quinta-feira, abril 23, 2026

Política & Agro

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Como o milho encerrou a semana?


O mercado do milho do estado do Rio Grande do Sul segue lento, segundo informações da TF Agroeconômica. “Nas indicações, manutenção: Santa Rosa a R$ 73,00; Não-Me-Toque a R$ 74,00; Marau e Gaurama R$ 74;00 Arroio do Meio, Lajeado e Frederico Westphalen a R$ 75,00 e Montenegro a R$ 77,00. Vendedores a partir de R$ 80,00 no FOB interior e R$ 82,00 CIF fábricas. Negócios pontuais em Palmeira das Missões e Erechim, onde 300 toneladas foram negociadas a R$ 75,00, e 500 toneladas rodaram a R$ 75,50, respectivamente, na entrega imediata”, comenta.

Sem negócios em Santa Catarina. “Produtores com pedidas ao menos R$ 2,00 acima, em que compradores hoje indicam a partir de R$ 72,00 no interior e R$ 73,00/75,00 CIF fábricas. Negócios a R$ 75,00/76,00 no CIF meio oeste, em pelo menos 2 mil tons. Nas indicações, Chapecó a R$ 74,00; Campos Novos R$ 75,00; Rio do Sul a R$ 76,00; Videira R$ 73,00. Porto indicando R$ 67 outubro/R$ 69 novembro. Sem negócios neste retorno de feriado”, completa.

No Paraná as tradings miram em vencimentos mais longos e praticamente não trabalham mais o dez/24. “Mercado sem negócios. No porto, indicações a R$ 68,00 nov/69,00 dez. No norte, indicações a R$ 67,00 (+1,00); Cascavel a R$ 68,00; Campos Gerais R$ 69,00; Guarapuava a R$ 70,00; Londrina R$ 71,00 (+1,00). Preços balcão no sudoeste e oeste a R$ 58,00, e norte a R$ 57,00. Produtores com pedidas a partir de R$ 77,00 no norte e oeste; e R$ 79,00 Campos Gerais. Não ouvimos sobre negócios no dia de hoje”, indica.

Os negócios estão lentos também no Mato Grosso do Sul. “Em Maracaju, indicações de R$ 53,00 (+1,00); Dourados a R$ 54,00 (+R$ 1,00); Naviraí R$ 54,00 (-R$ 1,00) e São Gabriel a R$ 49,00. Produtores iniciam ofertas FOB a R$ 52,00 com maior parte das pedidas concentradas em R$ 55,00, base interior. Negócios em ritmo lento, com produtores iniciando pedidas a R$ 58,00 no FOB, e indicações nos portos a partir de R$ 60,00”, conclui.

 





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Cenário positivo para o trigo



Para os produtores brasileiros, a recomendação é vender o trigo físico



Entre os fatores que podem impulsionar os preços, destaca-se o mau estado das colheitas russas
Entre os fatores que podem impulsionar os preços, destaca-se o mau estado das colheitas russas – Foto: Divulgação

De acordo com relatório da TF Agroeconômica, o cenário para o mercado de trigo apresenta perspectivas positivas, tanto no cenário internacional quanto no nacional. Problemas climáticos enfrentados por grandes produtores como Rússia e Austrália, além da baixa produção brasileira, devem impactar a oferta global e aumentar a necessidade de importação pelo Brasil, mesmo durante a colheita local. Apesar disso, os gráficos atuais não indicam alta imediata, com preços estáveis no Paraná e cotações em Chicago dentro de um canal de tendência.

Para os produtores brasileiros, a recomendação é vender o trigo físico agora e reinvestir parte do valor em contratos futuros na Bolsa de Chicago, utilizando entre 8% e 12% do montante total. Essa estratégia permitiria participar de possíveis altas no mercado enquanto garante liquidez no presente.

