terça-feira, março 10, 2026

Política & Agro

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Diversificação redefine exportações agrícolas em 2025


A dinâmica das exportações agrícolas dos Estados Unidos em 2025 evidencia mudanças relevantes na distribuição dos mercados compradores, especialmente no complexo da soja. Dados analisados pelo Purdue Center for Commercial Agriculture mostram que, embora a China siga como um destino importante, a composição das vendas externas tornou-se mais diversificada, reduzindo a dependência de um único comprador.

Em 2025, a China respondeu por 18,7% das exportações norte-americanas de soja, participação inferior à fatia combinada de outros mercados. A União Europeia, considerada em bloco, absorveu 12,9% do volume, enquanto o México representou 12,6% e o Egito ficou com 10,2%. Países do Sudeste Asiático, como Indonésia e Japão, também tiveram peso relevante, com 5,0% e 5,4%, respectivamente. Espanha, Alemanha, Países Baixos e Taiwan aparecem com parcelas menores, mas consistentes, reforçando a pulverização dos destinos. O grupo classificado como resto do mundo concentrou 21,6% das vendas, o maior percentual individual da distribuição.

Esse cenário ocorre em um contexto de retração do volume total exportado de soja, associada à redução da demanda chinesa. Ainda assim, a presença mais ampla de compradores na Europa, no Sudeste Asiático e no Norte da África contribuiu para amortecer uma queda mais acentuada nas exportações. A leitura dos dados sugere que a diversificação geográfica funcionou como um fator de estabilidade para o setor.

No caso do milho, o movimento foi distinto ao longo de 2025. As exportações avançaram impulsionadas pela entrada e consolidação de novos mercados, mesmo com a redução das compras por parte de clientes tradicionais. O contraste entre as duas culturas reforça a importância estratégica de ampliar e consolidar destinos, não apenas como mecanismo de proteção, mas também como vetor de crescimento no comércio agrícola internacional.

 





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Preços do café devem seguir elevados em 2026


O mercado de café deverá enfrentar mais um ano de alta volatilidade em 2026, impulsionado por estoques globais reduzidos e incertezas climáticas, segundo dados divulgados pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada).

Com a safra do Vietnã em andamento, mas ainda sem aliviar o cenário de oferta restrita, os preços tendem a permanecer em patamares elevados, conforme verificado no segundo semestre de 2025. De acordo com o Cepea, mesmo diante de sinais de desaceleração no consumo interno e externo, a escassez de produto continuará exercendo forte influência sobre as cotações.

A sustentação nos preços deve se prolongar até que haja maior clareza sobre dois fatores-chave: o enchimento dos grãos e o desempenho do último terço da colheita brasileira. A definição desses pontos será essencial para avaliações mais precisas sobre oferta e demanda, e para orientar a formação de preços no segundo semestre de 2026.

No Brasil, as expectativas estão mais positivas em relação à safra 2026/27, cuja colheita se inicia majoritariamente após maio. Conforme informações do Cepea, o ciclo atual ocorre sob condições climáticas mais favoráveis do que em anos anteriores, o que pode representar um ponto de virada após cerca de cinco safras marcadas por adversidades climáticas severas.

Além disso, o ciclo 2026/27 será marcado pela bienalidade positiva, fenômeno típico da cultura do café que alterna anos de alta e baixa produtividade. Essa condição, somada ao clima mais estável, fortalece o otimismo entre os produtores e abre espaço para uma recuperação mais significativa do parque cafeeiro nacional.

As primeiras projeções de consultorias privadas indicam uma produção superior a 70 milhões de sacas, considerando o bom desempenho tanto do arábica quanto do robusta. Esse volume, se confirmado, poderá representar uma das maiores safras brasileiras da história.

No entanto, os efeitos dessa possível recuperação ainda não se refletem nas exportações da temporada 2025/26, que devem encerrar com volume abaixo das médias anteriores. A menor oferta e a baixa disponibilidade de café para comercialização limitam os embarques e reforçam a pressão de preços no mercado internacional.

 





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China impõe cotas à carne bovina e afeta exportações brasileiras



Medida entra em vigor em 1º de janeiro



Foto: Pixabay

A China anunciou, nesta quarta-feira (31), a implementação de cotas anuais para a importação de carne bovina de países estrangeiros, como forma de proteger sua cadeia produtiva interna. A nova regra passa a valer a partir de 1º de janeiro de 2026 e terá duração inicial de três anos, até dezembro de 2028.

