quinta-feira, março 19, 2026

Política & Agro

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Movimento quer reverter queda histórica



A queda no consumo do feijão não impacta apenas produtores e comerciantes


A queda no consumo do feijão não impacta apenas produtores e comerciantes
A queda no consumo do feijão não impacta apenas produtores e comerciantes – Foto: Canva

O consumo de alimentos básicos da mesa do brasileiro passa por mudanças significativas nas últimas décadas. Segundo o Instituto Brasileiro do feijão e Pulses (IBRAFE), entre 1985 e 2025 a queda per capita anual foi de aproximadamente 29,5% no arroz e de 32,6% no feijão, representando uma transformação cultural e nutricional preocupante.

Diante desse cenário, o IBRAFE propõe um desafio coletivo: como cada cidadão pode contribuir para mudar essa realidade? A entidade reforça que não se trata apenas de ações de grandes proporções ou investimentos futuros, mas também de atitudes simbólicas que geram visibilidade e diálogo. Um exemplo é o movimento Viva Feijão, que convida a sociedade a aderir a pequenos gestos, como exibir um adesivo em veículos, tratores ou notebooks, transformando o feijão em símbolo de orgulho nacional.

A queda no consumo do feijão não impacta apenas produtores e comerciantes, mas também a saúde pública. A redução do hábito de incluir o grão no prato cotidiano abre espaço para o avanço de doenças como obesidade, diabetes e hipertensão. Enquanto o mercado global de feijão seco projeta expansão até 2035, o Brasil corre o risco de perder um traço cultural e nutricional que historicamente nos diferencia.

Mais do que uma questão de mercado, o feijão representa propósito, identidade e comunicação estratégica. O IBRAFE busca engajar instituições, empresas, associações e a população em geral para reforçar a ideia de que o Brasil não é rural ou urbano, mas um só diante do tradicional Prato Feito que une arroz, feijão, salada, verdura, proteína e frutas. O adesivo pode ser o primeiro passo de um movimento maior em defesa desse símbolo da nossa alimentação.





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Capim-pé-de-galinha ameaça produtividade da soja



O controle tem se tornado mais difícil


O controle tem se tornado mais difícil
O controle tem se tornado mais difícil – Foto: Canva

O capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) tem se tornado um dos principais desafios para os sojicultores brasileiros. De acordo com a Embrapa, essa planta daninha pode reduzir em até 12% a produtividade da soja em apenas 21 dias de infestação, devido à competição por água, luz e nutrientes. Com rápido desenvolvimento, produz milhares de sementes por planta e se espalha facilmente nas áreas de cultivo.

O controle tem se tornado mais difícil porque a espécie já não responde bem a herbicidas usados repetidamente, o que favorece a multiplicação de indivíduos resistentes. Os sinais de infestação incluem touceiras densas, folhas estreitas e hastes que podem ultrapassar 30 centímetros, exigindo monitoramento constante.

“Isso acontece porque, quando se usa repetidamente o mesmo tipo de produto, as plantas mais resistentes sobrevivem e se multiplicam, tornando o controle químico menos eficiente ao longo do tempo”, informa Hudslon Huben, gerente sr. de efetividade e go to market da ORÍGEO.

Para enfrentar o problema, especialistas da ORÍGEO recomendam soluções específicas para plantas resistentes. Um exemplo é o herbicida Thunder, da UPL, que atua de forma sistêmica e apresenta eficácia contra hastes de até 15 cm. A recomendação é associar a aplicação ao uso de adjuvantes à base de óleo metilado de soja, como o Strides, que aumenta a penetração e a aderência do produto.

O Thunder também apresenta alta performance no controle de buva e permite o plantio de soja ou algodão em até cinco dias após a aplicação. Em casos avançados de infestação, com seis a oito perfilhos, a indicação é realizar uma aplicação sequencial com herbicidas de contato, como o Version, também da UPL.

