quinta-feira, março 12, 2026

Safra

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Movimentações nos portos gaúchos crescem no primeiro mês de 2025


Com 326 embarcações recebidas em janeiro, o complexo portuário do Rio Grande do Sul fechou o primeiro mês de 2025 com um incremento de 7,48% nas movimentações. Juntas, as unidades administradas pela Portos RS somaram 3.562.589 toneladas, com destaque para Rio Grande que obteve um crescimento de 9,44% em relação ao mesmo período do ano passado.

Quando somadas, as operações realizadas no cais público rio-grandino e nos terminais atuantes no distrito industrial alcançaram o total 3.450.632 toneladas. Quanto ao segmento de carga, os granéis sólidos representam 57,3% do total movimentado. Na sequência aparecem as cargas gerais, com 35% de representatividade, e os granéis líquidos, com 7,7%.

Quanto ao crescimento nas movimentações, as cargas de sulfato foram as que mais se destacaram no período, com aumento de 613,43%. Os fosfatos também apresentaram incremento em suas operações e alcançaram um crescimento de 187,11%. As movimentações de cargas de carne registraram uma variação positiva de 39,27% e a celulose outros 29,92%.

Outra atividade que manteve a tendência de crescimento foi a de movimentação de contêineres. Em comparação com o mesmo período de 2024, o complexo portuário rio-grandino contabilizou um aumento de 46,27% e alcançou uma movimentação total de 84.643 TEUs, unidade de medida correspondente a um contêiner de 20 pés.

As exportações neste primeiro mês tiveram como países de destino o Vietnã (449.266t), a China (403.103t), a Arábia Saudita (131.329t), a Coreia do Sul (120.336t) e os Estados Unidos (89.356t). Já as importações tiveram como origem a China (267.743t), a Argentina (184.714t), o Peru (57.537t), a Noruega (54.253t) e os Estados Unidos (50.924t).

Pelotas

No Porto de Pelotas, as operações alcançaram 89.093 toneladas. As toras de madeira, utilizadas para a produção de celulose, foram responsáveis pela maior parte dessas movimentações e alcançaram 86.302 toneladas. Já o clínquer, que é o cimento em sua fase bruta de fabricação, respondeu por 2.791 toneladas movimentadas em janeiro.

Porto Alegre

O cais público da capital registrou a movimentação de 28.864 toneladas. Os insumos para a produção de fertilizantes são os principais produtos recebidos pela unidade e totalizaram 12.819 toneladas em janeiro. O trigo aparece logo em seguida, com uma movimentação de 10.743 toneladas e os carregamentos de sal encerraram o mês com 5.302 toneladas.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Exportações do agro capixaba iniciam 2025 batendo recorde em geração de divisas


O ano de 2025 começou bem para as exportações do agro. Em janeiro, as divisas geradas com as exportações do agronegócio no Espírito Santo somaram mais de US$ 320,9 milhões (ou quase R$ 2 bilhões). Esse valor obtido em apenas um mês superou todo o valor gerado com o comércio exterior do agro capixaba desde o início da série histórica para o mês de janeiro. O resultado representa um crescimento de 63,9%, em relação ao mesmo período de 2024 (US$ 195,8 milhões).

O crescimento no valor de exportações do Estado foi consideravelmente superior em relação aos dados nacionais, em que o índice do Brasil decresceu 5,3% no valor comercializado e caiu 21,2% em volume. Mais de 220,6 mil toneladas de produtos do agro capixaba foram embarcadas para o exterior.

As maiores variações positivas no valor comercializado foram para café solúvel (+168,1%), pescados (+130,2%), café cru em grãos (+119,1%), álcool etílico (+40,7%), gengibre (+22,9%), mamão (+18,9%) e celulose (+0,7%).

Em relação ao volume comercializado, houve variações positivas: pescados (+139,6%), café solúvel (+87,5%), álcool etílico (+48,1%), gengibre (+35,2%), café cru em grãos (+21,4%), mamão (+18,9%), carne de frango (+11,8%).

