sábado, abril 18, 2026

Política & Agro

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Impactos da instabilidade climática em Mato Grosso



Outro ponto crítico é a falta de profissionalização de muitos produtores



Outro ponto crítico é a falta de profissionalização de muitos produtores
Outro ponto crítico é a falta de profissionalização de muitos produtores – Foto: Nadia Borges

A situação da cadeia produtiva do agronegócio no Centro-Oeste, especialmente em Mato Grosso, tem se agravado rapidamente, com impactos significativos previstos para 2024. Segundo relatório do Imea (Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária), o Valor Bruto da Produção (VBP) da agropecuária mato-grossense deve cair 26,62% neste ano, o que equivale a uma perda de R$ 53,91 bilhões, passando de R$ 202,51 bilhões em 2023 para R$ 148,6 bilhões em 2024. O VBP da soja, por exemplo, sofrerá um recuo de 34,11%, atingindo R$ 67,16 bilhões, a primeira queda desde 2013. Já o milho verá uma redução de 39,31%, passando de R$ 40,64 bilhões em 2023 para R$ 24,67 bilhões em 2024.

Rodrigo Gallegos, sócio da consultoria RGF e especialista em reestruturação de negócios, alerta que esse cenário de instabilidade se estenderá até 2025. As condições climáticas adversas têm gerado alta imprevisibilidade, impactando diretamente a produtividade e os resultados financeiros dos produtores. Além disso, o aumento das taxas de inadimplência no setor tem levado as instituições financeiras a restringirem o acesso ao crédito rural, dificultando ainda mais o financiamento dos altos custos de produção.

Outro ponto crítico é a falta de profissionalização de muitos produtores, o que resulta em ineficiências tanto na gestão operacional quanto na financeira. Isso eleva o risco de insolvência, uma vez que os produtores não têm as ferramentas adequadas para se proteger das oscilações de mercado. Gallegos sugere que a melhor estratégia para atravessar esse período de dificuldades é a reestruturação e a profissionalização da gestão das empresas do setor agropecuário, a fim de minimizar as ineficiências e garantir maior sustentabilidade a longo prazo.

 





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alternativa para combustíveis de aviação



Potencial da carinata para reduzir carbono na aviação


Foto: Pixabay

De acordo com informações divulgadas pela Tec Mundo, uma pesquisa publicada na revista científica GCB Bioenergy aponta que a planta Brassica carinata, também conhecida como mostarda-da-abissínia, pode ser uma solução viável para a produção de combustível sustentável para aviação (SAF, na sigla em inglês). O estudo, liderado pelo professor Puneet Dwivedi, da Universidade da Geórgia (UGA), nos Estados Unidos, sugere que o uso desse biocombustível poderia reduzir em até 68% a pegada de carbono no país.

Para viabilizar economicamente o SAF produzido a partir da carinata, no entanto, seriam necessários incentivos fiscais que equiparassem os custos de produção ao mercado de combustíveis convencionais.

A Brassica carinata é uma oleaginosa não comestível que não compete com culturas alimentares tradicionais, sendo ideal para o cultivo no inverno em áreas subutilizadas no sudeste dos Estados Unidos. Seu óleo possui características adequadas para a produção de combustíveis renováveis avançados, enquanto seus subprodutos podem gerar farinha rica em proteínas e outros bioprodutos de valor agregado.

Estudos destacam a capacidade da planta de se adaptar a condições climáticas adversas e seu potencial de produtividade, mesmo em solos menos favoráveis, tornando-a uma alternativa sustentável e de baixo carbono para atender às demandas energéticas.

A pesquisa calculou o preço de equilíbrio do SAF produzido com carinata, bem como as emissões de carbono durante o ciclo de vida do combustível. A combinação desses dados sugere que a planta oferece um caminho promissor para reduzir a dependência de combustíveis fósseis na aviação, contribuindo  para as metas de sustentabilidade do setor. Além de seus benefícios ambientais, a carinata pode trazer vantagens econômicas para agricultores locais, que teriam uma nova fonte de renda durante o período de entressafra.

Nos últimos anos, os sistemas agrícolas pampeanos experimentaram um aparecimento crescente de adversidades bióticas, tolerantes aos produtos fitossanitários tradicionalmente usados. Nesse contexto, o surgimento de culturas como a Carinata ( Brassica carinata ) poderia ajudar a reduzir os riscos econômicos e ambientais. 





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Dólar fecha semana em alta


Após um início de ano relativamente estável, o dólar encerrou a sexta-feira (9) em alta firme no Brasil, voltando a superar o patamar de R$ 6,10. A valorização da moeda norte-americana foi impulsionada por dados positivos do mercado de trabalho nos Estados Unidos, que indicaram menor margem para o Federal Reserve reduzir juros no curto prazo, conforme os dados do InfoMoney.

