sexta-feira, abril 24, 2026

Política & Agro

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Vitória de Trump adiciona viés de queda para soja



Cenário permanece incerto após eleição nos EUA




Foto: Pixabay

De acordo com a análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema) desta quinta-feira (7), o mercado da soja registrou elevação nos preços nesta semana na Bolsa de Chicago, com o bushel para o primeiro mês cotado em US$ 10,15, comparado aos US$ 9,82 da semana anterior. Esse aumento foi impulsionado pela valorização de 7% no óleo de soja durante a semana. Em outubro, o bushel teve uma média de US$ 10,02, o que representou uma queda de 1,2% em relação a setembro e um recuo em comparação com outubro do ano anterior, quando a média era de US$ 12,84/bushel.

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A análise da Ceema destacou que o mercado esteve sob influência das eleições presidenciais nos Estados Unidos, realizadas em 5 de novembro, além da expectativa pelo relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), previsto para 8 de novembro. A vitória de Donald Trump adiciona um viés baixista para a soja, uma vez que o ex-presidente já sinalizou a possibilidade de medidas protecionistas contra a China, o que poderia reduzir as importações chinesas de soja americana. Entre 2017 e 2020, durante o primeiro mandato de Trump, houve represálias comerciais da China que impactaram o mercado de soja dos EUA.

Nos EUA, a colheita da soja avançava rapidamente, alcançando 94% da área até 3 de novembro, bem acima da média histórica de 85% para o período. No Paraguai, onde a expectativa de safra total está em 10,5 milhões de toneladas, segundo a StoneX (enquanto o USDA estima mais de 11 milhões de toneladas), 12% da nova safra 2024/25 já foi comercializada antecipadamente.





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Preços do milho seguem firmes no Brasil


Segundo a análise semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), divulgada nesta quinta-feira (7), o preço do milho permanece estável no Brasil. A média de preço no Rio Grande do Sul fechou a semana em R$ 65,94 por saca, enquanto em outras regiões do país os valores variaram entre R$ 53,00 e R$ 72,00 por saca. O indicador de milho ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) registrou uma alta de 13,4% em outubro, fechando o mês a R$ 72,94/saca, seu maior valor desde abril de 2023.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou que o plantio da safra de verão do milho alcançou 42,1% da área esperada até 3 de novembro, ligeiramente acima dos 40,2% registrados no mesmo período do ano anterior. O Paraná lidera a semeadura, com 97% da área plantada, seguido por Santa Catarina (90%) e Rio Grande do Sul (83%). Segundo a Conab, 12,1% das áreas já estão em fase de emergência, 85,4% em desenvolvimento vegetativo e 2,5% em floração. Analistas privados, no entanto, estimam um avanço maior, com 59% da área já plantada no Centro-Sul até o final de outubro, segundo a AgRural.

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De acordo com a análise, para a segunda safra de milho (safrinha) de 2024/25, a StoneX projeta uma produção de 101,5 milhões de toneladas, 8,4% acima do volume colhido na safra anterior. A área plantada deve aumentar 0,8%, o que pode elevar a produção total para 128,5 milhões de toneladas, incluindo a safra de verão. Com isso, o estoque final de milho no país pode alcançar 19,5 milhões de toneladas, possivelmente pressionando os preços em 2024. A StoneX projeta exportações de 37,5 milhões de toneladas para a safra 2023/24.

No Mato Grosso, o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) sinalizou uma possível redução na área de plantio da safrinha, estimada em 6,79 milhões de hectares, devido ao atraso no plantio da soja. A expectativa é que a semeadura do milho ainda ocorra dentro da janela ideal.

No campo das exportações, o Brasil exportou 6,4 milhões de toneladas de milho em outubro, abaixo das 8,4 milhões registradas no mesmo mês do ano anterior. O milho americano, atualmente o mais barato do mundo, vem pressionando o mercado brasileiro, reduzindo o volume exportado do país. Em novembro, espera-se uma nova queda nas exportações brasileiras, com embarques estimados em 4,2 milhões de toneladas, frente aos 7 milhões de toneladas registrados em novembro de 2023. Até novembro de 2024, as exportações brasileiras devem totalizar 33,5 milhões de toneladas, abaixo dos 50 milhões de toneladas exportadas no mesmo período de 2023, marcando o fim da recente liderança brasileira no mercado mundial de milho, conforme apontaram os dados do Ceema.