 





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Queda da ureia traz alívio parcial



A ureia segue mais cara em comparação com 2024


A ureia segue mais cara em comparação com 2024
A ureia segue mais cara em comparação com 2024 – Foto: Canva

Os preços da Ureia apresentaram queda nas últimas quatro semanas no mercado internacional. No Brasil, essa retração foi acompanhada por um fator adicional favorável: além da redução em dólar, o câmbio atual tem auxiliado o produtor que realiza suas compras em reais, avalia Jeferson Souza, analista de inteligência de mercado. Esse movimento trouxe algum alívio imediato, mas ainda não foi suficiente para colocar os valores abaixo do observado no último ano.

Mesmo com as baixas recentes, a ureia segue mais cara em comparação com 2024. Em moeda nacional, os preços estão cerca de 8% acima dos do ano passado, enquanto em dólar a alta acumulada chega a 16% no comparativo entre setembro de 2024 e a última semana de setembro de 2025, representando aproximadamente US$ 50 por tonelada a mais. Esse avanço demonstra como a pressão internacional continua influenciando diretamente o custo do insumo no Brasil, mesmo em momentos de desvalorização.

Souza destaca que o ano de 2025 vem sendo marcado por uma competição intensa entre ureia e sulfato de amônio, com este último se mostrando mais competitivo. Essa diferença de desempenho tem reduzido a liquidez da ureia no mercado doméstico, ao passo que as importações do produto caem em relação a 2024. O movimento oposto ocorre com o sulfato de amônio, que alcança recordes históricos de entrada no país, consolidando-se como uma alternativa cada vez mais presente no planejamento de fertilização.

Outro fator de peso é a demanda projetada para os próximos ciclos. Ainda há um amplo espaço para negócios ligados ao milho “safrinha” de 2026 neste último trimestre do ano, e operações antecipadas para 2027 já estão sendo registradas. Para Souza, o cenário reforça a necessidade de análises regionais no mercado de insumos. 

 





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Projeto de algodão orgânico com irrigação avança



A ação integra diferentes apoios


A ação integra diferentes apoios
A ação integra diferentes apoios – Foto: Pixabay

Mais um passo importante foi dado para ampliar o cultivo de algodão orgânico consorciado no Semiárido paraibano. O projeto, desenvolvido pela Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer) em parceria com o Instituto Casaca de Couro (ICC), utiliza sistema de irrigação que possibilita até três colheitas por ano. A iniciativa começou no município de Pilar, na Comunidade Chã de Areia, envolvendo três produtores locais.

A ação integra diferentes apoios: a Empaer oferece assistência técnica, a prefeitura de Pilar garantiu o preparo da terra e o ICC compra toda a produção com preço fixo, além de fornecer a certificação. O modelo também prevê o plantio de milho e gergelim, ampliando as alternativas de renda para os agricultores.

“O Governo do Estado, por meio da Empaer, vai prestar todo a assistência técnica. A prefeitura municipal de Pilar entrou com o corte da terra. Já o Instituto Casaca de Couro garante a compra da produção”, explicou o gerente regional da Empaer em Itabaiana, Paulo Emílio.

Segundo os técnicos, a proposta aproveita as águas da transposição do Rio São Francisco, com meta de expandir o sistema irrigado do Cariri até o Agreste, alcançando municípios às margens do Rio Paraíba. Financiamentos via Banco do Nordeste, por meio do Agroamigo, podem auxiliar os produtores a investir na irrigação.

Com isso, o projeto busca consolidar um modelo produtivo sustentável e garantir mercado para a produção agrícola regional, fortalecendo a economia do Semiárido e oferecendo novas oportunidades aos pequenos produtores. “Enfim, inicialmente, queremos chegar a todos os municípios que estão às margens do Rio Paraíba. Mas se alguém tem um poço, um açude, um manancial que tenha condições de irrigar, estaremos juntos, Empaer e ICC, para executarmos esse projeto”, afirmou.

