sábado, março 14, 2026

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Mesmo sem acesso, comitiva vai à Genebra para COP 11


Uma comitiva de parlamentares e representantes do executivo de municípios produtores de tabaco, bem como de entidades da cadeia produtiva da Região Sul, partem rumo à Suíça no sábado, 15 de novembro, para acompanharem a 11ª Conferência das Partes (COP 11) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), que acontece de 17 a 22 de novembro, em Genebra.

Mesmo sem acesso aos debates, o grupo estará no local para garantir que a delegação oficial brasileira não crie empecilhos à produção de tabaco já estabelecida no País e cumpra a declaração interpretativa assinada pelo governo federal quando o Brasil aderiu à Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT).

“Estamos levando conosco a voz de 533 mil pessoas envolvidas com essa atividade no meio rural e outras 44 mil nas indústrias. É o meio de sustento destes cidadãos brasileiros que estaremos defendendo, mesmo que nos bastidores”, comenta o presidente do SindiTabaco, Valmor Thesing.

Assim como em outras COPs, tanto os representantes eleitos, quanto entidades representativas dos produtores e a própria imprensa tiveram acesso negado às sessões. “A falta de transparência e diálogo são marcas de um tratado que não tem mais se preocupado apenas com a saúde pública, mas que avança para erradicar a produção de tabaco, com medidas que podem impactar diretamente a renda e os empregos gerados pela produção no Brasil”, reforça Thesing.

PRODUÇÃO DE TABACO NO BRASIL – Safra 2024/25

O Brasil ocupa a 2ª posição no ranking mundial de produção de tabaco, atrás apenas da China, seguido por Índia, Zimbábue e Estados Unidos. A Região Sul do Brasil é o principal polo produtor, concentrando os principais indicadores do setor:

525 municípios produtores

138 mil produtores rurais

44 mil empregos diretos nas indústrias de tabaco

533 mil pessoas envolvidas na cadeia produtiva no meio rural

310 mil hectares plantados

720 mil toneladas produzidas

R$ 14,6 bilhões em receita para os produtores

447 mil toneladas exportadas (2024)

R$ 18,8 bilhões em impostos arrecadados anualmente (2024)

US$ 2,89 bilhões em divisas geradas com exportações (2024)

“Esses números destacam a importância estratégica do tabaco para a economia do Sul do Brasil, tanto pelo seu impacto social quanto pela geração de receita e divisas, especialmente para as comunidades rurais, onde a cultura representa uma das principais fontes de renda e desenvolvimento”, reforça Thesing.

QUEM COMPÕE A DELEGAÇÃO

Entidades representativas

Éder Rodrigues, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria (Stifa)

Edimilson Alves, diretor-executivo da Abifumo

Gilson Becker, presidente da Amprotabaco e prefeito de Vera Cruz

Marco Dornelles, secretário da Afubra

Marcos Augusto Souza, diretor executivo do Sinditabaco Bahia

Rangel Marcon, presidente da Federação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Tabaco e Afins (Fentitabaco)

Romeu Schneider, vice-presidente da Afubra e presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco

Valmor Thesing, presidente do SindiTabaco

Representantes Governos RS/SC

Celles Regina de Matos, presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc)

Edivilson Brum, secretário estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi)

Joel Maraschin, chefe de Gabinete da Seapi

Romano Scapin, diretor geral SDR

Vilson Covatti, secretário estadual de Desenvolvimento Rural (SDR)

Deputados federais

Afonso Hamm (RS)

Dilceu Sperafico (PR)

Heitor Schuch (RS)

Marcelo Moraes (RS)

Rafael Pezenti (SC)

Zé Neto (BA)

Zé Rocha (BA)

Deputados estaduais RS

Airton Artus

Dimas Costa

Marcus Vinícius

Pedro Pereira

Silvana Covatti

Zé Nunes

Prefeitos/secretários

Emerson Maas, prefeito de Mafra (SC)

Jarbas da Rosa, prefeito de Venâncio Aires (RS)

Ricardo Landim, secretário de Desenvolvimento Rural de Venâncio Aires (RS)

 A produção no Brasil

O setor tem destaque especialmente na Região Sul, com o Rio Grande do Sul respondendo por cerca de 50% da produção nacional. Segundo a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), a cadeia produtiva envolveu, na safra 2024/25, mais de 138 mil famílias produtoras nos três estados do Sul. As quase 720 mil toneladas produzidas, renderam cerca de R$ 14,58 bilhões, montante que movimenta outros segmentos nos 525 municípios produtores da Região Sul do Brasil.