O dólar à vista registrou alta de 0,99%, encerrando o dia cotado a R$ 6,1031. No acumulado da semana, contudo, a moeda apresentou desvalorização de 1,29%, reflexo de uma semana de baixa liquidez e poucas novidades sobre o cenário fiscal brasileiro.

Na B3, o dólar futuro para fevereiro, o contrato mais negociado, subiu 1,06%, sendo negociado a R$ 6,1220 às 17h03.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 6,101
  • Venda: R$ 6,102

Dólar turismo

  • Compra: R$ 6,162
  • Venda: R$ 6,342

Nesta sexta-feira, o IBGE divulgou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que subiu 0,52% em dezembro, acumulando alta de 4,83% no ano de 2024. O número veio levemente abaixo das expectativas de economistas ouvidos pela Reuters, que projetavam variação de 0,57% no mês e 4,88% no ano.

Apesar de o índice ter superado o teto da meta de inflação de 4,5% estabelecida pelo Banco Central, o resultado não foi surpresa para o mercado, que já havia precificado o descumprimento. O tema acabou ficando em segundo plano no pregão, com as atenções voltadas para os dados norte-americanos.





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safra avança apesar de adversidades climáticas



Produção de milho-verde segue em plena safra




Foto: Divulgação

De acordo com o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (9) pela Emater/RS-Ascar, a produção de milho-verde segue em plena safra na região administrativa de Lajeado, no município de Bom Princípio, Rio Grande do Sul. Mesmo enfrentando desafios climáticos como estiagens e enchentes, as lavouras apresentam ótimas condições de desenvolvimento.

Os plantios, realizados de forma escalonada, estão em diferentes estágios: desenvolvimento vegetativo, enchimento de grãos e colheita. A bandeja contendo três espigas de milho-verde está sendo comercializada a preços que variam entre R$ 2,00 e R$ 2,50, conforme o mercado local.





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Safra de arroz alcança 97,84% da meta planejada



Safra de arroz 2024/2025 apresenta resultados satisfatórios no Rio Grande do Sul




Foto: Pixabay

A safra de arroz 2024/2025 apresenta resultados satisfatórios no Rio Grande do Sul, segundo o Informativo Conjuntural divulgado nesta quinta-feira (9) pela Emater/RS-Ascar. Apesar de desafios pontuais, como as temperaturas noturnas abaixo de 15 °C que afetam lavouras em estágio reprodutivo, a alta radiação solar e a disponibilidade de água nos reservatórios têm favorecido o desenvolvimento das plantações.

De acordo com o Instituto Rio Grandense de Arroz (Irga), a semeadura está praticamente concluída, com 927.885 hectares de arroz irrigado plantados no Estado, representando 97,84% da intenção projetada inicialmente, que era de 948.356 hectares.

A regional Central foi a mais impactada, alcançando apenas 84,78% da área planejada devido a atrasos na reconstrução de áreas. O Irga confirmou que equipes técnicas estão realizando levantamentos complementares, e os dados finais serão apresentados durante a abertura oficial da colheita, programada para os dias 18 a 20 de fevereiro, em Capão do Leão.

Apesar de um cenário geral favorável, a baixa temperatura noturna tem sido um fator de preocupação para as lavouras em fase reprodutiva. Mesmo assim, os agricultores mantêm tratos culturais regulares para preservar a saúde das plantações.

A Emater/RS-Ascar projeta uma produtividade média de 8.478 kg/ha para esta safra. Esse número reflete tanto o impacto positivo das condições climáticas em boa parte do Estado quanto as limitações enfrentadas em algumas regiões.





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Produção sustentável de grãos no Brasil


De acordo com artigo publicado no Blog da Aegro, o Brasil, líder mundial na produção de grãos, adota práticas sustentáveis para atender à crescente demanda por alimentos e preservar os recursos naturais. Essas estratégias, além de atenderem à legislação ambiental, promovem eficiência e responsabilidade socioambiental.

Plantio Direto (SPD) Atualmente, cerca de 9 milhões de hectares utilizam o sistema de plantio direto. A técnica protege o solo contra erosões, retém umidade e reduz custos de produção, beneficiando culturas como soja e milho.

Rotação de Culturas

A alternância de cultivos, como soja e milho, melhora a fertilidade do solo, reduz pragas e doenças, e diminui o risco de erosão, contribuindo para a conservação do ecossistema.

