domingo, março 15, 2026

Política & Agro

AgroNewsPolítica & Agro

Avalia Psilídeo tem nova atualização em duas regiões paulistas



21ª atualização do Avalia Psilídeo


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus disponibilizou, nesta segunda-feira (20), a 21ª atualização do Avalia Psilídeo, ferramenta que auxilia o citricultor ao fornecer informações sobre a eficácia de inseticidas no controle do psilídeo.

A nova atualização do sistema inclui os dados de três populações do inseto, duas coletadas nas regiões de Casa Branca e uma em Itapetininga. Ao todo, o Avalia Psilídeo já reúne resultados de 107 populações coletadas em diferentes áreas do cinturão citrícola paulista e mineiro, ampliando o conhecimento sobre a resistência do inseto e apoiando o manejo mais eficiente no campo.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Gibis do Fundecitrus são distribuídos na Festa Literária de Piracicaba


Na última semana, foi realizada a 6ª edição da Festa Literária de Piracicaba (Flipira). O evento, que já se consolidou no calendário cultural da cidade, é voltado à literatura, produção literária, leitura e cultura local, com o objetivo de fomentar o hábito da leitura, valorizar autores e obras, promover oficinas, contações de histórias, concursos literários e envolver escolas, instituições culturais e a comunidade em geral.

Nesta edição, o Fundecitrus foi convidado a participar com a distribuição do novo gibi “Uma aventura no pomar”, um material desenvolvido especialmente para o público infantil. A publicação utiliza a tecnologia de realidade aumentada, acessível por meio de um QR-code que direciona para uma experiência interativa, na qual elementos digitais são sobrepostos ao mundo real, tornando a leitura ainda mais atrativa. De maneira acessível, o conteúdo apresenta informações sobre a citricultura e o greening.

A entrega dos gibis foi feita pela professora titular do Departamento de Ciências Biológicas da Esalq/USP Beatriz Appezzato da Glória. A docente explica que a ideia inicial era apresentar parte das atividades do Grupo de Extensão em Morfologia Vegetal (GEMOV), que trabalha com ensino e divulgação científica por meio de uma coleção de frutos e sementes, exibidos com o auxílio de um estereomicroscópio, recurso que desperta a curiosidade e o interesse das crianças. No entanto, ao observar a expressiva participação do público infantojuvenil na Flipira, a professora propôs incluir também a distribuição dos gibis do Fundecitrus. “A feira foi uma oportunidade de dar maior visibilidade às atividades de ensino, pesquisa e extensão realizadas na Esalq e, com foco no projeto CPA Citros, propus também a distribuição dos gibis do Fundecitrus, uma ferramenta lúdica e educativa que apresenta, de forma acessível, temas importantes sobre a citricultura”, destaca.

A professora também reforça a importância de eventos como a Flipira na aproximação entre universidade e sociedade. “Esses encontros inspiram as novas gerações, despertando nelas o gosto pela ciência, pela natureza e pelo conhecimento”, afirma.

O coordenador da Pesquisa de Estimativa de Safra (PES) do Fundecitrus, Guilherme Rodriguez, destaca a importância da presença de um material da instituição na Flipira. “Mais do que informar, o gibi contribui para a conscientização sobre a defesa da citricultura, envolvendo também as crianças nessa missão. A feira promove o encontro entre ciência, educação e criatividade, princípios que estão alinhados com os objetivos do gibi. O Fundecitrus apoia iniciativas literárias como esta por acreditar no poder transformador da leitura”, ressalta.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Fundecitrus Podcast – Podridão peduncular: uma ameaça aos pomares de citros



O 66º episódio do Fundecitrus Podcast traz orientações


Foto: Fundecitrus

O 66º episódio do Fundecitrus Podcast traz orientações sobre a podridão peduncular, causada pelos fungos Bot, doença que tem avançado nos pomares e preocupa citricultores. A conversa é com o pesquisador do Fundecitrus Geraldo Silva Junior e o pós-doutorando Thiago Carraro, que abordam as causas do aumento dos casos, a relação da doença com o estresse das plantas — seja por períodos prolongados de calor e seca ou pela infecção por greening — e as principais estratégias de manejo.

