terça-feira, agosto 11, 2026

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Mercado do milho encerra o ano com variações regionais


De acordo com informações da TF Agroeconômica, o mercado de milho no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul apresentou variações significativas, refletindo o ritmo de final de ano e a dinâmica regional. No Rio Grande do Sul, o mercado se manteve lento, com indicações de preços estáveis: Santa Rosa a R$ 73,00, Não-Me-Toque a R$ 70,00, Marau e Gaurama a R$ 70,00, Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 71,00, e Montenegro a R$ 74,00. Pedidas iniciaram em R$ 75,00 FOB, mas sem negócios registrados no dia.  

Em Santa Catarina, o mercado local mostrou produtores pedindo pelo menos R$ 2,00 acima das indicações dos compradores, que variaram entre R$ 72,00 e R$ 75,00 CIF. Negócios foram realizados a R$ 75,00/76,00 no CIF do meio-oeste, totalizando cerca de 2 mil toneladas. Entre as indicações, Chapecó registrou R$ 74,00, Campos Novos R$ 75,00, Rio do Sul R$ 76,00, e Videira R$ 73,00. No mercado portuário, os preços ficaram em R$ 67 para outubro e R$ 69 para novembro.  

No Paraná, o cenário foi marcado por poucos acordos, apesar do aumento no preço da saca, que chegou a R$ 55,58, segundo o Deral/PR. A alta do dólar, que valorizou 16% frente ao real, e a menor oferta interna devido às exportações, impulsionaram os preços. No mercado spot dos Campos Gerais, vendedores pediram entre R$ 72 e R$ 73 FOB, enquanto compradores ofereceram R$ 69 CIF para dezembro, com negócios isolados fechados a R$ 70 CIF.  

No Mato Grosso do Sul, o mercado apresentou baixa liquidez, mas com preços em alta devido à demanda interna e à expectativa positiva para a safra de soja. Em Dourados, o preço spot do milho iniciou a semana em queda, com compradores oferecendo entre R$ 62 e R$ 63 por saca FOB, e vendedores pedindo de R$ 65 a R$ 66, mas com poucas negociações.  





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Pancadas de chuva e tempo abafado: veja previsão para hoje



A terça-feira será marcada por pancadas de chuva em diversos estados brasileiros. Mesmo assim, o tempo permanece abafado, com o verão já dando as caras, ainda que inicie, oficialmente, apenas no próximo sábado (21). Confira a previsão de hoje:

Sul

Com o afastamento das instabilidades, as precipitações diminuem em grande parte da Região Sul. No entanto, ainda chove em áreas do leste, centro-leste e nordeste do Rio Grande do Sul, bem como no leste de Santa Catarina e no Paraná. Nas capitais Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba, o tempo será predominantemente estável, mas com possibilidade de chuva passageira e isolada no fim do dia. Não há previsão de temporais, e as temperaturas começam a subir, com máximas variando entre 28°C e 30°C.

Sudeste

Os ventos vindos do oceano em direção ao continente mantêm o céu carregado no leste de São Paulo e em parte do interior paulista. As chuvas mais intensas se concentram entre o norte do Rio de Janeiro, Espírito Santo e a metade norte de Minas Gerais.

Centro-Oeste

A terça-feira será marcada por pouca chuva no Centro-Oeste. Onde ocorre, será de forma isolada, especialmente entre Goiás e Mato Grosso. No extremo norte de Mato Grosso do Sul, a chuva será esporádica e sem registro de temporais. O tempo será abafado, com temperaturas máximas próximas dos 30°C.

Nordeste

Há previsão de chuvas pontuais e isoladas no Maranhão, Piauí e oeste da Bahia. Entre as capitais São Luís e Natal, as pancadas de chuva serão rápidas e o sol predomina na maior parte do dia. No sertão nordestino, o tempo será firme e ensolarado, com temperaturas que podem alcançar os 37°C.

Norte

A chuva permanece concentrada no Amazonas, Acre, em Rondônia, Roraima e no oeste do Pará. As precipitações podem ser fortes, mas de forma bastante pontual, podendo atingir algumas localidades, enquanto outras permanecem secas. As temperaturas máximas ficarão entre 29°C e 30°C, mantendo a sensação de tempo abafado. Além disso, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) segue provocando chuvas no norte e litoral do Amapá.