Entre os fatores que podem impulsionar os preços, destaca-se o mau estado das colheitas russas, com 38% das culturas de inverno em condições ruins, segundo a consultoria ProZerno. Na Austrália, chuvas intensas reduziram a qualidade de até 5 milhões de toneladas de trigo, destinadas agora à forragem. Já na União Europeia, o desempenho das exportações permanece fraco, com uma redução de 31% no volume embarcado em relação ao mesmo período de 2023. No Brasil, a safra apertada no Rio Grande do Sul está elevando os preços locais, que subiram 2,78% em relação ao final do ano passado.

Por outro lado, fatores de baixa incluem o desempenho das exportações americanas, abaixo da média necessária para atingir as metas do USDA, e a pressão dos baixos preços do trigo argentino sobre o mercado paranaense. No Paraná, os preços médios caíram para R$ 1.396,58/t, abaixo da linha psicológica de R$ 1.400/t, apesar de ainda estarem 10,92% acima dos níveis de 2023. Essa combinação de forças reforça a complexidade do mercado, exigindo estratégias bem planejadas por parte dos agentes.

 





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Mercado de soja ganha fôlego em dezembro com alta do dólar



O dólar em alta aumenta a competitividade da oleaginosa brasileira




Foto: United Soybean Board

O mercado interno de soja registrou um movimento incomum de maior liquidez no início de dezembro, influenciado pela valorização do dólar frente ao real. Segundo informações do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o dólar em alta aumenta a competitividade da oleaginosa brasileira no mercado internacional, estimulando a demanda tanto no mercado externo quanto no interno.

Esse cenário tem gerado uma disputa acirrada entre consumidores domésticos e compradores estrangeiros, o que manteve os preços da soja firmes no Brasil ao longo da última semana.

No entanto, o volume de negociações foi limitado, já que parte dos vendedores demonstra resistência em comercializar o remanescente da safra 2023/24 neste momento, preferindo postergar as vendas para o primeiro bimestre de 2025.





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Vendedores e compradores de milho recuam em dezembro



Cepea aponta resistência de vvendedores e queda nas negociações de milho




Foto: Nadia Borges

O mercado brasileiro de milho segue com negociações limitadas no início de dezembro, refletindo um cenário de baixa liquidez, conforme apontam pesquisadores do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada). Enquanto compradores domésticos permanecem afastados do mercado spot, as exportações continuam em ritmo lento, assim como ocorreu ao longo de toda a atual temporada.

Apesar disso, vendedores também reduziram a oferta no mercado interno na última semana, o que contribuiu para uma leve reação nos preços do milho. Segundo o Cepea, os compradores mantêm o foco no clima favorável, que pode resultar em maior produção nos próximos meses, e na lentidão das exportações, que deve elevar os estoques de passagem. Por outro lado, os vendedores estão atentos ao desenvolvimento das lavouras da safra de verão e preferem aguardar melhores oportunidades.

Os pesquisadores destacam que essa retração no mercado físico é comum nesta época do ano. Além de muitos agentes já trabalharem com o produto estocado ou comprometido em negociações anteriores, questões fiscais também contribuem para a redução das comercializações do cereal.

 





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É possível comparar o Mercosul com a UE?


Aline Locks, CEO da Produzindo Certo, destaca em artigo que o acordo comercial assinado entre Mercosul e União Europeia, em 6 de dezembro, é um marco histórico, embora sua implementação ainda dependa da ratificação nos parlamentos dos dois blocos. Essa fase pode gerar novos debates e tensões, especialmente no setor agropecuário. 

“É justo celebrar-se o avanço como histórico, depois de tomar o espaço de uma geração para se chegar ao ponto em que estamos agora. Sem perder a noção, entretanto, que há muito ainda a percorrer para que o documento firmado em Montevideu neste 6 de dezembro passe a ter efeito real no comércio entre os dois continentes”, comenta.

A resistência de países europeus, como França, Holanda, Itália e Polônia, gira em torno da concorrência desleal dos produtos agrícolas do Mercosul, especialmente do Brasil. No entanto, Aline argumenta que os modelos de produção são incomparáveis, considerando as diferenças no Código Florestal brasileiro e as condições climáticas distintas entre os continentes.

