domingo, maio 31, 2026

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Laboratório móvel leva demonstrações visuais diárias de tecnologia de aplicação para a Copacol Agro 2026


A eficiência na aplicação de defensivos é um dos principais desafios para o sucesso financeiro no campo. Para mostrar como o produtor rural pode evitar perdas e desperdícios durante a pulverização, a Fortgreen leva à Copacol Agro 2026 um laboratório móvel completo. A estrutura oferece demonstrações visuais diárias durante todo o evento, realizado entre os dias 12 e 14 de maio em Cafelândia, no Paraná.

A experiência imersiva permite que o público compreenda de forma clara o que acontece dentro do tanque do pulverizador e na superfície da folha. A iniciativa reforça a autoridade técnica da empresa no mercado, justificada por mais de duas décadas de atuação no desenvolvimento de soluções de alta performance em nutrição de plantas e tecnologia de aplicação. O gerente Comercial da Fortgreen no Oeste e Sudoeste do Paraná, Mauricio Capelezzo, ressalta o impacto da demonstração visual para o agricultor.

“O nosso laboratório móvel ajuda o produtor a visualizar na prática os resultados que um adjuvante de alta qualidade entrega. É uma forma imersiva de diferenciar a nossa tecnologia das opções comuns do mercado e comprovar a eficiência das nossas formulações para o dia a dia da fazenda”, explica o gerente.

Da nutrição à aplicação

Nas apresentações do laboratório, uma das soluções utilizadas é o DRIVE, que atua como emulsificante de calda e espalhante, melhorando a fluidez e garantindo a uniformidade dos princípios ativos do início ao fim do processo. 

E para assegurar que o insumo chegue ao alvo de forma perfeita a marca também evidencia o serviço especializado Gota Ideal. O programa realiza o ajuste e a calibração de equipamentos terrestres e aéreos, promovendo desde a limpeza do maquinário até a recomendação de pontas e de velocidade de operação.

“O propósito desse serviço é a verificação detalhada de todo o sistema. O nosso objetivo é garantir a melhoria contínua da performance nas aplicações e promover o controle efetivo de pragas e doenças na lavoura”, acrescenta Capelezzo.

Além das inovações focadas na pulverização o estande conta com parcelas demonstrativas de milho safrinha. O espaço é destinado à apresentação de uma nova tecnologia em adubos sólidos de liberação gradativa, conhecidos como CRF. 

“A nossa participação na Copacol Agro consolida o compromisso da marca em levar inovação de forma acessível para a realidade do produtor regional e entregar o conhecimento necessário para a evolução da produtividade agrícola”, finaliza o gerente Comercial.

Serviço: 

Copacol Agro 2026 

Data: 12 a 14 de maio de 2026 

Local: PR 180, KM 281 – Cafelândia (PR)

 





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Soja sustenta expectativa de safra elevada em Goiás



Foco agora se desloca da colheita para a comercialização



Foto: United Soybean Board

Goiânia acompanha uma safra de soja que mantém Goiás entre os protagonistas nacionais na produção de grãos. A estimativa estadual para 2025/26 é de 35,8 milhões de toneladas de grãos, em 7,8 milhões de hectares, segundo a Secretaria de Agricultura de Goiás com base em dados da Conab.

A soja segue como a principal cultura do estado. A previsão é de 5,1 milhões de hectares cultivados, crescimento de 4% em relação ao ciclo anterior, com produção estimada em 19,8 milhões de toneladas.

O volume reforça o peso da oleaginosa na economia agrícola goiana. A cultura movimenta armazenagem, transporte, processamento industrial, exportações e cadeias ligadas à proteína animal.

Em abril, a colheita da soja em Goiás já havia atingido 89% da área, segundo o Agro em Dados da Seapa. O avanço manteve ritmo semelhante ao do ano anterior e à média dos últimos cinco anos, apesar de limitações pontuais causadas pelo regime de chuvas.