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Fungicidas se destacam no tratamento de sementes



“Trata-se de uma ferramenta estratégica”



Os ensaios contaram com a participação de consultorias como Assist (MT), Tagro (PR) e Fundação Rio Verde (MT)
Os ensaios contaram com a participação de consultorias como Assist (MT), Tagro (PR) e Fundação Rio Verde (MT) – Foto: Divulgação

As safras 2022/23 e 2023/24 marcaram as primeiras edições do levantamento “Eficiência do Tratamento de Sementes de soja com Fungicidas no Controle dos Principais Fungos de Sementes e de Solo”, liderado pela Embrapa soja com apoio de consultorias renomadas. Os 80 ensaios realizados apontaram destaque para os Fungicidas Tiofanil® FS e Torino®, da Sipcam Nichino, que demonstraram eficiência de controle entre 81% e 96% contra doenças como Fusarium spp, Diaphorte spp, Cercospora spp e Rhizoctonia solani.  

De acordo com o agrônomo Iago Carraschi, especialista em P&D da Sipcam Nichino, os produtos apresentaram desempenho consistente nas duas safras avaliadas. Tiofanil® FS, à base de clorotalonil, é descrito como um fungicida sistêmico e de contato, eficaz no controle de patógenos que afetam a qualidade das sementes. Torino®, por sua vez, também sistêmico e de contato, contribui para o melhor estabelecimento das plantas e maior produtividade, com recomendações para doenças como mancha-púrpura, antracnose e mofo-branco.  

Os ensaios contaram com a participação de consultorias como Assist (MT), Tagro (PR) e Fundação Rio Verde (MT), reforçando a abrangência da pesquisa. Os resultados comprovam a eficácia dessas tecnologias no tratamento de sementes, destacando seu papel estratégico no manejo agrícola da soja.

“São patógenos de manejo complexo em sementes e os resultados respaldam o desempenho de ambos os produtos, altamente efetivos na adoção do tratamento de sementes de soja. Trata-se de uma ferramenta estratégica, dotada de tecnologia para evitar a contaminação da oleaginosa por fungos com potencial de transferir prejuízos consideráveis à produção”, comenta.

 





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Alta do clorotalonil e impactos nos defensivos



O cenário reforça a necessidade de planejamento



"A comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos"
“A comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos” – Foto: Divulgação

Segundo Jeferson Souza, Market Intelligence Analyst, o mercado de defensivos agrícolas já apresenta sinais de pressão para 2025, especialmente no contexto do clorotalonil, um dos Fungicidas mais utilizados no Brasil. O preço desse princípio ativo, produzido majoritariamente na China, sofreu um aumento superior a 65% desde junho de 2024, conforme dados acompanhados pelo especialista.

No Brasil, houve uma importação recorde de clorotalonil, sendo 100% do volume proveniente da China. Apesar disso, o mercado ainda demonstra preocupações quanto ao desabastecimento, mesmo diante dos altos volumes recebidos. Isso reflete a crescente demanda interna por defensivos, combinada à volatilidade dos custos de produção no mercado internacional.

Jeferson ressalta a importância de acompanhar não apenas os movimentos do mercado de grãos, mas também os custos de produção, incluindo os insumos agrícolas. “A comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos”, enfatizou, destacando o impacto desses fatores na estratégia de planejamento agrícola.

Com a proximidade do ciclo de 2025, produtores e especialistas do setor precisarão observar atentamente as variações no mercado de defensivos, especialmente para mitigar os riscos de custos elevados e desabastecimento. O cenário reforça a necessidade de planejamento e gestão eficiente de recursos para enfrentar as incertezas do mercado global.

“Acompanhar o que está acontecendo nos custos de produção é tão importante quanto acompanhar o que está acontecendo no mercado de grãos. Digo corriqueiramente: a comercialização de uma safra inicia quando o produtor adquire suas primeiras necessidades de insumos”, conclui.





