domingo, março 15, 2026

Política & Agro

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BNDES cobre só 20% das dívidas rurais no Rio grande do Sul


Em reunião com instituições financeiras que operam o Crédito Rural no estado, a Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) avaliou que os recursos disponibilizados pela MP 1314/2025 são insuficientes para atender à demanda de endividamento dos produtores rurais gaúchos. O levantamento confirma a projeção feita pela entidade quando a medida foi anunciada, em 5 de setembro. Segundo a Federação, o excesso de regulação para acessar os recursos também tem se mostrado um entrave para aliviar a situação do setor agropecuário no estado.

O encontro ocorreu nesta terça-feira (4), na sede da Farsul, e contou com representantes do Banco do Brasil, Banrisul, Sicredi e Sicoob. As instituições analisaram o andamento das tratativas para a efetivação dos acordos, as demandas e as dificuldades enfrentadas no Rio Grande do Sul. O presidente do Sistema Farsul, Gedeão Pereira, afirmou que a Federação “sempre se pontuou pelo equilíbrio e naquilo que é exequível. Estamos vendo o esforço das instituições em cooperar para que o quadro seja revertido. Esse cenário de endividamento não interessa a ninguém, nem ao sistema financeiro, nem aos produtores”, declarou.

O economista-chefe da Farsul, Antonio da Luz, destacou que os R$ 12 bilhões disponibilizados via BNDES não se restringem ao Rio Grande do Sul, mas são destinados a todo o país. “Fizemos um levantamento junto com as instituições financeiras e a necessidade de recursos para atender a carteira. Fazendo uma média ponderada, a linha do BNDES está atendendo 20% da demanda do que é elegível, ou seja, de cada R$ 5,00 da dívida, apenas R$ 1,00 é atendido”, descreveu.

“Além da escassez de recursos, existe um outro fator que é o formulismo. O excesso de regulação que gera uma enorme dificuldade de entender quem se enquadra, quem não se enquadra, porque existem várias normas que ora deixa uma pessoa enquadrada, mas na semana seguinte ela pode estar desenquadrada”, criticou o economista.

A Farsul defende duas medidas como fundamentais para enfrentar a situação: ampliar o volume de recursos destinados ao Rio Grande do Sul — estimado pela entidade em cinco vezes o valor atual — e simplificar as normas de enquadramento, consideradas excessivamente complexas e excludentes.





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Índice de atratividade da carne cai 11,8% no Mato Grosso



China amplia compras de carne bovina de Mato Grosso



Foto: Pixabay

Segundo análise semanal divulgada nesta segunda-feira (3) pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), o índice de atratividade das exportações de carne bovina de Mato Grosso atingiu 80,27 arrobas por tonelada na média de janeiro a setembro de 2025, o que representa uma redução de 11,85% em relação ao mesmo período de 2024. O indicador mede quantas arrobas de boi gordo podem ser adquiridas com o valor de uma tonelada exportada de carne.

De acordo com o Imea, “o maior volume exportado foi destinado ao mercado asiático, especialmente à China, que respondeu por 54,30% dos embarques totais”. O instituto destacou que o preço médio da tonelada exportada para o país asiático aumentou 28,74% no comparativo anual.

A União Europeia, embora tenha registrado participação menor em volume, manteve o valor mais alto pago pela carne bovina mato-grossense, com aumento de 16,80% no preço médio e índice de atratividade de 117,9 arrobas por tonelada. “O avanço no volume das exportações e do preço médio demonstra a valorização da carne bovina de Mato Grosso no mercado externo”, avaliou o Imea.





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Iniciativa paranaense visa ampliar uso da erva-mate


De acordo com informações divulgadas pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e pela Iapar-Emater, o Governo do Estado lançou na segunda-feira (3) o Novo Arranjo de Pesquisa e Inovação (NAPI) Erva-Mate: Inovação e Valorização. A iniciativa reúne universidades, centros de pesquisa e representantes do setor produtivo para desenvolver sistemas de cultivo mais sustentáveis e eficientes, otimizar processos industriais e diversificar o uso da matéria-prima. O investimento é de R$ 3,9 milhões, por meio da Fundação Araucária.

O Paraná se mantém como o maior produtor nacional de erva-mate, produto de relevância econômica e cultural para o Estado. Em 2024, nove municípios paranaenses registraram as maiores produções do país, com destaque para São Mateus do Sul, responsável por 17,2% do total nacional, mantendo o mesmo volume do ano anterior. A extração de erva-mate, concentrada na Região Sul, gerou o segundo maior valor entre os produtos não madeireiros, com R$ 522,8 milhões, o que representa redução de 11,3% em relação a 2023.