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Estimativas atualizadas devem guiar preços de soja, milho e trigo



No trigo, a alta em Chicago reflete compras persistentes de fundos


No trigo, a alta em Chicago reflete compras persistentes de fundos
No trigo, a alta em Chicago reflete compras persistentes de fundos – Foto: Canva

A movimentação nos mercados agrícolas começa o dia influenciada por ajustes em bolsas internacionais e pela expectativa em torno de novos dados oficiais. A TF Agroeconômica aponta reações distintas entre trigo, soja e milho diante do cenário externo e das projeções de oferta.

No trigo, a alta em Chicago reflete compras persistentes de fundos, mesmo em um ambiente de oferta considerada ampla. Os lotes de dezembro registraram avanço enquanto as praças físicas do Paraná e do Rio Grande do Sul tiveram variações discretas. A consultoria indica que a colheita segue acelerada no Hemisfério Sul e que a confirmação de produção recorde na Argentina, estimada em 24,5 milhões de toneladas, deve ampliar as exportações muito além do estimado pelo órgão americano em setembro.

A soja opera com ligeira alta em Chicago em um dia marcado pela volta do relatório do USDA após quarenta e três dias de interrupção. Os prêmios de exportação permanecem estáveis no Brasil, enquanto óleo e farelo mostram recuperação na América do Sul. Desde setembro, a falta de dados e as tensões entre Estados Unidos e China ampliaram a volatilidade, seguida de melhora após a trégua comercial e novas sinalizações de compra. No país, condições climáticas adversas continuam a limitar o potencial da safra 2025/26, segundo o contexto descrito no material.

O milho inicia o dia com pequenas oscilações após quatro sessões de avanço em Chicago. O físico brasileiro apresenta leve alta e os contratos futuros exibem movimentos mistos. As atenções se voltam para o relatório mensal do USDA, que deve atualizar as estimativas interrompidas durante o apagão administrativo. Antes da divulgação, números privados projetavam colheita e estoques finais abaixo dos valores publicados em setembro, o que ajuda a explicar a cautela observada entre compradores e vendedores.

 





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EUA e China mantêm impacto limitado no mercado de soja



As estimativas indicam ainda que a janela de competitividade americana segue curta


As estimativas indicam ainda que a janela de competitividade americana segue curta
As estimativas indicam ainda que a janela de competitividade americana segue curta – Foto: Pixabay

O novo entendimento entre as duas maiores economias do mundo reacendeu o debate sobre os rumos do comércio agrícola. A sinalização de retomada parcial das compras chinesas trouxe algum fôlego às cotações, mas análises do setor apontam que o efeito do acordo tende a ser mais diplomático que comercial, sem alterar o excesso de oferta que pressiona a soja no mercado internacional.

Consultorias destacam que a China deve importar cerca de 12 milhões de toneladas de soja americana em 2025, volume bem abaixo do registrado em 2020/21. O cenário mantém o foco nos embarques da América do Sul, considerados mais competitivos e seguros para o abastecimento. “O acordo demonstra mais um gesto de aproximação entre as potências do que uma mudança efetiva no fluxo comercial. A China segue priorizando a soja da América do Sul, especialmente a brasileira, por questões de competitividade e segurança de abastecimento”, explica Felipe Jordy, gerente de inteligência e estratégia da Biond Agro.

Nos Estados Unidos, a previsão de safra cheia convive com ritmo lento de exportações. No Brasil, a projeção de nova colheita recorde reforça a manutenção de estoques elevados e prêmios mais baixos nos portos, limitando novas altas. A leitura de analistas é que a trégua comercial apenas suaviza, por pouco tempo, o descompasso entre preços e fundamentos.

