sábado, março 14, 2026

Política & Agro

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Roberto Levrero é nomeado Conselheiro do Conselho Superior da ALAGRO para o biênio 2025/2026



Indicação representa o reconhecimento da trajetória de Levrero


Foto: Divulgação

A Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal (Abisolo) celebra a nomeação de seu presidente do Conselho Deliberativo, Roberto Levrero, para integrar o Conselho Superior da Academia Latino-Americana do Agronegócio (ALAGRO), no biênio 2025/2026.

Inspirada pelo legado de Alysson Paolinelli, a ALAGRO reúne lideranças do agronegócio latino-americano com a missão de “demonstrar, induzir e comunicar as iniciativas do setor”. O movimento promove o desenvolvimento sustentável, a integração entre países e a valorização da inovação no campo.

Para a Abisolo, a indicação representa o reconhecimento da trajetória de Levrero e de sua contribuição ao fortalecimento do agronegócio brasileiro, especialmente nos segmentos de fertilizantes minerais, organominerais, orgânicos, biofertilizantes, remineralizadores, condicionadores de solo, substratos, adjuvantes e insumos biológicos, que integram a base da entidade.

“A nomeação reflete a dedicação e o compromisso da Abisolo com o diálogo técnico e institucional que impulsiona o agronegócio sustentável. A ALAGRO tem papel estratégico na disseminação de conhecimento e no estímulo à cooperação regional”, analisa Levrero.

O presidente do Conselho Deliberativo da Abisolo tem trajetória marcada pela defesa da competitividade, da inovação e da sustentabilidade na agricultura. Ele atua para aproximar diferentes atores do agronegócio, promovendo o diálogo e o fortalecimento de políticas e práticas voltadas ao uso eficiente de insumos e ao desenvolvimento de tecnologias para a nutrição vegetal.





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Agronegócio paulista registra superávit de US$ 19 bilhões em 2025


Segundo análise do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta), vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, o agronegócio paulista manteve desempenho positivo no comércio exterior nos dez primeiros meses de 2025, registrando superávit de US$ 19,07 bilhões. O resultado decorre de exportações que somaram US$ 23,92 bilhões e importações de US$ 4,85 bilhões. Conforme o levantamento, a participação do setor nas exportações totais do estado entre janeiro e outubro foi de 40,8%, enquanto as importações representaram 6,6% do total.

Em 2024, o setor havia alcançado um recorde no valor do superávit, impulsionado por uma demanda internacional atípica por produtos do complexo sucroalcooleiro. Em 2025, esse grupo manteve liderança entre os principais segmentos exportadores, com participação de 30,8% do total e receita de US$ 7,37 bilhões. O açúcar respondeu por 92,7% do montante e o etanol por 7,3%. O setor de carnes ocupou a segunda posição, com 15,1% das vendas externas e receita de US$ 3,60 bilhões, seguido pelos produtos florestais, com 10,3% e US$ 2,47 bilhões. O grupo dos sucos respondeu por 10,1%, somando US$ 2,43 bilhões, e o complexo soja representou 9,2% das exportações, com US$ 2,21 bilhões. Segundo o IEA, esses cinco grupos concentraram 75,5% das vendas externas do agronegócio paulista. O café ficou em sexto lugar, com 6,3% de participação e receita de US$ 1,51 bilhão.

As variações de valores em relação ao mesmo período de 2024 indicaram aumento nas exportações de café, carnes e soja, com altas de 42,8%, 24,7% e 0,8%, respectivamente. Em contrapartida, o complexo sucroalcooleiro, os produtos florestais e os sucos registraram quedas de 31,3%, 6,9% e 0,8%. De acordo com o Instituto, essas variações refletem as oscilações nos preços e nos volumes exportados.

A China permaneceu como principal destino das exportações paulistas, com 24,3% de participação, adquirindo principalmente produtos do complexo soja, carnes, açúcar e florestais. A União Europeia representou 14,3% das exportações e os Estados Unidos, 12,2%. Desde o aumento tarifário de 50% iniciado em 6 de agosto pelo governo norte-americano, houve retração nas vendas para o país: 14,6% em agosto, 32,7% em setembro e 32,8% em outubro. “Essa queda foi parcialmente compensada por novos destinos de exportação, como China, México, Canadá, Argentina e União Europeia”, afirmou Nabil, representante do IEA.

