sábado, março 14, 2026

Política & Agro

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Mercado do boi gordo inicia novembro com cotações estáveis



Boi gordo mantém firmeza nas cotações



Foto: Canva

De acordo com análise divulgada nesta segunda-feira (3) no informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, o mercado do boi gordo iniciou a semana com estabilidade nas praças paulistas. “O primeiro dia útil do mês começou com poucos negócios. A oferta contida e a expectativa de melhora no escoamento da carne neste período têm mantido o mercado firme”, informa o boletim.

As escalas de abate nas indústrias paulistas seguem, em média, programadas para sete dias.

No Rio de Janeiro, o cenário é semelhante. A análise aponta que há “pouca oferta e escalas curtas, em média, para cinco dias”. Após as altas observadas nos últimos dias, os preços permaneceram estáveis na comparação diária.

No atacado da carne com osso, o informativo registrou movimentação positiva nas cotações, apesar da desaceleração nas vendas do varejo e do menor giro de estoques. Segundo a Scot Consultoria, “a alta na arroba do boi gordo e a redução na oferta de bovinos reduziram os estoques, o que favoreceu a cotação das carcaças casadas”.

A cotação da carcaça casada do boi capão teve alta de 2,6%, equivalente a R$ 0,55 por quilo. Para o boi inteiro, o aumento foi de 2,7%, também R$ 0,55 por quilo. Entre as fêmeas, a carcaça casada da vaca subiu 2,6%, ou R$ 0,50 por quilo, enquanto a da novilha registrou avanço de 3,3%, o que corresponde a R$ 0,65 por quilo.





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Programa de Estágio da Syngenta abre oportunidades para estudantes de graduação


A multinacional Syngenta anuncia novas oportunidades para o seu Programa de Estágio. São cerca de 60 vagas para jovens talentos que desejam iniciar uma carreira de sucesso em uma das maiores empresas do agronegócio. As oportunidades são para modelos de trabalho híbrido e presencial, com inscrições abertas até o dia 7 de novembro no site do Programa.

As vagas são destinadas a estudantes de graduação com disponibilidade de dois anos para estagiar, e estão distribuídas entre as cidades de São Paulo (SP), Uberlândia (MG), Ribeirão Preto (SP), Holambra (SP), Goiânia (GO), Londrina (PR) e Paulínia (SP). O início do período dos estágios está previsto para fevereiro de 2026.

O programa busca universitários com perfis dinâmicos, curiosos e colaborativos, de cursos como Administração, Economia, Engenharias, Marketing, Química, TI, Direito, Biologia, Psicologia, entre outros. As áreas de atuação incluem Recursos Humanos, Pesquisa e Desenvolvimento, Marketing, Sustentabilidade, Produção, Suprimentos, Finanças e Jurídico.

“A Syngenta é uma empresa consolidada no agronegócio brasileiro e mundial, o que a torna o lugar ideal para dar o pontapé inicial em uma carreira de sucesso. Buscamos jovens talentos diversos, que queiram fazer a diferença e crescer conosco, contribuindo para os desafios e as inovações do setor. Acreditamos que equipes plurais impulsionam a criatividade e os resultados”, afirma Luciana Miyagui, Coordenadora de Atração de Talentos na Syngenta.

Um dos grandes diferenciais do programa é a jornada de desenvolvimento estruturada que visa promover o crescimento pessoal e profissional dos estagiários dentro da Syngenta, a partir de treinamentos em parceria com a Cia de Talentos e curso de inglês com a Hult EF. Os aprovados terão acesso a um pacote de benefícios completo, que inclui remuneração compatível com o mercado, assistência médica e odontológica, acesso ao Wellhub, cartão de natal, day off no aniversário e benefícios que variam conforme a localidade, como vale mobilidade, fretado ou estacionamento, além de vale-refeição ou refeição no local.

Setor aquecido

No segundo trimestre de 2025, o agronegócio brasileiro alcançou um novo recorde, com um total de 28,2 milhões de pessoas empregadas no setor. Os dados são de pesquisas realizadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Esalq/USP, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O número mostra a força da categoria para a economia do Brasil, e representa um avanço de 0,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, incorporando aproximadamente 244 mil novos trabalhadores no ramo.