Além disso, a autora critica o protecionismo europeu, que, ao sustentar políticas de subsídios, enfraqueceu o dinamismo agrícola da Europa. Em contraste, o Brasil tem investido em práticas sustentáveis e em uma agricultura mais eficiente.  Aline sugere que, em vez de comparações desfavoráveis, o acordo deve explorar as complementaridades entre os dois blocos, aproveitando as oportunidades de uma troca inteligente e lucrativa, que respeite as diferenças e promova a diversidade.

“Agricultores europeus acomodaram-se nas robustas políticas de subsídios e fizeram com que a atividade agropecuária perdesse o dinamismo no seu continente. O universo rural deixou de ser atraente aos jovens e, assim, acabou encontrando o caminho de se apoiar em outros atributos, como a tradição e a qualidade de suas cadeias agroindustriais com valor agregado. Assim, ao invés de comparar, nessa próxima temporada da novela EU-Mercosul o roteiro deveria apostar em destacar as complementaridades. A riqueza está na diversidade, no que fazemos de diferente e que podemos trocar de forma mais inteligente e rentável”, conclui.

 





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Confira como está o andamento da safra argentina



Quanto ao milho, o avanço da semeadura atingiu 47,8% da área estimada



Quanto ao milho, o avanço da semeadura atingiu 47,8% da área estimada
Quanto ao milho, o avanço da semeadura atingiu 47,8% da área estimada – Foto: Canva

De acordo com o último Panorama Agrícola Semanal (PAS) e o Estado y Condición de Cultivos (ECC) da Bolsa de Cereales de Buenos Aires (BCBA), a semeadura de soja avançou para 53,8% da área projetada de 18,6 milhões de hectares. O progresso foi de 9,4 pontos percentuais na última semana, e 100% da área plantada apresenta uma condição de cultivo classificada entre Normal e Excelente. Esse desempenho reflete a boa adaptação da soja às condições climáticas e um bom desenvolvimento das lavouras.

Quanto ao milho, o avanço da semeadura atingiu 47,8% da área estimada, e 98,4% dos cultivos se encontram em condições de cultivo entre Normal e Excelente, devido à boa umidade no solo. No caso do girassol, a semeadura foi concluída, alcançando as 2 milhões de hectares previstas. A totalidade da área está em condições de cultivo Normal/Excelente, com 91% das lavouras apresentando estado hídrico Adequado/Óptimo. A floração já começou em 8% da área.

Embora a produção projetada continue em 18,6 milhões de toneladas, ela pode ser revista para cima, caso os rendimentos se mantenham superiores ao esperado, o que indicaria um bom desempenho da safra. A expectativa é que as boas condições climáticas no decorrer da colheita favoreçam uma produtividade ainda melhor, proporcionando um aumento na produção nacional.

Finalmente, a semeadura de cevada já alcançou 41,4% da área projetada, com o plantio ganhando ritmo, especialmente no norte da área agrícola. O aumento das áreas semeadas no norte reflete as condições climáticas favoráveis que impulsionaram a atividade nesta região. No entanto, no centro do país, a semeadura de milho tardio limita a área destinada à cevada, uma vez que os produtores priorizam o milho devido à maior demanda e rentabilidade.

 





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Chuva recupera safra de trigo nos EUA



O relatório final do USDA, divulgado em 25 de novembro, mostrou uma grande melhoria



O relatório final do USDA, divulgado em 25 de novembro, mostrou uma grande melhoriaO relatório final do USDA, divulgado em 25 de novembro, mostrou uma grande melhoria
O relatório final do USDA, divulgado em 25 de novembro, mostrou uma grande melhoriaO relatório final do USDA, divulgado em 25 de novembro, mostrou uma grande melhoria – Foto: Canva

A seca que afetou as primeiras fases da safra de trigo de inverno de 2024 nos Estados Unidos gerou grandes preocupações sobre a qualidade e o fornecimento do grão, especialmente devido às condições climáticas severas no outono. As condições iniciais da safra foram as segundas mais baixas desde 1986, o que levantou temores sobre o impacto da escassez de água. 