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Rabobank prevê Selic em 13% até 2025



Rabobank projeta que o Copom deve elevar a Selic em 50 pontos-base



As projeções de inflação para os anos-calendário de 2024 e 2025 também se deterioraram
As projeções de inflação para os anos-calendário de 2024 e 2025 também se deterioraram – Foto: Canva

O Rabobank destacou em análise recente que o Comitê de Política Monetária (Copom) optou, de forma unânime, por elevar a taxa Selic em 50 pontos-base, alcançando 11,25%. A decisão reflete uma preocupação crescente com a inflação, que continua a subir no horizonte relevante de política monetária. De acordo com o Copom, a projeção de inflação para o segundo trimestre de 2026 aumentou em 10 pontos-base, situando-se agora em 3,6% — 60 pontos-base acima da meta, mesmo levando em conta as expectativas de elevação da Selic para 12,50% até a reunião de junho de 2025, conforme o Focus.

As projeções de inflação para os anos-calendário de 2024 e 2025 também se deterioraram, respectivamente, em 20 pontos-base, para 4,6% e 4,1%, e em 10 pontos-base no horizonte relevante de 2026, com 3,6% de inflação projetada. Isso indica um ambiente inflacionário mais resistente, sugerindo que o Copom talvez precise ajustar a Selic a um patamar mais elevado de 13,00%, em vez de 12,50%, para que a inflação retorne a níveis próximos a 3,0% no horizonte de política.

Com base nisso, é possível afirmar que o Rabobank projeta que o Copom deve elevar a Selic em 50 pontos-base nas próximas três reuniões, com uma última elevação de 25 pontos-base em maio de 2025. Segundo a análise, o ritmo de aumento da taxa básica é uma tentativa de ancorar as expectativas inflacionárias e corrigir o cenário de deterioração. A ata desta reunião, que será divulgada na próxima terça-feira, deverá trazer mais detalhes sobre a reação do Banco Central frente à sua análise inflacionária e as condições econômicas.

 





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Cotação do trigo apresenta leve alta em Chicago


Segundo o informativo semanal da Central Internacional de Análises Econômicas e Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), nesta semana, as cotações do trigo subiram de forma moderada na Bolsa de Chicago. O bushel para o primeiro mês encerrou a US$ 5,71 na quinta-feira (7), em comparação com US$ 5,70 na semana passada. Em outubro, o preço médio do cereal atingiu US$ 5,85 por bushel, o que representou um aumento de 2,6% em relação a setembro, mas ficou praticamente inalterado em relação ao mesmo mês de 2022, quando o valor médio atingiu US$ 5,72 por bushel.

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Nos Estados Unidos, o plantio do trigo de inverno progrediu, ocupando 87% da área prevista até o dia 3 de novembro. Ficando um pouco abaixo da média histórica de 89% para este período. No que diz respeito à qualidade das plantações, 41% foram classificadas como excelentes ou boas, 36% regulares e 23% como ruins ou muito ruins.

No cenário internacional, o mercado aguarda com expectativa o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Embora as eleições presidenciais nos Estados Unidos tenham ocorrido no dia 5 de novembro, as cotações do trigo não sofreram um grande impacto até o momento.

Contudo, um elemento que tem causado instabilidade no mercado mundial de trigo é a possível imposição de restrições à exportação pela Rússia. A Rusgrain, União de Produtores e Exportadores de Grãos da Rússia, declarou que “…de agora em diante, apenas empresas de grãos russas poderão vender diretamente  a compradores soberanos. As novas regras excluem revendedores internacionais, a  menos que tenham acordos de longo prazo com empresas russas” .

De acordo com a análise do Ceema com base em informações da Reuters, “essa medida excluiria alguns grandes comerciantes internacionais de oferecer trigo  russo, embora não seja publicamente conhecido quem não pode mais fazê-lo, já que a  lista de empresas estrangeiras aprovadas com acordos de compra nunca foi tornada  pública. Estas novas restrições à exportação podem causar atritos com importadores,  incluindo aliados políticos como o Egito, que enfrentariam contas mais altas pelas  importações de alimentos, disseram traders”.

 





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USDA revisa os números da soja: Confira


O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) revisou em novembro as projeções globais para a soja, ajustando produção e estoques finais de grandes produtores. A produção mundial foi reduzida de 428,92 milhões para 425,4 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais caíram de 134,65 milhões para 131,74 milhões de toneladas. 

No Brasil, maior exportador global, a produção foi mantida em 169 milhões de toneladas, enquanto os estoques finais recuaram de 34,01 milhões para 33,51 milhões de toneladas, e as exportações foram ajustadas para 105,5 milhões. 

