sábado, março 14, 2026

Política & Agro

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EUA anuncia redução das tarifas



A medida representa uma tentativa da administração Trump de conter a inflação



Foto: Pixabay

Na última sexta-feira (14), os Estados Unidos anunciaram a isenção de tarifas para cerca de 200 produtos alimentícios, entre eles carne bovina, café, frutas tropicais e fertilizantes. A medida representa uma tentativa da administração Trump de conter a inflação alimentar, mas ainda mantém barreiras significativas às exportações brasileiras.

De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a redução atinge exclusivamente as chamadas “tarifas de reciprocidade”, implementadas em abril de 2025 pelo então presidente norte-americano. Para o Brasil, essas tarifas caem de 10% para 0%. No entanto, permanece em vigor uma tarifa adicional de 40% imposta em julho sobre produtos brasileiros – uma das mais altas entre os países afetados. 

A Casa Branca justificou a decisão como parte de um pacote de contenção da alta de preços no país. As isenções entram em vigor retroativamente à meia-noite de quinta-feira, segundo comunicado oficial. Entre os produtos beneficiados estão itens-chave da pauta exportadora brasileira, como açaí, manga, chá e cacau.

A medida pode gerar fôlego pontual para embarques de produtos como frutas tropicais e fertilizantes, mas a permanência da tarifa extra de 40% limita a competitividade do agro brasileiro no mercado norte-americano. Setores como o de carnes e o de café seguem pressionados.

 





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76% valorizam energia renovável, mas só 26% adotam



“Essa diferença se explica por uma combinação de fatores”


"Essa diferença se explica por uma combinação de fatores"
“Essa diferença se explica por uma combinação de fatores” – Foto: Divulgação

Um levantamento do estudo “ESG Trends 2025”, conduzido no Brasil pela Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Mercado, revela a maior distância entre o que os brasileiros consideram importante e o que efetivamente fazem no dia a dia. A energia renovável lidera esse hiato: 76% dizem valorizar o tema, mas apenas 26% adotam práticas ligadas ao uso de fontes limpas.

Segundo Silvio Pires de Paula, presidente da Demanda, essa diferença é explicada por fatores como dificuldade de acesso a fornecedores, percepção de custo elevado e pouca informação sobre alternativas viáveis. Ele ressalta que, apesar disso, o país tem potencial para avançar, especialmente com o fortalecimento da energia solar e a ampliação do mercado livre de energia.

“Essa diferença se explica por uma combinação de fatores, o acesso limitado a fornecedores de energia limpa, o custo percebido como mais alto e a falta de informação sobre alternativas viáveis para residências e pequenas empresas. Enquanto ações mais simples estão amplamente incorporadas no cotidiano, como evitar o desperdício de alimentos e reduzir o consumo de energia”, explica Silvio Pires de Paula, fundador e presidente da Demanda Pesquisa e Desenvolvimento de Mercado, que liderou o estudo no Brasil.

A mudança pode ganhar impulso com a nova resolução CGIEE nº 4, que exigirá, a partir de 2027, etiquetagem de consumo energético em prédios públicos e, a partir de 2030, também em edificações privadas. Para Adriana Hansen, diretora de Sustentabilidade do CTE, a medida deve estimular escolhas mais eficientes e acelerar a adoção de práticas renováveis.

O estudo também mostra que hábitos sustentáveis mais comuns entre os brasileiros são aqueles que impactam diretamente o bolso. Evitar desperdício de alimentos (87%), reduzir consumo de energia (80%) e comprar apenas o necessário (67%) lideram o ranking de ações efetivas.

 





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É essencial cuidar dos cascos dos cavalos



“O objetivo é evitar o aparecimento de lesões”


"O objetivo é evitar o aparecimento de lesões"
“O objetivo é evitar o aparecimento de lesões” – Foto: Pixabay

A saúde dos equinos depende diretamente da condição dos cascos, essenciais para a locomoção e para o equilíbrio dos animais. Consultorias técnicas apontam que fatores como manejo, rotina de trabalho e tipo de criação influenciam no crescimento e na qualidade dessa estrutura, que exige atenção constante do criador.