Para produtores, cooperativas e cerealistas da região de Goiânia, o foco agora se desloca da colheita para a comercialização. Em um cenário de oferta elevada, custos ainda pressionados e volatilidade internacional, a gestão de margem tende a ser tão relevante quanto o desempenho das lavouras.





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Geada no Sul e chuva forte no Norte e Nordeste


As temperaturas seguem baixas na Região Sul nesta quarta-feira (13), com risco de geada em diferentes áreas, enquanto o Norte e o Nordeste permanecem em alerta para chuvas intensas que podem provocar transtornos em diversos municípios. As informações foram divulgadas pelo Meteored.

Segundo a previsão, nesta terça-feira (12), os termômetros registraram temperaturas negativas na Serra Catarinense e na Serra da Mantiqueira devido à atuação de uma massa de ar polar. Nos pontos mais altos, as mínimas ficaram próximas de -5°C na Serra Catarinense e chegaram a -6,8°C no Parque Nacional do Itatiaia.

De acordo com o Meteored, o frio deve persistir sobre a Região Sul nesta quarta-feira (13). Mesmo com o enfraquecimento da massa de ar frio nas camadas mais altas da atmosfera, a anomalia negativa de temperatura continua na superfície, mantendo o amanhecer com temperaturas abaixo da média em toda a região.

A previsão indica que a Região Sul continuará sob risco de geada nas primeiras horas desta quarta-feira (13). No Rio Grande do Sul, as áreas do leste próximas ao litoral devem ter menor probabilidade para o fenômeno, com mínimas entre 8°C e 10°C, o que reduz a possibilidade de formação de gelo.

Já em áreas centrais do estado e em regiões próximas à Serra Gaúcha, as temperaturas permanecem mais baixas, favorecendo a ocorrência de geada. Os termômetros podem variar entre 4°C e 6°C na região central, enquanto na serra as mínimas devem ficar próximas de 0°C.

Na Serra Catarinense, considerada uma das regiões mais frias do país, há previsão de nova formação de geada nesta quarta-feira (13). Os modelos meteorológicos apontam mínimas entre 1°C e 3°C, mas as temperaturas próximas à superfície podem atingir valores negativos, favorecendo a formação de gelo sobre a vegetação.

Ainda conforme o Meteored, o risco de geada em Santa Catarina não fica restrito à serra. Em outras áreas do estado, as temperaturas devem oscilar entre 5°C e 8°C, com possibilidade de ocorrências isoladas. No litoral, as mínimas previstas variam entre 8°C e 11°C.

No Paraná, onde já houve registro de geadas na manhã de terça-feira (12), as condições continuam favoráveis ao fenômeno nesta quarta-feira (13). O risco é maior na região central e em áreas próximas à divisa com Santa Catarina, com temperaturas previstas entre 3°C e 7°C.

Enquanto o Sul enfrenta o frio, o Norte e o Nordeste do país devem registrar volumes elevados de chuva nesta quarta-feira (13). A atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) intensifica o transporte de umidade para estados como Pará, Amapá, Maranhão, Piauí, Ceará e Rio Grande do Norte.

Os acumulados previstos são considerados elevados devido à manutenção da umidade por longos períodos. Segundo a previsão, chuvas intensas devem atingir áreas do Amazonas, Pará, Roraima e o litoral do Maranhão ainda durante a manhã.

Com o aumento das temperaturas ao longo da tarde, a atmosfera tende a ficar mais instável, ampliando o potencial para temporais. Os alertas também se estendem para áreas do Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí.

Em partes do Pará, Amapá, Maranhão e Amazonas, o céu deve permanecer encoberto e as chuvas ocorrerão desde a madrugada. No noroeste do Pará, os acumulados podem chegar a 200 milímetros, enquanto capitais seguem sob alerta para volumes próximos de 50 milímetros.

No litoral norte do Nordeste, a previsão indica acumulados capazes de provocar alagamentos. São esperados cerca de 42 milímetros em São Luís, 43 milímetros em Fortaleza e aproximadamente 38 milímetros em Natal.

