sábado, março 14, 2026

Política & Agro

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Petróleo cai com dólar mais forte e temores de excesso de oferta


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Por Arathy Somasekhar

HOUSTON (Reuters) – Os preços do petróleo caíram nesta terça-feira, uma vez que os números mais fracos da indústria e um dólar mais forte pesaram sobre a demanda, enquanto a decisão da Opep+ de interromper os aumentos de produção no primeiro trimestre do próximo ano pode sinalizar a preocupação do grupo com um possível excesso de oferta.

Os contratos futuros do petróleo Brent fecharam com queda de 0,7%, a US$64,44 por barril. O petróleo West Texas Intermediate dos Estados Unidos caiu 0,8%, a US$60,56.

“Os futuros do petróleo estão sentindo a pressão hoje da alta valorização do dólar norte-americano. O mercado acionário dos Estados Unidos também está passando por uma forte correção de baixa no início das negociações, já que a paralisação do governo pode estar começando a adicionar pressão para baixo, o que pode acabar prejudicando a demanda doméstica de combustível”, disse Dennis Kissler, vice-presidente sênior de negociações do BOK Financial.

O dólar subiu para uma máxima em quatro meses em relação ao euro nesta terça-feira, já que as divisões no Federal Reserve levantaram dúvidas sobre a perspectiva de outro corte nas taxas de juros este ano. Uma moeda norte-americana mais forte torna os ativos cotados em dólar, como o petróleo, mais caros para os detentores de outras moedas.

Wall Street caiu acentuadamente após avisos de uma liquidação do mercado por parte de alguns grandes bancos dos EUA.

A paralisação do governo dos EUA entrou em seu 35º dia, igualando o recorde estabelecido durante o primeiro mandato do presidente Donald Trump como o mais longo da história.

(Reportagem de Seher Dareen em Londres, Ashitha Shivaprasad em Bengaluru e Emily Chow em Cingapura)

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Feijão: exportações batem recorde histórico



O Brasil vive um momento histórico


O Brasil vive um momento histórico
O Brasil vive um momento histórico – Foto: Canva

Segundo o Instituto Brasileiro de feijão e Pulses (Ibrafe), São Paulo retomou a colheita de feijões, ainda com alta umidade nos grãos. Mesmo assim, os melhores lotes chegaram a R$ 255 por saca quando a umidade ficou abaixo de 18%, e a cerca de R$ 240 por saca nos lotes mais úmidos. Com o avanço da colheita previsto para hoje, antes do retorno das chuvas no sábado, o volume disponível tende a aumentar nos próximos dias.

Historicamente, as primeiras cargas costumam ser vendidas ao preço vigente, mas o Ibrafe avalia que, até o fim do mês, a pressão de oferta deve diminuir e abrir espaço para uma retomada de alta. Em dezembro, o volume de negócios tende a cair, e muitos produtores já indicam que devem segurar o produto para vender apenas no próximo ano, apostando em melhores margens.

No cenário externo, o Brasil vive um momento histórico: nunca exportou tanto Feijão quanto em 2025. Foram 450 mil toneladas, somando US$ 380 milhões, sem comprometer o abastecimento interno. Desse total, 235 mil toneladas foram de Feijão Mungo Verde e Feijão-preto, que ganharam espaço nos últimos anos graças à pesquisa e à assistência técnica.

Contudo, o Ibrafe alerta que o principal gargalo hoje vem do governo. Apesar dos esforços do MAPA e da APEX, políticas agrícolas enfraquecidas, crédito escasso e insegurança cambial prejudicam o avanço. Segundo o instituto, restaurar o seguro rural, reativar instrumentos de renda e investir em armazenagem e logística são medidas urgentes. O Brasil já provou que sabe produzir e vender Feijão ao mundo — falta o governo decidir se quer ser gargalo ou alavanca.

