domingo, março 15, 2026

Política & Agro

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Safra de trigo tem alta na produtividade, mas menor área



Clima favorece produtividade do trigo no Sul



Foto: Canva

De acordo com dados do 1º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, divulgado nesta terça-feira (14) pela Companhia Nacional de Abastecimento, a produção nacional de trigo está estimada em 7,698 milhões de toneladas. O volume é menor que o registrado na safra anterior, reflexo de uma retração de 19,9% na área cultivada, motivada por condições menos favoráveis no momento da decisão de plantio.

Apesar da redução anual, o levantamento aponta um leve avanço de 2,1% em relação à estimativa anterior. Segundo a Conab, esse crescimento decorre “do aumento de produtividade em Santa Catarina e Paraná, resultado de condições climáticas mais favoráveis até o momento”.

No Rio Grande do Sul, principal produtor de trigo do país, as lavouras estão no início da fase de maturação, com a maior parte das áreas ainda entre floração e enchimento de grãos. Já no Paraná, a colheita avança e se aproxima da metade da área cultivada.

Em Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, a colheita foi concluída. A Conab seguirá monitorando o desenvolvimento das lavouras até o encerramento da safra 2025 de trigo.





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Soja encerra pregão estável



No fechamento do dia, o contrato de novembro terminou estável em US$ 1.006,50/bushel


No fechamento do dia, o contrato de novembro terminou estável em US$ 1.006,50 por bushel
No fechamento do dia, o contrato de novembro terminou estável em US$ 1.006,50 por bushel – Foto: Ivan Bueno/APPA

A soja encerrou o pregão desta quarta-feira (15) praticamente estável na Bolsa de Chicago, sustentada por um relatório positivo de moagem divulgado pela NOPA. Segundo a TF Agroeconômica, o volume processado nos Estados Unidos atingiu nível recorde para o mês de setembro, 11,6% acima do registrado em 2024, enquanto os estoques de óleo de soja caíram para o menor patamar em nove meses, fator que ajudou a conter a pressão baixista vinda do cenário político e comercial.

No fechamento do dia, o contrato de novembro terminou estável em US$ 1.006,50 por bushel, e o de janeiro também sem variação, em US$ 1.024,25. O farelo de soja para dezembro subiu 0,58%, a US$ 275,9 por tonelada curta, e o óleo de soja para o mesmo mês avançou 0,45%, a US$ 50,80 por libra-peso. Apesar da sustentação vinda dos fundamentos, a oleaginosa foi afetada por declarações do ex-presidente Donald Trump, que voltou a ameaçar cortar importações chinesas de óleo de cozinha, em retaliação à decisão de Pequim de não comprar soja americana.

Trump afirmou em sua rede social que os EUA “podem facilmente produzir seu próprio óleo de cozinha, sem precisar comprá-lo da China”, intensificando as tensões entre os dois países. A instabilidade política tem gerado volatilidade nas cotações, agravada pela incerteza sobre a realização de uma possível reunião entre Trump e o presidente Xi Jinping ainda neste mês.

Apesar das ameaças, a relutância dos produtores americanos em vender a preços considerados baixos segue limitando quedas mais fortes. A TF Agroeconômica destaca que essa resistência, somada à sólida demanda doméstica por esmagamento, tem sido um dos principais fatores de sustentação para os preços da soja em Chicago.

 





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Confira como está a soja no Brasil


No mercado físico da soja gaúcha não foram registradas cotações específicas para o dia de ontem, segundo informações divulgadas pela TF Agroeconômica. “Para pagamento em 15/10, com entrega em outubro, os preços no porto foram reportados a R$ 135,00/sc, enquanto no interior as referências se mantiveram em torno de R$ 130,00/sc em Cruz Alta, Passo Fundo, Santa Rosa e São Luiz, todos com liquidação prevista para 30/10. Já em Panambi, o mercado físico apresentou queda mais acentuada, com o preço de pedra recuando para R$ 120,00/sc, sinalizando maior resistência local ao ritmo comprador”, comenta.

