quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

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Lavouras de milho-verde iniciam produção lentamente



Frio freia crescimento do milho-verde em Bom Princípio




Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (21) pela Emater/RS-Ascar, as lavouras de milho-verde na região de Lajeado, em Bom Princípio, seguem majoritariamente em plantio ou pré-plantio. Algumas áreas já apresentam estágios iniciais de produção, mas o crescimento tem sido lento devido às temperaturas mais baixas.

O boletim informa que a oferta reduzida tem pressionado os preços do produto. “A baixa oferta de milho-verde mantém o preço elevado, na média de R$ 4,00 por bandeja com três espigas”, destaca a análise da Emater/RS-Ascar.





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Gasolina recua 0,31% e chega a R$ 6,34 em agosto


O preço médio da gasolina nos postos brasileiros registrou leve recuo de 0,31% na primeira quinzena de agosto em comparação com julho, chegando a R$ 6,34, segundo o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). A queda ocorreu no mesmo mês em que entrou em vigor a nova composição do combustível, agora com 30% de etanol anidro misturado à gasolina, o que ajudou a reduzir o custo ao consumidor. Já o etanol também apresentou retração no período, recuando 0,46% e ficando em média a R$ 4,35.

Regionalmente, todas as áreas do País acompanharam a tendência de queda da gasolina, com destaque para o Centro-Oeste, onde a redução foi de 0,62%, a R$ 6,43. O Sudeste registrou os preços mais baixos, com média de R$ 6,19, enquanto o Norte manteve os valores mais altos, em R$ 6,84. Para o etanol, o maior recuo foi no Sul, de 0,66%, a R$ 4,55. O Centro-Oeste destoou ao registrar alta de 0,23%, com preço médio de R$ 4,37.

Entre os estados, o Distrito Federal apresentou a maior queda da gasolina, de 3,11%, chegando a R$ 6,55. Já o menor preço médio foi registrado no Rio de Janeiro, de R$ 6,12, enquanto o Acre teve o valor mais alto, de R$ 7,49. No caso do etanol, o Mato Grosso liderou as altas, com avanço de 1,42% (R$ 4,28), e o Distrito Federal registrou a maior redução, de 4,22% (R$ 4,77). O Amazonas teve o preço mais elevado do biocombustível, a R$ 5,44, e São Paulo manteve o menor, a R$ 4,09.

“A entrada em vigor da nova proporção de etanol anidro na gasolina, que passou de 27% para 30%, pode ter colaborado para o recuo observado nos preços na primeira quinzena de agosto. Com mais etanol na mistura, o preço final da gasolina passa a ser mais influenciado pelo valor desse biocombustível, que atualmente está em patamar mais baixo, ajudando a reduzir o custo ao consumidor”, comenta Renato Mascarenhas, Diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade.

 





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Inseticidas controlam até 100% dos psilídeo-dos-citros



“O ‘greening’ se converteu na preocupação central da citricultura”



“Doença mais desafiadora safra após safra, o ‘greening’ se converteu na preocupação central"
“Doença mais desafiadora safra após safra, o ‘greening’ se converteu na preocupação central” – Foto: Canva

Pesquisadores do Centro de Citricultura Sylvio Moreira, do IAC, em parceria com a Sipcam Nichino, desenvolveram uma estratégia inovadora para o controle do psilídeo-dos-citros (Diaphorina citri), inseto vetor da bactéria que transmite o greening. Os estudos, conduzidos em Cordeirópolis (SP), comprovaram a alta eficácia dos ingredientes ativos fenpiroximato, buprofezina e etofenprox, alcançando entre 75% e 100% de eficiência no combate a ninfas e adultos da praga.

Segundo o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, coordenador de marketing de especialidades da empresa, os produtos avaliados Fujimite (fenpiroximato), Fiera (buprofezina) e Trebon (etofenprox) mostraram desempenho expressivo, inclusive quando aplicados em intervalos de sete dias, isolados ou combinados. A ação conjunta dos inseticidas, destaca Palazim, possibilita a quebra do ciclo de desenvolvimento do inseto, dificultando sua proliferação nos pomares.

“Doença mais desafiadora safra após safra, o ‘greening’ se converteu na preocupação central da cadeia citrícola”, reforça Palazim. “Atualmente, do ponto de vista fitossanitário, uma das principais recomendações ao citricultor é realizar a rotação de produtos com diferentes ingredientes ativos”, ele conclui.

