segunda-feira, março 9, 2026

Safra

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Recursos do BNDES atendem apenas 20% das dívidas dos produtores gaúchos


Em reunião com instituições financeira que operam o Crédito Rural no estado, a Farsul realizou uma consulta que aponta que os recursos disponibilizados pela MP 1314/2025 são insuficientes para atender a demanda do endividamento dos produtores gaúchos. O resultado confirma a projeção da Farsul quando a medida foi anunciada, em 5 de setembro. O excesso de regulação para acessar os recursos também constituem em um entrave para amenizar o problema que atinge a agropecuária gaúcha.

No encontro, realizado nesta terça-feira (4/11), na sede da Federação, representantes do Banco do Brasil, Banrisul, Sicredi e Sicoob fizeram uma avaliação do andamento das tratativas para a efetivação dos acordos, as demandas e dificuldades que vem ocorrendo no Rio Grande do Sul. O presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira, abriu a reunião lembrando que a Federação “sempre se pontuou pelo equilíbrio e naquilo que é exequível. Estamos vendo o esforço das instituições em cooperar para que o quadro seja revertido. Esse cenário de endividamento não interessa a ninguém, nem ao sistema financeiro, nem aos produtores”, declarou.

O economista-Chefe da Farsul, Antonio da Luz, ressalta que o valor de R$ 12 bilhões disponibilizados via BNDES não se restringem ao estado, mas são para todo o país. “Fizemos um levantamento junto com as instituições financeiras e a necessidade de recursos para atender a carteira. Fazendo uma média ponderada, a linha do BNDES está atendendo 20% da demanda do que é elegível, ou seja, de cada R$ 5,00 da dívida, apenas R$ 1,00 é atendido”, descreveu.

“Além da escassez de recursos, existe um outro fator que é o formulismo. O excesso de regulação que gera uma enorme dificuldade de entender quem se enquadra, quem não se enquadra, porque existem várias normas que ora deixa uma pessoa enquadrada, mas na semana seguinte ela pode estar desenquadrada”, critica o economista.

A Farsul aponta duas ações necessária para a questão. Aumentar os recursos para o Rio grande do Sul. A demanda demonstra ser necessário o quíntuplo do destinado até agora. E simplificar a questão normativa que está muito complexa e acaba deixando muitos produtores de fora do enquadramento.

Da Luz também ressalta outro ponto abordado na reunião. As instituições financeiras deverão oferecer, aos seus clientes, recursos livres com juros pré e pós-fixados. “Para muitos produtores será a única saída, mas uma saída que é preciso ter muito cuidado. Porque com os atuais níveis de juros, esse valor pode se elevar muito. Nós recomendamos que os produtores tenham cautela e avaliem se, para o seu caso, realmente o melhor é a linha de longo prazo. Às vezes existem linhas dentro do MCR que podem parecer não tão apetitosas, porque tem um prazo mais curto, mas no longo da jornada essa linha mais longa vai consumir muito mais sacos de produto. Existem casos e casos, então, e cada produtor tem que fazer suas contas”, avalia.

No encontro, que também teve a participação do diretor vice-presidente e futuro presidente da Farsul, Domingos Velho Lopes, e do diretor jurídico da Federação, Nestor Hein, foi reforçado o posicionamento da entidade em orientar o produtor a evitar pedidos de Recuperação Judicial e obtenção de empréstimos mediante Alienação Fiduciária. “Esses devem ser os últimos recursos dos produtores e muito bem ponderados”, alertou Gedeão Pereira.





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Comissão do Senado adia votação do projeto de isenção do IR para quem ganha…


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BRASÍLIA (Reuters) -A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado decidiu adiar, em reunião nesta terça-feira, a votação do projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$5 mil e concede desconto parcial aos que recebem até R$7.350 mensais.

O relator da medida, senador Renan Calheiros (MDB-AL), apresentou seu parecer sem alterações de mérito em relação à versão aprovada pela Câmara dos Deputados em outubro. Em seguida, anunciou pedido de vista de senadores, que adia a análise da medida.

Agora, a previsão é que o projeto seja votado na CAE na quarta-feira e posteriormente enviado para o plenário do Senado. Se o texto for mantido sem alterações, seguirá direto para sanção presidencial, sem necessidade de nova análise pelos deputados.

O texto mantém a taxação mínima de até 10% sobre pessoas de alta renda para compensar a perda de receita gerada pela isenção, medida proposta e defendida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A isenção precisa ser aprovada pelo Congresso até o final deste ano para começar a valer no ano que vem, quando haverá eleições e o presidente Lula deve buscar a reeleição.