 





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Sugadores desafiam produtores e ameaçam produtividade



Período de outubro e novembro é crítico


Período de outubro e novembro é crítico
Período de outubro e novembro é crítico – Foto: Nadia Borges

As pragas sugadoras seguem como uma das maiores ameaças à agricultura brasileira, capazes de causar perdas de até 30% na produtividade da soja, segundo a Embrapa. Esses insetos, conhecidos como “vampiros do campo”, se alimentam da seiva das plantas, provocando enfraquecimento, transmissão de viroses e queda de rendimento nas lavouras. Entre os principais vilões estão o percevejo-marrom, a mosca-branca, o percevejo barriga-verde, os pulgões e os trips, todos de alta capacidade reprodutiva e difícil controle químico.

De acordo com Bruno Temporim, gerente de Produtos e Portfólio do Grupo Conceito, as condições climáticas entre outubro e dezembro, marcadas por calor intenso e chuvas irregulares em regiões como Goiás, Centro-Oeste e Sudeste, favorecem a multiplicação dessas pragas. O percevejo-marrom, em especial, tem se destacado pela resistência e impacto nas lavouras de grãos.

“O período de outubro a dezembro, justamente quando o país vive o clima de Halloween, coincide com as condições ambientais perfeitas para o crescimento populacional dos sugadores devido às temperaturas elevadas e ao aumento da umidade em muitas regiões produtoras”, comenta.

Para conter o avanço, o Manejo Integrado de Pragas (MIP) é a principal estratégia. Ele envolve monitoramento constante, uso de controles biológicos e químicos, eliminação de plantas tigueras e restos culturais, além da utilização de sementes tratadas. A Conceito Agrícola reforça que, mais do que combater os “vampiros do campo”, o objetivo é proteger o potencial produtivo das lavouras com soluções integradas e suporte técnico especializado. “Estamos lado a lado com o produtor para possibilitar que nenhum vampiro ultrapasse os limites da lavoura. Com as ferramentas certas, o terror se transforma em produtividade”, conclui Temporim.





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Praga afeta produção de sementes do algodão



O besouro adulto perfura os botões florais para se alimentar


O besouro adulto perfura os botões florais para se alimentar
O besouro adulto perfura os botões florais para se alimentar – Foto: Canva

O Bicudo-do-Algodoeiro (Anthonomus grandis) segue como o maior vilão da cotonicultura brasileira, alerta Kayren Mota, profissional de Marketing e Comunicação no Agronegócio. Segundo a especialista, a praga é capaz de comprometer até 100% da produtividade se não houver controle eficiente, afetando diretamente a formação de fibras e sementes, base da produção de algodão.

O besouro adulto perfura os botões florais para se alimentar e permitir que a fêmea deposite seus ovos. As larvas, protegidas dentro dos botões e maçãs, destroem as fibras e sementes, resultando em queda prematura de flores e capulhos com aspecto de “balão”. Além disso, a disseminação é acelerada, pois os adultos sobrevivem à entressafra em refúgios de vegetação e atacam as bordaduras das novas lavouras, espalhando rapidamente a infestação.

De acordo com Kayren Mota, o manejo eficaz exige um conjunto de medidas integradas. O Monitoramento Constante, com inspeção visual e armadilhas, é essencial para detectar precocemente a presença do inseto. Já o Vazio Sanitário, com 60 a 90 dias sem plantas de algodão no campo, aliado à destruição imediata dos restos culturais, é considerado o método mais eficiente para quebrar o ciclo do bicudo.

O controle químico, por sua vez, deve ser usado de forma estratégica e responsável, priorizando as bordaduras e rotacionando produtos para evitar resistência. A especialista reforça que o sucesso no combate ao bicudo depende da disciplina coletiva dos produtores e da aplicação rigorosa das práticas de Manejo Integrado de Pragas (MIP), garantindo a sustentabilidade e a rentabilidade da cotonicultura.