No entanto, a situação mudou quando, após um dos outubros mais secos já registrados nas planícies, o padrão de precipitação passou para um dos novembros mais chuvosos da história da região, permitindo uma recuperação significativa. De acordo com os dados do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), as condições do trigo melhoraram constantemente durante cinco semanas consecutivas, aliviando as preocupações com a seca, especialmente com a entrada da safra no período de dormência.

“Quarenta dias certamente fizeram a diferença”, comentou um grande moleiro, destacando que a quantidade de chuva, especialmente entre 28 de novembro e 3 de dezembro, foi fundamental para melhorar as condições do trigo. Com isso, as tabelas de umidade apresentaram valores superiores aos do ano passado, e a safra entrou no inverno com boas reservas de umidade no subsolo, um fator crucial para o desenvolvimento futuro do trigo.

O relatório final do USDA, divulgado em 25 de novembro, mostrou uma grande melhoria nas classificações do trigo de inverno. Em 24 de novembro, 8% do trigo foi classificado como excelente, 47% como bom, 33% como regular, 9% como ruim e 3% como muito ruim. Essa evolução foi um alívio significativo após a classificação inicial do final de outubro, quando apenas 5% do trigo foi considerado excelente e 7% foi classificado como muito ruim. 

 





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Senado analisa padrões ambientais rigorosos para importados



“O que estamos pedindo é respeito e condições justas de negociação”



“O que precisamos é de algo que nos permita negociar com aqueles que tentam nos restringir comercialmente"
“O que precisamos é de algo que nos permita negociar com aqueles que tentam nos restringir comercialmente” – Foto: Agência Brasil

A Comissão de Meio Ambiente (CMA) do Senado iniciou a análise do Projeto de Lei 2088/2023, proposto pelo senador Zequinha Marinho (Podemos-PA), que exige que produtos importados venham de países com padrões ambientais iguais ou mais rigorosos que os do Brasil. Entre os critérios estão emissões de gases de efeito estufa e conformidade com o Código Florestal Brasileiro.

A relatora, senadora Tereza Cristina (PP-MS), defendeu a proposta como resposta a ataques, especialmente da França, contra a qualidade ambiental dos produtos brasileiros. Ela criticou a rejeição da França ao acordo entre Mercosul e União Europeia, afirmando que o Brasil tem práticas ambientais rigorosas e que as acusações contra seus produtos são injustas.

Marinho também ressaltou que o Brasil precisa negociar como uma nação soberana, sem ceder a pressões externas. Durante a audiência, o diretor do Instituto Brasileiro de Agricultura Sustentável (IBA), Augusto Silva, questionou se outros países adotam práticas agrícolas como o plantio direto, que preserva o carbono no solo. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) destacou que os ataques ao agro brasileiro tendem a crescer com o aumento da presença do Brasil no mercado global.

“O que precisamos é de algo que nos permita negociar com aqueles que tentam nos restringir comercialmente. Ninguém quer ficar isolado, e em um mundo globalizado, o isolamento não é viável. Precisamos ter orgulho de nosso produto e mostrar que temos qualidade. O que estamos pedindo é respeito e condições justas de negociação”, pontuou Zequinha.

 





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Nota Oficial: Nelore/MS cobra reparação do Carrefour Brasil e França


A Associação Sul-Mato-Grossense dos Criadores de Nelore – Nelore/MS, repudia a declaração infundada do CEO do Grupo Carrefour 
A declaração feita na última quarta-feira (20), pelo CEO francês Alexandre Bompard, trouxe indignação ao setor pecuário do Brasil, e consequentemente de Mato Grosso do Sul, o CEO declarou em suas redes sociais que assume o compromisso de não comercializar nenhuma carne proveniente do Mercosul, bloco formado por Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai.