Cada produto possui características específicas: o Fiera atua como regulador de crescimento sobre as ninfas, o Fujimite já é usado contra o ácaro-da-leprose e o Trebon tem amplo espectro de ação em mais de vinte culturas. A recomendação final é que os citricultores adotem a rotação de ativos para manter a efetividade do controle e minimizar o impacto da praga.

 





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Como aproveitar os benefícios “anti-tarifas”?


O aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos às exportações brasileiras trouxe impactos significativos para diversos setores, levando o governo a adotar medidas emergenciais de apoio às empresas. Para esclarecer os pontos centrais desse plano, o advogado Marcelo Diniz Barbosa, sócio-coordenador da Andersen Ballão Advocacia, explicou quem pode ser beneficiado, quais os requisitos para acesso, os cuidados fiscais necessários e os reflexos esperados tanto nas cadeias produtivas internas quanto na competitividade internacional do Brasil.

1. Quais empresas se enquadram nas medidas?

As medidas alcançam dois grandes grupos:

 1. Exportadores brasileiros de bens e serviços que vendem para os Estados Unidos e foram diretamente prejudicados pelas tarifas adicionais aplicadas pelo governo norte-americano.

 2. Fornecedores diretos desses exportadores, mesmo que não exportem, mas que forneçam insumos, peças, embalagens ou serviços usados na produção dos bens exportados.

Também há regras específicas para:

 • Empresas com drawback (regime aduaneiro especial que suspende tributos sobre insumos importados para exportação), incluindo fabricantes de produtos intermediários.

 • Produtores de gêneros alimentícios perecíveis que deixaram de ser exportados e poderão vender ao governo em compras emergenciais.

2. Como seria possível acessar os benefícios anunciados?

Dependerá do tipo de medida:

 • Linhas de financiamento com juros reduzidos (via FGE, BNDES e PEAC-FGI Solidário):

Será preciso comprovar enquadramento no público-alvo, assinar contrato com cláusula de manutenção ou ampliação de empregos e seguir os critérios que ainda serão definidos em portarias do Ministério da Fazenda e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.

 • Prorrogação do drawback:

O exportador deve pedir a extensão do prazo à Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), apresentando documentos que provem que os compromissos de exportação para os EUA foram afetados pelas tarifas.

 • Prioridade na restituição de créditos tributários e diferimento de tributos:

Só poderão ser solicitados quando for publicada a regulamentação específica do Ministério da Fazenda.

 • Compras públicas emergenciais de alimentos:

Produtores e empresas poderão se habilitar para vender ao governo federal e a governos estaduais e municipais, seguindo requisitos que serão definidos em ato conjunto do Ministério da Agricultura e do Ministério do Desenvolvimento Agrário.

O aumento do REINTEGRA para 6% (micro e pequenas empresas) e 3% (demais empresas) não está no texto da MP. Trata-se de medida anunciada pelo governo que precisa ser regulamentada por decreto presidencial alterando o Decreto nº 8.415/2015. 

Até o momento não houve publicação desse decreto, e ainda se aguarda definição sobre o alcance do benefício: se valerá para todos os exportadores ou apenas para aqueles que comprovem vendas para os Estados Unidos.

3. Quais cuidados fiscais devem ser observados para garantir conformidade com a Receita Federal?

 • Documentar tudo: contratos de exportação, notas fiscais, registros de embarque, comprovação de impacto das tarifas e, no caso de drawback, intenção comercial e contratos preexistentes.

 • Cumprir contrapartidas: quem receber crédito subsidiado deverá manter ou ampliar empregos. O descumprimento implica perda do benefício da taxa de juros.

 • Respeitar prazos: benefícios como drawback e diferimento têm datas e condições específicas — atrasos ou uso indevido podem gerar autuações.

 • Acompanhar regulamentações: algumas medidas só terão efeito prático depois de portarias e decretos complementares.

4. Quais são os efeitos práticos do plano para a competitividade dos produtos brasileiros?

 • Redução de custos: indiretamente menos carga tributária sobre insumos (mais prazo drawback, evitando pagamento de tributos suspensos), devolução maior de créditos (REINTEGRA quando regulamentado) e financiamento barato ajudam a segurar ou reduzir preços de exportação.

 • Proteção da produção: evita que empresas parem linhas de produção ou demitam em massa.

 • Abertura de mercados: com menos pressão financeira, exportadores podem buscar novos clientes fora dos EUA, diversificando destinos.

 • Mitigação de perdas imediatas: compras públicas impedem que alimentos perecíveis sejam descartados, garantindo receita a produtores.

