quinta-feira, março 12, 2026

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IPCA sobe 0,44% em setembro, diz IBGE


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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu 0,44 por cento em setembro, após baixa de 0,02 por cento no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira.

No acumulado de 12 meses até setembro, o IPCA teve alta de 4,42 por cento, contra alta 4,24 por cento do mês anterior.

Pesquisa da Reuters apontou que a expectativa de analistas era de alta de 0,46 por cento em setembro BRCPI=ECI, acumulando em 12 meses alta de 4,43 por cento BRCPIY=ECI.

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Dólar sobe em linha com emergentes com China e Oriente Médio em foco


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Por Fernando Cardoso

SÃO PAULO (Reuters) – O dólar subia frente ao real nesta quarta-feira, em linha com a força da moeda dos EUA no exterior, à medida que investidores analisavam dados do IPCA de setembro, que vieram praticamente em linha com o esperado, e avaliavam os efeitos de fatores externos sobre as divisas de países emergentes.

Às 9h46, o dólar à vista subia 0,51%, a 5,5614 reais na venda. Na B3, o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento tinha alta de 0,37%, a 5,571 reais na venda.

Nesta sessão, o real acompanhava o movimento de seus pares emergentes, que ampliavam as perdas frente à moeda norte-americana diante de um cenário de incertezas para ativos de maior risco, com investidores aguardando notícias de China e Oriente Médio.

O governo chinês anunciou nesta quarta que o Ministério das Finanças realizará uma entrevista coletiva de imprensa no sábado para detalhar as medidas fiscais de estímulo que adotará para impulsionar a economia do país, um dia depois de os mercados se decepcionarem com a apresentação de um planejador estatal.

O otimismo pelas medidas de estímulo na China se dissipou na sessão de terça-feira, derrubando moedas de países emergentes, cujas exportações de diversas mercadorias, principalmente commodities, estão atreladas ao grande mercado consumidor da segunda maior economia do mundo.

“O pacote da China pode mexer bastante no mercado se for razoável ou até estimulador. Se houver um incentivo bem relevante, a tendência é que as commodities venham a subir, favorecendo exportadores de commodities como o Brasil”, disse Thiago Avallone, especialista em câmbio da Manchester Investimentos.

A aversão ao risco em mercados emergentes se mantinha nesta sessão, com o dólar avançando sobre divisas como o peso chileno, o rand sul-africano e o peso mexicano.

A moeda dos EUA ainda era beneficiada pelo cenário incerto no Oriente Médio, com investidores avaliando se a recente escalada nas tensões geopolíticas pode provocar uma guerra ampla entre Israel e Irã.

Por outro lado, os rendimentos dos Treasuries estavam praticamente estáveis, após forte avanço recente na esteira de movimento de reavaliação de expectativas sobre o ciclo de afrouxamento monetário do Federal Reserve.

O índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,21%, a 102,700.

Todas as atenções na quinta-feira se voltarão à divulgação de novos dados de inflação ao consumidor nos Estados Unidos, com agentes financeiros em busca de sinais sobre a trajetória de juros do Fed.

Mais tarde nesta sessão, os mercados avaliarão a ata da mais recente reunião do banco central dos EUA, quando as autoridades decidiram reduzir a taxa de juros em 50 pontos-base a fim de enfrentar o enfraquecimento do mercado de trabalho.

No cenário doméstico, o foco estava nos dados do IPCA de setembro, divulgados na abertura da sessão. O índice acelerou para uma alta de 0,44% no mês, ante queda de 0,02% em agosto. Em 12 meses, a inflação brasileira chegou a 4,42%. Economistas esperavam alta de 0,46% no mês, segundo pesquisa da Reuters.

Após os dados, houve movimentação na curva de juros brasileira, com juros futuros subindo, à medida que a alta dos preços se aproximou do teto da meta de inflação de 4,50%, provocando consolidação de apostas de aumento da taxa Selic em novembro.





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Minério de ferro despenca em Dalian com menor otimismo quanto a estímulos da…


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CINGAPURA (Reuters) – Os preços dos contratos futuros de minério de ferro na bolsa de Dalian despencaram nesta quarta-feira, já que a ausência de novas medidas fiscais da China após o amplo pacote de estímulos divulgado decepcionou os investidores e fez com que desaparecesse o frenesi do mercado.

O contrato de janeiro do minério de ferro mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou a sessão do dia com queda de 3,6%, a 777,5 iuanes (110,12 dólares) a tonelada, depois de cair mais de 4% no início das negociações.

