quarta-feira, julho 22, 2026

Política & Agro

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Consumidor paga menos pelo óleo de soja no Paraná



Baixa da soja em grão reflete no óleo de cozinha



Foto: United Soybean Board

Os consumidores paranaenses pagaram menos pelo óleo de soja no primeiro semestre de 2026. De acordo com o mais recente boletim conjuntural divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), nesta quinta-feira (2), o preço médio da embalagem de 900 mililitros caiu em relação ao ano passado, acompanhando o recuo das cotações da soja em grão.

Segundo o levantamento do Deral, o óleo de soja foi comercializado, em média, por R$ 7,04 em junho deste ano. O valor é 5,1% inferior à média registrada em 2025, que foi de R$ 7,42 por embalagem. Considerando os seis primeiros meses de 2026, o preço médio ficou em R$ 7,32.

Na comparação entre junho de 2026 e o mesmo mês de 2025, a redução foi mais discreta, de 0,4%.

O boletim aponta que a queda no preço do óleo de soja pode estar relacionada ao comportamento do mercado da matéria-prima. Em junho de 2026, a soja em grão foi comercializada pelos produtores paranaenses a um preço médio de R$ 112,47 por saca de 60 quilos, resultado 4% inferior ao observado em junho de 2025 e 5,4% abaixo da média registrada ao longo do ano passado. Segundo o Deral, esse movimento contribuiu para reduzir os custos da indústria e influenciou os preços praticados no varejo.





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Solo é recuperado no sudoeste baiano para o cultivo de algodão



Programa recupera solos degradados na Bahia para produção sustentável de algodão


Foto: Canva

A Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), vinculada à Secretaria da Agricultura (Seagri), por meio da Gerência Regional de Caetité, está realizando ações como parte do Programa de Desenvolvimento Sustentável da Cotonicultura do Vale do Iuiú. O propósito é recuperar solos degradados – numa área de 2.400 hectares abrangendo nove municípios da região do sudoeste do estado – para plantio e desenvolvimento da cultura algodoeira.

Com essa iniciativa, vão ser beneficiados 800 agricultores familiares que se dedicam ao cultivo de algodão em Malhada, Iuiú, Palmas de Monte Alto, Guanambi, Urandi, Pindaí, Candiba, Rio do Antônio e Brumado. O programa objetiva recuperar solos improdutivos e subprodutivos, por meio do processo de subsolagem para drenagem da água de chuva e melhorar as propriedades físico-químicas e biológica da terra, resultando na melhoria da lavoura.

Assistência técnica – Segundo o técnico da EBDA e coordenador do Programa do Algodão, Leandro Fernandes, o processo de subsolagem tem por base o rompimento da camada do solo compactada. Para corrigir os problemas ocasionados pelo uso contínuo, a empresa realiza o trabalho de rompimento das camadas endurecidas da terra, tornando-o produtivo outra vez.

O processo de recuperação do solo é consolidado com as operações de gradagem, subsolagem e nivelamento do terreno. “O trabalho é promissor, assegura resultados favoráveis e retorno econômico satisfatório”, enfatiza Leandro. Os técnicos acompanham as atividades para recuperação da área, prestam assistência técnica e extensão rural (Ater), com ações de acompanhamento do plantio, condução da lavoura, colheita, pós-colheita e beneficiamento até a comercialização da produção.





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Frente fria leva chuva, frio e mar agitado para São Paulo e Rio de Janeiro


Uma nova frente fria deve provocar aumento das chuvas, queda nas temperaturas e intensificação dos ventos entre sexta-feira (3) e domingo (5) nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. A mudança no tempo ocorre em função da formação de um ciclone próximo à costa da Região Sul do Brasil, processo conhecido como ciclogênese. As informações foram divulgadas pelo Meteored.

O sistema meteorológico começa a influenciar as condições do tempo já na sexta-feira, quando a frente fria associada avança sobre o Sudeste. Além de ampliar as áreas de chuva, a passagem do sistema abrirá caminho para a entrada de uma massa de ar polar, que deve reduzir as temperaturas entre 3°C e 5°C, deixando as manhãs mais frias e as tardes amenas, principalmente no leste paulista e em boa parte do território fluminense.