(Por Bernardo Caram, edição de Isabel Versiani)

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La Niña: INMET, Embrapa e MAPA/RS apresentam prognósticos do clima e…


A Superintendência do Ministério da Agricultura e Pecuária no Rio Grande do Sul (MAPA/RS) chama a imprensa para apresentar informações sobre o La Niña na quinta-feira (6/11), às 9h, em Porto Alegre. Especialistas do INMET e da Embrapa irão abordar a situação atual, prognósticos do clima e proposições de manejo nos cultivos visando a redução dos estresses e frustrações. O encontro será realizado na sede da superintendência, na Capital.

O superintendente do MAPA/RS, José Cleber de Souza, estará disponível presencialmente para atender a imprensa. De forma remota, também estarão disponíveis para entrevista o meteorologista do INMET Glauber Ferreira, de Brasília; o agrometeorologista da Embrapa Trigo, Gilberto Cunha; o chefe geral da Embrapa Trigo, Jorge Lemainski; e a chefe adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Clima Temperado, Rosane Martinazzo.

A superintendência do MAPA/RS fica na avenida Loureiro da Silva, nº 515, 7° andar, sala 701, em Porto Alegre.

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Após temporais no Paraná, Sistema FAEP orienta procedimentos para minimizar…


Produtor rural pode acionar seguradoras e/ou negociar dívidas. Sindicato deve procurar a prefeitura local para viabilizar o decreto de situação de emergência

Após os temporais registrados em diversas regiões do Paraná no último final de semana, o Sistema FAEP orienta produtores e sindicatos rurais a adotarem procedimentos para se resguardar dos danos provocados pelas fortes chuvas. De acordo com levantamento do governo estadual, ao menos 38 municípios do Paraná registraram chuva forte e/ou granizo, com danos em lavouras, aviários e estruturas de armazenagem. Somente no município de Itambé, no Noroeste do Paraná, mais de 10 mil hectares de área produtiva foram danificados pelos temporais.

“O nosso produtor rural já vinha com uma situação difícil por conta dos sucessivos eventos climáticos nos últimos anos, que impactam diretamente na produção e renda no meio rural. Diante do recente acontecimento, precisamos de ações rápidas e eficientes para que os agricultores e pecuaristas que registraram perdas possam renegociar suas dívidas”, destaca o presidente interino do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette.

Para isso, o Sistema FAEP orienta alguns procedimentos para que produtores e sindicatos rurais afetados possam acionar as seguradoras e/ou negociar com as instituições financeiras.

Sindicatos rurais

Os sindicatos devem procurar às prefeituras para informar os danos ocorridos na produção agropecuária em cada município. Caso seja necessário, é importante avaliar em conjunto a necessidade de decreto de situação de emergência.

Também é importante que os sindicatos peçam um relatório dos danos causados pelos temporais em cada município ao Núcleo Regional da Secretaria de Agricultura do Paraná (Seab).

Produtores rurais

Os agricultores e pecuaristas que têm apólices vigente de seguro e contratos do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) precisam acionar imediatamente as seguradoras e instituições financeiras. Esses agentes precisam realizar as devidas vistorias nas propriedades rurais.

Manual de Crédito Rural do Banco Central prevê a prorrogação de dívidas de custeio junto às instituições financeiras em caso de desastres naturais. As condições para a prorrogação das dívidas de custeio são individuais e precisam ser negociadas diretamente com as instituições financeiras. Para isso, o produtor rural precisa cumprir algumas etapas:

– registrar os prejuízos na propriedade rural com fotos e vídeos;

– apresentar um laudo assinado por assistente técnico e um quadro demonstrativo da capacidade de pagamento, mostrando receitas e custos da safra;

 – protocolar o pedido de prorrogação, que deve ser feito em duas vias e com a manutenção de uma via assinada pelo gerente da instituição financeira. Em caso de recusa, fazer a entrega por meio de cartório de títulos e documentos.

Para auxiliar os produtores endividados, o Sistema FAEP/SENAR-PR disponibiliza modelos de pedido de renegociação, para os casos em que as instituições não têm seus próprios padrões.





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Inmet prevê semana com acumulados de chuva acima de 100 mm em áreas do…


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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê uma semana com chuvas intensas e bem distribuídas sobre o Sudeste e o Centro-Oeste, com acumulados que podem ultrapassar 100 milímetros em vários pontos, e em alguns casos chegar a 200 mm, segundo o Informativo Meteorológico nº 42/2025, válido até o dia 7 de novembro.