Segundo a professora Vânia de Cássia Fonseca Burgardt, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e articuladora do NAPI, o projeto busca integrar toda a cadeia produtiva, da produção primária ao consumo final. “Queremos desenvolver formas de produção mais rentáveis, que permitam ao pequeno produtor obter um ganho maior. Além disso, buscamos reduzir contaminantes que dificultam a exportação, garantindo um produto de maior qualidade e valor agregado”, explica.

Há também pesquisas em andamento sobre os possíveis efeitos da erva-mate na saúde. “Podendo ser benéfica para o coração, para o metabolismo do nosso organismo. A partir desses estudos clínicos, a gente pode indicar o uso da erva-mate, por exemplo, em medicamentos, na própria indústria farmacêutica”, comenta Vânia.

Outro foco da iniciativa é o uso da erva-mate na alimentação. O projeto prevê o desenvolvimento de novas receitas e produtos alimentares com potencial de ampla aceitação, inclusive para inclusão na merenda escolar.

O NAPI Erva-Mate será estruturado em quatro eixos temáticos. No eixo da produção primária, coordenado pela Embrapa Florestas, serão validados genótipos com características químicas e sensoriais diferenciadas, além da implantação de sistemas de cultivo inovadores e estudo de viabilidade econômica.

O eixo de processamento, coordenado pela Unioeste com apoio da UTFPR e da Embrapa Florestas, tem como objetivo otimizar processos industriais e desenvolver protocolos de classificação sensorial da matéria-prima.

O terceiro eixo, voltado ao produto e consumidor, é coordenado pela UTFPR e pela Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), em cooperação com a Sustentec e universidades internacionais. As ações incluem estudos clínicos, caracterização sensorial, pesquisa com consumidores e desenvolvimento de novos produtos.

O último eixo, sob coordenação da UTFPR e apoio técnico do IDR-Paraná, prevê treinamentos e ações de devolutiva para os segmentos da cadeia produtiva, além da elaboração de um plano de comunicação voltado à divulgação dos resultados e inovações tecnológicas.

O setor produtivo, representado pela Associação de Produtores e Industriais de Erva-Mate (Apimate), participará de forma colaborativa em todos os eixos, contribuindo para a validação das ações e a transferência de tecnologia ao mercado.





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tradição milenar impulsionada pela IA


O arroz é uma das principais culturas do mundo. Segundo a FAO, a produção mundial atingiu 800 milhões de toneladas em 2023, com China e Índia liderando. O Brasil ocupa posição de destaque, sendo o nono maior produtor global e o principal fora da Ásia, com 10,67 milhões de toneladas em 2024, conforme dados do IBGE e Embrapa, quase 80% provenientes do Sul, especialmente de Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Embora cultivado há mais de 10 mil anos, o arroz chega à mesa hoje por meio de um processo cada vez mais tecnológico. Da lavoura ao empacotamento, sensores, máquinas inteligentes e sistemas de automação elevam a eficiência e a sustentabilidade da produção. A catarinense Selgron, sediada em Blumenau, é um exemplo desse avanço. Fundada em 1991, a empresa iniciou com selecionadoras ópticas voltadas à indústria arrozeira e hoje aplica inteligência artificial para análise precisa dos grãos, garantindo qualidade e padronização.

“O arroz foi o ponto de partida da nossa história e continua sendo um setor de grande importância dentro da empresa. Desde os primeiros equipamentos, evoluímos muito em termos de tecnologia, precisão e desempenho”, comenta Carlos Bieging, Diretor de Pesquisa da Selgron.

O portfólio da Selgron inclui empacotadoras, dosadores, detectores de metais, controladores de peso e sistemas de paletização robotizada, consolidando-a como referência em automação agroindustrial. Segundo o diretor de pesquisa Carlos Bieging, a automação reduz desperdícios, aumenta o rendimento e assegura rastreabilidade, elementos essenciais para um alimento que une tradição e tecnologia.

“O uso de automação na indústria arrozeira traz benefícios diretos, como redução de desperdícios, maior rendimento e rastreabilidade dos processos. E isso tem sido cada vez mais relevante diante da necessidade de produzir mais com menos recursos”, destaca.

 





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Consórcio de máquinas agrícolas dispara 47%


O modelo de autofinanciamento ganhou protagonismo no agronegócio brasileiro em 2025. Segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o setor de máquinas agrícolas registrou crescimento de 47% nos créditos concedidos, somando R$ 9,13 bilhões de janeiro a setembro, que é o melhor resultado da série histórica. O movimento mostra que produtores estão recorrendo cada vez mais ao consórcio para adquirir tratores, colheitadeiras e implementos, aproveitando a ausência de juros e os prazos mais longos para pagamento.