Os ventos também devem ganhar força nas áreas costeiras, provocando agitação marítima entre os litorais de São Paulo e do Rio de Janeiro. A previsão indica ondas que podem atingir até quatro metros de altura, com possibilidade de ressaca, oferecendo riscos para a navegação, operações portuárias, pesca artesanal e atividades de lazer no mar.

Na sexta-feira, a chuva deve ocorrer de forma fraca e isolada no litoral paulista entre a tarde e a noite. Na capital paulista, a previsão é de tempo firme, com predomínio de sol entre poucas nuvens.

No sábado (4), as chuvas ganham intensidade durante a manhã na faixa litorânea de São Paulo. Ao longo da tarde, as instabilidades perdem força no estado, mas avançam para áreas do sul, centro e leste do Rio de Janeiro, onde devem ocorrer precipitações de intensidade fraca a moderada. Durante a noite, a chuva tende a se concentrar no território fluminense.

No domingo (5), o tempo volta a ficar mais estável em São Paulo, enquanto o Rio de Janeiro ainda poderá registrar pancadas isoladas no centro e sul do estado.

Na capital paulista, a previsão indica céu parcialmente encoberto a nublado, com baixa probabilidade de chuva durante o fim de semana. Já na capital fluminense, o sábado deve ter céu parcialmente nublado, com chuva fraca entre a tarde e a noite. No domingo, o tempo permanece firme, mas com maior cobertura de nuvens.

Com a entrada da massa de ar polar, as temperaturas mínimas devem ficar abaixo de 16°C em todo o estado de São Paulo e em áreas do centro-sul do Rio de Janeiro. Nas regiões mais elevadas do sul paulista e da Serra fluminense, os termômetros podem registrar entre 8°C e 9°C nas primeiras horas do dia.

As temperaturas máximas também diminuem no leste paulista e no centro-sul fluminense, variando entre 11°C e 17°C, com os menores valores previstos para a Região Serrana do Rio de Janeiro.

Nas capitais, a previsão para o fim de semana indica temperaturas entre 11°C e 17°C em São Paulo e entre 18°C e 24°C no Rio de Janeiro.

Além da queda nas temperaturas, os ventos costeiros devem permanecer intensos entre sexta-feira e domingo. A previsão aponta rajadas de 50 km/h ou superiores, principalmente no litoral fluminense no domingo, mantendo o mar agitado e elevando o risco de ressaca ao longo da costa.





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PIB do agro mineiro bate recorde de R$ 279 bilhões


O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio de Minas Gerais atingiu o maior valor da série histórica em 2025, chegando a R$ 279 bilhões e passando a representar 24,1% da economia estadual. Os resultados foram detalhados nesta quinta-feira (3), durante coletiva promovida pelo Sistema Faemg Senar, em Belo Horizonte, com a participação da Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), da Fundação João Pinheiro (FJP) e da Associação Mineira da Indústria Florestal (Amif).

Durante a apresentação, o presidente do Sistema Faemg Senar, Antônio de Salvo, atribuiu o desempenho ao trabalho desenvolvido pelos produtores rurais e ao avanço tecnológico no campo. “Para continuarmos avançando, é fundamental que os próximos governos mantenham o diálogo com o setor, respeitem quem produz e garantam condições para que o campo siga crescendo. O Sistema Faemg Senar seguirá levando assistência técnica e gerencial, capacitação e inovação aos produtores de Minas Gerais”, afirmou.

Segundo o secretário de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes, os indicadores demonstram a força do setor na economia mineira. “Dos 17,7% de crescimento nominal do PIB do agro, cerca de 16 pontos percentuais foram impulsionados pela valorização dos produtos agropecuários. O crescimento em volume, de 1,7%, também superou o desempenho da economia estadual, que avançou 1,4%”, destacou.

Os dados apresentados mostram ainda que Minas Gerais ampliou sua presença no mercado internacional, exportando para mais de 165 países e registrando novos recordes nas vendas externas. Além disso, mais de 60% dos municípios mineiros têm a agropecuária e as florestas entre as principais atividades econômicas, reforçando a importância do setor na geração de emprego, renda e desenvolvimento regional.

O estudo também identificou mudanças na estrutura econômica do agronegócio. A atualização da matriz de insumo-produto revelou que a participação da produção primária no complexo agroindustrial passou de 12,7% para 22,5%, indicando uma nova configuração da atividade econômica.

