sexta-feira, março 13, 2026

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Trip Cafezal: conexão da Região do Cerrado Mineiro com mercado europeu de…


Carlos Eduardo Bitencourt e a equipe da Cafezal Milano, eleita a melhor cafeteria da Itália em 2025, compartilham conhecimentos em palestras e cursos

A cidade de Patrocínio, na Região do Cerrado Mineiro, será palco de um evento que promete reforçar a conexão entre a tradição cafeeira brasileira e o mercado europeu, nos dias 9 e 10 de julho. A Federação dos Cafeicultores do Cerrado, em parceria com o Sebrae Minas, receberá, durante a Trip Cafezal, Carlos Eduardo Bitencourt, fundador e CEO da Cafezal Milano e sua equipe para uma série de palestras e cursos abertos ao público e ao setor cafeeiro.

A Cafezal Milano Specialty Coffee, reconhecida como Melhor Cafeteria da Itália 2025 pelo prestigiado prêmio BarAwards, é a maior marca independente de café de especialidade do país em número de lojas, destacando-se como referência em sustentabilidade, modelo de negócios inovador, excelência em qualidade e hospitalidade. Em setembro, a Cafezal se tornará a primeira marca italiana de café especial a expandir para outro país, com a inauguração de uma nova loja em Lisboa.

Segundo Juliano Tarabal, diretor executivo da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, este evento simboliza mais do que uma troca técnica: é um passo estratégico para fortalecer o relacionamento da Federação com o mercado europeu, um dos principais compradores de cafés do Cerrado Mineiro.

“A relação com o café brasileiro sempre foi essencial para a Cafezal. Iniciei visitando lavouras em 2014, e então morava na Europa há 8 anos. Desde quando abrir a empresa em 2017, trouxe do Brasil a maior parte dos cafés que usamos em nossas lojas. Em 2024 importamos um container exclusivamente com cafés especiais, sendo a maioria originária do Cerrado Mineiro. Essa proximidade é real e sempre foi constante no passar dos anos”, afirma Carlos Eduardo Bitencourt.

História e propósito compartilhados

A parceria entre a Federação dos Cafeicultores do Cerrado Mineiro e a Cafezal Milano começou em 2024, quando a região realizou um roadshow pela Itália para apresentar seus pilares de qualidade e rastreabilidade. Em Milão, a Cafezal foi anfitriã de um dos eventos-chave, criando uma ponte entre a hospitalidade italiana e a excelência cafeeira do Cerrado.

Agora, em julho de 2025, ocorre o movimento inverso: Carlos – que fundou a marca em 2017, então a primeira torrefação-cafeteria artesanal independente de Milão —  desembarca no Cerrado Mineiro com sua equipe para conhecer de perto as práticas agrícolas, a cultura e a inovação da região.

Durante a Trip Cafezal, Carlos compartilhará sua trajetória empreendedora e o modelo de hospitalidade que consagrou a Cafezal como referência no mercado europeu, tornando-a um dos cases mais relevantes de crescimento sustentável e reposicionamento de produto no setor de hospitalidade independente; os aprendizados por trás da expansão de cinco para seis lojas em Milão e da próxima abertura internacional em Lisboa e a visão que levou a marca a ser eleita melhor cafeteria da Itália 2025 (BarAwards) e a figurar entre as três melhores cafeterias independentes da Europa (European Coffee Awards).

“Acredito que os cafés do Cerrado estão entre os melhores produtos disponíveis hoje para a cafeteria moderna. Além de sua força produtiva e altos volumes, os perfis sensoriais — com notas de chocolate, rapadura e melaço — são ideais para o que eu considero um ótimo espresso e bebidas com leite, amplamente apreciadas no mundo todo. Também encontram-se cafés com personalidade marcante, florais e frutados. Tenho certeza que este aspecto vai ser cada vez mais reconhecido internacionalmente, fazendo o Cerrado Mineiro ser reconhecido tanto quanto uma região de altos volumes, mas também como uma região de excelência em cafés de alta pontuação internacionalmente”, ressalta Bitencourt.