 





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Clima influencia colheita e sanidade do feijão-de-vagem



Feijão-de-vagem tem bom desenvolvimento em Lajeado



Foto: Ibrafe

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (30), o cultivo de feijão-de-vagem segue em desenvolvimento nas regiões de Vale Real e Feliz, na área administrativa de Lajeado. Em Vale Real, a produção é realizada predominantemente a campo e, segundo o relatório, “a cultura encontra-se em estádio de desenvolvimento vegetativo, mas o tempo frio está atrasando o início da colheita”. Até o momento, não há registros de problemas fitossanitários.

Em Feliz, o cultivo também está em fase de desenvolvimento vegetativo e em início de nova colheita. As lavouras apresentam bom crescimento, com florescimento e frutificação inicial. A Emater/RS-Ascar informou que “a umidade do solo tem favorecido a incidência de antracnose e míldio, exigindo monitoramento”. Ainda assim, a qualidade das vagens colhidas é considerada adequada, e os preços permanecem estáveis.

A expectativa é de aumento na produtividade com o retorno do tempo mais seco. O cultivo no município ocorre de forma escalonada, e parte dos produtores utiliza estufins para o manejo da cultura. O preço do quilo do feijão-de-vagem varia entre R$ 8,00 e R$ 10,00.





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Brasil conquista recorde de premiações no Canadá


O vinho brasileiro segue conquistando o mundo. Na 32ª edição do Sélections Mondiales des Vins, realizada de 8 a 11 de outubro em Montréal, Québec (Canadá), o Brasil alcançou o maior número de premiações de sua história no evento: foram 17 medalhas conquistadas por nove vinícolas, marcando o melhor desempenho do país no concurso. Reconhecido como o mais importante do Canadá e um dos principais da América do Norte, o certame contou com a patronagem da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) e da Federação Mundial dos Grandes Concursos de Vinhos e Espirituosos (Vinofed).

O Brasil esteve representado pelo enólogo e diretor da Associação Brasileira de Enologia (ABE), Vagner de Vargas Marchi, que integrou o painel de degustação composto por 65 especialistas de 15 países. O concurso avaliou 1.550 amostras de 26 nações, sendo cerca de dois terços provenientes da Europa, o que torna o desempenho brasileiro ainda mais expressivo diante de mercados com longa tradição vitivinícola.

“O Sélections Mondiales des Vins é um concurso extremamente bem estruturado, que se destaca pela organização, rigor técnico e seriedade dos processos. A preservação e a codificação das amostras seguem protocolos muito criteriosos, e todo o sistema de avaliação é informatizado, garantindo precisão e transparência nos resultados. Outro ponto notável é a diversidade do painel de jurados – realmente cosmopolita –, o que favorece uma troca muito rica entre diferentes culturas e estilos de degustação. Os vinhos brasileiros tiveram excelente desempenho e despertaram grande curiosidade entre os avaliadores”, relata o enólogo.

Além da participação no júri, o Brasil também foi protagonista em uma ação estratégica de promoção: nove vinhos brasileiros foram apresentados em um almoço especial oferecido aos degustadores internacionais, reforçando o posicionamento do país como produtor de vinhos de qualidade, diversidade e identidade própria. Cada amostra — seis garrafas por rótulo — foi enviada com o apoio das vinícolas e da ABE, permitindo uma imersão sensorial na produção nacional.

Vagner destacou, ainda, a abertura do concurso para novas categorias, acompanhando as tendências do mercado mundial. “O Sélections vem diversificando o aceite de outros estilos de bebidas, com júris especializados para cada tipo de produto. Hoje há espaço para cidras, saquês, bebidas de menor teor alcoólico e até desalcoolizados, mostrando como a organização está atenta à inovação e à pluralidade da indústria”, complementa.