No cenário nacional, São Paulo manteve posição de destaque e respondeu por 16,9% das exportações do agronegócio brasileiro, ocupando o segundo lugar no ranking, atrás apenas de Mato Grosso, que registrou 17,3%.





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Dólar sobe para perto dos R$5,40 em meio à aversão global a ativos de risco


Logotipo Reuters

Por Fabricio de Castro

SÃO PAULO (Reuters) -A aversão a ativos de risco ao redor do mundo, em meio aos receios de uma correção de preços mais profunda no mercado de ações dos Estados Unidos, deu força ao dólar ante o real nesta terça-feira, com a moeda norte-americana se reaproximando dos R$5,40.

O dólar à vista fechou com alta de 0,77%, aos R$5,3991. No ano, porém, a divisa acumula queda de 12,62%.

Às 17h03, na B3, o dólar para dezembro — atualmente o mais líquido no Brasil — subia 0,70%, aos R$5,4325.

A sessão desta terça-feira foi marcada pela aversão aos ativos de risco ao redor do mundo, em meio aos receios de que possa haver uma correção intensa no mercado de ações norte-americano, impulsionado nos últimos meses pela euforia em torno da inteligência artificial.

Durante evento em Hong Kong, o presidente-executivo do Morgan Stanley, Ted Pick, citou a possibilidade de “haver reduções de 10% a 15%” nos preços das ações, sem que isso decorra de algum colapso macroeconômico.

Neste cenário, os índices de ações foram pressionados na Europa e nos Estados Unidos, enquanto o dólar ganhou força ante boa parte das demais divisas, incluindo o real.

“Vínhamos em uma toada mais favorável, com os ativos de risco performando super bem no último mês, puxados pelos ativos de tecnologia”, afirmou o superintendente de Tesouraria do Daycoval, Luiz Fernando Gênova.

“Mas, depois do Fed, com a indefinição sobre os juros nos Estados Unidos, começamos a ter um gatilho mais intenso de correção”, acrescentou, em referência ao fato de o Federal Reserve, após a reunião da semana passada, ter dado indicações de que os juros podem não cair novamente em dezembro nos EUA.

Neste cenário, o dólar à vista atingiu a máxima intradia de R$5,4007 (+0,80%) às 9h35, enquanto no exterior a moeda norte-americana também sustentava ganhos firmes ante divisas pares do real, como o peso mexicano, o peso chileno e o rand sul-africano.

“O real até vinha performando bem em relação a seus pares — nos últimos dias, um pouco pior –, mas não vi um movimento atípico”, disse Gênova.

No Brasil, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou durante evento em São Paulo que por mais que o Banco Central seja pressionado a não baixar os juros, as taxas terão que cair.

“Vão ter que cair, vão ter que cair. Por mais pressão que os bancos façam sobre o Banco Central para não baixar juros, elas vão ter que cair”, disse Haddad.

A expectativa do mercado é de que o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC mantenha a Selic em 15% ao ano na noite de quarta-feira, mas os agentes buscarão pistas no comunicado da decisão sobre quando os cortes começarão. As reuniões seguintes do colegiado ocorrem em dezembro, janeiro e março.

O fato de a Selic estar em nível elevado no Brasil, enquanto nos Estados Unidos o Fed cortou juros nas últimas reuniões, tem sido apontado como um fator favorável à atração de investimentos ao país, com impacto de baixa sobre o dólar.

Pela manhã o BC vendeu 45.000 contratos de swap cambial tradicional, para rolagem do vencimento de 1º de dezembro.

No exterior, às 17h04 o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,36%, a 100,250.

(Edição de Isabel Versiani e Pedro Fonseca)





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Consultoria prevê safra de café 13,5% maior


A produção brasileira de café deve se recuperar na safra 2026/27 após um ciclo marcado por perdas expressivas em 2025/26 devido às adversidades climáticas que atingiram as principais regiões produtoras. A expectativa é de aumento na oferta total, impulsionada pela retomada do café arábica, que foi a variedade mais afetada no ciclo anterior.