Mesmo com queda de 16,8% nas adesões, o volume total de negócios avançou 15,2%, atingindo R$ 19,7 bilhões, impulsionado pelo aumento de 46,9% no tíquete médio, que chegou a R$ 257,19 mil. Para Fernando Lamounier, sócio da Multimarcas Consórcios, o modelo tornou-se uma alternativa viável diante dos altos juros do crédito tradicional. O número de cotas contempladas cresceu 7,5%, totalizando 36,4 mil, e o de participantes ativos subiu 9,3%, alcançando 465,8 mil.

A pesquisa da ABAC também aponta expansão do consórcio em outros segmentos de veículos pesados, como caminhões, embarcações e aeronaves. Nos caminhões, os créditos somaram R$ 7,34 bilhões, alta de 47,1%, com 29,3 mil consorciados contemplados, o equivalente a um em cada quatro caminhões vendidos no país, segundo a Fenabrave. 

“Embora existam opções de financiamento, os altos juros tornam-nas as opções muitas vezes inviáveis. Já o consórcio se ajusta perfeitamente às necessidades do setor, conquistando uma crescente credibilidade. Por isso, cada vez mais, os produtores, ao planejar suas compras, optam por essa modalidade como uma solução econômica para alcançar seus objetivos”, afirma Fernando Lamounier, sócio da Multimarcas Consórcios.

 





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Tecnologia do setor elétrico ganha novo campo: o agro



O impacto econômico é promissor


O impacto econômico é promissor
O impacto econômico é promissor – Foto: Pixabay

As mesmas técnicas de Inteligência Artificial (IA) e Visão Computacional utilizadas no monitoramento de reservatórios, rios e florestas no setor elétrico começam a ser aplicadas no agronegócio brasileiro. Segundo William Cesar Farias, pesquisador do Lactec, centro de pesquisa e inovação, essas ferramentas podem revolucionar o campo, permitindo detectar pragas, avaliar a saúde das lavouras e gerenciar recursos hídricos com maior precisão e rapidez.

A Visão Computacional, que “ensina” máquinas a enxergar e interpretar imagens, automatiza tarefas e reduz o tempo de resposta em tomadas de decisão. “Os mesmos sistemas usados para identificar troncos flutuantes e espécies nativas podem ser direcionados para monitorar lavouras”, explica Farias. Por meio de algoritmos de deep learning, as máquinas aprendem a reconhecer padrões visuais e transformar imagens brutas em informações estratégicas, detectando folhas doentes, pragas ou áreas com deficiência de água.

O pesquisador destaca que, com o avanço de sistemas mais leves, será possível processar dados diretamente no campo, em tempo real, usando câmeras em tratores ou drones, sem depender da nuvem. O impacto econômico é promissor: estudo global da PwC aponta que a IA pode acrescentar até 13 pontos percentuais ao PIB do Brasil até 2035. No entanto, o relatório alerta que esse potencial depende da adoção responsável e da confiança social na tecnologia, que deve movimentar cerca de US$ 130 bilhões no país até 2025.

“Esses sistemas automatizam tarefas como a identificação de troncos flutuantes e espécies nativas. A mesma tecnologia pode ser direcionada para o monitoramento de lavouras”, afirma. “A tecnologia converte dados visuais brutos em informação prática e estratégica”, explica.

 





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Legumes e óleo de soja lideram altas no Sul


O levantamento “Variações de Preços: Brasil & Regiões”, elaborado pela Neogrid, aponta que legumes e óleo de soja lideraram as altas de preço no Sul do país em setembro. O óleo de soja, essencial na cozinha dos brasileiros, passou de R$ 8,75 em agosto para R$ 9,28, alta de 6%. No Sul, o aumento foi ainda maior: 7%, impulsionado por custos agrícolas e oscilações climáticas.

A pesquisa revela que outros produtos agrícolas também registraram avanço. O café subiu 4,4% no mês, enquanto legumes e cerveja tiveram altas de 4,2% e 3,9%, respectivamente. As condições adversas de clima e o avanço desigual do plantio da safra 2025/26, especialmente no Centro-Oeste e Sudeste, contribuíram para a pressão sobre os preços.

Por outro lado, itens básicos apresentaram recuos moderados, sinalizando um possível alívio ao consumidor. Queijos caíram 2,6%, carnes suínas 1,6%, e produtos como leite UHT, leite em pó e pão registraram quedas inferiores a 1%. No acumulado de 2025, o café segue como o campeão de altas, com valorização de 43,7%, seguido por margarina, creme dental e refrigerantes.

“A expectativa para os próximos meses é de uma desaceleração mais consistente nos preços de alimentos e bebidas, impulsionada pela recomposição de estoques e uma tendência de estabilização climática”, analisa Anna Carolina Fercher, líder de Dados Estratégicos na Neogrid. “No entanto, o café deve seguir sem trégua, já que o setor deve continuar sentindo os efeitos da quebra de safra e da volatilidade internacional – aspectos que mantêm os preços pressionados no curto prazo”, conclui.