As estimativas indicam ainda que a janela de competitividade americana segue curta, restrita ao período anterior à entrada da safra brasileira. No mercado interno, o câmbio estável não compensa prêmios enfraquecidos nem a volatilidade externa, mantendo a comercialização perto de 25% da safra e abaixo da média histórica. “O momento exige uma cobertura mínima de 40% da produção, garantindo a proteção de custos e evitando exposição a eventuais quedas de preço ou gargalos logísticos. A estratégia deve priorizar margens e liquidez, combinando contratos futuros e barter de forma equilibrada”, finaliza.

 





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Análise aponta urgência climática para o agronegócio



“O Brasil registrou avanços recentes”


"O Brasil registrou avanços recentes"
“O Brasil registrou avanços recentes” – Foto: Divulgação

A preparação para a COP30 reforça a expectativa de que o agronegócio brasileiro avance de intenções para ações concretas na agenda climática. A análise do professor Ricardo Harbs, do Instituto Pecege, aponta que programas só ganham relevância quando há mecanismos capazes de transformar restauração de solo, redução de emissões e inclusão regional em investimentos duradouros.

Iniciativas como a RAIZ e programas nacionais de recuperação mostram que o país possui estrutura técnica para converter áreas degradadas em ativos produtivos de baixo carbono. Lançada pelo Ministério da Agricultura, a RAIZ busca acelerar financiamento e tecnologia para recuperar terras agrícolas, alinhando segurança alimentar, mitigação e geração de renda em projetos sustentados por métricas claras e governança.

“Ao mesmo tempo é preciso enfrentar as contradições que minam a credibilidade do setor. O Brasil registrou avanços recentes no combate ao desmatamento, o que é positivo, mas vigilância e coerência de políticas são condicionantes para que esses avanços se consolidem”, comenta.

O estudo indica que avanços no combate ao desmatamento dependem de políticas coerentes, transparência nas cadeias e inclusão dos produtores familiares. Sem essas bases, a agenda ambiental segue vulnerável a contestação e perde força em mercados que exigem garantias de integridade socioambiental.

“O agronegócio brasileiro deve reivindicar protagonismo, mas assumir compromissos verificáveis, como planos de restauração com metas, mecanismos financeiros que remunerem remoções e práticas regenerativas, e governança que garanta participação da Amazônia e dos pequenos produtores. Sem isso, corremos o risco de transformar um momento simbólico em uma oportunidade perdida. A hora é de transformar promessas em projetos que realmente reduzam emissões e recuperem terras, com retorno social e econômico mensurável”, conclui.

 





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incertezas nos EUA e oferta chinesa freiam demanda



As cotações da soja na Bolsa de Chicago voltaram a subir



Foto: United Soybean Board

As cotações da soja na Bolsa de Chicago voltaram a subir, atingindo US$ 11,32 por bushel em 13 de novembro, conforme dados da CEEMA. O avanço foi puxado pela expectativa de corte na estimativa da produção norte-americana e possível retomada das compras chinesas.

Contudo, analistas alertam para o excesso de estoques na China, que chegaram a 10,3 milhões de toneladas — um novo recorde — devido ao alto volume importado do Brasil e da Argentina. Em outubro, a China comprou 9,5 milhões de toneladas, sendo 6,7 milhões do Brasil.

Apesar das apostas de que Pequim voltaria ao mercado dos EUA, a diferença de preços continua desfavorável ao produto norte-americano. A margem de esmagamento na China está baixa e os preços do farelo de soja caíram mais de 20% desde abril.

Com isso, mesmo com as incertezas produtivas nos EUA, há pouca expectativa de forte reação na demanda internacional. Os estoques finais americanos devem ficar entre 5,09 e 13,44 milhões de toneladas, segundo estimativas do mercado.

O relatório do USDA, previsto para 14 de novembro, será decisivo. A depender do conteúdo, as cotações podem voltar a recuar abaixo de US$ 11,00 por bushel nas próximas semanas.

 





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Sistema CNA/Senar promove debate sobre adaptação justa para o agro


 O Sistema CNA/Senar promoveu, na terça (12), em seu estande na Blue Zone, um debate sobre o tema “Transição Justa para o Agro”, durante a programação da COP 30, que acontece até o dia 21 de novembro, em Belém.

