sábado, maio 30, 2026

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Frango/Cepea: Produção recorde ajuda a explicar queda recente nos preços


O setor avícola nacional registrou produção recorde de carne em 2025, mesmo com o ano marcado por um caso de gripe aviária. O volume atingiu 14,3 milhões de toneladas, conforme dados divulgados neste mês pelo IBGE. O crescimento foi de 4,2% frente a 2024, representando o avanço anual mais intenso desde 2021. No quarto trimestre de 2025, a produção somou 3,65 milhões de toneladas de carne de frango, o maior resultado trimestral de toda a série histórica do IBGE. Em relação ao período anterior, houve uma alta de 1,5%; e, em comparação com o último trimestre de 2024, o avanço foi de expressivos 8%. Segundo pesquisadores do Cepea, o ritmo acelerado de produção ampliou a oferta interna, pressionando os valores. Projeções realizadas pelo Centro de Pesquisas apontam crescimento na disponibilidade interna de carne de dezembro para janeiro (quando foi recorde), caindo levemente em fevereiro, mas voltando a subir neste mês de março. Esse cenário é verificado mesmo diante do excelente desempenho das exportações brasileiras da proteína. Para o próximo trimestre do ano, o Cepea estima que o ritmo de abates da indústria deve diminuir, o que tende a limitar a oferta. Somado a isso, o fim da Quaresma tende a fortalecer a demanda, podendo resultar em uma reação nos preços internos dos produtos avícolas.

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Poder360: Governo tem apoio de 11 Estados, mas oposição resiste a acordo do…


O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem apoio de 11 Estados para aderir à subvenção ao diesel importado, mas enfrenta resistência de governadores da oposição, que concentram maior peso no mercado e podem comprometer a eficácia da medida. A proposta estabelece um subsídio de R$ 1,20 por litro, dividido entre União e Estados, em meio à alta dos combustíveis e risco de impacto nos preços de alimentos.

Os Estados com menor resistência política à proposta são: Bahia, Sergipe, Maranhão, Piauí, Ceará, Alagoas, Pará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Espírito Santo e Amapá.

O prazo dado pela Fazenda para uma definição é esta 6ª feira (27.mar.2026), depois de reuniões do Consefaz (Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal) e o Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária).

Leia a notícia completa no portal Poder360

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Calor ganha força no centro-sul do Brasil nos próximos dias


Bolha de calor cresce sobre o Paraguai e no norte da Argentina e se expande sobre o centro-sul do Brasil. Temperaturas entre 35°C e 38°C poderão ser observada principalmente em áreas próximas das fronteiras com estes países

Os próximos dias serão marcados por aumento significativo do calor no centro-sul do Brasil, impulsionado pela atuação de uma bolha de calor sobre o Paraguai e o norte da Argentina.

Esse sistema favorece o aquecimento do ar e avança sobre o território brasileiro, elevando as temperaturas principalmente em áreas do oeste e sul de Mato Grosso do Sul, além de toda a faixa oeste da Região Sul, incluindo o oeste do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, e também no centro-oeste e norte do interior de São Paulo.

Onde o calor será mais intenso?

As áreas mais próximas da fronteira com o Paraguai e com o norte da Argentina devem sentir os efeitos mais intensos desse aquecimento.

Regiões como as Missões e o oeste gaúcho, oeste catarinense e paranaense, além do sul e Pantanal de Mato Grosso do Sul, podem registrar temperaturas máximas entre 35°C e 38°C até o fim de semana, não se descartando valores pontualmente ainda mais elevados.

Esse cenário reforça a sensação de calor intenso e abafamento, principalmente durante as tardes.

Onda de calor? Ainda não…

Apesar do aumento das temperaturas, não há indicação de onda de calor sobre o Brasil neste momento.

A previsão indica que, já ao longo da próxima semana, entre o fim de março e o início de abril, a chuva volta a se espalhar por áreas do centro-sul do Brasil. Com isso, a maior presença de nebulosidade e pancadas de chuva tende a impedir a manutenção de temperaturas tão elevadas quanto as observadas no último fim de semana de março de 2026.

Sul ainda pode ter pancadas de chuva isoladas

Mesmo com o predomínio do calor, áreas da Região Sul ainda podem registrar pancadas de chuva isoladas, típicas da combinação entre calor e muita umidade na atmosfera.

Essas pancadas tendem a ocorrer principalmente entre a tarde e a noite e podem vir acompanhadas de raios em alguns pontos, mas de forma localizada.





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Dólar tem leve alta na abertura com guerra no Oriente Médio no foco


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SÃO PAULO, 27 Mar (Reuters) – O dólar oscila com leve alta nesta manhã de sexta-feira no Brasil, acompanhando o viés positivo para a moeda norte-americana no exterior, em mais um dia de apreensão com o andamento da guerra no Oriente Médio.

Às 9h08 o dólar à vista subia 0,33%, aos R$5,2750 na venda.

Na B3, o contrato de dólar futuro para abril — atualmente o mais líquido no mercado brasileiro — avançava 0,69%, aos R$5,2800.