O minério de ferro de referência para novembro na Bolsa de Cingapura, no entanto, subiu 0,2%, para 105,2 dólares a tonelada.

Os contratos futuros de metais caíram depois que Pequim deixou de apresentar medidas significativas de estímulo para impulsionar o crescimento econômico, disseram os analistas do ANZ em nota.

A expectativa era de que uma coletiva de imprensa realizada pelo planejador econômico da China trouxesse detalhes sobre as medidas de estímulo fiscal que o Politburo havia solicitado. Mas, em vez disso, foram reiterados os planos para impulsionar o investimento, disse o ANZ.

“Os preços recuaram devido às expectativas claramente exageradas em relação ao estímulo chinês”, disseram os analistas do Westpac.

A China disse na terça-feira que estava “totalmente confiante” que atingiria sua meta de crescimento para o ano inteiro, mas não introduziu medidas fiscais mais fortes, decepcionando os investidores que haviam apostado em mais apoio político para colocar a economia de volta nos trilhos.

O mercado precisa ver sinais de recuperação chinesa sustentável e crescimento econômico antes que o complexo de metais industriais possa obter ganhos de longo prazo, disse o ING.

(Reportagem de Gabrielle Ng)

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Mercado cafeeiro inicia 4ª feira (09) com preços mistos nas bolsas…


Preços continuam atrelados à previsão de chuvas nas principais áreas cafeeiras

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Segundo pesquisadores do Cepea, a pressão sobre os valores está atrelada à previsão de chuvas mais expressivas para o cinturão cafeeiro brasileiro a partir da segunda semana de outubro. Estas precipitações são muito aguardadas pelo setor, já que as lavouras estão em forte déficit hídrico, sendo necessários floração e pegamento mais robustos para a produção da safra 2025/26. “No geral, a condição das lavouras é tão precária que dificilmente haverá uma recuperação total para a próxima temporada” completou os pesquisadores. 

Perto das 9h (horário de Brasília), o arábica registrava alta de 205 pontos no valor de 250,25 cents/lbp no vencimento de dezembro, um aumento de 175 pontos no valor de 248,70 cents/lbp no de março/25, e um aumento de 180 pontos no valor de 246,95 cents/lbp no de maio/25.

Já o robusta apresentava queda de US$ 21 no valor de US$ 4.835/tonelada no contrato de novembro/24, uma queda de US$ 13 no valor de US$ 4.673/tonelada no de janeiro/25, e uma baixa de US$ 2 no valor de US$ 4.511/tonelada no de março/25.

De acordo com o Escritório Carvalhaes, os estoques mundiais de café são baixos, sem perspectivas de recomposição nos próximos anos. Nesta terça-feira (08), os estoques de cafés certificados na ICE caíram 6.071 sacas, fechando o dia em 807.785 sacas. Há um ano eram de 442.222 sacas. 

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Fonte:

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Ibrafe: Ainda tímidos compradores voltam as compras


Mercado ontem com mais compradores ativos. Após ocorrerem alguns negócios por R$ 230 de Feijão-carioca com cor 9 acima e boa umidade com cerca de 90% de grãos peneira 12 a grande maioria dos produtores que tem mercadoria nesta condição preferiu novamente sair de mercado e esperar. No caso do Feijão-preto também ocorreu mais negócios durante o dia de ontem. Analisar o fluxo mensal de estoque e demanda tem permitido melhor análise por parte de compradores e vendedores. Do total levantado pela CONAB ainda continuam somando no item Feijão-cores o carioca, rajado e vermelhos.

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Ibovespa recua com Vale e Petrobras entre maiores pressões; Usiminas sobe


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Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) – O Ibovespa recuava nesta quarta-feira, com Vale e Petrobras entre as maiores pressões de baixa seguindo o declínio do minério de ferro e do petróleo, enquanto Usiminas saltava 6% após “upgrade” do Morgan Stanley.

Por volta de 11h, o Ibovespa caía 0,9%, a 130.330,77 pontos. O volume financeiro somava 3,33 bilhões de reais.

Investidores continuam atentos à China, onde o governo divulgou que o Ministério das Finanças detalhará no sábado planos de estímulo fiscal para impulsionar a segunda maior economia do mundo, após anúncio na véspera decepcionar.

Há uma expectativa sobre quais medidas fiscais o governo chinês adotará e qual o tamanho delas, após o banco central do país e outros órgãos reguladores anunciarem, em setembro, as medidas de estímulo monetário mais agressivas desde a pandemia do Covid-19.