Com mais de três décadas de história, o Sélections Mondiales des Vins é referência mundial pela seriedade, rigor técnico e diversidade de amostras. Para a Associação Brasileira de Enologia, o resultado simboliza o amadurecimento do setor e o fortalecimento da imagem do país como produtor de vinhos de excelência, fruto do trabalho conjunto de enólogos e vinícolas que acreditam no potencial do vinho brasileiro.

PREMIAÇÕES

Medalha Grand Ouro

Miolo Lote 43 2022 – Miolo Wine Group

Medalha de Ouro

Aurora Pinto Bandeira 2024 – Cooperativa Vinícola Aurora

Aurora Varietal Rebo 2023 Cooperativa Vinícola Aurora

Garibaldi Espumante Moscatel – Cooperativa Vinícola Garibaldi

Garibaldi Espumante Prosecco – Cooperativa Vinícola Garibaldi

Jolimont Cave Corte Bordalês – Vitivinícola Jolimont

Jolimont Chardonnay Reserva 2023 – Vitivinícola Jolimont

Jolimont Merlot 2020 – Vitivinícola Jolimont

Jolimont Querências Arinarnoa 2022 – Vitivinícola Jolimont

Jolimont Querencias Chardonnay 2023 – Vitivinícola Jolimont

Jolimont Querências Marselan 2022 – Vitivinícola Jolimont

Kaipu Chardonnay – Futura Comercial Trading | Vinícola Entre Dois Mundos

Maison Forestier Chardonnay 2023 – Maison Forestier Vinhos e Espumantes

Maison Forestier Espumante Blanc – Maison Forestier Vinhos e Espumantes

Monte Sant’Ana Sympatheia 2020 – Vinícola Monte Sant’Ana

Medalha de Prata

Garibaldi Florata Espumante Moscatel – Cooperativa Vinícola Garibaldi

Salton Espumante Moscatel – Vinícola Salton





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Soluções tecnológicas para uma agricultura moderna


Ganhos significativos de eficiência por meio da eletrificação e sensorização de acionamentos de tração e funções de trabalho

Rolamentos com atrito reduzido para ajudar os fabricantes de tecnologia agrícola a reduzirem significativamente o consumo de energia de máquinas agrícolas

Atuadores lineares eletromecânicos Ewellix como alternativas aos cilindros hidráulicos

O setor agrícola e de equipamentos para agricultura enfrenta constantemente o desafio de garantir a sustentabilidade e a viabilidade a longo prazo. Uma abordagem fundamental para alcançar esse equilíbrio é a melhoria da eficiência das máquinas. Na Agritechnica, a principal feira mundial do segmento, a Schaeffler – The Motion Technology Company – apresentará um portfólio robusto de soluções projetadas para ajudar clientes no desenvolvimento de soluções confiáveis ??que operem com segurança e eficiência, mesmo nos ambientes mais exigentes.

Além de motores elétricos de tração altamente eficientes e novos atuadores lineares eletromecânicos, rolamentos com atrito reduzido serão o foco da participação na feira. A Schaeffler também apresentará soluções de sensores que podem registrar torques, cargas e outros dados, ajudando a aumentar a precisão, a produtividade e a lucratividade na produção agrícola.

“Somos conhecidos por nossos rolamentos de alto desempenho, que também podem ser utilizados em condições extremamente desafiadoras. Com a expansão da oferta – por exemplo, em tecnologia de sensores ou com nossos motores elétricos – também podemos apoiar nossos clientes no desenvolvimento de máquinas altamente eficientes e no aprimoramento contínuo de equipamentos agrícolas”, afirma Patrick Scherr, Líder Global do Setor Offroad da Schaeffler.

Por meio de soluções para eletrificação de acionamentos de tração e funções de trabalho ou de uma tomada de força elétrica, a Schaeffler está projetando alternativas que são fundamentais para alcançar uma tecnologia agrícola mais eficiente e, portanto, mais sustentável.