 





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Soja recua em Chicago após forte valorização



As compras chinesas seguem lentas


As compras chinesas seguem lentas
As compras chinesas seguem lentas – Foto: Leonardo Gottems

A soja encerrou a terça-feira em baixa na Bolsa de Chicago (CBOT), após registrar fortes ganhos nos últimos dias. Segundo a TF Agroeconômica, o mercado passou por um movimento de correção natural, após as cotações atingirem o maior nível dos últimos 16 meses e acumularem a maior alta mensal em quase cinco anos. O ajuste foi impulsionado por realizações de lucro e pela perda momentânea de competitividade da soja norte-americana no cenário exportador.

Nesse cenário, o contrato de soja para novembro fechou em baixa de 1,03%, a US$ 1108,25 por bushel, enquanto o de janeiro caiu 1,12%, cotado a US$ 1121,50. Entre os derivados, o farelo de soja para dezembro recuou 1,06%, a US$ 317,4 por tonelada curta, e o óleo de soja encerrou em baixa de 0,62%, a US$ 49,53 por libra-peso. As quedas refletem o equilíbrio delicado entre o preço elevado, que estimula o produtor americano a vender no mercado físico, e o enfraquecimento da demanda externa, especialmente por parte da China.

As compras chinesas seguem lentas, sem confirmação de novos acordos comerciais entre Pequim e Washington. A ausência de declarações oficiais do governo chinês sobre compromissos de importação mantém os traders cautelosos, contribuindo para a volatilidade dos preços. Ainda assim, analistas avaliam que a tendência de curto prazo é de acomodação, após semanas de valorização expressiva, enquanto o mercado monitora a evolução da demanda asiática e as condições climáticas nas áreas produtoras dos Estados Unidos e da América do Sul. As informações foram divulgadas nesta manhã de quarta-feira.

 





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Confira como está o mercado da soja


O cenário no Rio Grande do Sul combina dificuldades financeiras com retração nas cotações, segundo a TF Agroeconômica. “Para pagamento em novembro, com entrega em outubro, os preços no porto foram reportados a R$ 140,00/sc semanal, enquanto no interior as referências se foram em torno de R$ 130,00/sc semanal em Cruz Alta, Passo Fundo, Santa Rosa e São Luiz, todos com liquidação prevista para 30/10. Já em Panambi, o mercado físico apresentou queda mais acentuada, com o preço de pedra recuando para R$ 120,00/sc, sinalizando maior resistência local ao ritmo comprador”, comenta.

Santa Catarina manteve um desempenho comercial estável, contrastando com a volatilidade observada em outros estados do Sul. “Essa folga de capacidade confere ao estado maior flexibilidade comercial, mitigando os efeitos de oscilações logísticas e financeiras que afetam seus vizinhos regionais. No porto de São Francisco, a saca de soja é cotada a R$ 140,20 (+0,23%)”, completa.

O Paraná mantém sua posição de destaque nacional. “Em Paranaguá, o preço chegou R$ 141,80 (+0,53%). Em Cascavel, o preço foi R$ 127,30 (-0,68%). Em Maringá, o preço foi de R$ 129,92 (+0,30%). Em Ponta Grossa o preço foi a R$ 132,05 (-0,20%) por saca FOB, Pato Branco o preço foi R$ 140,20 (+0,23%). No balcão, os preços em Ponta Grossa ficaram em R$ 120,00”, indica.

O Mato Grosso do Sul reforça sua estratégia de diversificação econômica com a expansão da produção de etanol de milho, consolidando o estado como um polo agroindustrial em ascensão. “Em Dourados, o spot da soja ficou em R$ 124,80 (+0,60%), Campo Grande em R$ 124,80 (+0,60%), Maracaju em R$ 124,80 (+0,60%), Chapadão do Sul a R$ 120,72 (-0,16%), Sidrolândia a em R$ 124,80 (+0,60%)”, informa.

O Mato Grosso manteve suas projeções de safra. “O leve atraso no plantio é um ponto crítico, pois pode reduzir a janela de semeadura do milho safrinha, elevando o risco climático da segunda safra e intensificando a disputa por fretes no pico da colheita. Campo Verde: R$ 121,73 (-0,18%). Lucas do Rio Verde: R$ 120,95 (+0,75%), Nova Mutum: R$ 120,95 (+0,75%). Primavera do Leste: R$ 121,73 (-0,18%). Rondonópolis: R$ 121,73 (-0,18%). Sorriso: R$ 120,95 (+0,75%)”, conclui.

 





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