Ainda no exterior, a ata da última decisão de juros do Federal Reserve, quando a taxa foi reduzida em 0,5 ponto, também é destaque na agenda, principalmente após a primeira dissidência de um membro na diretoria em 19 anos.

No Brasil, o IBGE mostrou que o IPCA de setembro acelerou em relação a agosto, com alta de 0,44%, após variação negativa de 0,02% no mês anterior, mas ainda ficou ligeiramente abaixo das previsões (+0,46%), Em 12 meses, subiu 4,42%.

“O resultado de setembro confirma as principais expectativas para os números de inflação, alta de alimentação, repasse cambial dentro do padrão histórico e serviços em desaceleração gradual”, afirmaram economistas do Bradesco em nota a clientes.

“Esse movimento é importante por si só, mas especialmente em um momento em que o crescimento tem surpreendido para cima, com mercado de trabalho aquecido”, acrescentaram.

 

DESTAQUES

– VALE ON recuava 1,1%, seguindo os futuros do minério de ferro na China. O contrato mais negociado na Bolsa de Mercadorias de Dalian (DCE) da China encerrou a sessão do dia com queda de 3,6%, ainda sob efeito da frustração de agentes financeiros com a ausência de novas medidas de estímulo para a segunda maior economia do mundo.

– PETROBRAS PN cedia 1,01%, com os preços do petróleo no exterior titubeando após forte queda na véspera. O barril de Brent era negociado com variação negativa de 1,89%, a 75,72 dólares.

– USIMINAS PNA disparava 6,81%, ajudada por relatório do Morgan Stanley elevando a recomendação dos papéis para “overweight”, com preço-alvo de 9,70 reais, um upside potencial de cerca de 60% ante o fechamento de terça-feira.

– ITAÚ UNIBANCO PN caía 0,82%, pesando negativamente também, enquanto BANCO DO BRASIL ON recuava 0,78%, BRADESCO PN mostrava declínio de 1,05% e SANTANDER BRASIL UNIT perdia 0,14%.

– CYRELA ON avançava 0,78%, após prévia operacional mostrar crescimento de 41% na vendas no terceiro trimestre em relação ao mesmo período do ano anterior. Ainda no setor, MRV&CO ON subia 0,51%, também tendo no radar dados operacionais do período de julho a setembro, com expansão de 24% nas vendas no segmento de incorporação.

– ELETROBRAS ON perdia 0,98%, tendo no radar notícia de que a companhia assinou conversão dos contratos de compra e venda de energia (CCVEEs) em contratos de energia de reserva (CERs) de seis usinas termelétricas na Região Norte que está vendendo para a Âmbar Energia.

– MULTIPLAN ON caía 1,52%, sofrendo com o viés negativo generalizado, enquanto analistas também repercutem anúncio da companhia de que assinou um memorando de entendimentos para a venda de 25% de participação no JundiaíShopping, em São Paulo, por 251,4 milhões de reais.

– INTELBRAS ON, que não está no Ibovespa, cedia 1,45%, após divulgar que seu presidente, Altair Angelo Silvestri, deixará o cargo a partir de 31 de março do próximo ano. Ele será substituído por Henrique Fernandez, atual diretor superintendente de negócios da BU TIC, que assumirá a função a partir de 1º de abril de 2025.





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Após recuar nos últimos pregões, milho abre a 4ªfeira com altas em Chicago


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A quarta-feira (09) começa com os preços futuros do milho operando no campo positivo da Bolsa Brasileira (B3). As principais cotações flutuavam na faixa entre R$ 67,98 e R$ 72,66 por volta das 10h07 (horário de Brasília). 

O vencimento novembro/24 era cotado à R$ 67,98 com elevação de 0,32%, o janeiro/25 valia R$ 71,45 com alta de 0,22% e o março/25 era negociado por R$ 72,66 com ganho de 0,35%. 

Mercado Externo 

A Bolsa de Chicago (CBOT) também abriu as atividades desta quarta-feira contabilizando movimentações positivas para os preços internacionais do milho futuro, que avançavam por volta das 09h44 (horário de Brasília). 

O vencimento dezembro/24 era cotado à US$ 4,22 com valorização de 2,00 pontos, o março/25 valia US$ 4,40 com alta de 2,00 pontos, o maio/25 era negociado por US$ 4,49 com elevação de 2,00 pontos e o julho/25 tinha valor de US$ 4,55 com ganho de 2,00 pontos. 

Segundo informações do site internacional Farm Futures, os futuros de milho conseguiram um pequeno salto durante a noite após cair na terça-feira pela terceira vez nas últimas quatro sessões.   

