segunda-feira, março 16, 2026

Política & Agro

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Safra de café conilon cresce 37,2% em 2025


A safra brasileira de café em 2025 se aproxima do fim (com 96% da colheita concluída), sob o ciclo de bienalidade negativa, porém apresentando desempenho positivo, segundo relatório do Departamento Técnico e Econômico da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp). A terceira estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indica que a produção nacional deve alcançar 55,2 milhões de sacas beneficiadas, volume 1,8% superior ao registrado em 2024.

A área total destinada à cafeicultura em 2025 soma 2,25 milhões de hectares, o que corresponde a uma expansão de 0,9% frente ao ano anterior. Desse total, 1,86 milhão de hectares estão em produção, com redução de 1,2%, enquanto as lavouras em formação registraram acréscimo expressivo de 11,9%, alcançando 395,8 mil hectares.

A safra de café arábica em 2025 deve alcançar 35,2 milhões de sacas beneficiadas, resultado 11,2% inferior ao do ano anterior. A retração é explicada pelo ciclo de baixa bienalidade e pela redução da área em produção, hoje em 1,49 milhão de hectares. Apesar disso, a expansão das lavouras em formação, que cresceram 12,3% e somam 353,1 mil hectares, sinaliza perspectivas de recuperação nos próximos ciclos. Com 1,84 milhão de hectares cultivados, o arábica representa mais de 80% da cafeicultura nacional, com destaque para Minas Gerais, responsável por três quartos dessa área, seguido por São Paulo.

Já no conilon, o desempenho é significativamente melhor, com estimativa de 53,8 sc/ha, um aumento de 37% frente ao ano anterior, favorecido pelo clima mais regular e pela boa formação dos frutos, apontou o relatório. A produção de café conilon em 2025 está estimada em 20,1 milhões de sacas beneficiadas, um expressivo crescimento de 37,2% frente à safra anterior. Esse aumento é indicativo da recuperação das perdas do ano anterior, que ocorreram em razão das fortes ondas de calor e da consequente redução do potencial produtivo dos cafeeiros, apesar da bienalidade positiva.

O avanço no ciclo atual do conilon é atribuído às condições climáticas mais regulares durante as fases críticas, que favoreceram a floração e resultaram em melhor formação dos frutos. A espécie ocupa 415,6 mil hectares, dos quais 372,9 mil estão em produção e 42,7 mil em formação. O Espírito Santo concentra a maior área cultivada, com 286,7 mil hectares, seguido por Bahia e Rondônia, com 51,5 mil e 47,8 mil hectares, respectivamente.





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Soja recua no Brasil apesar de leve recuperação em Chicago


O mercado da soja encerrou a primeira semana de outubro sob pressão no Brasil, mesmo com sinais de recuperação nos preços internacionais. Entre 26 de setembro e 2 de outubro, o bushel da oleaginosa em Chicago saiu de US$ 10,12 para US$ 10,23, impulsionado por um corte de 8% nos estoques trimestrais dos EUA e expectativas de retomada no comércio com a China. Ainda assim, o mercado interno brasileiro seguiu em viés de baixa, com a média semanal no Rio Grande do Sul em R$ 122,46/saca.

Segundo o CEEMA/Unijuí, os prêmios mais fracos nos portos e o câmbio estável ao redor de R$ 5,30 impactaram negativamente os preços no país. Em praças como Não-Me-Toque (RS), Nonoai (RS) e Pato Branco (PR), a soja foi cotada a R$ 119,00/saca, enquanto em Maracaju (MS) chegou a R$ 123,00.

O plantio da nova safra de soja 2025/26 avança lentamente, alcançando 3,2% da área estimada, segundo a AgRural. A StoneX projeta uma produção nacional de 178,6 milhões de toneladas, podendo chegar a 180 milhões se o clima colaborar. Essa expectativa de safra cheia também pressiona as cotações, reduzindo o apetite comprador neste início de ciclo.

Outro fator de influência é a relação comercial entre EUA e China. A soja deve integrar a pauta de uma nova rodada de negociações entre os presidentes dos dois países, o que pode resultar na suspensão das tarifas aplicadas por Pequim desde maio. O mercado internacional reagiu positivamente à notícia, mas ainda de forma contida.