Não foram divulgados dados de plantio, comercialização ou fretes de soja em Santa Catarina. “O setor de proteína animal catarinense, especialmente aves e suínos, figura entre os maiores consumidores de farelo de soja do país, garantindo uma demanda contínua para a indústria de processamento. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 138,11 (+0,67%)”, completa.

No mercado físico do Paraná, a estabilidade predominou no interior. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 140,19 (+0,46%). Em Cascavel, o preço foi R$ 128,72 (+0,04%). Em Maringá, o preço foi de 129,09 (-0,03%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 129,09 (-0,78%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 138,26 (+0,11%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 120,00”, indica.

O Mato Grosso do Sul segue consolidando o avanço da semeadura da safra de soja. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 123,44 (+1,31%), Campo Grande em R$ 123,44 (+1,31%), Maracaju em R$ 123,44 (+1,31%), Chapadão do Sul a R$ 120,41 (+0,08%), Sidrolândia a em R$ 123,44 (+1,31%)”, informa.

No mercado físico do Mato Grosso, o estado registrou uma das valorizações mais significativas do país, com preço médio de R$ 119,43 por saca e alta de +2,01%. “Campo Verde: R$ 121,56 (-0,07%). Lucas do Rio Verde: R$ 120,19 (+1,14%), Nova Mutum: R$ R$ 120,19 (+1,14%). Primavera do Leste: R$ 121,56 (-0,07%). Rondonópolis: R$ 121,56 (-0,07%). Sorriso: R$ 120,19 (+1,05%)”, conclui.

 





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Milho sobe na B3 e em Chicago: Confira


Os contratos futuros de milho encerraram a quarta-feira (15) com leves altas, sustentados por sinais de demanda firme e projeções positivas para as exportações brasileiras, segundo informações da TF Agroeconômica. Na B3, apenas o contrato de novembro recuou, refletindo realização de lucros por parte dos investidores e a proximidade do aviso de entrega. Já os demais vencimentos fecharam em leve alta, impulsionados pela estimativa da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), que elevou sua previsão de embarques de outubro para 6,459 milhões de toneladas, um aumento de 6,58% em relação à semana anterior.

A demanda interna segue aquecida, especialmente pela indústria de etanol, que continua absorvendo volumes expressivos do cereal. Nos fechamentos do dia, o contrato de novembro/25 foi cotado a R$ 67,51, registrando baixa de R$ 0,29 no dia, mas alta de R$ 0,91 na semana. O vencimento de janeiro/26 encerrou a R$ 70,47, com alta diária de R$ 0,19 e ganho semanal de R$ 1,68, enquanto o contrato de março/26 terminou a R$ 72,20, avançando R$ 0,17 no dia e R$ 0,68 na semana.

No mercado internacional, o milho negociado na Bolsa de Chicago (CBOT) também fechou em alta, mesmo sem novos dados oficiais, sustentado pelo otimismo em torno da demanda global. O contrato de dezembro subiu 0,91%, a US$ 416,75/bushel, e o de março ganhou 0,70%, a US$ 432,25/bushel. Segundo o analista americano Ben Potter, o cereal teve o melhor desempenho do complexo de grãos, apoiado por grandes compras de Taiwan e Coreia do Sul, além da expectativa de que o ritmo forte da demanda se mantenha no curto prazo.

 





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Condições climáticas impulsionam cultivo de girassol



Produção de girassol atinge 6 mil hectares no Rio Grande do Sul



Foto: Divulgação

De acordo com dados do 1º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, divulgado nesta terça-feira (14) pela Companhia Nacional de Abastecimento, a área de produção de girassol no Rio Grande do Sul está estimada em 6 mil hectares. O crescimento é atribuído à maior disponibilidade de sementes nesta safra, fator que havia limitado a expansão no ciclo 2024/25, além dos bons resultados obtidos nas últimas safras e da possibilidade de plantio de safrinha.

A produção está concentrada na região noroeste do estado, com a semeadura concluída e 100% das lavouras em desenvolvimento vegetativo. Segundo o levantamento, “a evolução da semeadura se deu em 25% da área no final de julho, 65% em agosto e 10% no início de setembro”.