 





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Projeto de algodão orgânico com irrigação avança



A ação integra diferentes apoios


A ação integra diferentes apoios
A ação integra diferentes apoios – Foto: Pixabay

Mais um passo importante foi dado para ampliar o cultivo de algodão orgânico consorciado no Semiárido paraibano. O projeto, desenvolvido pela Empresa Paraibana de Pesquisa, Extensão Rural e Regularização Fundiária (Empaer) em parceria com o Instituto Casaca de Couro (ICC), utiliza sistema de irrigação que possibilita até três colheitas por ano. A iniciativa começou no município de Pilar, na Comunidade Chã de Areia, envolvendo três produtores locais.

A ação integra diferentes apoios: a Empaer oferece assistência técnica, a prefeitura de Pilar garantiu o preparo da terra e o ICC compra toda a produção com preço fixo, além de fornecer a certificação. O modelo também prevê o plantio de milho e gergelim, ampliando as alternativas de renda para os agricultores.

“O Governo do Estado, por meio da Empaer, vai prestar todo a assistência técnica. A prefeitura municipal de Pilar entrou com o corte da terra. Já o Instituto Casaca de Couro garante a compra da produção”, explicou o gerente regional da Empaer em Itabaiana, Paulo Emílio.

Segundo os técnicos, a proposta aproveita as águas da transposição do Rio São Francisco, com meta de expandir o sistema irrigado do Cariri até o Agreste, alcançando municípios às margens do Rio Paraíba. Financiamentos via Banco do Nordeste, por meio do Agroamigo, podem auxiliar os produtores a investir na irrigação.

Com isso, o projeto busca consolidar um modelo produtivo sustentável e garantir mercado para a produção agrícola regional, fortalecendo a economia do Semiárido e oferecendo novas oportunidades aos pequenos produtores. “Enfim, inicialmente, queremos chegar a todos os municípios que estão às margens do Rio Paraíba. Mas se alguém tem um poço, um açude, um manancial que tenha condições de irrigar, estaremos juntos, Empaer e ICC, para executarmos esse projeto”, afirmou.

 





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Preço do tomate sobe após período de baixas



Caxias do Sul se prepara para nova safra de tomate



Foto: Divulgação

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (25), o preço do tomate apresentou alta na Ceasa/Serra, em Caxias do Sul. O quilo passou de R$ 4,10 para R$ 4,71 após um período de quedas.

“Os produtos comercializados são provenientes de outras regiões do Brasil, pois, durante o inverno, a produção local não se desenvolveu, mesmo em estufas”, informou o boletim.

No município de Caxias do Sul, produtores de regiões mais baixas, como no Distrito de Vila Cristina, já iniciaram o plantio das áreas para antecipar a colheita. No entanto, “a maior parte da produção e das mudas de tomateiros deve ser transplantada em outubro e novembro para ser colhida nos primeiros meses de 2026”, destacou a Emater/RS-Ascar.





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Falta de manivas afeta lavouras de mandioca



Produtores enfrentam desuniformidade nas lavouras



Foto: Canva

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (25) pela Emater/RS-Ascar, os produtores de mandioca da região administrativa de Santa Rosa estão enfrentando dificuldades para obter manivas. O destacou que “a germinação irregular leva à desuniformidade das lavouras, dificultando o manejo e impactando a produtividade final”, reforçando a importância de selecionar bem as manivas e, quando possível, realizar testes de previsões antes do planejamento. O preço médio pago ao produtor teve redução para R$ 4,50/kg com casca e R$ 7,00/kg industrializado.

Na região administrativa de Lajeado, em São José do Hortêncio, o plantio da nova safra está praticamente concluído e cerca de 90% da área já foi colhida. Segundo a Emater/RS-Ascar, “houve aumento na cotação neste último mês” e os preços variam entre R$ 25,00 e R$ 30,00 por caixa de 20 kg para venda na Ceasa de Porto Alegre. Em Cruzeiro do Sul, a cultura encontra-se em entressafra e o plantio, realizado preferencialmente neste mês, chega à fase final.

A Emater/RS-Ascar informou que “a maioria dos agricultores do município perdeu manivas em decorrência de ocorrências ocorridas durante o inverno e precisou adquirir ramas de outras regiões ou estados”. No entanto, há o risco de que as variedades não se adaptem ao clima local ou não sejam aceitas pelos consumidores, além de poderem facilitar a entrada de previsões e doenças nos cultivos.