Tecnologia de Precisão

Ferramentas avançadas permitem a aplicação exata de insumos como água e fertilizantes, reduzindo desperdícios e impactos ambientais, além de possibilitar monitoramento em tempo real.

Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF)

A ILPF combina atividades agrícolas em uma mesma área, promovendo equilíbrio ecológico, melhorando o solo, capturando carbono e protegendo a biodiversidade.

Manejo Integrado de Pragas e Doenças (MIPD)

O MIPD utiliza controle biológico e preventivo para minimizar o uso de defensivos químicos, preservando a biodiversidade e a saúde dos ecossistemas agrícolas.

Conservação de Áreas de Preservação Permanente (APPs)

A proteção da vegetação nativa em torno de corpos d’água e áreas sensíveis assegura a preservação da biodiversidade e dos recursos hídricos.

Uso Eficiente da Água

A gestão de irrigação eficiente reduz o consumo de água, minimiza desperdícios e garante a sustentabilidade da produção.

Agricultura de Baixo Carbono (ABC)

Práticas que diminuem emissões de gases de efeito estufa, como o plantio direto e a fixação biológica de nitrogênio, colaboram com a mitigação das mudanças climáticas.

Certificação Sustentável

Programas de certificação garantem a rastreabilidade e responsabilidade socioambiental, promovendo produtos éticos e sustentáveis.

Monitoramento e Cumprimento de Leis Ambientais

O acompanhamento constante das atividades agrícolas assegura a mitigação de impactos negativos e a conformidade com a legislação, promovendo a sustentabilidade a longo prazo.

Importância do Compromisso Sustentável

A adoção dessas práticas consolida o Brasil como referência em produção agrícola sustentável, equilibrando crescimento econômico com preservação ambiental.





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Preço do leite fecha 2024 em queda



Média anual marca avanço de 33% em relação a 2023




Foto: Divulgação

O preço do leite pago ao produtor no Paraná encerrou 2024 em R$ 2,83 por litro, uma redução em relação ao pico registrado em novembro. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (9) pelo Boletim Semanal de Conjuntura Agropecuária, elaborado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Segundo o boletim, apesar da queda no último mês do ano, a média de dezembro se destacou como a terceira mais alta de 2024. Em comparação ao mesmo período de 2023, o valor representa um aumento significativo de 33%, demonstrando recuperação em um ano desafiador.

O ano foi marcado por adversidades climáticas, incluindo fortes estiagens e geadas, que prejudicaram a produção de leite e comprometeram os rendimentos dos pecuaristas. As principais bacias leiteiras do Paraná sentiram o impacto, resultando em menor oferta de leite e produtos lácteos no mercado estadual.

Essas condições climáticas adversas aumentaram a pressão sobre o setor, agravando o custo de produção e dificultando o abastecimento.

O aumento de 33% no preço médio em relação a dezembro de 2023 reflete esforços para compensar os pecuaristas. No ano anterior, o preço de R$ 2,13 por litro foi considerado pouco atrativo, levando o governo estadual a adotar medidas para equilibrar o mercado. Entre as ações, destacou-se o estímulo ao consumo de produtos locais e a restrição à importação de lácteos, principalmente de países do Mercosul, conforme os dados da Deral.





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Seca e neve redefinem desafios agrícolas na Europa


O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou nesta terça-feira (7) o boletim semanal Weekly Weather and Crop Bulletin, destacando o impacto do clima irregular nas atividades agrícolas de diferentes regiões da Europa.

Durante a primeira metade do período analisado, o tempo seco predominou, sendo substituído por chuva e neve no final da semana em diversas áreas do norte da Europa. No entanto, regiões como Espanha, norte da Itália e Hungria continuaram enfrentando condições de seca, ampliando os déficits de umidade do solo.

As chuvas, concentradas na Inglaterra, Escandinávia e Estados Bálticos, variaram de 10 a 75 mm, enquanto França, Alemanha e Polônia registraram volumes menores, entre 5 e 35 mm. Neve foi observada em partes mais altas da Alemanha, Polônia, Lituânia e Bálcãs ocidentais, mas as principais áreas agrícolas da Europa central e oriental permaneceram com cobertura de neve abaixo de 5 cm.

A seca se intensificou na Espanha, norte da Itália e, particularmente, no sudoeste da Hungria, onde a região de Transdanúbia registrou apenas 32% da precipitação normal desde 1º de outubro. Este é o período mais seco em 30 anos na área, aumentando preocupações sobre os impactos na produção agrícola.