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Plantio de algodão ainda está abaixo do ano de 2023



A situação das lavouras revela que 74,6% das áreas estão no estádio de emergência



Em outros estados produtores, como Goiás e Minas Gerais, o progresso foi mais lento em relação a 2023
Em outros estados produtores, como Goiás e Minas Gerais, o progresso foi mais lento em relação a 2023 – Foto: Pixabay

O plantio de algodão da safra 2024/25 apresentou avanço significativo entre 1º e 8 de dezembro de 2024, com aumento de 5,6 pontos percentuais na área semeada, conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgados pela SLC Sementes no LinkedIn. Até o momento, 7,7% da área total destinada ao cultivo de algodão nos sete principais estados produtores foi plantada. No mesmo período de 2023, o percentual era de 8,4%.  

A situação das lavouras revela que 74,6% das áreas estão no estádio de emergência, enquanto 25,4% estão em desenvolvimento vegetativo. A semeadura avança de forma desigual entre os estados. Na Bahia, houve progresso expressivo, com 35% das áreas plantadas, frente a 10% na semana anterior e 30% no mesmo período de 2023. Já no Mato Grosso, principal produtor nacional, o plantio registrou avanço modesto, atingindo 1%, em linha com os 1,2% do ano passado.  

Em outros estados produtores, como Goiás e Minas Gerais, o progresso foi mais lento em relação a 2023. Goiás alcançou 12% das áreas plantadas, enquanto Minas Gerais chegou a 11%. Ambos os estados apresentaram aumentos na semana, mas ainda abaixo dos percentuais registrados no ano anterior. Em Mato Grosso do Sul, o plantio atingiu 15%, inferior aos 38% de 2023. No Maranhão e no Piauí, não houve avanço, permanecendo em 0%.  

Apesar do progresso semanal, os números refletem um ritmo mais lento comparado à safra passada. A Conab continua monitorando o desenvolvimento das lavouras nos estados que, juntos, representam 98% da área cultivada de algodão no Brasil.  





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Sulfato de amônio: Pilar da agricultura brasileira



O sulfato de amônio destaca-se por sua composição



Entre os benefícios diretos para os produtores, estão a versatilidade do produto
Entre os benefícios diretos para os produtores, estão a versatilidade do produto – Foto: Canva

Segundo Inácio Linhares, Marine Cargo Surveyor e técnico em agropecuária, o Brasil consolidou-se como o maior importador mundial de sulfato de amônio em 2023, adquirindo mais de 5,1 milhões de toneladas do insumo, um investimento de US$ 1,06 bilhão. Esse fertilizante é essencial para o desenvolvimento agrícola, contribuindo significativamente para a produtividade de diversas culturas e para a sustentabilidade da produção agrícola global.  

O sulfato de amônio destaca-se por sua composição de 21% de nitrogênio (N) e 24% de enxofre (S), nutrientes indispensáveis para a síntese de proteínas nas plantas e o aumento da produtividade de culturas como cana-de-açúcar, milho e trigo. Além disso, sua aplicação contribui para a saúde do solo, corrigindo a alcalinidade e liberando nutrientes importantes como fósforo e zinco.  

Entre os benefícios diretos para os produtores, estão a versatilidade do produto, adequado para diferentes tipos de culturas e solos, e sua eficiência, com enxofre prontamente disponível para absorção. Além disso, o sulfato de amônio promove práticas mais sustentáveis ao reduzir a lixiviação de nitratos e as emissões de gases do efeito estufa, fortalecendo a segurança alimentar em um cenário de crescimento populacional global.  

No panorama do comércio global, a China lidera como maior exportadora, respondendo por 64% do mercado com mais de 10,6 milhões de toneladas exportadas anualmente. O Brasil, impulsionado por sua expansão agrícola, é o principal consumidor, seguido pelos Estados Unidos e pela União Europeia. A crescente relevância desse insumo reflete sua importância estratégica na segurança alimentar mundial e na sustentabilidade da agricultura.  





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Aeroporto Salgado Filho volta a operar de forma ininterrupta



Sete meses após a catástrofe socioambiental causada pelas fortes chuvas que atingiram quase todo o Rio Grande do Sul, entre abril e maio deste ano, o Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, voltou a operar com sua estrutura plenamente recuperada.