Outro ponto destacado foi o comportamento dos preços agrícolas. De acordo com o pesquisador da Fundação João Pinheiro, Raimundo Leal, o setor apresentou desempenho favorável na maior parte dos últimos anos. “Isso representa uma melhora importante nos termos de troca do setor e pode ser considerado um marco histórico para o agronegócio mineiro.”

O café foi o principal responsável pelo desempenho do agronegócio em 2025. Conforme os dados apresentados, a commodity registrou valorização média de 65,8% em relação ao ano anterior. Também contribuíram para o resultado os aumentos nos preços do milho, do suíno, do tomate e do boi gordo.

No volume produzido, a soja apresentou crescimento expressivo, passando de aproximadamente 7,7 milhões para 9,2 milhões de toneladas. A produção de milho também avançou, saindo de cerca de 6,6 milhões para 7,1 milhões de toneladas.

O levantamento aponta ainda que o fortalecimento da cadeia produtiva, envolvendo agroindústria, transporte, armazenagem, comércio, serviços e crédito, ampliou a participação do agronegócio na economia de Minas Gerais.

Apesar do resultado positivo, o Sistema Faemg Senar demonstrou preocupação com o Plano Safra 2026/2027. Para Antônio de Salvo, o volume de recursos anunciado está abaixo das necessidades do setor. “A agricultura brasileira precisa de cerca de R$ 1,3 trilhão para financiar uma safra. O governo anunciou R$ 525 bilhões e, no ano passado, nem todo o valor chegou efetivamente às agências bancárias.”

O presidente da entidade também chamou atenção para o aumento do custo do crédito rural e para a redução dos recursos destinados ao seguro rural. “O produtor enfrenta riscos climáticos cada vez maiores e precisa dessa proteção. Sem seguro, o crédito fica mais caro e aumenta a insegurança para produzir”, afirmou.

Na avaliação de Salvo, a combinação de crédito mais caro, menor oferta de recursos subsidiados e dificuldades de acesso ao financiamento pode comprometer o próximo ciclo agrícola. “Muitos produtores já estão endividados e terão dificuldade para acessar o crédito. Sem recursos suficientes e sem seguro rural, a próxima safra corre riscos”, concluiu.





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RS terá tempo seco no fim de semana e retorno das chuvas nos próximos dias



RS terá dias secos e chuvas recorrentes na próxima semana na metade Norte


Foto: Arquivo

Na próxima semana, a chuva deverá continuar, principalmente na metade Norte do estado. É o que prevê o Boletim Integrado Agrometeorológico 27/2026, elaborado pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em parceria com a Emater/RS-Ascar e o Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).  

Sexta-feira (3/7): as temperaturas estarão em declínio e há possibilidade de ocorrência de geada em diversas regiões. Há possibilidade de ocorrência de rajadas de vento nas regiões litorâneas e áreas adjacentes.

Sábado (4/7): neste dia e até a manhã de domingo, a frente fria que ingressou no estado a partir da quinta-feira anterior já não estará mais influenciando o tempo no território gaúcho. Por conseguinte, não há previsão de chuva significativa na maioria das regiões.

Domingo (5/7): ao final do dia, uma nova frente fria estará se aproximando do estado, trazendo instabilidade para os próximos dias.

Segunda-feira (6/7) e terça-feira (7/7): uma nova frente fria deixará o tempo instável em praticamente todo o estado. Assim, há previsão de chuva para todas as regiões, com os maiores volumes previstos novamente para a metade Norte do estado.

Quarta-feira (8/7): o sistema se afastará, reduzindo sua influência sobre o estado. Há apenas previsão de chuva isolada.

Os acumulados de precipitação deverão variar entre zero e 50 milímetros ao longo da semana, com alguns pontos isolados que podem ultrapassar esse valor.

O boletim agrometeorológico atualiza semanalmente a situação de diversas culturas e criações de animais no RS. Acompanhe todas as publicações agrometeorológicas da Secretaria em www.agricultura.rs.gov.br/agrometeorologia.





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Tempo seco e ensolarado em Alagoas no final de semana



A tendência de tempo parcialmente nublado permanece para o sábado e o domingo


Foto: Pixabay

A atuação de uma massa de ar seco, associada a um sistema de alta pressão atmosférica, inibe a formação de nebulosidade convectiva sobre todo o estado de Alagoas nesta sexta-feira (03). Essa condição meteorológica garante um final de semana marcado pela estabilidade, com períodos de sol intercalados por poucas nuvens em todas as regiões alagoanas.