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Na Região Sudeste, a atuação de sistemas frontais deve favorecer volumes expressivos em São Paulo, Rio de Janeiro e no sul e Triângulo Mineiro. Em áreas desses estados, o Inmet indica acumulados entre 150 e 200 mm ao longo da semana. A umidade relativa do ar deve permanecer elevada, com índices superiores a 70% em boa parte da região, exceto no norte e interior mineiro, onde os valores podem cair para 30% a 40%.

No Centro-Oeste, as chuvas também devem ser generalizadas, com volumes acima de 100 mm em praticamente todos os estados. Em Goiás, os acumulados podem ultrapassar 150 mm, enquanto em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal há previsão de pancadas frequentes e aumento da umidade, que deve permanecer em torno de 50% ou mais durante a semana.

Na Região Norte, áreas de instabilidade permanecem ativas em boa parte dos estados. Os maiores volumes devem se concentrar no centro e oeste do Amazonas, podendo superar 150 mm. Já no Amapá, no norte do Tocantins e nas porções norte e leste do Pará, o tempo deve ser mais seco, com acumulados abaixo de 10 mm e umidade do ar entre 25% e 30%.

No Nordeste, a previsão é de predomínio de tempo seco, com chuvas restritas ao sul e oeste da Bahia, sul do Piauí e Maranhão, onde podem ocorrer pancadas isoladas e acumulados próximos de 80 mm. Em grande parte da região, especialmente Bahia, Piauí e Ceará, a umidade do ar deve ficar abaixo de 30%, podendo cair para menos de 20% no oeste baiano e piauiense.

Já na Região Sul, a semana começa com chuvas fracas e isoladas até o dia 4, mais concentradas no litoral e norte da região. A partir da noite de quinta-feira (6), um novo sistema frontal avança, provocando precipitações mais intensas entre os dias 6 e 7, com acumulados de 100 a 150 mm principalmente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. As temperaturas devem subir até o dia 6 e cair novamente com a chegada do novo sistema, que também eleva os níveis de umidade.





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Dólar sobe para perto dos R$5,40 em meio à aversão global a ativos de risco


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Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) -A aversão a ativos de risco ao redor do mundo, em meio aos receios de uma correção de preços mais profunda no mercado de ações dos Estados Unidos, deu força ao dólar ante o real nesta terça-feira, com a moeda norte-americana se reaproximando dos R$5,40.

O dólar à vista fechou com alta de 0,77%, aos R$5,3991. No ano, porém, a divisa acumula queda de 12,62%.

Às 17h03, na B3, o dólar para dezembro — atualmente o mais líquido no Brasil — subia 0,70%, aos R$5,4325.

A sessão desta terça-feira foi marcada pela aversão aos ativos de risco ao redor do mundo, em meio aos receios de que possa haver uma correção intensa no mercado de ações norte-americano, impulsionado nos últimos meses pela euforia em torno da inteligência artificial.

Durante evento em Hong Kong, o presidente-executivo do Morgan Stanley, Ted Pick, citou a possibilidade de “haver reduções de 10% a 15%” nos preços das ações, sem que isso decorra de algum colapso macroeconômico.

Neste cenário, os índices de ações foram pressionados na Europa e nos Estados Unidos, enquanto o dólar ganhou força ante boa parte das demais divisas, incluindo o real.

“Vínhamos em uma toada mais favorável, com os ativos de risco performando super bem no último mês, puxados pelos ativos de tecnologia”, afirmou o superintendente de Tesouraria do Daycoval, Luiz Fernando Gênova.

“Mas, depois do Fed, com a indefinição sobre os juros nos Estados Unidos, começamos a ter um gatilho mais intenso de correção”, acrescentou, em referência ao fato de o Federal Reserve, após a reunião da semana passada, ter dado indicações de que os juros podem não cair novamente em dezembro nos EUA.

Neste cenário, o dólar à vista atingiu a máxima intradia de R$5,4007 (+0,80%) às 9h35, enquanto no exterior a moeda norte-americana também sustentava ganhos firmes ante divisas pares do real, como o peso mexicano, o peso chileno e o rand sul-africano.

“O real até vinha performando bem em relação a seus pares — nos últimos dias, um pouco pior –, mas não vi um movimento atípico”, disse Gênova.

No Brasil, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou durante evento em São Paulo que por mais que o Banco Central seja pressionado a não baixar os juros, as taxas terão que cair.

“Vão ter que cair, vão ter que cair. Por mais pressão que os bancos façam sobre o Banco Central para não baixar juros, elas vão ter que cair”, disse Haddad.