“A Europa tem sido um dos principais destinos dos cafés da Região do Cerrado Mineiro. A Itália, em particular, ocupa um papel central, não apenas como um dos maiores consumidores de café, mas também como um mercado que valoriza a qualidade e a origem dos produtos. Iniciativas como esta fortalecem o posicionamento da região no mercado internacional e promovem a troca de conhecimentos técnicos e comerciais. Essa troca de experiências fortalece a nossa missão de conectar, integrar e desenvolver”, destaca Juliano Tarabal.

Sobre a Cafezal Specialty Coffee

Com cinco lojas físicas em Milão e torrefação própria, a Cafezal Milano também se destaca pelo pioneirismo em produtos como cápsulas compostáveis, drip bags, cold brew autoral pronto para beber (RTD), além de contar com um laboratório de panificação artesanal, uma academia de formação de profissionais, workshops e eventos de imersão para coffee lovers, além de distribuição B2B com rastreabilidade.

Reconhecida como um dos cases mais relevantes de crescimento sustentável e reposicionamento de produto no setor de hospitalidade independente europeu, a Cafezal captou mais de R$ 5,4 milhões (equivalente a €900 mil) por meio de uma operação de equity crowdfunding realizada em 2024, com a adesão de mais de 150 investidores. Atualmente, a empresa está em processo de certificação B-Corp e de adequação de pegada de carbono.

Serviço:

9 de julho – Terça-feira
18h – palestra gratuita: “O mercado italiano de cafés de alta qualidade”, com Carlos Eduardo Bitencourt, fundador da Cafezal Milano
Local: Cooperativa Expocaccer – Patrocínio/MG

10 de julho – Quarta-feira
9h às 12h
Minicurso: Gestão de cafeterias e experiência do cliente
Instrutor: Carlos Eduardo Bitencourt

13h às 17h
Minicurso: Fundamentos e técnicas de barismo italiano
Instrutores: Equipe Barista da Cafezal Specialty Coffee

Local: Centro de Excelência do Café – Patrocínio, MG
Mais informações: https://linktr.ee/regiaocerradomineiro





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Após USDA, mercado volta a olhar o clima e milho abre a 3ªfeira recuando em…


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A terça-feira (01) começa com os preços futuros do milho registrando perdas na Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 61,75 e R$ 71,19 por volta das 10h14 (horário de Brasília). 

O vencimento julho/25 era cotado a R$ 63,15 com desvalorização de 0,55%, o setembro/25 valia R$ 61,75 com perda de 0,36%, o novembro/25 era negociado por R$ 66,20 com baixa de 0,21% e o janeiro/26 tinha valor de R$ 71,19 com queda de 0,31%. 

Mercado Externo 

Na Bolsa de Chicago (CBOT), a terça-feira também começou com movimentações negativas para os preços internacionais do milho futuro, que registravam recuos por volta das 10h06 (horário de Brasília). 

O vencimento julho/25 era cotado a US$ 4,15 com perda de 5 pontos, o setembro/25 valia US$ 4,02 com baixa de 6,75 pontos, o dezembro/25 era negociado por US$ 4,18 com desvalorização de 7,5 pontos e o março/26 tinha valor de US$ 4,34 com queda de 6,75 pontos. 

Segundo informações do site internacional Farm Futures, com um relatório do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sem grandes novidades, o mercado volta a acompanhar as condições de clima para as lavouras dos EUA. 

“Os números de área cultivada e estoques trimestrais de grãos do USDA se aproximaram das expectativas para milho e soja, rapidamente redirecionando o foco do mercado para o clima do Centro-Oeste e para o que tem sido visto como condições de cultivo amplamente favoráveis à cultura”. 

O que pode entrar em campo para mudar a dinâmica nos próximos dias são potenciais acordos comerciais com os Estados Unidos e anúncios de políticas para biocombustíveis. 

“Qualquer um desses acontecimentos pode gerar um rali de cobertura de posições vendidas, o que pode oferecer oportunidades para os produtores comercializarem bushels não vendidos da safra antiga ou recuperarem as vendas da safra nova”, disse McCormick, do AgMarket.Net. 