Com as condições climáticas favoráveis em setembro, as lavouras apresentam bom desenvolvimento de estande e sanidade. A partir do início de outubro, as primeiras áreas devem entrar na fase reprodutiva, com a formação do capítulo.





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Trigo gaúcho encalhado: mercado segue parado



Apesar de um leve aumento nas exportações, que somaram 190 mil toneladas


Apesar de um leve aumento nas exportações, que somaram 190 mil toneladas
Apesar de um leve aumento nas exportações, que somaram 190 mil toneladas – Foto: Canva

O mercado de trigo permaneceu travado no Rio Grande do Sul nesta quarta-feira, com compradores e vendedores sem chegarem a um consenso sobre preços. Segundo a TF Agroeconômica, moinhos estão ausentes e a exportação, mesmo oferecendo R$ 1.180 por tonelada no porto com pagamento em janeiro de 2026, não encontrou interessados.

Apesar de um leve aumento nas exportações, que somaram 190 mil toneladas, o volume ainda é considerado muito baixo para reduzir o excesso de oferta. Com isso, o mercado segue sob forte pressão. Internamente, os moinhos aguardam o cumprimento de contratos antigos, oferecendo valores entre R$ 1.050 e R$ 1.070 por tonelada nas regiões das Missões e Tenente Portela. Estima-se que ainda restem cerca de 2,4 milhões de toneladas de trigo gaúcho para comercializar, o que dificulta qualquer recuperação de preços.

Em Santa Catarina, a colheita começou de forma tímida e sem registro de novos negócios. Produtores pedem R$ 1.250 por tonelada FOB, mas os moinhos oferecem o mesmo valor CIF, travando as negociações. Os preços pagos aos triticultores recuaram em algumas praças, variando de R$ 62 a R$ 70,50 por saca.

No Paraná, os negócios seguem desbalanceados entre regiões, com cotações entre R$ 1.230 e R$ 1.300 por tonelada. As chuvas recentes prejudicaram a colheita e a qualidade do grão, enquanto os preços ao produtor recuaram 2,52% na semana, ampliando o prejuízo médio para quase 13%. A TF Agroeconômica alerta que o uso do mercado futuro pode ser uma alternativa para garantir melhores margens aos produtores. As informações foram divulgadas nesta manhã.

 





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Imea registra primeiros números do plantio de soja em Mato Grosso


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SÃO PAULO (Reuters) – O plantio de soja em Mato Grosso, principal produtor brasileiro, teve os primeiros números registrados esta semana, de acordo com levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea).

Até esta sexta-feira, o plantio da safra 2025/26 havia atingido 0,55% da área estimada, versus 0,27% no mesmo período do ano passado para o ciclo 2024/25, segundo o instituto ligado aos produtores.

Neste início, o plantio de soja no Estado está acima da média histórica para o período, de 0,48% da área, segundo o Imea.

A expectativa é que os trabalhos de plantio se desenvolvam nas próximas semanas com as chuvas ficando mais abrangentes. Para a próxima semana, há precipitações volumosas, acima da média, segundo os dados meteorológicos.

(Por Roberto Samora)

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Produtores rurais de Minas terão renegociação de dívidas


O Sistema Faemg Senar, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), inicia, a partir do dia 14 de outubro, uma série de rodadas de reuniões e orientações sobre a renegociação de dívidas de crédito rural em Minas Gerais. Os descontos podem chegar a 95%, dependendo do porte do produtor, da localização do empreendimento e da forma de renegociação.

A iniciativa tem como propósito orientar e facilitar o acesso dos produtores aos benefícios previstos nas Leis nº 14.166/2021 e nº 13.340/2016, além do Decreto nº 12.381/2025 (Desenrola Rural), dispositivos legais que autorizam a liquidação ou o parcelamento de contratos com recursos dos fundos constitucionais. A ação integra um grande mutirão nacional promovido pela CNA, com o objetivo de auxiliar produtores rurais que contrataram operações com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).