De acordo com levantamento da StoneX, a produção total do país está estimada em 70,7 milhões de sacas para 2026/27, o que representa um avanço de 13,5% em relação ao volume registrado na safra passada, de 62,3 milhões de sacas. O novo ciclo deve ser puxado principalmente pelo arábica, cuja produção deve atingir 47,2 milhões de sacas, com alta de 29,3%. Já o café robusta (conilon) tende a recuar 8,9%, totalizando 23,5 milhões de sacas.

Na safra 2025/26, o arábica sofreu queda de 18,4%, com produção de 36,5 milhões de sacas, resultado de um período prolongado de estresse hídrico e temperaturas elevadas. Em contrapartida, o robusta teve desempenho recorde, avançando quase 22% e alcançando 25,8 milhões de sacas, o maior volume já registrado no país. Mesmo com esse resultado expressivo, a soma das duas variedades foi de 62,3 milhões de sacas, queda de 5,4% frente à temporada anterior.

A consultoria destaca que, embora o novo ciclo sinalize recuperação significativa, o potencial produtivo ainda está aquém do máximo que poderia ser obtido em condições climáticas ideais. O trabalho de campo realizado pela StoneX após o período de floradas avaliou o desenvolvimento inicial das lavouras e indica boas perspectivas de recuperação para o arábica.

 





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Forrageiras fortalecem fertilidade do solo, diz especialista



“Essa prática é fundamental para manter o solo coberto”


"Essa prática é fundamental para manter o solo coberto"
“Essa prática é fundamental para manter o solo coberto” – Foto: Pixabay

A manutenção da fertilidade do solo é essencial para a produtividade agrícola e vem ganhando destaque com o avanço dos sistemas integrados de produção. Ao combinar o cultivo de grãos com o uso de forrageiras e a pecuária na entressafra, o produtor melhora o equilíbrio do solo, aumenta a eficiência do uso da terra e fortalece a sustentabilidade do sistema produtivo.

Segundo o engenheiro agrônomo e mestre em zootecnia Thiago Neves Teixeira, especialista em Desenvolvimento de Mercado da Sementes Oeste Paulista (SOESP), o uso de forrageiras vem se consolidando como uma das práticas mais eficazes nas propriedades rurais. Essas plantas mantêm o solo coberto durante a entressafra, protegendo contra erosão, conservando a umidade, reduzindo a temperatura e reciclando nutrientes. Também favorecem o controle de doenças, o aumento da matéria orgânica e a integração lavoura-pecuária, garantindo alimento para o rebanho e diversificação da renda.

“Essa prática é fundamental para manter o solo coberto durante o período de entressafra. Com isso, o produtor aumenta a eficiência do uso da terra e contribui para a sustentabilidade do sistema agropecuário”, explica o especialista.

A escolha das espécies é determinante para o desempenho das safras seguintes. A Brachiaria ruziziensis é amplamente usada pelo custo acessível e fácil manejo. Já o cultivar Piatã se destaca pela alta produção de biomassa, o Paiaguás pela resistência à seca e o Tamani pela boa adaptação em consórcios. Em sistemas voltados à pecuária, cultivares como Mombaça, Zuri e Quênia mostram bons resultados em ganho de peso e taxa de lotação.

“Dessa forma, proporcionamos ao produtor opções de alta qualidade e desempenho para cada região e sistema de produção. O manejo correto das forrageiras transforma o solo em um ativo produtivo, capaz de sustentar safras mais eficientes e lucrativas ao longo dos anos”, conclui.

 





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Diesel comum sobe 0,32% em outubro


O preço do diesel registrou variação em outubro em relação a setembro, com leve alta no tipo comum e estabilidade no tipo S-10. Segundo levantamento da Edenred Ticket Log, por meio do Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL), o diesel comum teve média de R$ 6,19, alta de 0,32%, enquanto o S-10 manteve o valor médio de R$ 6,21.

“O preço do diesel comum teve uma leve alta em outubro, enquanto o S-10 manteve estabilidade. Apesar da leve alta, o mercado mostra sinais de acomodação, depois de um primeiro semestre marcado por variações mais bruscas. O diesel continua sendo o combustível de maior peso nos custos do transporte, o que faz com que qualquer movimento de preço tenha impacto direto em toda a cadeia logística”, analisa Renato Mascarenhas, Diretor de Rede Abastecimento da Edenred Mobilidade.