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UE e Minas Gerais discutem investimentos e cooperação


De acordo com informações divulgadas pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, o governador Romeu Zema e o vice-governador Mateus Simões receberam, nesta quinta-feira (25/9), no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, embaixadores da União Europeia. A delegação, formada por 19 representantes máximos das missões internacionais do bloco no Brasil, buscou “explorar oportunidades de cooperação com Minas Gerais em áreas estratégicas, como economia, turismo, meio ambiente e segurança”.

O Governo de Minas, por intermédio da Secretaria de Estado de Casa Civil, promoveu o encontro, que simboliza, segundo a gestão estadual, “um marco nas relações internacionais do Estado”, ressaltando que Minas Gerais tem se posicionado como plataforma de crescimento, inovação e sustentabilidade.

A visita ocorre em um momento considerado decisivo das relações entre o Brasil, por meio do Mercosul, e o bloco europeu. “Após o encerramento das negociações do Acordo de Parceria Mercosul-UE, em 2024, e a assinatura prevista para 2025, espera-se uma significativa ampliação no comércio bilateral”, informou o governo estadual.

Segundo a administração mineira, o tratado “promete eliminar barreiras alfandegárias, diversificar cadeias de suprimentos, atrair investimentos e modernizar setores estratégicos da economia brasileira e mineira”. Apesar dos debates sobre questões ambientais, “a expectativa é que o acordo aumente em até 26% as exportações brasileiras para a Europa, fortalecendo cadeias produtivas e abrindo novas oportunidades para empresas de diferentes portes”.

A União Europeia é composta por 27 países, com aproximadamente 449 milhões de habitantes e um Produto Interno Bruto de cerca de 17 trilhões de euros. O bloco é considerado a maior experiência de integração regional do mundo e representa aproximadamente 6% da população global.





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Audiência pública debate a importância da biomassa para a bioeconomia


Qual o papel da biomassa no desenvolvimento da bioeconomia? A resposta certamente rende um extenso debate, desde as fontes de produção até o papel da biomassa como o elemento integrador da bioeconomia brasileira. Esse e outros aspectos foram tratados na apresentação do pesquisador da Embrapa Agroenergia Maurício Lopes, em audiência da Frente Parlamentar Mista pela Inovação da Bioeconomia (FPBioeconomia), na Câmara dos Deputados, nesta quinta-feira, 25 de setembro.

No âmbito das discussões na FPBioeconomia sobre o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio), a frente tem convidado especialistas, governo e sociedade civil para audiências com intuito de promover o diálogo sobre a bioeconomia brasileira. Na audiência presidida pelo deputado federal Rodrigo Rollemberg, Maurício apresentou a palestra “Biomassa – produção, processamento e aproveitamento integral”, em que abordou aspectos relevantes da produção de biomassa no País.

Segundo o pesquisador, considerando o tamanho e o potencial do Brasil, ainda possuímos uma base restrita de fontes de biomassa, centrada basicamente em cana-de-açúcar, milho, soja e eucalipto. “Nossa economia de base biológica ainda é sustentada numa base pequena. A dependência de poucas fontes de biomassa limita a diversificação e a expansão da bioeconomia”.

Em contrapartida, há um crescimento exponencial da demanda por produtos de base biológica, os chamados bioprodutos. Maurício cita, por exemplo, a demanda por combustíveis sustentáveis de aviação (SAF), segmento que demandará muito das cadeias tradicionais para atendimento à produção que será exigida para tais biocombustíveis.

A diversificação de fontes, além de diminuir a pressão nas cadeias já utilizadas, pode trazer benefícios como a otimização de recursos, sistemas de produção mais sustentáveis, novas oportunidades de mercado e estímulos à inovação tecnológica. “Isso contribui não só  para o fortalecimento da bioeconomia, mas também para a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono”, destacou Maurício.