Na quinta-feira, o dólar à vista fechou o dia com alta de 0,70%, aos R$5,2574.

(Por Fabrício de Castro)

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Wall St cai após adiamento de ataque ao Irã oferecer apenas alívio limitado


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Por Purvi Agarwal e Twesha Dikshit

27 Mar (Reuters) – Os principais índices de Wall Street caíam nesta sexta-feira, uma vez que a guerra do Oriente Médio, que já dura um mês, se arrastava e pesava sobre o sentimento, enquanto os investidores observam quaisquer sinais de redução das tensão.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse na quinta-feira que prorrogará novamente o prazo para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz ou enfrente a destruição de suas usinas de energia, depois que Teerã rejeitou anteriormente uma proposta de 15 pontos dos EUA para acabar com o conflito.

O adiamento, no entanto, não acalmou os mercados, e os preços do petróleo subiram já que os investidores estão céticos quanto à possibilidade de os dois lados chegarem a um acordo.

“Os mercados financeiros continuam sendo movidos pelas manchetes. Os investidores estão sendo influenciados pelas alegações dos EUA de que estão sendo feitos progressos para pôr fim às hostilidades, enquanto o Irã nega que estejam ocorrendo negociações sérias”, disse David Morrison, analista sênior de mercado da Trade Nation.

“Parece óbvio que nenhum dos lados está perto de aceitar as condições de paz do outro, portanto, por enquanto, a guerra continua.”

O S&P 500 e o Nasdaq estavam a caminho de sua quinta semana de perdas. O Dow deve encerrar a semana com poucas alterações.

O Índice de Volatilidade CBOE, considerado o medidor de medo de Wall Street, tinha alta de 2,56 pontos, em 30.

O Dow Jones Industrial Average caía 1,06%, enquanto o S&P 500 perdia 0,94% e o Nasdaq Composite tinha queda de 1,27%.

O índice de serviços de comunicação do S&P 500 permanecia sob pressão e recuava 0,9%, já que a Alphabet e a Meta registraram perdas de 1,2% e 1,7%, respectivamente.

(Reportagem de Purvi Agarwal e Twesha Dikshit em Bengaluru)





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Argentina permite mistura de até 15% de etanol na gasolina após choque do…


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BUENOS AIRES, 27 Mar (Reuters) – O governo da Argentina anunciou nesta sexta-feira que permitirá que as empresas locais misturem voluntariamente até 15% de etanol à gasolina, em uma tentativa de reduzir o impacto dos preços mais altos do petróleo sobre os custos locais dos combustíveis.

“A medida tem como objetivo dar maior flexibilidade ao setor e amortecer qualquer aumento potencial nos preços do combustível na bomba, protegendo os consumidores”, disse a Secretaria de Energia em um comunicado.

Os preços da gasolina no país sul-americano subiram mais de 18% em março, segundo estimativas de analistas, impulsionados pela guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, e acumulam alta superior a 60% em relação ao ano anterior.

A Secretaria de Energia da Argentina, subordinada ao Ministério da Economia, aumentou o teor máximo de oxigênio permitido no combustível para 5,6%, dando às refinarias flexibilidade para adicionar mais etanol e usar menos gasolina em suas misturas, contribuindo para a redução dos custos totais.

A secretaria esclareceu que a resolução não impõe novas exigências às refinarias nem modifica a mistura obrigatória de bioetanol. Também não introduz alterações ao atual regime do biodiesel, que já permite misturas de até 20%.

(Reportagem de Lucila Sigal)

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Ministros das Relações Exteriores do G7 pedem fim dos ataques a civis na…


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VAUX-DE-CERNAY, França, 27 Mar (Reuters) – Os ministros das Relações Exteriores do grupo de nações do G7 pediram na sexta-feira o fim imediato dos ataques contra civis e infraestrutura civil na guerra do Irã.

Em uma declaração conjunta acordada no segundo dia de uma reunião do G7 na França — o país anfitrião deste ano — os ministros disseram ter ressaltado a importância de minimizar o impacto do conflito sobre os parceiros regionais, populações civis e infraestrutura crítica.

“Nós nos concentramos no valor de diversas parcerias, coordenação e iniciativas de apoio, inclusive para mitigar choques econômicos globais, como interrupções nas cadeias de suprimentos econômicas, energéticas, de fertilizantes e comerciais, que têm impactos diretos sobre nossos cidadãos”, disseram eles na declaração vista pela Reuters.

Os ministros também reiteraram a necessidade de restaurar a liberdade de navegação segura e livre no Estreito de Ormuz.

Os membros do G7 são Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália e Japão, juntamente com a União Europeia.

(Reportagem de Andrew Gray e John Irish)

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Usinas priorizam etanol no início de safra e vendas no Centro-Sul totalizam…


Na primeira quinzena de março, as unidades produtoras da região Centro-Sul processaram 1,31 milhão de toneladas de cana-de-açúcar, com a entrada de 18 unidades em operação. No acumulado da safra 2025/2026 até 16 de março, a moagem atingiu 603,67 milhões de toneladas, ante 617,32 milhões de toneladas no mesmo período do ciclo anterior, queda de 2,21%.