Entre as regiões, o Sul foi o único a registrar queda no preço do diesel comum, de 0,17%, chegando a R$ 5,98, o menor valor do país. A região também teve a maior redução no preço do S-10, de 0,33%, com média de R$ 6,02. O Norte apresentou os maiores preços, com o tipo comum custando R$ 6,76, alta de 0,75%, e o S-10 a R$ 6,57, queda de 0,30%. No Centro-Oeste, o S-10 subiu 0,16%, chegando a R$ 6,34.

Nos estados, o Acre teve o diesel comum mais caro, a R$ 7,54, e o Paraná o mais barato, a R$ 5,94. Roraima registrou a maior alta, de 4,33%, e Santa Catarina, a maior queda, de 1,15%. No caso do S-10, o Acre também liderou com R$ 7,48, enquanto o Paraná teve o menor preço, R$ 5,96. Pernambuco registrou a maior alta, de 1,01%, e o Amazonas, a maior queda, de 1,50%.

O IPTL é formado a partir de transações em mais de 21 mil postos credenciados, consolidando dados de mais de 1 milhão de veículos administrados, o que confere alta precisão ao levantamento.

 





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Médio-Norte lidera ritmo do plantio de soja em Mato Grosso



Uso de semente de alto vigor tem sido estratégia


O manejo criterioso do solo e o uso de sementes de alto vigor têm sido as principais estratégias
O manejo criterioso do solo e o uso de sementes de alto vigor têm sido as principais estratégias – Foto: USDA

O avanço do plantio de soja segue em ritmo firme em Mato Grosso, impulsionado pela retomada das chuvas em parte do estado. A regularização do regime hídrico nas últimas semanas tem permitido o andamento consistente das atividades no campo, especialmente nas regiões mais tradicionais da produção.

De acordo com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (IMEA), até o dia 31 de outubro de 2025 o estado já havia ultrapassado 76,13% da área semeada com soja na safra 2025/26. A estimativa total para o ciclo é de aproximadamente 13 milhões de hectares, consolidando Mato Grosso como o principal produtor nacional da oleaginosa. O Médio-Norte lidera o ritmo do plantio, com mais de 60% da área já ocupada, seguido pelas regiões Norte e Noroeste, ambas próximas desse patamar. Já o Centro-Sul e o Oeste avançam de forma mais lenta, reflexo de precipitações ainda irregulares.

Segundo o agrônomo Guilherme Amaral, mesmo diante das variações climáticas registradas desde o início de outubro, os produtores mantêm a confiança no desempenho das lavouras. O manejo criterioso do solo e o uso de sementes de alto vigor têm sido as principais estratégias para garantir boa emergência e uniformidade no estande.

Com o cenário climático mostrando sinais de estabilização, a expectativa é de que o plantio seja concluído dentro da janela ideal, reduzindo riscos para o desenvolvimento das lavouras e mantendo o potencial produtivo da safra em níveis elevados. “Mesmo com irregularidades no regime hídrico, os produtores seguem firmes, apostando em manejo criterioso e sementes de alto vigor para garantir boa emergência e estande uniforme”, conclui.

 





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Resistência a herbicidas avança e já afeta 273 espécies



A tendência preocupa pesquisadores e produtores


A tendência preocupa pesquisadores e produtores
A tendência preocupa pesquisadores e produtores – Foto: Divulgação

A resistência de plantas daninhas a herbicidas tem se tornado um dos maiores desafios do manejo agrícola em todo o mundo, comprometendo a eficiência de controle e elevando custos de produção. Dados recentes indicam que há atualmente 539 casos registrados de resistência, abrangendo 273 espécies distribuídas em diferentes continentes. O levantamento é reconhecido internacionalmente e reúne informações de 102 culturas afetadas em 75 países, revelando a amplitude do problema e sua crescente complexidade.

No Brasil, a situação também preocupa. O país já contabiliza 58 casos confirmados de resistência, sendo os dois mais recentes relatados em 2023. Um deles envolve a espécie Bidens subalternans, com resistência ao glyphosate, em lavouras de milho e soja. O outro se refere à Sagittaria montevidensis, que apresentou resistência ao herbicida Florpyrauxifen em áreas de arroz. Esses registros reforçam a necessidade de revisão nas estratégias de manejo e de maior vigilância sobre o uso repetitivo de produtos com o mesmo mecanismo de ação.