Para esta sexta-feira, os termômetros devem variar entre 20°C e 32°C, com as maiores temperaturas registradas nas regiões do Sertão e Sertão do São Francisco. O litoral e a capital, Maceió, apresentam um clima mais ameno, com máximas de 28°C e mínimas em torno de 22°C.

A tendência de tempo parcialmente nublado permanece para o sábado (04) e o domingo (05) em todo o território. Em nenhuma das regiões há expectativa de instabilidades, mantendo a predominância de sol entre poucas nuvens durante a tarde e períodos de nebulosidade variável no início da manhã e durante a noite.

Os ventos predominantes em todo o estado sopram do quadrante Sudeste (SE), com intensidade variando entre fraca e moderada nas áreas litorâneas, da Zona da Mata e Baixo São Francisco. No interior, como no Agreste e Sertão, a tendência é de ventos mais constantes e fracos ao longo dos três dias.

Quanto à umidade relativa do ar, os níveis permanecem elevados, especialmente nas regiões próximas ao litoral, podendo atingir máximas de até 95%. No Sertão, o ar fica mais seco, com mínimas que podem chegar a 50% no sábado, tornando ainda mais importante a hidratação adequada para os moradores dessas áreas.





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Principal assessor de Zelenskiy diz que acordo de paz até o inverno europeu…


Logotipo Reuters

 

KIEV 1 Jun (Reuters) – O chefe de gabinete do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, Kyrylo Budanov, disse nesta segunda-feira que acredita que um acordo para acabar com a guerra com a Rússia até o inverno europeu é um resultado “realista”.

Zelenskiy disse em uma entrevista que foi ao ar no domingo que quer prosseguir com as negociações para garantir a paz com a Rússia, que foram paralisadas nos últimos meses, antes do início do inverno europeu, para levar em conta a melhoria da posição estratégica de Kiev.

As conversações intermediadas pelos Estados Unidos para avançar em direção a um acordo de paz foram interrompidas porque Washington se concentrou no conflito no Irã.

Budanov disse que espera que uma delegação dos EUA visite Moscou e Kiev em um futuro próximo, sem dar detalhes.

“Esta é a instrução do presidente: tentar acabar com essa guerra o mais rápido possível… de preferência antes do inverno”, disse ele a repórteres em uma coletiva de imprensa. “Em minha opinião, isso é absolutamente correto, oportuno e realista.”

Zelenskiy e outras autoridades ucranianas disseram que o avanço das forças russas diminuiu no terreno, enquanto a Ucrânia intensificou uma campanha de ataques de longo alcance dentro da Rússia, visando principalmente o setor petrolífero.

Um comandante ucraniano graduado disse na semana passada que a Ucrânia tem um prazo de seis meses para tomar a iniciativa no campo de batalha e fortalecer sua posição nas negociações de paz.

(Reportagem de Max Hunder)

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Operação fortalece expansão dos biocombustíveis


A conclusão de um acordo estratégico no setor de biocombustíveis amplia a integração entre produção agrícola, industrialização e logística, com foco no crescimento da oferta de etanol de milho e de ingredientes para nutrição animal no país.

Após aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica e o cumprimento das condições previstas, a AMAGGI adquiriu 40% do capital social da FS. A transação inclui aporte de US$ 100 milhões na companhia por meio de emissão primária de ações, além da compra de participações detidas por acionistas da empresa.

A parceria reúne duas companhias com origem em Mato Grosso e atuação relevante na cadeia do agronegócio. A FS foi pioneira na produção de etanol exclusivamente a partir do milho no Brasil e atua também na fabricação de DDG, proteína de milho destinada à nutrição animal. A AMAGGI, por sua vez, participa de diferentes etapas da cadeia de grãos, fibras, logística, energia, insumos e biodiesel.

O acordo busca apoiar a expansão da FS e gerar sinergias em áreas como originação de milho, eficiência logística e exportações. Para a AMAGGI, a operação representa avanço na estratégia de industrialização, verticalização e diversificação do portfólio.