 





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Clima afeta parte das lavouras de aveia-branca


O Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (6) aponta que a colheita da aveia-branca avançou nas principais regiões produtoras do Rio Grande do Sul, com produtividade dentro do esperado. Segundo o documento, a cultura está “em plena colheita”, embora com variações decorrentes de condições edafoclimáticas e de manejo. Nas últimas semanas registraram períodos alternados de umidade e estiagem localizada, o que influenciou especialmente as atividades implantadas mais tarde, que sofreram “algum nível de estresse hídrico na fase de enchimento de grãos”.

A qualidade dos grãos permanece adequada, com “bom PH e uniformidade”, favorecendo a destinação industrial. A Emater/RS-Ascar estima 393.252 hectares cultivados no Estado, com produtividade média de 2.445 kg/ha.

Na região administrativa de Bagé, o ritmo de colheita varia entre os municípios. Em São Gabriel, o trabalho foi finalizado com rendimento médio de 1.200 kg/ha. Em Maçambará, 40% dos 5.500 hectares foram colhidos, com produtividades entre 1.200 e 1.800 kg/ha. Nos municípios da Campanha, como Hulha Negra e Candiota, as atividades implantadas posteriormente enfrentaram déficit hídrico durante o abastecimento de grãos, o que afetou os resultados. Em Caçapava do Sul e Lavras do Sul, a colheita alcança cerca de 40% das áreas, com produtividades dentro da média regional.

Na região de Frederico Westphalen, a colheita está praticamente concluída, restando 5% das atividades em maturação. O rendimento médio projetado é de 2.370 kg/ha, com desempenho considerado estável entre os municípios. Em Ijuí, a colheita chega a 55%, com rendimento médio de 2.850 kg/ha em áreas já colhidas. Em Ibirubá, houve incremento ao longo do avanço da colheita. Em Santo Augusto, a produtividade ficou abaixo do previsto, com 2.400 kg/ha. Os títulos apresentam PH superior a 50 pontos, favorecendo a comercialização industrial.

Na região de Santa Maria, a colheita chega a 70%, enquanto 30% das lavouras se encontram em maturação fisiológica. Em Tupanciretã, os trabalhos foram concluídos, com produtividades próximas de 2.200 kg/ha e padrão considerado adequado. Em Soledade, a colheita avança em 35%, com 58% das áreas em maturação e 7% em enchimento de grãos. Em Tio Hugo, 90% da área está colhida, com rendimentos entre 1.500 e 3.000 kg/ha. A média regional deve se aproximar de 3.000 kg/ha, impulsionada por manejo mais tecnificado e cultivares de maior rendimento.





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Plantio lento e dólar fraco mantêm preços da soja estáveis no Brasil


Mesmo com cotações internacionais em alta, os preços da soja no Brasil seguem estáveis, pressionados pelo dólar em baixa e exportação menos competitiva. Segundo análise divulgada pela Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário – CEEMA, condições climáticas adversas também retardam o plantio nacional.

O preço do bushel da soja chegou a US$ 11,19 na Bolsa de Chicago, sendo a mais alta cotação desde julho, mas encerrou a semana em queda, aos US$ 10,91. A oscilação reflete a instabilidade no mercado internacional e a exclusão da soja da lista de produtos norte-americanos beneficiados pela China na suspensão de tarifas. Essa exclusão manteve a tarifa de 13% sobre a soja dos EUA, favorecendo a competitividade da soja brasileira.

No entanto, esse fator não foi suficiente para impulsionar os preços internos, diante da desvalorização cambial e dos prêmios de exportação negativos, que retornaram a patamares não vistos desde julho. Segundo a CEEMA, as cotações no mercado físico permaneceram estáveis. A média gaúcha alcançou R$ 126,03 por saca de 60 kg, com as principais praças brasileiras variando entre R$ 118,50 e R$ 125,00. O Rio Grande do Sul e o Centro-Oeste concentram as regiões com maiores flutuações. O atraso no plantio é outro fator de preocupação.

