terça-feira, março 17, 2026

Agro

News

Reunião do Copom começa em meio a tensão no Oriente Médio; o que esperar?


copom banco central
Foto: Rafa Neddermeyer

A primeira etapa da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) começou às 10h09 desta terça-feira (17), informou o Banco Central.

Nesta fase, o presidente da autarquia, Gabriel Galípolo, e os seis diretores assistem a apresentações técnicas do corpo funcional sobre a economia para embasar a decisão sobre a taxa Selic. A decisão será divulgada na quarta-feira (18), a partir das 18h30.

O aumento da incerteza provocado pelo conflito no Oriente Médio deve marcar o tom desta reunião do colegiado.

Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), ganha força no mercado financeiro a possibilidade de um corte inicial de 0,25 ponto porcentual da Selic no encontro, em meio à apreensão causada pela volatilidade recente nos preços do petróleo.

Conforme pesquisa Projeções Broadcast realizada nesta segunda-feira (16), a maioria das casas agora projeta um corte de 0,25 ponto porcentual da Selic. Esse é o cenário base de 25 e 33 (76%) instituições consultadas.

Além disso, pela primeira vez desde dezembro de 2025, a mediana do Sistema Expectativas de Mercado, que embasa o Focus, passou a indicar um corte de 0,25 ponto da Selic nesta reunião do Copom. Nas leituras anteriores, a aposta era em uma redução de 0,50 ponto.

O avanço dessa possibilidade ocorre apesar do cenário de apreciação cambial registrado nas últimas semanas, que poderia abrir as portas para um corte maior, de 0,50 ponto. Na reunião de janeiro, a cotação do dólar usada no cenário de referência do comitê foi de R$ 5,35. Agora, ela deve cair para cerca de R$ 5,20.

O barril de petróleo Brent, referência internacional para o preço da commodity, atingiu um pico próximo de US$ 120 no último dia 9 de março, no auge das preocupações internacionais com a segurança da produção e do transporte de petróleo.

Nos dias seguintes, o mercado chegou a reduzir parte do prêmio de risco embutido nas cotações. A volatilidade, no entanto, continua e há o receio de que a alta da commodity seja duradoura, com pressões sobre a inflação, o que justificaria um início mais cauteloso do comitê.

Os temores inflacionários já aparecem no relatório Focus. No boletim publicado desta semana, a mediana para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026 subiu de 3,91% para 4,10% – ainda abaixo do teto da meta de inflação, de 4,50%.

Para a inflação suavizada nos próximos 12 meses, a estimativa aumentou de 3,94% para 3,99%.

O post Reunião do Copom começa em meio a tensão no Oriente Médio; o que esperar? apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Fertilizantes devem seguir em alta com guerra no Oriente Médio e incertezas globais, diz Itaú BBA


Imagem gerada por IA para o Canal Rural

O mercado global de fertilizantes vive um novo ciclo de forte volatilidade, impulsionado pela escalada do conflito no Oriente Médio. Segundo análise da Consultoria Agro do Itaú BBA, o cenário tem impactado diretamente a produção e a logística de insumos como amônia e ureia, além de elevar custos de frete, energia e seguros.

A interrupção parcial das exportações de países do Golfo Pérsico, responsáveis por parcela relevante do comércio global, já provoca reflexos nos preços internacionais. O movimento ocorre em um momento sensível, próximo ao pico de demanda do Hemisfério Norte e com o avanço do calendário de compras no Brasil.

Ureia sobe 40% e pressiona custos no campo

No mercado brasileiro, a ureia registrou alta de 40% em apenas duas semanas, atingindo US$ 660 por tonelada (CFR). A valorização reflete a combinação de oferta mais restrita, encarecimento do petróleo e do gás natural e aumento da aversão ao risco no mercado internacional.

De acordo com o Itaú BBA, o cenário deve manter os preços sustentados no curto prazo, enquanto persistirem as incertezas sobre a duração do conflito e a normalização das rotas logísticas globais.

Fosfatados também sobem com pressão no fornecimento

Os fertilizantes fosfatados também entram no radar de preocupação. A região do Oriente Médio é estratégica para o fornecimento global de enxofre, insumo essencial na produção desses produtos.
No Brasil, os preços dos fosfatados subiram 7% nas últimas duas semanas, alcançando US$ 795 por tonelada (CFR). Mesmo com a demanda agrícola avançando de forma gradual, o cenário de oferta ajustada e custos elevados tende a manter os preços firmes.