5. Que reflexos tributários nas cadeias produtivas e nos mercados internacionais podem ocorrer?

Nas cadeias produtivas internas:

 • O incentivo dado ao exportador final se espalha para seus fornecedores — empresas que produzem peças, embalagens, serviços de logística ou insumos industriais tendem a manter ou até ampliar sua produção, porque o cliente exportador continuará comprando.

 • No caso do drawback, o exportador tem mais prazo para cumprir metas sem recolher tributos sobre insumos importados, o que indiretamente pode incrementar a demanda por insumos nacionais complementares.

Nos mercados internacionais:

 • O custo menor ajuda a manter a competitividade dos produtos brasileiros mesmo com as tarifas dos EUA.

 • Pode facilitar a abertura de novos mercados, especialmente em blocos como BRICS, onde o Brasil busca acordos comerciais.

 • Existe o risco de outros países questionarem esses incentivos na Organização Mundial do Comércio (OMC) se entenderem que funcionam como subsídios incompatíveis com as regras internacionais.

 





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Inteligência artificial para líderes e empresas




O Eugenius pode apoiar programas de liderança, treinamentos, onboarding e até refle



O Eugenius pode apoiar programas de liderança, treinamentos, onboarding e até reflexões
O Eugenius pode apoiar programas de liderança, treinamentos, onboarding e até reflexões – Foto: Pixabay

A Viasoft, referência nacional em tecnologia de gestão, apresentou o Eugenius, um agente de inteligência artificial criado a partir do legado e da curadoria ativa de Eugenio Mussak, especialista em liderança e desenvolvimento humano. A ferramenta foi desenvolvida para democratizar o acesso a conteúdos de gestão com profundidade e simplicidade, especialmente voltada ao público que empreende, lidera equipes e atua no agronegócio.

“O agente de IA Eugenius surgiu de uma dor real. O Eugenio Mussak é muito requisitado, mas não consegue estar presente em todas as empresas ao mesmo tempo. Então unimos a tecnologia à sabedoria e criamos um agente treinado com tudo que já publicou, com curadoria contínua e direta dele. É como ter acesso ao Eugenio, com seu jeito simples e profundo, a qualquer hora do dia”, explica Edmar Ranieri Guerro, líder do projeto na VIASOFT.

Com mais de quatro décadas de trajetória, Mussak é autor de livros, crônicas e palestras que marcaram o debate sobre comportamento e cultura organizacional no Brasil. Agora, seu repertório está organizado em um agente de IA que responde, orienta e inspira, preservando sua linguagem clara, ética e reflexiva. Segundo a Viasoft, a solução surgiu da necessidade de ampliar o alcance do educador, permitindo que empresas tenham acesso contínuo ao seu conhecimento.

O Eugenius pode apoiar programas de liderança, treinamentos, onboarding e até reflexões diárias sobre propósito e relações de trabalho. Diferente de agentes genéricos, ele foi treinado exclusivamente com materiais originais de Mussak e conta com curadoria permanente, garantindo autenticidade e consistência no conteúdo. “Nosso público vai de CEOs a produtores rurais. A linguagem do Eugenius é acessível, direta e acolhedora. A inteligência dele é sofisticada, mas a forma de falar é simples e com conteúdo que gera ação”, completa Guerro.

 





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Rondônia supera expectativas na safra 2024/2025



O milho de segunda safra é destaque



O milho de segunda safra é destaque
O milho de segunda safra é destaque – Foto: Dirceu Gassen

Rondônia celebra uma safra 2024/2025 acima das expectativas, com destaque para o milho da segunda safra e a preparação da soja para o próximo ciclo, segundo informações da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O clima seco predominante no estado favoreceu a maturação dos grãos, garantindo colheitas de qualidade e alto rendimento, especialmente no milho, que segue avançando com resultados positivos.

Hudslon Huben, gerente da ORÍGEO, ressalta que solos com umidade ideal e o clima seco têm sido determinantes para o bom desenvolvimento das lavouras. Além disso, o estado cumpre o período do “vazio sanitário da soja”, entre junho e setembro de 2025, essencial para proteger a próxima safra, evitando a presença de plantas remanescentes que poderiam comprometer a produtividade.

Segundo o 9º levantamento da Conab, as temperaturas elevadas em julho também contribuíram para o bom desempenho do milho e da soja. Manoel Álvares, da ORÍGEO, destaca que a soja colhida manteve rendimento positivo, confirmando a tendência de produtividade observada ao longo do ciclo agrícola.