Segundo orientações de especialistas, a alimentação exerce papel decisivo nesse processo. A queratina, produzida pelo próprio organismo, é determinante para a resistência do casco, embora nem sempre seja gerada em quantidade suficiente. Por isso, a suplementação é indicada para reforçar o desenvolvimento e auxiliar na regeneração, de acordo com o contexto apresentado pela veterinária responsável pelas análises citadas no material base.

“Levando em consideração sua realidade e as atividades do cavalo, o criador deve ter atenção especial ao crescimento e à qualidade dos cascos. O objetivo é evitar o aparecimento de lesões e outros quadros críticos que comprometem a saúde e o bem-estar”, alerta a médica-veterinária Júlia Izoldi, coordenadora nacional da linha Equistro da Vetoquinol Saúde Animal.

O casco cresce, em média, entre 0,3 milímetro e 1 centímetro por mês, com avanço maior em animais jovens ou de algumas raças. Quando enfraquecido, pode favorecer quadros como broca, laminite, feridas, rachaduras, fendas e doença do navicular, que comprometem bem-estar e desempenho. Entre as soluções nutricionais disponíveis no mercado, o material menciona a formulação Equistro Kerabol Ipaligo, indicada para animais de diferentes portes. O suplemento reúne biotina, DL-Metionina, zinco, manganês e selênio, elementos ligados à produção de queratina. A empresa informa que o produto integra seu portfólio para saúde animal e contribui para fortalecer os cascos em diferentes condições de uso.

 





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La Niña deve mexer com oferta agrícola, aponta análise


A previsão de um ciclo de La Niña entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026 deve alterar padrões climáticos em várias regiões produtoras, com impactos diretos sobre oferta, produtividade e fluxo de exportação de diversas commodities agrícolas. Consultorias avaliam que o fenômeno tende a se manter ativo ao longo do verão no Hemisfério Sul, elevando a atenção do mercado.

Segundo análises da Hedgepoint, o efeito pode ser amplo e variar conforme a intensidade. Para soja e milho, há risco de chuvas abaixo da média no sul da América do Sul, enquanto o centro-norte brasileiro deve registrar condições mais favoráveis. Há relatos de perdas expressivas em ciclos anteriores, apontadas em contexto de declarações técnicas.

“Nossas análises mostram que há riscos e oportunidades importantes para produtores e exportadores. Especialmente para commodities como soja, milho, trigo, óleo de palma, cacau, açúcar e café, há pontos que precisam ser monitorados com mais atenção ao longo dos meses”, alerta Thais Italiani, Gerente de Inteligência de Mercado da Hedgepoint.

No açúcar, a projeção indica possíveis desafios ao desenvolvimento da safra 26/27 no Brasil e interrupções de moagem no Sudeste Asiático, caso o fenômeno ganhe força. No café, o cenário é misto: o Brasil pode ser beneficiado, enquanto Vietnã, Colômbia e países da América Central enfrentam risco de excesso de chuvas.

O cacau tende a responder de forma desigual, com melhora das condições na África Ocidental e possibilidade de perdas no Equador por redução das chuvas. Para o trigo, o alerta recai sobre a combinação de menor umidade e temperaturas mais altas no Hemisfério Norte, que pode afetar o início das lavouras de inverno. Já no óleo de palma, o principal entrave previsto é logístico, com inundações dificultando o transporte em países do Sudeste Asiático.

 





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Setor prevê avanço na produção de uva



“Acredito que o setor irá se organizar para elaborar maior quantidade de vinhos”


"Acredito que o setor irá se organizar para elaborar maior quantidade de vinhos"
“Acredito que o setor irá se organizar para elaborar maior quantidade de vinhos” – Foto: Divulgação

A próxima safra de uva no Rio Grande do Sul avança com expectativa favorável, impulsionada pelo bom desenvolvimento das videiras e pela previsão de alta produtividade para 2025/26. Após as perdas recentes do setor, técnicos e instituições indicam um quadro de recuperação, apoiado por condições climáticas consideradas adequadas ao longo do último inverno.

O Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado projeta incremento em torno de 50 milhões de quilos na colheita em relação ao ciclo anterior. A estimativa preliminar do setor aponta que 2024/25 tenha alcançado cerca de 750 milhões de quilos, enquanto 2026 pode chegar a aproximadamente 800 milhões de quilos. Há expectativa de maior elaboração de vinhos leves, brancos e jovens, tendência associada ao comportamento de novos consumidores, segundo avaliação repassada pelo instituto.

“Em termos de planejamento, acredito que o setor irá se organizar para elaborar maior quantidade de vinhos, especialmente os mais leves, brancos e jovens, os quais se mostram como uma tendência para os novos consumidores”, destaca o presidente do Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Estado do Rio Grande do Sul (Consevitis-RS), Luciano Rebellato.

A Embrapa Uva e Vinho atribui o cenário positivo ao inverno rigoroso, que registrou 395 horas de frio, volume considerado ideal para garantir brotação uniforme e gemas férteis. Com a primavera, as plantas exibem boa fertilidade e formação expressiva de cachos. A previsão de menor volume de chuva entre dezembro e janeiro também favorece o avanço das lavouras, já que a fase exige tempo mais seco. O ponto de atenção é a oscilação térmica provocada pelo La Niña, que pode reduzir o número de bagas por cacho.

 





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Mercado de cannabis prevê alta de 11,2 em 2025



O projeto nasce com respaldo de uma associação autorizada judicialmente


O projeto nasce com respaldo de uma associação autorizada judicialmente
O projeto nasce com respaldo de uma associação autorizada judicialmente – Foto: Laiha

O mercado de cannabis no Brasil mantém trajetória de expansão e deve encerrar 2025 com novo avanço. Projeção do Anuário de Mercado: Growshops, Headshops e Marcas indica movimentação de R$ 967,18 milhões ao longo do ano, resultado 11,2 maior que o registrado em 2024. A estimativa foi apresentada durante evento realizado em São Paulo e confirma o ritmo acelerado da cadeia, que cresce acima da inflação e amplia sua participação na economia.

A ampliação desse ambiente abre espaço para iniciativas voltadas ao uso terapêutico da planta. Entre elas está uma plataforma que chega ao mercado reunindo ciência, tecnologia e impacto social em um mesmo ecossistema digital. A estrutura busca integrar pacientes e profissionais de saúde, oferecendo um modelo pensado para facilitar o acesso a consultas, produtos certificados e acompanhamento contínuo. 

O projeto nasce com respaldo de uma associação autorizada judicialmente, reconhecida nacionalmente pela qualidade de suas análises, que incluem verificação completa de composição e metais pesados, e pela atuação comunitária em defesa da regulamentação do cultivo que também contemple pequenos produtores. A entidade reúne cerca de 12 mil associados e se tornou referência no atendimento e na organização desse segmento.

A plataforma opera de forma híbrida, combinando consultas médicas e odontológicas com prescrição digital e oferta de produtos regularizados. Um ativo digital interno permite transações, incentiva o engajamento dos participantes e funciona como ferramenta de participação comunitária e governança. A proposta busca ampliar o acesso ao tratamento, estruturar mecanismos de participação e fortalecer a cadeia em um ano marcado pelo crescimento do mercado.

 





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Autocontrole impulsiona inspeção oficial, aponta setor


A modernização da defesa agropecuária avança no país com a consolidação do modelo de autocontrole aplicado ao setor produtivo. A Frente Parlamentar da Agropecuária conduziu as negociações desde o início da tramitação, em alinhamento com o Ministério da Agricultura e com representantes do agro, a partir das primeiras minutas elaboradas ainda em 2020.