Grande potencial para motores elétricos como acionamentos principais

Pela primeira vez, a Schaeffler apresentará ao setor agrícola seus motores elétricos de alta eficiência para serviços pesados, ??como uma família completa de motores, com potências contínuas de 110 a 220 kW e picos de potência de 140 a 310 kW. A potência eletrônica independente conta com um controlador de acionamento de quatro quadrantes, permitindo que a energia de frenagem seja recuperada no motor de tração em modo de aceleração.

Motores elétricos também podem ser usados ??como geradores altamente eficientes em combinação com aqueles que funcionam à diesel, fornecendo energia elétrica para os acionamentos de tração. Devido às suas dimensões externas compactas, os motores elétricos também podem ser usados ??como tomadas de força elétricas (ePTOs). Independentes do trem de força e com possibilidade de posicionamento em qualquer lugar, eles oferecem um grau de liberdade de design especialmente alto.

Eletrificação da função de trabalho com atuadores lineares

Os novos atuadores lineares eletromecânicos EWELLIX da série EMA-80 também apontam o caminho para o futuro. Quando esses “cilindros isentos de óleo” são utilizados em diversas funções de trabalho, o foco está na otimização do rendimento da colheita, menor consumo de energia (potência sob demanda), recuperação de energia (recuperação) e menores custos operacionais. Utilizados em conjunto com a solução de sensores da Schaeffler para medição de cargas, em carregadores frontais, por exemplo, eles podem registrar com precisão quantidades de material a granel. Esta solução é adequada tanto para equipamentos originais quanto para retrofitting.

Melhorando o desempenho e a eficiência com rolamentos

Rolamentos são inerentemente de baixo atrito. Na Agritechnica 2025, a Schaeffler demonstrará que ainda é possível reduzir o atrito e, simultaneamente, melhorar o desempenho com seus novos rolamentos de rolos cônicos e cilíndricos X-life. Neles, o coeficiente de atrito nos contatos das nervuras foi significativamente reduzido, as superfícies nas pistas e nos elementos rolantes foram aprimoradas e a geometria da gaiola e as dimensões dos elementos rolantes e das pistas foram adaptadas. Em comparação com os rolamentos de rolos cônicos convencionais, esses rolamentos X-life têm capacidades de carga dinâmica 25% maiores, velocidades nominais 10% maiores e 75% menos atrito. Com uma vantagem adicional: para posições de rolamento extremamente estressadas, os rolamentos de rolos cônicos são submetidos a um tratamento térmico especial, o que resulta em capacidades de carga dinâmica 33% maiores e torna os rolamentos menos sensíveis à contaminação.

Unidades de rolamento robustas e duráveis ??para discos de cultivo

A Schaeffler apresenta o “Schaeffler Field Pro”, um sistema de rolamentos otimizado para discos de preparo do solo – com o sistema patenteado de proteção contra corrosão Corrotect, um sistema de vedação tripla e uma construção excepcionalmente robusta. Tanto os rolamentos de esferas quanto as vedações do cassete têm atrito reduzido. A graxa entre os dois lábios de vedação atua como uma barreira, reduzindo simultaneamente o atrito. Um ângulo de contato otimizado para os rolamentos de esferas de contato angular garante uma orientação mais precisa dos discos. Com essas melhorias de design, as unidades de rolamentos funcionam de forma particularmente suave, são muito rígidas e lubrificadas por toda a vida útil.

Agricultura inteligente: sistema de sensor de torque de alta tecnologia para maior eficiência

Os materiais a serem espalhados e as culturas a serem colhidas apresentam consistências flutuantes. Para evitar que essa dinâmica afete negativamente o padrão de espalhamento, o consumo de fertilizantes, a qualidade da colheita e o rendimento, todos os processos devem ser monitorados quase em tempo real e ajustados conforme necessário. Em espalhadores, enfardadeiras, vagões forrageiros e em tomadas de força, o torque é frequentemente a variável de controle do processo, e a medição exata do torque é um pré-requisito básico para um controle preciso. A Schaeffler oferece módulos de medição de torque para essa finalidade. Eles podem ser usados ??como módulos de sensores independentes ou integrados a conjuntos propulsores.