“Espera-se que os agricultores dos EUA colham 15,155 bilhões de bushels de milho a uma produtividade média de 183,4 bushels por acre, com base em uma pesquisa da Reuters com analistas antes do relatório de sexta-feira. Em setembro, o USDA previu a safra em 15,186 bilhões de bushels e uma produtividade média de 183,6 bushels por acre”, aponta Bruce Blythe analista da Farm Futures. 





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USDA informa venda de milho para destinos não revelados nesta 6ª


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O USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) informou vendas de 126 mil toneladas de milho nesta quarta-feira (9). O volume é todo da safra 2024/25 para destinos não revelados. 

As vendas feitas no mesmo dia, para o mesmo destino e com volume igual ou superior a 100 mil toneladas devem sempre ser informadas ao departamento americano. 

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Por:

Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes

Fonte:

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Wall St abre estável antes de ata do Fed


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(Reuters) – Os principais índices de Wall Street tinham estabilidade na abertura desta quarta-feira, com os investidores aguardando a ata da última reunião do Federal Reserve para obter mais pistas sobre a trajetória da taxa de juros.

O Dow Jones perdia 0,02% na abertura, para 42.070,32 pontos. O S&P 500 recuava 0,01%, a 5.751,8 pontos, enquanto o Nasdaq Composite tinha variação negativa de 0,02%, para 18.179,22 pontos.

(Reportagem de Lisa Mattackal em Bengaluru)

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HF Brasil/Cepea: Balança comercial de frutas e hortaliças está negativa, mas…


A balança comercial brasileira de frutas e hortaliças frescas de 2024 está negativa na parcial de 2024 (até agosto), resultado bastante atípico, conforme avaliação da equipe da revista Hortifruti Brasil, publicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

Para as frutas, dados do Comex Stat compilados e avaliados pela equipe do Cepea mostram que as exportações deste ano de boa parte delas apresentam bom desempenho, mas as importações estão ainda mais intensas – mesmo diante do dólar valorizado frente ao Real –, contexto que vem resultando em um déficit significativo. Esse cenário é distinto, tendo em vista que, quando analisada a série histórica do Comex Stat, iniciada em 1997, foram poucos os anos em que a balança comercial foi negativa – houve déficit apenas em 1997, 1998 e 2014 (considerando-se o código SH08, que inclui frutas, cascas de frutos cítricos e de melões).

Segundo a equipe da revista Hortifruti Brasil, o impulso às importações vem das grandes aquisições externas de frutas que não são muito produzidas no Brasil, como pera, kiwi e frutas de caroço (ameixa, pêssego e nectarina), mas também das compras de algumas que já são fortemente produzidas por aqui, como maçã, uvas e laranja. Nestes casos, as importações aconteceram como forma de complementar a reduzida produção doméstica.

Quanto às hortaliças, segundo o Comex Stat (considerando-se o código SH07, que inclui produtos hortícolas, plantas, raízes e tubérculos, comestíveis), a balança continua deficitária, já que o Brasil é “importador líquido” desses produtos, ou seja, o País comumente compra mais fora do que exporta.

O CENÁRIO PODE MUDAR – Considerando-se o desempenho da parcial deste ano (de janeiro a agosto) e uma média dos resultados dos últimos cinco anos para os meses restantes (setembro a dezembro), espera-se que a balança comercial de frutas frescas feche 2024 positiva, sustentada pelas boas perspectivas com as exportações de manga, melão, melancia e lima ácida tahiti. Ainda assim, o possível superávit de 2024 deve ser baixo. Os gastos com as importações estão aumentando de forma expressiva, e os volumes adquiridos devem seguir intensos até o fim do ano.

 

Você também encontra nesta edição:

ALFACE – Clima desafia planejamento de produtores; consumo está limitado

BATATA – Calor acelera colheita em setembro

CEBOLA – Produtividade em alta mantém preço em queda

TOMATE – Preços reagem, mas seguem em baixos patamares

CENOURA – Custos seguem acima dos preços em setembro

CITROS – Preço da pera in natura renova recorde

MELANCIA – Oferta elevada impede aumento de preços em setembro

MELÃO – Oferta intensa restrita eleva preços

UVA – Colheita aumenta no Vale, mas em menor proporção que em anos anteriores

MANGA – Alta oferta de tommy pressiona cotações em setembro

MAÇÃ – Fruta importada tem boa qualidade e preço atrativo; importações crescem

BANANA – Apesar da queda em setembro, valor da prata avança em um ano

MAMÃO – Volume colhido de havaí aumenta, e preços caem





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