Na Câmara, o projeto recebeu relatórios que apontaram a necessidade de superar normas antigas e ampliar a eficiência da fiscalização, em um cenário de maior demanda e estrutura limitada do serviço público. A votação na Comissão de Constituição e Justiça assegurou apoio político e consolidou o texto encaminhado ao Senado.

“É um processo que, infelizmente, por falta de capital humano, o Estado não tem como manter sozinho. O agro cresceu, a demanda aumentou, e precisávamos de um modelo capaz de dar agilidade, segurança e previsibilidade à fiscalização”, explicou o deputado Pedro Lupion (PR), presidente da FPA.

No Senado, a relatoria manteve o foco na modernização do modelo de inspeção e rejeitou mudanças que poderiam fragilizar a proposta. Houve defesa de avanços na segurança jurídica e na capacidade técnica do serviço oficial. A condução do tema também contou com articulações do Ministério da Agricultura, que destacou o caráter coletivo da construção e o potencial de redução de entraves operacionais.

Em 2024, a derrubada de vetos restabeleceu a permissão para produção on farm de bioinsumos para uso próprio, retomando um dos pilares da legislação de autocontrole. A etapa final chegou com a Portaria 861, que regulamenta o credenciamento de empresas aptas a apoiar a inspeção ante mortem e post mortem no Serviço de Inspeção Federal. A norma define requisitos, responsabilidades, auditorias e punições, veda conflitos de interesse e mantém o auditor fiscal como autoridade plena nas plantas.

“Não existe privatização da fiscalização. O poder de polícia continua 100% com o Estado. O que muda é que as empresas passam a ter obrigações técnicas adicionais, enquanto o auditor fiscal agropecuário segue como autoridade responsável”, concluiu Lupion.

 





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Moscas afetam qualidade e produtividade do leite



“O controle ineficiente desses insetos resulta em aumento dos custos”


“O controle ineficiente desses insetos resulta em aumento dos custos"
“O controle ineficiente desses insetos resulta em aumento dos custos” – Foto: Divulgação

A presença de moscas domésticas nas propriedades leiteiras tornou-se um desafio crescente para a rotina de produção, com impactos diretos no desempenho dos rebanhos. Consultorias do setor alertam que o inseto, comum também em áreas urbanas, age como vetor de dezenas de patógenos capazes de afetar a saúde animal e a qualidade do leite.

A zootecnista Margareth Dellatorre aponta que o estresse provocado pela infestação reduz o consumo de alimento e interfere no tempo de descanso das vacas, fatores ligados à queda na produtividade. Há ainda risco de comprometimento da saúde do úbere, o que pode elevar a contagem de células somáticas e prejudicar a qualidade final do produto.

“O controle ineficiente desses insetos resulta em aumento dos custos da fazenda, seja pelo tratamento de doenças ou pela queda na produção leiteira”, alerta a zootecnista da Vetoquinol Saúde Animal.

Os prejuízos incluem maior incidência de enfermidades como mastite, diarreia, salmonelose, ceratoconjuntivite, verminoses, tuberculose e inflamações umbilicais. A especialista destaca, em seu contexto, que falhas no controle elevam custos com tratamentos e ampliam perdas produtivas.

Para melhorar o manejo, a orientação é adotar estratégias integradas, envolvendo cuidados com esterqueiras, silos e resíduos orgânicos, além do uso direcionado de inseticidas específicos. Nesse cenário, a Vetoquinol Saúde Animal oferece uma opção formulada com atrativo sexual e ingredientes voltados ao controle da mosca doméstica, aplicada em pontos de maior concentração do inseto. 

“O controle das moscas deve ser estratégico e eficiente, evitando desperdício com medicamentos inadequados. Um bom plano envolve o manejo correto de esterqueiras, silos, resíduos orgânicos e a aplicação direcionada de inseticidas específicos para moscas”, orienta Margareth.