Os ventos vindos do oceano também devem aumentar a umidade no litoral da Paraíba e de Pernambuco. A previsão aponta acumulados de 56 milímetros em Recife e de 63 milímetros em João Pessoa.





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Milho ganha peso estratégico na integração entre grãos, proteína animal e etanol



A leitura da safra também passa pelo clima



Foto: Canva

O milho segue como cultura estratégica para Goiás na safra 2025/26. Na primeira safra, a área plantada é estimada em 149 mil hectares, com expectativa de produção de 1,5 milhão de toneladas, segundo dados divulgados pela Seapa.

A importância do cereal vai além da lavoura. O milho é insumo central para aves, suínos, bovinos confinados e também para a indústria de etanol de milho, segmento que vem ampliando a demanda no Centro-Oeste.

No entorno de Goiânia, o comportamento do milho influencia diretamente o planejamento de granjas, confinamentos, fábricas de ração e operadores logísticos. A oferta estadual ajuda a compor preços e disponibilidade para diferentes elos da cadeia.

A leitura da safra também passa pelo clima. Como parte relevante do milho brasileiro vem da segunda safra, o desempenho final depende da janela de plantio, da regularidade das chuvas e das condições de enchimento de grãos.

 





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Soja movimenta logística e serviços no eixo agroindustrial de Anápolis



A área prevista para soja em Goiás é de 5,1 milhões de hectares



Foto: Divulgação

Anápolis não é analisada isoladamente nos principais levantamentos de safra, mas está inserida em um eixo logístico e agroindustrial diretamente impactado pelo desempenho da soja goiana. A produção estadual da oleaginosa está estimada em 19,8 milhões de toneladas na safra 2025/26.

O dado ajuda a dimensionar a movimentação esperada em transporte, armazenagem, revenda de insumos, crédito rural e prestação de serviços. Em cidades com perfil logístico, como Anápolis, o efeito da safra aparece tanto antes quanto depois da porteira.

A área prevista para soja em Goiás é de 5,1 milhões de hectares, com avanço de 4% frente ao ciclo anterior. A expansão confirma a força da cultura na composição da renda agrícola do estado.

Mesmo com bom desempenho produtivo, o produtor segue atento às margens. Fertilizantes, defensivos, frete, juros e câmbio continuam entre os fatores que podem alterar o resultado econômico da safra.





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Milho reforça demanda por armazenagem e planejamento no centro de Goiás



Anápolis, pela posição estratégica no estado, tende a sentir os reflexos do volume



Foto: Canva

O milho tem papel relevante no planejamento da safra em Goiás e, por consequência, no eixo de Anápolis. A primeira safra estadual tem produção estimada em 1,5 milhão de toneladas, conforme a Seapa.

A cultura atende diferentes mercados. Além do consumo direto nas propriedades, o cereal abastece cadeias de proteína animal e indústrias de processamento, segmentos que dependem de oferta regular e preços competitivos.

A logística será um dos pontos de atenção. Em anos de safra cheia, a disputa por armazéns, caminhões e janela de escoamento pode influenciar custos e prazos de entrega.

Anápolis, pela posição estratégica no estado, tende a sentir os reflexos do volume produzido em diferentes regiões goianas. A cidade funciona como ponto de passagem, apoio e articulação comercial para parte da produção agrícola.

 





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Mato Grosso encerra etapa da soja com alta produtividade e atenção à qualidade dos grãos



O resultado confirma Mato Grosso como principal referência



Foto: Sheila Flores

Cuiabá foi palco da apresentação dos resultados da etapa soja do projeto Imea em Campo, realizado pelo Imea, Aprosoja MT e Iagro MT. O levantamento percorreu mais de 34 mil quilômetros e realizou 998 avaliações em campo ao longo de 71 dias.

A produção estadual de soja na safra 2025/26 foi estimada em 51,56 milhões de toneladas, com produtividade média de 66,03 sacas por hectare, segundo dados divulgados pelo Imea e pela Aprosoja MT.