“O ano de 2025 começou com um desempenho excelente para o agronegócio capixaba, que teve em janeiro um valor recorde. Superamos em 63,9% todo valor em janeiro do ano passado, que já era um recorde. As divisas somaram quase 2 bilhões de reais, devido aos preços internacionais estarem em alta para boa parte de nossos produtos, contando também com a alta do dólar. Esses fatores levaram a um aumento expressivo no valor comercializado pelo Espírito Santo. O café capixaba manteve o bom desempenho e ampliou os volumes e valores exportados, correspondendo agora por 63% de todos os produtos”, comemora o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Enio Bergoli.

Os três principais produtos da pauta das exportações do agronegócio capixaba — complexo cafeeiro, celulose e pimenta-do-reino — representaram 95% do valor total comercializado de janeiro a dezembro de 2025.

No primeiro mês do ano, nossos produtos foram enviados para 87 países. Os Estados Unidos se destacam como principal parceiro comercial, com 15% do valor comercializado, seguido pela China com 9%. Além disso, a participação relativa do agronegócio nas exportações totais do Espírito Santo de janeiro a dezembro foi de 35,7%. “Os dados reforçam a competitividade do agro perante os outros setores no cenário internacional. Isso é fruto de muito trabalho e resiliência dos produtores e das agroindústrias do Espírito Santo, que conseguem atingir mercados em todos os continentes com produtos de qualidade e sustentáveis”, pontua Enio Bergoli

Em janeiro, dez produtos se destacaram em geração de divisas. O complexo cafeeiro ficou em primeiro lugar com US$ 202,1 milhões (63%), seguido por celulose com US$ 82,3 milhão (25,7%), pimenta-do-reino com US$ 21,2 milhões (6,6%), álcool etílico com US$ 2,7 milhões (0,85%), mamão com US$ 2,5 milhões (0,79%), carne bovina com US$ 1,8 milhão (0,57%), chocolates e preparados com cacau com US$ 1,8 milhão (0,55%), gengibre com US$ 1,1 milhão (0,34%), pescados com US$ 781 mil (0,24%) e carne de frango com US$ 617 mil (0,19%). O conjunto de outros diversos produtos do agronegócio somou US$ 3,9 milhões (1,21%).

Vale destaque o complexo cafeeiro, que, na pauta de exportação de 2024, ficou em primeiro lugar pela quarta vez na história, respondendo por 60% de todo o valor gerado. No primeiro mês de 2025, a participação aumentou para 63%. A alta de preços no mercado internacional contribuiu para a ampliação desse valor.

“O complexo cafeeiro segue com destaque das exportações do agronegócio, já consolidado como principal arranjo produtivo agrícola em geração de divisas, superando e muito as exportações de celulose. E o café conilon, principal formador de renda no meio rural do Estado, foi o grande responsável por alavancar esses resultados. Vale lembrar que o conilon está presente em cerca de 50 mil propriedades rurais capixabas”, complementa Bergoli.

Nesse primeiro mês de 2025, o Espírito Santo também foi o Estado que mais exportou gengibre, pimenta-do-reino e mamão, com participação em relação ao total nacional de 53%, 78,5% e 41%, respectivamente. Além disso, superou o Estado de São Paulo na comercialização do complexo cafeeiro, envolvendo café cru em grãos, solúvel e torrado/moído, conquistando a segunda posição no ranking nacional das exportações totais de café e derivados.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Nesta terça (18), áreas do Porto de Santos terão desligamento de energia


Corte de energia se deve a obras na rede de gás encanado

Nesta terça-feira (18/02), a partir das 8h da manhã, algumas áreas do Porto de Santos (margem direita, entre Saboó e Outeirinhos, próximo ao terminal de cruzeiros) terão corte de energia elétrica. O desligamento da rede de média tensão será feito para garantir segurança da realização de serviços em redes de infraestrutura referentes à canalização de gás. O desligamento está previsto para ser mantido até às 17h.