Em relação à qualidade da matéria-prima, o nível de Açúcares Totais Recuperáveis (ATR) registrado na primeira quinzena de março foi de 99,29 kg por tonelada de cana. No acumulado da safra, o indicador marca 138,25 kg de ATR por tonelada, índice 2,17% inferior ao observado no mesmo período do ciclo anterior.

A produção de açúcar nos primeiros quinze dias de março totalizou 6,02 mil toneladas, com direcionamento de 4,86% da cana-de-açúcar para a fabricação do produto. No acumulado desde o início da safra até 16 de março, a produção alcançou 40,25 milhões de toneladas.

Na primeira metade de março, a fabricação de etanol pelas unidades do Centro-Sul atingiu 459,67 milhões de litros, sendo 291,26 milhões de litros de etanol hidratado e 168,41 milhões de litros de etanol anidro. No acumulado da safra, a produção de etanol totalizou 32,96 bilhões de litros, sendo 20,31 bilhões de hidratado e 12,65 bilhões de anidro.

Do total produzido na quinzena, 84,11% foram provenientes do milho, com volume de 386,62 milhões de litros, frente a 365,46 milhões de litros no mesmo período do ciclo 2024/2025. No acumulado da safra, a produção de etanol de milho atingiu 8,77 bilhões de litros, aumento de 12,31% na comparação anual.

Vendas de etanol

As vendas de etanol pelas unidades do Centro-Sul totalizaram 1,25 bilhão de litros na primeira quinzena de março. O volume de etanol anidro comercializado foi de 504,88 milhões de litros, aumento de 4,04%, enquanto o etanol hidratado somou 747,15 milhões de litros.

No mercado doméstico, as vendas de etanol hidratado atingiram 722,08 milhões de litros, com redução de 10,70% em relação ao mesmo período da safra anterior e aumento de 11,7% frente à segunda quinzena de fevereiro. As vendas de etanol anidro totalizaram 504,00 milhões de litros, crescimento de 5,18%.

No acumulado desde o início da safra até 16 de março, a comercialização de etanol pelas unidades do Centro-Sul somou 32,85 bilhões de litros, sendo 12,75 bilhões de litros de etanol anidro (+5,08%) e 20,10 bilhões de litros de etanol hidratado (-8,16%).

Para o relatório completo, acesse o UnicaData.





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Lula diz estar sentindo cheiro de corte na taxa de juros, mas nega pressão…


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BRASÍLIA, 18 Dez (Reuters) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta quinta-feira estar sentindo cheiro de corte na taxa básica de juros em breve, ao mesmo tempo que afirmou que não fará pressão sobre o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

“Da mesma forma que a gente sente cheiro de chuva, eu estou sentindo um cheiro de que logo logo a taxa de juros vai começar a baixar”, disse Lula em entrevista coletiva em Brasília.

“Agora, o Banco Central tem autonomia, é importante lembrar, e jamais eu farei pressão para que o Galípolo tome a atitude que tiver que tomar. É ele quem tem que tomar a decisão, e eu espero que ele esteja cheirando o mesmo ar de desejo que eu estou cheirando agora, e se ele fizer isso vai ser bom para ele, vai ser bom para mim, vai ser bom para o Brasil, vai ser bom para a indústria, vai ser bom para o desemprego, vai ser bom para o salário e vai ser bom para todo mundo.”

Na entrevista, Lula disse ainda ter “100% de confiança” em Galípolo e afirmou ter certeza que ele prestará um grande serviço ao país à frente do BC.

(Reportagem de Lisandra Paraguassu)

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Faec completa 60 anos de atuação em defesa do produtor rural no Ceará


Amílcar Silveira, presidente da instituição, destaca trajetória, reconhecimento aos produtores rurais e compromisso com os próximos anos

No dia 16 de dezembro, a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará (Faec) completou 60 anos de atuação institucional. Ao longo desse período, a entidade consolidou-se como principal representante dos produtores rurais e como articuladora do setor agropecuário no Estado.

À frente da Federação desde 2022, com mandato renovado por mais quatro anos, o presidente Amílcar Silveira destacou o papel da instituição ao longo de sua trajetória. “A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará faz 60 anos e estamos trabalhando firmes para os próximos 60 anos”, afirmou, ao reforçar o compromisso com a continuidade do trabalho desenvolvido desde a fundação da entidade.

Amílcar Silveira agradeceu a colaboração de todos que participaram da construção da história da Faec. “É preciso agradecer aos produtores rurais e aos colaboradores do Senar, da Federação da Agricultura, aos técnicos de campo, aos instrutores e aos parceiros que nos ajudam no dia a dia”, disse.

Ele mencionou ainda o trabalho das gestões anteriores na consolidação da instituição. “São 60 anos graças aos presidentes que passaram por aqui e construíram a Federação da Agricultura”, disse, ao citar Flávio Saboya e Torres de Melo. “A Federação da Agricultura está mais viva do que nunca. Espero e peço a Deus pelo menos mais 60 anos para a Federação da Agricultura.”

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