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Juros elevados no Plano Safra preocupam setor de proteínas animais e podem…


Especialistas apontam risco de retração em tecnologias, infraestrutura e investimentos no confinamento devido ao crédito mais elevado.

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O governo federal anunciou nesta terça-feira (1º) o Plano Safra 2024/25, mas o setor produtivo segue em alerta com a elevação das taxas de juros para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp). A preocupação é que o crédito mais caro desestimule investimentos essenciais para o agro, especialmente nas cadeias de proteínas animais, como suinocultura e confinamento de bovinos, que dependem de financiamento para ampliar infraestrutura e garantir produtividade.

O aumento previsto de até 2 pontos percentuais nas taxas de juros do Plano Safra para programas como o Pronaf e o Pronamp acende um alerta para o setor de proteínas animais. Segundo Valdecir Folador, presidente da Acsurs, o cenário de juros elevados deve inibir ainda mais os investimentos, sobretudo na suinocultura, que já enfrenta dificuldades para financiar melhorias estruturais.

“Com a Selic em 15%, fica praticamente inviável investir em infraestrutura. A rentabilidade atual da suinocultura não é suficiente para arcar com os custos desses financiamentos”, afirmou. Embora o setor esteja atravessando um ano positivo do ponto de vista econômico, com margens dentro da normalidade, o ambiente de crédito mais caro impede avanços significativos. “Não estamos enriquecendo, mas estamos conseguindo pagar as contas. Mesmo assim, com juros altos, não conseguimos sustentar novos investimentos”, completou Folador.

Segundo o analista de mercado da Safra & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os juros elevados do plano safra vão acabar engessando os investimentos dos pecuaristas e também dos produtores. “Isso pode gerar dificuldades para um pecuarista e produtor rural que pretendia fazer investimentos na propriedade e pode ter uma redução no uso de tecnologia”, destacou ao Notícias Agrícolas. 

O analista ainda reportou que como os juros estão altos para muitos produtores rurais, tomar uma linha de crédito  vai ser um risco muito grande, considerando os riscos de mercado. “É uma conta que todos estão fazendo, pois compensa mais colocar o dinheiro em uma renda fixa com risco baixo ou correr riscos com as condições climáticas e de mercado e alocar o capital dentro da propriedade”, comenta.  

A terceirização da engorda por meio de boitel tem ganhado espaço na pecuária brasileira, mas os investimentos do setor privado nesse modelo têm sido afetados pelo encarecimento do crédito. Segundo dados da DSM-Firmenich, atualmente 19,1% dos animais confinados em boitel pertencem a terceiros — um reflexo de um período de expansão puxado por condições financeiras mais favoráveis no passado recente.

“Em 2021, com juros bastante reduzidos, houve um forte impulso nos investimentos em boitel. Muitos investidores viram oportunidade nesse modelo e entraram com força no mercado”, afirmou Walter, da DSM-Firmenich.

Por outro lado, o governo trouxe como uma das novidades o Programa de Transferência de Embriões, uma iniciativa que visa financiar a melhoria genética e a produtividade na cadeia leiteira. O presidente da Associação de Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando) e da Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac), Marcos Tang, considera positivo o interesse em ajudar o produtor a ter uma melhor genética para seus animais, “desde que sejam recursos com juros acessíveis e sem muita burocracia”.

O presidente da Gadolando e da Febrac enfatiza, ainda, que é um trabalho que precisa ser feito com muita parcimônia, com muito cuidado, para que haja um bom uso do dinheiro. “Temos que ver como vai ser o programa, quem tem direito, e aí entra a responsabilidade de todas as associações envolvidas com a cadeia leiteira em dar esse suporte e ajudar na escolha dessas matrizes que serão replicadas”, adianta.





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Produtividade da cana no Centro-Sul cai 12% em maio, aponta CTC – Centro de…


Safra na região Centro-Sul registra 80,8 toneladas por hectare em média

As chuvas irregulares reduziram a média da produtividade dos canaviais em maio no Centro-Sul, de 91 para 80,8 toneladas por hectare (THC), uma queda de 12% em relação ao mesmo mês de 2024.