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Trigo mantém boa qualidade, mas preço tem leve queda



Lavouras de trigo mantêm sanidade e bom desempenho



Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (30), a colheita do trigo avançou de forma acelerada em todas as regiões produtoras do Rio Grande do Sul. O relatório aponta que “a predominância de condições meteorológicas secas e ventos constantes favoreceu a redução da umidade dos grãos, a trilha e o desempenho das máquinas no campo”.

Segundo a Emater/RS-Ascar, aproximadamente 27% da área cultivada já foi colhida, enquanto 42% das lavouras estão em maturação, 28% em enchimento de grãos e 3% em floração. As produtividades variam entre 2.100 e 4.200 quilos por hectare, de acordo com o regime de chuvas, o nível tecnológico e o manejo adotado.

O informativo destaca que, de modo geral, “a cultura apresenta bom desempenho, especialmente nas áreas implantadas dentro do período de zoneamento e onde as plantas mantiveram a sanidade”. A baixa incidência de doenças fúngicas é atribuída tanto ao manejo adequado quanto às condições ambientais desfavoráveis à disseminação de patógenos.

Nas lavouras em maturação, a qualidade dos grãos é considerada satisfatória, com peso hectolitro (PH) variando entre 78 e 84 pontos, dentro do padrão comercial. No entanto, a Emater/RS-Ascar observa que “a ocorrência de chuvas excessivas em algumas localidades tem provocado redução pontual no rendimento e no PH, especialmente onde a colheita foi retardada”.

O levantamento também aponta heterogeneidade entre talhões, com produtividades mais elevadas em áreas de maior investimento e redução em cultivos que utilizaram menos insumos, produtos de menor qualidade ou sementes não certificadas.

A área total cultivada com trigo no Estado é estimada em 1.141.224 hectares, com produtividade média de 3.261 quilos por hectare. Em relação à comercialização, o preço médio da saca de 60 quilos apresentou queda de 2,29% na comparação semanal, passando de R$ 61,50 para R$ 60,09.





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Paraná deve colher 21,96 milhões de toneladas de soja



O levantamento indica que 71% da área total prevista já foi plantada



Foto: Pixabay

Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado na quinta-feira (30) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o Paraná deverá colher 21,96 milhões de toneladas de soja na safra 2025/26. A área estimada para o cultivo é de 5,77 milhões de hectares.

O levantamento indica que 71% da área total prevista já foi plantada. “O bom andamento das atividades no campo reflete as condições climáticas favoráveis e a boa umidade do solo”, informaram os analistas do Deral. Das lavouras implantadas, 97% apresentam boas condições e apenas 3% estão em situação considerada mediana.

No cenário nacional, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou em outubro sua primeira estimativa de produção para a safra 2025/26. De acordo com o órgão, “em condições climáticas normais, o Brasil deverá colher cerca de 177,64 milhões de toneladas de soja”, o que representa um aumento de 3,6% em relação ao ciclo anterior.





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Colheita do pêssego avança no Rio Grande do Sul


De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado pela Emater/RS-Ascar na quinta-feira (30), a colheita do pêssego segue em diferentes estágios no Rio Grande do Sul, variando conforme as regiões produtoras e as variedades cultivadas.

Na regional de Caxias do Sul, estão em colheita as variedades BRS Kampai, Charme, Chimarrita e PS 25399. Os frutos apresentam “calibre e coloração regulares, influenciados pela baixa insolação registrada no período”, informou a Emater/RS-Ascar. A maior parte da produção está sendo armazenada em packing houses e comercializada nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) do Estado e em mercados regionais. Pequenos volumes seguem para outros estados. O preço médio nas feiras do produtor varia entre R$ 7,00 e R$ 10,00/kg, sem registro expressivo de pragas ou doenças nos pomares.

Na regional de Passo Fundo, as variedades tardias estão em fase final de formação dos frutos, enquanto as precoces iniciam a maturação. Os produtores mantêm os tratamentos preventivos para garantir a sanidade das plantas e a qualidade da produção.