O debate, moderado pelo presidente eleito do Sistema Farsul, Domingos Velho Lopes, reuniu o presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA, André Dobashi, o diretor de Educação Formal e Infraestrutura do Senar, André Sanches, e a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, Débora Ingrisano.

O painel abordou a importância do setor mostrar ao mundo que a agropecuária é parte da solução para os problemas climáticos, graças às tecnologias sustentáveis aplicadas nos últimos anos e que os produtores rurais já vêm fazendo em termos de produção sustentável.

Na abertura do encontro, Domingos Velho Lopes destacou que o país já cumpre sua pauta da transição energética por meio do agro e ocupa a primeira posição no G-20 em geração de energia limpa, contribuindo de forma expressiva para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.

André Dobashi falou sobre técnicas sustentáveis na propriedade que já contribuem para a transição justa promovida pelo setor, como o Sistema de Plantio Direto, que ajudou o produtor rural a evoluir em termos de produtividade.

Segundo ele, o setor também pode agregar mais tecnologias à sua produção para promover soluções climáticas e difundir informações para um número cada vez maior de produtores. Um dos desafios, na sua avaliação, é promover o acesso de mais produtores a tecnologias como rastreabilidade de dados e agricultura digital.

Educação – O diretor de Educação Formal e Infraestrutura do Senar, André Sanches, deu um panorama sobre o trabalho da instituição voltado para profissionais que vão atuar no agro, com o intuito de prepará-los para o processo de transição justa para o agro. E reforçou o papel da produção sustentável do ponto de vista ambiental, econômico e social.

De acordo com o diretor, esses são conceitos transversais de todos os treinamentos que o Senar oferece, tanto nos cursos de formação quanto nos cursos de nível superior da Faculdade CNA. Ele ressaltou, ainda, a importância da transferência de tecnologia e conhecimento dentro do setor agropecuário.

Já Débora Ingrisano, da OCB, falou sobre o engajamento das cooperativas com a produção sustentável e da interação com os produtores neste processo.

Débora também defendeu o uso da educação como ferramenta para a sustentabilidade e transição justa.

 





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Milho deve manter estabilidade com demanda interna firme




Foto: Agrolink

Segundo análise divulgada pela Grão Direto na segunda-feira (10), o mercado interno de milho começa a reagir ao atraso no plantio da soja, considerado um fator de risco relevante para o setor. De acordo com o especialista da plataforma, “a irregularidade das chuvas até a primeira quinzena de novembro tem afetado o calendário da soja e pode reduzir parte da produção do milho safrinha na janela ideal de cultivo no Centro-Oeste”. A avaliação aponta que essa mudança já começa a influenciar as expectativas sobre a área plantada da segunda safra, com possíveis impactos na oferta futura.

O levantamento também destacou que as exportações brasileiras de milho continuam abaixo do esperado, uma vez que grande parte da produção tem sido destinada ao mercado interno. “A forte demanda das indústrias de etanol e de proteína animal tem sustentado os preços, garantindo estabilidade nas cotações”, informou o especialista. Ainda segundo ele, diante desse cenário, os produtores têm adotado uma postura cautelosa nas vendas, optando por comercializações graduais e aproveitando o consumo interno aquecido enquanto aguardam condições mais favoráveis no mercado externo.

No cenário internacional, o relatório observou que os Estados Unidos seguem ampliando suas exportações de milho, com embarques expressivos para países como México, Coreia do Sul e Japão. Essa movimentação, segundo a Grão Direto, “reforça a competitividade do milho norte-americano e mantém o mercado global bem abastecido”, o que limita avanços mais significativos nas cotações internacionais no curto prazo. Para o Brasil, isso representa um desafio adicional, considerando o câmbio pressionado e os custos internos ainda elevados.

A análise concluiu que o mercado de milho deve permanecer estável no curto prazo. “A demanda interna firme ajuda a sustentar os preços, mesmo com exportações fracas e pressão vinda dos embarques norte-americanos”, avaliou o especialista. Para a semana, a expectativa é de preços lateralizados, com possibilidade de leve alta em algumas regiões caso os produtores mantenham o ritmo lento de vendas.