A maior queda (21,6%) foi registrada na região de Ribeirão Preto (SP), onde a produtividade teve redução de 102,5 toneladas por hectare para 80,4 TCH. Assis foi o destaque positivo, com crescimento de 7,4% (de 88,3 para 89,4 TCH).

As informações são do Boletim De Olho na Safra, produzido com dados da Plataforma de Benchmarking do CTC.

A qualidade da matéria-prima em maio teve uma ligeira redução de 2,1%, de 123,4 quilos por tonelada de cana (kg/tc) para 120,8 kg/tc.

No acumulado abril-maio, a produtividade da cana no Centro-Sul registrou queda de 12% em relação ao mesmo período da safra anterior (de 89,6 toneladas de cana por hectare para 78,8 toneladas de cana por hectare). No acumulado até maio, o ATR caiu 2% (de 120,7 kg/tc para 118,3 kg/tc).

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Vibra Foods estaria ligada ao 1º caso de gripe aviária em granja comercial…


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SÃO PAULO (Reuters) – O primeiro surto de gripe aviária em uma granja comercial no Brasil foi identificado em um fornecedor ligado à processadora de frangos Vibra Foods, de acordo com duas fontes familiarizadas com o assunto, que falaram sob condição de anonimato na sexta-feira.

A empresa não comentou de imediato.

A Vibra possui 15 fábricas no Brasil e exporta para mais de 60 países, de acordo com informações em seu site.

(Reportagem de Ana Mano)

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Sindilat/RS transforma produção do concurso leiteiro em gesto solidário


O tradicional banho de leite, além de comemorar os vencedores do Concurso Leiteiro na Fenasul Expoleite 2025, também foi marcado por um gesto de solidariedade. O Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS) destinou 1.020 litros de leite — volume equivalente à produção registrada durante o concurso — para a Prefeitura Municipal de Esteio, que fará a distribuição entre entidades de assistência social do município.

“Com este gesto, reafirmamos o compromisso da indústria láctea gaúcha com a retomada da produção neste período desafiador, reforçando nossa responsabilidade social e o papel do setor na construção da economia local”, destacou o presidente do Sindilat/RS, Guilherme Portella. O dirigente participou da apresentação ao lado dos produtores premiados, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

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Santa Catarina intensifica medidas de defesa sanitária após confirmação de…


Diante da confirmação do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa)  de um foco de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) no município de Montenegro, no Rio Grande do Sul, a Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (SAR) de Santa Catarina e a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc) emitiram a Nota Técnica n.º 001/2025 com medidas sanitárias visando garantir a proteção do estado e dar segurança aos países importadores.

Por meio da Portaria Mapa n.º 795, de 15 de maio de 2025, foi declarado estado de emergência zoossanitária no município de Montenegro, no Estado do Rio Grande do Sul, por 60 dias, em função da detecção da infecção pelo vírus da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em estabelecimento de aves comerciais.

Com isso, Santa Catarina emite Alerta Máximo para que a avicultura comercial reforce as medidas de biosseguridade. Além disso, o Estado intensifica as ações de defesa sanitária animal, entre elas estão a análise da movimentação e produtos de origem animal vindos da região do foco; o direcionamento da atividade de vigilância ativa em propriedades que receberam animais daquela região nos últimos 30 dias; e orientação aos Postos de Fiscalização Agropecuária (PFFs) da divisa sul para intensificar a inspeção documental e física de todas as cargas de aves e ovos férteis provenientes do Rio Grande do Sul.

Os médicos-veterinários da Cidasc também foram orientados a manter a avaliação criteriosa nos atendimentos de casos suspeitos de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves (SRN) e a Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) é enquadrada. Além de intensificar as orientações durante as vigilâncias e certificações de rotina, tanto em plantéis de aves comerciais, quanto em aves de subsistência, sobre a importância da biosseguridade na prevenção das doenças das aves.

“Santa Catarina é o segundo maior exportador de carne de frango do Brasil, e isso se deve à implementação das normas de biosseguridade na avicultura e pelo trabalho da defesa sanitária, por meio da Cidasc. Seguindo as orientações do governador Jorginho Mello, estamos vigilantes e reforçando todas as medidas para impedir a entrada dessa doença em Santa Catarina. Precisamos que cada um faça sua parte”, afirma o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Carlos Chiodini.