Segundo o engenheiro agrônomo Tiago Gazola, o cenário global evidencia que o problema não se limita a determinadas regiões ou sistemas produtivos. Dos 31 modos de ação de herbicidas conhecidos, 21 já apresentam casos de resistência, o que corresponde a 168 produtos diferentes afetados. Entre eles, a Atrazina e o glyphosate continuam liderando o número de registros, com 66 e 62 casos respectivamente.

A tendência preocupa pesquisadores e produtores, que veem na diversificação de práticas agronômicas, na rotação de culturas e no uso racional de herbicidas as principais alternativas para conter a expansão da resistência. O desafio, segundo especialistas, é equilibrar produtividade e sustentabilidade em um cenário de pressão crescente sobre os sistemas agrícolas.

 





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Chinesa conquista avanço em registro independente


Há poucos dias, a Sino-Agri Leading Biosciences (Sino-Agri) obteve conquista em registro independente de produtos no Brasil, onde quatro novas formulações de defensivos agrícolas foram registradas com sucesso, abrangendo inseticidas e herbicidas, incluindo produtos-chave que preenchem lacunas no mercado de controle de pragas das principais culturas brasileiras. A concessão do registro não apenas reflete a conquista primária da Sino-Agri em registro no Brasil, mas também demonstra as capacidades da empresa em registro independente e desenvolvimento de portfólio de produtos, aprofundando-se no importante mercado brasileiro para fornecer à agricultura local e global “soluções chinesas” eficientes e diversificadas.

Produto-chave preenchendo lacunas no controle de pragas

Entre os produtos que receberam registro, o inseticida acetamiprido 250 g/kg + bifentrina 250 g/kg WG, sem dúvida, torna-se foco de atenção no mercado. O produto integra a dupla ação do acetamiprido e da bifentrina, que possui efeito sinérgico de “sistemicidade + toxicidade de contato-estomacal”, possibilitando não apenas um aumento de eficiência 1+1>2, mas também adiando efetivamente o desenvolvimento de resistência de pragas desde a origem.

O amplo espectro da mistura de acetamiprido e bifentrina se ajusta perfeitamente às cinco culturas-chave no Brasil – soja, milho, algodão, trigo e citros, sendo eficaz no controle de uma variedade de pragas importantes, como lagarta-do-cartucho, bicudo, cigarrinha, lagarta-da-maçã e pulgão. A formulação WG é livre de poeira, fácil de embalar e armazenar, altamente suspensível, o que garante efeito estável e conveniência nas pulverizações.

Este produto é um enriquecimento do portfólio de defensivos agrícolas da Sino-Agri no Brasil, que consolida a gama de produtos de “cobertura total de pragas e plantas daninhas” da empresa, juntamente com as variedades de produtos existentes da Sino-Agri. Esta é uma resposta positiva às necessidades dos clientes locais de realizar compras de um “fornecedor único para múltiplas variedades de produtos”, o que aumenta a eficiência da aquisição.

 

Portfólio de produtos diversificado para atender requisitos de mercado segmentados

Os outros três registros de produtos desta vez também são produtos distintos, que fortalecem ainda mais a posição de mercado da Sino-Agri no Brasil.

 

  • 2,4-D 240g/L + picloram 64g/L SL: Esta mistura possui atividade herbicida de amplo espectro, com eficácia aprimorada e dosagem reduzida. No mercado brasileiro, onde o 2,4-D é amplamente utilizado, mas enfrenta problemas de deriva e resistência, este produto fornece uma solução otimizada para controle de plantas daninhas em canaviais e pastagens.

     



  • S-metolacloro 960 g/L EC: Um herbicida seletivo de pré-emergência, que pode efetivamente inibir a germinação e o crescimento de plantas daninhas. Em cultivos de grande escala, como lavouras de soja e milho no Brasil, desempenha papel fundamental no manejo integrado de plantas daninhas, sendo um herbicida de pré-emergência universal para grandes plantações e fazendas, bem como um importante ingrediente básico para misturas em tanque.

     

  • Clorimurom-etílico 250g/kg WG: Um herbicida do grupo das sulfonilureias, que é altamente eficaz no controle de plantas daninhas de folhas largas em lavouras de soja. Sua alta seletividade, boa sistemicidade e efeito duradouro fornecem aos produtores de soja brasileiros uma opção de controle de plantas daninhas segura e eficiente.