Em Minas, alguns encontros já têm data marcada, com início em Teófilo Otoni (14/10), em seguida Almenara (21/10), Janaúba (21/10), São João da Ponte (21/10), Jaíba (22/10), Brasília de Minas (24/10), Araçuaí (27/10), Carlos Chagas (27/10), Manga (27/10), Montes Claros (27/10), Francisco Sá (28/10), São Francisco (28/10), Chapada Gaúcha (7/11) e Januária (7/11). Outras cidades mineiras ainda terão suas datas confirmadas nas próximas semanas.

O Sistema Faemg Senar está mobilizando sindicatos rurais e produtores para garantir ampla participação nas rodadas em Minas. “Nosso papel é estar ao lado do produtor, oferecendo informação, orientação técnica e suporte na interlocução com o Banco do Nordeste. Queremos garantir que todos tenham a oportunidade de entender se o seu contrato está enquadrado em alguma das legislações e, desse modo, possibilitando regularizar sua situação com a instituição financeira. A partir disso, seguir produzindo e até contratando novo crédito”, afirma a assessora técnica do Sistema Faemg Senar, Aline Veloso.

O prazo de adesão vai até 31 de dezembro de 2025 para as renegociações previstas na Lei nº 13.340/2016 e no Desenrola Rural, e até 24 de abril de 2028 para os enquadramentos na Lei nº 14.166/2021. Para os outros municípios em que não ocorrem reuniões, os produtores devem procurar a agência do Banco do Nordeste mais próxima.





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Agricultores familiares comercializam 22 toneladas de alimentos com apoio da Conab


Agricultores e agricultoras familiares de Mato Grosso irão destinar cerca de 22 toneladas de alimentos ao Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) da cidade de São José dos Quatro Marcos (MT), beneficiando pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional atendidas pela instituição. Os produtos são adquiridos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), na modalidade Compra com Doação Simultânea (CDS), que conta com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

As primeiras entregas dos alimentos ao CRAS se iniciam nesta semana, e marca o início da execução do projeto de PAA firmado com produtores da Associação de Produtores Rurais da Comunidade São João da Figueirinha, como forma de apoio à produção. Pela proposta aprovada pela Companhia, 22 agricultores e agricultoras irão fornecer 22 toneladas de alimentos, principalmente frutas, verduras e legumes. Para realizar a aquisição, a estatal irá destinar cerca de R$ 220 mil, recurso repassado pelo MDS.

“Essa ação é mais um exemplo concreto de como o PAA pode gerar impactos positivos tanto para os pequenos produtores quanto para as comunidades em situação de vulnerabilidade. A aquisição dos produtos não só apoia o desenvolvimento rural sustentável como também melhora a oferta de alimentos nutritivos para as instituições beneficiadas, fortalecendo a rede de apoio à segurança alimentar e nutricional em diversas regiões do Brasil”, reforça a superintendente da Conab em Mato Grosso, Francielle Guedes. “Ao estimular a produção agrícola local e assegurar que alimentos de qualidade cheguem à mesa de quem mais precisa, o Programa contribui significativamente para a promoção da dignidade alimentar e para o fortalecimento das cadeias produtivas regionais”, complementa.

O projeto foi apresentado e aprovado pela estatal neste ano, e a expectativa é que a execução ocorra pelos próximos nove meses. Os produtos doados irão auxiliar na alimentação de aproximadamente 2,4 mil pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional que são atendidas pelo CRAS de São José dos Quatro Marcos

Segurança alimentar – Criado há mais de 20 anos, no âmbito da estratégia Fome Zero, o Programa de Aquisição de Alimentos une o incentivo à produção das agricultoras e dos agricultores familiares ao fornecimento de alimentos a pessoas em situação de vulnerabilidade e insegurança alimentar. O Programa é coordenado pelo MDS, em parceria com os ministérios do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e da Fazenda, e executado pela Conab, além de estados e municípios.