A expectativa do mercado é de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC mantenha a Selic em 15% ao ano na noite de quarta-feira, mas os agentes buscarão pistas no comunicado da decisão sobre quando os cortes começarão. As reuniões seguintes do colegiado ocorrem em dezembro, janeiro e março.

O fato de a Selic estar em nível elevado no Brasil, enquanto nos Estados Unidos o Fed cortou juros nas últimas reuniões, tem sido apontado como um fator favorável à atração de investimentos ao país, com impacto de baixa sobre o dólar.

Pela manhã o BC vendeu 45.000 contratos de swap cambial tradicional, para rolagem do vencimento de 1º de dezembro.

No exterior, às 17h04 o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,36%, a 100,250.

(Edição de Isabel Versiani e Pedro Fonseca)





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Futuros do cacau sobem na ICE em meio a inclusão em índice e tensões na África


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NOVA YORK (Reuters) – Os contratos futuros do cacau na ICE subiram nesta terça-feira, depois de avançarem também nas duas sessões anteriores, com investidores avaliando notícias da inclusão do cacau em um importante índice de commodities e tensões latentes na Nigéria e em Camarões, quarto e quinto maiores produtores do mundo.

CACAU

* O cacau de Nova York fechou em alta de US$41, ou 0,6%, a US$6.600 a tonelada, tendo fechado em alta de 6,6% na segunda-feira.

* O cacau de Londres subiu 1,3%, para 4.849 libras por tonelada, depois de atingir 4.864 libras, seu valor mais alto desde o final de setembro.

* O ingrediente do chocolate foi impulsionado pelos planos para que o cacau de Nova York seja incluído no Bloomberg Commodity Index a partir do próximo ano.

* O Citi estima que os futuros do cacau poderão ter um fluxo de investimento de US$2,1 bilhões após a inclusão no índice.

* Em outros lugares, as tensões em Camarões permanecem altas após a contestada eleição da semana passada, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou que os militares se preparem para agir na Nigéria para enfrentar grupos militantes islâmicos.

* “Espera-se que esses dois países produzam um total de 715.000 toneladas métricas (nesta temporada)”, observou a corretora StoneX.

* Do lado negativo, os analistas do Zuercher Kantonalbank estimam que a Barry Callebaut registrará uma queda de 9% nos volumes de vendas do quarto trimestre na quarta-feira.

(Reportagem de May Angel e Marcelo Teixeira)

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Petróleo cai com dólar mais forte e temores de excesso de oferta


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Por Arathy Somasekhar

HOUSTON (Reuters) – Os preços do petróleo caíram nesta terça-feira, uma vez que os números mais fracos da indústria e um dólar mais forte pesaram sobre a demanda, enquanto a decisão da Opep+ de interromper os aumentos de produção no primeiro trimestre do próximo ano pode sinalizar a preocupação do grupo com um possível excesso de oferta.

Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam com queda de 0,7%, a US$64,44 por barril. O petróleo West Texas Intermediate dos Estados Unidos caiu 0,8%, a US$60,56.

“Os futuros do petróleo estão sentindo a pressão hoje da alta valorização do dólar norte-americano. O mercado acionário dos Estados Unidos também está passando por uma forte correção de baixa no início das negociações, já que a paralisação do governo pode estar começando a adicionar pressão para baixo, o que pode acabar prejudicando a demanda doméstica de combustível”, disse Dennis Kissler, vice-presidente sênior de negociações do BOK Financial.

O dólar subiu para uma máxima em quatro meses em relação ao euro nesta terça-feira, já que as divisões no Federal Reserve levantaram dúvidas sobre a perspectiva de outro corte nas taxas de juros este ano. Uma moeda norte-americana mais forte torna os ativos cotados em dólar, como o petróleo, mais caros para os detentores de outras moedas.

Wall Street caiu acentuadamente após avisos de uma liquidação do mercado por parte de alguns grandes bancos dos EUA.

A paralisação do governo dos EUA entrou em seu 35º dia, igualando o recorde estabelecido durante o primeiro mandato do presidente Donald Trump como o mais longo da história.