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Grupo Bauer lança soluções para irrigação e efluentes na Agritechnica


O Grupo Bauer participa da Agritechnica 2025, que será realizada entre os dias 9 e 15 de novembro, na Alemanha, com uma série de lançamentos que reforçam sua visão de eficiência, acessibilidade e sustentabilidade no campo. As marcas Bauer, BSA, Eckart, FAN Separator e Irricontrol apresentarão soluções que combinam inovação, desempenho técnico e economia, com destaque para sistemas de irrigação mais acessíveis, novas gerações de tanques e separadores de efluentes, uma solução não invasiva para monitoramento da umidade do solo e uma plataforma digital para controle e monitoramento remoto de irrigação.

Presente em mais de 100 países e com quase um século de história, o Grupo Bauer mantém o compromisso de desenvolver tecnologias que unem produtividade, sustentabilidade e acessibilidade. A Agritechnica é palco tradicional para a apresentação de suas inovações, consolidando a sinergia entre suas marcas que atuam de forma integrada para oferecer soluções completas em irrigação, transporte e manejo de efluentes, automação e controle digital. O portfólio apresentado em 2025 reflete a estratégia global do grupo de democratizar o acesso a tecnologias avançadas, promovendo a eficiência hídrica e energética no campo e na indústria. “A Agritechnica é um espaço em que o Grupo Bauer reafirma sua vocação para inovar e antecipar tendências. Cada lançamento representa o nosso compromisso em levar para o agronegócio e para a indústria soluções que unem tecnologia, eficiência e respeito ao meio ambiente”, destaca Rodrigo Parada, Co-CEO da Bauer do Brasil e diretor global de vendas e marketing do Grupo Bauer.

Entre os principais lançamentos da Bauer está a nova Linha Eco, com versões de pivô e carretel, desenvolvida para produtores que buscam alto desempenho com menor investimento inicial. A linha combina estrutura robusta e a reconhecida qualidade da Bauer, garantindo eficiência hídrica, baixo custo operacional e longa durabilidade. Voltada especialmente a propriedades entre 15 e 20 hectares, o Eco Pivô democratiza o acesso à irrigação da Bauer, ampliando a produtividade e sustentabilidade no campo. Pequena no tamanho, gigante em resultados, a Bauer prova que eficiência também pode ser econômica.

Mais um lançamento da Linha Eco é o carretel Eco ProRain, que foi criado para se especializar em grandes áreas e culturas. Planejado para atender principalmente às usinas de cana-de-açúcar, o carretel vem com um preço mais acessível ao mercado, alinhado à qualidade Bauer e à história. A cor laranja do produto relembra os primeiros modelos de carretéis Bauer na história e revive grandes momentos de produtores que já foram além com a Bauer.

A BSA apresenta o EcolineAir, nova geração de tanques a vácuo modulares e leves, projetados para oferecer maior capacidade de carga, menor consumo energético e operação mais silenciosa. O design atualizado otimiza o fluxo interno e reduz a necessidade de manutenção, ampliando a eficiência no transporte de efluentes em propriedades rurais e plantas agroindustriais. Com essa inovação, a BSA reafirma seu papel como especialista em soluções confiáveis e sustentáveis para o manejo de dejetos líquidos.

A Eckart lança o LUPUS 155+, distribuidor de chorume com capacidade de 15,5 m³, sistema hidráulico otimizado e estrutura compacta que facilita o transporte e o acoplamento a tratores de diferentes potências. O equipamento traz melhor distribuição de peso, menor consumo de combustível e maior precisão na aplicação de fertilizantes orgânicos, contribuindo para práticas agrícolas mais sustentáveis. A Eckart reforça, assim, seu compromisso em combinar potência e eficiência em máquinas de alta performance.