O resultado reflete a dedicação dos produtores rurais e projeta Rondônia como uma potência agrícola, com crescimento de quase 30% na produção de grãos, superando a média nacional e aumentando a relevância do estado no cenário agro brasileiro.

“O clima seco e solos no ponto ideal de umidade ajudam a colheita de qualidade, com grãos bem formados e alto rendimento. Esse resultado mostra que Rondônia está se tornando uma potência no campo, ganhando cada vez mais importância para a agricultura do Brasil”, ressalta o especialista da ORÍGEO.

 





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Preços internacionais apertam milho brasileiro



Internamente, os agricultores enfrentam juros elevados



Internamente, os agricultores enfrentam juros elevados
Internamente, os agricultores enfrentam juros elevados – Foto: Canva

O cenário global do milho segue desafiador, com super safra nos Estados Unidos e estoques elevados pressionando os preços internacionais. Dados recentes do USDA indicam produtividade média de 188,8 bushels por acre e colheita total de 425,3 milhões de toneladas, com estoques finais americanos estimados em 53,8 milhões de toneladas. Para o consultor da Céleres, Enilson Nogueira, o contexto sugere que os preços devem permanecer apertados, exigindo atenção dos produtores para a geração de margem nos próximos ciclos.

Internamente, os agricultores enfrentam juros elevados, que tornam o crédito mais caro, e a necessidade de monitorar o câmbio, atualmente na faixa de R$ 5,40 a R$ 5,50 por dólar, que ainda garante competitividade, mas pode afetar margens caso haja valorização. “Este cenário reforça ainda mais o desafio para 2026, que deve ser mais um ano em que o produtor precisará olhar com muita atenção para o elemento da geração de margem”, destaca.

A estratégia apontada por Nogueira é focar em eficiência operacional e produtiva, produzindo mais com menos, além de adotar gestão assertiva de insumos e comercialização. Planejamento financeiro e uso de tecnologias agrícolas são considerados essenciais para manter a rentabilidade diante de margens estreitas.

A orientação para o próximo ciclo é clara: produtores que conseguirem unir tecnologia, eficiência e bom planejamento estarão melhor posicionados para enfrentar a pressão de custos e preços internacionais. “Isso será um diferencial para atravessar esse período de margens extremamente apertadas”, conclui.

 





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Escolha a semente certa para a pastagem



“Sementes de alta qualidade garantem maior uniformidade no plantio”



“Sementes de alta qualidade garantem maior uniformidade no plantio"
“Sementes de alta qualidade garantem maior uniformidade no plantio” – Foto: Canva

A escolha de sementes de qualidade é decisiva para o sucesso da pecuária, influenciando diretamente a produtividade da pastagem e a capacidade de suporte do rebanho. Sementes bem selecionadas permitem uma pastagem mais uniforme, com menor necessidade de ressemeadura, maior resistência e melhor aproveitamento já 60 a 70 dias após a emergência, enquanto pastagens mal formadas podem levar até dois anos para uso.

“Sementes de alta qualidade garantem maior uniformidade no plantio, redução de falhas e menor necessidade de ressemeadura, além de contribuírem para a formação de pastagens mais resistentes e produtivas a longo prazo”, detalha Guilherme Caldeira, diretor de Categorias da Axia Agro.

Fatores como tipo de solo, clima, finalidade do sistema pecuário e resistência a pragas devem guiar a escolha das sementes. Investir em sementes de alta pureza e germinação, analisar e corrigir o solo antes do plantio e respeitar o período de formação do pasto são fundamentais para evitar prejuízos. A diversificação de forrageiras também é recomendada para reduzir riscos ligados a variações climáticas.

Diferentes espécies oferecem características distintas: os panicuns se destacam pela alta produtividade, palatabilidade e vigor, mas exigem solos férteis e adubação constante, enquanto as braquiárias demandam atenção à variedade escolhida e ao manejo de pragas, como a cigarrinha. Ferramentas como o aplicativo “Pasto Certo”, da Embrapa, podem auxiliar na escolha da espécie ideal, cruzando informações de solo, clima e objetivos de uso.

“Espécies de forrageiras introduzidas no mercado sem pesquisas podem acabar reduzindo os ganhos do pecuarista e até causar prejuízos, porque não se conhece o seu real comportamento. É importante que o pecuarista sempre considere o que é vantajoso para o sucesso de seu negócio, sempre alinhado às práticas sustentáveis, respeitando o meio ambiente. A preservação do solo está diretamente atrelada as boas práticas na propriedade. O sucesso da pecuária brasileira depende em grande medida desse cuidado, e o progresso do produtor rural é resultado de suas escolhas, neste caso, a adoção correta de sementes para pastagem tendem a contribuir para o melhor resultado”, orienta o especialista.