A Fraport Brasil, empresa que administra o sítio aeroportuário, entregou hoje (16) a pista principal, de 3,2 km de extensão. Também foram recuperadas as vias de acesso entre os pátios de aeronaves e a pista e o terminal de passageiros.

Desde 18 de outubro, o aeroporto vinha funcionando das 8h às 22h, recebendo apenas voos comerciais domésticos. Segundo a concessionária, com a conclusão das obras de recuperação da infraestrutura, o aeroporto voltará a funcionar 24h por dia, permitindo a ampliação do número de pousos e decolagens e a retomada de voos internacionais.

Retorno dos voos internacionais

A primeira aeronave vinda do exterior, proveniente da Cidade do Panamá, está prevista para pousar em Porto Alegre na madrugada da próxima quinta-feira (19). No dia 2 de janeiro, serão retomados os voos de Porto Alegre para Lima, no Peru, e no dia 3, para Santiago, no Chile.

De acordo com a Fraport, a companhia aérea portuguesa TAP também já confirmou que, em breve, retomará a rota da capital gaúcha para Lisboa. Além disso, dois novos destinos domésticos, Recife e Salvador, estarão interligados a Porto Alegre.

Investimento federal

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, celebrou, em nota, a conclusão das obras.

“Essa retomada total é resultado de muito empenho do governo federal, que trabalhou intensamente [junto] com a concessionária para que o principal aeroporto do estado voltasse a operar normalmente. Sabemos o quanto ele é importante para o PIB [Produto Interno Bruto] do Rio Grande do Sul, para o turismo de negócios, para o turismo de lazer e para o escoamento do transporte de cargas”, afirmou Filho.

O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, também comentou o assunto, em nota. “Hoje estamos entregando o aeroporto 100% funcionando, com a retomada dos voos internacionais. Muitas pessoas não acreditavam que fosse possível. Achavam que o aeroporto só voltaria a funcionar em março do ano que vem. Um investimento de R$ 425 milhões do Governo Federal foi fundamental para que a concessionária pudesse reabrir 100% o funcionamento do aeroporto. Um aeroporto que está mais moderno, melhor do que era antes da enchente e assim vai ser a reconstrução: tudo aquilo que estamos reconstruindo vai ser melhor do que era antes”, pontuou Pimenta.



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Banco espera selic a 15,00% em 2025


O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu, de forma unânime, aumentar a taxa Selic para 12,25%, uma alta de 100 pontos base (p.b.), acima da expectativa de 75 p.b. projetada pelo Rabobank e pelo consenso do mercado. A instituição financeira destacou que as expectativas de inflação seguem deterioradas. Para 2024, a previsão subiu para 4,8% (anteriormente 4,6%), enquanto para 2025, a projeção passou de 4,0% para 4,6%. 

Além disso, a estimativa para o segundo trimestre de 2026 avançou de 3,8% para 4,1%, e para 2027, subiu marginalmente de 3,5% para 3,6%bobank também aponta que a projeção do Copom para a inflação no horizonte relevante (2T26) aumentou em relação à última reunião, situando-se agora em 4,0%, 30 p.b. acima da previsão anterior e 100 p.b. acima da meta de 3,0%. Essa alta considera a expectativa do mercado de que a Selic chegue a 13,75% até maio de 2025, permanecendo estável no segundo semestre daquele ano. Contudo, dada a postura mais rígida do Copom, o Rabobank revisou suas projeções e agora espera que a Selic alcance 15,00% em 2025.

Essa trajetória prevê mais duas elevações de 100 p.b., seguidas por um aumento de 50 p.b. na reunião de maio de 2025 e mais 25 p.b. em junho de 2025. Os cortes de juros, segundo o Rabobank, só devem começar em 2026, caso as expectativas de inflação retornem à meta de 3,0%.

Os próximos dias serão cruciais para compreender melhor a estratégia do Banco Central. A ata da reunião, prevista para a próxima terça-feira, e o Relatório de Inflação do 4º trimestre, que será divulgado na quinta-feira, trarão mais detalhes sobre a função de reação e as preferências reveladas pela autoridade monetária frente ao cenário econômico e inflacionário.