Com a colheita norte-americana atingindo 19% da área, e 62% das lavouras em boas ou excelentes condições, a atenção agora se volta ao relatório de oferta e demanda do USDA, previsto para 9 de outubro. A expectativa é de atualizações relevantes sobre estoque, produção e exportações, o que pode mexer com os preços também no Brasil.





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Exportação de milho preocupa setor e pressiona preços



Lentidão tem pressionado os preços internos



Foto: Divulgação

A lentidão nas exportações de milho no Brasil tem pressionado os preços internos. Apesar de uma leve alta no preço internacional (média de US$ 4,13/bushel em setembro), o cereal brasileiro está barato para quem vende e caro para quem compra, conforme relatório da CEEMA.

Entre fevereiro e setembro, apenas 17 milhões de toneladas foram embarcadas, muito abaixo das 40 milhões previstas pela Conab e das 50 milhões necessárias para aliviar os estoques. No acumulado do ano, as exportações somam 24 milhões de toneladas, contra 37 milhões em 2024 e o recorde de 56 milhões em 2023.

O preço médio no Rio Grande do Sul ficou em R$ 61,91/saca, com variações entre R$ 47,00 e R$ 64,00 nas demais regiões. Os compradores estão estocados e retraídos, o que tira força do mercado e agrava o desequilíbrio.

O plantio do milho de verão avança no Centro-Sul e atinge 32% da área prevista. A estimativa é de produção de 25,6 milhões de toneladas nesta etapa, segundo AgRural e StoneX. No total, a demanda doméstica deve passar de 91 milhões de toneladas em 2025, impulsionada pela produção de etanol.

Nos primeiros 20 dias de setembro, o Brasil embarcou 6,6 milhões de toneladas, mas a Anec estima que o total mensal fique em 7,3 milhões. O preço médio da tonelada exportada subiu para US$ 199,70. Mesmo assim, não é suficiente para descomprimir o mercado.

A situação é considerada atípica e pode se agravar na virada do ano, com possibilidade de novos recuos nos preços. O setor acompanha com atenção o ritmo das exportações e a evolução da demanda interna.





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Trigo brasileiro enfrenta desvalorização com entrada da nova safra



O mercado do trigo segue pressionado no Brasil



Foto: Divulgação

O mercado do trigo segue pressionado no Brasil com a entrada da safra 2025 e a conjuntura internacional desfavorável. Segundo levantamento do CEEMA, os preços do cereal caíram para R$ 65,08/saca no Rio Grande do Sul e entre R$ 65,00 e R$ 67,00 no Paraná, os patamares mais baixos desde janeiro deste ano e abril de 2024, respectivamente.

A queda se explica por três fatores principais: colheita acelerada, desvalorização do dólar e aumento da oferta externa. A Ucrânia ampliou em 9% a área de trigo de inverno, enquanto a Rússia reduziu em 300 mil toneladas sua previsão de exportação, que ainda assim segue alta, em 43,4 milhões de toneladas.

Em Chicago, as cotações também recuaram. O bushel fechou a semana em US$ 5,14, contra US$ 5,19 na anterior. A média de setembro ficou em US$ 5,13, ligeira alta sobre agosto, mas 10% abaixo de setembro de 2024. Os estoques norte-americanos cresceram 6% no comparativo anual.

O trigo brasileiro enfrenta forte concorrência internacional e um mercado interno limitado. A baixa liquidez e a elevada participação de importados na indústria moageira dificultam a formação de preços mais justos ao produtor.

Entidades do setor têm solicitado medidas de apoio emergencial, como aquisição governamental ou subvenção ao preço mínimo. As projeções para 2025/26 indicam estabilidade na produção nacional, mas o excesso de oferta regional, somado à importação em alta, tende a manter os preços pressionados. A expectativa é que o equilíbrio só venha com uma retomada nas exportações ou com maior presença do governo no mercado.