 





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Gasolina e etanol recuam no início de novembro


O início de novembro trouxe leve alívio nos preços dos combustíveis no País, com recuos registrados na comparação com a primeira quinzena de outubro. Segundo levantamento do IPTL, a gasolina caiu 0,47% e atingiu média de R$ 6,33, menor patamar desde setembro. O etanol também recuou, com redução de 0,45%, custando em média R$ 4,42. A análise indica que o movimento reflete, ainda que de forma limitada, o ajuste anunciado no fim do mês passado.

“A redução anunciada pela Petrobras em outubro começa a refletir no bolso do consumidor, embora o repasse ainda seja tímido. O preço médio da gasolina registrou queda na primeira quinzena de novembro, movimento que também se observa, de forma mais sutil, no etanol”, comenta Renato Mascarenhas, Diretor de Rede de Abastecimento da Edenred Mobilidade.

As regiões acompanharam a tendência de queda na gasolina, com destaque para o Nordeste, onde o preço recuou 0,93% e ficou em R$ 6,39. No Sudeste, o combustível foi o mais competitivo, a R$ 6,19, enquanto o Norte manteve a média mais alta, de R$ 6,82. Para o etanol, o cenário foi de estabilidade na maior parte do País, exceto no Nordeste, onde o biocombustível caiu 2,83% e chegou a R$ 4,80. O preço mais baixo foi registrado no Sudeste, a R$ 4,32, e o mais alto no Norte, a R$ 5,21.

Entre os estados, a gasolina teve a maior alta no Rio Grande do Norte, com avanço de 1,62%, chegando a R$ 6,29. A maior queda ocorreu na Bahia, onde o combustível recuou 2,33% e foi vendido a R$ 6,28. O menor preço foi encontrado na Paraíba, a R$ 6,08, enquanto o maior ficou em Roraima, a R$ 7,41. No etanol, o aumento mais expressivo foi no Tocantins, de 0,61%, e a maior retração novamente na Bahia, de 4,93%, levando a média a R$ 4,63. O valor mais alto foi registrado no Amazonas, a R$ 5,47, e o mais baixo em São Paulo, a R$ 4,21.

 





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Efeito dominó pressiona crédito rural, aponta especialista



A análise destaca que o atual ambiente não se resume a problemas pontuais


A análise destaca que o atual ambiente não se resume a problemas pontuais
A análise destaca que o atual ambiente não se resume a problemas pontuais – Foto: Pixabay

A crise no crédito rural expõe um movimento estrutural que se aprofundou ao longo dos últimos anos no agronegócio brasileiro. O consultor José Carlos de Lima Júnior analisa que a alta inadimplência, os juros acima de 15% e a falta de recursos na safra 2025/26 são efeitos de um processo mais amplo, com raízes econômicas, financeiras e institucionais.

A análise destaca que o atual ambiente não se resume a problemas pontuais de clima ou oscilação das taxas. Segundo o autor, trata-se de um fenômeno gradual, marcado por um “efeito dominó” ao longo da cadeia do agro, tema detalhado no Sumário Executivo citado no material base. Duas partes ganham relevância: a evolução da crise entre 2017 e novembro de 2025 e os impactos interligados na rede de valor do setor.

Nos últimos meses, aprofundei a investigação sobre as raízes e mecanismos da crise em curso no agro. E o que emerge é muito maior do que um problema pontual de clima ou taxa de juros. O contexto atual é apenas a face mais visível de um fenômeno gradual e sistêmico, com origens econômicas, financeiras e institucionais.

O consultor reforça que o clima apenas acelerou um quadro já crítico, sem papel central na formação da crise. A avaliação sugere atenção à interação entre mercados e instituições que sustentam o crédito rural no país, apontando para um diagnóstico que busca compreender a origem dos desequilíbrios hoje visíveis. “Ressalto que o clima não foi o grande responsável. No máximo, serviu como catalisador de um quadro já crítico”, conclui ele, em seu perfil na rede social LinkedIn.

 





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