Na área de separação de efluentes, a FAN Separator apresenta o PSS8 Green Bedding™, um sistema que transforma a biomassa residual em material de cama reutilizável para os animais, reduzindo custos e o impacto ambiental das operações. O novo modelo oferece maior capacidade de processamento, menor consumo de energia e controle automatizado da umidade, permitindo uma gestão mais eficiente dos recursos da fazenda. O equipamento consolida a FAN Separator como líder mundial em tecnologias de valorização de resíduos agropecuários. Agora presente no Brasil também, a linha FAN pretende revolucionar o mercado industrial no país. “As tecnologias da BSA, Eckart e FAN Separator mostram que sustentabilidade e eficiência podem caminhar juntas também na gestão de efluentes. São soluções que transformam resíduos em recursos, otimizam processos industriais e reduzem impactos ambientais, uma contribuição concreta da Bauer para uma agricultura mais limpa e responsável”, destaca Thomas Perlik, Product Manager na BSA, Eckart e FAN Separator na Alemanha.

Fechando o portfólio de lançamentos, a Irricontrol, marca do Grupo Bauer, apresenta o Cosmofield, uma tecnologia inovadora desenvolvida pela Finapp que mede a umidade do solo de forma não invasiva, em tempo real e com alta precisão. Capaz de cobrir áreas de 5 a 10 hectares, o sistema utiliza a tecnologia CRNS (Cosmic-Ray Neutron Sensing), reconhecida pela FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura) como uma das práticas mais avançadas da chamada “agricultura inteligente”. O Cosmofield detecta variações nos nêutrons cósmicos próximos à superfície, que reagem ao hidrogênio presente na molécula de água (H2O), transformando esses dados em informações de umidade com precisão e alcance sem precedentes.

Os painéis Nexus e SmartConnect conectam os pivôs à Plataforma Irricontrol, que está de cara nova, criando uma interface ainda mais inteligente que permite monitorar, programar e ajustar sistemas de irrigação em tempo real. Com comunicação remota, operação intuitiva e integração via API com outros sistemas agrícolas, as soluções otimizam o uso da água, reduzem custos energéticos e aumentam a produtividade, reforçando o compromisso da Bauer com a digitalização e a eficiência da irrigação moderna. “O futuro da irrigação está na integração entre dados e operação em tempo real”, ressalta Wiliam Marreiro, supervisor global de vendas Irricontrol. “Soluções como o Cosmofield e a plataforma Irricontrol elevam a eficiência hídrica a um novo patamar, ajudando o produtor a decidir com base em informações precisas e confiáveis.”

Com esses lançamentos, o Grupo Bauer reafirma sua posição como referência mundial em tecnologias para irrigação e gestão de efluentes, oferecendo soluções que unem inovação, eficiência e sustentabilidade. A participação na Agritechnica 2025 representa mais um passo na missão de tornar a agricultura e a indústria global mais produtivas, conectadas e ambientalmente responsáveis, ao integrar ciência, engenharia e propósito em cada novo produto. 





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Preço do boi sobe em Goiás e vaca valoriza em São Paulo



Vaca tem alta de R$ 4 em São Paulo



Foto: Sheila Flores

De acordo com análise divulgada nesta quarta-feira (12) no informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo registrou alta na cotação da vaca em São Paulo. Segundo o levantamento, “as escalas de abate dos frigoríficos de pequeno porte estavam curtas e, mesmo com alongamento nos grandes frigoríficos nos últimos dias, também permaneciam reduzidas”.

A consultoria destacou ainda que a maior parte dos negócios com boi gordo e novilha ocorreu dentro das referências, mas foram observadas negociações acima desses valores. Para a vaca, a maioria das operações ficou acima da referência, com aumento de R$ 4,00 por arroba. As escalas de abate no estado atendiam, em média, a oito dias.

Em Goiás, a Scot Consultoria apontou que as escalas de abate também estavam curtas, reflexo de uma oferta limitada. “Para garantir as boiadas, os compradores precisaram pagar mais pela arroba”, informou o boletim. Apesar disso, o ritmo de escoamento da carne diminuiu, o que impediu altas mais expressivas. Ainda assim, as cotações de todas as categorias tiveram elevação de R$ 5,00 por arroba. As escalas de abate no estado atendiam, em média, a oito dias.

Na região Sul, os preços permaneceram estáveis em relação ao dia anterior, com as escalas de abate médias igualmente estimadas em oito dias.

No Maranhão, o informativo indicou cenário de baixa oferta de animais, mas sem alterações nas referências de preços. As escalas de abate no estado também estavam, em média, programadas para oito dias.





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