A soja foi semeada em apenas 47% da área prevista até o momento, contra 54% no mesmo período do ano anterior. O estado de Goiás apresenta o ritmo mais lento desde a safra 2017/18, de acordo com a CEEMA. No Mato Grosso, maior produtor nacional, o plantio atingiu 76,1% da área esperada, abaixo da média histórica de 76,7%. As chuvas irregulares nas principais regiões produtoras têm dificultado o andamento da safra, elevando a incerteza quanto à produtividade final. A especulação nos mercados futuros pode aumentar se as previsões de clima adverso se confirmarem.

Nesse cenário, a soja brasileira pode manter sua competitividade, mas com impactos diretos nos custos de produção e na oferta interna. A estabilidade nos preços reflete um equilíbrio frágil entre demanda, câmbio e clima. A evolução das chuvas e o comportamento do mercado internacional serão decisivos nas próximas semanas.





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Substâncias húmicas viram protagonistas em fertilizante


A transformação de um resíduo da agroindústria vitivinícola em fertilizante líquido de alta eficiência ilustra a convergência entre biotecnologia, sustentabilidade e agricultura regenerativa. Desenvolvido a partir do percolado de cascas e bagaço de uva, o produto apresenta ação direta sobre a microbiota do solo, promovendo nutrição vegetal e equilíbrio radicular.

“Esse líquido tem um cheiro muito forte, fétido, e é um vetor de contaminação, pois polui o lençol freático. Esse foi o nosso problema inicial”, explica Rodrigo Leygue, diretor da Nubitech. Foi durante tentativas de tratamento biotecnológico desse resíduo que a equipe observou transformações significativas: o material passou a apresentar odor adocicado, pH básico e presença marcante de substâncias húmicas vegetais.

“O resultado foi um líquido com odor normal, adocicado, mais próximo do café ou do chocolate do que do cheiro original, que era insuportável. E com um pH — isso é importante — básico, ou seja, não ácido”, detalha Leygue. A mudança nas propriedades do líquido foi o ponto de partida para os primeiros testes agronômicos.

Atualmente, o fertilizante é comercializado sob o nome Potosí e reúne substâncias húmicas vegetais com macronutrientes. “Os macronutrientes que ele contém, NPK, estão ligados com a matéria orgânica da substância húmica. Isso faz com que sua eficiência nutricional seja altamente positiva”, explica.

Um dos principais diferenciais é a atuação na rizosfera, estimulando micro-organismos que favorecem o desenvolvimento radicular. “O diferencial primordial: os fertilizantes químicos não interagem com a microbiota. Não criam condições de equilíbrio entre os micro-organismos, de maneira a que a planta se sinta bem nutrida com moléculas específicas”, afirma Leygue. Ele destaca ainda a abordagem sistêmica do produto. “Não é um elemento químico que vai entrar na nutrição, é um equilíbrio microbiano que vai condicionar a nutrição perfeita para a planta”, complementa.

Versátil, o fertilizante pode ser aplicado em hortas, gramados, canteiros e sistemas agrícolas diversos. “Pode ser utilizado em canteiros, vasos, gramados, pastos, em termos gerais. Isso está ligado à própria condição como os vegetais surgiram no planeta: todos eles precisaram de micro-organismos na sua raiz”, observa.





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Semeadura do arroz avança e preço recua no RS



As chuvas do período restabeleceram a umidade em algumas regiões



Foto: Divulgação

O Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (6) pela Emater/RS-Ascar aponta avanço gradual da semeadura do arroz no Rio Grande do Sul, conforme as condições de umidade do solo e o cronograma das lavouras. Segundo o documento, “as chuvas do período restabeleceram a umidade em algumas regiões, permitindo a retomada dos trabalhos de preparo, de nivelamento e de implantação”. Em locais que receberam volumes mais elevados, há “bom andamento da germinação e emergência, sobretudo nos sistemas de semeadura pré-germinada”.