 





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Controle eficaz da Rhizoctoniose na bataticultura


A Rhizoctoniose, popularmente conhecida como “mancha-asfalto”, é uma das principais doenças que afetam a bataticultura, com potencial de comprometer toda a área plantada se não houver manejo adequado. A Sipcam Nichino Brasil, empresa global com portfólio voltado à hortifruticultura, destaca o fungicida Pulsor® 240 SC como ferramenta eficiente no controle da doença.

O produto, do grupo das carboxanilidas, possui ação sistêmica, preventiva e curativa, e deve ser aplicado no sulco do plantio. Segundo Marcelo Palazim, coordenador de marketing de especialidades da empresa, o fungicida atua em diversas fases do Rhizoctonia solani, oferecendo efeito residual prolongado e proteção ao longo de quase todo o ciclo da batata.

A Rhizoctoniose se manifesta principalmente em solos frios de regiões de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, afetando o estande, a uniformidade e a produtividade das lavouras, além de favorecer o surgimento de outras doenças, como podridão-das-raízes, cancros e tombamentos.

Quando aplicado preventivamente, Pulsor® 240 SC forma uma camada de proteção no solo e é absorvido pela planta, protegendo brotos e hastes até a colheita. O fungicida se destaca ainda pela relação custo-benefício favorável, oferecendo segurança ao produtor frente aos prejuízos da mancha-asfalto.

“Trata-se de um fungicida de ação sistêmica, do grupo das carboxanilidas. Age por translocação lenta, com propriedades preventiva e curativa. Atua nas diversas fases do fungo ‘Rhizoctonia solani’ e pode ser utilizado no manejo da doença ao longo da maior parte do ciclo da batata. O fungicida se destaca nas pesquisas, também, por apresentar efeito residual prolongado e prover ação preventiva”, ele acrescenta. “Entrega relação custo-benefício favorável e se consolida como uma opção segura ante os prejuízos potenciais da mancha-asfalto”, comenta Marcelo Palazim, coordenador de marketing de especialidades da empresa.

 





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Safra recorde e tecnologia impulsionam o agro



A tecnologia tem sido adotada por médios produtores de soja e milho



A tecnologia tem sido adotada por médios produtores de soja e milho
A tecnologia tem sido adotada por médios produtores de soja e milho – Foto: Canva

O agronegócio brasileiro se aproxima de uma colheita histórica. A Conab projeta uma produção de 345,2 milhões de toneladas de grãos em 2024/25, superando em mais de 24 milhões de toneladas o recorde anterior de 2022/23. O avanço não se deve apenas à expansão da área plantada, mas também ao uso crescente de tecnologias digitais e ferramentas de análise de qualidade, que tiveram crescimento de 23% no primeiro semestre de 2025, segundo a Pensalab.

A tecnologia tem sido adotada por médios produtores de soja e milho, que utilizam equipamentos NIR de bancada para analisar rapidamente umidade e proteína dos grãos. Essa prática melhora a negociação com cooperativas e tradings, otimiza o momento da colheita e evita perdas financeiras, antes restrita apenas a grandes grupos.

“A prática evita descontos na comercialização, otimiza o momento da colheita e melhora a negociação com tradings e cooperativas. Esse movimento mostra que a análise deixou de ser exclusividade de grandes estruturas e passou a fazer parte da rotina produtiva também dos médios produtores”, comenta o gerente de aplicação e produtos da Pensalab, Rafael Cares.

Inovações em automação, inteligência artificial e portabilidade estão transformando a instrumentação analítica. Equipamentos NIR com calibrações inteligentes e ICP-OES de alta sensibilidade permitem análises rápidas e precisas de diferentes cultivares, tornando a agricultura de precisão acessível a produtores menores.

“O acesso a tecnologias como o NIR portátil ou de bancada, por exemplo, já permite ao produtor avaliar a qualidade dos grãos na própria fazenda, sem esperar a análise do armazém ou da cooperativa. Isso antecipa decisões de colheita e reduz perdas. Além disso, a maior disponibilidade de laboratórios regionais equipados com ICP-OES, que atendem pequenos produtores com análise de solo e fertilizantes, democratiza o acesso à agricultura de precisão. A tendência é que esses instrumentos deixem de ser apoio técnico e passem a ser ferramentas estratégicas no dia a dia do campo”, conclui

 





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