Potássicos mostram maior estabilidade

Diferentemente dos nitrogenados e fosfatados, o mercado de potássicos apresenta maior estabilidade relativa. Ainda assim, o segmento não está imune às incertezas geopolíticas e ao aumento dos custos logísticos.

A oferta global segue mais equilibrada, com Rússia e Belarus mantendo volumes relevantes no mercado internacional, o que ajuda a conter oscilações mais bruscas nos preços.

O que esperar do mercado

Para o Itaú BBA, a tendência é de continuidade da volatilidade no curto prazo, com preços sustentados diante do cenário de incerteza global. A demanda deve avançar gradualmente, acompanhando o calendário agrícola do Hemisfério Norte e a reposição de estoques no Brasil.

No campo, o movimento acende um alerta para os custos de produção, especialmente em um momento estratégico de planejamento e aquisição de insumos para as próximas safras.

O post Fertilizantes devem seguir em alta com guerra no Oriente Médio e incertezas globais, diz Itaú BBA apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Exportação de carne bovina e suína cresce até a 2ª semana de março, aponta Secex; aves recuam


Foto: Pixabay.
Foto: Pixabay.

As exportações brasileiras de carnes registraram desempenho misto no acumulado até a segunda semana de março. Os embarques de carne bovina e suína avançaram ante igual período do ano passado, enquanto a carne de aves apresentou leve recuo na média diária exportada. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e consideram dez dias úteis de março.

A média diária exportada de carne bovina foi de 11.567 toneladas, alta de 2,11% ante as 11.328 toneladas de igual período de março de 2025. Na parcial do mês, os embarques somam 115.678 toneladas. O preço médio por tonelada alcançou US$ 5.765,02, valor 17,64% superior aos US$ 4.900,41 registrados no mesmo período do ano anterior.

No caso da carne de frango, a média diária ficou em 22.675 toneladas, recuo de 1,73% frente às 23.074 toneladas registradas no mesmo intervalo do ano passado. O volume total exportado até o momento alcança 226.760 toneladas. O preço médio ficou em US$ 1.823,95 por tonelada, avanço de 1,76% ante os US$ 1.792,46 de março de 2025.

Já a carne suína apresentou o maior crescimento relativo. A média diária embarcada foi de 5.726 toneladas, aumento de 6,02% em comparação às 5.401 toneladas observadas em igual período de 2025. Na parcial de março, os embarques totalizam 57.264 toneladas. O valor médio praticamente ficou estável, em US$ 2.514,24 por tonelada, ligeira alta de 0,05% frente aos US$ 2.513,06 registrados um ano antes.

O post Exportação de carne bovina e suína cresce até a 2ª semana de março, aponta Secex; aves recuam apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Dólar forte e estiagem nos EUA sustentam alta do trigo no Brasil, diz Cepea


produção de trigo 25/26
Foto: Divulgação

Os valores do trigo brasileiro no mercado tiveram alta na última semana. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a valorização do dólar em relação ao real fez com que os preços do trigo importado subissem. Por consequência, produtores nacionais enxergaram a oportunidade de se mostrar mais firmes em relação aos preços.

A demanda recente também apresentou melhora. Compradores intensificaram a busca pelo produto para recompor os estoques dos moinhos, o que tem contribuído para a valorização do cereal.

Mercado externo

Em relação as exportações do trigo, a situação também é positivo para os produtores. Os Estados Unidos enfrentam seca nesse período do ano e isso tem influenciado a produção do país. Dados do Monitor de Seca indicam que, até 10 de março, 55% das lavouras apresentavam algum tipo de estiagem, número acima dos 27% registrados em 2025, no mesmo intervalo de tempo. Diante deste cenário, a esperança é que as exportações se mantenham firmes.