A FS prevê inaugurar sua quarta unidade produtiva no fim de 2026, em Campo Novo do Parecis, e a quinta em julho de 2027, em Querência. Após esse ciclo, a capacidade estimada será de 3,8 bilhões de litros de etanol e cerca de 3 milhões de toneladas de DDG.

No ano-safra 2025/2026, a FS registrou receita líquida de R$ 13 bilhões, lucro líquido de R$ 1,6 bilhão e Ebitda de R$ 3,5 bilhões. Atualmente, processa cerca de 6 milhões de toneladas de milho por ano-safra e produz 2,6 bilhões de litros de etanol e 2,2 milhões de toneladas de DDG.





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Bahia incentiva cultivo de ostras em cativeiro



Criação de ostras em cativeiro traz renda a pescadores baianos


Foto: Pixabay

As ostras, tão apreciadas no verão baiano, não servem apenas como iguaria servidas em bares e restaurantes do estado. Graças ao projeto de cultivo de ostras em cativeiro da Bahia Pesca, empresa vinculada à Seagri, os moluscos estão levando mais renda e alimento para dezenas de marisqueiras e pescadores. A ação da empresa atende 20 famílias nas comunidades de Graciosa (em Taperoá), no distrito de Iguape (em Cachoeira) e em Aratuípe.

Os moluscos são retirados do fundo dos estuários ainda pequenos, na chamada fase de semente. Depois são colocados em gaiolas presas por cordas e bóias, onde vão se alimentar e crescer até 12 centímetros. De acordo com o subgerente de maricultura da Bahia Pesca, José Sanches Júnior, os moluscos se alimentam através da filtração da água e não provocam nenhum tipo de alteração no meio ambiente.“Como o cativeiro fica no ambiente onde as ostras vivem, a fonte de alimentação é natural.

Os criadores não precisam gastar com ração. A Bahia Pesca fornece todos os equipamentos e faz visitas de assistência técnica para acompanhar o trabalho”, explica o subgerente. A Bahia Pesca faz ainda o controle de qualidade das ostras.O projeto produz anualmente 12 mil dúzias de ostras. O objetivo agora é que os pescadores que participam da criação ganhem autonomia e se tornem autossuficientes, atraindo outras famílias para participar do projeto.Fonte:Ascom Bahia Pesca





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Pré-emergentes ganham força na safra 2026/27



Os pré-emergentes ganham espaço por ajudarem a manter a área limpa desde o plantio


Os pré-emergentes ganham espaço por ajudarem a manter a área limpa desde o plantio
Os pré-emergentes ganham espaço por ajudarem a manter a área limpa desde o plantio – Foto: Nadia Borges

O avanço de plantas daninhas agressivas tem alterado o manejo da soja em Mato Grosso e ampliado a importância do controle antes da emergência da cultura. Para a safra 2026/27, a pressão do caruru, somada à presença de pé-de-galinha e vassourinha-de-botão, exige ações antecipadas para reduzir a competição inicial e preservar a produtividade.

Segundo Jeferson Altair Brambilla, da J&A Inteligência Agronômica, o caruru apresenta rápida multiplicação e alta capacidade de adaptação. A disputa por recursos ocorre cada vez mais cedo, o que aumenta a necessidade de reduzir o fluxo de invasoras e evitar o uso excessivo de herbicidas em pós-emergência.

Nesse cenário, os pré-emergentes ganham espaço por ajudarem a manter a área limpa desde o plantio e diminuírem a pressão sobre aplicações posteriores. A Agroallianz posiciona o Predecessor para esse manejo. O herbicida reúne Imazetapir, Flumioxazin e Diclosulam, com ação sobre até 15 espécies, entre elas buva, picão-preto, corda-de-viola, trapoeraba, capim-colchão e caruru-de-mancha.

Ensaios independentes em Ponta Grossa apontaram controle em cenários de infestação e produtividade superior nas áreas tratadas. A estratégia busca reduzir aplicações corretivas, custos e riscos de seleção de plantas resistentes. “O produto permite que o agricultor comece a safra com a área limpa, diminuindo a dependência de aplicações corretivas dos herbicidas pós-emergentes. Isso se traduz em ganhos práticos, como redução de custos operacionais e maior eficiência no manejo”, conclui Renato Menezes, engenheiro agrônomo e gerente de marketing técnico da Agroallianz.

 





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