Secretaria e Cidasc alertam que o momento requer atenção máxima e, diante da importância econômica e social da avicultura para o Estado de Santa Catarina, a adoção dessas medidas é de extrema relevância. A depender da evolução do cenário epidemiológico, novas medidas poderão ser adotadas pela Cidasc para proteger a avicultura catarinense.

Os produtores devem reforçar as medidas de biosseguridade e proibir visitas de pessoas alheias ao sistema de produção. “Cabe à Cidasc, a todo o setor produtivo e à sociedade vigiar. Importante também avisar a Cidasc em caso de suspeita de doença nas aves ou de alta mortalidade, além de cuidar muito da biosseguridade de sua produção. Cuidados com a água, com a ração, com telas, calçados e roupas, não ter visitas para entrar no aviário. Fechar as aves de subsistência em um local telado, pois sabemos que o vírus está circulando e temos que manter as aves silvestres afastadas desses ambientes. Importante saber que a carne de aves e ovos não transmitem a doença ao ser humano, podem e devem ser consumidos normalmente”, pontua a presidente da Cidasc, Celles Regina de Matos.

Aves mortas ou com sinais clínicos da doença não devem ser manipuladas. É de extrema importância a comunicação imediata à Cidasc em caso de aves de qualquer espécie apresentando sinais clínicos de Influenza Aviária (sinais respiratórios, neurológicos, tais como dificuldade respiratória, secreção ocular, andar cambaleante, torcicolo ou girando em seu próprio eixo, ou mortalidade alta e súbita). Essa comunicação pode ser realizada utilizando o sistema e-Sisbravet no link: bit.ly/notificarcidasc ou bit.ly/SISBRAVET, ou ainda, diretamente em um escritório local da Cidasc, contatos disponíveis no site cidasc.sc.gov.br/estrutura-organizacional.

Conforme o Mapa, esse é o primeiro foco de IAAP detectado em sistema de avicultura comercial no Brasil. Desde 2006, ocorre a circulação do vírus, principalmente na Ásia, África e no norte da Europa. A Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP), é uma doença das aves causada por vírus. O risco de infecções em humanos pelo vírus da gripe aviária é baixo e, em sua maioria, ocorre entre tratadores ou profissionais com contato intenso com aves infectadas (vivas ou mortas).

Informamos que o consumo da carne de aves e ovos é seguro e não representa qualquer risco ao consumidor final.





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Após terceiro reajuste da Petrobras em 2025, diesel cai mais de 2,6% em…


As reduções foram de 2,65% para o tipo comum e de 2,62% para o S-10 na comparação com a quinze primeirana de abril

De acordo com a mais nova análise do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), levantado que consolida o comportamento de preços das transações nos postos de combustível, trazendo uma média precisa, o diesel comum e o tipo S-10 tiveram preços médios de R$ 6,25 e R$ 6,31, respectivamente, na primeira quinzena de maio. Os valores representam quedas respectivas de 2,65% e 2,62% para os dois tipos de combustível, em comparação com o período equivalente a abril.

“A queda de mais de 2,6% nos preços médios do diesel comum e do tipo S-10 nesta quinze primeirana de maio representa um resgate de R$ 0,17 por litro em relação ao início de abril, um centavo a mais do que o último corte anunciado pela Petrobras às distribuidoras, de R$ 0,16. Esse movimento reflete o terceiro reajuste para baixo elevado pela estatal em 2025 e mostra que o repasse tem chegado às bombas, analisado para aliviar os custos com abastecimento”, Renato Mascarenhas, Diretor de Rede, Operações e Transformação da Edenred Mobilidade.

Com o reajuste, ao analisar os valores médios regionalmente, nota-se que, em comparação com a primeira quinzena de abril, todas as regiões do Brasil acompanharam a média nacional e registraram queda, com destaques para o Sul, que registraram as maiores quedas do País para o diesel comum (3,37%), e para S-10 (3,03%, mesma redução do Centro-Oeste). O Sul foi, também, onde se comercializou, mais uma vez, o diesel mais barato do País, para ambos os tipos. Na região, o diesel comum foi vendido em média a R$ 6,03, enquanto o S-10 foi vendido em média a R$ 6,09.