Em Pelotas, os frutos estão em desenvolvimento e os pomares apresentam boas condições sanitárias. Os agricultores seguem realizando tratamentos contra doenças, principalmente podridão-parda. Os preços definidos para a indústria de conservas ficaram abaixo do esperado: R$ 2,10/kg para o tipo I e R$ 1,85/kg para o tipo II.

Nas regionais de Bagé e Santa Maria, a colheita das variedades precoces teve início. Segundo o informativo, “a produtividade e a qualidade estão excelentes em função das condições meteorológicas durante o ciclo e dos tratamentos de inverno, aliados ao controle eficiente de mosca-das-frutas”.

Na região de Santa Rosa, as lavouras estão na fase de frutificação, e o raleio foi concluído. A colheita das variedades precoces, destinadas ao consumo in natura e à produção de doces e geleias, já começou, com preços entre R$ 4,00 e R$ 5,00/kg.

Em Soledade, as variedades precoces Marli e Premier estão em colheita. Há ocorrência de podridão-parda, exigindo manejo fitossanitário adicional. As variedades medianas e tardias seguem em formação de frutos, com raleio e poda verde realizados. Foram observados casos de broca-dos-ponteiros (Grapholita modesta), demandando controle em áreas com maior incidência.





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Preços dos derivados do leite recuam 4,53% em Goiás



Preços do leite e derivados recuam em outubro



Foto: Pixabay

A Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) divulgou na sexta-feira (31) o Boletim de Mercado do Setor Lácteo Goiano, elaborado pela Câmara Técnica e de Conciliação da Cadeia Láctea de Goiás. Segundo o documento, a edição de outubro de 2025 indica um comportamento uniforme entre os produtos da cesta de derivados, com redução nos preços médios de todos os itens monitorados.

De acordo com o boletim, o leite condensado apresentou a menor variação negativa, com queda de 2,61%. Já o creme a granel registrou a maior desvalorização do período, com recuo de 6,94%. Também tiveram retração o queijo muçarela (-4,23%), o leite em pó integral (-4,42%) e o leite UHT integral (-5,81%).

A Seapa informou que, considerando o peso específico de cada produto na composição da cesta, a variação geral foi de -4,53% em relação ao mês anterior.





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Brasil lidera exportações de carne bovina em setembro



O país mantém uma tarifa total de 76,4% sobre o produto


O país mantém uma tarifa total de 76,4% sobre o produto
O país mantém uma tarifa total de 76,4% sobre o produto – Foto: Pixabay

O Brasil consolidou sua posição como maior exportador mundial de carne bovina ao fechar setembro de 2025 com 314,7 mil toneladas de carne in natura embarcadas, um aumento de 25,1% em relação a agosto, segundo dados da Secex. O preço médio por tonelada alcançou cerca de US$ 5.600 no acumulado do ano. O avanço é resultado da estabilidade do mercado interno e da ampliação de destinos comerciais, incluindo novos acordos com países vizinhos como o Paraguai.

O país mantém uma tarifa total de 76,4% sobre o produto, somando a nova sobretaxa de 50% às tarifas já existentes de 26,4% nas relações comerciais com os Estados Unidos. Para Luiz Almeida, diretor de Agronegócio da EEmovel Agro, o desempenho reforça a força da pecuária nacional e o protagonismo de Mato Grosso nesse cenário. O estado lidera a produção e exportação de carne bovina, com um rebanho de 32,8 milhões de cabeças, segundo o IBGE, superando amplamente São Paulo, Maranhão e Paraná.

O avanço das exportações reflete também a crescente competitividade do Brasil no comércio internacional. Além da força de Mato Grosso, o consolidado de cinco estados emergentes na pecuária reforça a diversificação da produção e a resiliência do setor. A combinação de gestão eficiente, tecnologia e investimentos estruturais tem sido determinante para manter o país em destaque entre os maiores fornecedores globais.

“O Mato Grosso lidera o ranking nacional de produção e exportação de carne bovina, e a consolidação do estado nesse mercado mostra como investimento em gestão, tecnologia e estrutura produtiva faz diferença para o setor”, afirma.

 





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