Apesar disso, agentes seguem de olho nos acontecimentos do Oriente Médio, principalmente em relação aos custos dos fertilizantes, mercado que vem sendo impactado pelos conflitos.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

O post Dólar forte e estiagem nos EUA sustentam alta do trigo no Brasil, diz Cepea apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Armazenagem cresce no Brasil, mas segue abaixo da produção


armazenagem
Foto: Wenderson Araujo-Trilux/CNA

A capacidade estática de armazenagem de grãos no Brasil chegou a 221,8 milhões de toneladas em 2026, segundo levantamento da HN Agro com base em dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Apesar da expansão ao longo dos últimos anos, o volume ainda é insuficiente para acompanhar o avanço da produção agrícola no país.

Para a safra 2025/26, a produção total de grãos é estimada em 353,4 milhões de toneladas, o que resulta em um déficit de armazenagem de 131,6 milhões de toneladas. Isso significa que a estrutura disponível no país cobre cerca de 62,8% da produção nacional.

Quando se considera apenas soja e milho, principais culturas do país, a produção estimada chega a 316,1 milhões de toneladas. Nesse caso, a relação entre produção e capacidade de armazenagem é um pouco mais favorável, com cobertura de 70,2%, mas ainda assim há um déficit de 94,3 milhões de toneladas.

Armazenagem nas fazendas cresce lentamente

A armazenagem dentro das propriedades rurais continua representando uma parcela relativamente pequena da estrutura nacional.

Em 2026, a capacidade nas fazendas alcança 36,7 milhões de toneladas, o equivalente a 16,5% da capacidade total do país. Em 2010, essa participação era de 14,9%, indicando crescimento gradual ao longo dos anos.

Mesmo com essa evolução, a maior parte da armazenagem ainda permanece fora das propriedades, concentrada em cooperativas, tradings e estruturas comerciais.

Déficit é maior nos principais estados produtores

Os maiores desequilíbrios entre produção e armazenagem aparecem justamente nos principais polos agrícolas do país.

Em Mato Grosso, maior produtor de grãos, a capacidade de armazenagem é de 55,4 milhões de toneladas, enquanto a produção estimada chega a 109,9 milhões, resultando em déficit de 54,5 milhões de toneladas.

Outros estados também apresentam lacunas relevantes:

  • Goiás: déficit de 17,7 milhões de toneladas
  • Mato Grosso do Sul: déficit de 13,6 milhões de toneladas
  • Paraná: déficit de 11,6 milhões de toneladas
  • Bahia: déficit de 6,4 milhões de toneladas

Em contrapartida, alguns estados apresentam capacidade superior à produção, como São Paulo, onde a armazenagem supera o volume colhido.

Ritmo de expansão desacelera

O levantamento também indica que o crescimento da capacidade de armazenagem tem perdido ritmo nos últimos anos.

Entre 2010 e 2026, a capacidade estática avançou cerca de 81 milhões de toneladas, passando de 140,5 milhões para 221,8 milhões de toneladas. No entanto, o aumento recente tem sido mais lento e praticamente estagnou entre 2025 e 2026, com acréscimo mínimo no volume total.

Enquanto isso, a produção de grãos segue em expansão, ampliando o descompasso entre oferta agrícola e infraestrutura de armazenagem no país.

O post Armazenagem cresce no Brasil, mas segue abaixo da produção apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Falta de medicamentos contra sarna e piolhos leva produtores a cobrarem ação do governo


OVINOS, OVELHAS, cooperativismo
Foto: Fernando Reis/Embrapa

A cadeia produtiva de ovinos do Rio Grande do Sul decidiu acionar o governo federal diante de um problema que tem preocupado produtores: a falta de medicamentos para o controle de sarna e piolhos nos rebanhos. O tema foi debatido em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Ovinos, realizada nesta segunda-feira (16) pela Secretaria da Agricultura do estado.

Como encaminhamento, as entidades do setor irão elaborar um documento a ser enviado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), solicitando medidas imediatas para garantir o acesso a produtos sanitários. A ausência desses insumos tem impactado diretamente a saúde dos animais e a produtividade das propriedades.

Segundo o pesquisador do Instituto de Pesquisa Veterinária Desidério Finamor (IPVDF), José Reck, o problema não é exclusivo do Brasil. Países do Mercosul, como Uruguai e Argentina, também enfrentam dificuldades semelhantes.

“Há uma preocupação crescente na região. Criadores argentinos, por exemplo, também lidam com infestação sem acesso a medicamentos”, afirmou. Reck destacou ainda que deve visitar a Argentina para troca de informações com técnicos locais.