Já os preços mais caros foram encontrados no Norte, onde se vendeu o diesel S-10 a R$ 6,75, mesmo após queda de 2,03%, e o comum a R$ 6,91, depois de redução de 1,29%.

Na avaliação por estados, o destaque da primeira quinzena de maio foi novamente o Acre, que registrou as maiores médias para os dois tipos de diesel. Após queda de 0,89%, o tipo comum alcançou o valor de R$ 7,78 no estado, enquanto o S-10, que apresentou redução de 1,78%, caiu para R$ 7,73. A maior redução do diesel comum aconteceu em Alagoas, onde o preço médio do combustível recuou para R$ 6,33 após queda de 6,08%.

Já o menor preço médio para o diesel comum foi registrado nos postos do Paraná, a R$ 6,00, após queda de 3,85% na comparação com a primeira quinzena de abril. Enquanto isso, o menor preço do diesel S-10 foi encontrado em Pernambuco, onde se comercializou o combustível a R$ 5,95, depois de queda de 4,49% em comparação ao mesmo período do mês anterior, a maior redução entre todos os estados brasileiros.

Vale ressaltar também que os maiores aumentos nos preços de ambos os tipos de diesel foram registrados no Amazonas, onde os motoristas viram alta de 0,86% no tipo comum, o que elevou o preço médio do combustível para R$ 7,00. Já o S-10 teve alta de 0,28% no estado, chegando ao preço médio de R$ 7,05.

O IPTL é um índice de preços de combustíveis levantado com base nos abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log , com uma estrutura robusta de ciência de dados que consolida o comportamento de preços das transações nos postos, trazendo uma média precisa, que tem grande confiabilidade, por causa da quantidade de veículos administrados pela marca: mais de 1 milhão, com uma média de oito transações por segundo. A Edenred Ticket Log, marca da linha de negócios de Mobilidade da Edenred Brasil, conta com mais de 30 anos de experiência e se adapta às necessidades dos clientes, oferecendo soluções modernas e inovadoras, a fim de simplificar os processos diários.





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Confinamento/Cepea: Custos sobem, mas confinamento deve se manter rentável


Em abril, o custo do confinamento teve nova alta. Segundo pesquisadores do Cepea, esse resultado esteve atrelado aos avanços nos gastos diários de alimentação e operacional e à valorização do boi magro. Mesmo com essa elevação, a rentabilidade da atividade deve se manter positiva, conforme previsão calculada pelo Cepea em parceria com a Tortuga/DSM. Para abates programados para agosto (considerando-se os custos de abril), a previsão de rentabilidade do confinamento é de 1,74%; para abates programados para julho (com custos calculados em março), a previsão é de rentabilidade de 4,34%. 

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Com equilíbrio de oferta e demanda, cotações do mercado de suínos fecham a…


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A sexta-feira (16) termina para o mercado de suínos com preços estáveis. Segundo análise do Cepea, há um cenário de oferta equilibrada com a demanda em quase todas as regiões acompanhadas. 

Agentes consultados pelo Centro de Pesquisas indicam que a procura está firme, mas não se aqueceu como o esperado para um início de mês. Nesse cenário, os preços do suíno vivo e da carne estão praticamente estáveis

Segundo dados da Scot Consultoria, o valor da arroba do suíno CIF em São Paulo ficou estável, com preço médio de R$ 162,00, assim como a carcaça especial, fechando em R$ 12,60/kg, em média.

Conforme informações do Cepea/Esalq sobre o Indicador do Suíno Vivo, referentes à quinta-feira (15), os preços ficaram estáveis nas principais praças: Minas Gerais (R$ 8,53/kg), Paraná (R$ 8,21/kg), Rio Grande do Sul (R$ 8,14/kg), Santa Catarina (R$ 8,14/kg), e São Paulo (R$ 8,63/kg). 

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Fonte:

Notícias Agrícolas





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