Segundo o Ministério do Comércio chinês, a cota total de importações em 2026 será de 2,7 milhões de toneladas — volume inferior ao registrado nos primeiros 11 meses de 2025 e abaixo do recorde histórico de 2,87 milhões de toneladas compradas em 2024. A expectativa é de que esse teto aumente gradualmente nos anos seguintes.

O Brasil terá a maior fatia da cota em 2026, com 1,1 milhão de toneladas autorizadas. No entanto, o número representa uma queda de 27% em relação ao volume exportado ao país asiático até novembro de 2025, que somou 1,52 milhão de toneladas, conforme dados da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

Além das cotas, o governo chinês introduziu uma tarifa adicional de 55% sobre qualquer volume que ultrapasse os limites estabelecidos. A sobretaxa afetará especialmente países da América Latina — incluindo Brasil, Argentina e Uruguai — e também outros grandes exportadores como Austrália e Estados Unidos.

Outros países latino-americanos sofrerão restrições importantes: a Argentina deverá ter uma cota equivalente à metade da brasileira, enquanto o Uruguai poderá exportar até 324 mil toneladas. A divisão por país ainda pode ser ajustada nos anos seguintes, conforme a demanda e acordos bilaterais.

A medida chinesa também coloca em debate a dependência do Brasil em relação ao mercado chinês.





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Brasil lidera produção mundial de carne bovina



A perspectiva para 2026, portanto, é de uma cadeia pecuária que seguirá aquecida



Foto: Pixabay

A pecuária brasileira encerra 2025 com um feito histórico: ultrapassou os Estados Unidos e se tornou a maior produtora de carne bovina do mundo, conforme relatório do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA). Esse marco reforça o protagonismo do país no setor e alimenta expectativas de expansão, ainda que com ritmo mais lento, no próximo ano.

Segundo dados divulgados pelo Cepea, tanto o mercado interno quanto o externo indicam sinais de crescimento contínuo da demanda. Em ano de Copa do Mundo e eleições gerais no Brasil, o aumento da circulação de dinheiro pode favorecer o consumo de carne, mesmo diante do endividamento das famílias.

No mercado externo, a competitividade do produto brasileiro permanece forte. A cotação do dólar acima de R$ 5 mantém os embarques atrativos, e a dificuldade de outros grandes produtores em recuperar suas ofertas a curto prazo pode beneficiar ainda mais as exportações nacionais.

Ainda de acordo com o Cepea, a expectativa é de que os preços da arroba do boi gordo e da carne bovina sigam sustentados em 2026. A possível escassez de carne no mercado global também tende a valorizar os produtos brasileiros, o que pode ampliar a rentabilidade do setor.

Por outro lado, o aumento da produção enfrentará entraves importantes. O principal desafio está na oferta de bois magros para reposição. Além da quantidade reduzida, preocupa a qualidade genética dos animais disponíveis, o que pode comprometer o desempenho nos confinamentos.

Mesmo com a taxa de lotação elevada nas unidades de engorda, a eficiência produtiva pode ser prejudicada se os animais não apresentarem peso ideal ou potencial de ganho satisfatório. Isso deve apertar as margens dos confinadores, exigindo maior gestão técnica e controle de custos.

A perspectiva para 2026, portanto, é de uma cadeia pecuária que seguirá aquecida, mas com restrições do lado da oferta. A valorização do produto final poderá compensar os custos mais altos e os desafios logísticos e genéticos enfrentados pelos produtores.





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Preço do açúcar e maior produção de etanol devem ser focos em 2026/27



A entressafra 2025/26, que começa em janeiro/26 e se estende até março/26


Foto: Pixabay

A entressafra 2025/26, que começa em janeiro/26 e se estende até março/26, ainda pode ser marcada por preços firmes para o vendedor. Além da demanda, que deve seguir aquecida, pesquisadores do Cepea indicam que o suporte também deve vir dos estoques menores de etanol na região Centro-Sul do País.

Por outro lado, a temporada 2026/27, que se inicia oficialmente em abril/26, deve ser marcada por atenção redobrada às cotações do açúcar no mercado internacional e à expansão da produção de etanol, especialmente diante do risco de a oferta avançar em ritmo superior ao da demanda. Agentes de mercado consultados pelo Cepea indicam um ambiente de maior cautela para o ciclo. 

Nesse contexto, a temporada 2026/27 tende a apresentar poucos vetores de sustentação aos preços do etanol. Segundo pesquisadores do Cepea, o cenário desenhado é desafiador, com possibilidade de pressão baixista sobre as cotações do biocombustível. As projeções preliminares de moagem de cana-de-açúcar para a safra 2026/27 na região Centro-Sul estão estimadas em torno de 625 milhões de toneladas. 