O pesquisador também mencionou o avanço de um projeto multicêntrico que busca viabilizar o uso de uma molécula da classe das isoxazolinas no Brasil, com potencial de alta eficácia no controle desses parasitas.

Setor defende importação emergencial

Para o presidente da Associação Brasileira de Criadores de Ovinos, Edemundo Gressler, a situação exige medidas urgentes, incluindo a possibilidade de importação de produtos.

“Estamos diante de um problema e não temos nas prateleiras produtos específicos para isso”, alertou.

A demanda será levada à Câmara Setorial de Caprinos e Ovinos, em Brasília. Segundo Gressler, o objetivo é pressionar o Mapa para viabilizar, em caráter emergencial, a entrada de medicamentos no país.

Além disso, o setor pretende lançar uma campanha e uma cartilha técnica para incentivar práticas de manejo, como os banhos, que auxiliam no controle dos parasitas.

O post Falta de medicamentos contra sarna e piolhos leva produtores a cobrarem ação do governo apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Dólar forte e estiagem nos EUA sustentam alta do trigo no Brasil, diz Cepea


produção de trigo 25/26
Foto: Divulgação

Os valores do trigo brasileiro no mercado tiveram alta na última semana. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a valorização do dólar em relação ao real fez com que os preços do trigo importado subissem. Por consequência, produtores nacionais enxergaram a oportunidade de se mostrar mais firmes em relação aos preços.

A demanda recente também apresentou melhora. Compradores intensificaram a busca pelo produto para recompor os estoques dos moinhos, o que tem contribuído para a valorização do cereal.

Mercado externo

Em relação as exportações do trigo, a situação também é positivo para os produtores. Os Estados Unidos enfrentam seca nesse período do ano e isso tem influenciado a produção do país. Dados do Monitor de Seca indicam que, até 10 de março, 55% das lavouras apresentavam algum tipo de estiagem, número acima dos 27% registrados em 2025, no mesmo intervalo de tempo. Diante deste cenário, a esperança é que as exportações se mantenham firmes.

Apesar disso, agentes seguem de olho nos acontecimentos do Oriente Médio, principalmente em relação aos custos dos fertilizantes, mercado que vem sendo impactado pelos conflitos.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

O post Dólar forte e estiagem nos EUA sustentam alta do trigo no Brasil, diz Cepea apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Demanda aquecida e tensão no Oriente Médio impulsionam o preço do boi gordo em março


Sistema de rastreabilidade cruza informações ambientais e sanitárias para garantir a legalidade na cadeia da carne bovina (Foto: Reprodução).
Sistema de rastreabilidade cruza informações ambientais e sanitárias para garantir a legalidade na cadeia da carne bovina (Foto: Reprodução).

Na primeira quinzena de março, a arroba do boi gordo registrou valorização de 10,21% em relação à média de fevereiro, alcançando US$ 65,40 em Mato Grosso, segundo o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Na avaliação do instituto, a demanda global aquecida tem sustentado a alta da arroba na parcial de março de 2026. Em São Paulo, a cotação chegou a US$ 69,60 por arroba, avanço de 5,75% no mesmo comparativo. O Imea destaca ainda que o movimento no mercado nacional é sustentado pelos embarques firmes no período.

No mercado internacional, também houve valorização. A arroba subiu 8,96% na Argentina, para US$ 71,47, e 4,62% no Uruguai, para US$ 84,27. Na Austrália, a alta foi de 3,21%, com a cotação atingindo US$ 95,30 por arroba.

Já nos Estados Unidos, o movimento foi oposto: o preço do boi gordo recuou 2,05% no mesmo intervalo, para US$ 140,24 por arroba.

Além disso, a instabilidade no Oriente Médio tem afetado rotas logísticas e pressionado os custos de transporte, com alta nos fretes, combustíveis e seguros marítimos, movimento que pode refletir em elevação nos preços da carne bovina exportada.

O post Demanda aquecida e tensão no Oriente Médio impulsionam o preço do boi gordo em março apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Mercado de soja no Brasil deve seguir travado nesta terça-feira


Divulgação CNA

O mercado brasileiro de soja deve seguir travado nesta terça-feira (17), com os principais formadores de preços em direções opostas. O dólar comercial recua cerca de 0,5%, enquanto a Bolsa de Chicago (CBOT) tenta uma reação técnica após a forte queda da véspera, cenário que já afastou negócios e tende a manter o ritmo lento ao longo do dia.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

Na segunda-feira (16), o mercado doméstico iniciou a semana com forte desvalorização, refletindo as quedas tanto em Chicago quanto no câmbio. Segundo o analista de Safras & Mercado, Rafael Silveira, o ambiente travou as negociações no país.