Matriz de produtos frutífera baseada em registro independente atende todas as necessidades-chave

Até o momento, a Sino-Agri obteve com sucesso 30 registros de ingredientes ativos e 26 registros de formulações de defensivos agrícolas no Brasil, tendo construído um sistema abrangente de produtos cobrindo quatro categorias-chave de defensivos: fungicidas, herbicidas, inseticidas e acaricidas. Esta distribuição de produtos é uma correspondência precisa com a exigência de controle em larga escala e intensivo do Brasil para culturas principais como soja, milho e algodão.

Em termos de fungicidas, produtos representados por azoxistrobina, mancozebe, ciproconazol, tebuconazol e clorotalonil tornaram-se fundamentais para o crescimento saudável garantido das principais culturas do Brasil, devido às suas características de controle de amplo espectro, proteção multissítio, sistemicidade e proteção de amplo espectro; no que diz respeito aos herbicidas, é evidente que glifosato, glufosinato, atrazina, nicossulfurom e S-metolacloro compõem uma combinação para enfrentar diferentes desafios de plantas daninhas e as necessidades do padrão de plantio; para inseticidas, há indoxacarbe, metoxifenozida e lambda-cialotrina para controle de precisão de pragas lepidópteras, bem como tiametoxam que visa o controle de insetos sugadores-picadores. Além disso, hexazinona e espirodifeno demonstraram potencial de crescimento para desenvolvimento de mercado segmentado, incluindo o mercado de cana-de-açúcar e fruticultura.

Desenvolvimento estratégico: Consolidação de recursos upstream-downstream para promover a implementação da estratégia “B+”

Os registros recém-concedidos não apenas demonstram o novo salto da Sino-Agri na operação de mercado e integração de recursos no mercado brasileiro, mas também revelam o progresso contínuo da estratégia “B+” da empresa. Contando com seu profundo entendimento do complexo sistema de administração de defensivos agrícolas do Brasil, a Sino-Agri é capaz de responder rapidamente às dinâmicas do mercado local e constantemente aprimorar sua matriz de produtos, a fim de amarrar ainda mais o negócio “B+” com a ecologia industrial regional para continuar a consolidação e expansão da participação de mercado no Brasil.

Olhando para o futuro, com base na frutífera operação do mercado brasileiro e na plataforma global da cadeia de valor, a Sino-Agri está prestes a consolidar seus recursos globais de registro, tecnologia, cadeia de suprimentos e canais. Ao aprofundar o processo de localização e fortalecer o serviço técnico no mercado brasileiro, a Sino-Agri dedica-se ao estabelecimento de uma cadeia completa upstream-downstream, a fim de construir sua ecologia de indústria agrícola sinérgica e simbiótica, que permitirá a realização de sinergia de valor agregado entre “produto + canal + recurso”.





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Exportações de soja batem recorde em outubro



Mato Grosso lidera crescimento



Foto: Divulgação

As exportações brasileiras de soja em grão alcançaram 6,73 milhões de toneladas em outubro de 2025, um recorde histórico para o mês. O impulso veio, principalmente, da China, que ampliou sua demanda em meio a tensões comerciais com os EUA.

De acordo com os dados divulgados pelo Imea, de janeiro a outubro de 2025, o Brasil exportou 100,60 milhões de toneladas de soja, um aumento de 6,73% em comparação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Apenas em outubro, os embarques cresceram 42,84% frente ao mesmo mês de 2024.

A China, tradicional compradora da soja norte-americana nesta época do ano, foi responsável por 91,65% do total exportado pelo Brasil no mês. A mudança de rota nas compras do gigante asiático se deve às incertezas geopolíticas envolvendo as principais potências econômicas, favorecendo o produto brasileiro.

Mato Grosso, principal estado produtor, embarcou 1,04 milhão de toneladas de soja em outubro — alta de 17,77% frente a setembro — contrariando a tendência de queda nas exportações no segundo semestre. Este também foi o maior volume registrado para o mês desde o início da série histórica.

Com o cenário global ainda indefinido, especialmente no que diz respeito às relações comerciais entre China e EUA, a expectativa é de que novembro também registre um volume expressivo de envios. A manutenção da demanda externa posiciona o Brasil — e especialmente Mato Grosso — como fornecedor estratégico no mercado internacional de soja.

 





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