Atenção especial ao não funcionamento dos sistemas de semáforos da Avenida Augusto Barata. Solicita-se aos motoristas que evitem esta via.

Importante salientar que o fornecimento de energia poderá ser reestabelecido antes do horário previsto, sem prévio aviso. Por isso, a Autoridade Portuária de Santos (APS) orienta que não sejam efetuados serviços nas proximidades da rede (a menos que haja desligamento de acordo normas de segurança).

A programação poderá ser cancelada ou alterada em caso de mau tempo ou necessidade urgente de atendimento técnico pelas equipes.

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio

Fonte:

Autoridade Portuária/Porto de San





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Ações europeias registram recorde de fechamento com impulso de papéis de defesa


Logotipo Reuters

 

Por Nikhil Sharma e Johann M Cherian

(Reuters) – As ações europeias registraram um recorde de fechamento nesta segunda-feira, impulsionadas pelos papéis do setor de defesa, com investidores precificando a probabilidade de aumento dos gastos militares na região, após a crescente pressão dos Estados Unidos.

O índice pan-europeu STOXX 600 fechou em alta de 0,54%, a 555,42 pontos, seu maior nível de fechamento de todos os tempos, com o setor aeroespacial e de defesa na liderança dos ganhos setoriais com um salto de 4,6%, o maior avanço diário desde que a Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2022.

As ações de empresas de defesa subiaram: a italiana Leonardo teve alta de 8,1%, a sueca Saab AB saltou 16,2% e a britânica BAE Systems avançou 8,9%. Já o conglomerado alemão Thyssenkrupp, que está buscando cindir sua divisão de navios de guerra TKMS, subiu 19,8%, atingindo seu maior nível em mais de um ano.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse que irá propor a isenção da defesa dos limites da União Europeia sobre os gastos do governo, em um momento em que o presidente dos EUA, Donald Trump, pediu aos membros europeus da Otan que financiem a própria defesa do continente contra um possível ataque russo.

Os líderes europeus se reuniram em Paris para uma cúpula de emergência sobre a Ucrânia, depois que as autoridades dos EUA sugeriram que a Europa não terá nenhum papel nas próximas negociações destinadas a encerrar o conflito com a Rússia.

“Os governos europeus estão prontos para ampliar ainda mais seus planos de gastos com defesa nos próximos anos, o que deve beneficiar os preços das ações das empresas europeias de defesa”, disse Jack Allen-Reynolds, economista-chefe adjunto para a zona do euro da Capital Economics.

O avanço dos rendimentos dos títulos de renda fixa impulsionaram a alta de 1% do setor bancário, que foi negociado próximo a um recorde em 17 anos, enquanto as ações imobiliárias sensíveis a juros perderam 0,7%.

Em LONDRES, o índice Financial Times avançou 0,41%, a 8.768,01 pontos.

Em FRANKFURT, o índice DAX subiu 1,26%, a 22.798,09 pontos.

Em PARIS, o índice CAC-40 ganhou 0,13%, a 8.189,13 pontos.

Em MILÃO, o índice Ftse/Mib teve valorização de 0,92%, a 38.327,72 pontos.

Em MADRI, o índice Ibex-35 registrou alta de 0,47%, a 13.016,90 pontos.

Em LISBOA, o índice PSI20 desvalorizou-se 0,46%, a 6.623,32 pontos.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Média diária de exportação de milho em fevereiro/25 é ligeiramente inferior…


Logotipo Notícias Agrícolas

Nesta segunda-feira (17) a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) informou que o volume embarcado de milho não moído (exceto milho doce) até aqui em fevereiro atingiu 827.009,1 toneladas. O volume representa 48,27% do total exportado no mesmo mês do ano passado, que ficou em 1.713.086,3 toneladas.     

Sendo assim, a média diária de embarques nestes 10 primeiros dias úteis do mês ficou em 82.700,9 toneladas, representando queda de 8,3% com relação a média diária embarcadas de fevereiro do ano anterior, em ficou em 90.162,4 toneladas. 