“Foi um dia praticamente zerado de negócios relevantes, com apenas alguns lotes pontuais negociados durante a manhã, mas sem ímpeto comprador e muito menos vendedor”, avaliou.
A queda no mercado físico foi significativa, ampliando o spread entre os agentes. Apesar de uma leve alta nos prêmios, o movimento não foi suficiente para compensar as perdas.

No físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos caiu de R$ 126,00 para R$ 122,00. Em Santa Rosa (RS), recuou de R$ 127,00 para R$ 123,00. Em Cascavel (PR), os preços passaram de R$ 121,00 para R$ 116,00.

Em Rondonópolis (MT), a cotação caiu de R$ 108,00 para R$ 106,00, enquanto em Dourados (MS) recuou de R$ 112,00 para R$ 110,00. Já em Rio Verde (GO), a saca passou de R$ 111,00 para R$ 107,00.

Nos portos, em Paranaguá (PR), a cotação caiu de R$ 132,00 para R$ 127,00 por saca. No terminal de Rio Grande (RS), os preços recuaram de R$ 132,00 para R$ 128,00.

O post Mercado de soja no Brasil deve seguir travado nesta terça-feira apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link

News

Petróleo volta a subir com escalada de ataques no Oriente Médio


Petróleo - opep
Foto: Pixabay

Os contratos futuros do petróleo voltaram a subir nesta terça-feira (17), impulsionados por novos ataques iranianos aos Emirados Árabes Unidos, que reacenderam as preocupações com o fornecimento global. Ao mesmo tempo, o Estreito de Ormuz segue, em grande parte, fechado, ampliando a tensão no mercado.

O carregamento de petróleo no porto de Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, foi parcialmente interrompido após um terceiro ataque em quatro dias, que provocou um incêndio no terminal de exportação. A região é estratégica por estar localizada fora do Estreito de Ormuz, sendo uma das poucas alternativas para exportação sem a necessidade de passagem pela hidrovia.

Segundo analistas da Windward, embarcações que operam na região enfrentam maior risco. “Cerca de 45% dos navios visados haviam passado por portos dos Emirados Árabes Unidos, enquanto 20% tinham escalado recentemente no Iraque”, destacaram.

Para Tony Sycamore, analista da IG, o cenário permanece altamente volátil. “Os riscos continuam graves: basta que uma milícia iraniana dispare um míssil ou plante uma mina em um petroleiro para reacender toda a situação”, afirmou.

Já Zain Vawda, da Oanda, destaca que a valorização do petróleo está diretamente ligada à instabilidade no Estreito de Ormuz. “O movimento reflete a intensificação das preocupações com a região, além da hesitação de aliados dos Estados Unidos em enviar navios de guerra para escoltar petroleiros”, disse.

Na avaliação de Priyanka Sachdeva, analista da Phillip Nova, o mercado segue atento à duração do conflito e aos possíveis impactos na infraestrutura energética. “Os investidores monitoram o risco de interrupção prolongada no fornecimento e os danos potenciais à infraestrutura petrolífera no Golfo”, afirmou.

No campo geopolítico, aliados dos Estados Unidos rejeitaram, na segunda-feira, o pedido do presidente Donald Trump para o envio de navios de guerra à região, o que gerou críticas do governo americano.

Em entrevista à Reuters, a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, defendeu uma solução diplomática para evitar uma escalada da crise. “Precisamos manter o Estreito de Ormuz aberto para evitar uma crise alimentar, de fertilizantes e energética”, afirmou.

Por volta das 9h13 (horário de Brasília), o contrato do petróleo WTI para abril subia 2,43%, a US$ 95,75 o barril, na Nymex. Já o Brent para maio, negociado na ICE, recuava 2,16%, cotado a US$ 102,32 o barril.

O post Petróleo volta a subir com escalada de ataques no Oriente Médio apareceu primeiro em Canal Rural.



Source link