Nos Estados Unidos, a estimativa de produção caiu de 124,7 milhões para 121,4 milhões de toneladas, com a produtividade recuando de 59,5 para 57,95 sacas por hectare. Dessa forma, os estoques finais foram reduzidos de 14,97 milhões para 12,8 milhões de toneladas, e as exportações ajustadas para 49,67 milhões de toneladas, refletindo menor disponibilidade para o mercado externo.

Na Argentina, a produção manteve-se em 51 milhões de toneladas, mas os estoques finais caíram de 29,35 milhões para 28,98 milhões de toneladas. As exportações se mantiveram em 4,5 milhões de toneladas, mostrando estabilidade apesar dos desafios climáticos e logísticos.

A China manteve a produção projetada em 20,7 milhões de toneladas, com estoques finais de 46,01 milhões e importações em 109 milhões de toneladas, refletindo sua alta dependência da soja externa para atender a demanda interna. Esse forte nível de importações continua sustentando o mercado global, influenciando diretamente os maiores exportadores, como o Brasil e os EUA.

 





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Como a Selic impactou o mercado da soja?


Segundo a análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA), o mercado de soja brasileiro vem apresentando oscilações em função de fatores econômicos como o câmbio e a taxa Selic.

Conforme dados da CEEMA, a moeda brasileira, que chegou a atingir R$ 5,90 após as eleições nos Estados Unidos, recuou para R$ 5,67 na última quarta-feira, impulsionada pela elevação da Selic para 11,25% ao ano e pela expectativa de medidas de controle fiscal ainda nesta semana. Com esse recuo, há uma tendência de ajuste nos preços da soja, que podem cair nos próximos dias caso o câmbio se estabilize em trajetória descendente.

Atualmente, a média gaúcha para o saco de soja está em R$ 129,23, com as principais regiões trabalhando entre R$ 127,00 e R$ 130,00 por saco. Outras regiões do país registraram preços entre R$ 122,50 e R$ 142,00. Apesar das oscilações, as expectativas para a safra 2024/25 permanecem otimistas, com projeções entre 166 e 172 milhões de toneladas, a depender do clima nas áreas produtoras. Segundo o CEEMA, o retorno das chuvas tem acelerado o plantio nas principais regiões, embora a falta de chuva ainda preocupe algumas áreas do Rio Grande do Sul.

O plantio já cobriu 54% da área esperada até 31 de outubro, um dos ritmos mais rápidos da história, ficando atrás apenas do ciclo 2018/19. O Mato Grosso, líder no cultivo, já atingiu 80% da área planejada, praticamente recuperando o atraso inicial, enquanto o Rio Grande do Sul registra 10% da área plantada, abaixo da média histórica de 16%. No Paraná, o plantio já alcançou 85%, com 4% das lavouras em estágio de floração.

Para novembro, o CEEMA projeta uma queda nas exportações brasileiras de soja, estimando vendas de 2,45 milhões de toneladas, uma retração de 45% em relação ao mês anterior e de 47% em comparação a novembro de 2023. A entrada dos Estados Unidos no mercado, após uma safra recorde de 124 milhões de toneladas, deve impactar as exportações brasileiras, direcionando a demanda global para o produto norte-americano.





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Conflito geopolítico pode custar à economia global US$ 14,5 trilhões em 5…


Logotipo Reuters

LONDRES, 9 de outubro (Reuters) – A economia global pode enfrentar perdas de US$ 14,5 trilhões em um período de cinco anos devido a um hipotético conflito geopolítico que afete as cadeias de suprimentos, disse o mercado de seguros Lloyd’s of London (SOLYD.UL) na quarta-feira.

O impacto econômico resultaria de danos severos à infraestrutura na região do conflito e do potencial comprometimento das rotas de navegação, disse o Lloyd’s em um comunicado.

As guerras na Ucrânia e em Gaza já perturbaram as rotas de navegação no Mar Negro e no Mar Vermelho.

“Com mais de 80% das importações e exportações mundiais — cerca de 11 bilhões de toneladas de mercadorias — no mar a qualquer momento, o fechamento de grandes rotas comerciais devido a um conflito geopolítico é uma das maiores ameaças aos recursos necessários para uma economia resiliente”, disse Lloyd’s.

A possibilidade de tal conflito geopolítico era um risco sistêmico — ou de baixa probabilidade, mas de alto impacto —, disse o Lloyd’s.

O Lloyd’s disse que também pesquisou outros riscos sistêmicos potenciais em parceria com o Centro de Estudos de Risco de Cambridge, incluindo ataques cibernéticos e eventos climáticos extremos.

Reportagem de Carolyn Cohn, edição de Sinead Cruise e Ros Russell

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Como o USDA está projetando o milho?