O Analista de Inteligência de Mercado de Milho da StoneX, Raphael Bulascoschi, aponta que a expectativa para o ano de 2025 é de volume alto das exportações de milho do Brasil, mas o montante será definido pelo tamanho da safra total do país. 

“A exportação vai ser a variável de ajuste. Aqui na StoneX a gente estima a safra total de milho, primeira, segunda e terceira, em 146 milhões de toneladas, então devemos ver um volume de exportação bom, mas claro, isso vai depender se vamos conseguir mesmo colher todo esse volume ao longo do ano”, aponta Bulascoschi. 

Com relação ao faturamento, o Brasil arrecadou um total de US$ 184,119 milhões no mês, contra US$ 389,357 milhões de todo fevereiro/24. O que na média diária deixa o atual mês com baixa de 10,2% ficando com US$ 18,411 milhões por dia útil contra US$ 20,492 milhões em fevereiro do ano anterior.                    

O preço médio pago pela tonelada do milho brasileiro também recuou 2% dos US$ 227,30 registrados em janeiro de 2024 para os US$ 222,60 contabilizados em fevereiro/25. 





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Volume médio exportado de café não torrado ficou em 100,7 milhões de…


Logotipo Notícias Agrícolas

Dados divulgados pela Secretária de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira (17) apontam que a média diária exportada do café não torrado durante os dez primeiros dias úteis de fevereiro/25 foi de 10,072 toneladas, registrando uma baixa de 11,6% se comparado com o embarcado no mês inteiro de fevereiro/24 que teve uma média de 11,395 toneladas. O  volume total exportado nos dez primeiros dias úteis de fevereiro/25 ficou em 100,723 milhões de toneladas, e no mês inteiro de fevereiro do ano passado foi de 216,518 milhões de toneladas. 

O faturamento total das exportações do produto nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 foi de US$ 595,701 milhões, comparados a US$ 750,778 milhões registrados nos 19 dias de fevereiro de 2024. Já o faturamento diário ficou em US$ 59,570 milhões nos dez dias úteis de fevereiro/25, registrando um aumento de 50,8% comparado ao mês inteiro de fevereiro de 2024, onde a média foi de US$ 39.514 milhões. 

Já sobre o valor negociado para o grão nos dez dias úteis de fevereiro/25 houve um avanço de 70,6% comparado ao mês inteiro de fevereiro/24. A média ficou em US$ 5.914 (dez dias úteis de fevereiro/25), comparado a US$ 3.467,50 (fevereiro/24).  

Café torrado, extratos, essências e concentrados

O faturamento com as exportações para o café torrado, extratos, essências e concentrados nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 foi de US$ 46,461 milhões, sendo que no mês inteiro de fevereiro de 2024 a receita total ficou em US$ 61,361 milhões. A média diária do faturamento foi de US$ 4,646 milhões nos dez primeiros dias de fevereiro/25, e registrou um avanço de 43,9% frente a média diária do mês inteiro de fevereiro/24 que ficou em US$ 3,229 milhões.

O volume embarcado do grão nos dez dias úteis de fevereiro/25 atingiu 3,802 toneladas, comparado a 7,136 toneladas dos 19 dias do mês de fevereiro/24. A média diária foi de 380 toneladas (dez dias úteis de fevereiro/25), registrando um aumento de 1,2% comparado ao mês inteiro de fevereiro/24 que foi de 375 toneladas. 

Com relação ao preço médio, nos dez primeiros dias úteis de fevereiro de 2025 o produto foi negociado a US$ 12.219,20 e teve uma valorização de 42,1% frente ao preço médio negociado durante todo o mês de fevereiro de 2024, que foi de US$ 8.598,10. 
 