No mercado de açúcar, a perspectiva é de superávit global, com maior disponibilidade do produto e a sinalização de aumento da participação vendedora no próximo ano. Diante da possibilidade de preços externos do adoçante mais enfraquecidos, as usinas brasileiras poderão ajustar o mix de produção, direcionando maior parcela da cana para a fabricação de etanol, o que, por sua vez, pode intensificar a pressão sobre as cotações do biocombustível. Outro fator relevante apontado pelos agentes do setor é o comportamento do preço do petróleo. 

No caso específico do etanol de milho, pesquisadores do Cepea indicam que a trajetória de crescimento da produção é evidente. A safra 2025/26 já apresentou expansão em relação ao ciclo anterior, e a participação do etanol de milho no total produzido deve seguir em trajetória ascendente. 





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Exportação, preços e produção devem seguir firmes em 2026



Suinocultura brasileira mantém projeções otimistas


Foto: Pixabay

Após o bom desempenho registrado em 2025, a suinocultura brasileira mantém projeções otimistas para 2026. A ampliação da demanda externa somada ao crescimento moderado da produção e à manutenção de preços firmes devem assegurar margens atrativas ao longo do ciclo. Cálculos do Cepea indicam cerca de 1,44 milhão de toneladas de carne suína embarcadas no próximo ano, o que representaria um crescimento de 6,3% sobre 2025.

Esses números podem, inclusive, melhorar a posição do Brasil no ranking dos maiores exportadores mundiais da proteína – desde 2023, o País ocupa o 3º lugar, conforme dados do USDA. Segundo pesquisadores do Cepea, a expectativa é de abertura e consolidação de novos mercados, além da expansão do valor total exportado. Entre os parceiros comerciais do Brasil, as Filipinas devem continuar sendo o principal, adquirindo 7% a mais da carne suína nacional em 2026. Já para a China, o 2º maior destino, o total embarcado deve seguir em queda, dada a demanda decrescente do país nos últimos anos – entre 2021 e a parcial de 2025, o total enviado ao país caiu mais de 70%. Nas Américas, o México deve continuar ampliando a demanda por carne brasileira. 

No mercado doméstico, os preços podem seguir em patamares elevados no próximo ano. Ao mesmo tempo, estimativas do Cepea apontam que a dinâmica de menor volatilidade deve ser mantida – em 2025, as cotações permaneceram praticamente estáveis em algumas praças por quatro ou até seis semanas ininterruptas. A expectativa de preços firmes se sustenta na continuidade da demanda aquecida.

Segundo a ABPA, o consumo per capita da proteína suinícola é projetada em 19,5 quilos em 2026, incremento de 2,5% frente ao ano anterior. Do lado da produção de carne suína, o Cepea estima aumento de 4%, chegando a 5,88 milhões de toneladas. Assim como em 2025, o Cepea projeta um bom ano ao produtor, favorecido pelos preços firmes do animal. 





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Maior oferta e preços mais moderados devem marcar safra 26/27



O mercado global de açúcar caminha para um cenário de oferta mais folgada


Foto: Pixabay

O mercado global de açúcar caminha para um cenário de oferta mais folgada ao longo da safra 2026/27. No Brasil, maior produtor e exportador mundial, a expectativa é de avanço na moagem de cana na região Centro-Sul, sustentada pela recuperação das chuvas no final de 2025, expansão moderada da área e condições climáticas mais próximas da média histórica.

A produção pode superar 620 milhões de toneladas de cana, o que amplia o potencial de oferta do adoçante, ainda que o rendimento agrícola dependa das precipitações no verão. Segundo pesquisadores do Cepea, o aumento da moagem não garante, porém, forte incremento na produção de açúcar. Com ambiente global projetando elevado superávit e boa disponibilidade nos principais players – como Brasil, Índia e Tailândia –, o setor tende a calibrar o mix entre açúcar e etanol.

A mistura obrigatória de etanol anidro a 30% na gasolina e o avanço da produção de etanol de milho reforçam o papel estratégico na determinação do mix produtivo. Estimativas indicam produção brasileira do adoçante entre 41 e 44 milhões de toneladas, acima das 39,17 milhões de toneladas na atual temporada 2025/26 (até 16 de novembro), segundo dados da Unica. 

No mercado internacional, a perspectiva predominante é de preços moderados, refletindo estoques mais confortáveis, superávit global e competição entre exportadores. Eventos climáticos adversos, políticas indianas de exportação e oscilações no petróleo seguem como fatores-chave para possíveis movimentos altistas. O consumo mundial deve manter trajetória de crescimento gradual, de 1,2% ao ano, impulsionado por economias emergentes da Ásia e África, enquanto países desenvolvidos tendem a reduzir o consumo per capita em razão de mudanças de hábito e substituição parcial por adoçantes alternativos. 