Por meio do PAA, a Conab compra os produtos da agricultura familiar, assegurando renda aos produtores, e os alimentos adquiridos são destinados ao abastecimento da rede socioassistencial, aos equipamentos públicos de segurança alimentar e nutricional, como os restaurantes populares e as cozinhas comunitárias e também, a grupos populacionais em situação de vulnerabilidade social, complementando a alimentação de quem está em situação de insegurança alimentar e nutricional.

 





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Grupo Orion lança novo site com foco em usabilidade técnica e conteúdo estratégico


O Grupo Orion, referência no segmento de equipamentos para aplicação de bioinsumos no sulco de plantio, estreou recentemente uma versão reformulada de seu site institucional (orion.ind.br), apostando em um layout mais moderno, navegação fluida e ferramentas que fortalecem sua presença digital. A atualização visa não apenas modernizar a marca, mas também aprimorar a experiência do cliente, seja para produtores, técnicos ou parceiros.

Logo na página inicial, destaca-se uma “hero image” (imagem de grande impacto) com uma frase que resume a atuação da empresa: “Eficiência em aplicação de bioinsumos líquidos no sulco do plantio”. Essa abordagem visual reforça a identidade técnica da Orion e projeta imediatamente o posicionamento no mercado.

O site está disponível em três idiomas (português, espanhol e inglês) para atender a presença global que a marca vive atualmente. 

A hierarquia de menus também foi reorganizada de maneira mais lógica e intuitiva, porém o que mais chama a atenção é o novo formato de apresentação do portfólio de produtos, com menu de escolha para Aplicadores de Bioinsumos, Cobridores de Alta Performance e Eletrificação de Plantadeiras. 

“Cada uma dessas escolhas direcionará o usuário para uma página específica, com a experiência do cliente levada a um novo nível de interação, com destaque para o novo formato de apresentação dos aplicadores de bioinsumos, agora em formato 3D. De forma interativa, o usuário tem a possibilidade de visualizar o equipamento em 360 graus, escolher a marca da plantadeira que utiliza para visualizar a customização do equipamento, bem como visualizar todos os modelos de aplicadores do portfólio Orion”, explica Rodrigo Alandia, diretor de Marketing e Novos Negócios do Grupo Orion.

Segundo Alandia, outro grande diferencial do novo site é incorporar funcionalidades técnicas que vão além da simples apresentação informativa:

Cálculo de Rentabilidade: uma ferramenta potencialmente interativa que permite ao usuário colocar os dados reais da sua operação e entender quão rápido é o retorno de investimento com a tecnologia Orion;

Difusão de Conhecimento: área que oferece orientações técnicas específicas para a correta aplicação dos equipamentos Orion, com opção para download de manual técnico e guia rápido.

“Com o Cálculo de Rentabilidade, oferecemos aos nossos clientes uma ferramenta clara e prática para enxergar, de forma personalizada, em quanto tempo o investimento em nossas tecnologias se transforma em retorno real para sua operação”, afirma Alexandre Santiago, vice-presidente do Grupo Orion.

Todas essas ferramentas transformam o site, antes um catálogo estático, em uma plataforma com utilidades reais para cliente e visitante “decision-maker”.

“Além disso, é possível encontrar o respectivo representante técnico comercial de cada região, o que permite um acesso rápido e fácil dos nossos clientes para com nosso time comercial e técnico, reafirmando porque somos reconhecidos não somente pela venda, mas com muita ênfase no nosso pós-venda”, explica Santiago.

Do ponto de vista de design, nota-se o uso de padrões modernos: layout responsivo (adaptável a diferentes tamanhos de tela), tipografia clara e legível, espaçamentos bem trabalhados e iconografia que dá suporte visual à navegação. O contraste entre texto e fundo parece adequado, favorecendo a leitura.

“Com o novo site, o Grupo Orion reafirma seu compromisso com inovação e atendimento técnico qualificado. A plataforma digital passa a ser uma ferramenta comercial ativa, capaz de nutrir leads via cálculo de rentabilidade, instrução técnica, conteúdos em múltiplos idiomas e reforçar a autoridade da marca no agronegócio de precisão”, avalia Ricardo Rodrigues da Cunha, CEO e diretor de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Orion.





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