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Volume exportado de carne bovina alcança 99,8 mil toneladas até segunda…


Nesta segunda-feira (17), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) divulgou que os embarques de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada alcançaram 99,8 mil toneladas até a segunda semana de fevereiro/25. No ano anterior, o mês de fevereiro exportou 178,5 mil toneladas em 19 dias úteis.

Já a média diária exportada até a segunda semana de fevereiro/25 ficou em 9,9 mil toneladas e registrou alta de 6,2%, quando se compara com a média observada em fevereiro de 2024, que estava em 9,3 mil toneladas.

Os preços médios pagos pela carne bovina ficaram próximos de US$ 4.948 mil por tonelada até a segunda semana de fevereiro/25, isso representa um ganho anual de 9,3%, quando se compara com os valores observados em fevereiro de 2024, em que estavam precificados em US$ 4,526 mil por tonelada. 

O valor negociado para a carne bovina até a segunda semana de fevereiro ficou em US$ 494,078 milhões, sendo que no ano anterior a receita total foi de US$ 808,285 milhões.

A média diária do faturamento ficou em US$ 49,407 milhões e registrou um ganho de 16,1%, frente ao observado no mês de fevereiro do ano passado, que ficou em US$ 42,541 milhões.

 





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Faturamento e toneladas por média diária de carne suína exportada até a 2ª…


Logotipo Notícias Agrícolas

De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, divulgadas nesta segunda-feira (17), as exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada, até a segunda semana de fevereiro (10 dias úteis) avançaram consideravelmente em relação a fevereiro de 2024.

A receita obtida até o momento, US$ 135.399,688 representa 71,00% do total arrecadado em todo o mês de fevereiro de 2024, que foi de US$ 190.693,807. No caso do volume embarcado, as 54.276,826 toneladas representam 54,34% do total registrado em fevereiro do ano passado, quantidade de 84.354,669 toneladas.

O faturamento por média diária até o momento do mês de fevereiro foi de US$ 13.539,968, quantia 34,9% a mais do que fevereiro de 2024. No comparativo com a semana anterior, houve diminuição de 13,97% observando os US$ 15.739,143, vistos na semana passada.

No caso das toneladas por média diária, foram 5.427,6826, houve elevação de 22,3% no comparativo com o mesmo mês de 2024. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se diminuição de 13,93%, comparado às 6.306,417 toneladas da semana passada.

Já o preço pago por tonelada, US$ 2.494,613, é 10,4% superior ao praticado em fevereiro passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa tímida queda de 0,04% em relação aos US$ 2.495,734 anteriores.
 





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Açúcar: preços sobem em Londres pela sexta sessão seguida com mercado atento…


Logotipo Notícias Agrícolas

Os futuros do açúcar branco fecharam esta segunda-feira (17) contabilizando altas pela sexta sessão seguida na Bolsa de Londres, diante de preocupações com a produção indiana. O preços avançaram mais de 1% entre os contratos mais negociados. Não houve negociações na Bolsa de Nova Iorque por conta do feriado do Dia do Presidente.

O contrato maio/25 subiu US$ 9,70, cotado a US$ 547,20 por tonelada (+1,80%). O agosto/25 avançou US$ 6,60, para US$ 528,00 por tonelada (+1,27%). O outubro/25 teve alta de US$ 5,20, sendo negociado a US$ 517,40 por tonelada (+1,02%), enquanto o março/26 subiu US$ 4,70, fechando em US$ 512,70 por tonelada (+0,93%).

A Bloomberg destaca que a produção de açúcar na Índia pode cair para 26 milhões de toneladas depois que uma doença prejudicou a safra de cana em sua principal região produtora de Uttar Pradesh, de acordo com informações de Ravi Gupta, diretor executivo da grande produtora Shree Renuka Sugars Ltd. A declaração foi feita na última semana, durante a Dubai Sugar Conference. Esse número é cerca de 1 milhão de toneladas menor do que a maioria das estimativas da indústria.