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Clima impulsiona desenvolvimento da mandioca



Umidade favorece lavouras de mandioca no Estado



Foto: Canva

A cultura da mandioca apresenta retomada do desenvolvimento em diferentes regiões do Rio Grande do Sul, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (1). As condições climáticas recentes, especialmente a maior umidade do solo, favoreceram o crescimento vegetativo das lavouras, embora haja impactos no calendário de colheita em algumas localidades.

Na região administrativa de Soledade, o relatório aponta incremento no desenvolvimento da cultura nas últimas semanas. No entanto, a colheita da mandioca de ano tende a sofrer atraso nesta safra, em razão das temperaturas mais baixas registradas durante a primavera. Nesse mercado, o preço pago ao produtor varia entre R$ 20,00 e R$ 25,00 por caixa de 22 quilos.

Já na região de Santa Rosa, a área cultivada com mandioca soma 6.329 hectares, com estimativa de produtividade de 17 mil quilos por hectare. De acordo com a Emater/RS-Ascar, a cultura retomou o crescimento vegetativo e o engrossamento das raízes, beneficiada pela elevada umidade do solo, o que sinaliza bom potencial produtivo. O preço do quilo da mandioca congelada oscila entre R$ 5,50 e R$ 8,00.





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Produtores recorrem a controle biológico na erva-mate



Bioinsumos são usados no controle da erva-mate



Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (1), a cultura da erva-mate enfrenta alta infestação de ampola na região administrativa de Soledade. Também há registros de ocorrência de broca-da-erva-mate, o que tem exigido ações de manejo por parte dos produtores.

Segundo o levantamento, produtos à base de bioinsumos vêm apresentando resultados positivos no controle das pragas. A Emater/RS-Ascar informa que também estão sendo utilizados insumos formulados com Beauveria bassiana, fungo empregado no controle biológico. Para o enfrentamento da ampola, há testes em andamento com produtos à base de azaractina.

No mercado, os valores pagos ao produtor permanecem dentro da faixa registrada pelo informativo. O preço da erva-mate entregue à indústria varia entre “R$ 14,00 e R$ 16,00 por arroba”, enquanto o custo cobrado pelos tarefeiros fica em torno de “R$ 6,00 a R$ 8,00 por arroba”.





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Milho silagem se recupera após retorno das chuvas



Produtividade do milho silagem melhora no Estado



Foto: Agrolink

A cultura do milho destinado à silagem apresenta recuperação no Rio Grande do Sul após o retorno das chuvas, segundo o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (1). De acordo com a entidade, “as perdas de produtividade causadas no início do mês vão sendo atenuadas pela recuperação da umidade do solo em virtude das chuvas regulares”, cenário observado na maioria das regiões produtoras.

A exceção ocorre na Fronteira Noroeste, onde o corte do milho permanece paralisado em razão do elevado volume de precipitações e da alta umidade do solo. Nas demais áreas, a Emater/RS-Ascar informa que as condições das lavouras são consideradas adequadas, com expectativa positiva de produtividade. A estimativa da entidade aponta que a área destinada ao milho para silagem deve alcançar 366.067 hectares, com produtividade média prevista de 38.338 quilos por hectare.

Na região administrativa de Erechim, as lavouras destinadas à produção de silagem apresentam condições fitossanitárias e de crescimento consideradas satisfatórias. Conforme a Emater/RS-Ascar, a expectativa é de rendimentos em torno de 50 toneladas por hectare.

Em Ijuí, a boa umidade do solo favoreceu a aplicação de fertilizantes em cobertura, especialmente a ureia, utilizada como fonte de nitrogênio e aplicada de forma parcelada para melhor aproveitamento. O milho para silagem está em início de corte e, segundo o informativo, houve redução no volume de massa produzida, embora a quantidade de grãos seja considerada razoável.

Na região de Pelotas, as lavouras que haviam sido afetadas pelo déficit hídrico já se recuperaram e devem retomar o crescimento, enquanto os produtores seguem com a implantação de novas áreas. Já em Santa Rosa, a persistência de chuvas intensas interrompeu as operações de ensilagem. A Emater/RS-Ascar relata que “o excesso de umidade na massa vegetal compromete a obtenção do teor ideal de matéria seca para ensilagem”, o que afeta a compactação, o processo fermentativo e a qualidade final do produto. Diante desse cenário, os produtores aguardam períodos mais secos para retomar os trabalhos.





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