O resultado confirma Mato Grosso como principal referência nacional da cultura. A área plantada foi ajustada para 13,013 milhões de hectares, alta de 1,71% sobre a safra anterior.

Apesar da produtividade elevada, o ciclo não foi livre de problemas. O Imea apontou déficit hídrico no início do plantio em algumas regiões e excesso de chuvas na fase final, com impacto sobre o peso e a qualidade dos grãos.

 





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Milho segunda safra concentra preocupação com janela de plantio e custos em Mato Grosso



O resultado final ainda depende do comportamento das chuvas



Foto: Nadia Borges

O milho segunda safra passou a concentrar as atenções em Mato Grosso após o encerramento da soja. Segundo o Sistema Famato, com base em informações do Imea, o excesso de chuvas em fevereiro dificultou a colheita da soja e atrasou o plantio do milho em parte das áreas.

O Imea estimou que 1,17 milhão de hectares foram semeados fora da janela ideal. Esse atraso aumenta a exposição das lavouras a riscos climáticos nas fases finais do ciclo.

A projeção atual indica 7,39 milhões de hectares plantados com milho segunda safra em Mato Grosso, produtividade média de 116,6 sacas por hectare e produção prevista de 51,72 milhões de toneladas.

O resultado final ainda depende do comportamento das chuvas. A fase de desenvolvimento e enchimento de grãos será decisiva para confirmar ou revisar o potencial produtivo estimado.

A preocupação também é econômica. Para a safra 2026/27, o custo total do milho foi projetado em R$ 7.303,96 por hectare, alta de 8,59%, o que reforça a necessidade de gestão mais rigorosa da relação entre custo, produtividade e preço de venda.

 





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Exportações brasileiras para UE podem aumentar em US$1 bi já este ano com…


Logotipo Reuters

BARCELONA, 17 Abr (Reuters) – O governo brasileiro estima que as exportações brasileiras para a União Europeia podem crescer US$1 bilhão já este ano com a entrada em vigor do acordo comercial entre a UE e o Mercosul, disse nesta sexta-feira o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Laudemir André Müller. 

O acordo entrará em vigor provisoriamente a partir de primeiro de maio, e 543 produtos terão as tarifas retiradas imediatamente, explicou Müller após encontro de empresários brasileiros e espanhóis com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Barcelona.

“Só com os 543 produtos que vão sair imediatamente a desgravação, com a tarifa imediatamente indo para zero, pode dar um ganho de US$1 bilhão já este ano, que se somariam aos já U$50 bilhões de exportação que o Brasil já tem (para a União Europeia)”, afirmou. 

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Márcio Elias Rosa, afirmou também após o encontro que produtos como milho, etanol, arroz e proteínas suína e de aves começam a ter imediatamente cotas com tarifa zero, o que beneficia diretamente o Brasil, grande exportador desses produtos. 

“Precisamos estar com o setor privado devidamente informado para que esse comércio se expanda”, disse Rosa.

(Reportagem de Michael Susin, texto de Lisandra Paraguassu; edição de Pedro Fonseca)

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Norte de Mato Grosso confirma força na soja, mas qualidade segue no radar



Sinop está diretamente ligada à dinâmica da oleaginosa



Foto: Divulgação

Sinop acompanha os reflexos de uma safra estadual de soja marcada por produtividade elevada em Mato Grosso. O levantamento da Aprosoja MT e do Imea confirmou produção estimada em 51,56 milhões de toneladas no ciclo 2025/26.

Como cidade-polo do norte mato-grossense, Sinop está diretamente ligada à dinâmica da oleaginosa. A região concentra produtores, revendas, armazéns, transportadoras e empresas de apoio técnico.

O levantamento de campo percorreu todas as regiões do estado, com mais de 34 mil quilômetros vistoriados. A metodologia buscou reunir informações diretamente nas lavouras para reduzir incertezas sobre produtividade e qualidade.

O bom desempenho produtivo não elimina pontos de atenção. O Imea identificou desafios climáticos ao longo do ciclo, incluindo déficit hídrico no início do plantio e chuvas em excesso na fase final.





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