O açúcar branco de Londres tem suporte nessas notícias. Como aponta a Bloomberg, Gupta disse também que há uma forte demanda por açúcar branco ao mesmo tempo que há suprimentos menores da União Europeia e da Tailândia. “A oferta restrita de açúcar refinado aumentará o prêmio do açúcar branco em relação ao açúcar bruto após um período de preços baixos”, acrescentou.

Segundo ele, os preços mundiais do açúcar precisam ficar acima de US$ 530/tonelada para incentivar as exportações. “Para que exportações de 1 milhão de toneladas aconteçam, o mercado mundial precisa subir para precificar o açúcar indiano”, conclui o diretor executivo da Shree Renuka Sugars.

Segundo análise de Arnaldo Luiz Correa, diretor da Archer Consulting, “o consenso entre os participantes do evento [em Dubai] é que o clima será o principal fator de influência nos preços, seguido pelos fundamentos do mercado. A pesquisa realizada durante o evento revelou que 60% dos participantes estimam a produção brasileira entre 40 e 42 milhões de toneladas, enquanto 21% esperam algo entre 38 e 40 milhões, e o restante aposta em um volume entre 42 e 44 milhões de toneladas”.

Porém como ressalta Correa, “o entusiasmo gerado por eventos internacionais como o de Dubai é natural, muitas vezes impulsionado pelo clima positivo das interações e reuniões festivas. No entanto, o mercado precisará de dados concretos a partir de abril, especialmente sobre o tamanho da safra brasileira e as condições climáticas em Índia, China e Tailândia, que podem influenciar significativamente a oferta global”.

Mercado interno

No mercado físico brasileiro, o indicador Cepea Esalq mostra, em São Paulo, o açúcar cristal branco com valor de R$ 142,55/saca, queda de 0,26%. O açúcar cristal em Santos (FOB) tem valor de R$ 146,66, alta de 0,14%. O cristal empacotado em São Paulo vale R$ 16,2645/5kg, baixa de 2,28%. O refinado amorfo está cotado em R$ 3,6306/kg. O VHP tem preço de R$ 119,71/saca.

Em Alagoas, também com base no que mostra o indicador Cepea Esalq, o preço do açúcar está em R$ 154,31/saca, valorização de 3,10%. Na Paraíba, a cotação é de R$ 144,11/saca. Em Pernambuco, o adoçante vale R$ 147,55/saca.





Source link

AgroNewsPolítica & AgroSafra

Frango: volume e faturamento das exportações até a 2ª semana de fevereiro…


Logotipo Notícias Agrícolas

De acordo com informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, divulgadas nesta segunda-feira (17), as exportações de carne de aves e suas miudezas comestíveis, frescas, refrigeradas ou congeladas até a segunda semana de fevereiro (10 dias úteis), atingiram mais de 70% referentes ao volume e faturamento de fevereiro do ano passado.

A receita obtida com as exportações de carne de frango até o momento no mês de fevereiro, US$ 460.596,979, representa 72,06% do total arrecadado em todo o mês de fevereiro de 2024, que foi de US$ 639.124,931. No caso do volume embarcado, as 259.770,24 toneladas representam 70,48% do volume registrado em fevereiro de 2024, quantidade de 368.530,306 toneladas.

O faturamento por média diária até este momento do mês foi de US$ 46.059,6979 quantia 36,9% a mais do que o registrado em fevereiro de 2024. No comparativo com a semana anterior, houve queda de 10,46% quando comparado aos US$ 51.442,724 vistos na semana passada.

No caso das toneladas por média diária, foram 25.977,024, houve aumento de 33,9% no comparativo com o mesmo mês de 2024. Quando comparado ao resultado no quesito da semana anterior, observa-se retração de 9,44% em relação às 28.686,752 toneladas da semana anterior.

Já o preço pago por tonelada, US$ 1.773,093, é 2,2% superior ao praticado em fevereiro do ano passado. O resultado, frente ao valor atingido na semana anterior, representa redução de 1,12% no comparativo ao valor de US$ 1.793,257 visto na semana passada.

 





Source link