O relatório também apontou contrastes significativos nas temperaturas. Enquanto a Europa Ocidental registrou condições abaixo da média, com quedas de até 6°C na Espanha, o leste do continente experimentou calor anômalo, com temperaturas entre 2°C e 6°C acima do normal.

As condições variáveis tiveram efeitos mistos sobre o trabalho agrícola. O céu ensolarado no início da semana favoreceu atividades de campo e manutenção em áreas como França e Alemanha. Contudo, o retorno das chuvas e o frio intenso nas elevações aumentaram os desafios para as principais regiões agrícolas do continente.

 





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Mapa investe R$ 21 milhões na recuperação da agropecuária gaúcha



Mapa celebra convênio de R$ 21 milhões para fortalecer a defesa agropecuária no RS




Foto: Pixabay

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) oficializou, por meio de publicação no Diário Oficial da União, o convênio com a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi/RS). O acordo, com valor global de R$ 21.284.243,09, prevê repasses de R$ 21 milhões pelo Governo Federal para reforçar o setor agropecuário no estado.

De acordo com José Cleber Dias de Souza, superintendente do Mapa no Rio Grande do Sul, as negociações para o convênio começaram em maio de 2024, durante a instalação do gabinete itinerante liderado pelo ministro Carlos Fávaro. Na ocasião, um plano detalhado foi elaborado pela equipe da Superintendência de Agricultura e Pecuária do estado, em parceria com a Seapi/RS e a Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério, com foco na recuperação das atividades agropecuárias gaúchas.

Os recursos foram viabilizados por meio da Medida Provisória nº 1.260/2024, que destinou verbas também ao Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e à Embrapa. No total, mais de R$ 80 milhões foram alocados para ações no Rio Grande do Sul, sendo uma parte destinada ao convênio com a Seapi/RS.

Investimentos Previstos

Os recursos serão aplicados em diversas frentes estratégicas da agropecuária gaúcha, incluindo:

  • Defesa agropecuária animal e vegetal;
  • Pesquisa e diagnóstico de sanidade;
  • Aquisição de equipamentos de escritório, informática, materiais laboratoriais e veículos.

Esses investimentos têm como objetivo garantir a sanidade dos cultivos e criações, fortalecer os serviços prestados aos agricultores e criadores, e promover a competitividade do setor.

O novo convênio reafirma o compromisso do Governo Federal com o fortalecimento da agropecuária no estado, assegurando condições adequadas para a produção e comercialização de produtos agrícolas e pecuários. O investimento também contribui para a resiliência do setor diante de desafios climáticos e econômicos, que impactaram o Rio Grande do Sul nos últimos anos, conforme apontado pelo Mapa.





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Mato Grosso do Sul alcança superávit de US$ 7,1 bilhões em 2024


Segundo dados divulgados pela Agência de Notícia do MS, o Mato Grosso do Sul encerrou 2024 com um superávit comercial de US$ 7,1 bilhões, impulsionado pelo desempenho robusto das exportações de commodities agrícolas e produtos industrializados. Os dados constam na Carta de Conjuntura divulgada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc).

No acumulado do ano, o estado registrou US$ 9,969 bilhões em exportações, contra US$ 2,808 bilhões em importações. Entre os produtos exportados, a soja liderou com 28,7% do total (US$ 2,8 bilhões), seguida pela celulose, que respondeu por 26,6% das vendas externas (US$ 2,6 bilhões). Este último produto destacou-se com um aumento de 79,1% em relação a 2023, conforme apontaram os dados.

No lado das importações, o gás natural foi o principal item adquirido, representando 41,3% do total, seguido por adubos (11,3%) e cobre (7,6%).

A China manteve sua posição como principal destino das exportações do estado, com 45,4% do valor total. Destaque também para o crescimento exponencial de mercados como Turquia, que ampliou suas compras em 158,6%, e Emirados Árabes Unidos, com alta de 101% em comparação a 2023.

De acordo com o informado, o setor industrial foi um dos destaques de 2024, com crescimento de 25,13% na receita e 12,42% no volume exportado. Por outro lado, a agropecuária registrou queda significativa, com retração de 36,7% no valor exportado e de 35% na movimentação de cargas.

No contexto regional, Três Lagoas liderou as exportações, representando 26,2% do valor total, com avanço de 45,3% em relação ao ano anterior (US$ 2,6 bilhões). Ribas do Rio Pardo teve o maior crescimento percentual, registrando alta de 690% nas exportações, impulsionado pela instalação de uma nova fábrica de celulose, totalizando US$ 428 milhões em vendas externas. Em contraste, Dourados sofreu uma retração de 43,1%, enquanto Campo Grande teve um crescimento modesto de 4,4%, alcançando US$ 532 milhões.





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