O 66º episódio do Fundecitrus Podcast traz orientações sobre a podridão peduncular, causada pelos fungos Bot, doença que tem avançado nos pomares e preocupa citricultores. A conversa é com o pesquisador do Fundecitrus Geraldo Silva Junior e o pós-doutorando Thiago Carraro, que abordam as causas do aumento dos casos, a relação da doença com o estresse das plantas — seja por períodos prolongados de calor e seca ou pela infecção por greening — e as principais estratégias de manejo.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Aveia gaúcha registra produtividade acima do esperado


A colheita da aveia-branca alcança 38% das lavouras gaúchas, com desempenho considerado positivo, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (23). De acordo com o levantamento, “a qualidade dos grãos e o peso hectolitro estão satisfatórios, dentro do padrão industrial”.

A instituição informa que, embora tenham sido registrados casos pontuais de acamamento em lavouras de maturação avançada e danos localizados por granizo, esses eventos não impactaram de forma significativa a produtividade estadual. As condições climáticas recentes — com dias ensolarados, temperaturas amenas e boa umidade no solo — têm favorecido o desenvolvimento e o enchimento dos grãos.

A produtividade média estadual está estimada em 2.445 quilos por hectare, representando elevação de 8,48% em relação à projeção inicial. A área cultivada atinge 393.252 hectares. Em relação ao estado fitossanitário, “as lavouras apresentam adequado controle de doenças, com baixa incidência de fungos na fase final do ciclo”, conforme destaca a Emater/RS-Ascar.

Na região administrativa de Bagé, as lavouras mostram bom desenvolvimento, beneficiadas pelo clima favorável. A colheita em São Gabriel está praticamente concluída, restando apenas 5% da área cultivada. Já na Campanha, o enchimento de grãos segue dentro do previsto, com início da colheita programado para meados de novembro.

Em Erechim, a cultura encontra-se na fase de formação de grãos, com produtividade média de 2.400 kg/ha. Em Frederico Westphalen, 60% das lavouras já foram colhidas, com média de 2.370 kg/ha. Para uniformizar a maturação, produtores aplicaram glufosinato de amônio. Houve registros isolados de acamamento e granizo.

Na região de Ijuí, 20% das áreas já foram colhidas, e a produtividade varia entre 2.600 e 2.900 kg/ha, dependendo do nível tecnológico aplicado. Em Santa Maria, metade das lavouras está em maturação fisiológica, com 15% colhidas e rendimento médio previsto de 2.161 kg/ha. Em Soledade, 15% das áreas foram colhidas e 50% estão em enchimento de grãos, com bons resultados nas lavouras conduzidas sob manejo adequado.

No mercado, o produto destinado à indústria alimentícia registra preço médio de R$ 57,70 por saca de 60 quilos na região de Ijuí e R$ 66,00 em Frederico Westphalen.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Clima favorece milho, mas ritmo varia entre regiões


A semeadura do milho no Rio Grande do Sul alcançou 75% da área prevista, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (23). A instituição informou que o avanço ocorre de forma desigual entre as regiões, em razão das diferentes condições de umidade e temperatura.

Nas principais áreas produtoras, o plantio está praticamente concluído, com lavouras em fases de germinação e desenvolvimento vegetativo. De acordo com o boletim, “a boa disponibilidade hídrica e as temperaturas adequadas têm beneficiado a cultura, exceto em pontos isolados onde a falta de chuvas ou o excesso de umidade impuseram ajustes no calendário de plantio”. Atualmente, 8% das lavouras estão em crescimento vegetativo e 2% em floração, apresentando bom vigor e arquitetura das plantas.

Os trabalhos de adubação de cobertura e controle de plantas daninhas estão em andamento. Segundo a Emater/RS-Ascar, o Manejo Integrado de Pragas (MIP) vem sendo aplicado em diversas regiões, com monitoramento constante da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) e vaquinha (Diabrotica speciosa). Intervenções químicas estão sendo realizadas apenas em áreas com maior incidência.