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Milho recua em Chicago



Estoques de milho caem 13%



Foto: Pixabay

Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente ao período de 26 de setembro a 2 de outubro, publicada nesta quinta-feira (3), as cotações do milho registraram leve retração em Chicago. O bushel fechou o dia 2 de outubro a US$ 4,21, contra US$ 4,25 na semana anterior. A média de setembro foi de US$ 4,13 por bushel, resultado 7,8% superior à de agosto. No mesmo mês de 2024, a média havia sido de US$ 4,00 por bushel.

O relatório de estoques trimestrais, com posição em 1º de setembro, apontou redução de 13% em relação ao mesmo período do ano anterior. Apesar da queda, o dado não resultou, até o momento, em alta das cotações em Chicago.

Na colheita, o levantamento indica que 18% da área total de milho dos Estados Unidos havia sido colhida até 28 de setembro, percentual ligeiramente abaixo da média histórica de 19% para a data. Entre as lavouras ainda não colhidas, 66% estavam classificadas em boas ou excelentes condições, com 71% delas em fase de maturação.





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Mercado do boi fecha semana dividido entre exportação e consumo



Cotação da novilha gorda apresentou reação em São Paulo



Foto: Canva

De acordo com análise publicada nesta sexta-feira (3) no informativo Tem Boi na Linha, da Scot Consultoria, a cotação da novilha gorda apresentou reação em São Paulo.

O levantamento apontou dois cenários distintos no mercado. “As indústrias frigoríficas voltadas ao mercado externo trabalharam com escalas mais alongadas. Algumas delas optaram por ficar fora das compras nesta manhã, enquanto as que atuaram mantiveram os preços nos mesmos patamares de ontem, mesmo com a menor oferta de bovinos hoje e ao longo da semana”, destacou o boletim.

Já no mercado interno, a retração dos pecuaristas em negociar nos preços atuais resultou em escalas mais curtas. Apesar da divisão, a análise observa que “o escoamento de carne bovina permanece travado, o que limita grandes alterações nas cotações”.

Com isso, apenas a cotação da arroba da novilha registrou variação, subindo R$ 2,00 nesta manhã. Para as demais categorias, os preços permaneceram estáveis em relação ao dia anterior.

No Rio Grande do Sul, a retirada de bovinos das pastagens para abertura das áreas de semeadura das culturas de verão aumentou a oferta, impactando os preços. Na região de Pelotas, o valor do boi caiu R$ 0,05/kg, enquanto na região Oeste houve queda de R$ 0,05/kg na cotação da novilha. As demais categorias não sofreram alterações.

Em Rondônia, o retorno das chuvas favoreceu a retenção de boiadas na expectativa de preços mais altos. No entanto, após a alta registrada na quinta-feira (2) para todas as categorias, o mercado encerrou a semana com estabilidade nas cotações.





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Sol e chuvas leves favorecem cultivo de tabaco



cultivo do tabaco avança em diferentes regiões do Rio Grande do Sul



Foto: Pixabay

De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado nesta quinta-feira (2) pela Emater/RS-Ascar, o cultivo do tabaco avança em diferentes regiões do Estado.

Na região administrativa de Frederico Westphalen, o predomínio de sol e chuvas fracas no final do período favoreceram o desenvolvimento das lavouras. O plantio já alcança 90% da área prevista. “As plantas se desenvolvem bem”, aponta o boletim, destacando que agricultores realizaram adubação nitrogenada, capinas, aplicação de inseticidas e adubos foliares. Não foram registrados ataques de pragas ou doenças.

Em Pelotas, a cultura está em fase de transplantio de mudas. Entre os dias 21 e 27 de setembro, o predomínio de sol e a baixa ocorrência de chuvas contribuíram para o preparo do solo e a formação dos canteiros. A umidade adequada favoreceu a continuidade dos transplantios para áreas definitivas. “A produção própria de mudas tem sido suficiente para atender à implantação planejada e contratada da safra”, informou o relatório.

Na região administrativa de Santa Rosa, as lavouras encontram-se em fase de desenvolvimento vegetativo, com foco em manejos de adubação e monitoramento de pragas.