A Emater/RS-Ascar classifica como satisfatório o percentual médio de área já implantada, que varia entre 40% e 60% nas principais regiões produtoras, chegando a mais de 90% nas áreas mais adiantadas. De acordo com o informativo, “os cultivos estabelecidos apresentam desenvolvimento adequado, estandes uniformes e plantas vigorosas, compatível com a época do ciclo”.

Nas áreas em que houve atraso devido ao excesso de umidade ou à saturação do solo, o plantio deve se estender até o final de novembro e início de dezembro. O boletim registra ainda que, em algumas propriedades, “tem sido utilizada baixa adubação de base em função da restrição de crédito e do esforço de priorizar apenas tratos essenciais”, fator que pode reduzir o potencial produtivo.

A área estimada para cultivo é de 920.081 hectares, segundo o IRGA, enquanto a produtividade projetada pela Emater/RS-Ascar é de 8.752 kg por hectare.

No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos registrou queda. O levantamento semanal da Emater/RS-Ascar mostra redução de 1,41% na comparação com a semana anterior, passando de R$ 57,45 para R$ 56,64.





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Profissionais da Adagro fazem visita técnica ao Fundecitrus



Técnicos da Adagro conheceram a estrutura e o funcionamento das áreas


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus recebeu, nesta semana (28 e 29/10), a visita técnica de profissionais da Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro). O encontro teve como objetivo promover a troca de experiências e conhecimentos sobre a citricultura, especialmente na prevenção e controle do greening e do cancro cítrico.

Durante a visita, os técnicos da Adagro conheceram a estrutura e o funcionamento das áreas de pesquisa e laboratórios do Fundecitrus. “Sem dúvida, essa troca de informações contribui para o fortalecimento das ações de manejo para a pior doença da nossa citricultura. Compartilhar informação é trabalhar conjuntamente em busca do melhor caminho para a mitigação da incidência dessas doenças”, diz o supervisor de projetos do Fundecitrus, Guilherme Rodriguez.





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Mais de 480 alunos de Flórida Paulista (SP) participam de palestras educativas sobre greening



Ao todo, 490 crianças participaram das palestras


Foto: Fundecitrus

O Fundecitrus promoveu, na última quinta (30) e sexta-feira (31), palestras de conscientização sobre os impactos do greening na citricultura para alunos do ensino fundamental das escolas EMEF Octaviano José Corrêa, em Flórida Paulista (SP), e EMEFEI Marina Militão Rondon, no distrito de Indaiá do Aguapeí (SP).

Com a citricultura em expansão, a iniciativa busca envolver toda a comunidade na preservação dos pomares, já que os citros têm grande importância econômica e social para a região.

O engenheiro-agrônomo do Fundecitrus Sérgio Nascimento explica que ações de conscientização como essa são fundamentais, pois além de levarem conhecimento às crianças, envolvem também seus familiares e toda a comunidade, reforçando a importância do combate à doença. “É uma ampla mobilização, pois as crianças levam essas informações para seus familiares. Com isso, fortalecemos o apoio na substituição de plantas de citros e murtas, encontradas em quintais sem manejo adequado e que servem de fonte para o inseto vetor do greening”, ressalta.

Durante as palestras, as crianças receberam o gibi “Uma aventura no pomar”, material desenvolvido pelo Fundecitrus especialmente para o público infantil, com informações sobre a citricultura e o greening, além de um desenho de uma laranjeira para colorir.

Ao todo, 490 crianças participaram das palestras, que tiveram como objetivo aproximar os estudantes do tema e destacar a importância da prevenção da doença. A ação contou com o apoio da diretora da escola, Vilma Rigoleto de Souza, e da Secretária de Educação de Flórida Paulista, Clélia Corveloni Pardinho.

A iniciativa faz parte das ações educativas do Fundecitrus, que busca ampliar o conhecimento sobre o greening e incentivar a participação da comunidade na valorização da citricultura.





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