Para a safra 2025/2026, a projeção é de 785.030 hectares cultivados, com produtividade estimada em 7.376 kg/ha.

Na região administrativa de Bagé, a semeadura segue em ritmo moderado, com produtores aguardando o retorno das chuvas para prosseguir. Na Fronteira Oeste, em São Borja, a área estimada é de 22 mil hectares, e as lavouras implantadas em agosto já estão em floração. Em Itaqui e Maçambará, o excesso de umidade e as baixas temperaturas causaram desuniformidade de plantas e falhas na emergência, sem possibilidade de replantio.

Na região de Caxias do Sul, as lavouras apresentam bom desenvolvimento, ainda limitado por temperaturas baixas e geadas. O plantio está concluído em municípios do entorno de Vacaria, enquanto nos Aparados da Serra, como Cambará do Sul e São José dos Ausentes, a semeadura ocorrerá em novembro.

Em Erechim, o desenvolvimento vegetativo é considerado satisfatório, embora tenha havido redução nas doses de fertilizantes por limitações financeiras dos produtores. Em Frederico Westphalen, o crescimento das lavouras se recupera após um início lento, favorecido pela adubação nitrogenada. A região registra ocorrência significativa de cigarrinha e percevejo, exigindo controle químico e monitoramento contínuo.

Na região de Ijuí, 6% da área foi semeada, com lavouras em ótimas condições vegetativas, colmos vigorosos e folhas bem desenvolvidas. A aplicação de fungicidas ocorre nas áreas próximas ao pendoamento. Em Santa Rosa, a semeadura chega a 88%, com lavouras vigorosas e controle eficiente de pragas pelo MIP.

Já em Soledade, o plantio alcança 60%. As lavouras semeadas em agosto iniciam o florescimento, especialmente nas áreas de menor altitude. O desenvolvimento é considerado uniforme, sem registros significativos de pragas.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Exportações de carne bovina batem recorde em setembro



China impulsiona recorde nas exportações de carne



Foto: Pixabay

As exportações brasileiras de carne bovina atingiram um novo recorde em setembro, segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado nesta quinta-feira (23) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab).

De acordo com dados do Cepea, foram exportadas 348 mil toneladas no mês, o maior volume já registrado para o período na série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O boletim destaca que “no acumulado do ano, as exportações já estão mais de 15% acima do total registrado em 2024”.

O crescimento foi impulsionado principalmente pela demanda da China e de Hong Kong, que tiveram papel central no avanço das vendas externas. Segundo o Cepea, a preparação para o Ano Novo Chinês, celebrado em fevereiro, tem elevado as compras de carne brasileira nesses mercados.

O documento também aponta que as festas de fim de ano no Brasil devem estimular o consumo interno, o que pode sustentar os preços no último trimestre de 2025. “Com isso, a carne tende a ficar ainda menos acessível para o consumidor brasileiro”, alerta o boletim.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Clima favorece lavouras de feijão da 1ª safra



Feijão mantém ritmo de plantio e bom potencial produtivo



Foto: Canva

A semeadura do feijão da primeira safra avança no Rio Grande do Sul, acompanhando as variações de clima e solo nas regiões produtoras. De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (23) pela Emater/RS-Ascar, o plantio nas áreas de segundo cultivo está próximo da conclusão, enquanto no Sul do Estado o processo ocorre de forma escalonada. Nos Campos de Cima da Serra, a semeadura é tradicionalmente tardia e deve começar em dezembro, após a colheita das lavouras mais precoces.

Segundo o informativo, “a maior parte dos cultivos está em fase de desenvolvimento vegetativo, e nas lavouras mais adiantadas já se observa o início do florescimento”. As condições climáticas recentes, com temperaturas em elevação e precipitações regulares, têm favorecido o crescimento das plantas. O documento destaca ainda que o frio residual e as geadas ocasionaram leve encarquilhamento foliar em algumas áreas, “sem impacto relevante sobre o potencial produtivo”.