 





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proximidade das festas de fim de ano tende a mexer com os preços



O mercado físico do boi gordo registrou preços estáveis nesta segunda-feira (16). De acordo com a consuloria Safras & Mercado, as escalas de abate avançaram recentemente, o que tende a levar os frigoríficos a atuarem de maneira cadenciada e tranquila nas compras, diminuindo assim a propensão para altas.

“Vale frisar ainda que várias unidades frigoríficas não operarão em breve, com manutenções programadas. Além das escalas, as atenções devem passar para o andamento do atacado no período de festas”, disse o analista da empresa Allan Maia.

Preços médios da arroba do boi

  • São Paulo: entre R$ 310 e R$ 320
  • Minas Gerais: negócios entre R$ 315 e R$ 320
  • Goiás: na faixa de R$ 300 a R$ 305
  • Mato Grosso: indicação de negócios ao nível de R$ 290 no Xingu. Em Rondonópolis, a R$ 300

Mercado atacadista

O mercado atacadista apresentou preços firmes para a carne bovina no dia. Para Maia, um ponto a se considerar e que pode afetar a dinâmica de preços é a reposição, uma vez que as varejistas já estão posicionadas para atender o consumo de período de festas.

O quarto dianteiro foi cotado a R$ 20,50 por quilo. O quarto traseiro ficou em R$ 27,00 por quilo. A ponta de agulha seguiu no patamar de R$ 19,50, por quilo.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,03%, sendo negociado a R$ 6,0912 para venda e a R$ 6,0892 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0256 e a máxima de R$ 6,0986.



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Soja tem dia com preços estáveis; confira o fechamento de mercado



O mercado brasileiro de soja teve pouca oferta nesta segunda-feira. A maior parte desses volumes são da safra nova. Para a safra velha, os lotes são mínimos, com procura pontual. Os preços no dia estão de estáveis a mais baixos.

Cotações da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): preço manteve-se em R$ 132,00
  • Região das Missões (RS): preço manteve-se em R$ 133,00
  • Porto de Rio Grande (RS): preço caiu de R$ 140,50 para R$ 140,00
  • Cascavel (PR): preço caiu de R$ 137,00 para R$ 135,00
  • Porto de Paranaguá (PR): preço caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00
  • Rondonópolis (MT): preço caiu de R$ 133,00 para R$ 130,00
  • Dourados (MS): preço manteve-se em R$ 135,00
  • Rio Verde (GO): preço caiu de R$ 134,00 para R$ 131,00

Chicago

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a segunda-feira com preços mais baixos. Sinais de desaquecimento da demanda pela soja americana e o bom desenvolvimento das lavouras na América do Sul pressionaram as cotações.

A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (NOPA) informou que o esmagamento de soja atingiu 193,185 milhões de bushels em novembro, ante 199,943 milhões no mês anterior. A expectativa do mercado era de 196,713 milhões. Em novembro de 2023, foram 189,038 milhões de bushels.

As inspeções de exportação norte-americana de soja chegaram a 1.676.444 toneladas na semana encerrada no dia 12 de dezembro, conforme relatório semanal divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na semana anterior, as inspeções de exportação de soja haviam atingido 1.736.783 toneladas.

Plantio pelo Brasil

O plantio da safra de soja 2024/25 do Brasil está em 97,9% da área total esperada até o dia 13 de dezembro, segundo levantamento de Safras & Mercado. Na semana anterior, o total semeado era de 95,3%. Na comparação com igual período do ano passado, o plantio está um pouco adiantado. Em 2023, o total semeado era de 95,3%. A média para o período é de 95,1%.

Contratos futuros da soja

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 6,25 centavos de dólar ou 0,63%, a US$ 9,82 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 9,86 por bushel, com perda de 9,00 centavos, ou 0,90%.

Nos subprodutos, a posição janeiro do farelo fechou com alta de US$ 0,70 ou 0,24%, a US$ 286,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 41,72 centavos de dólar, com baixa de 0,89 centavo ou 2,08%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão em alta de 1,03%, negociado a R$ 6,0912 para venda e a R$ 6,0892 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 6,0256.



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