preços da laranja e do limão pode ser atribuído ao calor, que afeta a produção e reduz a oferta, ao mesmo tempo em que eleva o consumo. Já os viticultores têm priorizado o mercado externo devido a boas remunerações.

As frutas que apresentaram queda nos preços foram: abacaxi, maçã, mamão, manga e melancia. O aumento da oferta de maçãs importadas, que possuem calibres e colorações mais atrativas, resultou na diminuição da demanda pelas maçãs brasileiras, impactando seus preços. No caso do mamão, a alta oferta e um mercado lento foram fatores decisivos para a desvalorização. A manga enfrentou dificuldades logísticas nas exportações, intensificando a oferta no mercado interno. A melancia também foi afetada pela alta oferta, levando à pressão nas cotações.





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Sexta-feira repleta de pancadas de chuva e ventania; confira e prepare-se



O último dia útil da semana é marcado por pancadas intensas de chuva e ventos de até 70 km/h em algumas áreas. Veja a previsão do tempo para as cinco regiões brasileiras:

Sul

Os maiores volumes de chuva continuam concentrados no extremo sul, leste e na serra do Rio Grande do Sul, além do centro-leste e litoral de Santa Catarina e do Paraná. O sol aparece no interior da Região, mas pode chover em forma de pancadas com raios e ventos de moderados a fortes.

Sudeste

Tempo instável com céu mais encoberto, chuva forte no centro-leste e litoral de São Paulo, centro-sul e leste de Minas Gerais, no Rio de Janeiro e no Espírito Santo. A condição de chuva forte continua em quase todas as áreas da Região, aumentando no Rio de Janeiro e em Vitória, Espírito Santo. O sol aparece um pouco mais e chove com potencial para pancadas no noroeste paulista e no norte de Minas Gerais.

Centro-Oeste

Dia abafado e com chance de pancadas de chuva em quase todas as áreas da Região. A chuva pode vir em forma de temporais isolados no sul de Goiás e no oeste de Mato Grosso com risco de trovoadas. O sol aparece ainda em todas as demais áreas e pode chover com moderada a forte intensidade no Distrito Federal, em Goiânia, Campo Grande e Cuiabá.

Nordeste

A chuva aumenta no oeste e sul da Bahia, podendo vir em forma de pancadas mais fortes, com raios e ventos de até 70 km/h. Chove de maneira moderada em Salvador. Enquanto isso, a previsão ainda é de tempo firme e seco na maior parte do interior do Nordeste.

Norte

Dia mais instável no Acre, sudoeste e sul do Amazonas e no estado de Rondônia. Nessas áres, o tempo fica mais encoberto e com risco de alguns temporais. Chove com moderada a forte intensidade no sul do Tocantins. Tempo firme em Manaus (AM), Boa Vista (RR), Belém (PA) e Macapá (AP).



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