O manejo fitossanitário segue de forma preventiva, com monitoramento de insetos e início das aplicações fungicidas nas lavouras em transição para o estágio reprodutivo. Conforme o levantamento, “a qualidade do estande e o vigor vegetativo indicam bom potencial de produtividade até o momento”. A área projetada para a primeira safra é de 26,06 mil hectares, com produtividade média estimada em 1.770 kg/ha.

Na região de Erechim, o plantio ainda não foi concluído devido às chuvas e ao frio no início do período, e deve se concentrar nas áreas de resteva do trigo. Em Ijuí, 3% das áreas já estão em florescimento, e há registro de leve encarquilhamento das folhas em decorrência das baixas temperaturas. A região de Pelotas tem 32% da área semeada, com 98% das lavouras em fase vegetativa e 2% em florescimento.

Em Santa Maria, cerca de 75% da área foi implantada. As temperaturas mais baixas afetaram parte das lavouras em floração, mas sem prejuízos significativos. Já em Soledade, as temperaturas amenas, a boa luminosidade e as chuvas regulares favoreceram o desenvolvimento inicial da cultura. O manejo de cobertura nitrogenada e o uso preventivo de fungicidas seguem em andamento. Nas áreas de menor altitude, onde o plantio começou em agosto, as lavouras precoces já iniciaram o enchimento de grãos. A semeadura atinge 5% da área total prevista.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Camomila fortalece economia rural no Paraná


Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária, divulgado na quinta-feira (23) pelos analistas do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a camomila mantém relevância econômica nos municípios paranaenses onde é cultivada. O levantamento destaca que, embora a cultura represente pequena participação na produção agropecuária total, ela tem papel expressivo nas localidades especializadas.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Paraná respondeu por 79,5% das 391 toneladas produzidas no país em 2017, segundo o último Censo Agropecuário. “O estado foi responsável por 311 toneladas, que geraram R$ 2,2 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP), o equivalente a 91,5% do total nacional”, indica o boletim.

Naquele período, o município de Mandirituba, na região metropolitana de Curitiba, liderava o ranking nacional, com 11 estabelecimentos produtores e colheita de 55 toneladas, resultando em R$ 400 mil de VBP.

Os dados mais recentes do Deral mostram que, em 2024, a camomila cultivada em 2,3 mil hectares rendeu 1,1 mil toneladas e R$ 15 milhões em VBP. O Núcleo Regional de Curitiba concentrou 98,7% da produção estadual. “A planta é explorada em 16 dos 399 municípios do Paraná, sendo Mandirituba, São José dos Pinhais e Contenda os principais polos, somando 72,6% da produção”, detalha o documento.

A cultura é destinada tanto ao mercado interno quanto à exportação, classificada na Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) 1211.90.90, que agrupa produtos medicinais sob a categoria “outros”. Segundo o boletim, as atividades de colheita, transporte e secagem da safra 2025 já foram concluídas, e a comercialização segue ao longo do ano, conforme a demanda industrial e de exportação.

O Deral ressalta que um dos principais desafios enfrentados pelos produtores é a dependência de intermediários, o que reduz a margem de lucro. “Grande parte dos agricultores é composta por pequenos produtores, que ainda não dispõem de estrutura própria de beneficiamento”, conclui o informe.

 





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Morango gaúcho tem boa safra e alta demanda


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (23) pela Emater/RS-Ascar, a safra de morango no Rio Grande do Sul mantém bom ritmo de produção e qualidade dos frutos, com variação de preços conforme a região e a demanda do mercado.

Na região administrativa de Caxias do Sul, as condições climáticas recentes, com dias de boa luminosidade e ampla variação térmica, têm favorecido o crescimento, a maturação dos frutos e a emissão de flores, especialmente nas cultivares de dias neutros Albion e San Andreas. Segundo o informativo, “as plantas apresentam adequada condição fitossanitária, apesar de alguns problemas pontuais com mofo-cinzento e oídio”. A Emater também destacou o “aumento no uso de bactérias Bacillus spp. para controle de doenças”. Nesta primavera, o preço do morango in natura varia entre R$ 20,00 e R$ 30,00 por quilo, enquanto o congelado é comercializado em torno de R$ 12,00/kg.