A macaúba, a canola e os sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Florestas (ILPF) são exemplos de novas e potenciais fontes a serem incorporadas na geração de biomassa. “Talvez em duas décadas nós tenhamos na macaúba uma nova soja, com capacidade de se desenvolver muitos componentes, já que se usa praticamente tudo dessa planta. A tropicalização da canola, utilizada também como segunda safra, é outro exemplo. O ILPF aliado à bioeconomia nos dá condição de desenvolver modelos mais sistêmicos e multifuncionais. Já imaginaram produzirmos cereais, oleaginosas, gramíneas, entre outros, 365 dias por ano?”, provocou o pesquisador.

Maurício não deixou de destacar o que já é realidade no cenário nacional graças à pesquisa científica. Segundo ele, a Embrapa possui 93 programas de melhoramento genético com capacidade de adaptar materiais, hoje na natureza, para cultivos e para uso na indústria. Além disso, o Brasil está numa das posições mais vantajosas no cinturão tropical, que nos permite produzir os mais variados componentes de biomassa e transformá-los nos mais variados componentes para os segmentos industriais.

Com melhorias em dois pontos estratégicos, escala e logística, o pesquisador defende a biomassa como um pilar para o desenvolvimento da bioeconomia. Ele ressaltou a importância de superar essas limitações, promovendo uma escala produtiva para a biomassa e seus componentes e soluções logísticas eficientes.

O pesquisador finalizou ressaltando que é “importante que a biomassa não seja vista somente como insumo, mas como o eixo integrador da bioeconomia brasileira, articulando, simultaneamente, energia, alimentos, carbono, biodiversidade e renda”.

Sobre a Frente

A FPBioeconomia tem atuação no âmbito do Congresso Nacional, composta por deputados federais e senadores. Tem entre seus objetivos construir uma visão de futuro para o Brasil que valorize o uso ético e sustentável da biodiversidade, da biomassa e do conhecimento em biotecnologia, agregando, assim, valores em segmentos econômicos, industriais e oportunidades à sociedade. Além disso, busca discutir e defender políticas públicas e incentivar a modernização da legislação federal. Saiba mais.

Na audiência do dia 25 de setembro, também estavam presentes a secretária nacional de Bioeconomia do Ministério do Meio Ambiente Carina Pimenta, e os palestrantes Valéria Burmesteir, coordenadora-geral de Bioeconomia e Recursos Genéticos do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa); Leonardo Mercante, das Relações Governamentais da empresa Suzano; Leonardo Minaré, da Aprosoja Brasil; e Donizete Torquato, da União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio).

Assista a audiência completa aqui.





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Exportações de grãos e derivados da Argentina podem bater recorde em 25/26,…


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Por Maximilian Heath

BUENOS AIRES (Reuters) – As exportações argentinas de grãos e seus derivados poderão atingir o recorde de 105,1 milhões de toneladas métricas na temporada 2025/26, informou a Bolsa de Cereais de Rosário na sexta-feira.

Isso superaria os 101,6 milhões de toneladas de exportações registradas na temporada anterior, bem como o recorde de 104,1 milhões de toneladas na temporada 2018/19, de acordo com a bolsa.

A Argentina é o maior exportador mundial de óleo e farelo de soja e o terceiro maior exportador de milho.

Em seu relatório, a bolsa projetou os embarques de grãos e sementes oleaginosas em 64,7 milhões de toneladas, sendo 62% de vendas de milho.

As exportações de óleos e farelos, por sua vez, foram estimadas em 40,4 milhões de toneladas, sendo a grande maioria derivada da soja.

O recorde de exportações também é resultado de um ano de produção abundante nos campos, segundo a bolsa, com a expectativa de que o total de grãos colhidos chegue a 146,4 milhões de toneladas de safra.

No entanto, com os preços mais baixos dos grãos no mercado internacional, a safra abundante representaria a mesma receita de US$34,8 bilhões, informou a bolsa.

As exportações agrícolas são uma importante fonte de moeda estrangeira para a Argentina.

A safra de trigo da Argentina está atualmente em sua fase mais crucial de crescimento, com a colheita prevista para começar em novembro. Os agricultores começaram a plantar milho nas últimas semanas, e o plantio de soja deve começar em outubro.

(Reportagem de Maximilian Heath)

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