Já em Soledade, no Baixo Vale do Rio Pardo, as atividades incluíram capina manual, adubação nitrogenada, pulverizações preventivas contra insetos e aplicação de fungicidas. Em áreas plantadas entre maio e junho, iniciou-se a colheita das folhas do baixeiro, embora o desempenho seja limitado devido ao cultivo de entressafra. Nas partes altas da região, o preparo do solo está praticamente finalizado e o transplantio de mudas foi intensificado. Nos plantios de junho e julho, agricultores realizaram desbrota química e concluíram a adubação nitrogenada, com lavouras apresentando bom desempenho.





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Cotações do trigo recuaram em Chicago


Segundo análise da Central Internacional de Análises Econômicas e de Estudos de Mercado Agropecuário (Ceema), referente à semana de 26 de setembro a 2 de outubro e publicada nesta quinta-feira (3), as cotações do trigo recuaram em Chicago. O bushel do cereal encerrou o dia 2 de outubro cotado a US$ 5,14, frente aos US$ 5,19 registrados na semana anterior. A média de setembro fechou em US$ 5,13 por bushel, representando alta de 0,98% em relação a agosto. No mesmo mês de 2024, a média havia sido de US$ 5,70.

O relatório trimestral de estoques, com posição em 1º de setembro, apontou elevação de 6% em comparação ao ano anterior. Já o plantio do trigo de inverno nos Estados Unidos atingia 34% da área em 28 de setembro, contra uma média histórica de 36%. A colheita do trigo de primavera, por sua vez, foi concluída.

Na Ucrânia, o Ministério da Economia informou que a área semeada com trigo de inverno será 9% maior que a previsão inicial, chegando a pelo menos 5,2 milhões de hectares. Para alcançar essa expansão, os produtores devem reduzir as áreas destinadas ao milho e ao girassol. Além disso, ainda haverá 200 mil hectares com trigo de primavera. Em 2025, a produção de trigo do país alcançou 22,5 milhões de toneladas, com exportações de 15,7 milhões no ano comercial entre junho de 2024 e julho de 2025.

Na Rússia, as exportações de trigo para 2025/26 foram estimadas em 43,4 milhões de toneladas, 300 mil a menos do que a projeção anterior. A consultoria SovEcon informou que, entre julho e setembro, as exportações atingiram 11 milhões de toneladas, o volume mais baixo para o início de ano comercial desde 2022/23, quando o mercado foi afetado pela guerra contra a Ucrânia.





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Projeto vai desenvolver bioinsumo pré-formulado para canola


A Embrapa Agroenergia (Brasília, DF) e a Pilzer Biotecnologia Agropecuária Ltda. firmaram um Acordo de Cooperação Técnica e Financeira para desenvolver um bioestimulante microbiano pré-formulado para canola. O objetivo é aumentar a produtividade da cultura, que apresenta grande potencial para a economia brasileira.

Com o título “Bioestimulante microbiano pré-formulado para aumentar a produção de canola ( Brassica napus L.)”, o projeto visa superar os principais desafios para a expansão da cultura no País, a adaptação a condições de déficit hídrico e a redução da dependência de fertilizantes químicos. Na Embrapa Agroenergia, o trabalho será liderado pelo pesquisador Agnaldo Chaves.

Atualmente concentrada na região Sul, a canola tem um potencial de crescimento expressivo, especialmente em outras áreas com aptidão agrícola, com destaque para a região Centro-Oeste. Inclusive, o potencial para aumento na produtividade e na área plantada no Brasil foram motivos da escolha da canola para essa pesquisa.

O estudo a ser realizado pela Embrapa se baseia na utilização de microrganismos promotores de crescimento vegetal, que, ao serem aplicados, colonizam a rizosfera das plantas. Essa interação melhora a eficiência na absorção de nutrientes, podendo aumentar a tolerância a estresses abióticos, como altas temperaturas e falta de água, fortalecendo a resiliência da cultura diante das mudanças climáticas.

A parceria estabelece ainda a divisão de ações, ficando a Embrapa Agroenergia como responsável pela fase inicial de pesquisa, conduzindo ensaios em laboratório e em casa de vegetação. Os pesquisadores vão avaliar o comportamento de microrganismos e seu impacto no desenvolvimento da canola sob condições de restrição hídrica, buscando identificar aqueles com maior potencial para uso agrícola.