Na região de Pelotas, o informativo aponta que o período é de pico de safra, com frutos de excelente qualidade e tamanho. O aumento da oferta tem levado os produtores a se organizar para manter os preços estáveis. Conforme a Emater, “as plantas estão em bom estado sanitário e apresentam desenvolvimento e produção adequados”. Os preços variam entre R$ 20,00 e R$ 25,00/kg em Capão do Leão e Morro Redondo; R$ 13,00 a R$ 30,00/kg em Rio Grande; R$ 12,00 a R$ 27,00/kg em Pelotas; e cerca de R$ 20,00/kg em Turuçu.

Já na região de Santa Rosa, o cenário é de redução na floração devido à instabilidade climática. A Emater relata “presença de doenças como oídio e antracnose, além de pragas como ácaros e tripes”. A variação climática também tem afetado a polinização. “Com o florescimento de outras espécies nativas e cítricas, as abelhas diminuíram sua atividade nas plantas de morango, o que tem causado malformação de frutos”, informou o boletim.

O preço de venda de morangos selecionados na região está em torno de R$ 30,00/kg, enquanto os frutos menores, destinados à produção de sucos e geleias, são vendidos a R$ 18,00/kg. A demanda segue satisfatória, mas a entrada de frutas de outras regiões tem aumentado a concorrência. A Emater também apontou a falta de mão de obra para a toalete pós-colheita e a necessidade de variedades “mais resistentes e produtivas”. O informativo acrescenta que “o mercado de mudas importadas foi iniciado no período”, com destaque para as variedades de dias neutros Albion, San Andreas e Royal Royce.





Source link

AgroNewsPolítica & Agro

Demanda firme e alta do dólar sustentam valorização do milho



Na B3, o vencimento de novembro/25 encerrou o pregão cotado a R$ 68,53


Na B3, o vencimento de novembro/25 encerrou o pregão cotado a R$ 68,53
Na B3, o vencimento de novembro/25 encerrou o pregão cotado a R$ 68,53 – Foto: Divulgação

Os contratos futuros de milho encerraram a quarta-feira (23) em alta, sustentados pela valorização do dólar e pela recuperação das cotações na Bolsa de Chicago. Segundo a TF Agroeconômica, apenas o contrato de novembro/26 na B3 apresentou leve correção, enquanto os demais vencimentos avançaram, impulsionados por um cenário de demanda firme tanto no mercado interno quanto externo. A revisão positiva da Anec para as exportações brasileiras reforçou o otimismo e a percepção de que os portos seguem aquecidos, dando suporte adicional aos preços no físico e no interior do país.

Na B3, o vencimento de novembro/25 encerrou o pregão cotado a R$ 68,53, com leve alta de R$ 0,03 no dia e ganho de R$ 1,02 na semana. Já o contrato de janeiro/26 subiu para R$ 71,53, com valorização diária de R$ 0,23 e semanal de R$ 1,06. O contrato de março/26, por sua vez, fechou o dia a R$ 73,05, registrando elevação de R$ 0,27 e de R$ 0,85 na comparação semanal. O movimento foi apoiado pelo avanço do dólar, que torna o produto brasileiro mais competitivo no mercado internacional.

Em Chicago, o milho também encerrou em alta, refletindo o bom desempenho da demanda e o apoio do setor de etanol. O contrato de dezembro subiu 0,77%, para US$ 423,00/bushel, enquanto o de março avançou 0,46%, a US$ 435,75/bushel. Os preços foram sustentados por um relatório robusto de embarques e pelo aumento na produção semanal de etanol, acompanhado de redução dos estoques. Além disso, a secretária de Agricultura dos EUA, Brooke Rollins, anunciou a reabertura dos escritórios da Agência de Serviços Agrícolas (FSA), o que foi interpretado como um sinal positivo para o setor.

 





Source link