A Nelore/MS, por meio do presidente Paulo Matos e demais associados vem por meio desta nota repudiar tal declaração, a associação destaca ainda a irrelevância da França no mercado brasileiro. De acordo com o site Farmnews, na tabela do Comex (comércio exterior) a França comprou, entre janeiro e outubro de 2024, menos de 40 toneladas de carne bovina in natura do Brasil, o que representa 0,002% do total embarcado pelo Brasil no período, de 1,41 milhão de toneladas. Porém, por outro lado, a União Europeia, tem uma importância maior para a exportação de carne bovina do Brasil, apesar de ainda modesta, participando com cerca de 2,2% dos embarques do País na parcial de 2024, até outubro. Isso mostra que, mesmo com a insignificância da exportação francesa, essa declaração atinge a moral do produtor rural brasileiro, fazendo que outras empresas possam questionar a qualidade da proteína produzida aqui.

No entanto a França e suas empresas talvez não imaginem o efeito do repúdio e das consequências que essa declaração pode causar à economia francesa, já que o Brasil é importador e consumidor de produtos de origem francesa, como vinhos, queijos, perfumaria, entre outros. A reciprocidade desta atitude pode gerar um grande impacto, principalmente no setor do turismo, já que a França é um dos principais destinos dos brasileiros.

Portanto essa tentativa de desqualificar a carne produzida aqui no Brasil, colocando em questionamento o compromisso do agro brasileiro, que produz carne de qualidade, e que é amparado por uma forte legislação ambiental, nada mais é que querer criar um embaraço comercial entre os países do Mercosul.

Os criadores brasileiros exigem respeito, pois a declaração foi feita de maneira irresponsável e sem respaldo científico que justificasse tal decisão. A Nelore/MS aguarda a manifestação de reparo tanto do Carrefour Brasil, como da França. 

NELORE/MS
Presidente Paulo Matos





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Perspectivas positivas para elevadores de grãos nos EUA



Dólar pode afetar demanda interna



Dólar pode afetar demanda interna
Dólar pode afetar demanda interna – Foto: Leonardo Gottems

Com a colheita nos Estados Unidos projetando a segunda maior safra de milho e soja já registrada, a perspectiva de margem para os elevadores de grãos melhorou, conforme relatório do CoBank. A produção de 15,4 bilhões de bushels de milho e 4,46 bilhões de bushels de soja ajudou a reduzir os preços para mínimas de quatro anos, impulsionando a demanda doméstica e para exportação. Além disso, a crescente demanda por ração, devido à estabilidade do setor pecuário, também contribui positivamente.

Porém, fatores como o fortalecimento do dólar americano e a incerteza sobre políticas comerciais e de biocombustíveis podem afetar a demanda externa. A possível desaceleração das exportações, agravada por tarifas retaliatórias de países como China e México, ameaça a dinâmica do mercado de exportação. O aumento nas margens de lucro do mercado futuro e a base de compra mais barata para os grãos devem beneficiar os armazenamentos de grãos no curto prazo.

Apesar da demanda doméstica robusta, especialmente por soja para a produção de diesel renovável, as margens de lucro para biocombustíveis e a incerteza política podem reduzir o uso de etanol à base de milho. A perspectiva de crescimento nas exportações de grãos se vê desafiada pela oferta global crescente e pela potencial desaceleração nas exportações. Como resultado, espera-se que os elevadores de grãos se beneficiem do aumento dos carregamentos no mercado futuro, com um cenário favorável para o armazenamento nos próximos meses.

“A combinação do crescimento da oferta global de milho e soja, desaceleração das exportações e alguma redução na demanda doméstica incentivará o armazenamento, com os elevadores de grãos se beneficiando de maiores carregamentos no mercado futuro e de uma base mais barata nos próximos meses”, disse Tanner Ehmke, economista-chefe de grãos e oleaginosas do CoBank. 





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