A Pilzer assumirá a etapa seguinte, testando ingredientes e insumos que possam compor a pré-formulação do bioinsumo. O produto final, que conterá os microrganismos selecionados, será avaliado em condições de casa de vegetação. Como os testes realizados dessa forma, neste primeiro momento, não será possível ainda estimar o quanto seria economizado em fertilizantes químicos. Já na etapa seguinte, com testes em campo, esse pode ser um dos dados alcançados pelo projeto.

O desenvolvimento de um pré-formulado contendo bioestimulante microbiano para o cultivo da canola sob déficit hídrico, não apenas potencializará a produtividade, como também contribuirá para a tropicalização da cultura, abrindo caminho para sua expansão na região Centro-Sul do Brasil.

Por sua vez, a maior produção de grãos resultará em um aumento no fornecimento de óleo para a indústria de biocombustíveis, fortalecendo a segurança energética do País.

“A parceria entre a Embrapa Agroenergia e a iniciativa privada, neste caso, a Pilzer, é fundamental para fazer com que o produto obtido na pesquisa alcance o mercado agrícola”, destaca Agnaldo. Além do pesquisador como líder do projeto, integrarão a equipe os pesquisadores Léia Fávaro, João Ricardo de Almeida, Clenilson Rodrigues e Bruno Laviola.

Agnaldo reforça ainda, que parcerias como esta contribuem para demonstrar o potencial da Embrapa Agroenergia em contribuir para o desenvolvimento de bioinsumos para o mercado agrícola.

Para Rogério Mazzardo, da Pilzer, essa parceria marca um avanço estratégico para a empresa ao integrar tecnologias de ponta desenvolvidas pela Embrapa que elevam a produtividade com responsabilidade ambiental.

As soluções tecnológicas da Embrapa, como ressalta Rogério, têm papel fundamental na transformação do campo. Segundo ele, esse projeto não apenas fortalece a competitividade da empresa, como também responde às demandas crescentes por produtividade com responsabilidade ambiental, posicionando a Pilzer como referência em tecnologias que transformam o campo. “Reforçamos, assim, o compromisso da Pilzer em inovação, eficiência e sustentabilidade no agronegócio brasileiro”.

Financiamento

O acordo tem prazo de 25 meses e terá um investimento total de R$ 1,35 milhão, com um modelo de financiamento compartilhado via Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii). Esse valor será dividido pela Embrapii, pela Pilzer e pelo Sebrae, ficando cada instituição responsável pelo aporte de R$ 450 mil. A Embrapa Agroenergia contribui de forma não financeira, correspondente a infraestrutura e pessoal.





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Comissão aprova ressarcimento para produtor rural por perdas decorrentes da falta de luz



Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado


Foto: Divulgação

A Comissão de Minas e Energia da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1940/24, que prevê que os produtores rurais serão ressarcidos pela concessionária de energia elétrica quando houver perda de produtos perecíveis por falta de luz. O relator, deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO), recomendou a aprovação do texto. “A responsabilidade da concessionária do serviço público de distribuição de energia elétrica por danos por ela causados está bem definida no Brasil”, disse.

Comprovação

Pela proposta aprovada, o produtor deverá apresentar documentação técnica comprovando que a perda foi causada pela falta de energia elétrica.

O ressarcimento será calculado com base no valor de mercado dos itens na região.

Prazo

O pedido de ressarcimento deverá ser dirigido à concessionária, que terá 30 dias para analisar o caso, sob pena de multa. Se a empresa não cumprir o prazo, haverá um acréscimo de 10% no valor calculado para ressarcimento.

“Produtores rurais de todo o País têm amargado perdas significativas em razão das quedas recorrentes no fornecimento de energia elétrica ou das oscilações na tensão da rede”, afirmou o autor da proposta, deputado Marx Beltrão (PP-AL).

Próximos passos

O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, a proposta precisa ser aprovada pela Câmara e pelo Senado.

 





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