De acordo com o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para o mês de novembro, a produção global de milho foi revisada para 1,219 bilhão de toneladas, um leve aumento em comparação ao mês anterior (1,217 bilhão de toneladas). No entanto, os estoques globais caíram de 306,52 milhões para 304,4 milhões de toneladas, refletindo ajustes em alguns dos principais produtores e exportadores de milho.

Nos Estados Unidos, a produção também sofreu uma ligeira redução, passando de 386,17 milhões de toneladas em outubro para 384,64 milhões de toneladas em novembro. A produtividade caiu de 192,28 para 191,55 sacas por hectare. Apesar disso, a previsão de exportações aumentou para 59,06 milhões de toneladas, enquanto o uso de milho para etanol permaneceu em 138,44 milhões de toneladas. Os estoques finais foram revisados para baixo, de 50,78 milhões para 49,23 milhões de toneladas, sugerindo uma oferta doméstica mais restrita.

No Brasil, a produção foi mantida em 127 milhões de toneladas, mas as exportações foram reduzidas de 49 para 48 milhões de toneladas, o que pode indicar uma demanda interna mais forte ou um ajuste nas expectativas de mercado. Os estoques finais brasileiros permaneceram estáveis em 2,84 milhões de toneladas, sem grandes alterações nos balanços de oferta e demanda.

A Argentina e a Ucrânia mantiveram suas projeções inalteradas em novembro. A produção argentina de milho está prevista em 51 milhões de toneladas, com estoques finais de 2,79 milhões e exportações de 36 milhões de toneladas. A Ucrânia, por sua vez, mantém a expectativa de produção em 26,20 milhões de toneladas e exportações de 23 milhões, destacando-se como um fornecedor importante para o mercado europeu e asiático.





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Cotações do milho mantêm alta com colheita acelerada nos EUA, aponta CEEMA



Crescimento de preços reflete uma média de outubro de US$ 4,16/bushel




Foto: Divulgação

As cotações do milho seguem em elevação, de acordo com a análise de mercado da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (CEEMA). Na última quinta-feira (7), o bushel de milho para o primeiro mês de contrato encerrou o dia cotado a US$ 4,27, representando uma alta significativa em relação ao valor de US$ 4,10 registrado na semana anterior.

Segundo a CEEMA, esse crescimento de preços reflete uma média de outubro de US$ 4,16/bushel, valor 4% acima da média de setembro. Apesar da alta recente, as cotações de outubro ainda estão abaixo do patamar do mesmo mês em 2023, quando o preço médio foi de US$ 4,88/bushel.

Outro fator relevante para o mercado é o avanço da colheita de milho nos Estados Unidos, que alcançou 91% da área cultivada até o dia 3 de novembro, um ritmo bem superior à média histórica de 75%. Esse avanço na colheita, somado às expectativas em torno do próximo relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), tem mantido as cotações aquecidas, com a possibilidade de novos ajustes após a divulgação dos dados oficiais.

Ainda conforme análise, embora a mudança política ainda não tenha causado impacto direto nas cotações, os próximos movimentos do câmbio e das políticas econômicas norte-americanas poderão afetar o mercado global do cereal.

 

 

 

 





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Mercado de soja em MT: estoques e exportações caem



Estimativa de exportações da safra 23/24 foi reduzida para 24,96 milhões de toneladas




Foto: Expodireto Cotrijal

O Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) revisou, em novembro, a demanda de soja para as safras 2023/24 e 2024/25. Segundo o relatório, a estimativa de exportações da safra 23/24 foi reduzida para 24,96 milhões de toneladas, uma queda de 3,51% em relação à previsão de outubro de 2024.

A redução foi motivada pela menor disponibilidade de soja em Mato Grosso no segundo semestre, impactando o ritmo de escoamento da oleaginosa para o mercado externo. De acordo com o Imea, a revisão ainda afetou a demanda nos demais estados, que agora está projetada em 2,47 milhões de toneladas para a safra 23/24. Isso representa uma queda expressiva de 53,48% em comparação à safra anterior, reforçando o impacto da menor oferta no estado para o mercado nacional.

Já em relação a safra 24/25, o Imea aponta um cenário de alta no consumo interno de soja em Mato Grosso. O levantamento realizado com as indústrias mostra uma intenção de esmagamento para 2025 de 12,77 milhões de toneladas, indicando um crescimento modesto de 0,47% em relação ao relatório anterior. O relatório ainda destaca uma redução nos estoques finais da safra, que agora estão projetados em 240 mil toneladas — uma queda de 18,40% ante a estimativa anterior. 

 





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