(Reportagem de Seher Dareen em Londres, Ashitha Shivaprasad em Bengaluru e Emily Chow em Cingapura)

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Café passa por correção técnica e recua nas bolsas, mas preços sobem no…


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O mercado do café, que subiu ao longo de quase todo o dia nesta terça-feira (4), voltou a ceder e terminou o dia com leves baixas para os futuros do arábica negociados na Bolsa de Nova York. Os preços acompanharam as perdas das demais commodities negociadas na bolsa norte-americana – como o açúcar, que perdeu mais de 3% – e sentiram também a alta do dólar frente ao real nesta terça-feira. Além disso, o mercado passou por um movimento técnico de correção depois das fortes altas das últimas sessões e do começo do dia de hoje, que trouxe os preços para suas máximas em uma semana, levando o contrato dezembro a superar os US$ 4,00 por libra-peso. 

O vencimento dezembro terminou o dia com 405,25 cents/lb, enquanto o março foi a 385,35 e o maio a 370,80 cents de dólar por libra-peso. 

Na Bolsa de Londres, a movimentação foi bastante semelhante e os preços do robusta registraram o mesmo cenário, devolvendo os ganhos do começo do dia e fechando com leves perdas. As perdas, neste caso, variaram entre US$ 1 e US$ 30,00 por tonelada nas posições mais negociadas, levando o novembro a US$ 4653,00 e o março a US$ 4611,00 por tonelada. 

O diretor do Escritório Carvalhaes, Eduardo Carvalhaes, explica que a importância do robusta tem se intensificado bastante no mercado brasileiro. E assim, as negociações na B3 bateram recorde nesta terça-feira, como ele trouxe em entrevista ao Notícias Agrícolas. Reveja a íntegra:

 

No entanto, como explica o especialista, os fundamentos do mercado permanecem os mesmos: as incertezas climáticas que seguem afetando a produção de café do Brasil e dos demais principais países produtores; os baixos estoques globais, e a expressiva queda em 2025 dos embarques de café do Brasil, maior produtor e exportador mundial. E este cenário é o que ainda mantém uma sustentação às cotações. 

MERCADO NACIONAL

No mercado nacional, os preços do café subiram em, praticamente, todas as praças de comercialização pesquisadas pelo Notícias Agrícolas. As referências do cereja descascado continuam variando entre R$ 2400,00 a R$ 2610,00 por saca. Já o conilon, no mercado disponível, fechou com preços entre R$ 1376,00 e R$ 1400,00 por saca. 

Além dos futuros altos nas bolsas, apesar das correções de hoje, a alta do dólar frente ao real também deram espaço aos ganhos no interior do país. A moeda americana terminou o dia com R$ 5,40  e alta de 0,8%. 





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Milho tem 3ª feira negativa na Bolsa de Chicago e na B3; preços permanecem…


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O milho acompanhou as baixas da soja e fechou a terça-feira (4) no vermelho na Bolsa de Chicago. Os preços do cereal concluíram o dia com baixas que ficaram entre 1,75 e 2,75 pontos nos principais contratos, levando o dezembro a US$ 4,31 e o março a US$ 4,44 por por bushel. 

O mercado sentiu o recuo da oleaginosa, mas também as estimativas da colheita norte-americana que, de acordo com uma projeção da safra da agência internacional Reuters, já estaria concluída em 83%. Há, porém, ainda a ausência dos dados do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sendo sentida pelos traders. 

No entanto, o novo boletim mensal de oferta e demanda do departamento norte-americano foi agendado para o próximo dia 14 e já causa alguma ansiedade entre o mercado. “As expectativas apontam para ajustes negativos nas projeções de produtividade e produção da safra americana, refletindo os impactos do clima e de doenças nas lavouras, o que ajuda a limitar o movimento de queda”, explicam os analistas da Agrinvest Commodities. 

BRASIL: B3 E MERCADO DISPONÍVEL

Na B3, as cotações também fecharam o dia no vermelho, com as posições mais alongadas sentindo uma pressão mais agressiva, com perdas de mais d de 1%. Enquanto o novembro terminou o dia com R$ 68,13 por saca, o maio/26 concluiu os negócios com R$ 72,27 e perda de 1,3%.

Além da pressão vinda de Chicago, o mercado também sente o avanço do plantio da safra de verão, e monitora o clima para o seu desenvolvimento no Brasil. Ainda segundo a Agrinvest, a semeadura do milho verão chega a 42,8% da área, contra 42,1% de 2024 e frente aos 44,5% da média dos últimos cinco anos. 

“E os investidores também aguardam a avaliação dos impactos das fortes chuvas no Paraná”, complementa a consultoria. 

No mercado físico, os preços do milho permaneceram estáveis no interior do Brasil e ainda variam de R$ 46,00 a R$ 62,00 por saca, a depender da praça. Nos portos, o movimento foi semelhante, terminando o dia com R$ 67,00 no disponível em Paranaguá e R$ 68,00 em Santos. 





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